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22 JUN

15 filmes obrigatórios para trainees

Editora 2B



        1. Lições da ficção

 

  •  Ser trainee exige competências que nem sempre são ensinadas na universidade. Muitas lições valiosas estão nos filmes - dos dramas às animações.  A pedido de EXAME.com, especialistas da consultoria Seja Trainee e do Grupo DMRH compilaram 15 títulos que devem constar no repertório de qualquer trainee. A lista vai de obras recentemente premiadas pelo Oscar, como "Whiplash" (foto), a filmes que já viraram clássicos, como "O senhor dos anéis". Em comum, os longas têm a capacidade de despertar a reflexão sobre temas essenciais para o sucesso de um trainee, como resiliência, autoconfiança, liderança e trabalho em equipe. Clique nas fotos para ver a seleção.

 

  • 2. A teoria de tudo

     

    O drama que rendeu o Oscar de melhor ator a Eddie Redmayne mostra a vida do astrofísico Stephen Hawking. O filme focaliza a relação do cientista com sua ex-mulher Jane, dos primeiros anos de namoro ao diagnóstico da doença que o paralisou. Por que assistir? A história de Hawking comove e inspira espectadores porque mostra a incrível capacidade do cientista de se reinventar a cada novo obstáculo trazido por sua doença. Segundo Jéssica Lopes, consultora da Seja Trainee, esse é um bom exemplo para o jovem. "O filme mostra a importância de não se deixar abater pelas limitações, ser resiliente e se concentrar no seu propósito", diz ela. "The theory of everything"
    Diretor: James Marsh
    Ano de produção: 2014

 

  • 3. Capitão Phillips

     

    Baseado em fatos reais, o longa conta a história de Richard Phillips, responsável pela condução do cargueiro Maersk Alabama até o Quênia. Os problemas do capitão começam quando o navio é sequestrado por piratas da Somália.  Por que assistir? De acordo com Andressa Rotondaro, consultora da Seja Trainee, o filme traz exemplos de liderança tanto por parte do herói quanto do vilão. Para os trainees, a dica é prestar atenção na importância da visão estratégica e da coragem para assumir riscos. "Captain Phillips"
    Diretor: Paul Greengrass
    Ano de produção: 2013

 

  • 4. Invencível

 

  • Louis Zamperini é um jovem e talentoso atleta olímpico. Depois de sofrer um acidente aéreo, ele acaba preso pelos japoneses durante a 2º Guerra Mundial. Por que assistir? "Nas horas adversas, Zamperini permanece firme em suas escolhas e propósitos", afirma Andressa, da Seja Trainee. Graças a essa atitude, ele consegue influenciar as pessoas ao seu redor. Segundo a consultora, a mensagem para os trainees é clara: sem objetivos claros, fica difícil exercer qualquer liderança."Unbroken"


 

  • Diretora: Angelina Jolie
    Ano de produção: 2014

 

  • 5. Whiplash: Em busca da perfeição

     

    Estrelado por J.K. Simmons, vencedor do Oscar de melhor ator coadjuvante em 2015, o filme conta a história de um jovem baterista que sonha em ser o melhor de sua geração. Envolto num ambiente de alta pressão, ele transita entre a determinação e a obsessão por seus objetivos. Por que assistir? Segundo Jéssica, a trajetória do músico tem muitas semelhanças com programas de seleção de trainees. Isso porque, na busca pela perfeição, o músico entra numa espiral violenta de autocobrança. Aos poucos, porém, ele começa a enxergar a importância do equilíbrio emocional. "Brilho nos olhos é importante, mas o jovem também precisa reconhecer seus limites para ter sucesso", diz a consultora. "Whiplash"
    Diretor: Damien Chazelle
    Ano de produção: 2014

 

  • 6. Gravidade

     

    Uma engenheira sem qualquer experiência prévia no espaço é recrutada para uma missão ao lado de astronautas americanos. Quando uma chuva de meteoros atinge a espaçonave do grupo, ela perde contato com os outros tripulantes. Por que assistir? É claro que a situação vivida pela personagem principal é muito mais radical do que um processo seletivo para trainees, mas alguns paralelos podem ser traçados. Segundo Andressa, o filme deve ser assistido porque expõe a importância da automotivação para superar qualquer desafio, seja ele do tamanho que for."Gravity"
    Diretor: Alfonso Cuarón
    Ano de produção: 2013


 

  • 7. Os estagiários

     

    Dois vendedores quarentões ficam desempregados quando a empresa de relógios onde trabalhavam fecha. Apesar de serem completos ignorantes do mundo digital, eles ingressam num programa de estagiários do Google.  Por que assistir? A comédia mostra a importância de lidar com as diferenças e usar o potencial de cada um a favor da equipe. "É ideal para candidatos em fase de dinâmica de grupo, porque mostra bem esse processo", comenta Andressa. De acordo com ela, também vale a pena observar o destino de quem não sabe competir e faz parcerias apenas por interesse. "The internship"
    Diretor: Shawn Levy
    Ano de produção: 2013


 

  • 8. O sorriso de Mona Lisa

     

    Em 1953, um jovem professora é contratada para ensinar história da arte numa conceituada universidade da Califórnia. Indignada com o machismo da escola, ela decide reagir. Por que assistir? Segundo Lilian Dorighello, gerente de comunicação e marketing do Grupo DMRH, o filme é um ótimo mote para discutir valores no ambiente de trabalho. Ela explica que os jovens são cada vez mais cobrados por sua coerência e conduta moral. "Muitos recrutadores preferem candidatos éticos, com valores sólidos, a candidatos brilhantes tecnicamente, porém com uma índole duvidosa", comenta. "Mona Lisa smile"
    Diretor: Mike Newell
    Ano de produção: 2003


 

  • 9. As aventuras de Pi

     

    Pi é um jovem indiano que viaja de navio com os pais até o Canadá. Após uma terrível tempestade que destrói a embarcação e mata seus familiares, ele fica à deriva num pequeno barco - tudo na companhia de um enorme e assustador tigre.Por que assistir? Como em "Gravidade", o roteiro coloca o protagonista numa situação muito mais desesperadora do que uma seleção de trainees. Mesmo assim, há paralelos possíveis. Segundo Andressa, a salvação de Pi acontece a partir de suas descobertas existenciais. Da mesma forma, a "sobrevivência" do trainee depende de seu autoconhecimento e, consequentemente, de sua capacidade de automotivação. "Life of Pi"
    Diretor: Ang Lee
    Ano de produção: 2012


 

  • 10. Universidade Monstros

     

    A animação mostra o início da amizade entre Mike e Sulley na Universidade Monstros, instituição que ensina a assustar crianças à noite. Apesar de se detestarem, os dois colegas são obrigados a trabalhar juntos num torneio universitário. Por que assistir? Os protagonistas têm papéis e estilos de liderança bastante diferentes. "Cada um tem seu talento, mas Mike demora para reconhecer que está obstinado a ser algo que não é", comenta Andressa. Aos trainees, o filme ensina que é preciso aproveitar os dons naturais de cada pessoa para extrair o melhor de uma equipe.  "Monsters University"
    Diretor: Dan Scanlon
    Ano de produção: 2013


 

  • 11. O discurso do rei

     

    Gago desde a infância, o rei George se mostra reticente quando sua esposa Elizabeth o convence a se consultar com o doutor Lionel. Mas o médico acaba se revelando um grande aliado na retomada da sua autoconfiança.  Por que assistir? A gagueira de George pode vista como metáfora para qualquer dificuldade que precisa ser superada. Segundo Andressa, da Seja Trainee, é muito interessante observar as resistências do rei durante o trabalho com o médico - e como ele passou a ganhar confiança a partir do momento em que reconheceu suas próprias forças. "The king's speech"
    Diretor: Tom Hooper
    Ano de produção: 2010


 

  • 12. Duelo de titãs

     

    Baseado em fatos reais, o drama acompanha a trajetória de um técnico de futebol americano nos anos 1970. Alvo ele próprio de preconceitos, o protagonista tenta dissolver as tensões raciais que dividem seu time. Por que assistir? "Conflitos entre membros da equipe, ou entre chefes e chefiados, são mais frequentes do que imaginamos", diz Lilian. Desde cedo, é importante que os profissionais se preparem para gerir essas tensões. "O filme vale a pena por trazer uma excelente mensagem sobre liderança e resolução de conflitos", afirma a gerente da DMRH. "Remember the Titans"
    Diretor: Boaz Yakin
    Ano de produção: 2000


 

  • 13. Náufrago

     

    Após um acidente de avião, um funcionário de uma multinacional fica preso numa ilha por quatro anos. Tido como morto pela família, ele precisa encontrar formas de sobreviver física e emocionalmente ao isolamento completo da civilização. Por que assistir? O protagonista impressiona pelo seu alto grau de resistência à frustração. Por isso, é exemplo para o jovem. "A resiliência e a determinação são fundamentais para qualquer profissional, especialmente em início de carreira", diz Lilian. "Cast away"
    Diretor: Robert Zemeckis
    Ano de produção: 2000


 

  • 14. Patch Adams: O amor é contagioso

     

    O doutor Adams cuida de seus pacientes com afeto, bom humor e irreverência. Apesar de despertar a desconfiança de algumas figuras na faculdade de medicina, seus métodos pouco ortodoxos provam, aos poucos, a importância da alegria para a cura. Por que assistir? Segundo Lilian, o drama enfoca os benefícios de se criar e manter boas relações em qualquer contexto. "Com uma comunicação clara e envolvente, é possível conseguir resultados surpreendentes", afirma a gerente da DMRH.  "Patch Adams"
    Diretor: Tom Shadyac
    Ano de produção: 1998


 

  • 15. Invictus

     

    O drama se passa na época do apartheid na África do Sul. Em meio às tensões raciais do período, o presidente Nelson Mandela e o capitão do time de rugby do país se unem para tentar mudar a cultura nacional.  Por que assistir? O conselho de Andressa é observar a gestão habilidosa do conflito pelos personagens principais. Segundo ela, o filme mostra a força das lideranças inspiradoras e o poder do conjunto. "São ótimos exemplos em que o jovem pode se espelhar", diz a consultora."Invictus"
    Diretor: Clint Eastwood
    Ano de produção: 2009


 

  • 16. "O senhor dos anéis: A sociedade do anel"

     


    Ano de produção: 2001
    Diretor: Peter Jackson
    Na mítica Terra-Média, o hobbit Frodo recebe de presente de seu tio um anel amaldiçoado. Com o apoio de outras seres fantásticos, ele percorrerá uma longa jornada para evitar que o mal se apodere do objeto mágico. Por que assistir? Segundo Lilian, o filme mostra o peso do trabalho em equipe para que uma causa seja atingida. "Os desafios de hoje exigem equipes coesas e integradas", diz ela. Para o trainee, a mensagem que deve ficar é esta: não há brilhantismo que dê conta, isoladamente, da complexidade do mundo corporativo.  "The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring"




    Fonte: Exame



     

22 JUN

Como demonstrar potencial na dinâmica de grupo

Editora 2B


 

 

Não assuma um personagem
 

Essa é a regra número um de quem quer se destacar entre os concorrentes. Cada dinâmica de grupo tem propósitos bem definidos. Enquanto uma pode estar em busca de candidatos extrovertidos com alto potencial de liderança, outra pode focar profissionais com perfil mais analítico e organizado. “Se você fizer o papel do organizado e proativo e a empresa não estiver buscando isso, vai eliminar suas chances à toa”, explica Fernanda. Ou seja, como você não sabe exatamente o que a empresa busca, o mais confiável é você ser do jeito que é, sem máscaras.

 

Participe das atividades
 

Uma dinâmica de grupo dura, em média, de duas a três horas. É esse o intervalo que o recrutador tem para avaliar todos os candidatos e o instrumento que ele usa para essa avaliação são as atividades propostas. Por isso, se você entrar mudo e sair calado, ninguém terá como adivinhar suas qualidades. “Aproveite o tempo para se mostrar, contar quem você é, trazer informações relevantes. É isso o que podemos avaliar nessa etapa”, diz Fernanda. Portanto, mesmo que você seja tímido, tente se esforçar para demonstrar seu potencial. Beleza, apenas, não conta nessa hora.

 

Não exagere a dose na dinâmica de grupo
 

É preciso ressaltar que a participação nas atividades deve ser feita com bom senso, sem exageros. Por favor, não queira ser aquele que fala o tempo todo e quer aparecer mais do que todos, pois isso vai acabar mesmo é irritando o recrutador. Não custa lembrar, é mito que quem fala mais e mais alto sempre leva a melhor nessa etapa.

 

Estude a empresa
 

Antes de se candidatar a uma vaga, estude a empresa em questão. Saiba o que ela faz, a que segmento pertence, qual sua cultura etc. Depois, pense que tipo de profissional essa empresa deve estar buscando. “Um banco costuma ter estrutura mais engessada, que permite pouca inovação”, diz Fernanda. Portanto, ela recomenda, quem gosta de inovar pode focar mais em empresas de bens de consumo, por exemplo. “Pensar nessas informações sobre a empresa pode ajudar na hora da dinâmica porque você vai ter mais ou menos ideia do que o recrutador está buscando e do que precisa demonstrar para ele”.

 

Conheça seus pontos fortes e fracos
 

O autoconhecimento é muito importante em toda a vida profissional. Claro que não é na dinâmica de grupo que você vai resolver seus pontos fracos, mas você pode destacar o que faz melhor e ganhar pontos com isso.

 

Não desista
 

Não é porque você não foi selecionado em uma dinâmica de grupo que sua vida profissional é um fracasso. Isso pode acontecer basicamente por dois motivos. O mais comum é que você não tenha as competências específicas que eram buscadas para a vaga em questão. Você certamente tem outras que serão valorizadas por outras empresas ou simplesmente em outros cargos.Outro motivo é que todo mundo tem dias ruins. Talvez você fosse, de fato, o candidato mais apropriado para aquela função, mas, por qualquer motivo, não conseguiu demonstrar isso durante as duas ou três horas em que participou das atividades. “Há vários casos de candidatos reprovados uma ou duas vezes que, na terceira, conseguem se sair muito bem”, diz Fernanda.




Fonte: Vagas.com

 

22 JUN

Como o trabalho voluntário pode influenciar na carreira?

Editora 2B



 

Muito úteis especialmente para quem está em início de carreira, os trabalhos voluntários têm se tornado cada vez mais valorizados dentro das empresas. Ao inclui-los no currículo, o profissional mostra que investe parte do seu tempo em outras pessoas e possui algumas qualidades fundamentais em qualquer ambiente corporativo, como facilidade de relacionamento interpessoal, iniciativa, capacidade de trabalho em grupo e uma visão holística dos problemas da sociedade. Que companhia não gostaria de contar com alguém assim?

 

Utilizado como critério de seleção, o voluntariado expõe ao recrutador que o candidato consegue lidar com realidades diferentes da sua, como reage e o que consegue aprender em diversas situações. Já no que se refere à tão requisitada proatividade, aquele que faz algum tipo de serviço social, mais uma vez, estará à frente, pois é capaz de identificar um problema em sua comunidade, ir atrás da solução, colocar em prática suas ideias e aguçar a sua criatividade.

 

Quem deseja começar a atuar como voluntário, pode ficar na dúvida sobre a real contribuição que atividades não relacionadas ao seu campo de atuação podem trazer. No entanto, o principal aspecto de um trabalho solidário não está relacionado à promoção pessoal, mas ao envolvimento genuíno com a atividade. Além do aprendizado ser mais efetivo, a paixão pelo que se faz é mais importante do que a mera informação no currículo – isso não quer dizer, no entanto, que essas informações devem ficar de fora de uma apresentação pessoal: é importante informar todos os trabalhos dos quais participou, as atividades desenvolvidas e o tempo dedicado a cada uma delas. Tudo para deixar claro que o objetivo não é apenas o salário, mas também contribuir para um mundo melhor.

 

Vale a ressalva de que, no caso de uma pessoa já empregada, os compromissos do voluntariado não devem prejudicar os resultados e a rotina diária de trabalho, pois certamente, isso não será bem-visto pelo empregador. Porém, quando é desempenhado da maneira correta, esse tipo de atividade só faz bem, independentemente da etapa em que o profissional está.

 

Lembre-se sempre: o voluntário é, antes de mais nada, um doador nato que faz sem esperar receber em troca. Esse espírito deve guiar os que buscam ajudar o próximo e, dessa forma, as vantagens para a carreira serão apenas consequência.

21 JUN

4 dicas para mandar bem na entrevista de emprego

Editora 2B





A entrevista de emprego é aquela hora em que quem está disputando uma vaga vai encontrar o recrutador para ser avaliado por ele pessoalmente. De um lado, temos um candidato tenso tentando demonstrar tudo o que tem de melhor. De outro, um profissional especializado em seleção com a obrigação de checar as informações enviadas no currículo e observar – neste curtíssimo tempo – diversas características do candidato. Não é fácil para ninguém e é exatamente por isso que você não pode escorregar nessa hora. Para se preparar adequadamente, confira estas dicas do especialista João Xavier, diretor geral da Ricardo Xavier Recursos Humanos.

 

Como mostrar seu potencial na entrevista de emprego
 

1. Peça ajuda aos amigos e parentes para se conhecer melhor. “Durante a entrevista de emprego, o recrutador provavelmente vá perguntar quais são suas maiores habilidades e você terá de não apenas enumerá-las, mas também apresentar exemplos para ilustrá-las”, diz ele. Sua primeira dica, então, é preparar um questionário e perguntar para as pessoas mais próximas o que elas pensam sobre você, em que elas acham que você é muito bom, quais suas principais qualidades e por que acham isso. “Vários insights vão surgir dessas respostas e esse será um excelente exercício de autoconhecimento”, diz ele.

 

2. Foque o lado profissional. A segunda dica é tomar o cuidado de direcionar o resultado desse exercício para o lado profissional e tirar dessas conversas exemplos que justifiquem cada competência que será destacada. “Se as pessoas dizem que você é proativo e dão exemplos disso na vida pessoal, você deve buscar casos equivalentes que estejam ligados ao trabalho”, alerta. Lembre-se de que, apesar de o exercício de autoconhecimento ser feito com as pessoas mais próximas, o foco da entrevista sempre será o seu lado profissional.

 

3. Leve uma cola, sugere o especialista. “Eu não vejo problema algum se o candidato levar os principais tópicos que quer passar na entrevista anotados em um papel”, diz ele. É importante, no entanto, explicar ao recrutador, logo no início da conversa, que fez as anotações para não deixar passar nada importante. Claro que você não poderá ficar lendo o tempo todo. A cola serve apenas de lembrete – é apenas uma folha com alguns tópicos -, mas também pode ser um salva-vidas para o caso de você estar muito nervoso e ter um branco bem na hora H. “A anotação pode até dar uma boa impressão, de que o candidato se preparou de fato para a conversa.”

 

4. Assuma o seu nervosismo. Se você estiver mesmo muito tenso, a dica de Xavier é dizer isso ao recrutador. “Se você perceber que esse sentimento está atrapalhando seu desempenho, peça desculpas e explique que está um pouco nervoso”, diz. “É papel do bom entrevistador quebrar o gelo e fazer com que você se sinta mais à vontade.”




Fonte: Mundo Positivo

19 JUN

4 frases sobre carreira que a geração Y precisa parar de dizer

Editora 2B






Estereótipos e generalizações prestam um desserviço à relação entre a 
geração Y e seus chefes, colegas e subordinados. Ainda assim, dizem especialistas no assunto, muitos profissionais nascidos entre 1981 e 1994 de fato compartilham certos padrões típicos de comportamento —inclusive alguns bastante indesejáveis.

 

O principal deles é a impaciência. Da pressa para assumir um cargo de chefia à dificuldade para lidar com as frustrações no ambiente de trabalho, o jovem mostra que não gosta de esperar muito para obter o que deseja.
 

A ansiedade para vencer na carreira tem seu lado positivo, mas pode acarretar desmotivação e até atraso para o desenvolvimento profissional do grupo.
 

Certas crenças e atitudes atrapalham o sucesso da geração Y. Veja a seguir 4 delas, traduzidas em frases emblemáticas por especialistas no assunto.
 

1. “Ainda vão perceber o meu talento”


Misto de ingenuidade e arrogância, esta frase simboliza a necessidade do representante típico da geração Y de receber aplausos por competências que ele muitas vezes superestima em si mesmo, diz a coach Silvana Mello, da consultoria LHH.

 

Para o psicólogo Tomas Chamorro-Premuzic, professor na University College London (UCL), muitos jovens são ao mesmo tempo narcisistas e inseguros: precisam se admirar muito, mas também necessitam da aprovação constante dos outros para reforçar sua autoimagem positiva.
 

Reconhecer os próprios talentos é saudável e necessário, mas pode virar problema se o jovem assumir o papel de “gênio incompreendido” — e trocar a ação pela reclamação. É preciso se esforçar para ganhar visibilidade na empresa, diz Mello, e não simplesmente cruzar os braços, torcer o nariz e esperar até que alguém decida reconhecer o seu potencial.

 

2. “Tudo vai melhorar quando eu for chefe”

Outro mito que precisa ser esquecido é a ideia de que a felicidade no trabalho é diretamente proporcional à posição hierárquica — como se a vida se tornasse mais fácil quando se chega a postos de comando.

 

Além de criar uma satisfação crônica com a vida profissional, esse tipo de raciocínio impede que o jovem descubra prazer no aprendizado e valorize as experiências de cada etapa da carreira.
 

Convencido de que a cadeira do chefe é muito mais confortável do que a sua, você terá uma desagradável surpresa quando finalmente chegar a sua vez de ocupá-la. “A liderança é muito mais complexa do que se imagina”, afirma Eline Kullock, diretora da consultoria de recrutamento Stanton Chase. “Você será mais cobrado do que nunca, inclusive pelas entregas alheias, e assumirá a difícil tarefa de motivar outras pessoas”.

 

3. “Preciso crescer logo nesta empresa”

“Esta é uma geração que imagina que tudo é possível e anseia por um sucesso rápido”, diz Mello. “Há um choque de realidade quando o jovem percebe que a maioria das empresas ainda é muito tradicional em alguns aspectos e impõe processos lentos para a ascensão profissional”.

 

A pressa para subir de cargo está diretamente relacionada à autoconfiança excessiva e à ideia de que a vida do chefe é mais prazerosa. O resultado é sempre o mesmo, avalia a coach: desmotivação, infelicidade e baixo aprendizado. Ironicamente, esses efeitos acabam atrasando ainda mais a tão sonhada promoção.
 

O conselho da coach é compreender que o crescimento não se dá apenas pela ascensão hierárquica. “No começo de carreira, o aprendizado é muito mais importante do que os cargos em si”, diz ela. “Além disso, você também pode crescer de forma horizontal, e não só vertical, assumindo novas responsabilidades e liderando projetos para a sua área”.

 

4. “Se não estiver bom, mudo de emprego”

Nenhum trabalho é feliz o tempo todo: experiências agradáveis e estimulantes serão sempre intercaladas com momentos de estresse, desânimo e frustração. A dificuldade para aceitar isso é um problema típico da geração Y, na visão de Kullock, e cobrará seu preço mais cedo ou mais tarde.

 

“Se um profissional pede demissão sempre que está insatisfeito, revela uma grave vulnerabilidade à frustração”, diz a especialista. “É preciso desenvolver resiliência o quanto antes, ou você vai sofrer muito a cada vez que surgir uma contrariedade na sua vida, o que acontece com frequência”.
 

Mudar muito de emprego pode sabotar o futuro profissional do jovem. Uma recente pesquisa da revista Harvard Business Review identificou uma constante na carreira dos executivos que chegaram ao topo: tempo de casa.
 

Para conquistar o comando, o tempo médio de permanência na companhia foi de 15 a 23 anos, dependendo do gênero. Para José Augusto Figueiredo, presidente da consultoria LHH, é natural que as empresas prefiram líderes que transmitem estabilidade, uma imagem difícil de associar a quem troca o tempo todo de empregador.



Fonte: Revista Exame

16 JUN

10 dicas para se dar bem nos programas de trainee

Editora 2B



 

As oportunidades de trainee são amplamente disputadas, visto que os salários são altos, as organizações com programas entendem seus trainees como futuros gestores, além da possibilidade de efetivação em excelentes posições profissionais.

 

Confira na sequência 10 dicas para que você esteja preparado para a tão desejada vaga nos programas de trainee:

 

1- Conheça a cultura da empresa: Quer entender qual a filosofia, a maneira com que os objetivos são alcançados e como uma organização quer ser vista? Conheça a sua cultura, este conhecimento pode lhe diferenciar, uma vez que lhe coloca a par do que a organização foi, o que é, e o que deseja ser.

 

2- Esteja Online: As organizações estão entendendo cada vez mais a importância do ambiente online para sua atuação e estratégias e esta acaba sendo uma ótima oportunidade para os candidatos. Siga, curta, compartilhe, quanto maior interação e participação melhores serão as suas chances.
 

3- Esteja inteirado ao mercado: Busque todo e qualquer tipo de informação sobre a área e o mercado em que a organização desejada atua. Se informe sobre números, concorrentes, principais ações, produtos e serviços e tudo mais que possa lhe ajudar.

 

4- Busque recomendações: Professores podem lhe ajudar dando cartas de recomendação, para isso, certifique-se em ser um bom aluno.

 

5- Invista em uma língua: Quase todos os programas de trainee exigem fluência em uma língua que não seja a nativa. O inglês tem se tornado uma exigência, por isso, aposte em outras opções como espanhol e francês.

 

6- Cuide de sua escrita: Sim, um profissional que está saindo da educação superior, tem a obrigação de escrever corretamente. Além disso, no processo seletivo redações diversas podem ser exigidas e erros podem ser inadmissíveis.

 

7- Demonstre vontade: A concorrência em um programa de trainee é enorme, por isso, mostre-se sempre ávido ao conhecimento e a novos desafios. Trainees são conhecidos por sua vontade, necessidade de inovar e facilidade em demonstrar suas ideias.

 

8- Saiba contar sua história: Todo e qualquer profissional possui histórias e experiências que podem ser compartilhadas, mas é preciso saber como se comunicar. Ressalte suas qualidades, capacidade de lidar com erros e pressão. Use sua história ao seu favor, torne-a inesquecível.

 

9- Tente: Não deixe que o medo de errar seja seu inimigo, ouse, inove, pense diferente, se você errar volte ao começo e tente novamente. Pior que errar é não tentar, ou não saber lidar com o erro.

 

10-Tenha autoconhecimento: Você pode ser o seu maior inimigo se não souber lidar com você mesmo. Tenha autoconhecimento, saiba o que quer, como, onde e por que você quer. Trace sua jornada profissional, após trainee qual seria o próximo passo?

 

Fonte: Catho
15 JUN

Como melhorar sua comunicação?

Editora 2B



 

Podemos nos diferenciar de variadas maneiras em nossa trajetória profissional, seja por termos criatividade, capacidade de gerir pessoas, foco na resolução de problemas, habilidade analítica ou tantas outras competências – tão valorizadas pelas empresas. A comunicação, no entanto, é uma competência essencial em qualquer cenário.

Quando nos comunicamos bem, economizamos tempo, dinheiro e paciência. Evitamos atritos, facilitamos o fluxo de informações e até mesmo podemos conseguir o que queremos com mais facilidade. De acordo com Peter Drucker, pai da administração moderna e grande pensador, 70% de todos os problemas administrativos resultam de ineficiência na comunicação. Já imaginou que prejuízo? Confira algumas dicas para melhorar sua habilidade em comunicação.

 

5 atitudes para melhorar sua comunicação

 

1. Saiba quando e como se colocar

 

Comunicar-se bem também implica entender o ambiente, interpretar as situações e definir um posicionamento. Expor sua opinião pode ser importante sim, mas a barreira entre se colocar e se expor ou “falar abobrinha” precisa ser considerada.

Aliás, muitas vezes ouvir o outro ou ficar em silêncio pode fazer toda a diferença. Nós também nos comunicamos em silêncio, mas de forma mais sutil. Nosso corpo fala, assim como nossos gestos e nossa energia, por exemplo.

 

2. Saiba com quem está falando

 

É extremamente diferente se comunicar com seus amigos, com sua família, com seu chefe, com um acionista da empresa ou com um estrangeiro, por exemplo. E esses são apenas alguns exemplos… Cada público tem as suas diferenças e, dependendo do momento, pode exigir uma comunicação única.

Por isso, tenha em vista suas mensagens-chave e adeque-as de acordo com o público-alvo, investindo mais ou menos energia, adotando desdobramentos mais complexos ou mais simples e abordagens mais sérias ou mais descontraídas.

 

3. Seja prático, mas mire no alvo

 

Menos é mais. Quanto mais simples for sua comunicação, melhor – o que não implica padronizar e sim mirar corretamente. Saiba o que você busca e deixe à mão tópicos, números, informações atualizadas e até mesmo metáforas. Quando puder, inclusive, transforme seu conteúdo em uma história – isso ativa o cérebro, é envolvente e estimula a memorização.

A técnica BRIEF, sugerida por Joseph McCormack, autor de BRIEF: Making a Bigger Impact by Saying Less pode ajudá-lo a manter sua comunicação objetiva sem deixar nada de fora:

  • Background: qual é o contexto?
  • Reason: por que é importante e por que merece atenção?
  • Information: qual é a informação e quais são os pontos-chave?
  • End: quais são os próximos passos?
  • Follow-up: qual é a preparação para próxima etapa?

A pesquisa do autor aponta que um profissional comum recebe 304 e-mails por semana, checa o smartphone 36 vezes por hora e é interrompido a cada oito minutos. Como fisgar a atenção diante de tanta informação?

 

4. Treine, treine de novo e treine mais uma vez

 

Saber se expressar de forma clara é mais fácil para algumas pessoas, mas pode ser resultado de treino e dedicação. Quanto mais confortáveis nos sentimos com um assunto, mais fácil fica falar sobre ele. Por isso, faça um mapa mental e organize sua mente antes de se comunicar – seja oralmente, via e-mail ou telefone.

É importante estudar e praticar, fazer perguntas e entender o que será comunicado. Nesse treino também é importante perceber onde é possível melhorar, que vocabulários vale a pena buscar, que postura e tom de voz vale assumir. Cada detalhe é (muito) importante.

 

5. Abra sua cabeça

 

Sua opinião não é o centro do mundo e nem necessariamente correta. Ficou chocado? É uma verdade difícil de admitir, mas além de tudo desafiadora. Nem sempre estamos com a razão…  Abrir a cabeça para aprender, desaprender e reaprender é em passo mais maduro para refinar sua comunicação.

Além disso, precisamos praticar a empatia – “calçar os sapatos do outro” ao invés de ditar, julgar ou condenar. A comunicação mais assertiva é aquela “menos cega”, que considera e reconhece a opinião do outro.

Lembre-se: não há mágica para se tornar um supercomunicador, mas um supercomunicador consegue fazer mágicas. Com essas dicas, ficará cada vez mais fácil conquistar o seu espaço no ambiente de trabalho.



Fonte: Vagas.com

14 JUN

8 hábitos diários para aumentar sua inteligência emocional

Editora 2B


 

O que diferencia um profissional com alto nível de inteligência emocional de outro conhecido por suas explosões de raiva, ataques de choro e mudanças repentinas de humor?
 

Certamente não é a presença (ou falta) de um talento inato para lidar com os sentimentos, garante Rodrigo Fonseca, presidente da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional (SBie).
 

“A inteligência emocional é resultado de treino, assim como qualquer outra competência”, diz o especialista. “Seu desenvolvimento começa já na infância para algumas pessoas, mas também pode acontecer mais tarde, na vida adulta, a qualquer tempo”.
 

Investir nessa habilidade comportamental é crucial para o sucesso em qualquer carreira. Mais do que nunca, a gestão dos sentimentos — tanto próprios como alheios — tem sido definida por especialistas em recursos humanos como uma habilidade decisiva para continuar empregado na crise e eventualmente ser alçado a uma posição de liderança. 
 

Incorporar certos hábitos à sua rotina pode ajudar nesse aprendizado, diz Adriana Gattermayr, coach e consultora da Gattermayr Consulting. Ela diz que exercícios diários de capacidades como observação, empatia, resiliência, tolerância e autocontrole podem gradativamente transformar uma pessoa explosiva em alguém muito mais apropriado de si mesmo.
 

A seguir, confira 8 atitudes que você pode cultivar na rotina para se tornar mais inteligente do ponto de vista emocional, segundo os especialistas ouvidos:

 

1. Não “cure” sua frustração com queixas
 

Diante de uma contrariedade, a reação tipicamente humana é reclamar. Quem faz isso está aliviando sua irritação, mas de forma pouco produtiva, diz Gattermayr. Isso porque há grandes chances de o problema continuar presente. Por isso, quem tem inteligência emocional substitui a queixa pela ação. 

A cada vez que você sentir raiva ou frustração no cotidiano, interrompa rapidamente o ímpeto de reclamar e tente imaginar uma saída prática para melhorar a situação. Isso não quer dizer que você deva “desligar” as suas emoções, mas sim empregá-las de forma estratégica.

 

2. Busque palavras para definir o que está sentindo
 

Um exercício simples para conhecer melhor as suas emoções é tentar capturá-las pela linguagem. Pergunte-se a cada vez que estiver diante de um sentimento desconhecido: isto é ansiedade, remorso, medo, euforia, raiva, inveja, alívio, decepção, arrependimento? Quanto mais precisa for a palavra, melhor.

Identificada a emoção, o próximo passo é observar qual atitude ela costuma desencadear em você. “Um bom profissional se pergunta constantemente ‘toda vez que sinto isto, ajo desta forma?’”, diz Gattermayr. “Ao descobrir os seus padrões de comportamento, você consegue adequá-los a cada momento da vida, em vez de se tornar escravo deles”.

 

3. Observe as emoções alheias (e tente senti-las também)
 

O desenvolvimento da inteligência emocional não se restringe apenas ao seu mundo interior: ele também depende da sua conexão com as outras pessoas. A dica de Gattermayr é exercitar a sua sensibilidade às emoções dos outros, mesmo quando eles tentam disfarçar.

É como um quebra-cabeças: quanto mais você observa a pessoa, mais peças aparecem e mais elas se encaixam. “É muito útil para percebermos que nem toda briga é pessoal”, diz a especialista. “Também é um ótimo exercício ‘anti-mimimi’, até porque muitas vezes descobrimos que agiríamos da mesma forma se estivéssemos no lugar do outro”.

 

4. Ofereça ajuda
 

Segundo Rodrigo Fonseca, presidente da SBie (Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional), estar sempre disposto a apoiar colegas, chefes e subordinados é uma forma de fortalecer um dos pilares da inteligência emocional: a empatia.  De peito aberto: O poder transformador da empatia nas relações humanas.

“Preciso me colocar no lugar do outro para saber se ele precisa de ajuda, isto é, preciso me sentir como ele se sente”, explica. Além disso, a disponibilidade e a cooperação criam um importante vínculo emocional entre você e as outras pessoas do seu ambiente de trabalho.

 

5. Permita-se viver conflitos
 

Um dos grandes mitos em torno da inteligência emocional é a ideia de que ela corresponde à serenidade absoluta. Pelo contrário: a competência tem a ver com o bom uso de emoções boas e ruins, fortes ou fracas, de forma que o indivíduo não fique refém delas. 

Assim, é importante exercitar a sua autenticidade no cotidiano e não tentar agradar sempre. “Essa honestidade tem a ver com o entendimento de que questões difíceis muitas vezes precisam ser abordadas para o crescimento de todos”, diz Gattermayr. Se você evita conflitos o tempo todo, nunca vai desenvolver musculatura para superar os problemas.

 

6. Abandone a postura de juiz
 

Alguém fez algo no trabalho que você achou estranho ou ridículo? Antes de julgar essa pessoa, procure entender suas motivações e reconhecer que nem todo mundo pensa como você, aconselha Fonseca. “Quem tem inteligência emocional sabe apreciar as diferenças entre as pessoas”, diz ele.

Isso também significa cortar radicalmente o hábito da fofoca e da maledicência, que vão na contramão da empatia. No lugar dessas práticas, é mais produtivo observar o outro de forma paciente e buscar aprender algo com ele.

 

7. Planeje suas conversas
 

Antes de falar com uma pessoa no trabalho, acostume-se a fazer uma série de perguntas prévias. Este é o melhor momento para abordá-la? Como ela está se sentindo hoje? O assunto pede delicadeza ou firmeza, gravidade ou leveza? O local é adequado para a conversa? 

Segundo Gattermayr, esse é um exercício de autorregulação, feito a partir da observação das emoções alheias e do aprendizado sobre os seus próprios padrões de comportamento. A hora e o lugar são corretos, você calibrou seu discurso, mas a pessoa acabou se irritando e gritou com você? A dica é respirar fundo, não revidar e pedir gentilmente que a conversa continue mais tarde.

 

8. Treine sua resistência às tentações
 

Pessoas com baixa inteligência emocional cedem facilmente aos seus próprios impulsos. Ocorre que pequenos prazeres não trazem felicidade. “Um estudo clássico mostra que crianças que conseguem sacrificar uma bala agora para comer duas balas daqui a uma hora se tornam adultos mais bem-sucedidos”, diz Gattermayr. Daí a importância de não sucumbir a sentimentos momentâneos e sempre pensar nos efeitos de cada ação a longo prazo.

Controlar os seus próprios impulsos também ajudará o indivíduo a ser mais altruísta — o que também traz mais felicidade. Ao pensar nos outros, você é obrigado a regular as suas próprias emoções e a sacrificar o próprio conforto de vez em quando. Não existe hábito mais propício para desenvolver sua inteligência emocional e construir uma vida social harmônica dentro e fora do trabalho.




Fonte: Exame

13 JUN

Programa Trainee Alupar está com inscrições abertas até o dia 19/06/2017

Editora 2B



 

EMPRESA

 

Alupar Investimento S.A. é uma holding de controle nacional privado que foi constituída em 2007. Listada, em Abril de 2013, no nível 2 de governança corporativa na BM&FBovespa, a Companhia atua nos segmentos de transmissão e geração de energia elétrica, controlando empresas no Brasil, Colômbia e Peru.

No segmento de transmissão de energia elétrica no Brasil, a Alupar é a maior companhia 100% de controle estritamente privado. A Alupar possui a concessão de 27 sistemas de transmissão, sendo 18 operacionais, totalizando 7.120 km de linhas de transmissão, por meio de concessões com prazo de 30 anos, localizados no Brasil e uma vitalícia na Colômbia.

Desde 2005 a Companhia atua no segmento de geração de energia com Usinas Hidrelétricas (UHEs), Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e parques eólicos que totalizam 687,0 MW de capacidade instalada, através de autorizações e concessões com prazos de 30 a 35 anos, localizadas no Brasil, Colômbia e Peru.

Apesar de ser uma empresa nova, a Alupar destaca-se pelo comprometimento em gerar valor para o acionista e pela responsabilidade social para continuar com o seu crescimento sustentável através do desenvolvimento de seus projetos, reflexo desse comprometimento, em números, no ano de 2016, a empresa alcançou de forma consolidada R$ 1,2 bilhão de Receita Líquida, Investimentos de R$ 413 milhões e EBITDA de R$ 1 bilhão.


 

PROGRAMA

 

O programa tem abrangência nacional e as etapas presenciais serão conduzidas em São Paulo/SP. O candidato deve, obrigatoriamente, ter disponibilidade de residir em outra Cidade/Estado. Os custos com deslocamento,alimentação e hospedagem ocorrerão por conta do próprio candidato.
Expectativas
Fortalecer o time da Alupar para desenvolver o Brasil, especialmente na implantação dos novos projetos. Buscar pessoas com vocação para empreender e construir, que desejem transformar projetos em realizações, com responsabilidade social e ambiental.


 

PRÉ-REQUISITO

 

Locais de Trabalho vs. Áreas de Atuação

Fase inicial de job rotation no Escritório Corporativo de São Paulo-SP, seguida pela fase de execução das obras, que deverá ocorrer diretamente nos canteiros de obras, localizadas nos Estados do RN e ES.

Pré-requisitos:

  • Cursos: Engenharia Civil, Engenharia de Energia e Engenharia Elétrica;
  • Graduação: 12/14 e 06/17
  • Inglês Intermediário;
  • Espanhol desejável;
  • Atividades extracurriculares e vivência internacional serão consideradas diferenciais;

ETAPAS


 

  • Testes Online (Teste Talent Up + Teste T.E.R.P);
  • Dinâmica de Grupo e Entrevista;
  • Painel com os diretores;
  • Contratação.

 

BENEFÍCIOS

 

Compatíveis com o mercado


Para se inscrever nesse Programa, clique aqui!

09 JUN

Características comportamentais são pontos de atenção na contratação

Editora 2B



 

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o desemprego já atinge mais de 14 milhões de brasileiros. Esses dados, referentes ao primeiro trimestre de 2017, indicam que há muita mão de obra disponível no mercado. Mesmo assim, a pesquisa “A Cabeça de Quem Contrata – expectativas e desafios em relação ao profissional contemporâneo”, conduzida pelo Instituto Locomotiva, encomendada pelo Ibmec, revelou que gestores encontram dificuldades de contratar profissionais com alguns perfis específicos. O estudo consultou 220 CEOs e diretores de RH, entre janeiro e fevereiro deste ano.
 

Metade dos gestores entrevistados na pesquisa afirmou que não é fácil encontrar no mercado pessoas com as seguintes características: inovadoras, que pensam “fora da caixa”, atuantes no mercado global, engajados e “donos do negócio”, e empreendedores. De acordo com Flávio Rocha, CEO da Riachuelo e um dos entrevistados na pesquisa, a qualificação acadêmica é um dos pontos de partida para a formação de um profissional de qualidade. Porém, esta qualificação precisa estar aliada a algumas características comportamentais, como a habilidade de se trabalhar em equipe e a inteligência emocional.
 

Sobre estas características comportamentais, 70% dos gestores concordaram que um bom profissional deve ter características de liderança, deve ser colaborativo, se comportar como “dono do negócio” e ser estável emocionalmente. Segundo Walter Longo, CEO do Grupo Abril, cada vez mais serão necessários nas empresas os profissionais chamados de “intraempreendedores”. “Nós estamos formando pessoas cada vez mais especializadas em resolver problemas, e estamos formando pouca gente especializada em criar problemas, gerar desafios, em ser um intraempreendedor e ter a consciência de que é preciso mexer em time que está ganhando e de que a mudança é o único estado constante”, comenta Walter Longo.
 

Os gestores revelaram na pesquisa, ainda, o que esperam dos cursos de pós-graduação na formação dos profissionais. De acordo com 70% dos entrevistados, os cursos devem ter aulas voltadas para o mercado e preparar os profissionais para serem inovadores e terem um perfil colaborativo.





Fonte: Administradores.com