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07 12

PEDAGOGO, e se a Prova fosse hoje? Confira a resposta! [13]

Pedagoga Concurseira


(PEGADOGO - EMPRESA MARANHENSE DE SERVIÇOS HOSPITALARES – EMSERH – 2016)


Referente à Educação infantil: “[...] a avaliação far-se-á mediante o acompanhamento de registro do seu desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental. ” (Art. 31, BRASIL, 1996). A avaliação nessa etapa deve ser:
 
A) assistemática.
B) descontextualizada.
C) bimestral com provinha.
D) processual.
E) informal.
 
  • Grau de dificuldade: Baixo
?

ALTERNATIVA A – INCORRETA – Toda avaliação, independente do nível de ensino, precisa de sistematização para ser coerente.

ALTERNATIVA B – INCORRETA – Configurada como descontextualizada, a avaliação perde seu caráter primordial, que é considerar o sujeito, e se restringe à mera verificação. Só considerando o produto e não o processo.

ALTERNATIVA C – INCORRETA – Ao delimitar o tempo e um único instrumento de avaliação (no caso da prova, avalia apenas conteúdos conceituais e factuais, não sendo apropriado para a Educação Infantil), o tempo de aprender se restringe e é possível que nem todas as crianças tenham a mesma evolução.

ALTERNATIVA D – CORRETA – O caráter processual não se limita à divisão de quantidades (pontos), soma de instrumentos etc., mas, à possibilidade do professor e aluno tomarem consciência do que foi ensinado e aprendido, e a partir disso, planejar novas ações que culminem na aprendizagem significativa.

ALTERNATIVA E – INCORRETA – É importante entender que o acompanhamento do processo de aprendizagem sem o objetivo de promoção não significa a informalidade da avaliação. Esta, na educação infantil, está centrada no desenvolvimento integral da criança e não apenas no que se restringe ao seu cognitivo.

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