Prova Concurso - Pedagogia - 2010-SEDUC-GO-PROFESSOR-LINGUA-ESPANHOLA - UFG - SEDUC - 2010

Prova - Pedagogia - 2010-SEDUC-GO-PROFESSOR-LINGUA-ESPANHOLA - UFG - SEDUC - 2010

Detalhes

Profissão: Pedagogia
Cargo: 2010-SEDUC-GO-PROFESSOR-LINGUA-ESPANHOLA
Órgão: SEDUC
Banca: UFG
Ano: 2010
Nível: Superior

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Gabarito

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GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS

SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESTADO DE GOIÁS

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE GOIÁS

CONCURSO PÚBLICO PARA O CARGO DE PROFESSOR, NÍVEL III, DO QUADRO 

PERMANENTE DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE GOIÁS

EDITAL DE ABERTURA N. 008/2010 

GABARITO OFICIAL DA PROVA OBJETIVA 

 31/05/2010

 ESPANHOL

CONHECIMENTOS GERAIS

TIPO

Q-1

Q-2

Q-3

Q-4

Q-5

Q-6

Q-7

Q-8

Q-9

Q-10

1

C

A

D

B

D

A

A

C

B

C

2

D

B

A

C

A

D

C

B

D

A

TIPO Q-11 Q-12 Q-13 Q-14 Q-15 Q-16 Q-17 Q-18 Q-19 Q-20

1

D

A

B

A

C

A

C

D

C

A

2

C

D

A

B

D

B

A

C

B

C

TIPO Q-21 Q-22 Q-23 Q-24 Q-25 Q-26 Q-27 Q-28 Q-29 Q-30

1

B

C

D

B

A

B

D

B

C

D

2

C

A

B

D

C

A

B

C

A

B

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

TIPO Q-31 Q-32 Q-33 Q-34 Q-35 Q-36 Q-37 Q-38 Q-39 Q-40

1

A

B

D

B

A

C

A

D

B

C

2

B

D

B

C

D

A

B

C

A

D

TIPO Q-41 Q-42 Q-43 Q-44 Q-45 Q-46 Q-47 Q-48 Q-49 Q-50

1

D

A

A

D

C

B

D

B

C

B

2

C

D

B

A

D

C

A

C

B

A

Prova

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C

A

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E

R

N

O

 D

E

 Q

U

E

S

T

Õ

E

S

GOVERNO DO ESTADO DE GOIÁS

SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO

1  Confira  inicialmente  se  o  tipo  deste  caderno,  TIPO-1,  coincide  com  o  que  está  registrado  em  seu  cartão-
resposta. Em seguida, verifique se ele contém 50 questões objetivas e 3 questões discursivas. Caso o caderno 
esteja  incompleto,  tenha  qualquer  defeito,  ou  apresente  divergência  quanto  ao  tipo,  solicite  ao  aplicador  de 
prova a substituição, pois não serão aceitas reclamações posteriores nesse sentido.

2  Cada  questão  apresenta  quatro  alternativas  de  resposta,  das  quais  apenas  uma  é  a  correta.  Preencha  no 
cartão-resposta a letra correspondente à resposta assinalada na prova.

3  O  cartão-resposta  e  a  folha  de  resposta  das  questões  discursivas  são  personalizados  e  não  haverá 
substituição  em  caso  de  erro.  Ao  recebê-los  verifique  se  seus  dados  estão  impressos  corretamente,  caso 
contrário, notifique ao aplicador de prova o erro constatado.

4  O  desenvolvimento  das  questões  discursivas  deverá  ser  feito  com  caneta  esferográfica  de  tinta  preta,  na 
respectiva  folha  de  resposta.  RESPOSTAS  A  LÁPIS  NÃO  SERÃO  CORRIGIDAS  E    TERÃO  PONTUAÇÃO 
ZERO.

5  O  tempo  de  duração  das  provas  é  de  5  horas,  já  incluídas  a  marcação  do  cartão-resposta,  a  leitura  dos 
avisos e a coleta da impressão digital.

6  Você só poderá retirar-se definitivamente da sala e do prédio após terem decorridas duas horas de prova 
e  poderá  levar  o  caderno  de  prova  somente  no  decurso  dos  últimos  trinta  minutos  anteriores  ao  horário 
determinado para o término das provas.

7  AO  TERMINAR,  DEVOLVA  O  CARTÃO-RESPOSTA  E  A  FOLHA  DE  RESPOSTA  DAS  QUESTÕES 
DISCURSIVAS AO APLICADOR DE PROVA. 

ESPANHOL

SÓ ABRA ESTE CADERNO QUANDO AUTORIZADO

LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO

CONCURSO PÚBLICO - EDITAL N.008/2010
PARA CARGO DE PROFESSOR - NÍVEL III

Caderno

TIPO-1

ufg-2010-seduc-go-professor-lingua-espanhola-prova.pdf-html.html

UFG/CS                                                                            CONCURSO PÚBLICO                                                              SECTEC/2010

CONHECIMENTOS GERAIS

Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 04.

De 1984 a 2010

No romance "1984", de George Orwell, o personagem principal
trabalha alterando os arquivos históricos para moldar as consci-
ências para o bom convívio social. Chegamos à época em que
essa distopia (contrário de utopia) virou realidade. Só que, des-
ta vez, pelas mãos dos herdeiros dos projetos utópicos "mais
bem-intencionados".
Porém, antes, um reparo. A política é um mal necessário, mas
existem formas e formas de política. A minha pode ser entendi-
da como uma política herdada de autores como Isaiah Berlin, fi-
lósofo e historiador das ideias do século 20, judeu nascido em
Riga,   Letônia,   radicado   na  Inglaterra.   Em   matéria   de   política,
prefiro   sempre   os   britânicos   aos   franceses   ou   alemães.   Tal
como ele diz em seu recém-publicado no Brasil "Idéias Políticas
na Era Romântica" (Cia. das Letras), prefiro a liberdade à felici-
dade.
A felicidade se declina no plural, porque os valores são confli-
tantes e não acredito em nenhuma forma de resolver essas di-
ferenças. A melhor sociedade é a sociedade na qual ninguém
tem razão (ninguém sabe a verdade definitiva sobre o bem e o
mal), mas um número significativo de pessoas consegue convi-
ver razoavelmente, mesmo sem saber a verdade sobre o bem e
o mal.
O furor   coletivo  de  "verdades  do  bem"  deve   ser  mantido  sob
controle rígido assim como delírios de um serial killer numa noi-
te de calor insuportável. A sociedade é o lugar do apenas tole-
rável.
E a profecia de Orwell? Todo mundo já tinha ouvido falar que na
China o governo estaria alterando os livros de história das esco-
las para que a Revolução Cultural Chinesa (uma das maiores
monstruosidades cometidas na história da humanidade) desa-
parecesse da memória das gerações mais jovens. Vale lembrar
que muitas das pessoas que entre nós se preparam para assu-
mir   o   governo   concordavam   com   aquelas   atrocidades:   matar,
saquear, sequestrar gente inocente.
Mas o que dizer de países democráticos como o Canadá? Re-
centemente, estudantes e professores "amantes da liberdade"
quase lincharam uma intelectual americana, Ann Coulter, e im-
pediram que ela falasse numa universidade. Não ouvi nenhum
dos intelectuais de plantão defendê-la. Era de esperar que mui-
tas mulheres do mundo das letras não o fizessem, uma vez que
ela  é  loira  e  gostosa,  pecados  imperdoáveis  para  intelectuais
feias e azedas. A causa da fúria da "comunidade intelectual" da
universidade no Canadá era porque essa loira conservadora é
conhecida por não rezar na cartilha dos opressores "do bem".
O Canadá é um dos países mais totalitários no que se refere à
repressão ao uso livre da linguagem e à crítica aos costumes
da nova casta fascista que empesteia o mundo.
Lá, de repente, você pode ser preso porque usou uma palavra
que esta casta julga inapropriada. Toda vez que estamos diante
do   controle   oficial   da   língua,   estamos   diante   de   um   regime
opressor.
Mas   fiquemos   em   nossa   cozinha   e   deixemos   os   canadenses
afogados em seu fascismo do detalhe.
Outro dia vi na mão de uma colega uma foto do "novo Saci". Ti-
raram o cachimbo da boca do Saci. Eu, que sou um amante de
cachimbos e charutos cubanos (e viva la Revolución!!), me senti
diretamente afetado. Meu irmão de fé, o Saci, está sendo repri-
mido. A ideia é que, com cachimbo, ele é um mau exemplo para
as crianças. Imagino que esses caras acham que bom exemplo
é mulher vestida de homem coçando o saco.
Outro caso recente é a perseguição a velhas cantigas de roda e
histórias infantis. Por exemplo, o "atirei o pau no gato" deve vi-
rar "não atire o pau no gato" para que as crianças não cresçam
espancando gatos por aí. O fascismo "verde" chega ao ponto
de tirar das crianças uma música divertida para torná-las defen-

soras dos gatos.
Lembro-me de meninas na minha infância que cantavam essas
músicas e ainda assim choravam quando os meninos ensaia-
vam torturar pequenos animais só para vê-las chorar e assim
chegar perto delas. Como era bom jogar baratas mortas no lan-
che das meninas só para ver elas pularem deliciosamente das
suas cadeiras em lágrimas.
O Lobo Mau não pode mais ser mau e comer a vovozinha da
Chapeuzinho Vermelho. Muito menos o Caçador pode salvá-la,
porque estaria estimulando às meninas sonharem com prínci-
pes encantados. O novo fascismo quer que os lobos sejam bon-
zinhos (pobres lobos) e que as meninas não sonhem com caça-
dores que as protejam (coitadas). Sim, 1984 é agora

.

PONDÉ, Luiz Felipe. De 1984 a 2010. In: Folha de S. Paulo. 5 abr. 2010. 

Considere a frase conclusiva “Sim, 1984 é agora” do texto
de Pondé para responder às questões 01 e 02.

 QUESTÃO 01 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Considerando que o romance 1984 de Orwell foi publicado
em 1949, a constatação final, “Sim, 1984 é agora”, produz
uma ironia por meio de  

(A)

um  subentendido  que  coloca   o  presente  como  uma
negação do futuro construído por Orwell em sua obra.

(B)

um pressuposto de que a atualidade tem mais proble-
mas do que Orwell, no passado, previu para o futuro.

(C) uma ambiguidade  que  tanto  atualiza  uma trama  fic-

cional   do   passado   no   presente   quanto   compara   a
atualidade com o passado.

(D) uma atenuação da crítica feita tanto às práticas bem-

intencionadas   do   presente   quanto   às   previsões   do
passado.

 QUESTÃO 02

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

No livro 1984, George Orwell mostra como uma sociedade
oligárquica coletivista é capaz de reprimir qualquer um que
se   opuser   a   ela.   Tal   sociedade   controla   não   só   a
economia, mas a mente e o coração das pessoas. A frase
conclusiva “Sim, 1984 é agora” pode ser assim explicada:

(A)

Os discursos atuais que pregam ações politicamente
corretas   alteram   a   história   natural   das   sociedades,
assim   como   os   arquivos   históricos   no   romance   de
Orwell foram alterados.

(B)

As   tentativas   de   mudança   no   comportamento   das
pessoas e na língua por elas usada são inúteis, visto
que a força maior está na naturalidade das coisas, tal
como postula a profecia de Orwell.

(C) Os  meios  de  controle   social da sociedade  moderna

pautam-se   exclusivamente   nos   registros   escritos   e
falados,   já   que   eles   manifestam   as   impropriedades
vocabulares já denunciadas pelo romance 1984.

(D) As  organizações  do   bem   existentes  no   mundo   hoje

trabalham   para   combater   as   organizações   do   mal,
que   são   inconsequentes   ao   divulgarem   palavras   e
imagens imorais, conflito já descrito no livro 1984.

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 QUESTÃO 03 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A alteração dos livros de história das escolas da China, o
quase linchamento da intelectual americana no Canadá, a
retirada do cachimbo da boca do Saci e a mudança das le-
tras das canções infantis são exemplos apresentados pelo
autor para dar crédito à sua tese. O trecho que   explicita
melhor a tese reforçada por tais exemplos é:

(A)

“O fascismo 'verde' chega ao ponto de tirar das crian-
ças  uma música divertida para torná-las  defensoras
dos gatos.”

(B)

“[...] muitas das pessoas que entre nós se preparam
para assumir o governo concordam com aquelas atro-
cidades: matar, saquear, sequestrar gente inocente”.

(C) “O Canadá é um dos países mais totalitários no que

se refere à repressão ao uso livre da linguagem e à
crítica aos costumes [...]”

(D) “O furor coletivo de ‘verdades do bem’ deve ser man-

tido sob controle rígido assim como delírios de um se-
rial killer numa noite de calor insuportável”.

 QUESTÃO 04 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A expressão “amantes da liberdade” foi utilizada pelo autor
para 

(A)

revelar   que   tanto   professores   quanto   alunos   cana-
denses exageram no uso da liberdade.

(B)

denunciar que há uma distância entre o discurso e a
prática de professores e alunos canadenses.

(C) mostrar que, para a comunidade universitária do Ca-

nadá, a liberdade tem um limite.

(D) marcar que, nas universidades do Canadá, a liberda-

de é entendida fora do sentido usual.

 RASCUNHO 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

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Leia o texto a seguir para responder às questões 05 e 06.

Disponível   em:  <http://busca.uol.com.br/imagem/index.html?ref=homeuol&ad=on&y=11&q   =ler+e+escrever&x=39&start=12>
Acesso em: 08 abr 2010. (Adaptado)

 QUESTÃO 05 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Conforme o texto dos quadrinhos, a língua oferece recursos para que seu usuário possa expressar com palavras o modo
de realização de uma ação, as atitudes, as características e os sentimentos de personagens. Com base nessa afirma-
ção, pode-se depreender que o

(A)

conhecimento das formas gramaticais determina a produção de diferentes enunciados em qualquer contexto.

(B)

domínio das regras gramaticais é condição para que o falante se expresse corretamente. 

(C) acesso às informações do texto é possibilitado pelo conhecimento que o falante tem das regras gramaticais. 

(D) uso das diferentes formas gramaticais é determinado pelos sentidos que o usuário da língua quer produzir.

 QUESTÃO 06 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O fenômeno gramatical que possibilitou, no texto, a criação do efeito de lentidão no verbo “converter” é

(A)

o uso de uma locução verbal no gerúndio.

(B)

a voz passiva da oração.

(C) o modo indicativo em que o verbo se encontra.

(D) a flexão no pretérito do verbo auxiliar. 

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 QUESTÃO 07 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O pensamento pós-moderno questiona os limites do proje-
to de racionalidade moderna e suas pretensões universa-
listas sobre o progresso, a felicidade e a liberdade. O mun-
do moderno, baseado na cultura ocidental e em suas tec-
nologias, ancora-se na certeza e na ordem, a pós-moder-
nidade, por sua vez, caracteriza-se pela:

(A)

complexidade,   indeterminação,   identidades   híbridas,
tecnologias eletrônicas, práticas culturais locais e es-
paços públicos plurais.

(B)

autoridade, participação, rígida disciplina, informatiza-
ção e qualidade do trabalho com conhecimento.

(C) autonomia,   treinamento   de   habilidades,   equipamen-

tos   tecnológicos,   instrução   popular   e   inovação   dos
métodos das ciências naturais.

(D) informação,  adoção   de  conteúdos  formais,  demons-

tração   racional   e   científica   e   prática   do   trabalho   in-
dustrial.

 QUESTÃO 08 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

 

O pensamento pedagógico brasileiro constitui-se do esfor-
ço de análise crítica de vários autores ao pensamento pe-
dagógico oficial.  Uma das  sínteses mais conhecidas é  a
de Dermeval Saviani, que identifica na história da educa-
ção as seguintes tendências: 

(A)

pedagogia do consenso, pedagogia do conflito, peda-
gogia libertária, pedagogia da diferença.

(B)

concepção   reprodutivista,   concepção   revolucionária,
concepção bancária, concepção cultural.

(C) concepção   humanista   tradicional,   concepção   huma-

nista moderna, concepção analítica, concepção dialé-
tica.

(D) pedagogia dialógica, pedagogia da comunicação, pe-

dagogia radical, pedagogia do oprimido.

 QUESTÃO 09 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A   educação   como   direito   fundamental   de   caráter   social
realiza-se por meio de políticas públicas, que expressam
determinada relação social de produção a ser concretiza-
da   pelas   instituições.  O  princípio   de  igualdade  de  condi-
ções para o acesso e permanência na escola, por exem-
plo, constitui uma diretriz fundamental que deve  informar
as  políticas  públicas  educacionais.  Assim, o trabalho  de-
senvolvido pela instituição escolar não se restringe à sua
prática específica, ele possui uma finalidade social deter-
minada pela concepção que o fundamenta. Nessa perspecti-
va, cabe à escola:

(A)

implementar políticas públicas necessárias à concreti-
zação desse direito e criar condições reais para o seu
gozo.

(B)

desenvolver   proposta   pedagógica   que   contemple   a
realidade local, conhecimentos científico-culturais re-
levantes, metodologias  que  possibilitem   a atribuição
de sentido aos conteúdos, processos avaliativos con-
tínuos e ao acompanhamento dos grupos que apre-
sentem maior vulnerabilidade.

(C) planejar e destinar recursos financeiros à criação de

condições de acesso ao ensino e permanência nele,
além de ampliação das possibilidades já existentes. 

(D) julgar as disputas, envolvendo a concretização do di-

reito   de   preparo   da   pessoa   para   o   trabalho,   bem
como para o exercício da cidadania em uma socieda-
de que estabelece fina sintonia entre a racionalidade
econômica e os fins educacionais.

 QUESTÃO 10 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O multiculturalismo como um discurso crítico de raça e pe-
dagogia precisa romper o silêncio em relação ao seu papel
na dissimulação de como a dominação branca coloniza as
definições do normal. Para que isso ocorra, um dos desa-
fios políticos e pedagógicos que se coloca aos educadores
críticos é

(A)

velar os interesses políticos presentes nas formas de
educação   multicultural   que   traduzem   as   diferenças
culturais   em   estilo   de   aprendizagem,   separando   a
cultura do poder e da luta.

(B)

transmitir   conhecimentos   fundamentados   nas   rela-
ções   assimétricas   que   produzem   a   instrumentaliza-
ção do ensino, abolindo questões de poder, história,
ética.

(C) confrontar os discursos educacionais que encaram a

educação   como   uma   atividade   descontextualizada,
isenta de tensões sociais, políticas e raciais.

(D) estimular   o   desenvolvimento   de   teorias   que   desta-

quem   igualdade   e   justiça   aos   grupos   étnico-raciais
pelas   formas   dominantes   de   educação   multicultural
na modernidade.

 QUESTÃO 11 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

 

O currículo constitui significativo instrumento utilizado por
diferentes   sociedades   para   desenvolver   tanto   os  proces-
sos de conservação quanto os de transformação dos co-
nhecimentos historicamente acumulados, bem como para
socializar as crianças e os jovens segundo os valores tidos
como   desejáveis   (MOREIRA,   1997).   Nesse   sentido,   por
currículo entende-se:

(A)

programa oficial determinado pelo Ministério da Edu-
cação e Cultura  para  ser desenvolvido pelas unida-
des educacionais às quais é vedada a crítica e a par-
ticipação na sua elaboração.

(B)

conjunto de normas e regras que orienta a previsão
de   conceitos   e  procedimentos  a  serem   transmitidos
sequencialmente   aos   estudantes   em   contextos   não
formais.

(C) listagem de disciplinas, conteúdos e atividades a ser

sistematizada e executada nas escolas pelos profes-
sores em atendimento às exigências do mercado.

(D) conjunto dos conteúdos cognitivos e simbólicos  (co-

nhecimentos,   valores,   costumes,   crenças,   hábitos)
que compõem uma proposta político-educativa, trans-
mitidos   de   modo   explícito   ou   implícito   nas   práticas
pedagógicas e nas situações escolares.

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 QUESTÃO 12 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O   movimento   de  renovação   curricular   ocorrido   nos  anos
1980 e 1990 focou a democratização do espaço escolar e
o desenvolvimento de currículos centrados na escola, res-
pectivamente.   Uma   análise   realizada   por   Moreira   (   In.
EDUCAÇÃO & SOCIEDADE, Ano XXI,n.73, 2000) em qua-
tro   capitais   do   Sul   e   Sudeste   brasileiro   evidencia   dife-
rentes princípios para integração do currículo. São eles:

(A)

interdisciplinaridade,   eixos   norteadores   e   transver-
sais, princípios educativos e núcleos conceituais.

(B)

sociabilidade, eixo comum, núcleo disciplinar especí-
fico e núcleo livre.

(C) racionalidade, eixos adaptadores, princípios de resis-

tência e núcleo impulsionador.

(D) produtividade, eixos cognitivos, núcleos procedimen-

tais e estruturadores de experiências.

 QUESTÃO 13 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O   principal   meio   de   assegurar   a   gestão   democrática   da
escola é a participação, porque possibilita o envolvimento
de professores, funcionários, pais e alunos no processo de
tomada de decisões. Nesse modelo de gestão democráti-
co-participativo, o trabalho em equipe é fundamental para

(A)

o diagnóstico e a análise da escola, por meio da bus-
ca de informações reais e atualizadas que permitam
identificar as  dificuldades  sem   preocupação  com  as
causas e alternativas de superação.

(B)

a construção conjunta do ambiente de trabalho, por
meio da distribuição de responsabilidades, de forma
colaborativa   e   solidária,   visando   à   formação   e   à
aprendizagem dos alunos.

(C) a determinação de tarefas pelo diretor, a serem exe-

cutadas pelos membros da comunidade, propiciando
uma contenção de gastos dos recursos financeiros da
escola.

(D) o desenvolvimento de uma mesma atividade por pes-

soas que tenham objetivos contrários em relação ao
projeto de  formação dos estudantes.

 QUESTÃO 14 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

 

Dentre as características organizacionais da escola (estilo
de   gestão,   responsabilidade   dos   profissionais,   liderança
compartilhada, participação coletiva, formação dos profes-
sores) destaca-se uma que se manifesta na sala de aula:
a cultura organizacional ou cultura da escola. Segundo Li-
bâneo (2008), a cultura da escola sintetiza

(A)

o sentido que as pessoas atribuem às coisas, os va-
lores, as atitudes, os modos de pensar e agir o que,
de   certa   forma,   mostra   os   traços   característicos   da
escola e das pessoas que nela atuam.

(B)

a posição universalista, que trabalha com a ideia de
que as crianças das camadas populares são carentes
e   que   o   conhecimento   escolar   deve   suprir   o   déficit
cultural desses alunos.

(C) a dificuldade de aprendizagem dos alunos, a precari-

edade de recursos materiais e de recursos humanos
necessários ao desenvolvimento do processo de es-
colarização.

(D) o impacto das políticas avaliativas sobre os proces-

sos educativos desenvolvidos pela escola e sobre a
expectativa de desempenho docente.

 QUESTÃO 15 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O projeto político-pedagógico é o plano global da institui-
ção,   um   instrumento   teórico-metodológico   para   interven-
ção e mudança da realidade (Vasconcellos, 2002). Nesse
sentido, ele é

(A)

um documento elaborado pelo coordenador pedagó-
gico da escola para atender a uma exigência legal de
avaliação externa.

(B)

uma sequência de passos, expressa em um texto ex-
tremamente preciso e correto, que deve evitar discus-
sões, conflitos e contradições no processo de elabo-
ração.

(C) um elemento de organização e integração da ativida-

de   educativa,   composto   por   três   dimensões:   marco
referencial, diagnóstico, programação.

(D) uma   tarefa   educacional   burocrática,   que   resulta   no

preenchimento   de   formulários   e   planilhas,   normal-
mente executada pela supervisão.

 QUESTÃO 16 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A  avaliação   educacional  acontece   em   duas   modalidades
distintas: a avaliação do sistema de ensino e a avaliação
do rendimento escolar. Freitas (2003) defende que as in-
formações decorrentes  das  avaliações  do   sistema  sejam
utilizadas de modo a considerar a relação entre as condi-
ções oferecidas às escolas e os resultados apresentados.
Isso significa que os dados de desempenho deverão

(A)

subsidiar as escolas na definição de prioridades em
consonância com sua realidade e metas.

(B)

ser escalonados, resultando em  comparação e clas-
sificação das escolas.

(C) subsidiar a política de estímulo às escolas por meio

da premiação.

(D) desencadear a competição entre as escolas, no senti-

do de galgarem melhores posições.

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 QUESTÃO 17 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Segundo Hoffman (2006), numa perspectiva construtivista de
avaliação, a questão da qualidade do ensino deve ser analisa-
da em termos dos objetivos previstos. Assim, nessa perspec-
tiva, qualidade do ensino significa:

(A)

padrões   preestabelecidos   em   bases   comparativas
com padrões de comportamento ideal.

(B)

quantidade  informada  pelo  sistema de médias esta-
tísticas e índices numéricos.

(C) desenvolvimento máximo do estudante, por meio de

uma ação educativa voltada para a autonomia moral
e intelectual.

(D) capacidade de selecionar os mais aptos à aquisição

de conhecimento e garantir a manutenção da hierar-
quia social.

 QUESTÃO 18 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Para Freitas (2003), o fenômeno da avaliação em sala de
aula ocorre em dois planos: formal e informal. No plano da
avaliação   formal   estão   as   técnicas   e   os   procedimentos,
como provas e trabalhos, que conduzem a uma nota. No
plano da avaliação informal, encontram-se:

(A)

os aspectos instrucionais, que medem o domínio de
habilidades e técnicas desenvolvidas pelo aluno em
situação de ensino.

(B)

os mecanismos de aferir os conhecimentos científicos
aprendidos   durante   a   exposição   do   conteúdo   pelo
professor.

(C) os   testes   relâmpagos,   que   possibilitam   a   classifica-

ção dos alunos que precisam receber reforço ou  fa-
zer recuperação paralela.

(D) os   juízos   de   valor,   construídos   pelos   professores   e

alunos   nas   interações   diárias,   que   acabam   por   in-
fluenciar os resultados das avaliações finais.

 QUESTÃO 19 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A Lei n. 9.394/96, que estabelece as diretrizes e bases da edu-
cação nacional, define que a educação tem por finalidade o
pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exer-
cício da cidadania e sua qualificação para o trabalho e dispõe,
no Art.23, que a educação básica poderá organizar-se em

(A)

cursos sequenciais por campo de saber, levando em
consideração as características regionais e locais da
sociedade, da cultura, da economia e da clientela.

(B)

cursos   técnicos   especiais,   abertos   à   comunidade,
condicionando a matrícula à capacidade de aprovei-
tamento e não necessariamente ao nível de escolari-
dade.

(C) séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância

regular de períodos de estudos, grupos não seriados,
com base na idade, na competência e em outros cri-
térios, ou por forma diversa de organização, sempre
que o interesse do processo de aprendizagem assim
o recomendar.

(D) turmas, de no máximo trinta alunos, da mesma área

de   conhecimento   ou   equivalente,   respeitando-se   a
capacidade cognoscitiva para desenvolver os estudos
com aproveitamento satisfatório.

 QUESTÃO 20 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Grande parte das políticas educacionais brasileiras foi reo-
rientada a partir de 2003, implicando alterações nos mar-
cos regulatórios vigentes para a educação básica e supe-
rior,   pautadas   no  binômio   inclusão   e   democratização
(DOURADO.  In.   EDUCAÇÃO   &  SOCIEDADE,  n.100.   es-
pecial.   2007).   Nesse   sentido,   destacam-se   as   seguintes
ações governamentais:

(A)

ampliação do ensino fundamental de oito para nove
anos, políticas de ação afirmativa, criação do Fundo
de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Bá-
sica.

(B)

revisão total da LDB e de seu arcabouço legal, inclu-
sive as diretrizes de formação de professores da edu-
cação básica e superior.

(C) aprovação   das   diretrizes   da   carreira   do   magistério,

prevendo jornada única, dedicação exclusiva, tempo
para   estudo,   para  a  pesquisa  e   análise   do  trabalho
docente.

(D) transformação dos polos Universidade Aberta do Bra-

sil em centro de formação de professores, articulados
à Rede Nacional de Formação Continuada de profes-
sores, geridos pelas Faculdades de Educação.

 QUESTÃO 21 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Conforme o que dispõe o Artigo 21, da Lei de Diretrizes e
Bases da Educação (LDB), Lei nº 9394/96, “ A educação
escolar compõe-se de”:

(A)

educação básica; ensino médio; educação de jovens
e adultos; educação superior.

(B)

educação básica, formada pela educação infantil, en-
sino fundamental, ensino médio; e educação superior.

(C) educação infantil; educação básica; educação profis-

sional; educação superior.

(D) educação infantil; ensino fundamental; ensino médio;

educação especial; ensino superior. 

 QUESTÃO 22 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Segundo Behrens (In.: MORAN, J. M. Novas Tecnologias e
mediação pedagógica, 2000), os professores e alunos po-
dem  beneficiar-se da tecnologia da informação para favo-
recer os processos tanto de ensino quanto de aprendiza-
gem, pois estão disponíveis no mercado diversos tipos de
programas aplicados à educação, dentre eles, os progra-
mas tutoriais, que são

(A)

voltados   para   funções   específicas,   como   planilhas
eletrônicas, processadores de textos e gerenciadores
de bancos de dados.

(B)

idealizados   para   escrever,   ajustar,   transferir,   copiar,
recortar, modificar, compor, decompor, gravar e impri-
mir todos os tipos de textos.

(C) compostos   por   blocos   de   informações,   pedagogica-

mente organizados, como se fossem um livro anima-
do, um vídeo ou um professor eletrônico.

(D) elaborados   para   possibilitar   ao   usuário   a   interação

com situações complexas e de risco, pois possibilitam
a apresentação de fenômenos e experiências.

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 QUESTÃO 23 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

As tecnologias de informação e comunicação permitem am-
pliar o conceito de aula, de espaço e tempo de comunicação
audiovisual e ainda estabelecer conexões entre o presencial e
o virtual, porém, por si só não resolvem os desafios educacio-
nais brasileiros. Um dos grandes desafios postos aos educa-
dores pela sociedade do conhecimento é

(A)

responsabilizar os estudantes pela busca de informa-
ções por meio de estudos individualizados, com vis-
tas a promover a superação de suas limitações, re-
sultantes da formação escolar recebida.

(B)

possibilitar aos estudantes uma formação mais rápi-
da, visando a compensar o tempo perdido com possí-
veis reprovações e prover o ingresso no mercado de
trabalho.

(C) viabilizar resultados imediatos, levando a conclusões

previsíveis  em detrimento da compreensão de temas
abstratos de longa duração.

(D) ajudar os estudantes a tornar a informação significati-

va,   a   filtrar   as   informações   verdadeiramente   impor-
tantes entre tantas possibilidades, a compreendê-las
de   forma   abrangente   e   profunda,   tornando-as   parte
de seus referenciais.

 QUESTÃO 24 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Vivemos em um mundo alucinado de grandes velocidades
e acelerações, com muitas turbulências, trazendo para a
cena uma perspectiva não linear de pensamento. Um dos
elementos marcantes dessa velocidade são as tecnologias
de informação e de comunicação (TIC), que passam a fa-
zer parte dos processos educativos. Compreendidas como
elementos de cultura e não apenas como aparato tecnoló-
gico, as TIC possibilitam

(A)

os mecanismos de transmissão de informações com
vistas à retenção e reprodução por parte do estudan-
te usuário.

(B)

a intensa criação e colaboração, por meio da consti-
tuição   de   comunidades   virtuais   de   aprendizagem,
articulando toda a rede com escolas, professores e alu-
nos.

(C) os treinamentos para o mercado, desenvolvendo ha-

bilidades inerentes ao uso de programas e planilhas
específicas.

(D) a  simplificação  da  informação  associada   aos  meca-

nismos lineares de memorização, configurando a se-
nha que garante uma melhor aprendizagem.

 QUESTÃO 25 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A utilização das águas no território goiano é bastante dis-
tinta, dependendo, sobretudo, de fatores de  povoamento,
relevo e disponibilidade hídrica. Para a produção de ener-
gia   e   para   o   abastecimento   humano,   Goiás   conta   com
duas principais bacias, que são as dos rios 

(A)

Corumbá e Meia Ponte.

(B)

Araguaia e Rio dos Bois.

(C) Tocantins e Rio Vermelho.

(D) Paraná e Maranhão.

 QUESTÃO 26 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O processo de modernização agrícola no Sudoeste Goia-
no ocorreu de forma desigual e concentrada. Entre os fato-
res que explicam essa modernização são citados, frequen-
temente, aqueles de ordem ambiental, com destaque para

(A)

os solos férteis.

(B)

o relevo tabular.

(C) as formações florestais.

(D) o clima úmido.

 QUESTÃO 27 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Os fluxos migratórios para o território goiano, durante o sé-
culo XX, seguiram padrões regionais influenciados pela di-
nâmica econômica e projetos de integração nacional. Ao
observar   o   perfil   demográfico   do   Sudoeste   Goiano   e   do
Entorno do Distrito Federal, percebe-se que esse padrão
foi determinado, respectivamente, pela

(A)

edificação de Goiânia e pela modernização agrícola.

(B)

construção da ferrovia e pela implantação de projetos
de irrigação.

(C) criação de projetos de colonização e por programas

de transferência de renda.

(D) modernização da agricultura e pela edificação de Bra-

sília.

 QUESTÃO 28 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

As representações expressam a relação do sujeito com as
formas de organização do espaço. Nesse sentido, as re-
presentações sobre a sociedade goiana, no século XIX, fo-
ram tributárias

(A)

das narrativas dos presidentes de província, que as-
sociavam   o   interior   de   Goiás   às   conexões   políticas
regionais.

(B)

dos relatos dos viajantes, que delimitaram as proposi-
ções sobre a região, divulgando uma perspectiva pe-
renizada na historiografia.

(C) das demandas sociais, que reivindicavam para a ca-

pital uma identidade cultural distinta da cultivada no li-
toral. 

(D) da formação de uma opinião pública por meio de uma

imprensa nascente, que tinha como propósito superar
o ruralismo regional.

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 QUESTÃO 29 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Durante a Primeira República, em Goiás, é possível se ca-
racterizar uma política coronelista estadual, efetivada pela
relação entre os coronéis interioranos e a capital. A perma-
nência dessa política é decorrente 

(A)

do incentivo à participação cívica, devido à almejada
institucionalização política dos partidos.

(B)

dos  desentendimentos entre  as  instâncias  de  poder
regional, o que tornava a política goiana imune às re-
novações ocorridas no cenário nacional.

(C) do sistema eleitoral, que se tornou o selo desse pacto

pela forma sistemática de controle da oposição.

(D) da pressão exercida pelo poder público regional com

o objetivo de inserir as camadas médias num jogo po-
lítico regulado.

 QUESTÃO 30 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Leia o fragmento a seguir.

Esta secção zurgindo,
Zurgirá sem pena ou dó
Enquanto estiver agindo
Com desmandos o Totó

(ZUMBI, 24.06.27) In: MACHADO, Maria Cristina Teixeira. Pedro Ludovi-
co
: um tempo, um carisma, uma história. Goiânia: Cegraf/UFG, 1990, p.
119

Esse fragmento faz alusão ao contexto político de Goiás,
no final da década de 1920, fundamentando-se na crítica à
oligarquia local e indicando que, com a mudança do centro
de poder, o Estado

(A)

deixaria de promover a concentração fundiária, incen-
tivando o desenvolvimento político e econômico mais
equânime.

(B)

fomentaria a ocupação de novos espaços em suas di-
versas   regiões,   vinculando-se   às   atividades   pecuá-
rias.

(C) permitiria  a  inserção mais dinâmica  das oligarquias,

impulsionando   a   competitividade   das   novas   forças
produtivas.

(D) entraria em uma nova era de realizações e de probi-

dade   administrativa,   rompendo   com   a   política   tradi-
cional.

 RASCUNHO 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Lea los siguientes textos y responda a las cuestiones, de
la 31 a la 34.

La Constitución Española de 1978

TÍTULO PRELIMINAR.

Artículo 3.
1. El   castellano   es   la   lengua   española   oficial   del   Estado.

Todos   los   españoles   tienen   el   deber   de   conocerla   y   el
derecho a usarla.

2. Las demás lenguas españolas serán también oficiales en

las respectivas Comunidades Autónomas de acuerdo con
sus Estatutos.

3. La   riqueza   de   las   distintas   modalidades   lingüísticas   de

España   es   un   patrimonio   cultural   que   será   objeto   de
especial respeto y protección.

La Constitución Española. Disponible en:
<http://www.noticias.juridicas.com>.   Acceso   en:   22   mar.   2010.
(Fragmento).

Español o castellano: un debate abierto

II CONGRESO INTERNACIONAL DE LA LENGUA

Intelectuales reflexionan acerca de la polémica suscitada por
Cela sobre cómo debemos denominar el idioma.

VALLADOLID   –   La   jornada   inaugural   del   II   Congreso
Internacional de la Lengua Española no quedó en un mero
trámite burocrático, sino que llegó cargada de intenciones y
hasta polémica.  La  que desató  el Nobel  Camilo  José Cela,
que aprovechó su intervención, titulada  Aviso de la defensa
del español
, para advertir sobre el peligro de la pérdida de
«cierta   idea»  de   la   lengua.   Además,   el   escritor   arremetió
contra los que se  «avergüenzan de hablar del español y de
llamarlo por su nombre, prefiriendo decirle castellano».

Las reacciones ante tal propuesta no se han hecho esperar.
Escritores,   catedráticos   y   académicos   han   mostrado   sus
diferentes impresiones sobre esta polémica:

José Antonio Marina.  El  filósofo  se decanta por el término
castellano porque, en su opinión, «es humilde, poco imperial
y compatible con otros muchos lenguajes, y porque creo que
España es un azar histórico, razón por la que ni la sacralizo
ni   la   desdeño.  Pero   la   verdad,   este   tema   me   parece   un
asunto intrascendente».

Santos Sanz Villanueva. Para el catedrático de la Literatura
Española
,  «desde   un   punto   de   vista   histórico,   “castellano”
designa un dialecto peninsular de origen románico distinto de

otros   del   mismo   origen   como   el   aragonés   o   el   riojano.
“Español”   pasa   a   abarcar   después   el   conjunto   de   esas
modalidades   dialectales   habladas   en   la   Península.   Salvo,
pues,   con   un   sentido   técnico,   es   preferible   el   término
“español”   para   referirse   a   la   lengua   mayoritaria   peninsular
que   incluye   varias   modalidades   (andaluz,   murciano,
canario...)».

HERMOSO,   B.;   ORTEGA,   P.  Español   o   castellano:  un   debate   abierto.
Disponible en: <http://www.ugr.es>. Acceso en: 22 mar. 2010. (Adaptado).

 QUESTÃO 31 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

En   el   Artículo   3   del   Título   Preliminar   de   la   Constitución
Española de 1978 se dispone que, en todo el Estado, 

(A)

el empleo del castellano es un derecho y también es
un deber de los españoles.

(B)

la lengua castellana será, estatutariamente, co-oficial
en las provincias americanas.

(C) los ciudadanos de Castilla tendrán que optar por una

de las lenguas autonómicas.

(D) las modalidades lingüísticas deben quedar protegidas

de la acción del gobierno.

 QUESTÃO 32 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

 

Considerando   lo  enunciado  en el  Artículo  3  transcrito,  la
polémica que desató Cela

(A)

tenía su fundamento en la legalidad.

(B)

partía de las ganas de provocar.

(C) surgía para atenuar el enfrentamiento.

(D) poseía legitimidad pues consensuaba.

 QUESTÃO 33 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Según José Antonio Marina, España es 

(A)

consecuencia   del   talante   humilde   y   el   “lenguaje
español” consagra.

(B)

obra de la mala suerte y el castellano es una lengua
imperialista.

(C) regida por el despropósito y en español se expresa la

intrascendencia. 

(D) fruto   de   la   casualidad   y   el   término   “castellano”   es

modesto. 

 QUESTÃO 34 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Santos   Sanz   Villanueva   señala   que   con   el   vocablo
“castellano se ha designado una 

(A)

impostura lingüística. 

(B)

variedad neolatina.

(C) jerga peninsular.

(D) diacronía aragonesa.

 sectec_prof_espanhol.odt

LA SITUACIÓN ES INSOSTENIBLE
¡QUE SI LA DEMOCRACIA!
¡QUE SI LA VIDA!
¡QUE SI EL  ESPAÑOL!
¡QUE SI EL CASTELLANO!

¡LA PUCHA!

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Lea el texto siguiente y responda a las cuestiones 3536,
37 y 38.

El diseño de unidades didácticas en L2 mediante tareas:
principios y desarrollo

La irrupción de los «enfoques por tareas» en la década de los
ochenta   supone   un   nuevo   salto   hacia   adelante   en   la
concepción   de   la   enseñanza   de   las   lenguas   extranjeras.
Cristalizada   en   forma   de   numerosas   propuestas   didácticas,
sus   ideas   comienzan   a   extenderse   constituyendo   lo   que
algunos consideran un nuevo paradigma.

Dos hechos, sin embargo, hacen que la adopción de estos
enfoques innovadores plantee numerosas dificultades para el
profesor de lenguas extranjeras. Por un lado, la fuerte carga
teórica subyacente y sin cuyo conocimiento resulta difícil de
articular en la práctica. Por otro, la abundancia de «enfoques
por   tareas»   surgidos   en   el   curso   de  los   últimos   años.   Con
matices   en   ocasiones   muy   diferentes,   suelen   llegar   hasta
nosotros con la etiqueta de «método nuevo» o, en el mejor de
los   casos,   como   técnicas   innovadoras,   perdiendo   de   esta
manera su carácter global y viéndose relegados a tener una
incidencia   muy   parcial   sobre   la   labor   del   diseño   y   de   la
puesta en práctica de la enseñanza de la lengua extranjera
(LE).

El   término   de  Enseñanza   del   Lenguaje   Mediante   Tareas
(ELMT) representa una síntesis de elementos compatibles de
varias   de   las   propuestas   englobables   bajo   el   término   de
enfoque   por   tareas.   De   esta   manera,   la   ELMT   concreta
formalmente las necesidades derivadas del desarrollo de las
diferentes disciplinas vinculadas a la didáctica de la lengua.
En   su   núcleo   encontramos   la   adopción   de   la   tarea   como
unidad de diseño de   la actividad didáctica. Junto con otras
propuestas englobables dentro de los enfoques por tareas, la
ELMT reivindica un currículo de lengua capaz de integrar los
diferentes ejes del proceso educativo (objetivos, contenidos,
metodología   y   evaluación)   en   un   afán   de   superar   las
limitaciones de los currículos organizados a partir de listados
de contenidos estructurales o nocional-funcionales.

ESTAIRE,   S.;   ZANÓN,   J.   El   diseño   de   unidades   didácticas   en   L2
mediante   tareas:   principios   y   desarrollo.   Disponible   en:
<http://www.cvc.cervantes.es>. Acceso en: 22 mar. 2010. (Adaptado).

 QUESTÃO 35 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

 

Al   afirmarse   en   el   texto   que,   para   algunos,   las   ideas
derivadas de los  enfoques por tareas  han conformado un
nuevo   paradigma   en   la   concepción   de   la   enseñanza   de
lenguas   extranjeras,   se   indica   que,   para   algunos,   se   ha
constituido

(A)

un nuevo modelo.

(B)

un nuevo sintagma.

(C) una nueva destreza.

(D) una nueva gramaticalidad.

 QUESTÃO 36 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Las   dificultades   mencionadas   que   suelen   surgir   al
adoptarse los enfoques por tareas son la

(A)

insulsez de la reflexión teórica y las redundancias en
la propuesta práctica.

(B)

tortuosidad   de   los   planteamientos   teóricos   y   los
plagios entre los autores.

(C) necesidad   de   dominar   mucha   teoría   y   la

heterogeneidad de las propuestas.

(D) limitación   teórica   y   el   anquilosamiento   del   ritmo   de

divulgación de los métodos nuevos.

 QUESTÃO 37 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

La sigla ELMT se refiere a una pretensión de 

(A)

fusionar lo común a diversas propuestas.

(B)

clasificar las metodologías de enseñanza.

(C) superar los enfoques con fines específicos.

(D) evaluar la falta de criterio en la didáctica.

 QUESTÃO 38 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

 

Según   la  Enseñanza   del   Lenguaje   Mediante   Tareas,   los
listados de contenidos estructurales o nocional-funcionales
han de ser

(A)

integrados   en   los   ejes   elementales   del   proceso
educativo.

(B)

consolidados   dentro   del   currículo   de   la   lengua
extranjera.

(C) diseñados   para   su   aprovechamiento   por   el   enfoque

comunicativo.

(D) eliminados   por   las   restricciones   que   causan   al

proceso educativo.

 sectec_prof_espanhol.odt

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Lea   los   textos   que   siguen   y   responda   a   las   cuestiones,
desde la 39 hasta la 42.

 

Yeísmo. Consiste en pronunciar como
/y/,   en   sus   distintas   variedades
regionales,   el   dígrafo  ll:   [kabáyo]   por
caballo,   [yéno]   por  lleno.   El   yeísmo
está   extendido   en   amplias   zonas   de
España   y   de   América   y,   aunque
quedan aún lugares en que pervive la
distinción en la pronunciación de ll e y,
es   prácticamente   general   entre   los
jóvenes, incluso entre los de regiones
tradicionalmente   distinguidoras.   Su
presencia en amplias zonas, así como
su   creciente   expansión,   hacen   del
yeísmo   un   fenómeno   aceptado   en   la
norma culta.

Hierba. 1. la grafía hierba es más generalizada en la lengua
culta; pero también es válida la variante  yerba:   «Descalzos
sus   pies   para   recibir   el   rocío   que   todavía   impregnaba   la
yerba
». La grafía con y- es admisible en todos los derivados
de hierba: hierbajoyerbajo, etc.

REAL   ACADEMIA   ESPAÑOLA.  Diccionario   panhispánico   de   dudas.
Disponible   en:   <http://www.rae.es>.   Acceso   en:   24   mar.   2010.
(Fragmento).

 QUESTÃO 39 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Según   lo   expuesto   en   la   primera   entrada   transcrita,   el
yeísmo 

(A)

diferencia   las   variedades   distintivas   de   América   de
las de España.

(B)

abarca   un   espacio   extenso   de   la   geografía   del
español.

(C) muestra   su   capacidad   de   pervivencia   como   rasgo

anacrónico.

(D) ha   causado   la   devaluación   del   dialecto   de   los

castellanos.

 QUESTÃO 40 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

En la pronunciación yeísta señalada en la primera entrada,
se articula

(A)

una ye como una elle.

(B)

la elle española como la ele hache del portugués.

(C) el dígrafo ll como el sonido [y].

(D) un sonido nasal desde un modo vocálico.

 QUESTÃO 41 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

 

Ante   el  yeísmo,   los   jóvenes   hispanohablantes   se   han
destacado por su 

(A)

actitud de rechazo.

(B)

prejuicio lingüístico.

(C) empatía con la tradición.

(D) asunción del rasgo.

 QUESTÃO 42 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Según   la   segunda   entrada,   la   grafía  yerba,   frente   a   la
grafía hierba, fue 

(A)

incluida en la prescripción ortográfica.

(B)

establecida desde la dicción yeísta.

(C) tomada de la semántica derivada.

(D) privilegiada por la norma culta.

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Lea el texto siguiente y responda a las cuestiones de 43 a
45.

LEÍSMO. 1.  Debido a su extensión entre hablantes cultos y
escritores de prestigio, se admite el uso de  le en lugar de  lo
en   función   de   complemento   directo   cuando   el   referente   es
una persona de sexo masculino. Sin embargo, el uso de  les
por  los  cuando el referente es plural, aunque no carece de
ejemplos   literarios,   no   está   tan   extendido   como   cuando   el
referente es singular, por lo que se desaconseja en el habla
culta. El leísmo no se admite de ningún modo en la norma
culta cuando el referente es inanimado. Y tampoco se admite,
en general, cuando el referente es mujer.

REAL   ACADEMIA   ESPAÑOLA.  Diccionario   panhispánico   de   dudas
(DPD).  Disponible   en:   <http://www.rae.es>.   Acceso   en:   24   mar.   2010.
(Fragmento).

 QUESTÃO 43 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

El leísmo más extendido, admitido en la norma culta, que
menciona el DPD es el que se aplica a 

(A)

personas, en masculino y singular.

(B)

entes inanimados, en masculino y singular.

(C) sustantivos no contables en plural.

(D) referentes de mujer en plural.

 QUESTÃO 44 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

El   pronombre  le,   en   el   leísmo,   desempeña   la   función
sintáctica de 

(A)

figura literaria.

(B)

complemento indirecto.

(C) marca de prestigio.

(D) objeto directo.

 QUESTÃO 45 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Aplicándose   lo   enunciado   en   la   entrada   del   DPD   a   la
oración  A   tus   amigos,   casi   nunca   les   vi   con   chicas,   se
observa   que   el   leísmo   contenido   en   la   oración   se
corresponde con un uso

(A)

abominado por las explicaciones gramaticales.

(B)

extendido entre los hablantes cultos.

(C) desaconsejable en el habla cuidada.

(D) carente de ejemplos en la producción literaria.

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 QUESTÃO 46 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Lea el siguiente fragmento de Don Quijote de la Mancha.

Llegaron en estas pláticas al pie de una alta montaña, que
casi como peñón tajado estaba sola entre otras muchas que
la   rodeaban.   Corría   por   su   falda   un   manso   arroyuelo,   y
hacíase por toda su redondez un prado tan verde y vicioso
que daba contento a los ojos que le miraban.

CERVANTES  SAAVEDRA,  Miguel   de.  Don   Quijote  de  la  Mancha.  São
Paulo: Alfaguara, 2004.

En el fragmento citado, el pronombre le

(A)

sustituye a la frase “un manso arroyuelo”.

(B)

ha asumido la función del pronombre lo.

(C) ha incorporado los usos del artículo neutro.

(D) reemplaza a los personajes de la historia.

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Lea el texto que sigue y responda a las cuestiones de 47 a
50.

MOTIVACIÓN

¿

¿

M

Moda   o   apuesta   de   futuro?   Es

innegable que el chino mandarín gana
terreno a pasos agigantados entre las
academias de idiomas de nuestro país.
Motivos   no   faltan.   Los   expertos   nos
recuerdan   que   China   será   la   mayor
potencia   mundial   de   este   siglo   y   que
quien   conozca   el   idioma   de   Confucio
tendrá un plus en el mercado laboral.
Si hace cinco años apenas había diez

universidades en España en las que se impartía este idioma,
hoy lo ofertan más de cuarenta.
Algo parecido sucede con el árabe tras el impulso económico
que   han   cobrado   los   mercados   y   con   la   influencia   de   la
inmigración. Por su parte, el interés por aprender ruso parece
no estar tan relacionado con su uso a nivel profesional, sino
que   se  trata   más   bien   de  una   pasión   por   la   cultura   de  los
zares. ¡Apúntate al mapa de las lenguas en auge!

MEJORES PROFESIONALES

Elegir   estudiar   árabe   abre   puertas   para   trabajar   en

medios   de   comunicación,   comercio,   industria,   educación,
relaciones internacionales y traducción e interpretación.

Quienes   se   decantan   por   el   chino   amplían   sus

posibilidades   de   colocación   en   áreas   de   exportación   y
compras,   I+D,   producción,   logística,   finanzas   y   también   en
ONGs o fundaciones con proyectos en Asia Oriental.

IDIOMAS DE FUTURO. Woman. Madrid, nov. 2009. p. 42. (Adaptado)

 QUESTÃO 47 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Centrándose en lo expuesto en el texto, un profesor que
quisiese justificar el aprendizaje del árabe, destacaría que
tal aprendizaje

(A)

añadiría  al aprendiz  el  prestigio  que  tiene  la  cultura
de los turcos.

(B)

afianzaría la autoconfianza de los individuos a los que
se les impide emigrar.

(C) abriría   las   puertas   al   mercado   laboral   que   ha

generado la labor de las ONGs.

(D) aumentaría la gama de trabajos a los que se podría

aspirar. 

 QUESTÃO 48 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

La relevancia del mandarín se refleja en la 

(A)

expansión   hacia   Occidente   del   sistema   de   valores
concebido por Confucio.

(B)

multiplicación   reciente   de   su   oferta   en   las
universidades españolas.

(C) colocación de gerentes chinos en la dirección de las

multinacionales.

(D) reacción   intolerante   ante   lo   asiático   adoptada   por

expertos europeos.

 QUESTÃO 49 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Las   palabras  será  y  tendrá,   en   el   primer   párrafo,  llevan
tilde porque

(A)

son graves terminadas en vocal.

(B)

su penúltima sílaba es tónica. 

(C) son agudas terminadas en vocal.

(D) su última sílaba es átona.

 QUESTÃO 50 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

El significado  de  la frase  más bien, en el contexto en  el
que   ésta   consta   (“sino   que   se   trata   más   bien   de   una
pasión   por   la   cultura   de   los   zares”),   estaría   también
contenido en la expresión

(A)

mejor.

(B)

más precisamente.

(C) menos mal.

(D) máximamente.

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UFG/CS                                                                            CONCURSO PÚBLICO                                                              SECTEC/2010

ESPANHOL - DISCURSIVA

Responda, en español, las cuestiones 1, 2 y 3.

 QUESTÃO 1 

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VERBOS

Lea el texto abajo (a).

TENTACIONES: HOTELES DE GUIPÚZCOA

EL PODER DEL SILENCIO

Iturregi es un establecimiento único en su categoría. Se edificó junto a los restos –
que   se   han   preservado   –   de   un   antiguo   caserío,   muy   cercano   a   la   preciosa
localidad guipuzcoana de Guetaria.
En los días soleados, siéntate en la terraza porticada a leer la prensa diaria y,  si
aprieta   el   frío,   seguro   que   encontrarás   un   confortable   hueco   en   el   salón   con
chimenea, con un interiorismo muy estudiado al igual que en el resto del hotel.
Elige una de sus 8 habitaciones luminosas, con precios que oscilan, en temporada
baja,   entre   los   150   euros   las   habitaciones   simples   y   los   360   euros   las   suites.
Empieza la mañana desayunando frente al mar una buena ración de fruta fresca,
queso de la zona, tortilla de huevos frescos y bollería y yogures caseros. Y déjate
aconsejar por el equipo, que tiene a su favor la discreción.

REVISTATENTACIONES. Madrid, n° 130, feb. 2010. p. 9 3. (Adaptado).

Localice las formas personales verbales del modo indicativo (b). Indíquelas listándolas (c). Escriba el tiempo, número y
persona   de   esas   formas   al   lado   de   cada   una   de   ellas   (d).   Elabore   un   plan   de   clase   básico   que,   partiendo   de   la
clasificación   de   los   verbos   en   indicativo   del   texto   arriba,   tenga   el   objetivo   de   enseñar   el   uso   del   pretérito   prefecto
(pretérito   perfecto  compuesto)   de   ese   modo.   El  plan  tendría   que   ser  desarrollado   en  una  clase   de   50  minutos  para
alumnos de la enseñanza media de una escuela pública del Estado de Goiás (e).

(10,0 pontos)

 QUESTÃO 2 

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VARIEDADES DIALECTALES

Exponga y justifique qué estrategias deben ser adoptadas por un profesor para la presentación, a una sección de alum-
nos con un conocimiento básico del español, de las variedades dialectales de esa lengua.

(10,0 pontos)

 QUESTÃO 3 

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ELABORACIÓN DE CUESTIONES

Lea el texto abajo.

PELÍCULA: LA CINTA BLANCA

LA HISTORIA: 1913, Alemania septentrional. La tranquilidad de un pequeño
pueblo   se empieza  a  alterar  cuando  el médico  sufre  un accidente  con  su
caballo,   aparentemente   provocado.   Será   solamente   el   primero   de   los
extraños   y,   en   algún   caso,   trágicos   incidentes   que   se   vivirán   en   los
siguientes meses.
¿POR QUÉ VERLA? Porque Haneke – el director – asegura la reflexión al
aportar   su   perspectiva   sobre   la   violencia   social:   ”La   violencia   y   la
culpabilidad   son   los   temas   de   todo   el   cine   que   hago.   También   en   esta
película,   que   muestra   cómo   la   educación   basada   en   el   miedo   y   en   la
responsabilidad mal entendida  (ese padre, y sacerdote, que castiga a sus
hijos   humillándolos)   puede   llevar   al   odio   y   a   la   violencia.   En   nuestra
sociedad  no puede  obviarse esa cuestión. En cuanto a la culpabilidad,  yo
crecí en un ambiente judeocristiano donde estaba presente siempre. No es
necesario ser malo para convertirse en culpable”

.

REVISTA FOTOGRAMAS. Madrid, nº1995, ene. 2010, p. 123. (Adaptado).

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UFG/CS                                                                            CONCURSO PÚBLICO                                                              SECTEC/2010

Elabore   una   cuestión   objetiva   acerca   de   él  para   un   grupo   de   alumnos   de  la   enseñanza   media   goiana   con   un   nivel
intermedio de español. La cuestión que usted debe componer ha de tener como finalidad, por una parte, la comprobación
de la capacidad de comprensión textual y, por otra parte, la evaluación de la competencia gramatical de esos alumnos.

(10,0 pontos)

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