Prova Concurso - Pedagogia - 2008-PREFEITURA-DE-PAU-DOS-FERROS-RN-PEDAGOGO - COMPERVE - PREFEITURA - 2008

Prova - Pedagogia - 2008-PREFEITURA-DE-PAU-DOS-FERROS-RN-PEDAGOGO - COMPERVE - PREFEITURA - 2008

Detalhes

Profissão: Pedagogia
Cargo: 2008-PREFEITURA-DE-PAU-DOS-FERROS-RN-PEDAGOGO
Órgão: PREFEITURA
Banca: COMPERVE
Ano: 2008
Nível: Superior

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Gabarito

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105 Pedagogo 

1 B 

2 D 

3 D 

4 C 

5 B 

6 A 

7 A 

8 C 

9 D 

10 B 

11 B 

12 C 

13 D 

14 A 

15 C 

16 D 

17 A 

18 B 

19 B 

20 C 

21 D 

22 A 

23 D 

24 B 

25 A 

26 C 

27 D 

28 B 

29 A 

30 C 

 

Prova

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Leia  estas instruções:  

 

1  

Confira  se  os  dados  contidos  na  parte  inferior  desta  capa  estão  corretos  e,  em  seguida,  assine  no 
espaço  reservado  para  isso

.  Caso se  identifique  em  qualquer  outro  local  deste  Caderno,  você  será 

eliminado do Concurso. 

2  

Este  Caderno  contém,  respectivamente  trinta  questões  de  múltipla  escolha  de  Conhecimentos 
Específicos. 

3  

Se  o  Caderno  contiver  alguma  imperfeição  gráfica  que  impeça  a  leitura,  comunique  isso 
imediatamente ao Fiscal. 

4  

Cada questão de múltipla escolha apresenta apenas uma resposta correta.  

5  

Os rascunhos e as marcações feitas neste Caderno não serão considerados para efeito de avaliação. 

6  

Interpretar  as  questões  faz  parte  da  avaliação;  portanto,  não  adianta  pedir  esclarecimentos  aos 
Fiscais. 

7  

Utilize qualquer espaço em branco deste Caderno para rascunhos e não destaque nenhuma folha. 

0 8  

Você  dispõe  de,  no  máximo,  três  horas  e  meia  para  responder  às  questões  de  múltipla  escolha  e 
preencher a Folha de Respostas. 

0 9  

O preenchimento da Folha de Respostas é de sua inteira responsabilidade. 

1 0  

Antes de retirar-se definitivamente da sala, devolva ao Fiscal a Folha de Respostas e este Caderno. 

 

 
 

 

 

 
 
 
 
 
 

 
 

Assinatura do Candidato: ______________________________________________________________ 
 
 

 

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Pref eitura de Pau dos Ferros  

 C onc urs o Públic o 2008 

 Pedagogo 

1

 
 

O b j e t i v a   

   C o n h e c i m e n t o s   E s p e c í f i c o s   

   0 1   a   3 0  

 

01. A  atuação  do  Pedagogo  orienta-se  por  uma  concepção  acerca  do  estatuto  científico  da 

Pedagogia.  Esse  tem  sido  refletido  teoricamente  em  diferentes  perspectiv as.  Dentre  essas, 
considera-se  a  Pedagogia  como  ciência  própria  da  prática  educativ a,  cujo  papel  se  realiza 
atrav és de: 

A) aplicação de proposições de outras ciências sobre os problemas da prática. 

B) análise da problemática educativa e da formalização de teorias para sua superação. 

C) análise sistemática de teorias psicológicas e suas implicações práticas. 

D) reflexão e proposição de tecnologias para a prática educativa.

 

 
 
02. Em seu livro “Pedagogia da Autonomia”, Paulo Freire propõe que a formação e a atuação do 

Educador dev em estar embasadas em conhecimentos científicos e em uma ética. A ética a 
que o autor se refere é a 

A) do puritanismo frente à “nov a ordem econômica e política”. 

B) do respeito da educação ao mercantilismo da “nov a ordem mundial”. 

C) do moralismo frente à diversidade humana. 

D) do respeito à diversidade humana e da retidão.

 

 
 
03. A  atuação  do  Pedagogo,  como  profissional  da  educação,  pauta-se  em  suas  experiências 

formativas,  desenv olvidas  ao  longo  de  sua  história  de  vida.  Nesse  percurso,  o  curso  de 
Pedagogia  destaca-se  como  espaço  central  e  específico  de  formação  do  profissional  da 
educação, contribuindo para 

A) a  formação  de  competências  profissionais  especializadas  e  atualizadas,  v oltadas  para  a 

aplicação de tecnologias educacionais. 

B) a  formação  de  profissionais  autônomos,  detentores  de  saberes  tecnológicos  que  visam  à 

disseminação da cultura vigente. 

C) o  desenv olvimento  de  profissionais  altamente  qualificados  e  autônomos,  para  atuarem, 

nas instituições educativ as, com vistas ao progresso da sociedade. 

D) o desenv olvimento da sua profissionalidade e  profissionalização, v isando à construção  de 

saberes necessários à sua profissão e à sua (relativa) autonomia.

 

 
 
04. As  Diretrizes  Curriculares  Nacionais  para  o  Curso  de  Graduação  em  Pedagogia  (Resolução 

CNE/CP  1/2006)  definem  finalidades  para  esse  curso.  Algumas  dessas  funções  estão 
resumidas  em  uma  das  seguintes  afirmações  quanto  à  finalidade  do  Curso  de  Pedagogia, 
segundo as Diretrizes: 

A) Formação  de  docentes  para  atuar,  exclusiv amente,  em  instituições  escolares,  na 

Educação  Infantil,  nos  anos  iniciais  do  Ensino  Fundamental,  no  Ensino  Médio,  na 
modalidade Normal. 

B) Formação  de  profissionais  para  atuar  como  docentes  em  instituições  públicas  de 

educação, atrav és da aplicação de nov as tecnologias da área educacional. 

C) Formação de professores para exercer funções de magistério-docência que compreendam 

participação  em  ações  de  pesquisa  e  gestão  de  sistemas  e  instituições  educativ as 
escolares e não-escolares. 

D) Formação  de  profissionais  para  exercer  funções  docentes,  em  instituições  escolares  e 

não-escolares,  exclusiv amente,  no  acompanhamento  e  na  av aliação  de  ações  dos 
professores.

 

 
 
 
 

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          Pref eitura de Pau dos Ferros 

 C oncurs o Públic o 2008 

 Pedagogo

 

2

05. As Diretrizes Curriculares Nacionais para  o Curso  de Pedagogia (Resolução  CNE/CP 1/2006) 

definem,  como  uma  das  funções  fundamentais  do  Pedagogo,  a  docência.  Nesse  documento, 
a docência é entendida como 

A) ação  pedagógica  que  se  desenv olve,  de modo  espontâneo  e  democrático,  nas  interações 

entre  professor  e  aluno  e  na  articulação  e  socialização  de  conhecimentos  influenciados 
pelos princípios da Pedagogia. 

B) ação  educativ a  e  processo  pedagógico  metódico  e  intencional,  construído  em  relações 

sociais,  étnico-raciais  e  produtiv as,  as  quais  influenciam  conceitos,  princípios  e  objetiv os 
da Pedagogia. 

C) processo  pedagógico-educativ o  construído  dentro  de  relações  sociais  étnico-raciais 

planejadas  e  controladas  pelo  professor,  nas  quais  são  reproduzidos  conhecimentos  e 
princípios pedagógicos. 

D) ação  sistemática  de  reprodução  de  conhecimentos  e  princípios  pedagógicos, 

desenv olvida em interações sociais entre professores e alunos.

 

 
 
06. Ainda segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Pedagogia, o Pedagogo, 

no exercício da profissão, não  só dev erá atuar com base  em um repertório de informações  e 
habilidades,  composto  por  uma  pluralidade  de  conhecimentos  teóricos  e  práticos,  mas 
também fundamentar-se em princípios de 

A) interdisciplinaridade,  contextualização,  democratização,  pertinência  e  relevância  social, 

ética e sensibilidade afetiva e estética. 

B) individualidade, 

autoridade, 

autonomia, 

relev ância 

pedagógica, 

complexidade, 

dinamicidade e atualidade. 

C) interdisciplinaridade, 

humanidade, 

igualdade, 

espontaneidade, 

racionalidade, 

sociabilidade, previsibilidade e objetividade. 

D) contextualização,  interdisciplinaridade,  centralização,  didatismo,  relev ância  individual  e 

racionalidade técnica e estética.

 

 
 
07. As  atuais  Diretrizes  Curriculares  Nacionais  para  o  curso  de  Pedagogia  propõem  um  conjunto 

de  atribuições  que  precisam  ser  assumidas  pelo  Pedagogo  nos  div ersos  contextos  em  que 
pode atuar.  O quadro a seguir destaca duas dentre essas atribuições: 

 

Atuar  com  ética  e  compromisso,  com  vistas  à  construção  de  uma  sociedade  justa, 
equânime e igualitária. 

II 

Identificar  problemas  socioculturais  e  educacionais,  com  postura  inv estigativ a, 
integrativa  e  propositiv a,  em  face  das  realidades  complexas,  com  vistas  a  contribuir 
para  superação  de  exclusões  sociais,  étnico-raciais,  econômicas,  culturais,  religiosas, 
políticas, e outras. 

III 

Trabalhar, em espaços escolares, visando à  ascensão  social de  sujeitos em diferentes 
nív eis de desenv olvimento e em diversas modalidades do sistema educativo. 

IV 

Perceber  a  div ersidade  humana  e  atuar  conscientemente,  visando  à  uniformidade 
ambiental-ecológica,  étnico-racial,  de  gêneros,  de  faixas  geracionais,  de  classes 
sociais, de religiões, de necessidades especiais, de escolhas sexuais, entre outras. 

 

A opção em que estão indicadas as duas atribuições que aparecem corretamente no quadro, é: 

A) I e II. 

B) I e III. 

C) II e III. 

D) III e IV.

 

 
 
 
 
 

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 C onc urs o Públic o 2008 

 Pedagogo 

3

08. A  educação  brasileira  dev e  ser  pautada  por  princípios  definidos  pela  Constituição 

Federal/1988  e  reafirmados  na  Lei  de  Diretrizes  e  Bases  da  Educação  Nacional  (LDB  nº 
9.394/96). 
Dentre tais princípios, destacam-se: 

A) garantia  da  eficiência  e  eficácia  no  ensino;  gratuidade  do  ensino  em  estabelecimentos 

públicos;  preparo  do  educando  para  o  acesso  à  univ ersidade  e  para  o  exercício  da 
cidadania. 

B) respeito  à  liberdade  e  à  tolerância;  igualdade  de  condições  para  o  acesso  à  educação; 

uniformidade no modo de conceber as teorias educacionais. 

C) liberdade para aprender, ensinar, pesquisar e div ulgar a cultura, o pensamento, a arte e o 

saber; coexistência de instituições públicas e privadas. 

D) atendimento  aos  educandos  com  necessidades  especiais,  preferencialmente,  em 

instituições  especializadas;  garantia  do  padrão  de  qualidade  na  educação  de  jov ens  e 
adultos.

 

 

 

09. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB nº. 9.394/96 – definiu as finalidades 

do  Ensino  Médio,  o  que  dev e  ser  considerado  no  planejamento,  execução  e  av aliação  dos 
programas e projetos desse nív el da educação básica.  

No quadro abaixo, citam-se algumas dessas finalidades. 

 

o  aprimoramento  do  educando,  incluindo  a  formação  ética  e  o  desenv olvimento  da 
autonomia intelectual 

II 

a  compreensão  dos  fundamentos  científico-tecnológicos  dos  processos  produtiv os  e  a 
relação teoria-prática 

III 

a  continuidade  dos  estudos  do  educando  na  educação  básica,  visando  a  seu  ingresso  na 
educação superior e a sua inserção no mercado de trabalho 

IV 

a  ascensão  social  dos  alunos  de  baixa  renda  e  a  sua  preparação  básica  para  o  trabalho, 
perspectiv ando o enfrentamento das demandas da sociedade brasileira 

A opção em que essas finalidades estão indicadas corretamente é: 

A) III e IV. 

B) I e IV. 

C) II e III. 

D) I e II.

 

 

 

10. As  Diretrizes  Curriculares  Nacionais  para  o  Ensino  Médio  (Resolução  CNE/CEB  Nº  3/98,  de 

26  de  junho  de  1998)  determinam  que,  para  a  observ ância  dos  v alores  mencionados  nesse 
documento  legal,  a  prática  administrativa  e  pedagógica  dos  sistemas  de  ensino  e  de  suas 
escolas dev erá ser coerente com princípios estéticos, políticos e éticos.  

Nesse sentido, dev e ser considerada 

A) a  Estética  da  Sensibilidade,  que  dev erá  ensejar  a  padronização  do  modus  faciendi  de 

uma  prática  pedagógica  que  v alorize  a  qualidade  do  trabalho  do  aluno  e  faça  do  lazer  e 
da imaginação um exercício de liberdade responsáv el. 

B) a  Ética  da  Identidade,  que  busca  constituir  identidades  sensív eis  e  igualitárias  no 

testemunho de v alores de seu tempo, praticando um humanismo contemporâneo. 

C) a  Política  da  Igualdade,  que  combate  o  protagonismo  e  todas  as  formas  de  discriminação 

manifestadas  nas  escolas  de  ensino  médio,  cuja  prática  pedagógica  dev erá  pautar-se  no 
respeito ao bem comum. 

D) a  Ética  da  Identidade,  que  dicotomiza  as  esferas  pública  e  priv ada,  incorporando  a 

solidariedade,  a  responsabilidade  e  a  reciprocidade  como  orientadoras  dos  atos  da  vida 
profissional.

 

 

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          Pref eitura de Pau dos Ferros 

 C oncurs o Públic o 2008 

 Pedagogo

 

4

11. O currículo do Ensino Médio dev erá conter uma Base Nacional Comum, a ser complementada 

por uma Parte Diversificada (Art. 26 da LDB nº 9.394/96). 
A Base Nacional Comum dos currículos do Ensino Médio será organizada em áreas de 
conhecimento, tais como: 

 

Linguagens, Códigos e suas tecnologias 

II 

Língua Materna (para populações indígenas e migrantes) e suas tecnologias 

III 

Ciências, Geografia, História, Matemática e suas tecnologias 

IV 

Ciências Humanas e suas tecnologias 

A  opção  em  que  estão  indicadas  corretamente  algumas  das  Áreas  de  Conhecimento  do 
Ensino Médio é: 

A) I e III.   

 

 

 

C) II e III. 

B) I e IV.   

 

 

 

D) II e IV.

 

 
 
12. O  Conselho  Nacional  de  Educação  instituiu  as  Diretrizes  Curriculares  Nacionais  para  o 

Ensino Médio (Resolução CNE/CEB Nº 3/98, de 26 de junho de 1998).  

No  cumprimento  do  que  determinam  as  referidas  diretrizes,  as  escolas  de  Ensino  Médio 
dev erão 

A) ter  presente  que  os  conteúdos  curriculares  são  fins  em  si  mesmos.  para  que  sejam 

constituídas competências cognitiv as ou sociais, priorizando-as sobre as informações. 

B) adotar  metodologias  de  ensino  padronizadas,  objetivando  a  mobilização  do  raciocínio,  a 

solução de problemas e outras competências cognitivas superiores. 

C) reconhecer  que  as  situações  de  aprendizagem,por  prov ocarem  também  sentimentos, 

requerem que se trabalhe a afetividade do aluno. 

D) ter  presente  que  os  conteúdos  curriculares  não  são  fins  em  si  mesmos.  para  que  sejam 

constituídas  competências  cognitiv as  ou  sociais,  priorizando-se.  sobre  essas,  as 
informações.

 

 
 
13. 
“A  Educação  de  Jov ens  e  Adultos  será  destinada  àqueles  que  não  tiv eram  acesso  ou 

continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria” (Art. 37 da LDB nº 
9.394/96). 
Assim sendo, e de acordo com os documentos legais que normatizam essa questão, 

 

o  direito  de  menores  emancipados  para  os  atos  da  vida  civil  também  se  aplica  para  o  da 
prestação de exames supletiv os. 

II 

a  idade  mínima  para  a  inscrição  e  realização  de  exames  supletiv os  de  conclusão  do  ensino 
médio é 19 anos completos, após a ampliação do ensino fundamental para nov e anos. 

III  a língua estrangeira é componente obrigatório na oferta e prestação de exames supletiv os. 

IV 

a  idade  mínima  para  a  inscrição  e  realização  de  exames  supletiv os  de  conclusão  do  ensino 
médio é 18 anos completos. 

Das afirmativas acima, 

A) todas são corretas.    

 

 

 

C) apenas I é correta. 

B) apenas I e II são corretas.    

 

 

D) apenas III e IV são corretas. 

 

 
 
14. Os

 

Parâmetros  Curriculares  Nacionais  do  Ensino  Médio,  produzidos  pelo  Ministério  da 

Educação, definem-se como um documento

  

A) de natureza indicativa e interpretativa. 

B) de caráter mandatório. 

C) de natureza legal, portanto obrigatório. 

D) de caráter normativ o-ético.

 

 

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 C onc urs o Públic o 2008 

 Pedagogo 

5

15. A prática educativa, nas diferentes instâncias em que se realiza, visa propiciar aprendizagens 

e contribuir para o desenv olvimento dos sujeitos em todas as dimensões. Compreender como 
se  processa  o  desenv olvimento  humano  e  sua  relação  com  a  aprendizagem  é  fundamental 
para  a  atuação  do  pedagogo-educador.  Nas  abordagens  da  Psicologia,  essa  relação  é 
concebida de modos div ersos.  
No quadro abaixo estão agrupados, em dois pares de colunas, respectiv amente, abordagens 
do  desenv olvimento  humano  e  a  concepção  da  relação  desenv olvimento/aprendizagem, 
segundo cada uma das abordagens.  

Abordagem comportamentalista 

desenv olvimento 

é 

sinônimo 

de 

aprendizagem. 

II 

Abordagem piagetiana 

Desenv olvimento 

aprendizagem 

não 

se 

relacionam. 

III 

Abordagem inatista-maturacionista 

A aprendizagem determina o desenv olvimento. 

IV 

Abordagem v ygotskiana 

A aprendizagem precede o desenv olvimento. 

 

A abordagem e a concepção estão corretamente correlacionadas em: 

A) II e III 

B) I e II 

C) I e IV  

D) III e IV

 

 
 

16. As  proposições  das  abordagens  teóricas  sobre  aprendizagem  e  desenv olvimento  não  podem 

ser  transpostas  para  a  prática  educativ a  como  “métodos”,  mas  propiciam  referências  para  o 
Pedagogo  compreender  os  processos  de  ensino-aprendizagem  e  neles  interv ir.  Uma  das 
idéias básicas  das abordagens interacionistas  em relação à apropriação  de conhecimentos é 
de que este resulta de 

A) interações  entre  o  sujeito  e  os  conhecimentos  de  seu  meio  social,  atrav és  de  ações 

autônomas  e  construtiv as  em  um  processo  que  tem  por  base  os  conhecimentos  prév ios 
dos sujeitos mais experientes. 

B) interações  entre  o  sujeito  e  os  outros  do  meio  ambiente,  mediadas  pelas  experiências 

ativas  e  espontâneas,  em  um  processo  harmonioso  e  ascendente  de  construção  de 
conhecimentos. 

C) interações  em  que  os  sujeitos  mais  experientes  propiciam  experiências  individuais  aos 

sujeitos aprendizes, atrav és da transmissão dos conhecimentos a serem adquiridos. 

D) interações entre o sujeito e as práticas do meio sociocultural, mediadas pelos outros mais 

experientes  e  pela  linguagem,  em  que  as  experiências/ações  com  os  conhecimentos  têm 
como base suas apropriações prévias.

 

 
 

17. O  desenv olvimento  humano,  segundo  Piaget,  pode  ser  explicado  pelos  chamados  Fatores  do 

Desenv olvimento: 

Fatores biológicos;  

II 

Experiência com os objetos;  

III 

Equilibração; 

IV 

Fatores  sociais  de  transmissão  educativ a  e 
cultural; 

Fatores sociais de coordenação interindividual; 

Quanto aos fatores de desenv olvimento listados acima, 

A) todos são corretos.   

 

 

C) IV fator é incorreto. 

B) apenas III fator é correto.  

 

 

D) I, II e III são incorretos.

 

 

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18. Segundo  os  princípios  das  abordagens  interacionistas,  o  ensino  pode  contribuir  efetivamente 

para as aprendizagens quando env olv e: 

A) atividades  intencionais  e  assistemáticas  v oltadas  para  os  conhecimentos  prévios  do 

aprendiz  e  para  seus  interesses  espontâneos,  atrav és  de  diálogo  constante  entre  ele  e 
seus pares, em seu contexto real. 

B) intencionalidade  e  sistematização  de  atividades;  proposição  de  desafios-problemas  que 

gerem  necessidade  e  interesse  e  articulem  o  contexto  real  dos  educandos  com  os 
conhecimentos  sistematizados,  mediante  interação  constante  entre  alunos,  professores  e 
conhecimentos. 

C) organização  de  atividades  direcionadas  para  a  resolução  de  problemas  pelos  alunos, 

considerando-se,  essencialmente, seus conhecimentos prévios e o  diálogo constante com 
seu contexto real. 

D) intencionalidade  e  sistematização  de  atividades  problematizadoras  que  gerem  desafios,  a 

partir  da  estrutura  dos  conhecimentos  sistematizados  e  do  diálogo  constante  dos  alunos 
com tais conhecimentos.

 

 
 

19. Paulo  Freire,  no  livro  “Pedagogia  da  Autonomia”,  afirma  que  ‘ensinar  não  é  transferir 

conhecimentos’, mas criar as possibilidades para 

A) a sua socialização ou comunicação. 

B) a sua própria produção ou construção. 

C) a sua assimilação ou acomodação. 

D) a sua apropriação ou internalização.

 

 

 

20. São  muitas  as  interpretações  acerca  do  fracasso  escolar.  Contudo,  os  documentos  oficiais 

mais atuais, embasados nas premissas de respeitáv eis educadores, assinalam que 

o  fracasso  escolar  é  determinado  por  fatores  endógenos  e  fatores  exógenos  à 
instituição escolar. 

II 

a  condição  de  classe  do  aluno  é  o  único  fator  que  determina  o  fracasso  escolar;  por 
essa razão, a grande incidência de fracasso acontece na escola pública. 

III 

a  aprov ação  do  aluno  que  não  aprendeu,  atrav és  da  promoção  automática,  também  se 
constitui em fracasso escolar. 

IV  o fracasso escolar é parte da seleção natural entre os indivíduos. 

Das afirmativas acima, 

A) apenas II é corretas.   

 

 

 

C) apenas I e III são corretas.  

B) apenas I e II são corretas.    

 

 

D) todas são corretas.

 

 
 
21. Um  sistema  educacional  comprometido  com  o  desenv olvimento  e  com  a  aprendizagem  do 

aluno  se  expressa  pela  qualidade  das  relações  ali  estabelecidas  e  pela  profundidade  dos 
saberes  constituídos.  Nesse  sentido,  a  av aliação  pode  ser  uma  referência  para  análise  e 
redimensionamento dos seus propósitos. 

Para isso, a av aliação 

A) dev e ter o caráter de terminalidade e de medição de conteúdos aprendidos. 

B) dev e  focalizar  o  controle  externo  dos  alunos,  mediante  notas  ou  conceitos,  para  se 

constituir como parte integrante do processo educacional. 

C) dev e  ser  interpretada  como  um  momento  de  observ ação  de  um  processo  linear  de 

aquisição de conhecimentos. 

D) dev e  acontecer  processualmente,  como  elemento  integrador  entre  a  aprendizagem  e  o 

ensino.

 

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22. O  Ministério  da  Educação  instituiu  o  Exame  Nacional  de  Ensino  Médio  (ENEM),  como 

procedimento de av aliação dos alunos, em grande escala. 

Dentre outros aspectos, os documentos oficiais que normatizam o ENEM determinam que 

A) os  alunos  legalmente  habilitados  à  av aliação  do  ENEM  poderão  participar  dos  exames 

quantas v ezes considerarem de sua conv eniência. 

B) a participação no ENEM pode substituir a certificação de conclusão do ensino médio. 

C) as  instituições  de  educação  superior  do  setor  privado  estão  proibidas  de  utilizar  os 

resultados do ENEM como critério de seleção a suas v agas. 

D) o  INEP  dev e  utilizar  os  resultados  do  ENEM,  para  fins  de  seleção,  classificação  ou 

premiação.

 

 

23. Na  atualidade,  caracterizada  pela  facilidade  de  acesso  às  informações,  faz-se  necessário, 

aos  indiv íduos,  a  construção  de  significados  sobre  essas.  O  projeto  pedagógico  dev e  incluir 
experiências que capacitem os educandos a 

A) absorv erem  as  informações  v eiculadas  constantemente  pela  mídia  e,  a  partir  delas, 

julgarem  criticamente,  e  dentro  de  uma  visão  de  conjunto,  sua  vida  prática  e  suas 
relações sociais. 

B) apropriarem-se  quantitativ amente  de  informações  disponív eis  atrav és  da  mídia, 

mantendo-se  atualizados  com  a  permanente  transformação  dos  conhecimentos  e  da  vida 
prática. 

C) julgarem  as  significações  de  sua  v ida  prática,  mediante  as  informações  v eiculadas  pela 

mídia. 

D) refletirem  e  julgarem,  de  modo  crítico  e  com  visão  de  conjunto,  a  pertinência  das 

informações  e  dos  conhecimentos  v eiculados  pela  mídia,  para  aplicá-los  na  vida  prática, 
seja nas relações sociais, seja no mundo do trabalho.

 

 
 

24. Entre  as  funções  que  podem  ser  assumidas  pelo  Pedagogo,  na  escola,  encontra-se  a  de 

Coordenador  Pedagógico.  Algumas  das  atividades  por  ele  desenv olvidas,  embora  façam 
parte  da  dinâmica  da  escola,  não  podem  ser  consideradas  inerentes  à  sua  função, 
caracterizando-se como ‘desvio de função’. 

É, pois, da responsabilidade do Coordenador Pedagógico 

A) o preenchimento de diários de classe. 

B) a formação continuada dos professores na escola. 

C) a decisão final sobre reprov ação de alunos. 

D) a superv isão dos serviços da biblioteca e da secretaria da escola.

 

 
 

25. A organização do Projeto Pedagógico, no Ensino Médio, deve considerar 

A)  a interdisciplinaridade entre as áreas de conhecimento, suas estruturas, suas tecnologias 

e  suas  disciplinas,  e  a  contextualização  –  a  partir  dos  problemas  da  realidade  pessoal  e 
social dos alunos –  das competências que eles dev erão desenv olver. 

B) a estrutura das áreas de conhecimento e as tecnologias do mundo do trabalho, a partir da 

vida prática do educando e suas relações sociais. 

C) as  competências  que  os  alunos  dev em  construir  relativ amente  a  cada  disciplina 

acadêmica, de modo contextualizado pelas estruturas  das áreas de conhecimento, em um 
processo interdisciplinar. 

D) as áreas de conhecimento, com suas estruturas e tecnologias, de modo independente das 

competências  que  os  educandos  dev em  desenvolv er  frente  ao  mundo  do  trabalho  e  aos 
problemas de sua realidade pessoal.

 

 
 

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26. A  atuação  do  Pedagogo  na  construção  do  Projeto  Pedagógico  para  o  Ensino  Médio  precisa 

orientar a organização de conteúdos e atividades por princípios de 

A) identidade;  dinamicidade  e  atualização  e  articulação  com  os  interesses  do  mercado  de 

trabalho. 

B) individualidade  e  socialização;  estabilidade;  interdisciplinaridade,  contextualização  e 

significação. 

C) identidade  e  div ersidade;  atualização  permanente;  interdisciplinaridade,  contextualização 

e significação. 

D) identidade e diversidade; disciplinaridade e especialização.

 

 
 

27. A gestão do Projeto Político-pedagógico do Ensino dev e orientar-se por princípios de 

A) autonomia  e  descentralização  no  gerenciamento  das  ações  relativas  aos  resultados  do 

processo. 

B) autonomia e centralização de ações v isando a resultados positivos. 

C) coletivização  e  centralização  das  ações  e  decisões  relativ as  aos  processos  e  resultados 

da instituição. 

D) descentralização,  autonomia  e  coletivização  das  ações,  considerando-se  seus  processos 

e resultados.

 

 
 

28. A  efetivação  do  Projeto  Pedagógico  de  uma  instituição  educacional  vincula-se  a  múltiplos 

fatores  intra  e  extra-escolares,  tais  como  financiamento  e  formação  dos  profissionais 
responsáv eis.  As  exigências  feitas  atualmente  ao  professor  do  Ensino  Médio  requerem  uma 
gestão  comprometida  com  a formação  continuada.  Essa  formação  precisa  orientar-se  para  a 
construção de 

A) identidade  profissional  e  pessoal,  atrav és  do  desenv olvimento  de  competências  técnicas 

que  lhes  possibilite  atender  às  demandas  da  sociedade  frente  ao  produto  dos  processos 
pedagógicos. 

B) identidade  pessoal,  social  e  profissional,  mediante  o  exercício  de  práticas  cotidianas  de 

participação, ação e reflexão sobre o Projeto Pedagógico, seus processos e produtos. 

C) identidade  pessoal  e  profissional,  atrav és  do  exercício  de  práticas  e  do  desenv olvimento 

de  competências,  de  ação  e  reflexão  sobre  o  Projeto  Pedagógico,  com  vistas  a  produzir 
resultados quantitativamente positiv os. 

D) identidade  profissional,  pessoal  e  social,  mediante  a  participação  ativa  nos  processos 

relativos à construção do Projeto Político pedagógico.

 

 
 

29. A  construção  do  Projeto  Político-pedagógico  em  uma  instituição  de  ensino  de  Nív el  Médio 

constitui um desafio aos profissionais e, em especial, ao Pedagogo. Nesse sentido, sua ação 
precisa env olv er 

A) reflexão  sobre  as  relações  entre  a  escola  e  o  contexto  sócio-econômico-político  e 

compreensão  dos  pressupostos  que  embasam  a  construção  de  um  Projeto  Político-
Pedagógico emancipador. 

B) articulação dos processos  da escola com os  ditames do mundo  socioeconômico, de modo 

a  embasar  a  construção  do  Projeto  Político-pedagógico  na  atualidade  das  demandas  do 
mercado de trabalho. 

C) reflexão  sobre  as  relações  entre  a  escola  e  o  contexto  social  dos  alunos,  com  vistas  à 

construção de um Projeto Político-pedagógico emancipado dos ditames do contexto sócio-
econômico-político. 

D) reflexão  sobre  as  relações  entre  a  escola  e  a  comunidade  onde  está  inserida  e 

compreensão  dos  pressupostos  que  embasam  a  construção  de  um  Projeto  Político-
pedagógico comprometido com as demandas econômicas da sociedade.

 

 
 

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30. O  Projeto  Político-pedagógico  (PPP),  entendido  como  a  efetiv a  organização  do  trabalho 

pedagógico da escola, dev erá ser construído com base nos seguintes princípios:  

autonomia e alteridade 

II 

igualdade e qualidade 

III 

valorização do magistério 

IV 

ação-reflexão-ação 

Em relação aos princípios listados acima, 

A) apenas I e IV são corretos. 

B) I e II são incorretos. 

C) todos são corretos. 

D) apenas II e III são corretos.