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Pedagogos como andam os estudos? Espero que estejam se preparando para conquistar o grande objetivo de vocês : ) 

Hoje vamos falar um pouco sobre Educação Inclusiva, um tema muito importante para nós pedagogos e que marca uma presença forte em provas de concursos em que nós pedagogos fazemos. 

Para início de conversa, a Educação Inclusiva consiste na inclusão de portadores de necessidades especiais ou de distúrbios de aprendizagem na rede regular de ensino. Em se tratando da busca por uma sociedade inclusiva e igualitária, faz-se necessário pensar em atividades de inclusão para além do âmbito escolar uma grande missão para nós pedagogos. 

A educação inclusiva tem como objetivo tornar a educação capaz de acolher todos indivíduos, independente das diferenças, eliminando os preconceitos existentes entre os jovens, valorizando a diversidade sem ignorar o comum. Sendo um importante desafio para professores e pedagogos transformar a escola em um espaço para todos promovendo a aprendizagem e o desenvolvimento pessoal de todos. Para garantir a educação inclusiva aprendizagem de todos para isso é preciso fortalecer a formação dos professores, pedagogos e criar uma boa rede de apoio entre alunos, docentes, gestores escolares, famílias. 

Professores, pedagogos e educadores de uma forma geral reconhecem, cada vez mais, a diversidade humana e as diferenças individuais que compõem e marcam presença no seu grupo de alunos e se deparam com a necessidade de transformar o sistema educacional e garantir um ensino de qualidade para todos os estudantes a partir da educação inclusiva. Não basta que a escola receba a matrícula de alunos com necessidades especiais, é preciso que ofereça condições para a operacionalização desse projeto pedagógico inclusivo facilitando a aprendizagem. 

Além disso, para que o projeto de educação inclusiva seja colocado em ação, há necessidade de uma atitude positiva e disponibilidade do professor, pedagogos para que eles possam criar uma rede acolhedora na classe. A sala de aula afirma ou nega o sucesso ou a eficácia da inclusão escolar, mas isso não quer dizer que a responsabilidade seja só do professor. O professor e o pedagogo não podem estar sozinhos, deverá ter uma rede de apoio, na escola e fora dela, ter um processo inclusivo mais efetivo. 

Os sistemas de apoio começam na própria escola, na equipe e na gestão escolar com os profissionais pedagogos sempre presente. O aluno com necessidades especiais não é visto como responsabilidade unicamente do professor pedagogo, mas de todos os participantes do processo educacional. A direção e a coordenação pedagógica (pedagogos) devem organizar momentos para que os professores possam manifestar suas dúvidas e angústias. Ao legitimar as necessidades dos docentes, a equipe gestora pode organizar espaços para o acompanhamento dos alunos; compartilhar entre a equipe os relatos das condições de aprendizagens, das situações da sala de aula e discutir estratégias ou possibilidades para o enfrentamento dos desafios. Essas ações produzem assuntos para estudo e pesquisa que colaboram para a formação continuada dos educadores. 

Além de professores, pedagogos, diretores e coordenadores a família compõe um papel de extrema importância a rede de apoio como a instituição primeira e significativamente importante para a escolarização dos alunos. É a fonte de informações para o professor e pedagogo sobre as necessidades específicas da criança. É essencial que se estabeleça uma relação de confiança e cooperação entre a escola e a família, pois esse vínculo favorecerá o desenvolvimento da criança. 

Outro ponto importante refere-se à formação dos professores e pedagogos para a inclusão. A transformação de paradigma na Educação exige professores e pedagogos preparados para a nova prática, de modo que possam atender também às necessidades do ensino inclusivo. O saber está sendo construído à medida que as experiências vão acumulando-se e as práticas anteriores vão sendo transformadas. Por isso, a formação continuada tem um papel fundamental na prática profissional dos professores e pedagogos. 

Ainda que não apresente números consideráveis, a inclusão tem sido incorporada pelos pedagogos e revela ações que podem ser consideradas práticas para apoiar o professor. Ter um segundo professor na sala de aula, é um exemplo, seja presente durante todas as aulas ou em alguns momentos, nas mais diversas modalidades: intérprete, apoio, monitor ou auxiliar. Esse professor poderá possuir formação específica, básica ou poderá ser um estagiário. A participação do professor do AEE poderá ocorrer na elaboração do planejamento (elaborado pela equipe de pedagogos) e no suporte quanto à compreensão das condições de aprendizagem dos alunos, como forma de auxiliar a equipe pedagógica (composta por pedagogos, professores e diretores). 

Outra atividade evidenciada pela prática inclusiva para favorecer o educador é a adoção da práxis - no ensino, nas interações, no espaço e no tempo - que relacione os diferentes conteúdos às diversas atividades presentes no trabalho do pedagogo. São esses procedimentos que irão promover aos alunos a possibilidade de reorganização do conhecimento, à medida que são respeitados os diferentes estilos e ritmos de aprendizagem. 

Vale ressaltar que a Educação inclusiva, como prática em construção, está em fase de implementação. São muitos os desafios a serem enfrentados pelos pedagogos, mas as iniciativas e as alternativas realizadas pelos educadores e pedagogos são fundamentais. As experiências, agora, centralizam os esforços para além da convivência, para as possibilidades de participação e de aprendizagem efetiva de todos os alunos. 


 

 
Editora 2B
11/07/2018
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