Prova Concurso - Engenharia - 2008-CODESA-TECNICO-DE-NIVEL-SUPERIOR-ENGENHARIA-CIVIL - COSEAC - CODESA - 2008

Prova - Engenharia - 2008-CODESA-TECNICO-DE-NIVEL-SUPERIOR-ENGENHARIA-CIVIL - COSEAC - CODESA - 2008

Detalhes

Profissão: Engenharia
Cargo: 2008-CODESA-TECNICO-DE-NIVEL-SUPERIOR-ENGENHARIA-CIVIL
Órgão: CODESA
Banca: COSEAC
Ano: 2008
Nível: Superior

Downloads dos Arquivos

prova.pdf
gabarito.pdf

Provas relacionadas

ENGENHEIRO-NUCLEARAMAZUL2018
ENGENHEIRO-AREA-MECANICAUFPA2018
ENGENHEIRO-ENGENHARIA-MECANICAUFPA2018

Gabarito

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-gabarito.pdf-html.html

Página 1

Código

1

D

31

A

2

E

32

C

3

B

33

A

4

B

34

D

5

C

35

B

6

E

36

C

7

D

37

E

8

C

38

A

9

A

39

D

10

D

40

E

11

B

41

C

12

C

42

D

13

A

43

E

14

E

44

A

15

C

45

E

16

B

46

D

17

D

47

B

18

A

48

C

19

E

49

A

20

C

50

B

21

B

51

C

22

D

52

E

23

E

53

A

24

C

54

B

25

A

55

C

26

C

56

E

27

E

57

E

28

B

58

A

29

D

59

B

30

C

60

C

CO

NHECIMENT

O

 ESPECÍF

ICO

TST

Segurança do 

Trabalho

LÍNGUA 

PORTUGUESA

CONHECIMENTO 

BÁSICO

Área

CONCURSO PÚBLICO – 2008

COMPANHIA DOCAS DO ESPÍRITO SANTO - CODESA

GABARITO DA PROVA OBJETIVA APÓS RECURSO

CARGOS: TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-gabarito.pdf-html.html

Página 2

Área

Código

1

D

1

D

1

D

2

E

2

E

2

E

3

B

3

B

3

B

4

B

4

B

4

B

5

C

5

C

5

C

6

E

6

E

6

E

7

D

7

D

7

D

8

C

8

C

8

C

9

A

9

A

9

A

10

D

10

D

10

D

11

B

11

B

11

B

12

C

12

C

12

C

13

A

13

A

13

A

14

E

14

E

14

E

15

C

15

C

15

C

16

B

16

B

16

B

17

D

17

D

17

D

18

A

18

A

18

A

19

E

19

E

19

E

20

C

20

C

20

C

21

B

21

B

21

B

22

D

22

D

22

D

23

E

23

E

23

E

24

C

24

C

24

C

25

A

25

A

25

A

26

C

26

C

26

C

27

E

27

E

27

E

28

B

28

B

28

B

29

D

29

D

29

D

30

C

30

C

30

C

31

B

31

A

31

C

32

D

32

A

32

A

33

E

33

E

33

D

34

E

34

B

34

E

35

B

35

D

35

B

36

B

36

A

36

D

37

A

37

D

37

E

38

C

38

B

38

C

39

D

39

D

39

A

40

C

40

B

40

B

41

B

41

B

41

B

42

E

42

D

42

D

43

A

43

A

43

C

44

E

44

C

44

B

45

C

45

E

45

D

46

A

46

A

46

E

47

A

47

C

47

C

48

D

48

E

48

A

49

C

49

B

49

C

50

B

50

E

50

D

51

A

51

B

51

E

52

A

52

D

52

A

53

D

53

C

53

B

54

D

54

B

54

A

55

C

55

C

55

A

56

D

56

E

56

E

57

E

57

C

57

B

58

B

58

E

58

D

59

E

59

D

59

C

60

E

60

A

60

E

CONHECIMENTO 

BÁSICO

CONHECIMENTO 

ESPECÍFICO

LÍNGUA 

PORTUGUESA

Engenharia

TEC

TEM

TED

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-gabarito.pdf-html.html

Página 3

Código

1

D

2

E

3

B

4

B

5

C

6

E

7

D

8

C

9

A

10

D

11

B

12

C

13

A

14

E

15

C

16

B

17

D

18

A

19

E

20

C

21

B

22

D

23

E

24

C

25

A

26

C

27

E

28

B

29

D

30

C

31

B

32

A

33

E

34

D

35

C

36

A

37

A

38

C

39

B

40

D

41

C

42

B

43

D

44

B

45

A

46

D

47

B

48

E

49

B

50

B

51

B

52

B

53

B

54

D

55

E

56

B

57

D

58

A

59

E

60

B

TOP

Gestão e 

Fiscalização 

Portuária

LÍNGUA 

PORTUGUESA

CONHECIMENTO 

BÁSICO

CONHECIMENTO 

ESPECÍFICO

Área

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-gabarito.pdf-html.html

Página 1

Código

1

A

31

B

2

D

32

C

3

C

33

E

4

A

34

D

5

A

35

E

6

B

36

A

7

A

37

D

8

A

38

A

9

C

39

E

10

A

40

D

11

C

41

B

12

D

42

D

13

A

43

C

14

E

44

E

15

B

45

C

16

E

46

A

17

E

47

D

18

B

48

C

19

C

49

E

20

D

50

B

21

A

51

C

22

B

52

B

23

E

53

A

24

D

54

C

25

C

55

A

26

A

56

B

27

E

57

D

28

B

58

A

29

C

59

E

30

C

60

B

Comunicação 

Social

Área

LÍNGUA 

PORTUGUESA

CONHECIMENTO 

BÁSICO

COM

CO

NHECIMENT

O

 ESPECÍF

ICO

CONCURSO PÚBLICO – 2008

COMPANHIA DOCAS DO ESPÍRITO SANTO - CODESA

GABARITO DA PROVA OBJETIVA APÓS RECURSO

CARGOS: TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-gabarito.pdf-html.html

Página 2

Área

Código

1

A

1

A

2

D

2

D

3

C

3

C

4

A

4

A

5

A

5

A

6

B

6

B

7

A

7

A

8

A

8

A

9

C

9

C

10

A

10

A

11

C

11

C

12

D

12

D

13

A

13

A

14

E

14

E

15

B

15

B

16

E

16

E

17

E

17

E

18

B

18

B

19

C

19

C

20

D

20

D

21

A

21

A

22

B

22

B

23

E

23

E

24

D

24

D

25

C

25

C

26

A

26

A

27

E

27

E

28

B

28

B

29

C

29

C

30

C

30

C

31

E

31

D

32

B

32

B

33

B

33

D

34

A

34

E

35

D

35

D

36

A

36

A

37

D

37

E

38

D

38

C

39

B

39

A

40

E

40

C

41

C

41

D

42

A

42

E

43

B

43

B

44

C

44

E

45

E

45

D

46

E

46

E

47

C

47

B

48

C

48

E

49

B

49

D

50

A

50

E

51

B

51

C

52

A

52

C

53

E

53

B

54

C

54

D

55

D

55

C

56

A

56

A

57

E

57

C

58

A

58

A

59

B

59

E

60

D

60

B

LÍNGUA 

PORTUGUESA

CONHECIMENTO 

BÁSICO

CONHECIMENTO 

ESPECÍFICO

Meio Ambiente

BIO

OCE

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-gabarito.pdf-html.html

Página 3

Área

Código

1

A

2

D

3

C

4

A

5

A

6

B

7

A

8

A

9

C

10

A

11

C

12

D

13

A

14

E

15

B

16

E

17

E

18

B

19

C

20

D

21

A

22

B

23

E

24

D

25

C

26

A

27

E

28

B

29

C

30

C

31

C

32

E

33

E

34

D

35

D

36

E

37

C

38

B

39

E

40

A

41

A

42

D

43

B

44

A

45

B

46

D

47

B

48

B

49

C

50

A

51

C

52

B

53

A

54

C

55

E

56

C

57

D

58

A

59

D

60

E

ICC

Informática

LÍNGUA 

PORTUGUESA

CONHECIMENTO 

BÁSICO

CONHECIMENTO 

ESPECÍFICO

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-gabarito.pdf-html.html

Página 4

Área

Código

1

C

1

A

2

A

2

D

3

E

3

C

4

B

4

A

5

D

5

A

6

D

6

B

7

A

7

A

8

C

8

A

9

D

9

C

10

D

10

A

11

B

11

C

12

A

12

D

13

C

13

A

14

E

14

E

15

B

15

B

16

E

16

E

17

A

17

E

18

E

18

B

19

B

19

C

20

C

20

D

21

A

21

A

22

D

22

B

23

E

23

E

24

A

24

D

25

C

25

C

26

A

26

A

27

C

27

E

28

B

28

B

29

B

29

C

30

E

30

C

31

B

31

E

32

B

32

D

33

D

33

C

34

D

34

A

35

C

35

A

36

A

36

B

37

A

37

B

38

E

38

E

39

E

39

C

40

D

40

A

41

A

41

D

42

B

42

E

43

C

43

A

44

A

44

B

45

B

45

C

46

D

46

C

47

B

47

D

48

D

48

A

49

E

49

A

50

D

50

A

51

E

51

Anulada

52

Anulada

52

C

53

A

53

B

54

Anulada

54

D

55

B

55

E

56

C

56

Anulada

57

C

57

D

58

D

58

E

59

E

59

C

60

B

60

E

CONHECIMENTO 

BÁSICO

CONHECIMENTO 

ESPECÍFICO

Jurídica

DIR

DJU

LÍNGUA 

PORTUGUESA

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-gabarito.pdf-html.html

Página 5

Área

Código

1

A

1

A

2

D

2

D

3

C

3

C

4

A

4

A

5

A

5

A

6

B

6

B

7

A

7

A

8

A

8

A

9

C

9

C

10

A

10

A

11

C

11

C

12

D

12

D

13

A

13

A

14

E

14

E

15

B

15

B

16

E

16

E

17

E

17

E

18

B

18

B

19

C

19

C

20

D

20

D

21

A

21

A

22

B

22

B

23

E

23

E

24

D

24

D

25

C

25

C

26

A

26

A

27

E

27

E

28

B

28

B

29

C

29

C

30

C

30

C

31

A

31

D

32

C

32

A

33

D

33

E

34

B

34

B

35

E

35

C

36

C

36

D

37

A

37

A

38

E

38

C

39

D

39

E

40

B

40

D

41

E

41

A

42

B

42

C

43

A

43

D

44

C

44

E

45

B

45

B

46

A

46

A

47

B

47

C

48

E

48

D

49

D

49

E

50

C

50

A

51

C

51

C

52

C

52

B

53

B

53

D

54

A

54

A

55

D

55

E

56

E

56

C

57

C

57

E

58

B

58

B

59

D

59

D

60

A

60

A

Contábil - Financeira

CON ECO

LÍNGUA 

PORTUGUESA

CONHECIMENTO 

BÁSICO

CONHECIMENTO 

ESPECÍFICO

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-gabarito.pdf-html.html

Página 6

Área

Código

1

A

2

D

3

C

4

A

5

A

6

B

7

A

8

A

9

C

10

A

11

C

12

D

13

A

14

E

15

B

16

E

17

E

18

B

19

C

20

D

21

A

22

B

23

E

24

D

25

C

26

A

27

E

28

B

29

C

30

C

31

D

32

A

33

B

34

D

35

C

36

B

37

C

38

E

39

A

40

D

41

E

42

C

43

B

44

D

45

A

46

B

47

D

48

B

49

A

50

E

51

C

52

E

53

D

54

C

55

E

56

A

57

E

58

B

59

A

60

C

GRH

Recursos 

LÍNGUA 

PORTUGUESA

CONHECIMENTO 

BÁSICO

CONHECIMENTO 

ESPECÍFICO

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-gabarito.pdf-html.html

Página 7

Código

1

A

1

A

2

D

2

D

3

C

3

C

4

A

4

A

5

A

5

A

6

B

6

B

7

A

7

A

8

A

8

A

9

C

9

C

10

A

10

A

11

C

11

C

12

D

12

D

13

A

13

A

14

E

14

E

15

B

15

B

16

E

16

E

17

E

17

E

18

B

18

B

19

C

19

C

20

D

20

D

21

A

21

A

22

B

22

B

23

E

23

E

24

D

24

D

25

C

25

C

26

A

26

A

27

E

27

E

28

B

28

B

29

C

29

C

30

C

30

C

31

C

31

C

32

A

32

D

33

B

33

E

34

E

34

B

35

D

35

D

36

B

36

C

37

A

37

E

38

D

38

C

39

D

39

D

40

E

40

E

41

A

41

A

42

D

42

D

43

D

43

B

44

A

44

A

45

E

45

E

46

C

46

C

47

B

47

B

48

A

48

D

49

C

49

C

50

B

50

B

51

E

51

E

52

C

52

C

53

B

53

B

54

A

54

A

55

B

55

A

56

C

56

C

57

E

57

E

58

D

58

D

59

C

59

C

60

C

60

B

AEC

LÍNGUA 

PORTUGUESA

CONHECIMENTO 

BÁSICO

CONHECIMENTO 

ESPECÍFICO

ADM

Serviços Administrativos e de 

Suprimentos

Área

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-gabarito.pdf-html.html

Página 8

Área

Código

1

C

2

A

3

E

4

B

5

D

6

D

7

A

8

C

9

D

10

D

11

B

12

A

13

C

14

E

15

B

16

E

17

A

18

E

19

B

20

C

21

A

22

D

23

E

24

A

25

C

26

A

27

C

28

B

29

B

30

E

31

E

32

D

33

A

34

D

35

E

36

Anulada

37

E

38

E

39

B

40

D

41

E

42

A

43

B

44

A

45

C

46

D

47

C

48

E

49

D

50

D

51

E

52

C

53

B

54

B

55

D

56

E

57

A

58

E

59

D

60

C

Engenharia

LÍNGUA 

PORTUGUESA

CONHECIMENTO 

BÁSICO

CONHECIMENTO 

ESPECÍFICO

ENE

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-gabarito.pdf-html.html

Página 9

Código

1

A

2

D

3

C

4

A

5

A

6

B

7

A

8

A

9

C

10

A

11

C

12

D

13

A

14

E

15

B

16

E

17

E

18

B

19

C

20

D

21

A

22

B

23

E

24

D

25

C

26

A

27

E

28

B

29

C

30

C

31

B

32

A

33

C

34

D

35

E

36

E

37

D

38

B

39

C

40

A

41

A

42

B

43

C

44

C

45

E

46

E

47

D

48

C

49

C

50

A

51

A

52

B

53

C

54

D

55

E

56

A

57

D

58

C

59

B

60

E

LÍNGUA 

PORTUGUESA

CONHECIMENTO 

BÁSICO

CONHECIMENTO 

ESPECÍFICO

MED

Segurança do 

Trabalho

Área

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-gabarito.pdf-html.html

Página 10

Área

Código

1

A

1

A

1

A

2

D

2

D

2

D

3

C

3

C

3

C

4

A

4

A

4

A

5

A

5

A

5

A

6

B

6

B

6

B

7

A

7

A

7

A

8

A

8

A

8

A

9

C

9

C

9

C

10

A

10

A

10

A

11

C

11

C

11

C

12

D

12

D

12

D

13

A

13

A

13

A

14

E

14

E

14

E

15

B

15

B

15

B

16

E

16

E

16

E

17

E

17

E

17

E

18

B

18

B

18

B

19

C

19

C

19

C

20

D

20

D

20

D

21

A

21

A

21

A

22

B

22

B

22

B

23

E

23

E

23

E

24

D

24

D

24

D

25

C

25

C

25

C

26

A

26

A

26

A

27

E

27

E

27

E

28

B

28

B

28

B

29

C

29

C

29

C

30

C

30

C

30

C

31

A

31

C

31

B

32

C

32

A

32

A

33

E

33

A

33

C

34

B

34

D

34

E

35

D

35

B

35

D

36

Anulada

36

D

36

B

37

A

37

B

37

E

38

B

38

E

38

D

39

D

39

D

39

E

40

C

40

A

40

A

41

Anulada

41

A

41

D

42

B

42

E

42

D

43

E

43

C

43

D

44

A

44

D

44

A

45

B

45

B

45

E

46

B

46

C

46

C

47

D

47

D

47

B

48

E

48

A

48

E

49

B

49

E

49

C

50

E

50

B

50

B

51

C

51

C

51

D

52

A

52

B

52

C

53

B

53

C

53

B

54

D

54

E

54

A

55

C

55

A

55

B

56

D

56

E

56

C

57

A

57

C

57

E

58

E

58

A

58

D

59

C

59

E

59

C

60

B

60

B

60

E

LÍNGUA 

PORTUGUESA

CONHECIMENTO 

BÁSICO

CONHECIMENTO 

ESPECÍFICO

BIB

GQA

Geral

SES

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-gabarito.pdf-html.html

Página 1

Área

Código

1

A

31

A

2

D

32

B

3

C

33

D

4

A

34

A

5

A

35

E

6

B

36

C

7

A

37

E

8

A

38

A

9

C

39

C

10

A

40

D

11

C

41

Anulada

12

D

42

B

13

A

43

E

14

E

44

D

15

B

45

C

16

E

46

E

17

E

47

B

18

B

48

D

19

C

49

C

20

D

50

A

21

A

51

A

22

B

52

D

23

E

53

B

24

D

54

E

25

C

55

E

26

A

56

C

27

E

57

C

28

B

58

B

29

C

59

C

30

C

60

D

LÍNGUA 

PORTUGUESA

CONHECIMENTO 

BÁSICO

Engenharia

ECI

CONCURSO PÚBLICO – 2008

COMPANHIA DOCAS DO ESPÍRITO SANTO - CODESA

GABARITO DA PROVA OBJETIVA APÓS RECURSO

CARGOS: TÉCNICO DE NÍVEL SUPERIOR

CO

NHECIMENT

O

 ESPECÍF

ICO

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-gabarito.pdf-html.html

Página 2

Prova

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-prova.pdf-html.html

CADERNO

D

E

Q

UESTÕES

CONCURSO PÚBLICO

ÁREA: Engenharia

CÓDIGO: ECV

CARGO: Técnico de Nível Superior

DATA: 21/12/2008

DOMINGO - TARDE

Universidade

Federal

Fluminense

proac

coseac

Companhia Docas do Espírito Santo
Autoridade Portuária - Vitória - ES

Ministério dos Transportes

BOA PROVA

A

T

E

N

Ç

Ã

O

O

contém 60 questões de múltipla-escolha, cada uma com 5 opções (A, B, C, D e E) e

01 questão discursiva.

1. Ao receber o material, verifique no

e na

seu nome, número de inscrição, data de nascimento e cargo. Qualquer irregularidade comunique imediatamente
ao fiscal de sala. Não serão aceitas reclamações posteriores.

2. As provas objetiva e discursiva terão juntas duração de 4 horas e 30 minutos, incluídos neste tempo o

preenchimento do

e da

3. Leia atentamente cada questão e assinale no

a opção que responde

corretamente a cada uma delas. O

será o único documento válido para a

correção eletrônica. O preenchimento do

e a respectiva assinatura serão de inteira

responsabilidade do candidato. Não haverá substituição do

e da

, por erro do candidato.

4. Observe as seguintes recomendações relativas ao

:

- A maneira correta de marcação das respostas é cobrir, fortemente, com esferográfica de tinta azul ou

preta, o espaço correspondente à letra a ser assinalada.

- Outras formas de marcação diferentes implicarão a rejeição do

.

- Será atribuída nota zero às questões não assinaladas ou com falta de nitidez, ou com marcação de

mais de uma opção, e as emendadas ou rasuradas.

5. O fiscal de sala não está autorizado a alterar qualquer destas instruções. Em caso de dúvida, solicite a

presença do coordenador local.

6. Você só poderá retirar-se definitivamente do recinto de realização da prova após 60 minutos contados

do seu efetivo início,

.

7. Você só poderá levar o próprio

faltando uma hora para o término do horário da

prova, conforme Edital do Concurso.

8. Por motivo de segurança, só é permitido fazer anotação durante a prova no

.

9. Após identificado e instalado na sala, você não poderá consultar qualquer material, enquanto aguarda o horário de

início da prova.

10. Os três últimos candidatos deverão permanecer na sala até que o último candidato entregue o

e a

.

11. Ao terminar a prova, é de sua responsabilidade entregar ao fiscal o

e a

. Não esqueça seus pertences.

12. O

será disponibilizado no site www.concursos.uff.br, no dia

23/12/2008, conforme estabelecido no Cronograma Previsto.

Caderno de Questões

Cartão de Respostas

Folha de Resposta da Prova Discursiva

Cartão de Respostas

Folha de Resposta da Prova Discursiva.

Cartão de Respostas

Cartão de Respostas

Cartão de Respostas

Cartão de Respostas

Folha de Resposta da

Prova Discursiva

Cartão de Respostas

Cartão de Respostas

sem levar o Caderno de Questões

Caderno de Questões

Caderno de Questões

Cartão

de Respostas

Folha de Resposta da Prova Discursiva

Cartão de Respostas

Folha de Resposta

da Prova Discursiva

Gabarito Oficial da Prova Objetiva

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-prova.pdf-html.html

02

LÍNGUA PORTUGUESA

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

1

As virtudes e as fraquezas dos jornais não são

recatadas. Registram-nas fielmente os sensíveis radares da
opinião pública. Precisamos, por isso, derrubar inúmeros
mitos que conspiram contra a credibilidade dos jornais.
2

Um deles, talvez o mais resistente, é o dogma da

objetividade absoluta. Transmite, num pomposo tom de
verdade, falsa certeza da neutralidade jornalística. Só que
essa separação radical entre fatos e interpretações
simplesmente não existe. É uma bobagem.
3

Jornalismo não é ciência exata e jornalistas não são

autônomos. Além disso, não se faz bom jornalismo sem
emoção. A frieza é anti-humana e, portanto, antijornalística. A
neutralidade é uma mentira, mas a isenção é uma meta a ser
perseguida. Todos os dias. A imprensa honesta e
desengajada tem um compromisso com a verdade. E é isso
que conta.
4

Mas a busca da isenção enfrenta a sabotagem da

manipulação deliberada, a falta de rigor e o excesso de
declarações entre aspas.
5

O jornalista engajado é sempre um mau repórter.

Militância e jornalismo não combinam. Trata-se de uma
mescla, talvez compreensível e legítima nos anos sombrios
da ditadura, mas que, agora, tem a marca do atraso e o
vestígio do fundamentalismo sectário.
6

O militante não sabe que o importante é saber

escutar. Esquece, ofuscado pela arrogância da ideologia ou
pela névoa do partidarismo, que as respostas são sempre
mais importantes que as perguntas. A grande surpresa no
jornalismo é descobrir que quase nunca uma história
corresponde àquilo que imaginávamos.
7

O bom repórter é um curioso essencial, um

profissional que é pago para se surpreender. Pode haver algo
mais fascinante? O jornalista ético esquadrinha a realidade, o
profissional preconceituoso constrói a história.
8

Todos os manuais de redação consagram a

necessidade de ouvir os dois lados de um mesmo assunto.
Trata-se de um esforço de isenção mínimo e incontornável.
Mas alguns desvios transformam um princípio irretocável num
jogo de cena. A apuração de faz-de-conta representa uma das
maiores agressões à ética informativa.
9

Matérias previamente decididas em bolsões

engajados buscam a cumplicidade da imparcialidade
aparente. A decisão de ouvir o outro lado não é sincera, não se
apóia na busca da verdade. É um artifício. O assalto à verdade
culmina com uma estratégia exemplar, a repercussão
seletiva. O pluralismo de fachada convoca, então, pretensos
especialistas para declararem o que o repórter quer ouvir.
Personalidades entrevistadas avalizam a “seriedade” da
reportagem. Mata-se o jornalismo. Cria-se a ideologia.
10

É necessário cobrir os fatos com uma perspectiva

mais profunda. Convém fugir das armadilhas do politicamente
correto e do contrabando opinativo semeado pelos arautos
das ideologias.
11

Boa parte do noticiário de política, por exemplo, não

tem informação. Está dominado pela fofoca e pelo
declaratório. Não tem o menor interesse para os leitores.
12

A precipitação e a falta de rigor são outros vírus que

ameaçam a qualidade da informação. A manchete de
impacto, oposta ao fato ou fora do contexto da matéria,
transmite ao leitor a sensação de uma fraude.
13

Autor do mais famoso livro sobre a história do “New

York Times”, Gay Tale vê importantes problemas que
castigam a imprensa de qualidade. “Não fazemos matéria
direito, porque a reportagem se tornou muito tática, confiando
em e-mail, telefones, gravações. Não é cara a cara. Quando
eu era repórter, nunca usava o telefone. Queria ver o rosto das
pessoas. Não se anda na rua, não se pega o metrô ou um
ônibus, um avião, não se vê, cara a cara, a pessoa com quem
se está conversando”, conclui Talese. E o leitor, não
duvidemos, capta tudo isso.
14

O leitor que queremos conquistar não quer o que

O fascínio do jornalismo

2. Segundo o redator, os noticiários de cunho jornalístico
pecam pelo excesso de:

A) comentários, destituídos de prévia informação sobre o

fato analisado;

B) observações, contrárias ou unilaterais sobre os fatos

discorridos;

C) declarações, difíceis de serem decodificadas pelo leitor

comum;

D) apreciações, demasiadamente extensas com muitos

juízos de valor;

E) esclarecimentos, tentativas de aclarar os pontos

selecionados.

3. Se levarmos em conta que “Pode haver algo mais
fascinante?” constitui uma pergunta retórica, característica de
textos dissertativo-argumentativos, é correto afirmar que o
autor dela fez uso porque constitui um recurso que:

A) inicia uma pausa na compreensão do texto;
B) demonstra uma interrogação sem nexo;
C) aponta para uma questão ainda não respondida;
D) constitui recurso de estilo com floreios artísticos;
E) desperta a atenção pela leitura do texto.

1. Para o articulista, quando não se consegue realizar um
jornalismo de qualidade, obtém-se nos textos elaborados,
como conseqüência, o predomínio da:

A) ética;
B) política;
C) ideologia;
D) ditadura;
E) isenção.

pode conseguir na TV ou na Internet. Ele quer algo mais. Quer
o texto elegante, a matéria aprofundada, a análise que o
ajude, efetivamente, a tomar decisões. Conquistar leitores é
um desafio formidável. Reclama realismo, ética e qualidade.
15

O jornalismo tropeça em armadilhas. Nossa

profissão enfrenta desafios, dificuldades e riscos sem fim. E é
aí que mora o fascínio.

(DI FRANCO, Carlos Alberto. O Globo, Seção Opinião,3/11/08,p.7.)

4. Analise os trechos abaixo relacionados. Julgue-os de
acordo com sua pertinência ao texto, escrevendo (V) para
verdadeiro e (F) para falso:

1. Em “Jornalismo não é ciência exata”, “A frieza é anti-

humana” e “A neutralidade é uma mentira” (3º parágrafo),
a repetição do verbo SER transmite maior ênfase aos
enunciados (

).

2. O quarto parágrafo é iniciado por um elo coesivo,

sinalizando contraste em relação ao parágrafo
imediatamente anterior (

).

3. No quarto parágrafo, inicia-se o trabalho argumentativo

do articulista, já que, nesse fragmento, ele aponta os três
problemas que levam à busca da isenção do jornalista
para com a notícia (

).

4. Um equivalente de sentido oposto para “repercussão

seletiva” (9º.parágrafo) é “democratização de
opiniões” (

).

A seqüência correta, de cima para baixo, é:

A) V F F V;
B) V V F V;
C) V F V F;
D) F V V F;
E) F V V V.

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-prova.pdf-html.html

03

6. O período “O jornalista ético esquadrinha a realidade, o
profissional preconceituoso constrói a história” é estruturado
em forma de:

A) pragmatismo estratégico e discursivo;
B) subordinação sintática e funcional;
C) coordenação sindética e textual;
D) paralelismo sintático e semântico;
E) concatenação viciosa e repetitiva.

8. Em “E é ISSO que conta” (3º.parágrafo), o pronome em
destaque refere-se à determinada informação:

A) posteriormente discorrida;
B) momentaneamente discutida;
C) anteriormente veiculada;
D) brevemente engajada;
E) honestamente compromissada.

13. Abaixo, o período “A frieza é anti-humana e, portanto,
antijornalística” (3º parágrafo) foi reescrito de cinco formas
distintas. Das cinco formas, aquela em que foi alterado o
sentido original é:

A) A frieza é anti-humana e, por conseguinte, é

antijornalística.

B) A frieza é anti-humana e, pois, antijornalística.
C) A frieza é anti-humana e, não obstante, antijornalística.
D) A frieza é anti-humana e, por isso, antijornalística.
E) A frieza é anti-humana e, como tal, antijornalística.

11. O s

s u f i x o s

d a s

p a l a v r a s

S A B O TA G E M

e

CUMPLICIDADE são semanticamente correspondentes,
respectivamente, aos das palavras:

A) elegância e efetivamente;
B) precipitação e certeza;
C) confiante e gravação;
D) manipulação e verdadeiro;
E) essencial e preconceituoso.

5. No fragmento “FALSA CERTEZA da neutralidade
jornalística” (2º parágrafo), se forem substituídos os
elementos em caixa alta (adjetivo + substantivo) por outros,
invertendo-se a classe gramatical, mas mantendo-se seu teor
semântico, obter-se-á a seguinte combinação:

A) certamente falsa;
B) certa falsidade;
C) falsamente certa;
D) falsidade certa;
E) o acerto da falsidade.

7.

Observe os seguintes fragmentos extraídos do texto:

1.

“o vestígio do fundamentalismo SECTÁRIO” (5º
parágrafo)

2.

“a APURAÇÃO de faz-de-conta” (8º parágrafo)

3.

“ESQUADRINHA a realidade” (7º parágrafo)

É correto dizer-se que os termos acima destacados podem
ser substituídos por outros, semanticamente equivalentes,
respectivamente relacionados em:

A) intolerante / coleta / esmiúça;
B) radical / perseguição / detalha;
C) intransigente / exigência / pormenoriza;
D) enraizado / perfeição / descreve;
E) básico / arrecadação / narra.

9. O articulista não comete erros no uso de determinadas
letras que, no uso corrente popular, podem ocasionar
dúvidas, como “apuração”, “fascinante” ou “legítima”.
Considerando-se esses problemas ortográficos, pode-se
afirmar que, das relações abaixo, a única em que todos os
vocábulos estão corretamente grafados é:

A) maçada / tessitura / acendência / linhaça;
B) castisso / promissor / consciência / vigência;
C) maciço / sobressalente / discente / jeringonça;
D) camurça / insosso / ascetismo / rabugento;
E) extinção / vicissitude / aquiescer / ferrujem.

10. No segmento “dois lados do MESMO assunto”, usa-se,
com pertinência, a norma culta do idioma na devida
concordância nominal, o que NÃO ocorre em:

A) Escrevia matérias BASTANTES e, logo, estaria enviando-

as APENSAS a seu relatório.

B) A jornalista estava MEIO chateada, pois, com a chuva,

sua blusa estava TODO molhada.

C) As observações dos textos foram as mais pertinentes

POSSÍVEIS, e os jovens redatores ficaram GRATOS ao
autor.

D) As entrevistadas MESMAS não tinham a resposta,

todavia estavam ALERTAS às questões formuladas.

E) A repórter ficou MENOS cansada com a gravação

naquele dia, pois conseguiu concluir os resultados A
SÓS.

12. Redigindo-se os três períodos do 11º parágrafo “Boa parte
do noticiário de política, por exemplo, não tem informação.
Está dominado pela fofoca e pelo declaratório. Não tem o
menor interesse para os leitores” num único período, com o
emprego dos conectivos adequados para que se mantenham
as relações de sentido, a forma apropriada será:

A) Boa parte do noticiário de política, por exemplo, não tem

informação, pois está dominado pela fofoca e pelo
declaratório, não tendo, com isso, o menor interesse para
os leitores.

B) Boa parte do noticiário de política, por exemplo, não tem

informação, de modo que está dominado pela fofoca e
pelo declaratório, porque não tem o menor interesse para
os leitores.

C) Boa parte do noticiário de política, por exemplo, não tem

informação, porém está dominado pela fofoca e pelo
declaratório, porquanto não tem o menor interesse para
os leitores.

D) Embora boa parte do noticiário de política, por exemplo,

não tenha informação, ele está dominado pela fofoca e
pelo declaratório, de modo que não tem o menor interesse
para os leitores.

E) Como boa parte do noticiário de política, por exemplo, não

tenha informação, ele está dominado pela fofoca e pelo
declaratório, tanto que não tem o menor interesse para os
leitores.

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-prova.pdf-html.html

04

14. Dentre as alterações propostas para as orações “Pode
haver algo mais fascinante?” e “Cria-se a ideologia”, as únicas
que estão corretas, do ponto de vista da concordância, se
encontram em:

A) Podem haver trabalhos mais fascinantes? / Criar-se-ão

novas ideologias.

B) Poderia existir trabalho mais fascinante?

/ Devem-se

criar nova ideologia.

C) Poderia haver trabalho mais fascinante? / Devia-se criar

novas ideologias.

D) Houveram trabalhos mais fascinantes? / Devem-se criar

novas ideologias.

E) Pode haver trabalhos mais fascinantes? / Criam-se novas

ideologias.

15. As vírgulas empregadas no período “Não se anda na rua,
não se pega o metrô ou um ônibus, um avião, não se vê, cara a
cara, a pessoa com quem se está conversando”, justificam-se
por estarem de acordo com as seguintes normas:

A) separam orações coordenadas e intercalam aposto;
B) separam orações coordenadas e intercalam termo em

função de adjunto adverbial;

C) marcam anteposição de oração subordinada adverbial e

separam orações coordenadas;

D) intercalam termo em função de adjunto adverbial e termo

em função de aposto;

E) separam termos coordenados e intercalam vocativo.

16. Na expressão “cara a cara”, formada por palavras
repetidas, o A é apenas preposição, não recebendo por isso o
acento da crase. Das frases abaixo, a única correta por ser o A
resultante de crase é:

A) Chegou-se à uma solução satisfatória;
B) Redigia à partir dos informes coletados;
C) Referiu-se à essa repórter;
D) Falava à pessoas entendidas no assunto;
E) Dirigiu-se à jornalista que estava de plantão.

18. No período “Quer o texto elegante, a matéria aprofundada,
a análise que O ajude”, realizou-se, de forma adequada, a
colocação do pronome átono. Considerando-se as normas de
colocação pronominal, pode-se afirmar que, das frases
abaixo, a única que admite colocação facultativa é:

A) Em se tratando de militância política... / Em tratando-se de

militância política...

B) Não te vi pela manhã na redação. / Não vi-te pela manhã

na redação.

C) Quem nos viu no jornal? / Quem viu-nos no jornal?
D) É importante que se leiam os e-mails. / É importante que

leiam-se os e-mails.

E) O resultado da divulgação lhe era indiferente. / O

resultado da divulgação era-lhe indiferente.

20. As palavras assumem teor positivo ou negativo conforme
aparecem empregadas em determinado texto, levando-se em
conta a opinião e a intencionalidade do autor. Das relações de
palavras abaixo, todas extraídas do artigo sob análise, aquela
em que as quatro pertencem a campo semântico de teor
negativo é:

A) decisão (9º par.) / surpresa (6º par.) / história (7º par.) /

neutralidade (3º par.);

B) bolsões (9º par.) / pluralismo (9º par.) / personalidades (9º

par.) / isenção (3º par.);

C) fachada (9º par.) / desvios (8º par.) / artifício (9º par.) /

arautos (10º par.);

D) rigor (12º par.) / manchete (12º par.) / fraude (12º

parágrafo) / fascínio (15º par.);

E) leitor (14º par.) / análise (14º par.) / decisões (14º par.) /

dificuldades (15º par.).

21. O fenômeno oriundo das ondas de oscilação incidentes
em obstáculo que produzem ondas estacionárias puras ou
parciais, também conhecidas como seiches ou clapotis, é
denominado:

A) reflexão;
B) refração;
C) arrebentação;
D) correntes longitudinais;
E) difração.

22. Das normas, documentos e relatórios abaixo, menos se
aplicaria à gestão ambiental de obras portuárias:

A) ISO 9000;
B) SGA;
C) EIA-RIMA-PBA;
D) NM;
E) ISO 14000.

19. Lendo-se com atenção os períodos: 1. “Convém fugir das
armadilhas do politicamente correto e do contrabando
opinativo semeado PELos arautos das ideologias”; 2. “A
isenção é uma meta A ser perseguida”; 3. “Nossa profissão
enfrenta desafios, dificuldades e riscos SEM fim”, pode-se
concluir que as preposições em destaque possuem,
respectivamente, os valores semântico-discursivos de:

A) causa / instrumento / fim;
B) agente / finalidade / ausência;
C) direção / paciente / conformidade;
D) restrição / matéria / tempo;
E) meio / direção / modo.

CONHECIMENTO BÁSICO

17. Das alterações feitas na redação da segunda oração do
período “Não se vê, cara a cara, a pessoa com quem se está
conversando”, aquela em que o pronome relativo está
empregado de forma inadequada é:

A) O texto cujo o teor eu desconhecia era claro.
B) A informação à qual fizemos referência é essa.
C) O noticiário por que tenho admiração começa cedo.
D) A pessoa em cuja companhia cheguei era meu primo.
E) O lugar donde o jornalista veio é inóspito.

23. Dos tipos de dragas abaixo, a que menos se adaptaria a
trabalhar com argila siltosa dura ou compacta é a draga:

A) de mandíbulas (clamshell);
B) dipper;
C) de alcatruzes;
D) de sucção e recalque;
E) hopper.

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-prova.pdf-html.html

CONHECIMENTO ESPECÍFICO

05

24. Um UULV (Ultra Ultra Large Conteiner Vessel) transporta:

A) 15.000 TEU;
B) 18.000 TEU;
C) 20.000 TEU;
D) 25.000 TEU;
E) 22.000 TEU.

25. É sabido que os efeitos que uma onda causa numa dada
embarcação, no que tange ao movimento vertical, dependem
de muitos fatores, dentre os quais são citados o comprimento
e a velocidade da embarcação, bem como parâmetros
característicos da onda. O maior efeito das ondas sobre a
embarcação ocorre quando o comprimento desta é muito
menor que o comprimento da:

A) popa;
B) frente;
C) onda;
D) borda;
E) folga.

30. No caso de empresas estivadoras, os trabalhadores são
contratados e os serviços são oferecidos no mercado,
havendo ou não competição. No caso de sindicatos ou
corporações, os trabalhadores sindicalizados são recrutados
pela organização, que define as condições do serviço e
negocia com:

A) o operador portuário;
B) o Poder Público;
C) o porto organizado;
D) o Conselho de Autoridade Portuária;
E) os usuários.

26.

Alguns fatores podem influir nos mecanismos de

formação de preço da tarifas. Neste caso, a concorrência
pode ser entre portos situados em áreas próximas, ou entre
terminais (ou outros prestadores de serviço) operando no
mesmo porto. Em qualquer caso, o objetivo de maximizar o
lucro, a receita ou o tráfego poderá influir significativamente
na natureza e níveis das tarifas. Este mecanismo de formação
de preços é conhecido como:

A) competição;
B) custo;
C) valor da carga;
D) política portuária;
E) tarifas de movimentação.

31. A técnica que melhor satisfaz aos fins de prospecção, pois
não só permite uma observação

das diferentes

camadas como também a extração de boas amostras, é a:

A) abertura de poços de exploração;
B) furo feito por trado-cavadeira;
C) método de percussão;
D) circulação de água;
E) barrilhete amostrador.

in loco

28. Estruturas transversais que se estendem do pós-praia,
suficientemente enraizadas para não serem contornadas pelo
espraiamento, até a primeira linha de arrebentação, agindo
diretamente sobre o transporte de sedimentos litorâneo na
faixa em que ele é mais significativo, podendo ser
empregadas isoladamente ou em conjunto (campo de
espigões), sendo provavelmente a obra de defesa dos litorais
mais difundida, são conhecidas como:

A) quebra-mares destacados;
B) espigões de praia;
C) paredões;
D) proteção das escarpas;
E) alimentação artificial de areia.

27. Os portos devem buscar o compromisso recíproco de
maior envolvimento com a comunidade. Este compromisso
corresponde ao melhor atendimento junto aos seus clientes,
parceiros e usuários: donos da mercadoria, exportadores e
importadores, arrendatários, operadores portuários e
sindicatos, linhas de navegação, transportadores rodoviários
e

f e r r o v i á r i o s

e

o s

f o r n e c e d o r e s

d e

s e r v i ç o ,

PRIORITARIAMENTE, promovendo:

A) a obtenção de excelência do produto;
B) a transparência ao atendimento;
C) o desenvolvimento sustentável;
D) o envolvimento com a comunidade;
E) o fomento do comércio marítimo de exportação e

importação.

29. De acordo com a Lei nº 8.630, em seu Art. 12, o
responsável, perante a autoridade aduaneira, pelas
mercadorias sujeitas a controle aduaneiro, no período em que
essas lhe estejam confiadas, ou quando tenha controle ou uso
exclusivo de área do porto onde se acham depositadas ou
devam transitar, é o:

A) porto organizado;
B) operador portuário;
C) proprietário ou consignatário da mercadoria;
D) órgão local de gestão de mão-de-obra do trabalho;
E) Conselho de Autoridade Portuária.

32. O projeto de construção civil é conseqüência direta do
anteprojeto. E compõem-se de duas partes distintas:

A) cortes e plantas;
B) plantas e gráficas;
C) gráficas e escritas;
D) memorial e plantas;
E) cronogramas e gráficas.

33. O movimento de terra é a parte da terraplanagem que se
dedica ao transporte, ou seja, entrada ou saída de terra do
canteiro de obras. O movimento de terra pode ser de diversos
tipos, e quando as operações de escavação, carregamento e
transporte são efetuadas pela própria máquina, diz-se que
este movimento de terra é:

A) equipado;
B) motorizado
C) hidráulico;
D) misto;
E) mecanizado.

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-prova.pdf-html.html

35. A dosagem que estabelece traços de concreto, sem
fundamento em critério lógico, que tenha em vista produzir
concreto com uma determinada resistência e que atenda à
qualidade dos materiais de que se dispõe, sendo sua
aplicação limitada a obras de pequeno vulto: está sendo
descrito o tipo de dosagem:

A) racional;
B) empírica;
C) real;
D) controlada;
E) sem controle.

38. Em um pequeno vilarejo afastado, o número de casas
atinge 800 e, segundo a agência de estatística regional, a
ocupação média dos domicílios gira em torno de 5 pessoas
por habitação. O vilarejo já conta com um serviço de
abastecimento de água, localizando-se o manancial na
encosta de uma serra, em nível mais elevado do que o
reservatório de distribuição de água na cidade. O diâmetro da
linha adutora existente é de 150 mm. O volume de água
(m³/dia) que deverá ser aduzido diariamente para o
abastecimento atual do vilarejo, admitindo-se o consumo
individual médio como sendo de 200 litros por habitante por
dia, incluídos todos os usos do vilarejo, mesmo aqueles não
domésticos, e que nos dias de maior calor leva a uma
demanda cerca de 25% maior que a média, é de:

A) 1000;
B) 960;
C) 880;
D) 800;
E) 2000.

34. Suponha um aterro construído sobre uma camada de
argila mole, abaixo do qual exista uma camada resistente,
conforme figura abaixo. A carga do aterro provocará o
recalque da camada mole e uma estaca cravada nesse
terreno será arrastada com o solo, ficando desse modo sujeita
a uma carga superior à prevista no projeto. O que ocasiona o
aumento da carga da estaca é o atrito do solo contra a
superfície lateral da mesma e ocorre comumente em pisos de
fábrica e galpões. Nessas construções o piso é, em geral,
construído de uma camada pouco espessa de concreto,
apoiada diretamente no terreno. Ao se carregar esse piso,
quer com mercadorias, quer com máquinas, a camada mole
passa a recalcar, originando o atrito e conseqüentemente
aumento de carga. Com relação a este atrito, por definição,
ele é considerado:

A) oscilante;
B) positivo;
C) neutro;
D) misto;
E) negativo.

06

36. Na figura abaixo estão esquematizadas as peças que
compõem uma tesoura. Na figura, os números de 1 a 4
representam, respectivamente:

A) escora, linha ou tirante, terça e cumeeira;
B) terça, escora, linha ou cumeeira e tirante;
C) linha ou tirante, terça, escora e cumeeira;
D) escora, terça, linha ou tirante e cumeeira;
E) cumeeira, linha ou tirante, terça e escora.

37. Corpos flutuantes são aqueles cujos pesos são inferiores
aos pesos dos volumes de líquidos que eles deslocam. Pelo
teorema de Arquimedes, eles sofrem um impulso igual e de
sentido contrário ao peso do líquido deslocado,
permanecendo na superfície líquida. O ponto de aplicação do
empuxo localizado no centro de gravidade da parte submersa
denomina-se também de:

A) metacentro;
B) centro de gravidade;
C) equilíbrio estável;
D) centro de carena;
E) ponto de inércia.

39. Na figura abaixo estão representadas as Linhas de Carga
para uma situação padrão. Os números de 1 a 4 representam,
respectivamente:

A) plano de carga absoluto, plano de carga efetivo, linha de

carga absoluta e linha de carga efetiva;

B) linha de carga absoluta, linha de carga efetiva, plano de

carga absoluto e plano de carga efetivo;

C) plano de carga efetivo, plano de carga absoluto, linha de

carga efetiva e linha de carga absoluta;

D) plano de carga efetivo, linha de carga efetiva, plano de

carga absoluto e linha de carga absoluta;

E) plano de carga absoluto, linha de carga absoluta, plano

de carga efetivo e linha de carga efetiva.

40. As normas e especificações do Hidraulic Institute
estabelecem quatro classes de bombas. As instalações para
água e esgoto geralmente são equipadas com bombas,
acionadas por motores elétricos, do tipo:

A) de êmbolo;
B) rotativa;
C) centrífuga;
D) de pistão;
E) de poço profundo.

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-prova.pdf-html.html

07

41. A sigla NPSH, do Inglês Net Positive Suction Head, é
adotada universalmente para designar a energia disponível
na sucção, ou seja, a carga positiva e efetiva na sucção. Há
dois valores a considerar: um refere-se à característica
hidráulica da bomba (fornecida pelo fabricante) e outro à
característica das instalações de sucção (que se pode
calcular). Os NPSH que estão sendo citados são,
respectivamente:

A) cavitado e disponível;
B) disponível e requerido;
C) requerido e disponível;
D) cavitado e requerido;
E) recalque e disponível.

42. Este é um processo comum para a escorva de bomba: ele
acontece quando a bomba é instalada com o eixo abaixo do
nível do líquido a ser deslocado, ficando automaticamente
escorvada ao se abrir a torneira de expurgo superior e
deixando escapar o ar. Este tipo de bomba é conhecido como:

A) ejetor;
B) submersa;
C) vácuo;
D) válvula-de-pé;
E) escorva automática.

43. Hidrômetros são aparelhos destinados à medição da
quantidade de água que escoa em intervalos de tempo
relativamente longos. São muito empregados para medir o
consumo de água nas instalações prediais e industriais. São
dois os tipos principais: hidrômetros de:

A) velocidade e fluxo;
B) vazão e volume;
C) velocidade e vazão;
D) fluxo e volume;
E) velocidade e volume.

45. A água é considerada um recurso renovável. Porém, a
classificação de recurso renovável para a água também é
limitada pelo uso, que vai pressionar a sua disponibilidade
pela quantidade existente e pela qualidade apresentada. Ela
é considerada renovável devido à sua capacidade de se
recompor em quantidade, principalmente:

A) pelas chuvas;
B) pelos rios e lagos;
C) pelo afloramento do lençol;
D) pelos eventos extremos;
E) pela intervenção antrópica.

46. Os usos consuntivos de água, nos quais há perdas entre o
que é derivado e o que retorna ao curso natural, devem ser
considerados para a elaboração do balanço entre a
disponibilidade e a demanda. Todos os usos gerados em
cidades, vilas e pequenos núcleos urbanos, para fins de
abastecimento doméstico, comercial, público e industrial, são
considerados usos:

A) padrão;
B) urbanos;
C) não consuntivos;
D) primordiais;
E) necessários.

47. Esta prática é utilizada de forma a complementar a
necessidade de água, naturalmente promovida pela
precipitação, proporcionando umidade ao solo suficiente para
o crescimento das plantas. É o uso da água de maior
consumo, demandando cuidados e técnicas especiais para o
aproveitamento racional com o mínimo de desperdício.
Quando utilizada de forma incorreta, além de problemas
quantitativos, pode afetar drasticamente tanto a qualidade
dos solos quanto a dos recursos hídricos superficiais e
subterrâneos (fertilizantes, corretivos e agrotóxicos). Está
sendo citada no texto a prática de:

A) construção de canais de adução;
B) poço artesiano;
C) irrigação de culturas agrícolas;
D) construção de açudes;
E) construção de canais de distribuição.

44. Para o adequado desenvolvimento de trabalhos em
portos, é necessário o conhecimento básico das dimensões
características de embarcações tipo e marítima. Na figura
abaixo são mostradas as dimensões para embarcações tipo.
Com relação às dimensões, o item “B”, abaixo na
embarcação, representa a dimensão da:

A) calado;
B) squat;
C) folga;
D) boca;
E) quilha.

48. O Brasil tem uma posição privilegiada perante a maioria
dos países quanto ao volume de recursos hídricos. Porém,
mais de 73% da água doce disponível do País encontra-se na
bacia Amazônica, que é habitada por menos de 5% da
população. Portanto, apenas 27% dos recursos hídricos
brasileiros estão disponíveis para 95% da população. A idéia
de abundância serviu durante muito tempo como suporte à
cultura do desperdício da água disponível, à não realização
dos investimentos necessários para seu uso e proteção mais
eficientes, e à sua pequena valorização econômica. Os
problemas de escassez hídrica no Brasil decorrem,
fundamentalmente, da combinação do(a):

A) migração da população do campo para a cidade, e da

industrialização seguindo as aspirações humanas;

B) desenvolvimento com a disponibilidade hídrica;
C) crescimento exagerado das demandas localizadas e da

degradação da qualidade das águas;

D) uso racional com a necessidade de crescimento;
E) crescimento demográfico brasileiro associado às

transformações com as leis protecionistas.

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-prova.pdf-html.html

49. No Brasil, por iniciativa do governo, algumas obras que
beneficiam a navegação interior foram ou estão sendo
realizadas, em consonância com os programas de
investimento do setor de transportes. Em termos de custo e
capacidade de carga, o transporte hidroviário é cerca de:

A) duas vezes mais barato do que o rodoviário e quatro

vezes menor que o ferroviário;

B) doze vezes mais barato do que o rodoviário e seis vezes

menor que o ferroviário;

C) quatro vezes mais barato do que o rodoviário e duas

vezes menor que o ferroviário;

D) dez vezes mais barato do que o rodoviário e seis vezes

menor que o ferroviário;

E) oito vezes mais barato do que o rodoviário e três vezes

menor que o ferroviário.

50. Nas Instruções para a Fiscalização do Transporte
Rodoviário de Produtos Perigosos no Âmbito Nacional, em
suas Precauções e Recomendações Gerais na fiscalização
dos veículos transportando produtos perigosos, o agente de
fiscalização, ao fiscalizar carroçaria fechada contendo
produtos perigosos:

A) não deve entrar, pois não é função do fiscal;
B) nunca deve entrar, pois pode haver riscos de

desprendimento de gases ou de vapores nocivos;

C) deve entrar, mesmo havendo riscos de desprendimento

de gases ou de vapores nocivos;

D) deve informar à autoridade competente para enviar

profissional para execução do trabalho;

E) nunca deve entrar, sem se assegurar de que não há

riscos de desprendimento de gases ou de vapores
nocivos.

51. Nas Instruções para a Fiscalização do Transporte
Rodoviário de Produtos Perigosos no Âmbito Nacional, em
suas Precauções e Recomendações Gerais na fiscalização
dos veículos transportando produtos perigosos, o agente de
fiscalização, ao se deparar com qualquer embalagem
contendo produtos perigosos:

A) deve abrir e retirar amostra;
B) deve abrir e averiguar o conteúdo;
C) deve abrir e fiscalizar;
D) não deve abrir;
E) deve abrir, mas acompanhado.

52. Nas Instruções para a Fiscalização do Transporte
Rodoviário de Produtos Perigosos no Âmbito Nacional, em
caso de acidente, avaria ou outro fato que obrigue a
imobilização de veículo transportando produtos perigosos, o
transportador, especificamente neste caso, deverá:

A) informar à autoridade de trânsito ou a outra autoridade

pública mais próxima, pelo meio mais rápido;

B) estar seguro contra movimentos entre volumes e entre

esses e o veículo;

C) conter o rótulo de risco principal correspondente à classe

do produto;

D) verificar se o produto transportado não consta do Anexo II

- Produtos Sujeitos a Licença Especial da Autoridade
Competente;

E) verificar se o transporte está sendo realizado dentro do

itinerário, sem utilizar trechos restritos devidamente
sinalizados, e sem utilização de estacionamento ou
parada restrita.

53. Na Lei nº 8.630, das Instalações Portuárias, no Artigo 4°,
fica assegurado ao interessado o direito de construir,
reformar, ampliar, melhorar, arrendar e explorar instalação
portuária, dependendo: I) de contrato de arrendamento,
celebrado com a União no caso de exploração direta, ou com
sua concessionária, sempre através de licitação, quando
localizada dentro dos limites da área do porto organizado; II)
de autorização do ministério competente, quando se tratar de
terminal de uso privativo, desde que fora da área do porto
organizado, ou quando o interessado for titular do domínio útil
do terreno, mesmo que situado dentro da área do porto
organizado. No Parágrafo 3°, a exploração de instalação
portuária de uso público fica restrita à área:

A) do porto organizado;
B) do pátio de carga e descarga;
C) do galpão da instalação;
D) das rodovias que abastecem o terminal;
E) das plataformas de carga e descarga.

08

54. Como os Estudos Hidrológicos visam primordialmente o
dimensionamento dos dispositivos capazes de conduzir
satisfatoriamente as vazões afluentes, os métodos usuais
empregados buscam a quantificação das descargas através
de procedimentos:

A) estocáticos;
B) físicos;
C) algébricos;
D) matemáticos;
E) randômicos.

55. Para as obras de engenharia (relacionadas a chuvas
intensas), a segurança e durabilidade freqüentemente se
associam a tempo ou período de recorrência, cujo significado
se refere ao espaço de tempo em anos quando
provavelmente ocorrerá um fenômeno de grande magnitude,
pelo menos uma vez. No caso dos dispositivos de drenagem,
este tempo diz respeito a enchentes que orientarão no
dimensionamento, de modo que a estrutura indicada resista a
essas enchentes sem risco de superação, resultando desta
forma a designação usual de descarga:

A) pluviométrica;
B) de deflúvio;
C) de precipitação;
D) de projeto;
E) temporal.

56. Considere o tempo que a chuva que cai em um ponto mais
distante da secção considerada de uma bacia leva para atingir
esta secção. Assim, iniciando a contagem dos tempos no
início da chuva, se esta cobrir toda a bacia, ele mede o tempo
que leva para que toda a bacia contribua para o escoamento
superficial na secção considerada. Este conceito define o
tempo de:

A) escoamento superficial;
B) recorrência;
C) referência;
D) duração;
E) concentração.

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-prova.pdf-html.html

09

57. Na figura abaixo está representada uma planta de um cais
corrido, com um lado acostável. Na figura onde aparece ???,
esta representa a estrutura portuária denominada:

A) dolfim;
B) acostagem;
C) paramento;
D) estaca;
E) defensa.

58. Os maiores navios atualmente em operação têm
capacidade entre sete mil e oito mil TEUs. Apesar da redução
de custos que esses navios permitem, sua utilização é
limitada pela infra-estrutura portuária capaz de recebê-los,
pois quanto maior o navio, maior a exigência de calado dos
canais de acesso e dos berços de atracação dos portos. O
aumento do tamanho dos navios resulta, portanto, em perda
de flexibilidade operacional, pela(o):

A) aumento no tempo parado no porto;
B) aumento do número de equipamentos necessários à sua

operação;

C) aumento nos tempos de carga e descarga;
D) redução do número de portos em que eles podem atracar;
E) dificuldade de conseguir carga para completar o volume

de transporte do navio.

59. Em Terminais Convencionais de Exportação,
c o n s i d e r a n d o - s e

s o m e n t e

t e r m i n a i s

d e

g r a n d e

movimentação de exportação, com um ou mais berços
dedicados exclusivamente aos granéis sólidos e usualmente
movimentando somente um produto por berço, o terminal
mineraleiro situa-se normalmente próximo à jazida ou a um
terminal conectado à mina por via:

A) férrea ou de rodagem;
B) de rodagem ou hidrovia;
C) férrea ou hidrovia;
D) multimodal;
E) terrestre ou teleférico.

60. Dependendo do volume movimentado em cada instalação
portuária, um ou mais berços podem ser dedicados
exclusivamente para granéis sólidos, ou mesmo reservados
para uma carga particular. Geralmente em berços
especializados em granel sólido, para acelerar a operação de
movimentação de carga e, conseqüentemente, a rotatividade
das embarcações, é possível empregar equipamentos de:

A) média capacidade de transferência;
B) mista capacidade de transferência;
C) alta capacidade de transferência;
D) intermediária capacidade de transferência;
E) variada capacidade de transferência.

DISCURSIVA

Desenvolva um texto em torno de 25 a 30 linhas sobre o tema:
Equipamentos para movimentação de cargas em portos.

O texto deverá ser apresentado em parágrafos, sendo que,
para efeito de avaliação deverão ser desenvolvidas
referências:

1- Considerações gerais (definições e tipos de

equipamentos requeridos);

2- Movimentação de carga entre a embarcação e a

plataforma;

3- Movimentação de carga entre a plataforma e a área de

estocagem;

4- Movimentação no interior das áreas de estocagem em

trânsito;

5- Características de operação dos equipamentos.

coseac-2008-codesa-tecnico-de-nivel-superior-engenharia-civil-prova.pdf-html.html

RASCUNHO

10