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18 AUG

Ex-menino de rua que morava em armário de aeroporto passa em 5 concursos públicos importantes

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Ex-menino de rua que morava em armário de aeroporto passa em 5 concursos públicos importantes

Ismael Batista tinha apenas 8 anos quando fugiu de casa após o pai, que não queria gente fumando maconha na esquina onde morava, ser assassinado por traficantes de drogas.

Sem ter para onde ir, o menino, que vivia em um barraco em Samambaia, no Distrito Federal, passou a viver no Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasilia.

Por quase um ano ele dormiu em um armário do bagageiro do aeroporto e vivia de bicos empurrando carrinhos de passageiros e das coisas que ganhava dos funcionários, para comer e manter-se aquecido.

Então um dia a vida de Ismael mudaria novamente, mas para melhor. Ele seria adotado pela mãe de uma funcionária do aeroporto.

Andréa Carvalho, na época com 19 anos, costumava ajudar o menino. Sem a mãe saber, ela levava Ismael para tomar banho em sua casa.

“A gente fez amizade. Às vezes eu chegava lá e comprava café da manhã para nós dois. Quando não tinha dinheiro, ela comprava café para mim, e almoço também”, disse Ismael ao G1.

Claro que logo a mãe descobriu e se encantou pelo menino. Convidou-o para morar com elas e agora já tem a guarda legal do jovem, que ela pediu para a mãe biológica dele.

“Até hoje elas têm uma boa relação. Minha mãe biológica respeita muito a adotiva e tem muita gratidão, mas elas não têm contato, uma não liga para a outra”, disse.

Mas as melhorias da vida de Ismael não pararam por aí. Quando chegou em seu novo lar, ele não sabia ler e passaria a frequentar a escola.

“Fui estudar em uma escola em que eu era o único negro. Tinha perdido um ano e meio de aula e era o mais velho em uma turma de crianças. Passei bastante por essa questão do preconceito. Tinham professores que tinham preconceito, amigos. Ele se revela de várias formas, no simples fato de uma criança não querer brincar com você por ser negro. Depois, entre um determinado grupinho, descobri que tinham me dado apelido de ‘piva’ [pivete], que é moleque de rua”, contou.

Mas isso não o abalou, tanto que aos 22 anos ele passaria em seu primeiro concurso público, para bancário no BRB. Ele estudava cerca de 12 horas por dia.

Seis meses depois, foi chamado para técnico no STF. E não parou por aí, ele foi aprovado também no Conselho Nacional do Ministério Público e para outros 3 concursos públicos.

Atualmente, aos 33 anos, ele estuda para a segunda fase do concurso de delegado de Polícia Civil.

“Deus é o que me move! O que fez mudar minha história foi o amor…”, disse em entrevista ao SóNotíciaBoa.

Fonte: Razões Para Acreditar
18 AUG

Câmara de Lagoinha (SP) realiza concurso para Contador

Contador Concurseiro
Câmara de Lagoinha (SP) realiza concurso para Contador

A Câmara de Lagoinha (SP) divulgou edital referente à realização de concurso com 1 vaga para Contador.

Com remuneração de R$3.465,00, para um regime de 20 horas semanais, o concurso será composto por prova objetiva contendo 70 questões, a qual será realizada no dia 08 de outubro de 2017.

As inscrições podem ser feitas do dia 25 de agosto de 2017 até o dia 11 de setembro de 2017 através de site específico (clique aqui).

Para acessar o edital completo, clique aqui.

Contador, saiba como se preparar para o concurso Câmara de Lagoinha (SP) 2017.

Fique por dentro dos concursos públicos em 2017 com vagas para CONTADOR clicando aqui

18 AUG

Comissão aprova regulamentação da profissão de pedagogo

Pedagoga Concurseira
Comissão aprova regulamentação da profissão de pedagogo


A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou o Projeto de Lei 6847/17, do deputado Goulart (PSD-SP), que regulamenta a profissão de pedagogo.

Pelo texto, a profissão será privativa de portadores de diploma de curso de graduação em Pedagogia, para exercerem a docência, bem como atividades nas quais sejam exigidos conhecimentos pedagógicos.

De acordo com a proposta, são atribuições do pedagogo:

  • planejar, implementar e avaliar programas e projetos educativos em diferentes espaços organizacionais; 

  • gerir o trabalho pedagógico e a prática educativa em espaços escolares e não escolares; - avaliar e implementar nas instituições de ensino as políticas públicas criadas pelo Poder Executivo; 

  • elaborar, planejar, administrar, coordenar, acompanhar, inspecionar, supervisionar e orientar os processos educacionais; 

  • ministrar as disciplinas pedagógicas e afins nos cursos de formação de professores; 

  • realizar o recrutamento e a seleção nos programas de treinamento em instituições de natureza educacional e não educacional; 

  • desenvolver tecnologias educacionais nas diversas áreas do conhecimento.



Critérios

O parecer da relatora, deputada Flávia Morais (PDT-GO), foi favorável à proposta. “Diferentemente de outros projetos de regulamentação profissional, esta proposta não visa a criar uma reserva de mercado para os profissionais”, disse. “O objetivo da proposição é estabelecer critérios para o âmbito de atuação desses profissionais relativamente à sua formação e às suas atribuições”, completou.

Para a parlamentar, justifica-se a regulamentação “porque a atividade exige conhecimentos teóricos e técnicos, é exercida por profissionais de curso reconhecido pelo Ministério da Educação e o mau exercício da profissão pode trazer riscos de dano social no tocante à educação”.


Conselho

O projeto determina que o Poder Executivo deverá criar o Conselho Federal de Pedagogia para fiscalizar a profissão. Esse órgão, bem como os conselhos regionais, será responsável por regular sobre jornada, piso salarial, atribuições, direitos e deveres dos profissionais.

“Sendo aprovado este projeto, o presidente da República deverá enviar ao Congresso Nacional projeto de lei criando os conselhos, como exige a Constituição Federal, na medida em que tais entidades são consideradas autarquias especiais integrantes da administração pública”, destacou Flávia Morais.” Essa providência é fundamental para que o exercício da profissão do pedagogo seja devidamente regulamentado e fiscalizado”, completou.


Tramitação

A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.


Fonte: Câmara dos Deputados