Prova Concurso - Administração - 2009-UFF-ADMINISTRADOR - UFF - UFF - 2009

Prova - Administração - 2009-UFF-ADMINISTRADOR - UFF - UFF - 2009

Detalhes

Profissão: Administração
Cargo: 2009-UFF-ADMINISTRADOR
Órgão: UFF
Banca: UFF
Ano: 2009
Nível: Superior

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Gabarito

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UFF – UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE 

CONCURSO PARA PROVIMENTO DE CARGO - UFF/ 2009  

 

GABARITO DO CARGO DE ADMINISTRADOR 
 
LÍNGUA PORTUGUESA 

10  C 
11  E 
12  B 
13  C 
14  E 
15  A 
16  D 
17  C 
18  B 
19  A 
20  D 
 
 
ESPECÍFICA 
21  D 

22  A 

23  E 

24  B 

25  C 

26  D 

27  A 

28  C 

29  E 

30  B 

31  A 

32  C 

33  D 

34  E 

35  B 

36  A 

37  C 

38  D 

39  E 

40  B 

41  C 

42  B 

43  D 

44  A 

45  E 

46  C 

47  E 

48  B 

49   D  50  A 
51  B 

52  C 

53  D 

54  E 

55  A 

56  D 

57  B 

58  A 

59  E 

60  C 

 

COORDENAÇÃO ACADÊMIC DA COSEAC 

Prova

uff-2009-uff-administrador-prova.pdf-html.html

 

E1 

 
 
 
 
 
 
 

 

         CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE 

     

 

      CARGO: 

Administrador

 

 

 

    

 

Instruções ao candidato 

 

?  Além deste caderno, você deverá ter recebido o cartão destinado às respostas das questões 

formuladas na prova; caso não tenha recebido o cartão, peça-o ao fiscal. Em seguida, verifique se 

este caderno contém enunciadas sessenta questões. 

 

?  Verifique se seu nome e número de inscrição  conferem com os que aparecem no CARTÃO DE 

RESPOSTAS; em caso afirmativo, assine-o e leia atentamente as instruções para o seu 

preenchimento; caso contrário, notifique imediatamente ao fiscal. 

 

?  Cada questão proposta apresenta cinco alternativas de resposta, sendo apenas uma delas a 

correta. No cartão de respostas, atribuir-se-á pontuação zero a toda questão  com mais de uma 

alternativa assinalada, ainda que dentre elas se encontre a correta.  

 

?  Não é permitido fazer uso de instrumentos auxiliares para o cálculo e o desenho, portar material que 

sirva de consulta, nem copiar as alternativas assinaladas no CARTÃO  DE RESPOSTAS. 

 

?  O tempo disponível para esta prova, incluindo o preenchimento do cartão de respostas, é de quatro 

horas. 

 

?  Reserve os vinte minutos finais para preencher o cartão de respostas, caneta esferográfica de corpo 

transparente e de ponta média com tinta azul ou preta. 

 

?  Quando terminar, entregue ao fiscal o CADERNO DE QUESTÕES e o CARTÃO DE RESPOSTAS, 

que poderá ser invalidado se você não o assinar. 

 

?  O candidato que retirar-se do local de realização desta prova  após três horas do início da  mesma 

poderá levar seu Caderno de Questões. 

 

 

Após o aviso para início das provas, você deverá permanecer  no 

local de realização das mesmas por, no mínimo,              

 noventa minutos. 

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE 

Superintendência de Recursos Humanos

DDRH-Departamento de Desenvolvimento de Recursos Humanos

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Parte I: Língua Portuguesa  

                        

Leia o texto abaixo e responda às questões 

propostas. 

 

Entender a saúde como grau zero de mal-

estar permitiu uma grande invenção do século XX, 
que foi a previdência social. Se a saúde é a não-
doença, então sabemos exatamente do que cada 
qual necessita para curar-se. A sociedade, assim, 
se responsabiliza por tais tratamentos de saúde. 
Isso é moral e justificável. Aliás, é quase consenso 
que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é 
não terem um sistema de saúde como o europeu e 
o canadense. 

Contudo, com os avanços da medicina e a 

nova idéia de saúde surgem problemas. Antes de 
mais nada, até onde vai minha responsabilidade 
pela saúde dos outros? Se alguém adoece ou se 
fere por decisão própria, deve a sociedade arcar 
com suas despesas? Não penso no caso da 
tentativa de suicídio, porque esta pode decorrer de 
um sofrimento psíquico tão intenso que justifica a 
sociedade tratar não só os danos físicos, mas a 
causa íntima deles. No entanto, no caso de quem 
fuma ou bebe, deve a sociedade custear as 
doenças que ele terá a mais do que o não-fumante 
ou o não-alcoólico? Ou deveriam essas pessoas, 
alertadas há anos dos custos que despejam sobre 
seus concidadãos, arcar com eles ou com um 
pagamento suplementar de seguro-saúde? É 
possível, hoje, estabelecer melhor que no passado 
o grau de responsabilidade de cada pessoa nas 
mazelas sociais. Vemos isso nos seguros de carro: 
os rapazes de 18 a 24 anos são os maiores 
causadores de acidentes, portanto quem está nessa 
faixa paga um prêmio maior. Todavia, se ao fim de 
um ano ou dois ele mostrar que não gerou custos 
para a seguradora, provavelmente começará a 
ganhar bônus. Esse modelo possivelmente se 
ampliará para a saúde. 

O segundo problema está ligado à expansão 

da saúde para um  a mais. Uma coisa é curar ou 
sarar, outra é dar vantagens  -   como o que se 
chama  wellness  -   que as pessoas antes não 
tinham ou que não estão na previsão usual de 
nossa vida e de sua qualidade. Aqui, para além do 
valor altamente moral da saúde como não-doença, 
entram elementos que podem ser da ordem da 
vaidade, ou do gosto pelo próprio corpo, ou de certa 
felicidade. É difícil separar o que é vaidade, o que é 
felicidade, e talvez se esmerar em distingui-los 
indique apenas uma atitude moralista no pior 
sentido do termo. Mas cada vez mais pessoas hão 
de querer não apenas realizar cirurgias plásticas, 
como também ampliar seu tempo de vida 
sexualmente ativa, sua capacidade física e outras 
qualidades que, longe de nos reconduzirem à média 
zero do histórico humano, vão nos levar  -   permitam 
a citação de  Toy Story  - “para o infinito e além”. 

Ora, se a “medicina da cura” tem custos diferentes 
conforme o perfil de saúde e doença dos pacientes, 
a “medicina do mais” tem custos diferentes 
conforme o que o indivíduo almeja. Naquele caso, o 
custo depende de onde se parte; neste, de aonde 
se quer chegar. Podemos modelar nosso corpo e 
nossa vida, mais que no passado. E quem paga por 
isso? 

Aqui, a ideia de um custeio social  -   que na 

verdade é um rateio, porque como contribuintes 
pagamos aquilo que vamos desfrutar como 
cidadãos -   fica mais difícil. Uma coisa é ratearmos 
o custo de operações de câncer, de tratamento de 
doenças caras. Outra é ratearmos o sonho de corpo 
de cada um. O rateio funciona quando o desejo se 
reduz ao de zerar a dor. Esse desejo baixo, mínimo 
(“só quero parar de sentir dor”) admite que, 
moralmente, todos paguemos por ele. Entretanto, 
alguém de nós aceitaria ratear uma operação para 
alguém que quer ampliar o busto, aumentar o pênis 
ou simplesmente ter uma condição física superior à 
média?  Não creio. 

O melhor exemplo é o do Viagra. É 

perfeitamente legítimo um Estado de bem-estar 
social, como os europeus, fornecê-lo a idosos que 
sentem dificuldade em ter ou manter a ereção. Mas 
quantos comprimidos azuis por semana? Por que 
um e não dois, três, sete? Não há mais medida, 
porque nosso metro moral e previdenciário era o 
zero, a não-dor. O orgasmo não se encaixa nesse 
modelo. Por melhor que uma relação sexual seja 
para a saúde das pessoas, não sabemos qual 
número seria o adequado. 

O caso do sexo tem um elemento irônico, 

ademais. Quase todos sabem como é forte, no 
desejo sexual, a transgressão. Daí a atração do 
fruto proibido. E como fica se o Estado me fornece 
os meios de ter relações sexuais? Não se 
burocratiza o imaginário em torno do sexo? “O sr. já 
recebeu seus comprimidos do mês. O próximo, por 
favor!” Talvez o Viagra só funcione de verdade se 
for comprado ou, como dizem os baianos sobre as 
fitas do Bonfim, se você o ganhar de alguém -   ou 
roubar. 

(RIBEIRO, R. Janine. “Tempos de prazer”. In: PINTO, Graziela 

Costa. Sexos, identidades e sentidos: a invenção da 

sexualidade, v.1. São Paulo: Duetto Editorial, 2008.)

 

 

01

   A argumentação desenvolvida ao longo do 

texto está orientada no sentido de fazer com que o 
leitor conclua que: 

 

(A)  

a responsabilidade social do sistema 
previdenciário deve circunscrever-se à 
especificidade moral da saúde enquanto não-
doença; 

(B) 

o problema do sistema previdenciário 
encontra-se hodiernamente na dificuldade de 
caracterização do que se chama  wellness e 
excede os limites da “medicina da cura”; 

uff-2009-uff-administrador-prova.pdf-html.html

 

(C) 

o ônus financeiro da previdência deve ser 
repartido por todos, na medida em que é 
responsabilidade de todos, como cidadãos, 
pagar por aquilo de que podem vir a 
desfrutar; 

(D) 

o rateio feito em nome da previdência para a 
distribuição de Viagra entre idosos com 
disfunção erétil é legítimo, mas apenas em 
Estados de bem-estar social, como os 
europeus; 

(E) 

é uma das maiores falhas dos Estados 
Unidos não terem um sistema de saúde como 
o europeu e o canadense, dada a importância 
social da previdência para toda e qualquer 
nação moderna. 

 

02

  Todos os argumentos relacionados a seguir 

encontram-se orientados para a conclusão do texto, 
COM EXCEÇÃO do que se lê em: 

 

(A)  

“Uma coisa é curar ou sarar, outra é dar 
vantagens -   como o  que se chama  wellness 
-   que as pessoas antes não tinham ou que 
não estão na previsão usual de nossa vida e 
de sua qualidade.” (3º parágrafo); 

(B) 

“Ora, se a ‘medicina da cura’ tem custos 
diferentes conforme o perfil de saúde e 
doença dos pacientes, a ‘medicina do mais’ 
tem custos diferentes conforme o que o 
indivíduo almeja.” (3º parágrafo); 

(C) 

“Aqui, a idéia de um custeio social -   que na 
verdade é um rateio, porque como 
contribuintes pagamos aquilo que vamos 
desfrutar como cidadãos  -   fica mais difícil.” 
(4º parágrafo); 

(D) 

“Entretanto, alguém de nós aceitaria ratear 
uma operação para alguém que quer ampliar 
o busto, aumentar o pênis ou simplesmente 
ter uma condição física superior à média?” 
(4º parágrafo); 

(E) 

“É perfeitamente legítimo um Estado de bem-
estar social, como  os europeus, fornecê-lo a 
idosos que sentem dificuldade em ter ou 
manter a ereção.” (5º parágrafo). 

 

03

  No curso da argumentação, o autor vai 

deixando marcas  -   palavras, expressões  -   para 
mostrar que o conteúdo de muitos de seus 
enunciados deve ser entendido como uma 
POSSIBILIDADE  -   coisa que ocorre em todas as 
alternativas abaixo, EXCETO: 

 

(A)  

“Se a saúde é a não-doença, então sabemos 
exatamente do que cada qual necessita para 
curar-se.” (1º parágrafo); 

(B) 

“É possível, hoje, estabelecer melhor que no 
passado o grau de responsabilidade de cada 
pessoa nas mazelas sociais.” (2º parágrafo); 

(C) 

“Todavia, se ao fim de um ano ou dois, ele 
mostrar que não gerou custos para a 

seguradora, provavelmente começará a 
ganhar bônus.” (2º parágrafo); 

(D) 

“Aqui, para além do valor altamente moral da 
saúde como não-doença, entram elementos 
que podem ser da ordem da vaidade, ou do 
gosto pelo próprio corpo, ou de certa 
felicidade.” (3º parágrafo); 

(E) 

“É difícil separar o que é vaidade, o que é 
felicidade, e talvez se esmerar em distingui-
los indique apenas uma atitude moralista no 
pior sentido do termo.” (3º parágrafo). 

 

04

  Em mais de um momento  da exposição, o 

autor busca envolver emocionalmente o leitor a fim 
de torná-lo cúmplice das idéias que expõe  -   o que 
fica bastante evidente na passagem que se lê em: 

 

(A)  

“A sociedade, assim, se responsabiliza por 
tais tratamentos de saúde.” (1º parágrafo); 

(B) 

“Antes de mais nada, até onde vai minha 
responsabilidade pela saúde dos outros?” (2º 
parágrafo); 

(C) 

“É possível, hoje, estabelecer melhor que no 
passado o grau de responsabilidade de cada 
pessoa nas mazelas sociais.” (2º parágrafo); 

(D) 

“Todavia, se ao fim de um ano ou dois ele 
mostrar que não gerou custos para a 
seguradora, provavelmente começará a 
ganhar bônus.” (2º parágrafo); 

(E) 

“Quase todos sabem como é forte, no desejo 
sexual, a transgressão.” (6º parágrafo). 

 

   

05

   Na passagem: “O sr. já recebeu seus 

comprimidos do mês. O próximo, por favor!” (6º 
parágrafo), é fator que contribui fortemente para a 
conclusão pretendida pelo autor: 

 

(A)  

o tratamento cerimonioso do pronome 
empregado; 

(B) 

a espontaneidade característica da língua 
coloquial; 

(C) 

o tom enfático da enunciação; 

(D) 

a irreverência do humor; 

(E) 

a economia própria da elipse. 

 

06

   Leiam-se os enunciados seguintes: 

 

“Aliás, é quase consenso que uma das maiores 
falhas dos Estados Unidos é não terem um 
sistema de saúde como o europeu e o 
canadense.” (1º parágrafo) 

II 

“Não penso no caso da tentativa de suicídio, 
porque esta pode decorrer de um sofrimento 
psíquico tão intenso que justifica a sociedade 
tratar não só os danos físicos, mas a causa 
íntima deles.” (2º parágrafo) 

III 

“Vemos isso nos seguros de carro: os rapazes 
de 18 a 24 anos são os maiores causadores de 

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acidentes, portanto quem está nessa faixa paga 
um prêmio maior.” (2º parágrafo) 

IV 

“Uma coisa é curar ou sarar, outra é dar 
vantagens  – como o que se chama  wellness  – 
que as pessoas antes não tinham ou que não 
estão na previsão usual de nossa vida e de sua 
qualidade.” (3º parágrafo) 

 
Para justificar o que disse na frase imediatamente 
anterior, o autor recorre a apenas: 

 

(A)  

I; 

(B) 

I e II; 

(C) 

II e III; 

(D) 

III e IV; 

(E) 

IV. 

 

07  

Em: “O caso do sexo tem um elemento 

irônico, ademais” (6º parágrafo), a palavra 
“ademais” está empregada para: 

 

(A)  

introduzir a figura da ironia, indispensável 
como manobra argumentativa; 

(B) 

aditar raciocínio que contradiz a linha de 
pensamento sustentada no texto; 

(C) 

anunciar hipótese tendente a atenuar a 
importância de argumento anteriormente 
usado; 

(D) 

iniciar narrativa destinada a documentar a 
tese sustentada pelo autor; 

(E) 

acrescentar argumento decisivo orientado 
para a conclusão. 

 

08

   No enunciado: “Aliás, é quase consenso que 

uma das maiores falhas dos Estados Unidos é não 
terem um sistema de saúde como o europeu e o 
canadense” (1º parágrafo), “aliás” funciona com o 
mesmo sentido que em: 

 

(A)  

Temos dois filhos casados. Aliás, três. 

(B) 

Ela esteve aqui ontem. Aliás, trouxe-te um 
recado do pai. 

(C) 

Fazer dicionário é trabalho árduo, sem, aliás, 
deixar de ser interessante. 

(D) 

É boa pessoa; aliás, muito inteligente. 

(E) 

Sempre o ajudou; aliás, não seria um bom 
pai. 

 

09

   A conjunção “como” está empregada no 

período: “Aliás, é quase consenso que uma das 
maiores falhas dos Estados Unidos é não terem um 
sistema de saúde como o europeu e o canadense” 
(1º parágrafo) com o mesmo valor significativo que 
no período: 

 

(A)  

Não constitui novidade para mim, pois várias 
vezes já ouvi essa “teoria”, como ele a 
chama. 

(B) 

Como anoitecesse, recolhi-me pouco depois 
e deitei-me. 

(C) 

Sua força vinha dos olhos, vivos e 
inquiridores como os de um cachorro fiel. 

(D) 

Como terá conseguido vencer, se tudo lhe 
eram obstáculos? 

(E) 

Homem de poucas letras, queria saber como 
devia expressar o que sentia por ela. 

 

10

   A substituição de palavra ou construção 

sintática que altera fundamentalmente o sentido de: 
“Não penso no caso da tentativa de suicídio, porque 
esta pode decorrer de um sofrimento psíquico tão 
intenso que justifica a sociedade tratar não só os 
danos físicos, mas a causa íntima deles” (2º 
parágrafo) encontra-se proposta em: 

 

(A)  

porque / haja vista que; 

(B) 

esta / semelhante tentativa; 

(C) 

decorrer de / determinar; 

(D) 

tão intenso que justifica a sociedade tratar / 
intenso a ponto de justificar que a sociedade 
trate; 

(E) 

não só os danos físicos, mas / os danos 
físicos e. 

 

11

  O sentido de: “SE ALGUÉM ADOECE OU SE 

FERE POR DECISÃO PRÓPRIA, deve a sociedade 
arcar com suas despesas?” (2º parágrafo) sofre 
sensível alteração se a oração em destaque for 
reescrita como: 

 

(A)  

Caso alguém adoeça ou se fira por decisão 
própria; 

(B) 

Adoecendo ou ferindo-se alguém por decisão 
própria; 

(C) 

Dado que alguém adoece ou se fere por 
decisão própria; 

(D) 

Adoeça ou fira-se alguém por decisão 
própria; 

(E) 

Ao adoecer ou ferir-se alguém por decisão 
própria. 

  

12  

Dentre os pronomes em destaque, aquele 

cujo referente se encontra no próprio texto é: 
 

(A)  

“no caso de QUEM fuma ou bebe”               
(2º parágrafo); 

(B) 

“QUE despejam sobre seus concidadãos”    
(2º parágrafo); 

(C) 

“como O que se chama 

wellness                

(3º parágrafo); 

(D) 

“pagamos AQUILO que vamos desfrutar 
como cidadãos” (4º parágrafo); 

(E) 

“alguém de NÓS aceitaria ratear uma 
operação” (4º parágrafo). 

 
 
 
 
 

uff-2009-uff-administrador-prova.pdf-html.html

 

13 

As formas destacadas em: “AQUI, para além 

do valor altamente moral da saúde como não-
doença” (3º parágrafo) e em: “e talvez se esmerar 
em distingui-LOS” (3º parágrafo) possuem em 
comum o fato de ambas: 

 

(A)  

admitirem flexão; 

(B) 

serem partículas átonas, passíveis de 
próclise ou ênclise ao verbo; 

(C) 

referirem-se a elemento anteriormente 
expresso no texto; 

(D) 

poderem, no padrão culto da língua, vir no 
início da frase; 

(E) 

funcionarem como adjunto adverbial. 

 

14

   Há exemplo de concordância verbal que, 

destoando das normas gerais de concordância 
descritas pela gramática, se realiza com o mesmo 
propósito expressivo que em: “E os sessenta 
milhões de brasileiros falamos e escrevemos de 
inúmeras maneiras a língua que nos deu Portugal” 
na seguinte passagem: 

 

(A)  

“Se a saúde é a não-doença, então sabemos 
exatamente do que cada qual necessita para 
curar-se.” (1º parágrafo) 

(B) 

“Podemos modelar nosso corpo e nossa vida, 
mais que no passado.” (3º parágrafo) 

(C) 

“Uma coisa é ratearmos o custo de 
operações de câncer, de tratamento de 
doenças caras.” (4º parágrafo) 

(D) 

“Aqui, a idéia de um custeio social  – que na 
verdade é um rateio, porque como 
contribuintes pagamos aquilo que vamos 
desfrutar como cidadãos  – fica mais difícil.” 
(4º parágrafo) 

(E) 

“Esse desejo baixo, mínimo (‘só quero parar 
de sentir dor’) admite que, moralmente, todos 
paguemos por ele.” (4º parágrafo) 

 

15

   A série em que um dos verbos segue padrão 

de conjugação diverso do padrão do verbo 
destacado em: “Uma coisa é RATEARMOS o custo 
de operações de câncer” (4º parágrafo) é a 
seguinte: 

 

(A)  

custear, arriar, pentear; 

(B) 

bobear, atear, remediar; 

(C) 

lisonjear, incendiar, sortear; 

(D) 

mediar, recensear, mapear; 

(E) 

grampear, ansiar, odiar. 

 
 
 
 
 
 

16

   A alternativa em que a substituição do verbo 

em destaque no trecho: “então sabemos 
exatamente do que cada qual NECESSITA para 
curar-se” (1º parágrafo) dá origem a  ERRO de 
regência verbal é: 

 
 

 

(A)  

então sabemos exatamente com o que cada 
qual pode contar para curar-se; 

(B) 

então sabemos exatamente no que cada qual 
pode se apoiar para curar-se; 

(C) 

então sabemos exatamente ao que cada qual 
deve recorrer para curar-se; 

(D) 

então sabemos exatamente pelo que cada 
qual deve exigir para curar-se; 

(E) 

então sabemos exatamente contra o que 
cada qual deve espernear para curar-se. 

 
 

17

   A colocação do pronome átono que se propõe 

fere as normas de colocação descritas pelas 
gramáticas da língua em: 

 
 
 

(A)  

“Se a saúde é a não-doença, então sabemos 
exatamente do que cada qual necessita para 
curar-se.” (1º parágrafo) / se curar; 

(B) 

“A sociedade, assim, se responsabiliza por 
tais tratamentos de saúde.” (1º parágrafo) / 
responsabiliza-se; 

(C) 

“Esse modelo possivelmente se ampliará 
para a saúde.” (2º parágrafo) / ampliará-se;  

(D) 

“É difícil separar o que é vaidade, o que é 
felicidade, e talvez  se esmerar em distingui-
los indique apenas uma atitude moralista no 
pior sentido do termo.” (3º parágrafo) / 
esmerar-se; 

(E) 

“Naquele caso, o custo depende de onde se 
parte; neste, de aonde se quer chegar.” (3º 
parágrafo) / quer-se. 

 
 

18

   A conversão de: “Se a saúde é a não-doença, 

então sabemos exatamente do que cada qual 
necessita para curar-se. A sociedade, assim, se 
responsabiliza por tais tratamentos de saúde” (1º 
parágrafo) num mesmo e único período foi realizada 
com ERRO, segundo os padrões da língua culta, na 
alternativa: 

 
 

(A)  

Se a saúde é a não-doença, então sabemos 
exatamente do que cada qual necessita para 
curar-se, responsabilizando-se, assim, a 
sociedade por tais tratamentos de saúde. 

(B) 

Se a saúde é a não-doença, então sabemos 
exatamente do que cada qual necessita para 
curar-se, onde a sociedade, assim, 
responsabiliza-se por tais tratamentos de 
saúde. 

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(C) 

Se a saúde é a não-doença, então sabemos 
exatamente do que cada qual necessita para 
curar-se, daí a sociedade responsabilizar-se 
por tais tratamentos de saúde. 

(D) 

Se a saúde é a não-doença, então sabemos 
exatamente do que cada qual necessita para 
curar-se, razão por que a sociedade se 
responsabiliza por tais tratamentos de saúde. 

(E) 

Se a saúde é a não-doença, então sabemos 
exatamente do que cada qual necessita para 
curar-se, em vista do que a sociedade se 
responsabiliza por tais tratamentos de saúde. 

 

19  

O acento grave usado em: “ter uma condição 

física superior à média” (4º parágrafo) torna-se 
facultativo com a substituição de “à média” por: 

 

(A)  

a nossa; 

(B) 

a dos melhores atletas; 

(C) 

a que aspiramos; 

(D) 

a atual; 

(E) 

a todas as outras. 

 
 

20

   Em relação ao trecho: “Aqui, a idéia de um 

custeio social -   que na verdade é um rateio, porque 
como contribuintes pagamos aquilo que vamos 
desfrutar como cidadãos  -   fica mais difícil. Uma 
coisa é ratearmos o custo de operações de câncer, 
de tratamento de doenças caras. Outra é ratearmos 
o sonho de corpo de cada um” (4º parágrafo), a 
mudança de pontuação que se propõe é 
INACEITÁVEL, consideradas as normas em vigor, 
na alternativa: 

 
 

(A)  

parênteses no lugar dos travessões; 

(B) 

vírgula antes e após “como contribuintes”; 

(C) 

dois pontos (seguido de minúscula) em vez 
de ponto após “fica mais difícil”; 

(D) 

vírgula após “Uma coisa” e após “Outra”; 

(E) 

ponto e vírgula (seguido de minúscula) em 
vez de ponto após “doenças caras”. 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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Parte II: Conhecimentos Específicos 
 
 

21

   No contexto das práticas de Recursos Humanos, 

de acordo com Bekin, a atividade que é considerada a 
espinha dorsal do endomarketing denomina-se:  
 

(A)  

treinamento sob a ótica de educação e 
desenvolvimento; 

(B) 

motivação, valorização, comprometimento e 
recompensa; 

(C) 

recrutamento e seleção; 

(D) 

comunicação interna; 

(E) 

pesquisa de mercado de clientes internos. 

 

22

   Dentre as barreiras para a comunicação 

eficaz, aquela representada pela manipulação de 
informações de um  emissor, para que elas sejam 
vistas mais favoravelmente pelo receptor, é 
denominada: 
 

(A)  

filtragem; 

(B) 

atitude defensiva; 

(C) 

seletividade; 

(D) 

linguagem; 

(E) 

ajustamento. 

 

23

 Dentre os sistemas de avaliação de 

desempenho, aquele que pretende reduzir a 
tendência do avaliador ao apreciar os desempenhos 
e fixar padrões mais objetivos de comparação entre 
os avaliados denomina-se: 
 

(A)  

incidentes críticos; 

(B) 

pesquisa de campo; 

(C) 

comparação aos pares; 

(D) 

avaliação de potencial; 

(E) 

escolha forçada. 

 

24

   O fato de os salários estarem relacionados  

com a legislação trabalhista e com os acordos 
coletivos de trabalho está compreendido no 
complexo caracterizador da remuneração 
representado pelos aspectos: 
 

(A)  

sociais; 

(B) 

institucionais; 

(C) 

políticos; 

(D) 

organizacionais; 

(E) 

éticos. 

 
 
 
 
 
 
 

 
 
 

25

   A variância de uma carteira composta por 

muitos títulos é mais dependente dos seguintes 
parâmetros de definição: 
 

(A)  

os betas dos títulos individuais; 

(B) 

os riscos não-diversificáveis dos títulos que 

compõem a carteira; 

(C) 

as covariâncias entre os retornos dos títulos 

que compõem a carteira; 

(D) 

as variâncias dos títulos que compõem a 

carteira; 

(E) 

as correlações lineares entre os títulos que 

compõem a carteira. 

 

26

   O risco que afeta especificamente um único 

ativo ou um pequeno grupo de ativos é 
denominado: 
 

(A)  

sistemático; 

(B) 

beta; 

(C) 

isolado; 

(D) 

idiossincrático; 

(E) 

operacional. 

 

27

   O valor da Covariância entre o retorno de 

uma ação e o retorno do Mercado, dividido pela 
variância do retorno do Mercado, representa uma 
medida de risco que é associada à idéia de: 
 

(A)  

risco não diversificável; 

(B) 

risk free rate

(C) 

risco total; 

(D) 

risco de mercado; 

(E) 

risco combinado. 

 

28 

  A Hipótese de Eficiência de Mercado mais 

difícil de ser aceita é denominada: 

 

(A)  

fraca; 

(B) 

semiforte; 

(C) 

forte; 

(D) 

inconsistente;  

(E) 

semifraca. 

 

29 

  O argumento de que uma empresa  NÃO é 

capaz de alterar o valor total de seus títulos 
mudando as proporções de sua estrutura de capital 
é conhecido como:  

 

(A)  

variante de Miller; 

(B) 

proposição II de MM (com impostos); 

(C) 

proposição I de MM (com impostos); 

(D) 

proposição II de MM (sem impostos); 

(E) 

proposição I de MM (sem impostos).

 

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30

   Os casos em que os preços de uma dada 

ação sobem em razão da mesma sinalizar o 
pagamento de dividendos representam um 
comportamento dos dividendos denominado:  
 

(A)  

efeito clientela; 

(B) 

efeito de conteúdo informacional; 

(C) 

relevância de dividendos;  

(D) 

eliminação de incertezas; 

(E) 

efeito de redução de custos de agency. 

 

31

   Uma opção de compra de ação terá o seu 

preço majorado sempre que: 
 

(A)  

aumentar a variabilidade do ativo-objeto; 

(B) 

aumentar o preço de exercício da opção; 

(C) 

diminuir o preço da ação; 

(D) 

diminuir a taxa de juros; 

(E) 

diminuir a variabilidade do preço da ação. 

 

32

   O modelo de saldo de caixa que visa a levar 

em consideração as flutuações aleatórias de 
entradas e saídas diárias de caixa é conhecido pela 
denominação: 
 

(A)  

Baumol; 

(B) 

Modigliani e Miller; 

(C) 

Miller-Orr; 

(D) 

saldo médio; 

(E) 

cíclico. 

 

33

   Na Pesquisa de Marketing, existem algumas 

abordagens de pesquisa qualitativa para descobrir o 
que os consumidores pensam sobre marcas e 
produtos. Quando o pesquisador apresenta um 
estímulo ambíguo e pede que o entrevistado dê um 
sentido a ele, está sendo empregada a abordagem 
denominada: 
 

(A)  

associação de palavras; 

(B) 

visualização de projeção; 

(C) 

laddering; 

(D) 

técnica projetiva; 

(E) 

personificação da marca. 

 

34

   Um mix de produtos é o conjunto de todos os 

produtos e itens que uma empresa põe à venda. O 
atributo do mix de produtos que se refere a quantas 
opções são oferecidas em cada produto na linha 
denomina-se: 
 

(A)  

diversidade; 

(B) 

variedade; 

(C) 

abrangência; 

(D) 

extensão; 

(E) 

profundidade.

 

35

   No diagnóstico estratégico externo realizado 

pelos planejadores, a identificação de sinais de 
mudança do ambiente e de suas tendências 
caracteriza a etapa conhecida como: 
 

(A)  

monitoramento; 

(B) 

rastreamento; 

(C) 

avaliação de sensibilidade; 

(D) 

previsão; 

(E) 

forecasting

 

36

   De acordo com Porter, a capacidade de 

geração de margem de uma organização depende 
da configuração das forças competitivas do setor 
onde ela atua. O crescimento lento do setor é um 
fator que influencia a força competitiva denominada: 
 

(A)  

rivalidade entre os concorrentes; 

(B) 

ameaça de produtos substitutos; 

(C) 

poder de barganha dos compradores; 

(D) 

poder de barganha dos fornecedores; 

(E) 

ameaça de novos entrantes. 

 

37

   Dentre as estratégias de colaboração e 

cooperação, aquela que envolve um relacionamento 
mais próximo entre organizações, podendo ser de 
curto prazo ou de longo prazo, denomina-se: 
 

(A)  

outsourcing

(B) 

joint ventures

(C) 

parceria; 

(D) 

integração vertical; 

(E) 

propriedade compartilhada. 

 

38

   O  Balance Scorecard  é uma metodologia 

baseada no equilíbrio organizacional e se 
fundamenta no balanceamento entre quatro 
diferentes perspectivas de objetivos. A perspectiva 
que possui como um dos seus indicadores os 
custos baixos denomina-se: 
 

(A)  

financeira; 

(B) 

da inovação e aprendizagem; 

(C) 

do cliente; 

(D) 

processos internos; 

(E) 

de eficiência. 

 

39

   Dentre os valores agregados pela logística, 

aquele que mais se relaciona com a entrega de um 
jornal diário na casa de um cliente denomina-se 
valor de: 
 

(A)  

disponibilidade; 

(B) 

qualidade; 

(C) 

informação; 

(D) 

lugar; 

(E) 

tempo. 

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10 

40

   Existe uma classificação para os Prestadores 

de Serviços Logísticos, baseada em pesquisa de 
oferta efetiva de prestação de serviços logísticos no 
Brasil, que identifica três dimensões que explicam 
as grandes diferenças entre essas empresas. A 
dimensão que caracteriza a oferta de serviços 
básicos é denominada: 
 

(A)  

fator nó; 

(B) 

fator propriedade de ativos; 

(C) 

efeito fundamental; 

(D) 

efeito arco; 

(E) 

fator arco. 

 

41

   Dent re os métodos de roteirização sem 

restrições, aquele que parte de um ou dois pontos e 
vai formando o roteiro por meio do acréscimo 
paulatino de pontos vizinhos é denominado método: 
 

(A)  

de melhoria de roteiro; 

(B) 

2-opt; 

(C) 

de construção do roteiro; 

(D) 

de varredura; 

(E) 

de Clarke e Wright.

 

 

42

   Os consumidores reagem de diferentes 

formas quando procuram um produto numa loja ou 
supermercado e não o encontram. A situação na 
qual o consumidor NÃO sofre impacto em sua 
decisão de compra, em virtude da falta do produto, 
é denominada: 
 

(A)  

neutra; 

(B) 

situacional; 

(C) 

de consumidor específico; 

(D) 

indiferente; 

(E) 

de oportunidade. 

 

43

   Nos trabalhos de Hayes e Wheelwright, foram 

elaborados conceitos importantes sobre estratégia 
de manufatura, dentre eles o modelo de quatro 
estágios de avanço na posição estratégica que o 
setor de manufatura pode ter numa empresa. O 
estágio no qual se encontram as empresas cujo 
setor de manufatura procura NÃO ser pior do que 
as práticas usuais do mercado é denominado: 
 

(A)  

neutralidade interna; 

(B) 

apoio interno; 

(C) 

apoio externo; 

(D) 

neutralidade externa; 

(E) 

acompanhamento externo. 

 
 
 
 

44

   No fluxo de materiais ao longo da cadeia de 

suprimentos, a tendência de ocorrer um efeito de 
multiplicação da demanda, à medida que os 
pedidos vão sendo passados dos varejistas para os 
atacadistas e destes para os fabricantes, é 
conhecida como efeito: 
 

(A)  

Forrester; 

(B) 

elástico; 

(C) 

alavancagem; 

(D) 

carregamento; 

(E) 

Daladier. 

 

45

   As prioridades competitivas estratégicas de 

uma operação podem ser classificadas em grupos 
gerais. O lead time dos fornecedores diz respeito ao 
grupo relacionado a: 
 

(A)  

custo; 

(B) 

velocidade; 

(C) 

qualidade; 

(D) 

confiabilidade; 

(E) 

flexibilidade.

 

 

46

   Dentre os principais pensadores da 

Qualidade, o nome daquele que desenvolveu o 
método conhecido como sete ferramentas é: 
 

(A)  

Feigenbaum; 

(B) 

Juran; 

(C) 

Ishikawa; 

(D) 

Deming; 

(E) 

Taguchi. 

 

47

   O método de melhoria contínua da qualidade 

que visa à redução das variabilidades é 
denominado: 
 

(A)  

kaizen; 

(B) 

5 “S”; 

(C) 

diagrama de causa e efeito; 

(D) 

reengenharia; 

(E) 

seis sigma. 

 

48

   A produção de pequenos lotes, de uma 

grande variedade de produtos, com múltiplos  
roteiros de fabricação, caracteriza o processo 
produtivo do tipo: 
 

(A)  

híbrido; 

(B) 

Job Shop; 

(C) 

em lotes; 

(D) 

em linha; 

(E) 

em fluxo contínuo. 

 

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11 

49

   O software que funciona como uma 

ferramenta de consulta às bases de dados das 
funções empresariais para a apresentação de 
informações de forma simples e amigável, 
atendendo às necessidades da alta administração 
principalmente, denomina-se: 

 

(A)  

Decision Support System

(B) 

Enterprise Resource Planning

(C) 

DataBase Management System

(D) 

Executive Information System

(E) 

Data warehouse.

 

 

50

   A metodologia de desenvolvimento de 

sistemas de informação possui fases e subfases. A 
etapa na qual os programas são testados 
corresponde à fase denominada: 

 

(A)  

projeto físico; 

(B) 

análise do sistema; 

(C) 

projeto lógico; 

(D) 

projeto de implantação; 

(E) 

avaliação de desempenho. 

 

51

   A Escola de pensamento em administração 

cujo modelo possui como vantagens a racionalidade 
em relação ao alcance dos objetivos da 
organização, a rapidez nas decisões e univocidade 
nas interpretações, denomina-se Teoria: 

 

(A)  

da administração científica; 

(B) 

da burocracia; 

(C) 

da Organização; 

(D) 

das Relações Humanas; 

(E) 

estruturalista. 

 

52 

  A capacidade de permitir contatos diretos 

entre os órgãos ou cargos interessados é uma das 
vantagens das organizações do tipo: 

 

(A)  

Hierárquico-consultivo; 

(B) 

Linha-staff; 

(C) 

Funcional; 

(D) 

Linear; 

(E) 

Comissão. 

 

53

   Nas Teorias da Administração, a técnica de 

direção de esforços por meio do planejamento e 
controle administrativo fundamentado no princípio 
de que, para atingir resultados, a organização 
precisa antes definir em que negócio está atuando e 
aonde pretende chegar é denominada 
Administração: 

 

(A)  

por contingências; 

(B) 

estratégica; 

(C) 

por tarefas; 

(D) 

por objetivos; 

(E) 

por missões. 

54

   O corpo teórico que surge no final da década 

de 40, criticando severamente a Teoria Clássica, e 
que foi marcado por um trabalho de Herbert Simon 
constituiu a escola de pensamento denominada 
Teoria: 

 

(A)  

da Contingência; 

(B) 

da Decisão; 

(C) 

da Funcionalidade; 

(D) 

das Relações Humanas; 

(E) 

Comportamental. 

 

55

   De acordo com Max Weber, quando se 

conciliam os meios empregados aos fins da 
organização, ou seja,  são usados os meios mais 
eficientes para a implementação das metas, está-se 
alinhado com o conceito de: 

 

(A)  

Racionalidade; 

(B) 

Economicidade; 

(C) 

Eficácia; 

(D) 

Ajuste; 

(E) 

Continuidade. 

 

56

   Nas Teorias de Administração, o método 

analítico e comparativo que estuda os elementos ou 
fenômenos com relação a uma totalidade, 
destacando o seu valor de posição, é denominado: 

 

(A)  

Totalizante; 

(B) 

Posicional; 

(C) 

Sistêmico; 

(D) 

Estruturalismo; 

(E) 

Estruturante. 

 

57

   A Tipologia de Administração na qual existem 

quatro categorias de participantes que podem se 
beneficiar com uma organização formal, que são os 
seus próprios membros, os seus dirigentes, os 
clientes e o público em geral, é denominada de: 

 

(A)  

Etzioni;  

(B) 

Blau e Scott; 

(C) 

Gouldner; 

(D) 

Merton; 

(E) 

Selznick. 

 

58

   Na abordagem sistêmica da administração, o 

princípio que sustenta que todo fenômeno é parte 
de um fenômeno maior denomina-se: 

 

(A)  

Expansionismo; 

(B) 

Pensamento sintético; 

(C) 

Teleologia; 

(D) 

Retroação; 

(E) 

Cinestesia. 

 
 

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12 

59

   Na execução orçamentária pública, a cessão 

de créditos orçamentários entre unidades 
orçamentárias ou  unidades gestoras integrantes de 
diferentes Ministérios ou entidades é denominada: 
 

(A)  

provisão; 

(B) 

repasse; 

(C) 

subrepasse; 

(D) 

descentralização interna; 

(E) 

destaque. 

 
 

60

   Dentre as modalidades de empenho de 

despesa, aquela que deve ser empregada quando o 
valor exato da  despesa é conhecido e cujo 
pagamento se dá de uma só vez denomina-se 
empenho: 
 

(A)  

por estimativa; 

(B) 

global; 

(C) 

ordinário; 

(D) 

normal; 

(E) 

corrente. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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