Prova Concurso - Engenharia - 2008-PREFEITURA-DE-RECIFE-PE-ANALISTA-DE-DEFESA-CIVIL-ARQUITETURA - IPAD - PREFEITURA - 2008

Prova - Engenharia - 2008-PREFEITURA-DE-RECIFE-PE-ANALISTA-DE-DEFESA-CIVIL-ARQUITETURA - IPAD - PREFEITURA - 2008

Detalhes

Profissão: Engenharia
Cargo: 2008-PREFEITURA-DE-RECIFE-PE-ANALISTA-DE-DEFESA-CIVIL-ARQUITETURA
Órgão: PREFEITURA
Banca: IPAD
Ano: 2008
Nível: Superior

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Gabarito

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

AGENTE OPERACIONAL - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

E

21

B

2

A

22

C

3

C

23

C

4

E

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B

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B

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B

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A

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B

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B

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B

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E

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E

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A

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E

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C

39

A

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D

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C

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DEFESA CIVIL - ARQUITETURA - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

E

2

A*

27

A

3

E

28

C

4

C

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D

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B

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A

6

D

31

A

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C

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C

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E

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B

34

B

10

B

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C

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ANULADA

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C

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D

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E

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D

38

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B

39

C

15

C

40

B

16

D

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D

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A

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B

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C

43

C

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E

20

D

45

A

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ANULADA

22

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E

23

C

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D

24

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B

25

C

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E

* A QUESTÃO 2 FOI ALTERADA PARA A ALTERNATIVA "A"

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DEFESA CIVIL - ENGENHARIA CIVIL - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

D

2

E

27

D

3

B

28

A

4

C

29

E

5

C

30

E

6

E

31

E

7

C

32

C

8

D

33

E

9

C

34

A*

10

B

35

A

11

C

36

D

12

B

37

D

13

D

38

C

14

C

39

D*

15

B

40

E

16

A

41

D

17

ANULADA

42

B

18

ANULADA

43

C

19

ANULADA

44

E

20

C

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A

21

B

46

ANULADA

22

E

47

E

23

A

48

D

24

A

49

B

25

E

50

E

* A QUESTÃO 34 FOI ALTERADA PARA A ALTERNATIVA "A"
* A QUESTÃO 39 FOI ALTERADA PARA A ALTERNATIVA "D"

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DEFESA CIVIL - GEOGRAFIA - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

E

2

E

27

B

3

B

28

B

4

C

29

C

5

C

30

D

6

E

31

E

7

C

32

A

8

D

33

C

9

C

34

A

10

B

35

E

11

D

36

C

12

E

37

A

13

C

38

D

14

E

39

E

15

D

40

A

16

E

41

D

17

A

42

B

18

A

43

C

19

E

44

E

20

C

45

A

21

B

46

ANULADA

22

E

47

E

23

D

48

D

24

B

49

B

25

C

50

E

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DEFESA CIVIL - GEOLOGIA - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

B

2

E

27

C

3

B

28

D

4

C

29

B

5

C

30

E

6

E

31

C

7

C

32

B

8

D

33

D

9

C

34

ANULADA

10

B

35

E

11

ANULADA

36

B

12

E

37

C

13

B

38

E

14

D

39

B

15

A

40

D

16

C

41

D

17

D

42

B

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A

43

C

19

A

44

E

20

D

45

A

21

C

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ANULADA

22

B

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E

23

E

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D

24

A

49

B

25

E

50

E

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DEFESA CIVIL - PSICOLOGIA - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

B

2

E

27

C

3

B

28

E

4

C

29

E

5

C

30

B

6

E

31

A

7

C

32

C

8

D

33

C

9

C

34

E

10

B

35

D

11

A

36

A

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C

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B

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A

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E

39

A

15

B

40

B

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C

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C

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E

44

E

20

E

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B

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A

48

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A

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B

25

B

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E

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DEFESA CIVIL - Q. INDUSTRIAL/E. QUÍMICA - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

C

2

E

27

B

3

B

28

B

4

C

29

D

5

C

30

E

6

E

31

E

7

C

32

D

8

D

33

A

9

C

34

B

10

B

35

A

11

A

36

C

12

D

37

C

13

E

38

D

14

C

39

A

15

C

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C

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B

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D

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E

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B

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B

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E

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A

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B

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B

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B

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E

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DEFESA CIVIL - SERVIÇO SOCIAL - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

D

2

E

27

E

3

B

28

D

4

C

29

B

5

C

30

B

6

E

31

C

7

C

32

C

8

D

33

C

9

C

34

D

10

B

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C

11

D

36

C

12

D

37

E

13

C*

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B

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E

39

E

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E

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C

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E

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B

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B

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B

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E

* A QUESTÃO 13 FOI ALTERADA PARA A ALTERNATIVA "C"

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DESENV URBANO - ARQUITETURA - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

E

2

A*

27

A

3

E

28

A

4

C

29

C

5

B

30

D

6

D

31

A

7

C

32

A

8

C

33

C

9

B

34

B

10

B

35

E

11

ANULADA

36

C

12

D

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D

13

D

38

B

14

B

39

C

15

C

40

A

16

D

41

D

17

A

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B

18

C

43

C

19

C

44

E

20

D

45

A

21

D

46

ANULADA

22

ANULADA

47

E

23

C

48

D

24

ANULADA

49

B

25

C

50

E

* A QUESTÃO 2 FOI ALTERADA PARA A ALTERNATIVA "A"

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DESENV URBANO - DIREITO - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

E

2

E

27

D

3

A

28

E

4

B

29

C

5

E

30

D

6

C

31

E

7

D

32

A

8

B

33

C

9

C

34

B

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A

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D

11

D

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B

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B

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E

13

D

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D

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ANULADA

39

C

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ANULADA

40

B

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D

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A

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B

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ANULADA

43

C

19

C

44

E

20

B

45

A

21

E

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ANULADA

22

A

47

E

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B

48

D

24

E

49

B

25

ANULADA

50

E

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DESENV URBANO - ENGENHARIA CARTOGRÁFICA - TIPO 

1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

A

2

E

27

B

3

A

28

C

4

B

29

B

5

E

30

A

6

C

31

A

7

D

32

B

8

B

33

B

9

C

34

E

10

A

35

ANULADA

11

A

36

C

12

D

37

A

13

D

38

B

14

E

39

A

15

C

40

A

16

D

41

D

17

B

42

B

18

C

43

C

19

A

44

E

20

ANULADA

45

A

21

B

46

ANULADA

22

C

47

E

23

E

48

D

24

A

49

B

25

C

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E

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DESENV URBANO - ENGENHARIA CIVIL - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

D

2

E

27

D

3

A

28

A

4

B

29

E

5

E

30

E

6

C

31

E

7

D

32

C

8

B

33

E

9

C

34

B

10

A

35

A

11

C

36

D

12

B

37

D

13

D

38

C

14

C

39

D*

15

B

40

E

16

A

41

D

17

ANULADA

42

B

18

ANULADA

43

C

19

ANULADA

44

E

20

C

45

A

21

B

46

ANULADA

22

E

47

E

23

A

48

D

24

A

49

B

25

E

50

E

* A QUESTÃO 39 FOI ALTERADA PARA A ALTERNATIVA "D"

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DESENV URBANO - SERVIÇO SOCIAL - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

D

2

E

27

B

3

D

28

B

4

D

29

C

5

E

30

C

6

E

31

C

7

C

32

D

8

A

33

C

9

D

34

C

10

D

35

E

11

C

36

D

12

E

37

C

13

B

38

B

14

D

39

E

15

D

40

E

16

C

41

D

17

B

42

B

18

D

43

C

19

D

44

E

20

A

45

A

21

E

46

ANULADA

22

B

47

E

23

B

48

D

24

D

49

B

25

E

50

E

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DESENV. AMBIENTAL - ADMINISTRAÇÃO - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

D

2

E

27

C

3

C

28

D

4

E

29

B

5

E

30

D

6

B

31

E

7

C

32

B

8

C

33

E

9

E

34

E

10

B

35

A

11

D

36

A

12

E

37

B

13

B

38

A

14

E

39

E

15

A

40

D

16

C

41

D

17

C

42

B

18

C

43

C

19

C

44

E

20

A

45

A

21

B

46

ANULADA

22

B

47

E

23

C

48

D

24

D

49

B

25

A

50

E

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DESENV. AMBIENTAL - AGRONOMIA - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

D

2

E

27

C

3

C

28

E

4

E

29

B

5

E

30

E

6

B

31

E

7

C

32

D

8

C

33

E

9

E

34

A

10

B

35

C

11

C

36

D

12

B

37

D

13

D

38

C

14

E

39

D

15

C

40

E

16

A

41

D

17

ANULADA

42

B

18

C

43

C

19

D

44

E

20

D

45

A

21

A

46

ANULADA

22

C

47

E

23

C

48

D

24

E

49

B

25

A

50

E

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DESENV. AMBIENTAL - ARQUITETURA - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

E

2

A*

27

A

3

E

28

C

4

C

29

D

5

B

30

A

6

D

31

A

7

C

32

C

8

C

33

E

9

B

34

C

10

B

35

E

11

ANULADA

36

E

12

D

37

B

13

D

38

C

14

B

39

C

15

C

40

B

16

D

41

D

17

A

42

B

18

C

43

C

19

C

44

E

20

D

45

A

21

D

46

ANULADA

22

ANULADA

47

E

23

C

48

D

24

ANULADA

49

B

25

C

50

E

* A QUESTÃO 2 FOI ALTERADA PARA A ALTERNATIVA "A"

ipad-2008-prefeitura-de-recife-pe-analista-de-defesa-civil-arquitetura-gabarito.pdf-html.html

PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DESENV. AMBIENTAL - CIÊNCIAS BIOLÓGICAS - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

D

2

E

27

B

3

C

28

A

4

E

29

E

5

E

30

C

6

B

31

E

7

C

32

B

8

C

33

B

9

E

34

C

10

B

35

E

11

A

36

A

12

E

37

D

13

D

38

E

14

A

39

C

15

B

40

A

16

ANULADA

41

D

17

A

42

B

18

A

43

C

19

B

44

E

20

A

45

A

21

D

46

ANULADA

22

C

47

E

23

C

48

E

24

B

49

B

25

C

50

E

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DESENV. AMBIENTAL - DIREITO - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

E

2

E

27

D

3

C

28

E

4

E

29

C

5

E

30

D

6

B

31

E

7

C

32

A

8

C

33

C

9

E

34

B

10

B

35

D

11

D

36

B

12

B

37

E

13

D

38

D

14

ANULADA

39

C

15

ANULADA

40

B

16

ANULADA

41

D

17

A

42

B

18

ANULADA

43

C

19

C

44

E

20

B

45

A

21

E

46

ANULADA

22

A

47

E

23

B

48

D

24

E

49

B

25

ANULADA

50

E

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DESENV. AMBIENTAL - ENG FLORESTAL - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

D

26

B

2

C

27

C

3

B

28

B

4

A

29

E

5

E

30

C

6

D

31

C

7

E

32

E

8

ANULADA

33

C

9

B

34

E

10

B

35

E

11

E

36

B

12

B

37

C

13

E

38

C

14

D

39

E

15

E

40

B

16

A

41

D

17

C

42

B

18

D

43

C

19

B

44

E

20

C

45

A

21

C

46

ANULADA

22

B

47

E

23

E

48

D

24

D

49

B

25

A

50

E

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DESENV. AMBIENTAL - ENG. CARTOGRÁFICA - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

A

2

E

27

B

3

C

28

C

4

E

29

B

5

E

30

A

6

B

31

A

7

C

32

B

8

C

33

B

9

E

34

E

10

B

35

ANULADA

11

A

36

C

12

D

37

A

13

D

38

B

14

E

39

A

15

C

40

A

16

D

41

D

17

B

42

B

18

C

43

C

19

A

44

E

20

ANULADA

45

A

21

B

46

ANULADA

22

C

47

E

23

E

48

D

24

A

49

B

25

C

50

E

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DESENV. AMBIENTAL - ENGENHARIA CIVIL - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

D

2

E

27

D

3

C

28

A

4

E

29

E

5

E

30

E

6

B

31

E

7

C

32

C

8

C

33

E

9

E

34

B

10

B

35

A

11

C

36

D

12

B

37

D

13

D

38

C

14

C

39

D*

15

B

40

E

16

A

41

D

17

ANULADA

42

B

18

ANULADA

43

C

19

ANULADA

44

E

20

C

45

A

21

B

46

ANULADA

22

E

47

E

23

A

48

D

24

A

49

B

25

E

50

E

* A QUESTÃO 39 FOI ALTERADA PARA A ALTERNATIVA "D"

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DESENV. AMBIENTAL - GEOGRAFIA - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

E

2

E

27

B

3

C

28

B

4

E

29

C

5

E

30

D

6

B

31

E

7

C

32

A

8

C

33

C

9

E

34

A

10

B

35

E

11

D

36

C

12

A

37

A

13

E

38

D

14

C

39

E

15

E

40

A

16

D

41

D

17

E

42

B

18

A

43

C

19

E

44

E

20

C

45

A

21

B

46

ANULADA

22

E

47

E

23

D

48

D

24

B

49

B

25

C

50

E

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DESENV. AMBIENTAL - GEOLOGIA - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

B

2

E

27

C

3

C

28

D

4

E

29

B

5

E

30

E

6

B

31

C

7

C

32

B

8

C

33

D

9

E

34

ANULADA

10

B

35

E

11

ANULADA

36

B

12

E

37

C

13

B

38

E

14

D

39

B

15

A

40

D

16

C

41

D

17

D

42

B

18

A

43

C

19

A

44

E

20

D

45

A

21

C

46

ANULADA

22

B

47

E

23

E

48

D

24

A

49

B

25

E

50

E

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DESENV. AMBIENTAL - PEDAGOGIA - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

A

2

E

27

C

3

C

28

E

4

E

29

D

5

E

30

C

6

B

31

C

7

C

32

D

8

C

33

D

9

E

34

C

10

B

35

B

11

A

36

C

12

E

37

D

13

E

38

C

14

E

39

D

15

D

40

D

16

B

41

D

17

E

42

B

18

C

43

C

19

C

44

E

20

A

45

A

21

E

46

ANULADA

22

D

47

E

23

D

48

D

24

C

49

B

25

C

50

E

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DESENV. AMBIENTAL - QUÍMICA INDUSTRIAL - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

C

2

E

27

B

3

C

28

B

4

E

29

D

5

E

30

E

6

B

31

E

7

C

32

D

8

C

33

A

9

E

34

B

10

B

35

A

11

A

36

C

12

D

37

C

13

E

38

D

14

C

39

A

15

C

40

C

16

B

41

D

17

E

42

B

18

B

43

C

19

A

44

E

20

D

45

A

21

C

46

ANULADA

22

A

47

E

23

E

48

D

24

B

49

B

25

B

50

E

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ANALISTA DE DESENV. AMBIENTAL - SERVIÇO SOCIAL - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

C

26

D

2

E

27

B

3

D

28

B

4

C

29

C

5

E

30

C

6

C

31

C

7

E

32

D

8

B

33

C

9

D

34

C

10

D

35

E

11

C

36

D

12

E

37

C

13

B

38

B

14

D

39

E

15

D

40

E

16

C

41

D

17

B

42

B

18

D

43

C

19

D

44

E

20

A

45

A

21

E

46

ANULADA

22

B

47

E

23

B

48

D

24

D

49

B

25

E

50

E

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ASSISTENTE TÉCNICO DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇOS - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

A

26

B

2

C

27

C

3

E

28

D

4

D

29

D

5

A

30

C

6

E

31

C

7

E

32

B

8

B

33

D

9

B

34

D

10

D

35

E

11

A

36

D

12

C

37

E

13

A

38

E

14

B

39

E

15

C

40

B

16

A

41

E

17

C

42

A

18

D

43

C

19

B

44

E

20

C

45

D

21

B

46

A

22

A

47

C

23

E

48

B

24

D

49

B

25

ANULADA

50

E

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ASSISTENTE TÉCNICO DE CONTROLE AMBIENTAL - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

E

26

D

2

A

27

B

3

C

28

D

4

E

29

C

5

D

30

E

6

A

31

A

7

C

32

C

8

B

33

E

9

B

34

C

10

E

35

B

11

C

36

B

12

A

37

A

13

C

38

D

14

D

39

E

15

C

40

B

16

A

41

E

17

D

42

D

18

A

43

B

19

D

44

C

20

A

45

A

21

B

46

B

22

B

47

E

23

C

48

E

24

D

49

C

25

A

50

C

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ASSISTENTE TÉCNICO DE CONTROLE URBANO - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

E

26

A

2

A

27

E*

3

C

28

A

4

E

29

A

5

D

30

A

6

A

31

B

7

C

32

A

8

B

33

B

9

B

34

A

10

E

35

A

11

A

36

A

12

A

37

A

13

A

38

A

14

A

39

A

15

A

40

A*

16

A

41

B*

17

A

42

ANULADA

18

A

43

A

19

A

44

A

20

A

45

A

21

C

46

A

22

B*

47

A

23

E*

48

A

24

A

49

A

25

D

50

A

* A QUESTÃO 22 FOI ALTERADA PARA A ALTERNATIVA "B"

* A QUESTÃO 23 FOI ALTERADA PARA A ALTERNATIVA "E"
* A QUESTÃO 27 FOI ALTERADA PARA A ALTERNATIVA "E"

* A QUESTÃO 40 FOI ALTERADA PARA A ALTERNATIVA "A"

* A QUESTÃO 41 FOI ALTERADA PARA A ALTERNATIVA "B"

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PREFEITURA DA CIDADE DO RECIFE - S.P.P.O.D.U.A. - 2008

GABARITO DEFINITIVO

ASSISTENTE TÉCNICO DE DEFESA CIVIL - TIPO 1

QUESTÃO ALTERNATIVA QUESTÃO ALTERNATIVA

1

E

26

A

2

A

27

E*

3

C

28

A

4

E

29

A

5

D

30

A

6

A

31

B

7

C

32

A

8

B

33

B

9

B

34

A

10

E

35

A

11

A

36

A

12

A

37

A

13

A

38

A

14

A

39

A

15

A

40

A*

16

A

41

B*

17

A

42

ANULADA

18

A

43

A

19

A

44

A

20

A

45

A

21

C

46

A

22

B*

47

A

23

E*

48

A

24

A

49

A

25

D

50

A

* A QUESTÃO 22 FOI ALTERADA PARA A ALTERNATIVA "B"

* A QUESTÃO 23 FOI ALTERADA PARA A ALTERNATIVA "E"
* A QUESTÃO 27 FOI ALTERADA PARA A ALTERNATIVA "E"

* A QUESTÃO 40 FOI ALTERADA PARA A ALTERNATIVA "A"

* A QUESTÃO 41 FOI ALTERADA PARA A ALTERNATIVA "B"

Prova

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Prefeitura da Cidade do Recife   
Secretaria de Planejamento Participativo, Obras e Desenvolvimento Urbano e Ambiental 
Concurso Público 2008

 

Tipo 1                                                                                                                                 Cargo: Analista de Defesa Civil - Arquitetura / Nível Superior 

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 

 

 
 

Considerando o tema Desenvolvimento Sustentável, analise 
as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta 

A)  Desenvolvimento Sustentável é aquele que conta com 

recursos financeiros, e as demais formas de recursos 
(humanos, naturais, empresariais, culturais,etc.) são 
secundárias para seu alcance. 

B)  Para que o desenvolvimento se sustente, é preciso que 

todos os atores envolvidos contribuam com recursos 
financeiros. 

C)  O desenvolvimento sustentável faz uso racional dos 

recursos e dos bens patrimoniais, sejam eles naturais, 
construídos, materiais ou imateriais, respeitando-se a 
capacidade de resiliência de cada recurso em questão. 

D)  Os limites da capacidade de carga das estruturas urbanas 

valem para cada geração, podendo ser estas estruturas 
renovadas e reconstruídas a depender dos interesses das 
gerações porvir. 

E)  O desenvolvimento só é sustentável quando o Estado é o 

avalista, pois é sua responsabilidade garantir a 
continuidade das riquezas ambientais e culturais para as 
gerações porvir. 

 

 
 

 

Em relação ao tema Desenvolvimento Urbano, analise as 
afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta 
A)  O desenvolvimento urbano abrange uma gama variada de 

campos do saber humano 

B)  O desenvolvimento urbano pode ser considerado 

sinônimo do urbanismo 

C)  As taxas de crescimento da população constituem o 

principal indicador do desenvolvimento urbano 

D)  Depois que a meta do desenvolvimento urbano é atingida 

a atividade cessa 

E)  Somente especialistas devem opinar sobre o 

desenvolvimento urbano 

 

 

Sobre Desenvolvimento ambiental, analise as afirmativas 
abaixo e assinale a alternativa correta 

A)  O desenvolvimento ambiental leva em conta a 

ambientação dos espaços 

B)  Somente os fatores que são visíveis interessam ao 

desenvolvimento ambiental 

C)  Não há relação entre desenvolvimento urbano e 

desenvolvimento ambiental 

D)  O ambiente tem lógica própria e autônoma de 

desenvolvimento 

E)  O ritmo e a intensidade da construção civil influenciam o 

desenvolvimento ambiental. 

 
 

 

 

 
 
 

Sobre  Patrimônio cultural, assinale V se a afirmativa for 
verdadeira e F se a afirmativa for falsa 

(    ) A condição de Patrimônio Cultural da Humanidade 

garante fundos para sua conservação. 

(    ) O patrimônio histórico-cultural representa um ativo para o 

desenvolvimento local. 

(    ) A conservação do patrimônio histórico é uma tarefa que 

só cabe ao Poder Público. 

(    ) Só regiões desenvolvidas podem promover a conservação 

do patrimônio histórico-cultural. 

(    ) A conservação do patrimônio constitui a tarefa dos 

historiadores e intelectuais. 

A seqüência correta de cima para baixo é 

A)  V; V; F, V; V 
B)  V; F; F; F; V 
C)  F; V; F; F; F. 
D)  F; V; F; V; F. 
E)  F; F; F; F; F. 
 
 
 
A Declaração do Congresso do Patrimônio Europeu de 1975, 
conhecida como Declaração de Amsterdam, lançou o conceito 
de conservação integrada no campo da preservação. De acordo 
com este conceito, analise as afirmativas abaixo: 
1.  O patrimônio compreende não somente as construções 

isoladas de um valor excepcional e seu entorno, mas 
também os conjuntos, bairros de cidades e aldeias, que 
apresentem um valor histórico e cultural. 

2.  Os projetos de revitalização não devem construir amplas 

coalizões e parcerias entre todos os atores envolvidos: 
órgãos públicos, investidores e promotores, donos de 
grandes propriedades, moradores e grupos culturais e 
sociais locais, pois estes apenas visam seus interesses 
imediatos. 

3.  A restauração de conjuntos degradados deve ser 

concebida e realizada com um senso de justiça social que, 
na medida do possível, não provoque grandes alterações 
sociais na composição social da área. 

4.  Os responsáveis por estes projetos devem ter em mente 

que os espaços da cidade não são equivalentes e 
homogêneos, mas que contém suas especificidades que 
devem ser levadas em conta no planejamento da 
revitalização. 

Está (ão) correta(s)

A)  2, 3 e 4, apenas. 
B)  1, 3 e 4, apenas. 
C)  3 e 4, apenas 
D)  1, 2 e 3, apenas 
E)  1, 2, 3 e 4. 

QUESTÃO 02 

QUESTÃO 03 

QUESTÃO 05

QUESTÃO 04

QUESTÃO 01 

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Nas últimas décadas, os arquitetos italianos conduziram 
importantes reflexões sobre a questão da conservação e da 
transformação dos tecidos urbanos. Qual das sentenças abaixo 
não se afina nesse um universo italiano de reflexão sobre a 
cidade? 

A)  (As cidades antigas, ou os centros históricos) não nos 

interessam por que são belos ou históricos, mas por que 
indicam uma possível transformação futura de toda a 
cidade que vivemos. (Leonardo Benevolo) 

B)  Toda a cidade é histórica. A materialização das 

experiências do processo civilizatório. (Giulio Carlo 
Argan) 

C)  A cidade deve ser entendida como arquitetura. Por 

arquitetura entendo não apenas a imagem visível da 
cidade ou a soma de diferentes arquiteturas, mas 
arquitetura como construção, a construção da cidade ao 
longo do tempo (Aldo Rossi) 

D)  As cidades devem passar por saudáveis ciclos de 

renovação, nos quais parcelas consideráveis de tecido 
urbano possam ser substituídas de forma contínua (Gian 
Carlo De Luca) 

E)  Os territórios e as cidades são resultados de um longo 

processo de seleção cumulativa, ainda agora em curso. 
Todos os dias seleciona -se algo, uma casa, um trecho de 
rua, uma ponte ou um bosque, e o destinamos à 
destruição; outra coisa usamos de modo diverso do 
passado, as modificamos e transformamos; outras ainda, 
decidimos conservá-la, como era e onde estava (Bernardo 
Secchi) 

 

 

O Ministério da Educação e Saúde no Rio de Janeiro é 
considerado um marco na arquitetura moderna brasileira 
porque: 

A)  Envolveu em seu projeto jovens arquitetos brasileiros - 

Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Jorge Machado Moreira, 
Milton Roberto, Alcides Rocha Miranda - que se tornaram 
os mais importantes arquitetos brasileiros das décadas 
seguintes. 

B)  Incorporou o vidro de piso a teto em todas as suas 

fachadas sem se preocupar com a proteção solar desta. 

C)  Foi um dos primeiros edifícios públicos modernos das 

Américas a desenvolver o tema da monumentalidade sem 
recorrer às formas do classicismo 

D)  Possui uma singular implantação urbanística, pois ao se 

localizar nos limites do lote cria um grande claustro 
interno vedado ao público. 

E)  Teve a participação dos mestres Le Corbusier e Walter 

Gropius como consultores 

 
 
 

 

 

Sobre a arquitetura moderna, é incorreto afirmar: 

 

A)  A arquitetura moderna foi fruto das transformações das 

tradicionais relações espaciais causadas pela emergência 
de novos materiais, como o concreto e o aço. 

B)  O espaço interno passou a ser visto como elemento 

essencial da experiência arquitetônica. 

C)  Os arquitetos modernos acreditavam, em linhas gerais, 

que a função deveria se adequar a uma forma pré-
definida. 

D)  Novos materiais, como aço e vidro, foram largamente 

utilizados e ganharam destaque nos edifícios, embora 
materiais tradicionais, como pedra, tijolo e madeira 
fossem ainda utilizados. 

E)  A arquitetura moderna trouxe uma série de novos 

elementos como a planta livre, o pilotis, o teto-jardim, a 
fachada livre e a janela em fita. 

 
 
 

 

Analise as afirmativas abaixo: 
 
1.  Paisagismo é a arte de intervir na paisagem. 
2.  Paisagismo é diferente de arquitetura da paisagem 
3.  Paisagismo é um método de trabalhar a paisagem 
4.  Fazer paisagismo é integrar espaços de diferentes funções.  
5.  O paisagismo é mais amplo que a arquitetura. 
 
Estão corretas 
 
A)  2 e 3 apenas 
B)  1 e  4, apenas 
C)  2, 3 e 4,apenas 
D)  1, 2, 3 , 4 e 5. 
E)   2 e 4, apenas. 
 
 

 

Sobre Arte urbana/ estética urbana, assinale a alternativa 
incorreta 

A)  A arte urbana é um meio de expressão da cultura urbana, 

da memória e história dos lugares urbanos. 

B)  A arte urbana é domínio de algumas classes sociais. 
C)  A arquitetura tem grande importância na formulação do 

debate estético contemporâneo pelas mudanças 
paradigmáticas. 

D)  Um dos exemplos emblemáticos da estética urbana na 

arquitetura tem sido a proliferação dos projetos de 
museus de arte. 

E)  A arte urbana é uma representação dos imaginários 

sociais.   

 
 

QUESTÃO 08

QUESTÃO 06 

QUESTÃO 07 

QUESTÃO 09

QUESTÃO 10

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Assinale a alternativa incorreta em relação ao Desenho 
Urbano: 

A)  O Desenho Urbano prioriza a macro-escala, como as 

articulações regionais, a reconversão econômica de 
regiões decadentes e o desenvolvimento social. 

B)  O Desenho Urbano é uma disciplina surgida nos anos 70 

com intuito de atuar entre a escala da arquitetura, que trata 
do edifício, e a do planejamento urbano, que trata da 
cidade e/ou região. 

C)  O desenho urbano procurar requalificar o espaço público 

urbano em sua dimensão mais próxima da população, 
elevando o nível de conforto desses espaços. 

D)  A disciplina desenho urbano surgiu na Inglaterra e nos 

Estados Unidos, ainda na década de 1960, estando hoje 
consolidada nesses países e contando com inúmeros 
praticantes. 

E)  O desenho urbano pode ser entendido como área 

específica de atuação do urbanismo, que enfoca a 
dimensão físico-espacial e que busca a integração de 
outras disciplinas. 

 
 
 
 

Um projeto de arquitetura é um conjunto de documentos que o 
descrevem e permitem a sua compreensão, e incluem as 
chamadas peças gráficas e escritas da solução adotada. Sobre 
esses documentos, é incorreto afirmar: 

A)  As peças escritas do projeto incluem o memorial 

justificativo, as especificações, o programa de 
necessidades e o orçamento. 

B)  As peças gráficas do projeto incluem definição do partido, 

plantas baixas, cortes, elevações, e projetos 
complementares de estrutura, instalações hidrossanitárias 
e especiais. 

C)  As peças escritas não incluem os projetos de arquitetura e 

complementares. 

D)  As peças gráficas do projeto incluem o programa de 

necessidades, caderno de especificações, listas de 
materiais, e desenhos de arquitetura, estrutura e projetos 
complementares. 

E)  As peças gráficas não incluem o orçamento e o programa 

de necessidades, nem o caderno de especificações. 

 

 

 

Pode-se dizer que o Desenho Arquitetônico é a especialização 
do desenho técnico normatizado para representação e 
execução de projetos de arquitetura. O desenho de arquitetura 
pode ser descrito como um conjunto de registros gráficos, 
feitos por arquitetos, desenhistas e outros profissionais 
relacionados ao assunto. O desenho arquitetônico é, portanto, 
uma linguagem codificada, utilizada para transmitir 
informações entre quem as produz (o profissional da área) e 
quem delas irá fazer leitura e uso (o construtor, proprietário ou 
profissionais de projetos complementares). Assim, o desenho 
arquitetônico difere em cada uma das fases de projeto. Nesse 
sentido, é incorreto afirmar que: 

A)  A fase de Projeto Executivo compreende desenhos que 

são encaminhados para execução, para a obra 
propriamente dita. Por isso, é a mais trabalhada. Devem 
ser desenhados todos os detalhes da edificação, com um 
nível de complexidade adequado à realização da 
construção. Diferentemente das etapas anteriores, o 
detalhamento no projeto executivo deve ser elaborado em 
escalas como 1:20, 1:10, 1:5 e eventualmente, 1:1. 

B)  Na fase de Anteprojeto, onde várias características do 

projeto já estão definidas (implantação, partido 
arquitetônico, organização funcional, distribuição da 
estrutura, escolha de elementos construtivos, etc), o 
desenho deve abranger um nível maior de rigor e 
detalhamento. 

C)  No Anteprojeto, ainda não é necessário informar uma 

quantidade muito grande de detalhes da construção. Por 
exemplo, em um projeto residencial é possível trabalhar 
nas escalas 1:100 ou 1:200. Nesta etapa, costumam ser 
produzidas também perspectivas feitas à mão ou em 
ambiente gráfico-computacional para permitir melhor 
compreensão do projeto.  

D)  O Projeto Legal, ou Projeto de Aprovação, consiste em 

um conjunto de desenhos que é encaminhado aos órgãos 
públicos de fiscalização e licenciamento. Por isso, essa 
fase possui regras próprias de apresentação que não 
variam de cidade para cidade; normalmente, o Projeto 
legal é representado nas mesmas escalas do anteprojeto.  

E)  No Estudo Preliminar, envolvendo análises das 

condicionantes de projeto, a representação é feita por uma 
série de esboços e croquis que não precisam 
necessariamente seguir as regras tradicionais do desenho 
arquitetônico, sendo mais livre, com traços sem rigidez 
dos desenhos típicos das etapas posteriores de anteprojeto, 
projeto legal e projeto executivo. 

 
 
 
 
 
 
 
 

QUESTÃO 11 

QUESTÃO 13

QUESTÃO 12 

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Em relação aos instrumentos e técnicas de desenho 
arquitetônico, analise as afirmativas abaixo: 

A)  Os primeiros registros consistentes de desenho de 

arquitetura foram feitos em papiro, carvão e tinta, que 
equivalem aos contemporâneos papel sulfite, gloss ou 
outros impressos em plotters utilizando-se programas de 
computador tipo cad ou, até pouco tempo atrás, a 
desenhos feitos em papel manteiga ou vegetal, 
reproduzidos por meio de cópias heliográficas. 

B)  A precisão de desenhos feitos à mão, como aqueles que 

utilizavam papel vegetal e canetas à nanquim (como a 
graphos), permitiam uma maior versatilidade e 
aplicabilidade de uma solução arquitetônica padrão para 
outros lugares, a exemplo de conjuntos habitacionais ou 
equipamentos públicos, bastando proceder à reprografia 
dessas plantas e implantação nos mais diversos tipos de 
terreno, sem necessidade de ajustes de projetos 
complementares. 

C)  Os recursos de programas tipo Autocad permitem ajustes 

com versatilidade, porém demandam habilidade de 
conhecimento dos vários comandos necessários à 
realização do desenho. Como exemplos, list (para auxiliar 
a conhecer as propriedades do objeto selecionado), purge 
(para eliminar blocos e layers não utilizados no desenho 
em questão, deixando o arquivo mais leve) dist (para 
calcular a distância entre elementos selecionados), divide 
(para dividir elementos selecionados em partes iguais 
informadas pelo desenhista ou projetista), entre outros 
comandos e recursos do Autocad. 

D)  Programas como o Archivew permitem utilizar bases de 

cad e funcionam como uma espécie de banco de dados, 
permitindo filtros e relatórios para construção de mapas 
temáticos, como seleção de tipologias por material 
construtivo, por dimensão, por tipo de cadastro, tudo 
consonante com informações desenhadas e alimentadas 
previamente pelo usuário. 

Está (ão) incorreta(s) apenas 

A)  1 e 2. 
B)  2. 
C)  3. 
D)  3 e 4. 
E)  2, 3 e 4. 
 
 
 
A diferença básica entre o SIG e o CAD é que: 

 

A)  somente o SIG permite a transformação de mapas em 

papel para mapas digitais. 

B)  somente o CAD permite a transformação de mapas em 

papel para mapas digitais. 

C)  somente o SIG permite operações de análise espacial. 
D)  somente o CAD permite operações de análise espacial; 
E)  tanto o SIG quanto o CAD permitem operações de análise 

espacial. 

 
 
Observe a figura abaixo, que ilustra a topografia de um 
terreno, e assinale a opção que mais corretamente representa o 
corte indicado: 

A)  O Corte AA’ é: 

 

B)  O Corte AA’ é: 

 

C)  O Corte AA’ é: 

 

D)  O Corte AA’ é: 

 

E)  O Corte AA’ é: 

 
 

 

12 

10  12 

14 

14 

10 

A

A’ 

QUESTÃO 14 

QUESTÃO 15 

QUESTÃO 16

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Imagem de domínio público. 

Fonte:<commons.wikimedia.org/wiki/Image:Panopticon.jpg> 

 
 

Uma gleba está sendo objeto de análise por parte da Prefeitura 
para implantação de um empreendimento imobiliário 
residencial, do tipo condomínio de casas. Como o terreno é 
extenso e acidentado, será necessário, além da proposta de 
parcelamento, projetar o arruamento da área, adequando-se 
aos condicionantes da topografia existente e a natureza do 
terreno, sem maciços rochosos e antes ocupado por mata. 
Nesse contexto, a solução mais viável para o partido 
urbanístico é: 

A)  Localizar as áreas de lazer nas cumeadas para 

aproveitamento das vistas e luz natural, ao longo das vias 
principais, com vias secundárias de acesso aos lotes 
tangenciando as curvas de níveis, para facilitar o acesso 
dos carros, e proporcionando a implantação dos lotes 
privados em locais com declividades não superior a 20%. 
Devem-se prever ruas de pedestres acompanhando os 
talvegues para facilitar a drenagem de águas pluviais, 
diminuindo o risco de deslizamentos provenientes da ação 
concentrada da água sobre o solo natural. 

B)  Localizar as áreas de lazer do condomínio nos talvegues, 

para melhor aproveitamento das vistas e ventilação, ao 
longo das vias secundárias, com vias principais de acesso 
aos terrenos perpendiculares às curvas de níveis, de modo 
a facilitar o acesso dos carros, e proporcionando a 
implantação dos lotes privados em locais com declividade 
não superior a 30%. 

C)  Localizar as áreas de lazer do condomínio nos talvegues, 

para melhor aproveitamento das vistas e ventilação, ao 
longo das vias secundárias. As vias principais de acesso 
aos terrenos devem ser implantadas independentes das 
curvas de níveis, pela realização de cortes no terreno e 
obras de contenção, de modo a facilitar o acesso dos 
carros, e proporcionando a implantação dos lotes privados 
em locais com declividades não superiores a 50%.  

D)  Localizar as áreas de lazer do condomínio nas cumeadas 

para melhor aproveitamento das vistas e luz natural, ao 
longo das vias principais, com vias secundárias de acesso 
aos lotes privados tangenciando as curvas de níveis, de 
modo a facilitar o acesso dos carros. A implantação dos 
lotes privados deve ocorrer em locais com declividade 
superior a 30%, além de se prever também que os 
talvegues se localizem dentro dos terrenos para facilitar a 
drenagem de águas pluviais, diminuindo o risco de 
deslizamentos provenientes da ação concentrada da água 
sobre o solo impermeabilizado das vias de pedestres. 

E)  Localizar as áreas de lazer do condomínio nas encostas 

para melhor aproveitamento dos talvegues e cumeadas 
para localização dos lotes privados, com vistas e luz 
natural. As vias principais e secundárias de acesso aos 
lotes privados devem ser implantadas perpendiculares às 
curvas de níveis, de modo a facilitar o acesso dos carros, 
diminuindo a extensão das vias. Ainda, é necessário 
prever ruas de pedestres acompanhando os talvegues para 
facilitar a drenagem de águas pluviais, diminuindo o risco 
de deslizamentos provenientes da ação concentrada da 
água sobre o solo natural. 

 
 

 

O corte e planta baixa ao lado representam, hipoteticamente, 
um edifício em uma área consolidada da cidade, que foi 
adquirido por um grupo privado para que nele funcione um 
empreendimento turístico. Em relação aos estudos de 
alternativas realizados, cinco opções de uso pretendidas pelo 
grupo, por fazerem parte de seu ramo de atuação, foram 
analisadas para a edificação. Considerando atributos 
favoráveis de organização espacial, que permitam melhor 
funcionalidade e adaptabilidade da planta existente ao novo 
uso e suas necessidades programáticas, com o mínimo de 
alteração da tipologia original e de perda de autenticidade do 
edifício, dentre as alternativas propostas, a escolha correta do 
grupo é: 

A)  Um empreendimento do ramo de alimentação, do tipo 

restaurante. 

B)  Um empreendimento do ramo de feiras e encontros 

científicos, como um centro de convenções. 

C)  Um empreendimento do ramo de hospedagem, como um 

hotel ou pousada de charme. 

D)  Uma empreendimento do ramo de entretenimentos, como 

uma casa de shows. 

E)  Um empreendimento do ramo cultural, como um museu 

ou cinema para filmes de arte. 

QUESTÃO 17 

QUESTÃO 18

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Prefeitura da Cidade do Recife   
Secretaria de Planejamento Participativo, Obras e Desenvolvimento Urbano e Ambiental 
Concurso Público 2008

 

Tipo 1                                                                                                                                 Cargo: Analista de Defesa Civil - Arquitetura / Nível Superior 

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A estrutura de uma edificação deve ser raciocinada em função 
do partido arquitetônico, e também do tipo de solo do terreno 
em que ele será erguido. Nesse sentido, analise as afirmativas 
abaixo: 

1.  Edifícios de grande porte devem buscar solos moles, com 

grandes possibilidades de se fazer uma fundação com 
base em estacas profundas feitas de material orgânico, 
pois garantirão menor custo à obra e maior aderência 
entre o solo e as estacas, aumentando a resistência e 
segurança da edificação. 

2.  Os solos em locais da cidade cujo histórico de ocupação 

revela aterros sucessivos ao longo do tempo, feitos pela 
população de baixa renda, apresentam grande estabilidade 
por terem sido utilizados diversos tipos de materiais, 
como resíduos de construções, lixo inorgânico e orgânico, 
garantindo a diversidade necessária de aglomerados para 
uma maior resistência a cargas concentradas como a de 
edifícios verticais de habitação. 

3.  Em terrenos com solo proveniente de aterros sucessivos 

ao longo do tempo, como em áreas de várzea ou 
espraiamento de rios e canais, feitos com grande 
quantidade de matéria residual de demolições e lixo, 
sondagens devem ser realizadas para indicar o tipo de 
solo. O resultado das sondagens pode sugerir a 
substituição eventual do solo, de partes ou o todo do 
terreno, ou até permitir soluções associadas como o uso 
de injeções de bolsões de concreto em pontos específicos 
do terreno, visando aumentar sua resistência a cargas das 
edificações. 

4.  O tipo de estrutura e fundação de uma edificação vertical 

deve ser escolhido apenas em função de seu partido 
arquitetônico, não sendo necessário compatibilizá-la à 
implantação no terreno, proporção das dimensões em 
relação aos ventos, nem ao tipo de solo do local. 

Está (ão) correta(s) apenas 

A)  2 e 3. 
B)  1, 3 e 4. 
C)  3. 
D)  3 e 4. 
E)  1 e 3. 
 
 

 

 

 

 

Efluentes domésticos, quando não coletados, transportados e 
tratados adequadamente, são em muito responsáveis pela 
poluição do ambiente em que vivemos, muitas vezes sendo 
despejados em fossas negras, ou até em ligações clandestinas 
nas redes de drenagem. Em uma edificação regular do ponto 
de vista das suas instalações hidrossanitárias, antes de serem 
ligados à rede coletora pública, esses efluentes domésticos 
devem passar por: 

A)  Um sumidouro, válvula que regula a saída dos efluentes 

para a rede coletora. 

B)  Uma estação elevatória, que acumula e bombeia os 

efluentes para a rede coletora pública, visando dar 
velocidade e carga no transporte dos efluentes. 

C)  Uma boca de lobo, conexão entre a ligação domiciliar e a 

rede pública. 

D)  Uma caixa de inspeção, permitindo verificar a retenção de 

resíduos que possam vir a entupir ou comprometer o 
desempenho da rede. 

E)  Uma estação de tratamento, com o objetivo de armazenar 

o fluxo de efluentes e fazer uma primeira depuração para 
então lançá-los na rede pública. 

 
 

 

Profissionais que trabalham com projetos luminotécnicos 
estão habituados a lidar com três unidades de medida. Elas são 
utilizadas para dimensionar tipos, quantidades e distribuição 
de iluminação em espaços, de modo a permitirem maior 
economicidade e melhor desempenho das peças escolhidas 
para um bom uso do espaço em questão. Essas unidades de 
medidas são, respectivamente: 

A)  A Candela, como fluxo luminoso emitido da parte interna 

de um ângulo sólido; o Lúmen, como iluminamento 
recebido por um plano ou superfície, e o Lux, como 
intensidade luminosa de uma fonte. 

B)  O Lúmen, como fluxo luminoso recebido na parte interna 

de um ângulo sólido; a Candela, como iluminamento de 
uma fonte; o Lux, como intensidade luminosa reflexiva de 
uma superfície. 

C)  O Lux, como iluminamento recebido por um plano ou 

superfície; o Lúmen, como intensidade luminosa de uma 
fonte; o Nit, como fluxo luminoso emitido da parte 
interna de um ângulo sólido. 

D)  O Lux, como iluminamento recebido por um plano ou 

superfície; o Lúmen, como fluxo luminoso emitido da 
parte interna de um ângulo sólido; a Candela, como 
intensidade luminosa de uma fonte. 

E)  O Lux, como fluxo luminoso recebido pela parte interna 

de um ângulo sólido; a Candela, como iluminamento de 
uma fonte; o Watt, como intensidade luminosa reflexiva 
de uma superfície. 

 
 

QUESTÃO 19 

QUESTÃO 20

QUESTÃO 21

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Uma empresa multinacional, com escritórios no Canadá, 
Inglaterra e Holanda, decidiu instalar uma nova filial no 
Recife. Assim, trouxe aqui seus arquitetos, que deveriam 
analisar a melhor forma de implantar o projeto-padrão da 
instituição na situação local, em um terreno que ocupa uma 
quadra inteira. Adaptando a arquitetura à realidade climática 
recifense, os arquitetos propuseram alguns ajustes de projeto 
para tornar o edifício mais adequado em relação ao clima. 
Esses ajustes foram: 

 

A)  Pintar as fachadas cegas orientadas para o leste e oeste em 

cor escura, com instalação de persianas internas nas 
fachadas norte e sul, de vidro, de modo a regular a 
intensidade de luz em cada cômodo, atendendo às 
exigências particulares de privacidade e iluminação 
natural. 

B)  Diminuir as janelas das áreas de sanitários e de 

circulação, voltadas para o oeste, reduzindo o desperdício 
da ventilação natural e proporcionando maior conforto 
térmico, junto com maiores vãos envidraçados voltados 
para o norte, leste e sul, permitindo melhor iluminação 
natural controlada por persianas internas. 

C)  Reduzir a radiação solar nas fachadas envidraçadas 

orientadas para leste e norte com colocação de brises-
soleil externos, pintura em cor clara na fachada oeste, que 
recebe menor radiação solar que as demais, e aumentar a 
renovação de ar com maiores aberturas nas áreas de 
circulação e sanitários. 

D)  Aumentar a área envidraçada voltada para oeste e leste, 

instalando brises-soleil internos e pintando as fachadas 
mais opacas, orientadas para norte e sul, com cor clara, e 
aumentando os vãos de abertura em sanitários e áreas de 
circulação para permitir maior renovação de ar. 

E)  Reduzir o ingresso de radiação solar nas fachadas leste, 

norte e sul, envidraçadas, com a colocação de brises-soleil 
externos, persianas internas e pintura clara na fachada 
cega voltada para o oeste, onde se localizam os vãos de 
aberturas de sanitários e áreas de circulação. 

  

 
 
 

 

 

Muros de arrimo são elementos estruturais necessários em 
parte da área do Recife, devido à grande existência de 
ocupações urbanas inadequadas em áreas de morros e 
encostas, suscetíveis ao risco de deslizamento quando do 
período de chuvas. Ainda, o acúmulo de lixo e plantio de 
vegetação inadequada contribui para que acidentes aconteçam, 
muitas vezes com perdas materiais e até humanas. Analise as 
afirmativas abaixo: 

 

 

1.  Muros de arrimo são apenas aqueles feitos com material 

convencional, como concreto armado e gabião (espécie de 
caixas de tela metálica preenchidas com pedras). 

2.  Em alguns casos, de grande inclinação da encosta e com 

edificações próximas às extremidades, arrimos podem ser 
também substituídos por vegetação rasteira, como grama, 
capim, e até por algumas árvores de pequeno porte, que 
não acumulam água em suas raízes, como goiabeira e 
limoeiro, para fixação da terra, evitando erosão pelas 
chuvas. 

3.  Muros de arrimo também podem ser feitos de rip-rap, 

gabião (espécie de caixas de tela metálica preenchidas 
com pedras), pedra e concreto armado. 

4.  Em alguns casos, de pouca inclinação da encosta e sem 

edificações localizadas próximas às extremidades, arrimos 
podem ser também substituídos por vegetação rasteira, 
como grama, capim, e até por algumas árvores de 
pequeno porte que acumulam água em suas raízes, como 
bananeira, pois elas absorvem a precipitação mais 
rapidamente que as demais e auxiliam na drenagem. 

 

Está (ão) correta(s) apenas 

A)  1 e 3. 
B)  2 e 3. 
C)  3. 
D)  2 e 4. 
E)  1, 2 e 4. 

 

 

 

 

 

 

 

 

QUESTÃO 22 

QUESTÃO 23

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Em relação ao dimensionamento de compartimentos em 
edificações de uso habitacional, não habitacional e misto no 
Recife, é incorreto afirmar: 

 

A)  Salas devem possuir um círculo inscrito de diâmetro 

mínimo de 2,40m, e pé direito mínimo de 2,50m. A 
exceção são salas com mais de 100,00m

2

, onde a medida 

do pé direito mínimo passa a ser 3,00m, e em habitações 
unifamiliares, onde o pé direito médio passa a ser o 
mínimo estabelecido para o compartimento, desde que a 
menor altura não seja inferior a 2,25m. 

B)  Para áreas mínimas de banheiros (WCs), deve-se observar 

a quantidade de peças sanitárias, sendo: uma peça, área 
mínima de 1,00m

2

; duas, área mínima de 1,80m

2

;  três, 

área mínima de 2,55 m

2

; e quatro, área mínima de 3,20m

2

Em WCs com mais de quatro peças, deve-se obedecer a 
um dimensionamento mínimo de 0,60m

2

 por peça. 

C)  Áreas de serviço devem possuir círculo inscrito mínimo 

de 0,90m

2

, pé direito mínimo de 2,40 m

2

D)  Áreas de solo natural possuem suas condições e 

dimensionamentos estabelecidos na Lei de Uso e 
Ocupação do Solo (LUOS). 

E)  Deverão possuir central de gás edificações com mais de 

oito pavimentos ou altura superior a 20,00m; hotéis, 
restaurantes, panificadoras e estabelecimentos afins com 
área de construção superior a 500.00m

2

; hospitais, 

clínicas, escolas e estabelecimentos afins com área de 
construção superior a 750.00m

2

 
 

 

A ABNT/NBR9050:2004, que substitui a ABNT NBR:1994, 
estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados 
desde a fase do projeto, construção e adaptação das 
edificações, equipamentos, mobiliário e espaços urbanos às 
condições de acessibilidade. Sobre os assuntos tratados na 
norma vigente, é incorreto afirmar que: 

A)  Uma barreira arquitetônica, urbanística ou ambiental é 

qualquer elemento natural, instalado ou edificado, que 
impeça a aproximação, transferência ou circulação no 
espaço, mobiliário ou equipamento urbano. 

B)  Uma rampa é considerada como tal quando se tratar de 

uma superfície de piso, longitudinal ao sentido de 
caminhamento, com declividade igual ou superior a 5%. 

C)  Um Módulo de Referência (M.R.) corresponde à projeção 

no piso, ocupada por uma pessoa utilizando cadeira de 
rodas, com dimensão definida na ABNT/NBR 9050 de 
2004 como um retângulo de 0,80m por 1,30m. 

D)  Para deslocamento em linha reta, um cadeirante ocupa 

uma largura mínima de 0,90; um cadeirante e um pedestre 
ocupam uma largura mínima de 1,20m; duas pessoas em 
cadeira de rodas ocupam 1,50m mínimo. 

E)  As medidas necessárias para manobra de cadeiras de 

rodas sem deslocamento são de 1,50 de diâmetro para 
uma rotação de 360º.  

 

 
 
 
Sobre sinalização, segundo a ABNT/NBR9050:2004, assinale 
a afirmativa incorreta

A)  Alarmes sonoros e vibratórios devem estar associados e 

sincronizados aos alarmes visuais intermitentes, de 
maneira a alertar as pessoas com deficiência visual e as 
pessoas com deficiência auditiva (surdez). 

B)  Informações em Braille não dispensam a sinalização 

visual com caracteres ou figuras em relevo, exceto quando 
se tratar de folheto informativo, estando as informações 
em Braille posicionadas abaixo dos caracteres ou figuras 
em relevo.  

C)  A legibilidade da informação visual depende da 

iluminação do ambiente, do contraste e da pureza da cor, 
devendo haver contraste entre a sinalização visual (texto 
ou figura e fundo) e a superfície sobre a qual ela está 
fixada, com iluminação do entorno (natural ou artificial) 
não prejudicando a sua compreensão. 

D)  As formas de sinalização são classificadas como visual 

(textos e figuras), tátil (caracteres em relevo, Braille ou 
figuras em relevo) e sonora (recursos auditivos); podem 
ser permanentes (em áreas e espaços com função 
definida), direcional (para indicar direção de percursos ou 
distribuição espacial, seja por setas na forma visual, ou 
linhas-guia e piso tátil, na forma tátil), de emergência 
(rotas de fuga) e temporária (informações provisórias e/ 
ou alteradas periodicamente). 

E)  Todo degrau ou escada deve ter sinalização visual na 

borda do piso, em cor contrastante com a do acabamento, 
medindo entre 0,02m e 0,03m de largura. Essa sinalização 
deve ser aplicada ao longo de toda a largura do degrau, 
não sendo suficiente indicá-la apenas em projeções de 
corrimãos. 

 
 
 

 

Sobre Mobilidade, assinale V se a afirmativa for verdadeira e 
F se a afirmativa for falsa 

 

(    ) A mobilidade urbana é a capacidade de deslocar-se 

rapidamente na cidade 

(    ) A mobilidade urbana é melhorada através do alargamento 

das avenidas 

(    ) A oferta diversificada de serviços, de comodidades e de 

lazer incrementa a mobilidade urbana 

(    ) Os meios de transporte não motorizados em nada 

acrescentam à mobilidade 

(    ) A presença do transporte coletivo só atrapalha a 

mobilidade dos cidadãos. 

 

A seqüência correta de cima para baixo é 

 

A)  F; F; V, F; F 
B)  V; F; F; F; V 
C)  V; V; F; F; F. 
D)  F; V; F; V; F. 
E)  F; F; F; F; F. 

QUESTÃO 24 

QUESTÃO 26

QUESTÃO 25 

QUESTÃO 27

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Qual das diretrizes abaixo é dissonante em relação a uma 
política de mobilidade urbana? 

A)  Mitigação dos custos ambientais, sociais e econômicos 

dos deslocamentos de pessoas e bens na cidade. 

B)  Complementaridade entre os meios de mobilidade urbana 

e os serviços de transporte urbano. 

C)  Estímulo ao transporte individual motorizado como 

instrumento indutor e viabilizador das funções produtivas 
e sociais das cidades brasileiras. 

D)  Incentivo ao desenvolvimento científico-tecnológico e ao 

uso de energias renováveis e não-poluentes. 

E)  Priorização de projetos de transporte coletivo 

estruturadores do território e indutores do 
desenvolvimento urbano integrado. 

 

 

 

 

Sobre Sistema Viário assinale V se a afirmativa for verdadeira 
e F se a afirmativa for falsa 

 

(    ) As coletoras são vias de primeira grandeza, que ligam 

dois bairros e alimentam as locais.  

(    ) A malha viária básica é formada por vias arteriais e 

coletoras.  

(    ) Para o usuário, a hierarquização do sistema viário 

contribui para orientar seus percursos. 

(    ) As vias não devem ter declividade para assegurar a 

estabilidade dos veículos. 

(    ) Não há relação entre o projeto do sistema viário e o 

pedestre. 

 
A seqüência correta de cima para baixo é 

 

A)  V; V; F; V; F. 
B)  V; F; F; F; V. 
C)  F; V; F; F; F. 
D)  F; F; V, F; F. 
E)  F; F; F; F; F. 

 

 
 
Em relação ao tema Sistema de Circulação, analise as 
afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta 

 

A)  O sistema de circulação deve proporcionar segurança e 

conforto aos deslocamentos de pessoas e bens, com 
redução dos tempos e custos. 

B)  O objetivo do sistema de circulação é uniformizar todas 

as vias que compõem a rede municipal. 

C)  O aumento do número de vias é uma condição para a 

melhoria do sistema de circulação. 

D)  A eficiência do sistema de circulação independe do 

planejamento dos usos do solo. 

E)  A integração intermodal contribui para desacelerar o 

sistema de circulação. 

 

 
 
 

Sobre Planejamento urbano uso e ocupação do solo, 
assinale a alternativa que define corretamente coeficiente de 
utilização (de aproveitamento)? 

A)  Corresponde a um índice definido para uma determinada 

zona (área) da cidade, que multiplicado pela área do 
terreno, resulta na área máxima de construção permitida, 
determinando, juntamente com os demais parâmetros 
urbanísticos o potencial construtivo do terreno. 

B)  Corresponde a um índice definido para uma determinada 

zona (área) da cidade, que multiplicado pela área do 
terreno, resulta na quantidade máxima de pavimentos 
permitida para as edificações. 

C)  Corresponde a um índice definido para uma determinada 

zona (área) da cidade, que multiplicado pela área do 
terreno, resulta na área máxima do terreno que poderá ser 
pavimentada. 

D)  Corresponde a um índice definido para uma determinada 

zona (área) da cidade, que multiplicado pela área do 
terreno, resulta na área máxima destinada para a projeção 
da edificação no plano horizontal. 

E)  Corresponde a um índice definido para uma determinada 

zona (área) da cidade, que multiplicado pela área do 
terreno, resulta na área máxima totalmente livre de 
qualquer edificação. 

 
 
 
 
A Constituição Federal nos arts. 182 e 183 dispõe sobre a 
política urbana determinando que: 
A)  o plano diretor é obrigatório para as cidades situadas em 

área de interesse ambiental; 

B)  a política de desenvolvimento urbano deve ser executada 

pelo Poder Público Municipal com base nas diretrizes 
gerais fixadas na própria Carta Magna; 

C)  a propriedade urbana cumpre sua função social quando 

atende às exigências fundamentais de ordenação da cidade 
expressas pelo plano diretor; 

D)  O poder público municipal está obrigado a exigir do 

proprietário do solo urbano não edificado, subutilizado ou 
não utilizado, que promova seu adequado aproveitamento 
sob pena de desapropriação; 

E)  na usucapião de área urbana de até duzentos e cinqüenta 

metros quadrados, o possuidor tem que provar o justo 
título e a boa-fé. 

 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 

QUESTÃO 28 

QUESTÃO 29 

QUESTÃO 30 

QUESTÃO 31

QUESTÃO 32

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Da análise do Estatuto da Cidade (Lei n º 10.257/2001) é 
correto afirmar: 
 
A)  Todos os institutos jurídicos e políticos previstos no 

Estatuto da Cidade para serem implementados necessitam 
de plano diretor e de lei específica; 

B)  Os recursos auferidos com a adoção da outorga onerosa 

do direito de construir podem ser aplicados livremente 
pelo Poder Público Municipal; 

C)  A transferência do direito de construir ocorre quando lei 

municipal, independentemente da previsão no plano 
diretor, autoriza os proprietários de imóveis privados a 
exercerem em outro local, ou alienar, mediante escritura 
pública, o direito de construir previsto na legislação 
urbanística vigente.  

D)  Após o descumprimento da obrigação de parcelamento, 

edificação ou utilização compulsórios, o Município 
procederá à aplicação do imposto sobre a propriedade 
predial e territorial urbana (IPTU) progressivo no tempo, 
mediante a majoração da alíquota pelo prazo de cinco 
anos consecutivos após o qual o Município está obrigado 
a desapropriar o imóvel objeto da obrigação; 

E)  Considera-se operação urbana consorciada o conjunto de 

intervenções e medidas coordenadas pelo Poder Público 
municipal, com a participação dos proprietários, 
moradores, usuários permanentes e investidores privados, 
com o objetivo de alcançar em uma área transformações 
urbanísticas estruturais, melhorias sociais e valorização 
ambiental. 

 
 

 

 
 
O Decreto Nº 5.376, de 17 de fevereiro de 2005, dispõe sobre 
o Sistema Nacional de Defesa Civil-SINDEC. O seu Art. 13 
estabelece a competência das Coordenadorias Municipais de 
Defesa Civil. Quanto ao procedimento das Coordenadorias 
Municipais, assinale a alternativa incorreta

 

A)  Articular, coordenar e gerenciar ações de defesa civil em 

nível municipal. 

B)  Proceder à avaliação de danos e prejuízos das áreas 

atingidas por desastres, e ao preenchimento dos 
formulários de Avaliação de Danos-AVADAN para 
finalmente efetuar o preenchimento do formulário de 
Notificação Preliminar de Desastre – NOPRED. 

C)  Propor à autoridade competente decretação de situação de 

emergência ou de estado de calamidade pública, de 
acordo com os critérios estabelecidos pelo CONDEC. 

D)  Executar a coleta, a distribuição e o controle de 

suprimentos em situações de desastres. 

E)  Promover a mobilização comunitária e a implantação de 

NUDECs, ou entidades correspondentes, especialmente 
nas escolas de nível fundamental e médio e em áreas de 
riscos intensificados e, ainda, implantar programas de 
treinamentos voluntários. 

 

 
 
 
Dentre as abaixo, qual a competência que não cabe às 
Coordenadorias de Defesa Civil Estadual? 
 
A)  Manter atualizadas e disponíveis as informações 

relacionadas com a defesa civil. 

B)  Orientar as vistorias de áreas de risco, intervir ou 

recomendar a intervenção preventiva, o isolamento e a 
evacuação da população de áreas e de edificações 
vulneráveis. 

C)  Vistoriar, periodicamente, locais e instalações adequadas 

a abrigos temporários, disponibilizando as informações 
relevantes à população. 

D)  Capacitar recursos humanos para as ações de defesa civil. 
E)  Realizar exercícios simulados para treinamento das 

equipes e aperfeiçoamento dos planos de contingência. 

 
 
 
 
A intensidade dos desastres pode ser definida em termos 
absolutos ou a partir da proporção entre as necessidades de 
recursos e as possibilidades dos meios disponíveis na área 
afetada, para dar resposta cabal ao problema. Assim, uma 
elevação de 3,50(três e meio) metros na cota do nível do rio 
Capibaribe, para a população ribeirinha de baixa renda, quanto 
à intensidade, teria a classificação: 
 
A)  Acidente. 
B)  Desastre de médio porte. 
C)  Desastre de grande porte. 
D)  Desastre de porte muito grande. 
E)  Não seria considerado desastre uma vez que há 

possibilidade de antecipação de conhecimento do 
fenômeno e seriam tomadas as medidas cabíveis. 

 
 
 
Ao inspecionar um talude muito íngreme, densamente 
povoado, e com indícios de rupturas de solo, o agente de 
defesa civil deverá de imediato propor à autoridade 
competente a seguinte ação de defesa civil: 
 
A)  Decretação de situação de emergência de médio porte. 
B)  Decretação de situação de emergência de grande porte. 
C)  Decretação de estado de calamidade pública. 
D)  Promoção de ampla participação da comunidade nas 

ações de defesa civil, especialmente nas atividades de 
planejamento e ações de respostas a desastres e 
reconstrução. 

E)  Promoção de medidas preventivas estruturais e não 

estruturais, com o objetivo de reduzir os riscos de 
desastre. 

 
 
 
 

QUESTÃO 33 

QUESTÃO 34 

QUESTÃO 35

QUESTÃO 36

QUESTÃO 37

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Associe as conceituações. 
 
(   ) Risco 

( 1 )  Resultado  de  eventos  adversos, 

naturais ou provocados pelo 
homem, sobre um ecossistema 
vulnerável, causando danos 
humanos, materiais e ambientais 
e conseqüentes prejuízos 
econômicos e sociais. 

(   ) Ameaça 

( 2 )  Medida  que  define  a  intensidade 

ou severidade da lesão resultante 
de um acidente ou evento 
adverso. 

(   ) Vulnerabilidade 

( 3 )  Medida  de  danos  ou  prejuízos 

potenciais, expressa em termos e 
probabilidade estatística de 
ocorrência e de intensidade ou 
grandeza das conseqüências 
previsíveis. 

(   ) Dano 

( 4 )  Estimativa 

de 

ocorrência 

magnitude de um evento adverso, 
expressa em termos de 
probabilidade estatística de 
concretização do evento e da 
provável magnitude de sua 
manifestação. 

(   ) Desastre 

( 5)   Condição intrínseca ao corpo ou 

sistema receptor que, em 
interação com a magnitude do 
evento ou acidente, caracteriza os 
efeitos adversos, medidos em 
termos de intensidade dos danos 
prováveis. 

 

A seqüência correta de cima para baixo é: 

 

A)  1;2;3;4;5 
B)  3;4;1;5;2 
C)  3;4;5;2;1 
D)  2;1;4;3;5 
E)  5;4;3;2;1 
 
 
 

 

Em situações de desastre, as ações de resposta e de 
reconstrução e recuperação serão da responsabilidade do: 

 

A)  Prefeito Municipal ou do Distrito Federal quando o 

critério de classificação for de acidente. 

B)  Governador do Estado quando o critério de classificação 

for de médio porte. 

C)  Prefeito Municipal ou do Distrito Federal para qualquer o 

critério de classificação. 

D)  Presidente da República quando o critério de classificação 

for de muito grande porte. 

E)  Governador do Estado e do Prefeito quando o critério de 

classificação for de grande porte. 

 
 
 
 
Em relação às ações de resposta aos desastres, na fase de 
reabilitação do cenário do desastre, identifique a atividade que 
não compreende um ato desse momento: 
 
A)  Avaliação de danos. 
B)  Socorro às vítimas. 
C)  Vistorias e elaboração de laudos técnicos. 
D)  Sepultamento, limpeza. 
E)  Reabilitação dos serviços essenciais. 
 
 
 

 

 
 

QUESTÃO 38 

QUESTÃO 39 

QUESTÃO 40

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LÍNGUA PORTUGUESA 

 

TEXTO 1 

 

A concepção de que língua e gramática são uma 

coisa só deriva do fato de, ingenuamente, se acreditar que a 
língua é constituída de um único componente: a gramática. Por 
essa ótica, saber uma língua equivale a saber sua gramática; 
ou, por outro lado, saber a gramática de uma língua equivale a 
dominar totalmente essa língua. É o que se revela, por 
exemplo, na fala das pessoas quando dizem que “alguém não 
sabe falar”. Na verdade, essas pessoas estão querendo dizer 
que esse alguém “não sabe falar de acordo com a gramática da 
suposta norma culta”. Para essas pessoas, língua e gramática 
se equivalem. Uma esgota totalmente a outra. Uma preenche 
inteiramente a outra. Nenhuma é mais que a outra. Na mesma 
linha de raciocínio, consolida-se a crença de que o estudo de 
uma língua é o estudo de sua gramática.  

Ora, a língua, por ser uma atividade interativa, 

direcionada para a comunicação social, supõe outros 
componentes além da gramática, todos relevantes, cada um 
constitutivo à sua maneira e em interação com os outros. De 
maneira que uma língua é uma entidade complexa, um 
conjunto de subsistemas que se integram e se interdependem 
irremediavelmente.   

Uma língua é constituída de dois componentes: um 

léxico – ou o conjunto de palavras, o vocabulário; e uma 
gramática – que inclui as regras para se construir palavras e 
sentenças da língua. Ocorre que esses dois componentes estão 
em íntima inter-relação; estão em permanente 
entrecruzamento; tanto que o componente da gramática inclui 
regras que especificam a criação de novas unidades do léxico 
ou sua adaptação às especificidades morfológicas da língua, 
pela mobilização de seu estoque de radicais, prefixos e 
sufixos. 

Mas ocorre, ainda, que uma língua é mais que um 

sistema em potencial, em disponibilidade. Supõe um uso, 
supõe uma atualização concreta – datada e situada – em 
interações complexas que, necessariamente, compreendem: a 
composição de textos e uma situação de interação (que inclui 
normas sociais de atuação). Dessa forma, a língua apresenta 
mais de um componente, e seu uso está sujeito a diferentes 
tipos de regras e normas. Restringir-se, pois, à sua gramática é 
limitar-se a um de seus componentes apenas. É perder de vista 
sua totalidade e, portanto, falsear a compreensão de suas 
múltiplas determinações. 
 

ANTUNES, Irandé. Muito além da gramática. São Paulo: 

Parábola, 2007, p.39-41. Adaptado. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
A compreensão do Texto 1 nos leva a depreender que seu 
conteúdo global pode ser sintetizado na seguinte alternativa: 

 

A)  Dizer que “fulano não sabe falar” nada mais é do que 

revelar um forte preconceito em relação a alguém que não 
domina a norma culta da língua. 

B)  Os dois componentes constitutivos de uma língua – o 

léxico e a gramática – não são independentes; pelo 
contrário, guardam entre si estreita relação.  

C)  De fato, ter domínio de uma língua equivale a conhecer 

profundamente sua gramática, ou seja, a compreender as 
regras que prescrevem certos usos. 

D)  Uma língua se configura como uma entidade complexa, a 

qual, como muitas pessoas supõem, não se restringe a sua 
gramática. 

E)  O conhecimento de uma língua pressupõe o domínio das 

regras de elaboração de textos em situações de interação, 
ou seja, o domínio das normas sociais de atuação.    

 

 
 
A apreensão das idéias defendidas no Texto 1 nos permite 
afirmar que sua autora:  

 

A)  adota a concepção, fortemente consolidada, da 

equivalência entre língua e gramática. 

B)  opta por uma visão de língua que diverge do consenso de 

que língua e gramática são unívocas. 

C)  aceita a univocidade entre língua e gramática, mas 

apresenta ressalvas em relação a essa idéia. 

D)  prefere não posicionar-se quanto à idéia de que uma 

língua se constitui de sua gramática apenas.  

E)  critica ferozmente aqueles autores que defendem a 

equivalência entre língua e gramática. 

 
 
De acordo com o Texto 1, uma língua se caracteriza, dentre 
outros aspectos, por: 

 

A)  ser sinônimo de norma culta. 
B)  esgotar-se em seu léxico. 
C)  ser uma atividade interacional. 
D)  ser homogênea e muito difícil. 
E)  ser uma atividade inata do ser humano. 

 

 

 

 

 “Restringir-se, pois, à sua gramática é limitar-se a um de 
seus componentes apenas. É perder de vista sua totalidade e, 
portanto, falsear a compreensão de suas múltiplas 
determinações.
” Acerca dos termos destacados, é correto 
afirmar que: 

 

A)  o primeiro introduz a causa de um fato; o segundo indica 

uma conclusão. 

B)  o primeiro indica uma conclusão; o segundo, uma 

condição. 

C)  ambos foram utilizados para indicar condição. 
D)  o primeiro sinaliza uma explicação; o segundo indica uma 

condição. 

E)  funcionam, ambos, para indicar uma conclusão.  

 

QUESTÃO 41

QUESTÃO 42

QUESTÃO 43

QUESTÃO 44

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Analise a correlação semântica entre os termos ou expressões 
destacados nos enunciados a seguir. 
 
1.  “Por essa ótica, (ponto de vista), saber uma língua 

equivale a saber sua gramática.” 

2.  “Na mesma linha de raciocínio, consolida-se (retifica-se

a crença de que o estudo de uma língua é o estudo de sua 
gramática.” 

3.  “a língua, por ser uma atividade interativa, supõe outros 

componentes além da gramática, todos relevantes 
(imponentes)”. 

4.  “o componente da gramática inclui regras que especificam 

a criação de novas unidades do léxico ou sua adaptação às 
especificidades  (particularidades) morfológicas da 
língua.” 

 
Há equivalência semântica em: 
 
A)  1 e 4, apenas. 
B)  1 e 2, apenas. 
C)  2 e 3, apenas. 
D)  1, 2 e 3, apenas. 
E)  1, 2, 3 e 4. 
 
 
 
 
Assinale a alternativa na qual se faz uma afirmação correta
acerca de alguns elementos lingüísticos presentes no Texto 1. 
 
A)  “É o que se revela, por exemplo, na fala das pessoas 

quando dizem que “alguém não sabe falar.”” – No trecho 
em destaque, as aspas foram utilizadas para indicar que 
ele está sendo empregado com um sentido conotativo. 

B)  “Ora, a língua, por ser uma atividade interativa (...).” – O 

termo que introduz esse trecho tem valor temporal. 

C)  “Uma língua é constituída de dois componentes”. – O 

pronome indefinido com que se inicia esse trecho indica 
que o que se afirma vale para qualquer língua. 

D)  “Restringir-se, pois, à sua gramática é limitar-se a um de 

seus componentes apenas.” – O sinal indicativo de crase, 
nesse trecho, é obrigatório.  

E)  “e uma gramática – que inclui as regras para se construir 

palavras e sentenças da língua.” – O termo destacado 
nesse trecho pode ser substituído por ‘onde’, mantendo-se 
o sentido.  

 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
Assinale a alternativa em que a concordância nominal está 
correta
 
A)  Cada vez menas pessoas acreditam que dominar uma 

língua é fácil. 

B)  Os falantes, eles mesmo, constroem mitos em relação à 

língua. 

C)  A constatação de que a língua é heterogênea é 

absolutamente necessário.  

D)  Os autores que defendem a exclusividade da gramática 

estão ficando cada vez mais só.  

E)  Dizer que a língua é a sua gramática é, de fato, uma meia 

verdade. 

 
 
 
 
Para essas pessoas, língua e gramática se equivalem. Uma 
esgota totalmente a outra. Uma preenche inteiramente a 
outra. Nenhuma é mais que a outra.
” – A pontuação desse 
trecho estaria igualmente correta se fosse feita conforme a 
alternativa: 
 
A)  Para essas pessoas, língua e gramática se equivalem: uma, 

esgota totalmente a outra; uma, preenche inteiramente a 
outra; nenhuma, é mais que a outra. 

B)  Para essas pessoas: língua e gramática se equivalem. Uma 

esgota totalmente a outra, uma preenche inteiramente a 
outra, nenhuma é mais, que a outra. 

C)  Para essas pessoas, língua e gramática se equivalem; uma 

esgota, totalmente, a outra! Uma preenche, inteiramente, a 
outra. Nenhuma é mais, que a outra. 

D)  Para essas pessoas, língua e gramática se equivalem. Uma 

esgota totalmente a outra; uma preenche inteiramente a 
outra; nenhuma é mais que a outra. 

E)  Para essas pessoas, língua e gramática se equivalem. Uma 

esgota totalmente a outra, uma preenche inteiramente a 
outra. Nenhuma é: mais que a outra. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

QUESTÃO 45 

QUESTÃO 46 

QUESTÃO 47

QUESTÃO 48

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TEXTO 2 

Vou começar falando de uma vespa, que pode ser 

vista pelos campos numa eterna caçada que se repete há 
milhares de gerações. A vespa procura uma aranha. Trava com 
ela uma luta de vida e morte. Pica-a várias vezes, paralisando-
a viva. Arrasta-a, então, indefesa, para o seu ninho, um buraco 
na terra. Deposita os seus ovos. Depois disso sai e morre. 
Tempos depois nascem as larvas, que se alimentarão da carne 
viva da aranha. Crescerão sem ter nenhuma mestra que lhes 
ensine o que fazer. A despeito disso, farão exatamente o que 
fizeram sua mãe, sua avó, e todos os ancestrais, por tempos 
imemoriais... 

Educação perfeita, sem mestres e sem consciência. 

Na verdade, educação alguma, porque o conhecimento já 
nasce solidário com o corpo e faz com que o corpo faça o que 
tem de fazer. Repetição sem fim. Cada geração reproduz a 
outra. Graças à repetição e à reprodução a vida é possível. Já 
imaginaram o que aconteceria se, a cada nova geração, tudo 
devesse começar da estaca zero? (...) 

À vespa são poupadas as dores da aprendizagem. 

Todo o conhecimento necessário à sua vida já está presente, 
inconscientemente, no seu corpo. Programada perfeitamente 
para viver e para morrer. Vida sem problemas novos, sem 
angústias, sem neuroses, sem revoluções. 

Nós? 
Seres de programação biológica atrofiada, encolhida, 

restrita. Verdade que ela diz bastante sobre as coisas que 
devem ocorrer dentro da nossa pele, tanto assim que as 
crianças continuam a nascer, na maioria das vezes perfeitas, de 
mães e pais que nada sabem. Mas ela diz muito pouco, se é 
que diz alguma coisa, sobre o que fazer por este mundo afora. 
Tanto assim que foi preciso que os homens inventassem 
maneiras de ser humanos por meio da imaginação e de 
convenções. São os mundos da cultura. Mas essas invenções 
não se transformam nunca em programação biológica. Por isso 
as receitas de como ser humano têm de ser ensinadas, 
aprendidas, preservadas. E isso se faz por meio da linguagem. 
 

ALVES, Rubem. Conversas com quem gosta de ensinar. Campinas, SP: Papirus, 2000, p.69-71

. Excerto 

adaptado.

 

 
 
 
 
O cotejo que se faz, no Texto 2, entre a vespa e o ser humano, 
tem a finalidade de apresentar a idéia de que: 
 
A)  da mesma maneira que as vespas, os homens deveriam 

não precisar sofrer “as dores da aprendizagem”.  

B)  diferente das vespas, nosso caráter de ‘humanos’ requer 

que estejamos em constante aprendizagem. 

C)  no processo de evolução, o homem perdeu a capacidade 

de aprender por programação biológica.  

D)  o homem deve usar a linguagem para aprender a 

desenvolver suas características biológicas. 

E)  os mundos da cultura atrofiaram, nos homens, sua 

capacidade de atuar por programação biológica. 

 
 

 
 
 
 
Crescerão sem ter nenhuma mestra que lhes ensine o que 
fazer. A despeito disso, farão exatamente o que fizeram sua 
mãe, sua avó, e todos os ancestrais, por tempos imemoriais...
” 
– A expressão destacada nesse trecho tem o mesmo sentido de: 
 
A)  além disso. 
B)  a propósito disso. 
C)  por causa disso. 
D)  contanto que isso. 
E)  apesar disso. 
 
 
 
 

 

 
 
 
 

QUESTÃO 49 

QUESTÃO 50