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24 JAN

MEC quer levar ensino integral aos anos finais do ensino fundamental

2B Educação
MEC quer levar ensino integral aos anos finais do ensino fundamental
 

O Ministério da Educação (MEC) lançará um programa para levar ensino integral aos anos finais do ensino fundamental, do 6º ao 9º ano. De acordo com a pasta, um projeto piloto será implementado em 40 escolas que já ofertam ensino integral no ensino médio.

O projeto será desenvolvido ao longo de 2020, em conjunto com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). A ideia é que o programa seja lançado oficialmente em 2021.

A intenção, de acordo com a pasta, é tornar a escola mais atrativa para os estudantes. "Se analisarmos o nosso percurso educacional, vamos verificar que, do 5º ano para o 6º ano do ensino fundamental e do 9º ano para a 1º série do ensino médio, perdemos muitos estudantes. Seja por abandono ou repetência", disse o secretário de Educação Básica, Janio Macedo.

Com a educação em tempo integral, os estudantes passam mais tempo na escola, cerca de 7 horas por dia, e participam de atividades como reforço escolar, esportes, danças, aulas de artes, comunicação e uso de mídias, entre outras atividades.

A ampliação do ensino integral é uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), implementado pela Lei 13.005/2014, que estabelece que, no mínimo, 25% dos estudantes do país sejam atendidos em jornadas diárias de 7 horas ou mais até 2024.

O último Censo Escolar mostrou que o percentual de matrículas em tempo integral diminuiu no ensino fundamental, passando de 16,3% de todas as matrículas nas escolas públicas, em 2017, para 10,9% em 2018. Esse percentual chegou a 19,4% em 2015.

Nas escolas privadas, as matrículas tiveram um leve aumento, passando de 2,1% para 2,2% de 2017 para 2018.

No ensino médio, a situação foi oposta. O percentual de matrículas em tempo integral passou de 8,4% em 2017 para 10,3% em 2018 nas escolas públicas. Nas privadas, passou de 3,9% para 4% no mesmo período.

O governo federal incentiva o ensino integral por meio de programas como o Mais Educação, lançado em 2007. Desde então, o programa passou por reformulações e enxugamentos.

 

Ensino médio

O MEC informou que vai incentivar o ensino integral em escolas de ensino médio. O objetivo é ampliar de 1.027 escolas para 1.527 o número de estabelecimentos em tempo integral.

"Com isso, a partir de 2020, serão ofertadas 40 mil novas vagas do Ensino Médio em Tempo Integral e mais 200 mil novas vagas do Novo Ensino Médio, com o objetivo de ofertar pelo menos um itinerário formativo", disse o secretário de Educação Básica, Janio Macedo.

O ensino médio passará, no país, por reformulações. Pelo novo modelo, ainda em fase de implementação, os estudantes têm uma formação comum em todo o país, definida pela Base Nacional Comum Curricular, e, no restante do tempo, podem aprofundar a formação em um itinerário formativo nas áreas de linguagens, ciências da natureza, ciências humanas, matemática ou ensino técnico.

Para isso, as redes de ensino devem aumentar o tempo de aula. Hoje, a maior parte dos estudantes fica 5 horas por dia na escola. Esse tempo deverá chegar a 7 horas.

 

Educação infantil

Na educação infantil, o MEC vai reestruturar o Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância).

"Nossa grande aposta é a restruturação e manutenção do Proinfância para que possamos efetivamente ter um programa para atender a necessidade da educação infantil", disse Macedo.

O programa foi instituído em 2007, para oferecer assistência técnica e financeira a municípios e ao Distrito Federal para a construção de creches e pré-escolas, além de ajudar na aquisição de mobiliário e equipamentos adequados ao funcionamento da rede física escolar da educação infantil. Janio Macedo não detalhou quais mudanças serão feitas.

De acordo com o secretário, a educação infantil é uma das prioridades do MEC para 2020. No próximo ano, a pasta também focará na maior participação dos professores para a efetiva implementação da Base Nacional Comum Curricular.

A base estabelece o mínimo que todos os estudantes brasileiros têm direito de aprender na escola, desde a educação infantil ao ensino médio. No ensino infantil e fundamental, a Base Nacional deve chegar em 2020.


Fonte: UOL Educação

23 JAN

Censo Escolar: cresce número de matrículas na creche e na pré-escola

2B Educação
Censo Escolar: cresce número de matrículas na creche e na pré-escola
 

O número de matrículas na creche e na pré-escola cresceu este ano na comparação com o ano passado, segundo dados do Censo Escolar divulgados hoje (30) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O levantamento, que foi publicado no Diário Oficial da União, traz apenas os dados referentes ao número de alunos matriculados em escolas públicas, abrangendo todas as etapas de ensino (da creche ao ensino médio). A divulgação das informações completas do Censo Escolar está prevista para o final de janeiro.

O censo mostra um aumento de 4,24% no número de matrículas em creches (crianças de 0 a 3 anos), que passou de 2.333.277, em 2018, para 2.433.216, em 2019. Ao todo, foram abertas 98.939 vagas nesta etapa de ensino. Na pré-escola, houve aumento de 0,75% no número de matrículas na comparação entre 2018 e 2019. Foram abertas 29.636 vagas, passando de 3.915.699 para 3.945.335. A quase totalidade das matrículas no ensino infantil são em instituições municipais.


Fundamental e médio

Em relação aos ensinos fundamental e médio, o Censo Escolar aponta uma queda no número de matrículas em escolas públicas, fenômeno que vem se repetindo nos últimos anos. Segundo os dados divulgados nesta segunda-feira, foram matriculados 6.192.819 alunos no ensino médio em 2019, contra 6.462.124 no ano anterior, uma redução de 4,34%.

Apesar da redução, houve melhora nas escolas de tempo integral, que passou de 9,2% para 10,6% do total de matrículas na última etapa do ensino básico em instituições públicas. No ensino integral, os estudantes podem, com mais tempo na escola, ter acesso a atividades culturais, esportivas, além de conteúdos de comunicação, saúde, entre outros.

No ensino fundamental, que vai do 1º ao 9º ano, o número de alunos matriculados em 2019 caiu 1,62% em relação a 2018, passando de 21.760.831 de alunos para 21.413.391. Desse total, quase 11% foram para o ensino integral.

Ampliar a educação em tempo integral nas escolas é uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), lei que estabelece parâmetros para melhorar a qualidade da educação brasileira. Uma das metas do PNE é oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica até 2024.

 

EJA

O Censo Escolar também trouxe dados sobre o número de alunos matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA), modalidade presencial, que também diminuiu, passando de 2.878.165 de alunos em 2018 para 2.625.462 em 2019, uma redução de 9,6%.

 

Fonte: UOL Educação

23 JAN

Bolsonaro chama Paulo Freire de energúmeno e diz que TV Escola deseduca

2B Educação
Bolsonaro chama Paulo Freire de energúmeno e diz que TV Escola deseduca
 

O presidente Jair Bolsonaro chamou de “energúmeno” o educador Paulo Freire, patrono da educação brasileira, e declarou que a programação da TV Escola “deseduca”.

Bolsonaro fez as afirmações contra Paulo Freire e a TV Escola na saída da residência oficial do Palácio da Alvorada, ao ser questionado sobre o tema enquanto conversava e fazia fotos com apoiadores.

O contrato com a associação responsável por gerir a TV Escola desde 1995 não foi renovado Em nota, o Ministério da Educação (MEC) afirmou que estuda a possibilidade de as atividades do canal serem exercidas por outra instituição da administração pública.

O presidente defendeu a decisão do ministério de não renovar o contrato e disse que a audiência da TV Escola é muito baixa.

“Você conhece a programação da TV Escola? Deseduca”, afirmou o presidente.

"Queriam que assinasse agora um contrato, o Abraham Weintraub [ministro da Educação], de R$ 350 milhões. Quem assiste a TV Escola? Ninguém assiste. Dinheiro jogado fora”, acrescentou.

Segundo Bolsonaro, a educação do Brasil tem desempenho ruim e avaliações por causa “dessas programações”, com a da TV Escola que, na sua opinião, tinha uma programação “totalmente de esquerda”, que promovia “ideologia de gênero” com recursos públicos.

 

'Energúmeno'

De acordo com o presidente, as mudanças que a sua gestão implementa terão reflexos na educação do país num prazo entre cinco e 15 anos.

Ao concluir o argumento, ele chamou o educador Paulo Freire de “energúmeno” (ignorante, boçal, imbecil, segundo definição do dicionário Houaiss.

“Era uma programação [da TV Escola] totalmente de esquerda, ideologia de gênero, dinheiro público para ideologia de gênero. Então, tem que mudar. Reflexo, daqui a 5, 10, 15 anos vai ter reflexo. Os caras estão há 30 anos [no ministério], tem muito formado aqui em cima dessa filosofia do Paulo Freire da vida, esse energúmeno, ídolo da esquerda", disse Bolsonaro.

No mês passado, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Nível Superior (Capes) alterou a plataforma criada para os professores buscarem cursos de aperfeiçoamento profissional e retirou a homenagem ao educador Paulo Freire do nome. Agora, a "Plataforma Freire" se chama "Plataforma da Educação Básica".

“Olha a prova do Pisa. Estamos em último lugar no mundo, se eu não me engano, matemática, ciências e português. Acho que em um ou dois itens somos os últimos da América do Sul. Vamos esperar o que desse Brasil com esse tipo de educação?”, completou.

Bolsonaro estava se referindo ao Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês). Na mais recente avaliação, feita em 2018 e divulgada neste mês, o Brasil não ficou em último lugar, embora o desempenho tenha sido baixo. Entre os países da América do Sul, a Argentina ficou em último lugar.

 

Paulo Freire

Paulo Freire foi declarado o patrono da educação brasileira em 2012. O educador desenvolveu uma estratégia de ensino baseada nas experiências de vida das pessoas, em especial na alfabetização de adultos.

Uma das obras de Freire, "Pedagogia do Oprimido", é o único livro brasileiro a aparecer na lista dos 100 títulos mais pedidos pelas universidades de língua inglesa consideradas pelo projeto Open Syllabus.

A metodologia de Paulo Freire vem sendo criticada por integrantes do governo Jair Bolsonaro, que atribuem ao método o baixo desempenho escolar do país em avaliações da qualidade da educação.

 

Fonte: G1

22 JAN

Professora universitária se aposenta com R$998: 'ignoraram minha doença'

2B Educação
Professora universitária se aposenta com R$ 998
 

Vítima do vírus Zika em 2016, a matemática Miriam Cristina Pontello Barbosa Lima, 48, viu seu quadro piorar com o passar do tempo, o que a fez, posteriormente, ser diagnosticada com síndrome de Guillain-Barré. Hoje, Lima é deficiente física e foi aposentada contra sua vontade pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), onde era professora. Por causa disso, agora, ela recebe R$ 998, mas luta para reverter a decisão da instituição de ensino.

Afastada das salas de aula desde 2016, quando contraiu a doença, Lima recebia R$ 5.800, o teto da Previdência, de auxílio doença do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social), mais o salário integral de R$ 10 mil, como professora titular da UFMG, até o início de 2019.

Em fevereiro deste ano, o INSS cortou o auxílio doença e, a universidade, aposentou Lima, por tempo proporcional na instituição, de quatro anos, com remuneração mensal de R$ 998, um salário mínimo.

"A UFMG não permitiu a tentativa de readaptação funcional que fiz, antes de ser aposentada", disse a matemática ao UOL. Ela explica que, como portadora de deficiência física, poderia ministrar aulas à distância e exercer outras funções acadêmicas na universidade, como pesquisas, de acordo com suas possibilidades.

 

Dificuldade de movimentos

A síndrome de Guillain-Barré, diagnóstico de Lima, é uma complicação neurológica que faz com que o sistema imunológico ataque o sistema nervoso, gerando fraqueza muscular, dor e redução ou ausência total de reflexos.

A professora também teve hemiparesia, paralisia que afeta um dos lados do corpo. Agora, ela tem dificuldade para fazer movimentos e usa uma bengala para se locomover.

"Meu mundo caiu. A doença atingiu meus órgãos internos, deglutição, controle urinário, força para respirar e tudo mais. Fora os acometimentos dos nervos periféricos e a fraqueza muscular", afirma Lima.

Quando adquiriu o vírus Zika, a matemática dava aulas de cálculo e geometria analítica nos cursos de engenharia agrícola ambiental, engenharia de alimentos, administração, agronomia e zootecnia no ICA (Instituto de Ciências Agrárias), da UFMG, em Montes Claros (MG), distante 424 quilômetros de Belo Horizonte.

Quatro anos antes, Lima obteve o primeiro lugar em concurso para professora titular da UFMG, instituição onde também havia concluído o mestrado e doutorado na área de matemática. Deixou Belo Horizonte, onde lecionava há 22 anos em escolas particulares, e transferiu-se para Montes Claros.

Com o alto custo dos medicamentos no tratamento da doença, alguns deles importados, a Defensoria Pública de Minas Gerais conseguiu na Justiça que o Estado pague os remédios utilizados por Lima. O município de Belo Horizonte e Estado de Minas Gerais também reconheceram seus direitos à isenção de impostos na aquisição de veículo adaptado.

 

Pedido de readaptação

A professora conta que pediu à reitoria da UFMG para não ser aposentada, mas "readaptada". "É uma universidade pública, que defende espaço para todos, mas a reitoria disse que não podia fazer nada e que, se quisesse requerer isso, que fosse para a Justiça", afirma Lima.

Para a matemática, a universidade desconsiderou que ela deixou o cargo por invalidez. Ela lembra que sua doença está no Manual de Perícia do Servidor Público como paralisia incapacitante e irreversível. "Estou tentando nova perícia para reverter a situação. A UFMG não analisou a situação conforme o protocolo. A minha doença é grave e está em avanço. O desgaste emocional também é muito grande".

Em nota, a UFMG informou que "observou rigorosamente o que determina a legislação sobre a concessão de benefícios pela Previdência Social, como é de sua responsabilidade". Segundo a universidade, como a docente permaneceu afastada de seu cargo por dois anos em razão de problemas de saúde, a legislação determinada que seja iniciado o processo de aposentadoria por invalidez.

A UFMG diz que Lima passou por nove perícias e que elas não apontaram a possibilidade de readaptação profissional. "Desta forma, a professora foi aposentada com vencimentos proporcionais ao período trabalhado na instituição".



Fonte: UOL Educação
22 JAN

Prefeitura de Balsas (MA) publica edital com vagas para Concurso Público!

2B Educação

 
Mais concursos abertos na área de:
 
 
 
 
 
Edital

Acesse o edital clicando aqui.
 
 
Engenharia Civil

- Vagas: 01 + 04 CR

- Remuneração: R$ 1.814,10

- Carga horária: 40 horas semanais
 
- Cargo: engenheiro(a) civil
 
- Requisitos: graduação em Engenharia Civil

-
Material de estudo
 
 
Pedagogia
 
- Vagas: 119 imediatas, sendo 7 para PcD + 82 CR, sendo 4 para PcD

- Remuneração: R$ 1.336,19

- Carga horária: 20 horas semanais
 
- Cargo: professor de Educação Infantil e professor de Séries Iniciais (1º ao 5º ano)
 
- Requisitos: Curso Normal de Nível Superior ou Licenciatura em Pedagogia com habilitação em Magistério para as Séries Iniciais do Ensino Fundamental ou Licenciatura Plena em Magistério nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental, admitindo-se também Curso de Nível Médio (Magistério).

- Material de estudo
 
 
Serviço Social
 
- Vagas: 05 + 09 CR (sendo 1 PcD)

- Remuneração: R$ 1.814,10

- Carga horária: 30 horas semanais

 
- Cargo: assistente social na Secretaria de Saúde ou na Secretaria de Desenvolvimento Social
 
- Requisitos: graduação em Serviço Social

-
Material de estudo
 
 
Sobre as inscrições e a prova:
 
- Inscrições: até 11/02/2020

- Data da prova: 15/03/2020

- Banca organizadora: Fundação Sousândrade de Apoio ao Desenvolvimento da UFMA

 
- Escolaridade: ensino superior completo
 
- Situação: autorizado
 


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Engenharia Civil
 
 
 
 
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Serviço Social
 
 

 
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22 JAN

Após ano turbulento, por que 2020 será decisivo para a educação no Brasil

2B Educação
Após ano turbulento, por que 2020 será decisivo para a educação no Brasil
 

Desde o dinheiro que financia a maior parte da educação básica pública e mudanças na formação de professores, até o modelo de funcionamento das universidades federais e a própria permanência do ministro da Educação no cargo. Esses são alguns dos temas que devem dominar os debates educacionais do Brasil em 2020, depois de um ano turbulento em um dos ministérios mais importantes do país.

Em 2019, primeiro ano da gestão de Jair Bolsonaro, Abraham Weintraub assumiu o Ministério da Educação (MEC) em abril, com o objetivo de "acalmar os ânimos" depois das polêmicas envolvendo seu antecessor, Ricardo Vélez. As polêmicas, porém, estavam longe de terminar: primeiro, o MEC teve um contingenciamento de verbas de cerca de R$ 6 bilhões (segundo o ministério, esse dinheiro já foi liberado), à espera da reforma da Previdência e por causa do que o ministro chamou de "situação dramática do país do ponto de vista fiscal”.

Quem primeiro sentiu os efeitos foram as universidades federais, que tiveram recursos congelados e foram alvo de acusações, por parte de Weintraub ? sem que tenham sido oferecidas provas concretas ?, de "balbúrdia" e de terem "plantações de maconha" e "laboratórios de drogas".

O ensino superior foi afetado também pelo congelamento do orçamento da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), que levou ao corte de bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado. Segundo a Capes, o orçamento da instituição já foi restaurado.

Na educação básica, o panorama tampouco foi alentador. Um relatório preliminar de uma comissão de educação formada por 50 deputados, tornado público em novembro pelo jornal Estado de S.Paulo, concluiu que "o planejamento e a gestão do MEC (estão) aquém do esperado", sem que haja "priorizações, clareza nas metas, prazos ou responsáveis para as ações propostas".

O MEC se disse "aberto ao diálogo" e afirmou que áreas técnicas estão analisando o relatório para avaliar possíveis contribuições a ele. Sobre as opiniões de especialistas citadas na reportagem abaixo, o ministério afirmou que não se manifestaria.

Essas discussões provavelmente vão se estender ao longo de 2020, ao lado de questões decisivas para a educação brasileira no ano que vem. Veja a seguir algumas delas:


Fundeb, o fundo bilionário da educação que vai expirar

A maior parte (cerca de 60%) dos gastos na educação pública brasileira vem do Fundeb, um fundo bilionário de dinheiro público que entrou em vigor em 2007, mas que, por lei, expira em 31 de dezembro de 2020. Ou seja, obrigatoriamente até o final do ano que vem, governo e Congresso têm de aprovar o que vai acontecer com o Fundeb? caso contrário haverá uma desordem total no pagamento de salários de professores, manutenção e construção de escolas etc.

"Sem o Fundeb seria o caos absoluto, porque a maior parte dos municípios depende do fundo para garantir a folha de pagamento", explica à BBC News Brasil Binho Marques, que foi secretário de Educação e governador do Acre pelo PT e hoje é gestor de políticas públicas.

É que estamos falando de muito dinheiro: em 2018, o Fundeb contou com R$ 150 bilhões, sendo 90% deles pagos por Estados e municípios (via impostos como ICMS) e 10% pagos pelo governo federal.

A discussão sobre o Fundeb se estendeu por boa parte de 2019 no Congresso, mas sem um consenso. Um relatório preliminar apresentado pela deputada Professora Dorinha (DEM-TO), relatora do tema na Câmara, prevê que o dinheiro injetado pelo governo federal aumente desses atuais 10% para 15% a partir de 2021 e, gradativamente, chegue até 40%, desafogando assim Estados e municípios.

O governo federal, por enquanto, tem se recusado a aumentar sua contribuição para além de 15%, afirmando que chegar a 40% teria um impacto de R$ 279,8 bilhões em seu orçamento até 2031. O MEC afirmou em dezembro que terá uma proposta própria para um novo Fundeb, que "leva em consideração a responsabilidade fiscal com as contas públicas ao mesmo tempo que garante um piso, tecnicamente recomendável, para garantir a boa educação de uma criança".

"Municípios e Estados precisam de mais recursos para fazer as escolas funcionarem e pagar salários", queixa-se à BBC News Brasil Daniel Cara, coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, que defende que o governo federal chegue ao patamar de 40%. Ele argumenta que, diante dos recentes cortes orçamentários em outras áreas do MEC, é possível que, ficando apenas no patamar de 15%, os aportes do governo federal acabem, na ponta do lápis, menores do que eram antes.

Diante do impasse, e considerando que o Congresso funcionará em ritmo reduzido no segundo semestre do ano que vem (por causa das eleições municipais), Cara prevê que é possível que o Fundeb acabe sendo prorrogado, em seu modelo atual, em vez de alterado. "Não é a pior alternativa? pior é não ter Fundeb", diz.

Para Olavo Nogueira Filho, diretor de políticas educacionais da organização Todos Pela Educação, embora a discussão em torno do financiamento esteja travada, foi possível encontrar convergência no Congresso em outros pontos relacionados ao Fundeb, por exemplo, melhorando a distribuição de dinheiro não apenas para os Estados mais pobres, mas também para municípios mais pobres dentro de Estados mais ricos.

 

Mudanças na formação de professores

Melhorar a formação de professores é considerado crucial no Brasil, mas existe um grande debate sobre como colocar isso em prática.

O MEC acaba de homologar, em 20 de dezembro, uma resolução redigida por um órgão independente (embora associado ao ministério), o Conselho Nacional de Educação, com novas diretrizes para a formação de professores.

Essa resolução amplia a duração dos cursos de licenciatura (de 3 para 4 anos), obriga que ao menos 25% do curso seja presencial e dá mais ênfase na prática do dia a dia do ensino, e menos na teoria.

"A resolução induz os cursos (de Pedagogia e licenciaturas) a estarem mais voltados à prática em salas de aula e com estágios desde o primeiro ano, em linha com o que fazem os países com melhores resultados na educação", opina Nogueira, do Todos Pela Educação.

Embora não haja um calendário claro de quando essas mudanças começarão a entrar em prática, a resolução diz quais competências são esperadas nos cursos de Pedagogia, o que deve levar a mudanças no Enade (exame que avalia os alunos de cursos de graduação) ? isso, por consequência, induzirá mudanças nos currículos de Pedagogia das universidades, diz Nogueira.

Não há, no entanto, consenso em torno das ideias por trás da resolução, particularmente quanto a reduzir a teoria pedagógica.

"O professor sem teoria pedagógica é o mesmo que um engenheiro que não domina a matemática", opina Daniel Cara. "Falar que o ensino é distante da prática é não conhecer a realidade do ensino superior privado brasileiro, onde só tem prática. (O problema é que) os alunos chegam com um déficit enorme da educação básica, sem serem capazes de formular um argumento, sem saber as operações matemáticas. Como ele vai dar aula assim?"

Para Claudia Costin, diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe) da FGV Rio, "não é que a teoria não faça sentido, mas é preciso ter um diálogo maior entre teoria e prática" do que é feito hoje nas escolas. Embora considere a resolução positiva, ela vê como desafio principal colocar o novo currículo de professores em prática.

 

Escolas cívico-militares

Segundo o MEC, em 2020 começarão a funcionar 54 escolas cívico-militares em 23 Estados e no Distrito Federal, em um projeto-piloto em parceria com o Ministério da Defesa.

"Começam a funcionar já na volta às aulas. É um modelo que acreditamos que vai ter um amplo sucesso no Brasil", afirmou em novembro o ministro Abraham Weintraub, prometendo orçamento de R$ 1 milhão para cada escola. O plano é implementar 216 instituições do tipo até 2023.

É prevista a atuação de militares da reserva na administração de escolas, mas também não está claro qual será o nível de interferência deles na área pedagógica.

Existem, também, iniciativas estaduais: a Bahia, por exemplo, tem atualmente, segundo levantamento da Folha de S. Paulo, 83 escolas militarizadas, em parceria de prefeituras com a PM sob o governador Rui Costa (PT).

É um modelo bastante questionado por especialistas, desde sua viabilidade em âmbito nacional até sua essência.

"Entendo a motivação por trás das escolas cívico-militares (de promover a disciplina nas escolas), mas se essa disciplina robotizar os alunos, eles não aprenderão as competências para, no futuro, não serem substituídos por máquinas no mercado de trabalho", afirma Claudia Costin. "No curto prazo, ela pode melhorar as notas dos alunos, mas não os prepara para o mundo. É pelo protagonismo juvenil que se consegue disciplina."

"É um programa bastante tímido do ponto de vista de escala" para um país do tamanho do Brasil, afirma Nogueira, do Todos Pela Educação. "Ainda bem, na verdade, porque é uma solução equivocada em política pública de larga escala. Pese ao desafio de segurança nas escolas, o modelo proposto vai contra ao que sistemas de excelência (no mundo) preveem."

Outro perigo, opina Binho Marques, é que essas escolas acabem recebendo um aporte desproporcional de recursos do MEC, deixando menos para as demais. Se isso ocorrer, "será muito dinheiro gasto com poucos, o que aumenta a desigualdade", diz.

Nogueira e Costin afirmam que o Brasil já tem modelos melhores de educação no ensino médio, como o de educação integral implementado em Pernambuco e hoje em expansão para outros Estados, que prevê ensino com projetos e disciplinas eletivas e conexão entre os sonhos de vida dos alunos e o conteúdo ensinado na escola.

"É uma solução mais passível de escala e que consegue oferecer um ambiente melhorado, com disciplina, mas seguindo a lógica de dar boas condições de trabalho (a alunos e professores) e um bom esforço pedagógico", diz Nogueira.

 

Fonte: UOL

22 JAN

Cursos à distância superam presenciais em nota máxima

2B Educação
Cursos à distância superam presenciais em nota máxima
 

O percentual de cursos de ensino a distância (EAD) com nota máxima superou o de presenciais em avaliação do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), que mede a qualidade do ensino superior.

Os dados são do indicador ao Conceito Preliminar de Curso (CPC), referentes a 2018, e foram divulgados hoje pelo Inep, vinculado ao Ministério da Educação (MEC).

Ao todo, 2,7% dos cursos EAD obtiveram conceito 5, enquanto apenas 1,6% dos presenciais alcançaram o mesmo patamar. O CPC classifica os cursos em uma escala de 1 a 5. O conceito 3 reúne a maior parte dos cursos. Aqueles que tiveram um desempenho menor que a maioria recebem conceitos 1 ou 2. Já os que tiveram desempenho superior à maioria recebem 4 ou 5.

Ainda considerando as modalidades de ensino, mais cursos distância (94,5%) obtiveram conceito superior a 3: 94,5%. Entre os cursos presenciais, 86,7% obtiveram conceitos entre 3 e 5. Na relação de cursos com pior desempenho, o CPC 2018 apurou uma maior participação da modalidade presencial. Enquanto 0,4% de cursos presenciais conseguiram conceito 1, o percentual do EAD foi de 0%. Já os cursos com nota 2 representam 5,5% na modalidade EAD e 9,5% entre os presenciais.

 

Desempenho Geral

Em 2018, apenas 1,7% dos cursos avaliados (entre presenciais e EAD) ficaram com conceito máximo. Outros 31,7% obtiveram conceito 4. A maioria dos cursos, 56,6%, obteve conceito 3; 9,5% obtiveram conceito 2 e 0,4%, conceito 1, o menor na escala de qualidade.

No total, 8.520 cursos tiveram o Conceito Preliminar de Curso (CPC) em 2018. O CPC é calculado a partir da nota dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade); do Indicador de Diferença entre os Desempenhos Esperado e Observado (IDD), que mede o quanto o curso de graduação agregou ao desenvolvimento do estudante; do perfil dos professores, que leva em consideração o regime de trabalho e a titulação; e do questionário aplicado aos estudantes sobre as percepções do processo formativo.

A cada ano um grupo diferente de cursos é avaliado. Em 2018, foram analisadas as seguintes áreas com cursos de bacharelado: administração, administração pública, ciências contábeis, ciências econômicas, design, direito, jornalismo, psicologia, publicidade e propaganda, relações internacionais, secretariado executivo, serviço social, teologia e turismo.

Também foram analisados cursos superiores na área de comércio exterior, design de interiores, design de moda, design gráfico, gastronomia, gestão comercial, gestão da qualidade, gestão de recursos humanos, gestão financeira, gestão pública, logística, tecnologia em marketing e processos gerenciais. Os conceitos de cada curso podem ser acessados no site do Inep.


Fonte: Uol

21 JAN

Presidente da República anuncia aumento do piso salarial dos professores

2B Educação
Presidente da República anuncia aumento do salário dos professores
 

Temos boas notícias para você, pedagogo(a)! Jair Bolsonaro, o presidente da República, anunciou o aumento do piso salarial dos professores.

O presidente e o ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciaram por meio de live em rede social o aumento de 12,84% do piso salarial previsto no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Segundo Weintraub, o reajuste anunciado "é o maior aumento em reais desde 2009."

O ajuste, acima da inflação de 2019 (4,31%), corresponde às expectativas da Confederação Nacional de Municípios (CNM) que já havia previsto o valor mínimo do magistério passaria de R$ 2.557,74 para R$ 2.886,24.

Há expectativa entre gestores municipais que uma nova lei sobre o Fundeb seja criada este ano; a lei atual só prevê a manutenção do fundo até este ano. O Ministério da Educação prepara proposta com novas regras.

Durante a transmissão, o presidente também comentou a queda histórica dos juros básico da economia, Taxa Selic a 4,5% ao ano e a esperada redução da dívida pública com a baixa dos juros.

O presidente salientou a redução dos custos de empréstimos da Caixa Econômica Federal e a diminuição de pessoas inadimplentes. Bolsonaro salientou que a queda de juros ocorre "sem canetada" e "sem interferência", mas por causa do ambiente de recuperação econômica.

Jair Bolsonaro comemorou também a prioridade anunciada pelo governo dos Estados Unidos para que o Brasil se torne membro da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), e lembrou a edição de nova medida provisória que ajusta o salário mínimo dos atuais R$ 1.039 para R$ 1.045.

O cenário para os professores tende a melhorar em 2020, então, se você pensava em desanimar, pense duas vezes!

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21 JAN

SP: 54% dos professores afirmam ter sofrido violência na escola, diz estudo.

2B Educação
SP: 54% dos professores afirmam ter sofrido violência na escola, diz estudo.


Em um ano, 54% dos professores da rede pública estadual de São Paulo disseram já ter sofrido pessoalmente algum tipo de violência dentro da escola. É o que aponta uma pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva em conjunto com a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo).

O número mostra uma tendência de crescimento nesses casos: em 2017, 51% dos professores disseram ter sofrido algum tipo de violência dentro das dependências da escola no último ano; em 2014, foram 44%.

Entre os professores que relataram ter sofrido algum tipo de violência, a agressão verbal é o caso mais frequente (48%), seguido por assédio moral (20%) e bullying (16%).

Outros 8% dos docentes disseram ter sido vítimas de furto ou roubo e 5% de agressão física. Na pesquisa, os professores podiam responder sim a mais de um tipo de violência.

Para o levantamento, intitulado "Qualidade da educação e violência - ouvindo a população e a comunidade escolar", foram ouvidos 701 professores e 1.000 estudantes da rede estadual.

A pesquisa foi realizada entre os dias 5 de setembro e 1º de outubro de 2019 e abrange os 12 meses anteriores. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Ao UOL, o secretário executivo da Educação de São Paulo, Haroldo Rocha, questionou os dados da pesquisa. Segundo Rocha, as escolas da rede pública estadual trabalham "permanentemente" os temas da violência e da indisciplina.

O secretário executivo afirmou ainda que a gestão do governador João Doria (PSDB) está implementando um programa de melhoria da convivência escolar, chamado de Conviva SP, em parceria com pesquisadores da Unesp (Universidade Estadual Paulista).

Segundo ele, o projeto envolve a realização de uma pesquisa com mais de 1 milhão de estudantes e 88 mil professores da rede sobre as relações dentro da escola. "Isso vai gerar um relatório individual para cada escola poder entender melhor o que está acontecendo e como melhorar", afirma.

Fonte: UOL
20 JAN

Novas formas de estudar para Concurso - Pedagogia

2B Educação

 
Atualmente, os estudantes estão cada vez mais convictos de que o total de horas estudadas não é exatamente o fator mais importante nessa jornada rumo à aprovação em concursos públicos.
 
Na prática, a eficiência desse estudo faz uma diferença muito maior, e encontrar formas de alcançá-la não é das tarefas mais fáceis.
 
Dificilmente existirá uma “receita de bolo” que surtirá efeitos para todo e qualquer estudante; mas a MULTIPLICIDADE das formas de estudo é o mais próximo que você chegará do estudo eficiente. Então, achamos que vale a pena você tentar.
 
Pensando no desafio que você enfrenta todos os dias de estudar da forma correta, viemos apresentá-lo(a) a NOVAS FORMAS de estudar para concursos de Pedagogia. Vamos lá?
 

1. Novas formas de estudar para concurso – sistema de Leitner
 

O Sistema de Memorização de Leitner se baseia na efetividade da memorização, partindo da premissa que os conteúdos precisam ser revisitados periodicamente.
 
Este sistema funciona da seguinte forma: uma vez definidos os conteúdos que você deseja memorizar, você deve escrever perguntas relativas a eles em flashcards. O segredo da sistemática não está nos cartões, mas onde você os deposita.
 
No sistema de Leitner, são utilizadas caixas enumeradas que devem ser revisitadas periodicamente, e nela serão depositados os flashcards que você fez. A ilustração dá uma ideia de como funciona:

O sistema de Leitner poderá ser muito útil entre as novas formas de estudar para concurso de Pedagogia, pois você poderá utilizá-lo com questões antigas de concurso que você resolver.
 
A dica é utilizar um livro de questões de concurso (de preferência, comentadas) e extrair delas algumas afirmativas. Pode ser das afirmativas de questões “certo ou errado”, dos enunciados das questões ou de outras informações, já que questões de concurso são geralmente bastante extensas.
 
As informações, retiradas das questões, deverão ser escritas em flashcards para que você responda as perguntas periodicamente – dessa forma, você não esquece os conteúdos tão rapidamente.
 
Não esqueça da sistemática de Leitner: quando você pegar um flashcard e errar a pergunta, você deve depositá-lo na caixa anterior, para que o releia em um espaço menor de tempo. Quando você acertar, deve retorná-lo à caixa seguinte.
 
Existem diversas formas de utilizar o sistema de Leitner, mas temos uma dica certeira para complementar esta forma de estudar: o Super Livro de Pedagogia para Concursos.
 
Além de encontrar uma plataforma online para complementar os seus estudos, no Super Livro você encontra um grande acervo de questões antigas de concursos de Pedagogia, das quais você pode extrair informações relevantes para o seu estudo por flashcards.
 
Clique aqui para adquirir o Super Livro!
 
Vamos para a próxima dica?
 

2. Aprendizado contextual


Já falamos de um meio eficiente de memorização dos conteúdos, mas precisamos reforçar que, em alguns casos, aprender em vez de memorizar pode ser um diferencial no seu estudo para concurso.
 
Isto porque você pode enfrentar dificuldades em memorizar um ou outro assunto, seja porque ele é muito extenso, seja porque é mais complicado do que a média.
 
Mesmo quando você fizer uso da memorização, o aprendizado contextual pode ser um grande aliado no seu aprendizado e sedimentar ainda mais o conteúdo na sua mente.
 
Esse método de aprendizado se baseia em entender o contexto dos assuntos. Imagine que você está resolvendo uma questão de concurso sobre BNCC e, ao conferir a resposta comentada, percebe que errou. O que você deve fazer?
 
Recomendamos que, em vez de ler a resposta, anotar a alternativa correta e seguir os seus estudos, você busque entender o contexto do seu erro, lendo a teoria e tendo uma visão mais ampla daquela escolha incorreta.
 
Manuais contendo a teoria específica dos assuntos que você precisa estudar para o concurso podem ser grandes aliados no aprendizado contextual, pois ajudarão na compreensão do “todo”, e não somente da parte do conteúdo que foi cobrada na questão.
 
Se você decidiu que o aprendizado contextual vai te ajudar nos estudos para concurso, clique aqui para conhecer o Super Livro de Pedagogia para Concursos. Além das questões comentadas que mencionamos acima, ele também conta com a teoria dos principais assuntos!
 

3. Utilize material impresso


O papel veio muito antes dos tablets, notebooks, smartphones e mesmo computadores. Mas, nos dias atuais, é mais do que justo o tratar como uma das novas formas de estudar para concurso. Você sabe por quê?
 
Isto porque os estudantes de hoje (e isso provavelmente inclui você) acham muito mais prático fazer uso das diversas formas de tecnologia das quais dispomos hoje, de modo que o estudo possa ser feito em qualquer lugar.
 
A portabilidade é uma grande vantagem desses dispositivos, mas temos uma notícia para te dar: você aprende mais quando utiliza o papel.
 
Isso mesmo! Está cientificamente comprovado que o seu estudo é mais proveitoso quando você utiliza o papel, faz anotações, grifa e interage com o material de estudo.
 
Você pode achar que ler o seu material de estudo no seu celular está surtindo o mesmo efeito no seu aprendizado, mas você está enganado(a)! A tendência é que os estudantes, utilizando estes meios tecnológicos, interajam muito menos com o material de estudos.
 
Desta forma, a sua capacidade de assimilar o conteúdo que está sendo estudado diminui, e nós sabemos que não é isso que você quer. Então, a partir de agora, pegue o livro, a caneta e mãos à obra!
 

4. Alterne as formas de estudo


Por fim, trazemos uma dica entre as novas formas de estudar para concurso que fará toda a diferença nos seus estudos: a alternância dos meios de estudo.
 
Apresentamos para você três métodos diferentes, e a dica que faltava era justamente de que modo você deve utilizá-los na sua rotina. A resposta é essa: alternando-os!
 
O nosso cérebro funciona de forma mais eficiente quando variamos os estímulos dados a ele, e muitas são as opções de estímulos que temos, certo? Nos seus estudos para concurso, você pode ativar o seu cérebro de variadas formas:
 
- tentando recordar um assunto que leu no mês passado;
 
- assistindo uma aula sobre o assunto;
 
- lendo um livro com a teoria;
 
- resolvendo questões antigas de concurso;
 
- relendo as suas anotações ou fazendo novas;
 
- fazendo uso da memória visual, por meio de esquemas teóricos e mapas mentais;
 
- e etc.
 
Então, em vez de escolher uma forma favorita e se limitar a ela, o seu estudo será muito mais proveitoso se você alternar as formas e não deixar nenhuma delas de lado.
 
Temos uma dica que facilitará muito a sua vida nesse sentido: o Super Livro de Pedagogia para Concursos. Se você busca materiais de qualidade com diversos formatos, essa é a sua chance! Clique aqui para adquirir.
 
Esperamos que você tenha gostado das dicas de novas formas de estudar para concurso. O nosso intuito é ver você aprovado(a) o quanto antes!
 
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