Prova Concurso - Pedagogia - 2011-PREFEITURA-DE-APARECIDA-DE-GOIANIA-GO-PROFESSOR-PEDAGOGIA - UFG - PREFEITURA - 2011

Prova - Pedagogia - 2011-PREFEITURA-DE-APARECIDA-DE-GOIANIA-GO-PROFESSOR-PEDAGOGIA - UFG - PREFEITURA - 2011

Detalhes

Profissão: Pedagogia
Cargo: 2011-PREFEITURA-DE-APARECIDA-DE-GOIANIA-GO-PROFESSOR-PEDAGOGIA
Órgão: PREFEITURA
Banca: UFG
Ano: 2011
Nível: Superior

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Gabarito

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

PREFEITURA MUNICIPAL DE APARECIDA DE GOIÂNIA

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CENTRO DE SELEÇÃO

EDITAL 006/2010

GABARITO OFICIAL DA PROVA OBJETIVA 

 31/01/2011

MERENDEIRA(O) I

LÍNGUA PORTUGUESA

Q-1

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MATEMÁTICA

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

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Anulada

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

PREFEITURA MUNICIPAL DE APARECIDA DE GOIÂNIA

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CENTRO DE SELEÇÃO

EDITAL 006/2010

GABARITO OFICIAL DA PROVA OBJETIVA 

 31/01/2011

AUXILIAR DE SECRETARIA I

LÍNGUA PORTUGUESA

Q-1

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MATEMÁTICA

Q-11

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

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SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CENTRO DE SELEÇÃO

EDITAL 006/2010

GABARITO OFICIAL DA PROVA OBJETIVA 

 31/01/2011

INTÉRPRETE DE LIBRAS I

LÍNGUA PORTUGUESA

Q-1

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MATEMÁTICA

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Q-21

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Anulada

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SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CENTRO DE SELEÇÃO

EDITAL 006/2010

GABARITO OFICIAL DA PROVA OBJETIVA 

 31/01/2011

INSTRUTOR SURDO I

LÍNGUA PORTUGUESA

Q-1

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

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SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CENTRO DE SELEÇÃO

EDITAL 006/2010

GABARITO OFICIAL DA PROVA OBJETIVA 

 31/01/2011

BIBLIOTECÁRIO I

LÍNGUA PORTUGUESA

Q-1

Q-2

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MATEMÁTICA

Q-11

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Q-21

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SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CENTRO DE SELEÇÃO

EDITAL 006/2010

GABARITO OFICIAL DA PROVA OBJETIVA 

 31/01/2011

(PE I)  PEDAGOGO

LÍNGUA PORTUGUESA

Q-1

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MATEMÁTICA

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X

CONHECIMENTOS GERAIS SOBRE EDUCAÇÃO

Q-21

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Q-31

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

PREFEITURA MUNICIPAL DE APARECIDA DE GOIÂNIA

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CENTRO DE SELEÇÃO

EDITAL 006/2010

GABARITO OFICIAL DA PROVA OBJETIVA 

 31/01/2011

(PE I)  EDUCAÇÃO FÍSICA

LÍNGUA PORTUGUESA

Q-1

Q-2

Q-3

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MATEMÁTICA

Q-11

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Q-20

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CONHECIMENTOS GERAIS SOBRE EDUCAÇÃO

Q-21

Q-22

Q-23

Q-24

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Q-31

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

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SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CENTRO DE SELEÇÃO

EDITAL 006/2010

GABARITO OFICIAL DA PROVA OBJETIVA 

 31/01/2011

(PE I)  ESPANHOL

LÍNGUA PORTUGUESA

Q-1

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MATEMÁTICA

Q-11

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Q-20

B

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X

CONHECIMENTOS GERAIS SOBRE EDUCAÇÃO

Q-21

Q-22

Q-23

Q-24

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Q-26

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Q-31

Q-32

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

PREFEITURA MUNICIPAL DE APARECIDA DE GOIÂNIA

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CENTRO DE SELEÇÃO

EDITAL 006/2010

GABARITO OFICIAL DA PROVA OBJETIVA 

 31/01/2011

(PE I)  LÍNGUA PORTUGUESA

LÍNGUA PORTUGUESA

Q-1

Q-2

Q-3

Q-4

Q-5

Q-6

Q-7

Q-8

Q-9

Q-10

A

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MATEMÁTICA

Q-11 Q-12 Q-13 Q-14 Q-15 Q-16 Q-17 Q-18 Q-19 Q-20

B

A

C

C*

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X

CONHECIMENTOS GERAIS SOBRE EDUCAÇÃO

Q-21 Q-22 Q-23 Q-24 Q-25 Q-26 Q-27 Q-28 Q-29 Q-30

A

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Q-31 Q-32 Q-33 Q-34 Q-35 Q-36 Q-37 Q-38 Q-39 Q-40

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SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CENTRO DE SELEÇÃO

EDITAL 006/2010

GABARITO OFICIAL DA PROVA OBJETIVA 

 31/01/2011

(PE I)  HISTÓRIA

LÍNGUA PORTUGUESA

Q-1

Q-2

Q-3

Q-4

Q-5

Q-6

Q-7

Q-8

Q-9

Q-10

A

D

B

C

A

C

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B

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MATEMÁTICA

Q-11 Q-12 Q-13 Q-14 Q-15 Q-16 Q-17 Q-18 Q-19 Q-20

B

A

C

C*

A

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C

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X

CONHECIMENTOS GERAIS SOBRE EDUCAÇÃO

Q-21 Q-22 Q-23 Q-24 Q-25 Q-26 Q-27 Q-28 Q-29 Q-30

A

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Q-31 Q-32 Q-33 Q-34 Q-35 Q-36 Q-37 Q-38 Q-39 Q-40

A

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Q-41 Q-42 Q-43 Q-44 Q-45 Q-46 Q-47 Q-48 Q-49 Q-50

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Q-51 Q-52 Q-53 Q-54 Q-55 Q-56 Q-57 Q-58 Q-59 Q-60

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A

* - Alterado    X – Anulada

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

PREFEITURA MUNICIPAL DE APARECIDA DE GOIÂNIA

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CENTRO DE SELEÇÃO

EDITAL 006/2010

GABARITO OFICIAL DA PROVA OBJETIVA 

 31/01/2011

(PE I)  INGLÊS

LÍNGUA PORTUGUESA

Q-1

Q-2

Q-3

Q-4

Q-5

Q-6

Q-7

Q-8

Q-9

Q-10

A

D

B

C

A

C

D

B

D

C

MATEMÁTICA

Q-11 Q-12 Q-13 Q-14 Q-15 Q-16 Q-17 Q-18 Q-19 Q-20

B

A

C

C*

A

D

C

C

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X

CONHECIMENTOS GERAIS SOBRE EDUCAÇÃO

Q-21 Q-22 Q-23 Q-24 Q-25 Q-26 Q-27 Q-28 Q-29 Q-30

A

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Q-31 Q-32 Q-33 Q-34 Q-35 Q-36 Q-37 Q-38 Q-39 Q-40

C

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Q-41 Q-42 Q-43 Q-44 Q-45 Q-46 Q-47 Q-48 Q-49 Q-50

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B

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Q-51 Q-52 Q-53 Q-54 Q-55 Q-56 Q-57 Q-58 Q-59 Q-60

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* - Alterado    X – Anulada

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

PREFEITURA MUNICIPAL DE APARECIDA DE GOIÂNIA

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CENTRO DE SELEÇÃO

EDITAL 006/2010

GABARITO OFICIAL DA PROVA OBJETIVA 

 31/01/2011

(PE I)  MATEMÁTICA

LÍNGUA PORTUGUESA

Q-1

Q-2

Q-3

Q-4

Q-5

Q-6

Q-7

Q-8

Q-9

Q-10

A

D

B

C

A

C

D

B

D

C

MATEMÁTICA

Q-11 Q-12 Q-13 Q-14 Q-15 Q-16 Q-17 Q-18 Q-19 Q-20

B

A

C

C*

A

D

C

C

D

X

CONHECIMENTOS GERAIS SOBRE EDUCAÇÃO

Q-21 Q-22 Q-23 Q-24 Q-25 Q-26 Q-27 Q-28 Q-29 Q-30

A

C

B

D

A

D

C

A

B

C

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Q-31 Q-32 Q-33 Q-34 Q-35 Q-36 Q-37 Q-38 Q-39 Q-40

C

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A

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Q-41 Q-42 Q-43 Q-44 Q-45 Q-46 Q-47 Q-48 Q-49 Q-50

D

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B

C

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C

Q-51 Q-52 Q-53 Q-54 Q-55 Q-56 Q-57 Q-58 Q-59 Q-60

C

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B

B

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X

C

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* - Alterado    X – Anulada

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

PREFEITURA MUNICIPAL DE APARECIDA DE GOIÂNIA

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CENTRO DE SELEÇÃO

EDITAL 006/2010

GABARITO OFICIAL DA PROVA OBJETIVA 

 31/01/2011

(PE I)  ARTES CÊNICAS

LÍNGUA PORTUGUESA

Q-1

Q-2

Q-3

Q-4

Q-5

Q-6

Q-7

Q-8

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Q-10

A

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A

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B

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MATEMÁTICA

Q-11 Q-12 Q-13 Q-14 Q-15 Q-16 Q-17 Q-18 Q-19 Q-20

B

A

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C*

A

D

C

C

D

X

CONHECIMENTOS GERAIS SOBRE EDUCAÇÃO

Q-21 Q-22 Q-23 Q-24 Q-25 Q-26 Q-27 Q-28 Q-29 Q-30

A

C

B

D

A

D

C

A

B

C

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Q-31 Q-32 Q-33 Q-34 Q-35 Q-36 Q-37 Q-38 Q-39 Q-40

B

D

A

D

B

B

C

A

B

D

Q-41 Q-42 Q-43 Q-44 Q-45 Q-46 Q-47 Q-48 Q-49 Q-50

A

A

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B

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B

B

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Q-51 Q-52 Q-53 Q-54 Q-55 Q-56 Q-57 Q-58 Q-59 Q-60

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* - Alterado    X – Anulada

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EDITAL 006/2010

GABARITO OFICIAL DA PROVA OBJETIVA 

 31/01/2011

(PE I)  ARTES (6º ao 9º ano)

LÍNGUA PORTUGUESA

Q-1

Q-2

Q-3

Q-4

Q-5

Q-6

Q-7

Q-8

Q-9

Q-10

A

D

B

C

A

C

D

B

D

C

MATEMÁTICA

Q-11 Q-12 Q-13 Q-14 Q-15 Q-16 Q-17 Q-18 Q-19 Q-20

B

A

C

C*

A

D

C

C

D

X

CONHECIMENTOS GERAIS SOBRE EDUCAÇÃO

Q-21 Q-22 Q-23 Q-24 Q-25 Q-26 Q-27 Q-28 Q-29 Q-30

A

C

B

D

A

D

C

A

B

C

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Q-31 Q-32 Q-33 Q-34 Q-35 Q-36 Q-37 Q-38 Q-39 Q-40

A

D

B

A

D

C

A

C

B

A

Q-41 Q-42 Q-43 Q-44 Q-45 Q-46 Q-47 Q-48 Q-49 Q-50

D

A

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B

C

A

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D

C

D

Q-51 Q-52 Q-53 Q-54 Q-55 Q-56 Q-57 Q-58 Q-59 Q-60

C

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A

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A

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* - Alterado    X – Anulada

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CENTRO DE SELEÇÃO

EDITAL 006/2010

GABARITO OFICIAL DA PROVA OBJETIVA 

 31/01/2011

(PE I)  DANÇA

LÍNGUA PORTUGUESA

Q-1

Q-2

Q-3

Q-4

Q-5

Q-6

Q-7

Q-8

Q-9

Q-10

A

D

B

C

A

C

D

B

D

C

MATEMÁTICA

Q-11 Q-12 Q-13 Q-14 Q-15 Q-16 Q-17 Q-18 Q-19 Q-20

B

A

C

C*

A

D

C

C

D

X

CONHECIMENTOS GERAIS SOBRE EDUCAÇÃO

Q-21 Q-22 Q-23 Q-24 Q-25 Q-26 Q-27 Q-28 Q-29 Q-30

A

C

B

D

A

D

C

A

B

C

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Q-31 Q-32 Q-33 Q-34 Q-35 Q-36 Q-37 Q-38 Q-39 Q-40

C

A

B

A

D

C

B

D

B

C

Q-41 Q-42 Q-43 Q-44 Q-45 Q-46 Q-47 Q-48 Q-49 Q-50

A

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C

A

D

C

C

B

Q-51 Q-52 Q-53 Q-54 Q-55 Q-56 Q-57 Q-58 Q-59 Q-60

A

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C

A

C

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B

D

A

A

* - Alterado    X – Anulada

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SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CENTRO DE SELEÇÃO

EDITAL 006/2010

GABARITO OFICIAL DA PROVA OBJETIVA 

 31/01/2011

(PE I)  ARTES VISUAIS

LÍNGUA PORTUGUESA

Q-1

Q-2

Q-3

Q-4

Q-5

Q-6

Q-7

Q-8

Q-9

Q-10

A

D

B

C

A

C

D

B

D

C

MATEMÁTICA

Q-11

Q-12

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Q-17

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B

A

C

C*

A

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C

C

D

X

CONHECIMENTOS GERAIS SOBRE EDUCAÇÃO

Q-21

Q-22

Q-23

Q-24

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Q-26

Q-27

Q-28

Q-29

Q-30

A

C

B

D

A

D

C

A

B

C

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Q-31

Q-32

Q-33

Q-34

Q-35

Q-36

Q-37

Q-38

Q-39

Q-40

A

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D

C

B

A

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Q-41

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A

B

D

B

A

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B

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C

D

A

D

A

C

B

D

* - Alterado    X – Anulada

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SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

CENTRO DE SELEÇÃO

EDITAL 006/2010

GABARITO OFICIAL DA PROVA OBJETIVA 

 31/01/2011

(PE I)  MÚSICA

LÍNGUA PORTUGUESA

Q-1

Q-2

Q-3

Q-4

Q-5

Q-6

Q-7

Q-8

Q-9

Q-10

A

D

B

C

A

C

D

B

D

C

MATEMÁTICA

Q-11

Q-12

Q-13

Q-14

Q-15

Q-16

Q-17

Q-18

Q-19

Q-20

B

A

C

C*

A

D

C

C

D

X

CONHECIMENTOS GERAIS SOBRE EDUCAÇÃO

Q-21

Q-22

Q-23

Q-24

Q-25

Q-26

Q-27

Q-28

Q-29

Q-30

A

C

B

D

A

D

C

A

B

C

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

Q-31

Q-32

Q-33

Q-34

Q-35

Q-36

Q-37

Q-38

Q-39

Q-40

B

D

A

D

C

B

D

A

C

B

Q-41

Q-42

Q-43

Q-44

Q-45

Q-46

Q-47

Q-48

Q-49

Q-50

D

A

C

D

B

A

B

C

D

C

Q-51

Q-52

Q-53

Q-54

Q-55

Q-56

Q-57

Q-58

Q-59

Q-60

B

C

A

D

B

A

D

B

A

C

* - Alterado    X – Anulada

Prova

ufg-2011-prefeitura-de-aparecida-de-goiania-go-professor-pedagogia-prova.pdf-html.html

C

O

N

C

U

R

S

O

 P

Ú

B

L

IC

O

CONCURSO PÚBLICO PARA SELEÇÃO DO QUADRO DE PESSOAL DA 
SECRETARIA  DE  EDUCAÇÃO  DO  MUNICÍPIO  DE  APARECIDA  DE 
GOIÂNIA – EDITAL DE ABERTURA Nº 006/2010

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

PREFEITURA MUNICIPAL DE APARECIDA DE GOI

ÂNIA

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO

CENTRO DE SELEÇÃO

SÓ ABRA ESTE CADERNO QUANDO AUTORIZADO

23/01/2011

PEDAGOGO

PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO I

LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES

1.

Quando for permitido abrir o caderno, verifique se ele está completo ou se apresenta imperfeições 
gráficas que possam gerar dúvidas. Em seguida, verifique se ele contém 60 questões da prova 
Objetiva e a prova de Redação.

2.

Cada questão da prova Objetiva apresenta quatro alternativas de resposta, das quais apenas uma 
é a correta. 

.

3.

e a folha de resposta da prova de Redação são 

s e não serão 

substituidos em caso de erro durante o seu preenchimento. Ao recebê-los, verifique se os seus dados
em ambos estão impressos corretamente. Se for encontrado algum erro, notifique ao aplicador de 
prova.

4.

A folha de resposta da prova de Redação será despersonalizada antes da correção. Para a banca 
corretora, você será um candidato anônimo. Desenhos, recados, orações ou mensagens, inclusive 
religiosas, nome, apelido, pseudônimo ou rubrica escritos na folha de resposta são considerados 
elementos de identificação. Se houver alguma ocorrência de caso como os mencionados anterior-
mente, sua prova será desconsiderada, e atribuir-se-lhe-á pontuação zero.

5.

O desenvolvimento da prova de Redação deverá ser feito com caneta esferográfica de tinta preta 
na respectiva folha de resposta. RESPOSTA A LÁPIS NÃO SERÁ CORRIGIDA E RECEBERÁ 
PONTUAÇÃO ZERO.

6.

As provas terão a duração de cinco horas, já computados nesse tempo a marcação do cartão-
resposta, o preenchimento da folha de resposta da prova de Redação

 e a coleta da impressão

digital.

7.

Você só poderá retirar-se definitivamente da sala e do prédio após terem decorridas  quatro horas 
de  prova  e  poderá  levar  o  caderno  de  prova  somente  no  decurso  dos  últimos  trinta  minutos 
anteriores ao horário determinado para o término da prova.

8.

AO TERMINAR, DEVOLVA O CARTÃO-RESPOSTA E A FOLHA DE RESPOSTA DA PROVA 
DE REDAÇÃO AO APLICADOR DE PROVA.

Preencha no cartão-resposta a letra correspondente à resposta julgada correta

O  cartão-resposta 

personalizado

PROVAS

QUESTÕES

MATEMÁTICA

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS
REDAÇÃO

11 a 20

21 a 30

LÍNGUA PORTUGUESA

01 a 10

CONHECIMENTOS GERAIS SOBRE EDUCAÇÃO

31 a 60

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UFG/CS                                        PREFEITURA MUNICIPAL DE APARECIDA DE GOIÂNIA –  SECRETARIA DE EDUCAÇÃO                                     CONCURSO PÚBLICO 

LÍNGUA PORTUGUESA 

Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 
07.

David Hockney pinta em iPhone e iPad

ANA PAULA SOUSA

ENVIADA ESPECIAL A PARIS 

E eis que da tela fez-se o pincel. Com o mesmo toque de 
dedo que nos faz alcançar um número de telefone ou o mapa 
de uma estrada, David Hockney, 73, criou cores, formas. Flo-
res.
O   pintor   britânico   reencontrou-se   com   o   desenho   quando, 
deitado na cama, na costa leste da Inglaterra, pegou o iPho-
ne e, empurrado pela própria natureza de artista, se flagrou a 
transferir para a pequena tela o nascer do sol que via pela ja-
nela.
"Eu não teria desenhado a aurora se eu tivesse um lápis e 
um papel à mão. Foi a luminosidade da tela que me incitou", 
descreve,  no  texto feito para  a exposição "David  Hockney, 
Fleurs fraîches" (flores frescas), em cartaz na Fundação Pier-
re Bergé - Yves Saint Laurent, em Paris.
A mostra, que fica aberta até o dia 30 de janeiro, reúne 200 
desenhos   que   Hockney,   um   dos   mais   importantes   artistas 
contemporâneos, fez sobre iPhones e iPads.
As imagens que chegam a público surgiram nesse mesmo 
quarto com vista para o nascer do sol. O espaço, conta Hoc-
kney, era diariamente decorado com flores frescas.
"Aprender a desenhar é aprender a olhar e aprender a olhar 
não faz mal a ninguém", ensina, no texto.
NOVOS VALORES
Hockney, que já foi chamado de "o pintor mais célebre do 
mundo", e teve suas imagens da Califórnia transformadas em 
símbolo do hedonismo da sociedade atual, andava desapare-
cido do grande circuito. Não expunha em Paris desde 1999.
"Uma das vantagens de estar na periferia do mundo das ar-
tes  é essa:  posso  observar  melhor", declarou,  numa longa 
entrevista à revista especializada "Artpress".
E ele observou que, se no iPad mudará muita coisa, da im-
prensa escrita à nossa relação com a tela da TV, não é possí-
vel achar que as artes plásticas passarão ao largo do seu im-
pacto.
Seus desenhos, que perderiam todo o sentido se fossem im-
pressos, uma vez que ganham vida apenas com a luminosi-
dade da tela, procuram capturar algo que é específico das 
novas tecnologias.
Isso fica claro à entrada da exposição parisiense. Um vídeo 
mostra  o  pintor em  ação.  Os gestos,  apesar  de delicados, 
são velozes. A cada traço se segue a busca por uma nova 
cor, na própria tela.
Os desenhos têm um quê de primitivos. A provocação, evi-
dentemente,   não   está   nos   traços   em   si,   quase   inocentes, 
mas na sua existência.
Como observa Hockney na "Artpress", a Sotheby's ou as ga-
lerias não saberiam o que fazer com esses desenhos que fo-
ram enviados, em forma de arquivo digital, a duas dezenas 
de pessoas.
"Ninguém se perguntou ainda quanto isso custa", ponderou o 
artista que, antes de organizar a mostra, mandou seus dese-
nhos para 20 amigos que têm iPhones.
"Como muita gente, ainda não encontrei uma maneira de re-
ceber por isso. Mas como esses desenhos dão muito prazer 
aos meus amigos, que importância isso tem?", pergunta, lúdi-
co, no texto de apresentação.

Disponível em:<http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq2912201018.htm>

Acesso em 29 dez. 2010.

▬ QUESTÃO 01 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬
A matéria jornalística de Ana Paula Sousa apresenta uma 
informação nova, ao demonstrar que as novas tecnologias 
digitais de comunicação
(A) transformam o meio de divulgação da obra de arte, 

mas preservam a possibilidade estética da criação ar-
tística.

(B) dificultam a capacidade de criação artística, pois des-

cartam as ferramentas que individualizam a habilida-
de do artista.

(C) apelam para as estratégias consumistas do capitalis-

mo, porque substituem o efeito individual da obra de 
arte pela produção em série.

(D) democratizam as formas de produção artística, contu-

do impedem o surgimento de verdadeiros artistas.

▬ QUESTÃO 02 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬
Para produzir o efeito de novidade da matéria, no título 
“David Hockney pinta em iPhone e iPad”, a jornalista utili-
za, como recurso linguístico, 
(A) a ironia de afirmar o oposto sobre o sujeito.
(B) o estrangeirismo para nomear os aparelhos eletrônicos.
(C) o argumento de autoridade com um nome próprio.
(D) a ambiguidade de sentido do verbo pintar.

▬ QUESTÃO 03 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬
A organização sintática do primeiro período do texto contri-
bui para produzir, no primeiro parágrafo, a ideia de 
(A) antítese entre o mundo real da pintura e o mundo vir-

tual da comunicação.

(B) comparação entre a obra do pintor Hockney e a de 

Deus no livro de Gênesis. 

(C) gradação  para   dar destaque  à  forma   tradicional  de 

criação artística.

(D) inversão para realçar o estilo formal do gênero maté-

ria jornalística.

▬ QUESTÃO 04 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A ideia de hedonismo afirmada no trecho “Hockney, que já 
foi chamado de ‘o pintor mais célebre do mundo’, e teve 
suas imagens da Califórnia transformadas em símbolo do 
hedonismo da sociedade atual, andava desaparecido do 
grande circuito” é recuperada, no texto, em

(A) “‘Ninguém   se   perguntou   ainda   quanto   isso   custa’, 

ponderou o artista que, antes de organizar a mostra, 
mandou   seus   desenhos   para   20   amigos   que   têm 
iPhones.”

(B) “‘Uma das vantagens de estar na periferia do mundo 

das artes é essa: posso observar melhor’, declarou, 
numa   longa   entrevista   à   revista   especializada   ‘Ar-
tpress’.”

(C) “Mas   como   esses   desenhos   dão   muito   prazer   aos 

meus amigos, que importância isso tem?”

(D) “‘Aprender a desenhar é aprender a olhar e aprender 

a olhar não faz mal a ninguém’, ensina, no texto.”

lingua_portuguesa_superior

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UFG/CS                                        PREFEITURA MUNICIPAL DE APARECIDA DE GOIÂNIA –  SECRETARIA DE EDUCAÇÃO                                     CONCURSO PÚBLICO 

▬ QUESTÃO 05 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

No trecho “Seus desenhos, que perderiam todo o sentido 
se fossem impressos, uma vez que ganham vida apenas 
com a luminosidade da tela, procuram capturar algo que é 
específico das novas tecnologias.”, as vírgulas são utiliza-
das para marcar a

(A) intercalação de explicações entre o sujeito e o seu 

predicado.

(B) separação de adjuntos adverbiais de natureza dife-

rente.

(C) elipse do verbo nas orações subordinadas.

(D) existência de orações com sujeitos e predicados dife-

rentes.

▬ QUESTÃO 06 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

No período “Os gestos, apesar de delicados, são velozes”, 

(A) predomina como conclusão decisiva aquela que é es-

tabelecida pelo argumento   marcado pela conjunção 
concessiva.

(B) acontece a anulação da força argumentativa do seg-

mento principal pela introdução do conectivo “apesar 
de”.

(C) prevalece   a   orientação   argumentativa   do   segmento 

que não é introduzido pela conjunção “apesar de”.

(D) ocorre a desautorização do sentido da oração princi-

pal em face da presença do argumento contrário na 
oração subordinada.

▬ QUESTÃO 07 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Em "’Eu não teria desenhado a aurora se eu tivesse um lá-
pis e um papel à mão. Foi a luminosidade da tela que me 
incitou’", a palavra “aurora” funciona como um mecanismo 
de coesão por estabelecer uma relação de

(A) antecipação do termo lexical “janela”.

(B) encadeamento da oração iniciada por “Eu” à oração 

subordinada.

(C) subordinação da oração condicional iniciada por “se”.

(D) retomada por sinônimo da expressão “nascer do sol”.

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬
Considere o texto a seguir para responder às questões 08 
09.

GRAFIA DE SÃO PAULO - A Folha usará "presidente", e não 
"presidenta", para se referir à petista Dilma Rousseff. Em por-
tuguês,   as  duas  formas estão corretas,   "mas  a  feminina é 
pouco usada", diz Thaís Nicoleti, consultora de língua portu-
guesa do Grupo Folha-UOL. De acordo com Pasquale Cipro 
Neto, o uso da forma "presidenta" causa estranheza aos lei-
tores.

Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/fj0201201105.htm>

Acesso em 02 jan. 2011.

▬ QUESTÃO 08 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Com a finalidade de persuadir o leitor, a notícia recorre a 
citações de Thaís Nicoleti e de Pasquale Cipro Neto como 
argumento

(A) baseado no consenso para provar a validade da es-

colha do jornal ao considerar uma verdade evidente e 
já universalmente aceita.

(B) de autoridade para corroborar a tese do jornal e tor-

nar os profissionais citados fiadores da veracidade de 
seu ponto de vista.

(C) baseado em provas concretas para demonstrar que o 

jornal segue o ponto de vista das afirmações genera-
lizantes.

(D) de   raciocínio   lógico   para   ratificar   a   tese   defendida 

pelo jornal acerca da relação entre a causa e a con-
sequência de sua decisão. 

▬ QUESTÃO 09 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A regra que justifica a escolha do uso de “presidente” e 
não “presidenta” pelo jornal é baseada 

(A) na transcrição da língua falada na escrita.

(B) no prestígio da gramática normativa da língua portu-

guesa.

(C) na   situação   de   comunicação   formal   requerida   pelo 

uso do termo.

(D) no julgamento social sobre as duas formas.

▬ QUESTÃO 10 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Leia a charge apresentada a seguir.

Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/inde29122010.htm>. 

Acesso em 29 dez. 2010.

O recurso utilizado na charge para produzir o efeito de hu-
mor é a

(A) negação.

(B) informalidade.

(C) intertextualidade.

(D) personificação.

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MATEMÁTICA 

▬ QUESTÃO 11 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura 
de Transportes (DNIT), a distância entre as cidades de Ja-
taí/GO e Goiânia/GO é de 325 km pela rodovia BR 060. 
Supondo que o DNIT deseje remarcar as quilometragens 
desse trecho colocando uma placa de sinalização a cada 
5 Km, quantas placas deverão ser colocadas nesse trecho 
da rodovia, sabendo que em Goiânia/GO a marcação da 
placa deverá ser de 410 Km e em Jataí/GO de 735 Km?

(A) 65

(B) 66

(C) 67

(D) 68

▬ QUESTÃO 12 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Uma determinada mercadoria custava o valor de R$ 849,59. 
Essa mesma mercadoria obteve um aumento, passando a 
valer R$ 999,00. A porcentagem aproximada de aumento 
dessa mercadoria sobre o valor antigo é:

(A) 17,58%

(B) 20,52% 

(C) 24,95%

(D) 85,05%

▬ QUESTÃO 13 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Um pedreiro pretende construir um galpão de área retan-
gular para guardar seus equipamentos de trabalho, tendo 
material suficiente para constituir 1000 metros (m) de com-
primento de parede. Sabe-se que no local escolhido para 
construir o galpão, o pedreiro pretende deixar a frente do 
terreno para posteriormente colocar um portão. Se o pe-
dreiro utilizar somente o material que possui para os três 
lados restantes do galpão, quais as dimensões dos lados 
desse galpão para que sua área seja a maior possível?

(A) 125 m e 300 m

(B) 200 m e 400 m

(C) 250 m e 500 m

(D) 300 m e 600 m

▬ QUESTÃO 14 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Na figura a seguir, X’O = OY’ e a área do triângulo OX’Y’ é 
de 16 m

2  

(metros quadrados). Nessas condições a equa-

ção da reta que passa por X’ e Y’ é a seguinte:

(A)

0

32

=

+

y

x

(B)

0

2

8

2

=

+

y

x

(C)

0

2

4

2

=

+

y

x

(D)

0

8

=

+

y

x

▬ QUESTÃO 15 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Um caminhão tem carroceria com as dimensões indicadas 
na figura a seguir:

Considerando as dimensões da carroceria, quantas viagens 
esse caminhão deverá fazer para transportar 302,4 m

3

  de 

areia?
(A)   20 viagens
(B)   24 viagens
(C)   36 viagens
(D) 168 viagens

▬ QUESTÃO 16 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Considere a expressão  

5

220

no conjunto dos números 

reais. O valor aproximado da expressão é:
(A) 3,32
(B) 3,87
(C) 4,68
(D) 6,64

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▬ QUESTÃO 17 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Dois irmãos, Paulo e Rodrigo, receberam de herança duas 
chácaras   localizadas   nas   proximidades   da   cidade   onde 
moram. A figura, a seguir, mostra as suas dimensões e for-
matos.

X

X

X

X

X

2x

72 m

Chácara do Rodrigo

Chácara do Paulo

Sabe-se que a chácara do Paulo é 147 m

2

 maior que a do 

Rodrigo, assim a área da chácara do Rodrigo mede
(A) 2500 m

2

 

(B) 3528 m

2

(C) 7056 m

2

(D) 7350 m

2

▬ QUESTÃO 18 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Todos os domingos Sandra vende roupas na sua banca 
montada na feira de sua cidade. No último domingo, as 
bermudas e camisetas vendidas totalizaram 46 peças. 
Sabendo-se que o preço de venda de cada camiseta é 
R$ 16,00 e de cada bermuda é R$ 12,00, ela apurou 
R$   656,00  com a venda destes dois produtos. Assim, a 
quantidade vendida de camisetas e bermudas, respectiva-
mente, foi
(A) 13 e 33
(B) 16 e 30
(C) 26 e 20
(D) 36 e 10

▬ QUESTÃO 19 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Um restaurante produz alimentos para vender pratos desti-
nados à entrega em domicílio. O cliente interessado tem a 
liberdade de montar seu prato conforme as categorias de 
alimentos. Sabe-se que há 7 tipos de carnes, 4 tipos de 
massas, 6 tipos de saladas e 5 tipos de sobremesas. As-
sim, o restaurante tem possibilidade de oferece quantos 
pratos diferentes? 
(A)   22
(B)   85
(C) 120
(D) 840

▬ QUESTÃO 20 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O tráfico de animais é considerado pela lei brasileira um 
crime grave, contudo essa prática de comércio ilegal se-
gue como um desafio para as autoridades do mundo intei-
ro. No mundo, segundo o estudo  Living Planet Index, do 
Fundo Mundial para a Natureza (WWF) e da Sociedade de 
Zoologia de Londres, o número de espécies diminuiu 27% 
em 35 anos. Os motivos indicados para tal queda são a 
destruição   dos   hábitats  e   o   comércio   de   animais   selva-
gens. A tabela, a seguir, mostra a quantidade de animais 
apreendidos no Brasil no ano de 2007.

Total de animais

Apreendidos no Brasil

Invertebrados

788

Anfíbios

2

Répteis

8415

Aves

17416

Mamíferos

1121

Revista Guia Mundial de Estatística, ano 1, edição 01, On 

Line Editora, 2008, p. 47.

De acordo com essa tabela, a probabilidade de um desses 
animais apreendidos, em relação ao total de capturados, 
ser
(A) uma ave é de aproximadamente 50%.
(B) um réptil é de aproximadamente 43%.
(C) um invertebrado é de aproximadamente 28%.
(D) um anfíbio mamíferos é de aproximadamente 4%.

▬ RASCUNHO ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

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CONHECIMENTOS GERAIS SOBRE EDUCAÇÃO 

▬ QUESTÃO 21 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Leia o conceito a seguir.

É uma configuração que nasce do processo de acostumar-
se a uma explicação ou compreensão da realidade sem 
que ela seja questionada. Mais do que uma interpretação 
adequada da realidade, é uma ‘forma de ver’ a realidade – 
mítica, espontânea (LUCKESI, 1994). Esse é um conceito 
de

(A) senso comum.

(B) senso crítico.

(C) conhecimento verdadeiro.

(D) conhecimento historicamente acumulado.

▬ QUESTÃO 22 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Leia a tirinha para responder à questão 22.

QUINO. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2003, p. 265.

O conhecimento expresso por Manolito, acerca da proprie-
dade comutativa da multiplicação, tem, para ele, origem di-
ferente do que, a princípio, julgou a professora. O referido 
conhecimento se origina para Manolito e para a professo-
ra, respectivamente,

(A) da acumulação histórica e do senso comum.

(B) do senso crítico e do senso comum.

(C) do senso comum e do senso crítico.

(D) do livro didático e do livro didático.

▬ QUESTÃO 23 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

É a pedagogia que sustenta a ideia de que a escola tem 
por função preparar os indivíduos para o desempenho de 
papéis   sociais,   de   acordo   com   aptidões   individuais,   por 
isso os indivíduos precisam aprender a se adaptar aos va-
lores e às normas vigentes na sociedade de classes por 
meio do desenvolvimento da cultura individual. Trata-se da 
pedagogia

(A) libertadora.

(B) liberal.

(C) libertária.

(D) progressista.

▬ QUESTÃO 24 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Para Gómez (1998), as principais funções sociais da esco-
la são:

(A) preparação do aluno para níveis subsequentes de in-

telectualização e sua socialização.

(B) seleção   de   experiências  educativas  viáveis,  promo-

ção da interação do aluno e transmissão de informa-
ções pertencentes à cultura do meio.

(C) realização de adaptações do conhecimento historica-

mente acumulado e sua transmissão aos cidadãos.

(D) incorporação futura do aluno ao mundo do trabalho e 

formação do cidadão para a sua intervenção na vida 
pública.  

▬ QUESTÃO 25 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A  educação   geral   contrapõe-se   ao   ensino   especializado 
em disciplinas ou matérias, porém o contraste que se deve 
estabelecer é em termos de qual perspectiva se adota so-
bre o conhecimento e a vida, junto a uma forma de organi-
zar e tratar esse conhecimento. 

A formação do cidadão requer que lhe sejam proporciona-
das visões sintéticas dos problemas, já que o ideal demo-
crático de uma cidadania ilustrada exige solucionar proble-
mas e conectar saberes.

A busca de fórmulas para obter isso é uma urgência recla-
mada pela função democrática da escolarização comum 
para todos, tanto mais urgente quanto mais especializado 
é o conhecimento que se produz. Esse tem sido um desa-
fio no pensamento pedagógico de todo esse século. (SA-
CRISTÁN, 1998).

A história do pensamento e a da prática pedagógica ofere-
cem constantes exemplos de tentativas de  resposta à ne-
cessidade de integrar cultura e conhecimento. Uma des-
sas tentativas consiste em: 

(A) aproximar conteúdos em grandes áreas de saber e 

de experiência por meio do plano geral do currículo.

(B) fidelizar fontes de informação para evitar divergências 

desnecessárias à construção do currículo.

(C) formar e selecionar professores em áreas cada vez 

mais especializadas, permitindo que a prática docen-
te reflita sua própria perspectiva.

(D) realizar projetos de trabalho, para que um aspecto da 

realidade possa ser desmembrado para ser analisado 
pelas diferentes áreas do conhecimento. 

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▬ QUESTÃO 26 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Em Pedagogia da Autonomia, Paulo Freire alinha e discute 
alguns saberes fundamentais à prática educativa crítica ou 
progressista. Ele afirma que ensinar não é transferir co-
nhecimentos, conteúdos, nem formar é ação pela qual um 
sujeito criador dá forma, estilo ou alma a um corpo indeci-
so e acomodado e que os sujeitos educativos, apesar das 
diferenças que os conotam, não se reduzem à condição 
de objeto um do outro. Esse pensamento do autor pode 
ser sintetizado da seguinte forma:

(A) A educação é uma forma de intervenção no mundo.

(B) O ensino prescinde de consciência ideológica.

(C) O ensino abstrai-se da identidade cultural para trans-

mitir a cultura acumulada.

(D) Quem   ensina   aprende   ao   ensinar  e   quem  aprende 

ensina ao aprender. 

▬ QUESTÃO 27 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Segundo Guimarães, Magalhães e Barreto (2006), os no-
vos textos mediados pela tecnologia da informação e da 
comunicação possibilitam novas formas de comunicação e 
a produção desses textos multimidiáticos tem papel impor-
tante nas relações sociais e na formação educativa dos 
sujeitos. É importante, e muitos estudos já o fazem, anali-
sar a relação entre mídia e processos formadores. Para as 
autoras, o principal objetivo da inserção das tecnologias 
nas escolas é

(A) auxiliar   no   atendimento   educacional   especializado 

para alunos com necessidades educativas especiais.

(B) permitir   o   ensino   lúdico   e   motivador   por   meio   do 

acesso a informações que ampliam a visibilidade do 
mundo  e  admitem o conhecimento, quase instantâ-
neo, de acontecimentos recentes.

(C) possibilitar a articulação de linguagens e novos pro-

cessos de produção de sentidos, diferentes dos pro-
duzidos   por   textos,   que   privilegiam   uma   linguagem 
em detrimento de outras.

(D) oferecer novas ferramentas audiovisuais que servem 

de recurso didático para a educação a distância.

▬ RASCUNHO ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

▬ QUESTÃO 28 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬
De acordo com a a Lei n. 9394, de 20 de dezembro de 
1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação 
Nacional e disciplina a educação escolar, que se desenvol-
ve,  predominantemente,   por meio   do   ensino   em   institui-
ções próprias,  
(A) a organização, na educação básica, dar-se-á em séries 

anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular 
de períodos de estudos, grupos não seriados, com base 
na idade, na competência e em outros critérios, ou for-
ma diversa de organização, sempre que o interesse do 
processo de aprendizagem assim o recomendar.

(B) o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo 

como meio básico o pleno domínio da leitura, da es-
crita e do cálculo é um entre os diversos objetivos do 
ensino médio.

(C) a educação especial, a modalidade de educação es-

colar oferecida na rede regular de ensino para edu-
candos   portadores   de   necessidades   especiais   e   a 
oferta de educação especial, dever constitucional do 
Estado, têm início na faixa etária de seis a dez anos, 
na primeira etapa do ensino fundamental.

(D) a formação de docentes para atuar em todos os ní-

veis da educação básica far-se-á em nível médio ou 
superior, em curso de licenciatura de graduação ple-
na, em universidades e institutos superiores de edu-
cação. 

▬ QUESTÃO 29 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬
A Lei n. 10.172, de 09 de janeiro de 2001, que aprova o 
Plano Nacional  de Educação tem  quatro grandes objeti-
vos, entre eles:
(A) o reconhecimento da LIBRAS como meio legal de co-

municação. 

(B) a elevação global do nível de escolaridade da popula-

ção.

(C) a instituição do ensino fundamental de nove anos.
(D) a valorização do ensino técnico profissionalizante.

▬ QUESTÃO 30 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬
De acordo com a Lei n.  9394/96,  artigo 24,  inciso  V,  a 
verificação do rendimento escolar observará os seguin-
tes critérios: 
(A) obrigatoriedade de estudos de recuperação, de prefe-

rência posteriores ao período letivo, para os casos de 
baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas 
instituições de ensino em seus regimentos. 

(B) possibilidade de avanço nos cursos e nas séries inde-

pendente da verificação do aprendizado, consideran-
do a faixa etária. 

(C) avaliação contínua e cumulativa do desempenho do 

aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos so-
bre os quantitativos e dos resultados ao longo do pe-
ríodo sobre os de eventuais provas finais.

(D) possibilidade de aceleração de estudos para todos os 

alunos, de acordo com a realidade de cada instituição 
de ensino.

conhecimentos_educacao

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 

▬ QUESTÃO 31 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Analisando a complexa relação entre o professor e a pes-
quisa, Lüdke (In: ANDRÉ, 2001) reúne um conjunto de in-
formações sobre a prática da pesquisa na escola básica. 
Segundo a autora,

(A) a reflexão pode conter o risco de reduzir a autonomia 

do professor aos limites da sala de aula, portanto é 
preciso reivindicar um conteúdo crítico para o proces-
so de reflexão, que   sintonize com as necessidades 
da realidade mais ampla da escola, em uma perspec-
tiva transformadora.

(B) o professor reflexivo é pesquisador e o professor pes-

quisador é reflexivo, pois há uma identificação entre 
reflexão   e   pesquisa,   que   constituem   elementos  es-
senciais e indispensáveis ao trabalho e à formação 
dos professores.

(C) o conceito de pesquisa acadêmica serve naturalmen-

te à prática docente e foi facilmente incorporado pelo 
professor no seu trabalho cotidiano, pois a represen-
tação que esse profissional possui sobre a pesquisa 
é fortemente marcada pela conotação acadêmica de 
pesquisa.

(D) a pesquisa feita na escola básica, por sua especifici-

dade, merece uma classificação exclusiva, pois não 
pode ser reconhecida como “científica”, esse termo é 
destinado à pesquisa realizada na universidade.

▬ QUESTÃO 32 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Moysés, em  O Desafio de saber ensinar  (1995),  destaca 
aspectos importantes acerca da aprendizagem por com-
preensão, capazes de propiciar uma aprendizagem real e 
plena de sentido. De acordo com a concepção defendida 
pela autora,

(A) os conhecimentos devem ser transmitidos de forma a 

privilegiar a aprendizagem automática, linear e de for-
te apelo mnemônico para valorizar a escolarização, a 
instrução e a informação.

(B) a aprendizagem realiza-se em torno de conceitos e 

definições; a um conceito segue-se outro, que se arti-
cula a um terceiro e assim por diante. Desse modo, 
um conceito novo se forma pela interação de associa-
ções, prescindindo de uma operação intelectual espe-
cífica.

(C) o conhecimento espontâneo só é elaborado em fun-

ção de uma intencionalidade, isto é, pressupõe uma 
relação consciente e consentida entre o sujeito e o 
objeto do conhecimento e exige sistematização e arti-
culação, para que a apreensão se dê plenamente.

(D) o aluno precisa considerar relevante e significativo o 

assunto relativo ao novo conhecimento, pois só assim 
estará em condições de se apropriar do conteúdo, re-
construindo-o na sua estrutura cognitiva. 

▬ QUESTÃO 33 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A  inclusão  escolar  está   articulada  a   movimentos sociais 
mais amplos, que exigem maior igualdade e mecanismos 
mais equitativos de acesso a bens e serviços. A diversida-
de existente na escola possibilita o conflito, o dissenso e a 
imprevisibilidade. Segundo Mantoan (2006),

(A) o direito à educação para todos é garantido com o 

cumprimento e a aplicação da lei, sumariamente, às 
situações discriminadoras.

(B) a inclusão prevê a desigualdade de tratamento como 

forma de restituir uma igualdade que foi rompida por 
formas segregadoras do ensino especial e regular.

(C) a condição de igualdade nas escolas requer a con-

cepção de que todos os alunos sejam iguais em to-
das as situações.

(D) as   escolas   especiais   substituem   a   escola   comum, 

pois oferecem atendimento educacional especializa-
do e não são organizadas por níveis e seriações.

▬ QUESTÃO 34 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O desenvolvimento filogenético e ontogenético do ser hu-
mano está mediado pela cultura e somente a impregnação 
social   e   cultural   do   psiquismo   provocou   a   diferenciação 
humana ao longo da história. A   humanidade é o que é 
porque   cria,  assimila  e   reconstrói  a  cultura   formada   por 
elementos materiais e simbólicos. Essa é uma afirmação 
congruente com o pensamento de 

(A) Skinner e Thordike.

(B) Lippit e White.

(C) Pavlov e Piaget.

(D) Bruner e Vygotsky.

▬ QUESTÃO 35 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Segundo Gimeno Sacristán (1998), uma pergunta funda-
mental é quem deve avaliar os alunos, considerando as di-
versas funções que esse processo exige. Em uma das vá-
rias formas de avaliação, “Pode-se preconizar que os alu-
nos se avaliem entre eles no trabalho em grupo ou em ex-
periências   de   co-gestão   na   aula.   Certas   qualidades   so-
ciais, o esforço ou a colaboração prestada a um trabalho 
conjunto   são   conhecidos   melhor   por   eles   do   que   pelos 
professores” (SACRISTÁN, 1998, p. 318). Essa forma de 
avaliação é denominada

(A) avaliação externa.

(B) autoavaliação.

(C) heteroavaliação.

(D) avaliação classificatória.

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▬ QUESTÃO 36 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

“A avaliação seleciona e limita a realidade valorizada; te-
nha-se  ou  não consciência dessa  decisão,  explicitem-se 
ou não os critérios da redução realizada. Um teste chama-
do  de  inteligência   não  mede  esta  em termos  absolutos, 
mas alguns comportamentos e processos que  a priori  fo-
ram   selecionados   e   admitidos   como   representativos   da 
mesma”  (SACRISTÁN, 1998,  p. 305). De acordo com o 
autor,

(A) os testes são alheios à cultura sobre a qual se defini-

ram os conceitos e conteúdos abordados na avalia-
ção escolar.

(B) a avaliação de um aluno sobre o seu rendimento em 

uma disciplina ou área expressa um julgamento refe-
rente   a   uma   forma   de   entender   o   que   o   professor 
concebe como exigência inevitável.

(C) o professor julga em abstrato e de forma direta a ca-

pacidade adquirida pelo aluno na matéria ou discipli-
na que é o objeto da avaliação.

(D) o êxito e o fracasso escolar são realidades ou apre-

ciações   objetivas   de   competências   do   estudante   e 
não o resultado de como se entende e como se apre-
ciam o processo e os resultados da aprendizagem.

▬ RASCUNHO ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

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▬ QUESTÃO 37 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Leia as tirinhas apresentadas a seguir 

QUINO. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2003. p.326.

QUINO. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2003. p.369.

Quino é um autor que, nas décadas de sessenta e setenta, fez críticas a diversos setores da sociedade por meio de his-
tórias ocorridas com as crianças Mafalda e seus amigos e muitas dessas críticas continuam atuais. As histórias em qua-
drinhos de Quino assumem muitas vezes a função questionadora de costumes, inclusive educacionais. Quino, frequente-
mente, traz à tona, suscitando a crítica que lhe é peculiar, uma concepção de avaliação. Que concepção de avaliação 
está presente nas tirinhas?

(A) Avaliação como ato de comprovar o rendimento ou qualidade do aluno, que mede e testa capacidades e aprendiza-

gens em relação a um objetivo concreto.

(B) Avaliação como ação integral, que analisa e julga todas as dimensões do comportamento, considerando o aluno 

como um todo.

(C) A avaliação como reflexão transformada em ação, não estática, nem de caráter sensitivo e classificatório.

(D) A avaliação como processo de delinear, obter e fornecer informações úteis para o julgamento de decisões alternati-

vas.

▬ QUESTÃO 38 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Segundo   Gómez   (1998),   existem   algumas   perspectivas 
que dominaram, na teoria e na prática, o campo do ensino. 
Essas perspectivas identificam os principais problemas do 
ensino e oferecem propostas de interpretação e interven-
ção compatíveis com suas diferentes concepções. 
O autor recorre a Scardamalia e Bereiter para distinguir 
modelos e perspectivas que concebem o ensino e orien-
tam a prática de modo bem diferente entre si. 
O enfoque que se apoia no fato comprovado de que o ho-
mem, ao longo da história, foi produzindo conhecimento 
eficaz, que pode ser transmitido de geração em geração, 
conservar-se e acumular-se, considera o ensino como

(A) treinamento de habilidades.

(B) transmissão cultural.

(C) fomento do desenvolvimento natural.

(D) produção de mudanças conceituais.

▬ QUESTÃO 39 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Na educação escolar, os planejamentos são realizados em 
diferentes níveis de abrangência. Segundo   Vasconcellos 
(2006,   p.   95),   “É   a     proposta   geral   de   experiências   de 
aprendizagem   que   serão   oferecidas   pela   escola   [...]   e 
pode ter como referência os seguintes elementos: funda-
mentos da Disciplina/Área de Estudo,  desafios pedagógi-
cos, encaminhamento metodológico, proposta de conteú-
dos e processo de avaliação”. Para o autor, esse é o con-
ceito de 

(A) Planejamento Setorial.

(B) Projeto Político-Pedagógico.

(C) Projeto de Trabalho.

(D) Planejamento Curricular.

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▬ QUESTÃO 40 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Segundo Vasconcellos (2006), o tipo de Planejamento ela-
borado com a intencionalidade e a consciência como fun-
damentos   e   considerado   instrumento   de   intervenção   na 
realidade para transformá-la em uma  sociedade mais jus-
ta e solidária é o planejamento 

(A) normativo.

(B) instrumental.

(C) participativo.

(D) estratégico.

▬ QUESTÃO 41 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

“O   Projeto   de   Ensino-Aprendizagem     é   o   planejamento 
mais próximo da prática do professor e da sala de aula. 
Diz respeito mais estritamente ao aspecto didático”(VAS-
CONCELLOS, 2006, p. 96). O Projeto de Ensino-Aprendi-
zagem   está   atrelado   a   uma   concepção   de   educação   e 
será tanto melhor quanto mais estiver articulado à realida-
de dos educandos, à essência significativa da área de sa-
ber, aos outros educadores e à realidade social mais geral. 
A parte do Projeto de Ensino-Aprendizagem que contém a 
formulação dos objetivos, segundo Vasconcellos (2006), é 
chamada de 

(A) projeção de finalidades.

(B) análise da realidade.

(C) forma de mediação.

(D) análise dos recursos.

▬ QUESTÃO 42 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Kramer (In: MACHADO, 2002) considera a Educação In-
fantil como direito que se configura como conquista a partir 
de muitas lutas e discussões. A autora apresenta algumas 
tensões existentes nesse nível de ensino, dentre elas:

(A) o cuidado é função essencial da Educação Infantil, a 

educação é função acessória e os profissionais de-
vem ter formações específicas para cada um desses 
papéis.

(B) a Educação Infantil nasceu no Brasil associada à in-

tenção de educar, vinculada a um currículo escolar 
nem sempre condizente com a necessidade dos alu-
nos.

(C) a ausência de pesquisas específicas para a Educa-

ção   Infantil  que   tomem  a   realidade   brasileira   como 
ponto de análise.

(D) o magistério infantil está associado à questão de gê-

nero, às tarefas femininas de trabalhos domésticos e 
cuidados, que carecem de pouca qualificação e têm 
menor valor.

▬ QUESTÃO 43 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A Lei n. 9394/96, que estabelece as diretrizes e bases da 
educação nacional, institui que a Educação Infantil    

(A) será ministrada progressivamente em tempo integral, 

a critério dos sistemas de ensino.

(B) terá jornada escolar de pelo menos quatro horas de 

trabalho efetivo em sala de aula, sendo progressiva-
mente ampliado o período de permanência na escola.

(C) será oferecida em creches ou entidades equivalentes 

para crianças de até três anos de idade e em pré-es-
colas para crianças de quatro a seis anos de idade.

(D) terá   os   conhecimentos   e   as   habilidades   adquiridos 

pelos educandos por meios informais, aferidos e re-
conhecidos por meio de exames.

▬ QUESTÃO 44 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Kramer (1998, p.22) defende que “a escola de qualidade é 
um dos elementos básicos da vida social e da cultura”. A 
autora analisa os desafios da escola básica em quatro as-
pectos   que,   segundo   ela,   são   elementos   essenciais   da 
própria ação da escola. São eles:

(A) cidadania, cultura, conhecimento e formação.  

(B) ensino, professor, aluno e escola. 

(C) gestão, ensino, escola e aluno.

(D) professor, cultura, conhecimento e aprendizagem.

▬ QUESTÃO 45 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Terrazzan (In: LISITA e SOUSA, 2003, p.66) faz uma refle-
xão sobre as diretrizes curriculares para formação de pro-
fessores da Educação Básica e os impactos nos cursos de 
Licenciatura. “Todas as implementações de propostas, que 
forem elaboradas  a partir de interpretações  das  orienta-
ções contidas nas normativas legais das Diretrizes Curri-
culares Nacionais para a formação de professores da Edu-
cação   básica,   certamente   enfrentarão   dificuldades   em 
maior ou menor grau [...]”. O autor pontua alguns tipos de 
dificuldades como: 

(A) conceituais; internas às Instituições de Ensino Supe-

rior e internas às unidades escolares.

(B) relativas   ao   Estágio   Curricular   Supervisionado;   na 

distribuição e na carga horária dos docentes. 

(C) na distribuição da carga horária de formação; na dis-

posição de colegiados e docentes. 

(D) na formação inicial; na formação continuada e na dis-

tribuição da carga horária dos docentes.

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▬ QUESTÃO 46 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A Lei n. 9394/96, que estabelece as diretrizes e bases da 
educação   nacional,   ao   tratar   das   disposições   gerais   da 
Educação Básica, preceitua acerca da dimensão dos currí-
culos e designa que

(A) a parte diversificada do currículo conterá, obrigatoria-

mente, a partir do ensino médio, o ensino de pelo me-
nos uma língua estrangeira moderna.

(B) o ensino da História do Brasil levará em conta as con-

tribuições das diferentes culturas e etnias para a for-
mação do povo brasileiro.

(C) a Educação Física, integrada à proposta pedagógica 

da escola, será componente curricular da Educação 
Básica, sendo facultativa na Educação infantil.

(D) o ensino da arte constituirá componente curricular fa-

cultativo no ensino fundamental e médio e promoverá 
o desenvolvimento cultural dos alunos.

▬ QUESTÃO 47 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A Resolução CNE/CEB n. 01/2000, art 2º, “abrange os pro-
cessos formativos da Educação de Jovens e Adultos como 
modalidade da Educação Básica nas etapas dos ensinos 
fundamental e médio”. Como modalidade dessas etapas 
da Educação Básica, a identidade própria da Educação de 
Jovens e Adultos se pautará pelos princípios de equidade, 
diferença e proporcionalidade na apropriação das diretri-
zes curriculares nacionais. “A distribuição específica dos 
componentes curriculares a fim de propiciar um patamar 
igualitário de formação e restabelecer a igualdade de direi-
tos e de oportunidades face ao direito à educação”, consi-
dera o princípio da

(A) diferença.

(B) equidade.

(C) proporcionalidade.

(D) ética.

▬ QUESTÃO 48 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

De acordo com a Resolução CNE/CEB  n. 01/2000,  que 
estabelece   as   Diretrizes   Curriculares   Nacionais   para   a 
Educação e Jovens e Adultos, fica vedada, em cursos de 
Educação de Jovens e Adultos, a matrícula e a assistência 
de crianças e de adolescentes da faixa etária compreendi-
da  entre

(A) seis e dezessete anos completos.

(B) sete e quinze anos completos.

(C) seis e dezoito anos completos.

(D) sete e quatorze anos completos.

▬ QUESTÃO 49 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Ao investigarem como as tecnologias estão presentes na 
vida pessoal e profissional dos professores, FANTIN e RI-
VOLTELLA (s/d) encontraram indícios de uma transforma-
ção   em   curso   que   sugere   interfaces   para   além   das   di-
mensões de uso pessoal e profissional na prática docente. 
Os autores, analisando ambientes de alta densidade tec-
nológica, constataram:

(A) preferência de uso da Internet no tempo livre, próxi-

ma a práticas culturais como ir ao cinema, teatro, etc. 

(B) transformação   dos  hábitos  e   das   práticas  culturais, 

fazendo que haja uma interação cada vez maior dos 
professores com as tecnologias. 

(C) superação do uso instrumental dos meios na escola e 

adoção de práticas culturais desenvolvidas em uma 
perspectiva transformadora.

(D) expressividade acentuada no uso de recursos como 

edição de áudio, vídeo e imagens, sugerindo elabora-
ção de narrativas com base em registros de imagens 
e sons.

▬ QUESTÃO 50 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

De   acordo   com   o   documento   “Ensino   Fundamental   de 
nove   anos
:   orientações   para   a   inclusão   de   crianças   de 
seis  anos  de   idade”  (2007),   do   Ministério   da  Educação, 
dois conceitos destacam-se com relevância: o letramento 
e a alfabetização. De acordo com Souza (In: Dossiê da in-
fância, 2008), o letramento é definido como 

(A) processo por meio do qual o sujeito domina o código 

linguístico e as habilidades de utilizá-lo para ler e es-
crever. Trata-se do domínio da tecnologia, do conjunto 
de técnicas que o capacita a exercer a arte e a ciência 
da escrita.

(B) exercício   efetivo   e  competente  da  escrita  e   implica 

habilidades, tais como: a capacidade de ler e escre-
ver para informar ou informar-se, para interagir, capa-
cidade   de   interpretar   e   produzir   diferentes  tipos  de 
texto, de inserir-se efetivamente no mundo da escrita, 
entre muitas outras.

(C) processo em que a criança faz a diferenciação entre 

a   atividade   de   desenhar   da   atividade   de   escrever. 
Essa diferenciação é que irá servir para interpretar os 
textos que aparecem acompanhados de imagens. A 
escrita por si mesma não é suficiente para garantir o 
significado   e   por  isso   as  crianças  costumam   dese-
nhar antes de escrever.

(D) conjunto   de   habilidades   relacionadas   à   capacidade 

de a criança refletir e analisar a língua oral. Capaci-
dades que serão desenvolvidas ao longo do processo 
de aquisição do sistema de escrita. A noção de recor-
te ou de segmentação (analisar a fala) é fundamental 
na aquisição do sistema alfabético de escrita.

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▬ QUESTÃO 51 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Leal,   Albuquerque   e   Morais  (In:Ensino   fundamental   de 
nove   anos:
  orientações   para   a   inclusão   de   crianças   de 
seis anos de idade, 2007) refletem sobre a importância da 
relação das crianças com o mundo da escrita. Para os au-
tores, é muito importante as crianças conviverem com um 
universo rico em textos e seus usos na sociedade, pois é 
por meio de atividades textuais que as crianças 

(A) irão gradativamente construindo ideias cada vez mais 

elaboradas sobre o que é ler e escrever.

(B) conseguirão, de forma homogênea, apropriar-se dos 

conhecimentos prévios da escrita. 

(C) terão aprendizagem acelerada, sem dificuldades, na 

apropriação da leitura e da escrita. 

(D) realizarão atividades mecânicas de leitura e escrita.

▬ QUESTÃO 52 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Tiballi (In: LISITA e SOUSA, 2003, p.206) debate as estra-
tégias de inclusão diante da   diversidade social e cultural 
na escola. Para ela, alguns conceitos “são desdobramen-
tos da desigualdade social fundante das sociedades estru-
turadas em classes sociais”, como  

(A) inclusão e diversidade.

(B) assimilação e integração. 

(C) integração e exclusão.

(D) inclusão e exclusão.

▬ QUESTÃO 53 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Segundo o Documento Nacional de Educação Especial na 
Perspectiva  da  Educação   Inclusiva  (2008),   do   Ministério 
da Educação, para atuar na educação especial, o profes-
sor deve ter como base da sua formação inicial e continua-
da:

(A) conhecimentos gerais para o exercício da docência e 

conhecimentos   específicos   da   área,   contemplando 
conhecimentos de gestão de sistema educacional in-
clusivo.

(B) habilitação e proficiência, obrigatoriamente, de Libras 

e Braille para promover a participação dos alunos.

(C) noções   fundamentais   em   reabilitação   e   diagnóstico 

para   aprofundar   nos   atendimentos   específicos   dos 
alunos.

(D) conhecimentos   gerais   para   exercer   a   docência   e 

atuar em pesquisa para desenvolvimento de projetos.

▬ QUESTÃO 54 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O Decreto n. 6.571/2008 dispõe sobre o atendimento edu-
cacional   especializado.   De   acordo   com   o   decreto,   este 
atendimento educacional consiste no 

(A) acolhimento   que   possibilite   acesso,   participação   e 

aprendizagem no ensino especial ao aluno com defi-
ciência, transtornos globais do desenvolvimento e al-
tas habilidades ou superdotação.

(B) reforço escolar e atendimento especializado que pro-

porcionem formação aos alunos com todas as dificul-
dades de aprendizagem no período de aula.

(C) conjunto de atividades e de recursos de acessibilida-

de   e   pedagógicos   organizados   institucionalmente, 
oferecidos de forma complementar ou suplementar à 
formação dos alunos no ensino regular.

(D) destinação de verbas e desenvolvimento de atividades 

para o acolhimento a todos os alunos com deficiência, 
restritos às instituições do sistema público de ensino.

▬ QUESTÃO 55 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Arroyo (2000), no livro “Ofício de Mestre: imagens e auto- 
imagens” assegura que o professor só encontrará o senti-
do educativo do seu ofício, se descobrir a humana docên-
cia. Para isso, segundo o autor, é necessário que o profes-
sor 

(A) reforce seu papel como o detentor do conhecimento 

no processo ensino-aprendizagem do aluno. 

(B) difunda o entendimento da preponderância do aspec-

to disciplinar no processo de aprendizagem. 

(C) evite a transgressão pedagógica, considerando o ris-

co de fracasso e prejuízo para as políticas públicas.

(D) desfaça um imaginário social, que minimiza o papel 

do mestre, reconstruindo o seu perfil.

▬ QUESTÃO 56 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Conforme Figueiredo (2001, p.66), “a presença da criança 
com deficiência na escola regular representa um avanço 
no que diz respeito à democratização do ensino, mas não 
garante a efetivação de uma política de inclusão. A inclu-
são significa um avanço educacional com importantes re-
percussões políticas e sociais. Não se trata somente de 
adequar, mas de transformar a realidade das práticas edu-
cacionais em função de um valor universal, que é o do de-
senvolvimento do ser humano”. Dois aspectos importantes 
são abordados pela autora: a importância do papel da es-
cola na constituição do sujeito e a gestão da aprendiza-
gem. Estes aspectos necessitam ser desenvolvidos tendo 
como fundamento a 

(A) identidade.

(B) homogeneidade.

(C) diversidade.

(D) igualdade.

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▬ QUESTÃO 57 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Para Kramer (2007), com os estudos do historiador Philippe 
Ariès e do sociólogo Bernard Charlot, foi possível compre-
ender a natureza e a condição da criança, bem como sua 
dependência   em   relação   ao  adulto,   como   um   fenômeno, 
respectivamente,

(A) histórico e social; natural e não social. 

(B) histórico e social; social e não natural. 

(C) a-histórico e social; natural e não social.

(D) a-histórico e social; social e não natural.

▬ QUESTÃO 58 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Corsino (2007, p. 57) afirma que “a inclusão das crianças 
de seis anos no ensino fundamental provoca uma série de 
indagações sobre o que e como se deve ou não ensiná-las 
nas diferentes áreas do currículo”, pois “ é na singularida-
de  e   não  na  padronização   de   comportamentos  e   ações 
que cada sujeito, nas suas interações com o mundo socio-
cultural   e   natural,   vai   tecendo   os   seus   conhecimentos”. 
Segundo a autora, esse pressuposto traz um grande desa-
fio para a prática do professor – tanto na educação infantil 
quanto no ensino fundamental – que é o de observar 

(A) o que a criança expressa, mas não faz; o que é e o 

que deverá dominar.

(B) o que a criança sabe, mas ainda não expressa; o que 

deverá vir a ser.

(C) o que e como cada criança está significando no pro-

cesso de interação.

(D) o que a criança não domina e não faz; o que deverá 

expressar e vir a ser.

▬ RASCUNHO ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Leia o trecho a seguir para responder às questões 59 e 60.

“Analisemos a situação seguinte: os alunos de uma 5ª série 
constroem textos todas as semanas, na disciplina de Portu-
guês. A professora corrige-os sempre e devolve-os imediata-
mente.   Nenhuma   atividade   se   desenvolve,   entretanto,   e   a 
partir dessa tarefa, no intervalo entre o 'fazer primeiro'  e o 
'fazer posterior' dos alunos que tenha relação direta com as-
pectos pertinentes à construção de textos. O resultado, en-
tão, é o uso reincidente de expressões inadequadas, proble-
mas  de   construção  de  frases,   ideias   pouco  desenvolvidas. 
[…] O processo educativo se desenvolve através de movi-
mentos estanques, sem elos de continuidade, desconectados 
em termos de progressão na construção do conhecimento”

HOFFMANN, J. Avaliação: mito & desafio: Uma perspectiva construtivista. 

Porto Alegre: Mediação, 1997

 

▬ QUESTÃO 59 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Segundo a autora, a ação da professora, descrita no tre-
cho, demonstra a seguinte concepção de avaliação:

(A) intervenção que, por si só, impulsiona saltos mecâni-

cos de um nível de conhecimento a outro.

(B) movimento, provocação, ação na tentativa de recipro-

cidade intelectual entre os elementos da ação educa-
tiva.

(C) atividade que permite que professor e aluno busquem 

coordenar seus pontos de vista, trocando ideias e re-
organizando-as.

(D) ação que parte do fazer do aluno e intenciona a com-

preensão cada vez maior dos fenômenos e dos objetos.

▬ QUESTÃO 60 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A professora da 5ª série, com a sua correção sistemática, 
comunica e aponta os erros dos seus alunos na produção 
de textos. Para Hoffmann (1997), essa professora concebe 
o erro como sendo:

(A) conhecimento produzido pelo educando, em processo 

de superação por meio da ação intelectual recíproca.

(B) resposta do aluno que oferece imensas possibilida-

des de análise em termos de perspectivas diferencia-
das ou contraditórias às do adulto.

(C) resposta   vinculada   à   verificação   de   tarefas  cumpri-

das, localizando respostas certas/erradas.

(D) busca de solução ou resposta de acordo com a lógica 

das vivências anteriores do aluno.

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REDAÇÃO

Instruções
A prova de Redação apresenta duas propostas de construção textual. Para produzir o seu texto, 
você deve escolher um dos gêneros indicados abaixo:
A – Artigo de opinião
B – Carta de leitor
 
O tema é único para os dois gêneros e deve ser desenvolvido segundo a proposta escolhida. A fuga 
ao tema anula a redação. A leitura da coletânea é obrigatória. Ao utilizá-la, você não deve copiar tre-
chos ou frases sem que essa transcrição esteja a serviço do seu texto.
Independentemente do gênero escolhido, o seu texto NÃO deve ser assinado.

Tema

A construção do paladar: entre a necessidade de alimentar-se e o prazer de comer.

Coletânea

1. Comida e natureza humana

FRANCISCO DAUDT 

Você está na savana africana há 100 mil anos. Sua tribo é pequena, as mulheres se reúnem para trocar informa-
ções sobre onde coletar raízes e frutos e trocar favores para ter com quem deixar seus pequenos enquanto se 
aventuram. As mais faladeiras são as mais simpáticas, as mais capazes de estabelecer redes de informações 
sobre os lugares de coletas e as mais hábeis em proteger suas crianças. A isso, Darwin chamou vantagem evo-
lutiva. Essas mulheres deixaram mais filhos que as casmurras, as ensimesmadas de poucas falas. Não é de es-
pantar que as mulheres de hoje falem pelos cotovelos, em média três vezes mais que os homens. Elas salvaram 
seus filhos. É algo que temos que aturar? Ou admirar? E os homens? Mais musculosos, menos apegados às 
crias, iam à caça, silenciosos, comunicavam-se por sinais, para não afugentá-la. Traziam as preciosas proteínas, 
que nos deram cérebro diferenciado. Cansados, sentavam-se ao redor da fogueira em silêncio cúmplice, amiza-
de de homem. Não é de admirar que hoje, em torno da TV, tomem cerveja e urrem com os lances do futebol. 
Amizade de homem. Nem raízes e frutas eram fartas, nem proteínas da caça eram fáceis. Havia substâncias ne-
las que se acumulavam no corpo como uma reserva de combustível: açúcares (carboidratos) e gorduras (lipí-
dios). Se a turma passasse um tempo de vacas magras, o corpo se abasteceria deles. Novamente aí entra 
Darwin a dizer: quem gostou mais de açúcares e gorduras deixou mais descendentes. Somos descendentes da-
queles africanos que gostavam mais de açúcares e gorduras, pois os outros morreram de inanição.
Pense num cheesecake com base de farinha (carboidrato, manteiga e açúcar), coberto de queijo cremoso (pro-
teína e gordura), arrematado com geleia de framboesa (açúcar e mais açúcar). Olhe a fatia gorda na sua frente. 
Repare no que ocorre com suas glândulas salivares. Estão indiferentes ou jorram água na boca só de você ler 
isto? Agora, uma diferença: na savana, você tinha que ralar para pegar um pouco de proteína, de açúcar e de 
gordura. Não havia obesidade entre nossos ancestrais, muito menos academias de malhação. Você está lendo o 
jornal na poltrona. O telefone está ao alcance da mão. Nele está gravado o número do serviço de entrega da 
quantidade de proteína, gordura e açúcar que você quiser. O que acha que seus genes vão pedir? Que saia à 
caça? Que busque as amigas para saber onde ficam as melhores raízes e frutas? Toda a parte boa pode ser en-
tregue em casa: a fogueira está lá, basta chamar os amigos para ver TV com cerveja e pizza; as mulheres estão 
na cozinha, conversando sem parar, sem ter ido à coleta – a coleta foi até elas. É essa a armadilha que a nature-
za nos preparou. Ela nos seduziu para que acreditássemos que isso é a tal da felicidade.
FRANCISCO DAUDT, psicanalista e médico, é autor de "Onde Foi Que Eu Acertei?", entre outros livros

Disponível em:<http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq2112201001.htm>. Acesso em 29 dez. 2010. [Adaptado].

redacao

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2. HISTÓRIA DA ALIMENTAÇÃO 

Há hoje uma obsessão pela história da mesa, fazendo com que a gastronomia saia da cozinha e passe a ser ob-
jeto de estudo com a devida atenção ao imaginário, ao simbólico, às representações e às diversas formas de so-
ciabilidade ativa. Nesse sentido, a questão da alimentação deve se situar no centro das atenções dos historiado-
res e de reflexões sobre a evolução da sociedade, pois a História é a disciplina que oferece um suporte funda-
mental e projeta perspectivas. 
As cozinhas locais, regionais, nacionais e internacionais são produtos da miscigenação cultural, fazendo com 
que as culinárias revelem vestígios das trocas culturais. Hoje os estudos sobre a comida e a alimentação inva-
dem as ciências humanas, a partir da premissa de que a formação do gosto alimentar não se dá, exclusivamen-
te, pelo seu aspecto nutricional, biológico. O alimento constitui uma categoria histórica, pois os padrões de per-
manência e mudanças dos hábitos e práticas alimentares têm referências na própria dinâmica social. Os alimen-
tos não são somente alimentos. Alimentar-se é um ato nutricional, comer é um ato social, pois constitui atitudes, 
ligadas aos usos, costumes, protocolos, condutas e situações. Nenhum alimento que entra em nossas bocas é 
neutro. A historicidade da sensibilidade gastronômica explica e é explicada pelas manifestações culturais e so-
ciais, como espelho de uma época e que marcaram uma época. Nesse sentido, o que se come é tão importante 
quanto quando se come, onde se come, como se come e com quem se come. Enfim, este é o lugar da alimenta-
ção na História. [...]
A história oferece nos domínios da alimentação uma contribuição fundamental das perspectivas sobre o futuro. 
Os estudos de longa duração entre o meio e a sociedade, tendo o passado como espelho, contribuem de manei-
ra substancial para propor os elementos e as respostas aos problemas contemporâneos que envolvem a alimen-
tação. Indispensável a uma melhor compreensão do presente, a história mostra em quais termos são propostas 
– ao longo do tempo e pelo mundo todo – as questões relacionadas como aquelas da subsistência e da saúde, 
da segurança e dos medos, das proibições e dos gostos alimentícios, e das sensibilidades alimentares. 
Do exposto, verifica-se que no cruzamento do biológico com o histórico e cultural, do social e do político, da eco-
nomia e das tecnologias, emergem os marcos que permitem fazer através da comida uma reflexão sobre o pró-
prio significado e evolução da sociedade. 

Disponível em: <http://www.historiadaalimentacao.ufpr.br/institucional/historia.htm>. Acesso em 18 nov. 2010. [Adaptado].

3. Fome de poder

 JOHANNA NUBLAT e JULIANA ROCHA

No intervalo de poucos dias, o menu pode variar de uma gelatina translúcida de feijão em forma retangular, car-
neiro ao molho de jabuticaba e um legítimo couscous marroquino de sete legumes. Para sobremesa, quadradi-
nhos macios de arroz ou uma caipirinha sólida com menta ao estilo de Ferran Adrià. São dessas receitas da cozi-
nha mundial com toques brasileiros que desfrutam os habitués do grupo seleto e fechado das mais de 110 em-
baixadas em Brasília. Entre os convidados, autoridades brasileiras, diplomatas, jornalistas e quem mais conse-
guir se inserir no meio. Há quem diga que são estas as melhores refeições servidas na capital federal.
Nicolas Sarkozy, Tony Blair, príncipe Charles, Marina Silva, a recém-eleita Dilma Rousseff e até o presidente Lula 
são recentes e ilustres presenças dessas recepções, que acontecem quase diariamente. "O convidado das re-
cepções sempre espera encontrar a comida típica do país", explica o embaixador da Grécia, Dimitri Alexandrakis. 
Faz parte da liturgia do cargo, oferecer a comida típica do país aos convidados.
Há recepções que atraem até 1.500 pessoas, mas jantares íntimos para pequenos grupos são mais frequentes. A 
regra informal é não marcar duas festas no mesmo dia. Fica chato para quem convida e para o embaixador que 
tem que optar. Quem decide estes elaborados cardápios são as embaixatrizes, que fazem das recepções a sua 
profissão. Os banquetes são comandados por chefs que às vezes mal falam o português e desconhecem a comi-
da brasileira. Na maior parte das vezes, vieram na bagagem dos embaixadores, como é praxe no mundo da di-
plomacia. […]
O carioca Marcos Mourato Neri, de 30 anos, que hoje pilota a cozinha da embaixada da França no Brasil, come-
çou aprendendo o ofício aos 14 anos, em um curso do Senac patrocinado pela Marinha. O cozinheiro aperfeiço-
ou a técnica francesa já trabalhando na representação diplomática. Durante mais de um ano, dividiu o tempo en-
tre os fogões da embaixada e o aprendizado num tradicional café francês de Brasília. A audácia de Neri é sempre 
tentar dar um toque brasileiro ao clássico cardápio francês. Foi o que aconteceu no almoço acompanhado pela 
reportagem, em que o carré de cordeiro foi servido com um molho de jabuticaba. María Josefa Ávila Mejías, mu-
lher do embaixador da Espanha, mostra rivalidade com a culinária francesa. "Já os passamos", diz. Ela organiza 
num fichário os cuidadosos cardápios das recepções mais importantes idealizados pela própria. Exibe com orgu-
lho o troféu que ganhou no concurso de gastronomia da TV sul-coreana, quando o marido serviu no país. "Fiz um 
kimchi adaptado, com anchovas."
Disputas à parte, Espanha e França costumam comparecer aos mesmos eventos. É comum que países geografi-
camente próximos se visitem em Brasília. O mesmo acontece entre os países orientais e entre os africanos. Mais 
do que cultural, é uma questão de negócios e relações estratégicas. "Entre países, existem mais interesses que 
amizades", simplifica Saad Hdadou, secretário da embaixada do Marrocos. 

Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/serafina/sr1912201005.htm >. Acesso em: 29 dez. 2010.

redacao

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UFG/CS                                        PREFEITURA MUNICIPAL DE APARECIDA DE GOIÂNIA –  SECRETARIA DE EDUCAÇÃO                                     CONCURSO PÚBLICO

4. HISTÓRIA DA ALIMENTAÇÃO

A História da alimentação recorre às diversas disciplinas para desvendar as bases alimentares, sua dinâmica e 
transformações através dos tempos. [...]
O desenvolvimento das indústrias alimentares, no século XIX, com a Revolução Industrial, modificou definitiva-
mente não só os comportamentos sociais, como os hábitos alimentares das pessoas. O que era fabricado arte-
sanalmente, como farinhas, óleo, açúcar, passam a ser produtos de grandes usinas. As mulheres passaram a fa-
zer parte da força de trabalho, mudando a vida doméstica. O consumo de eletrodomésticos aumentou, assim 
como a comida industrializada. Trabalhadores passam a comer nos restaurantes das fábricas. Surgem restau-
rantes de rua, que absorvem a população que prefere não fazer suas refeições em casa. As forças de produção 
no campo e as relações mercantilistas se intensificam, dando um novo patamar para a Economia. A História Eco-
nômica da Alimentação vai do farnel do viajante, semeadura, colheita, moagem, estocagem, transporte, venda; 
passa pelo preparo dos grãos, frutas e hortas e quintais, e chega nos mercados e commodities, armazéns, ven-
das, bares e restaurantes.. “As economias da casa, do país e do globo precisam ser vistas sempre do ângulo da 
despensa”. As melhorias nutricionais levam ao crescimento populacional, mas, por outro lado, acontecem várias 
alterações na demografia mundial em detrimento da fome, em consequência de guerras ou quebra de safras, 
como ocorrido na Irlanda, com a crise da safra da batata, entre 1845 e 1847, matando meio milhão de pessoas e 
provocando grande fluxo emigratório. Na área das Ciências Sociais, a pesquisa sobre nutrição passa a estar en-
volta pelos binômios produção-consumo e cidade-campo.
No século XX, estudos de nutrição animal e vegetal avançaram nas áreas do conhecimento bioquímico e fisioló-
gico. A partir destes conhecimentos, a composição do corpo humano foi elucidada, contendo 93% de três ele-
mentos – oxigênio, carbono e hidrogênio e 6,1% de nitrogênio, cálcio e fósforo. Observou-se que a composição 
dos alimentos é semelhante ao do corpo humano. Através dessas descobertas, pode-se estimar quais as subs-
tâncias vitais para a alimentação humana: água, sal, carboidratos (glicídios), compostos nitrogenados que con-
tém aminoácidos (proteínas), ácidos graxos (lipídios), fibras, sais minerais e vitaminas, para suprir as necessida-
des diárias de um ser humano, oferecendo fontes plásticas, energéticas e reguladoras. Nossa necessidade de 
calorias (unidade de calor que é necessária para variar um grau à temperatura de um grama de água destilada) 
é uma média de 2.500 diárias, média para um adulto, com aproximadamente 70 Kg, que realiza um trabalho mo-
derado. [...]
A American Dietetic Association elaborou, em 1916, os primeiros guias nutricionais para classificação em grupos 
de alimentos, que passam a fazer parte das políticas de saúde pública em todo o mundo. Esses guias servem 
para orientar os consumidores na escolha de uma dieta balanceada. Naquela época, cinco tipos de nutrientes 
eram considerados básicos para uma boa alimentação: carboidratos, lipídeos, proteínas, minerais e ácidos orgâ-
nicos. [...]
No Brasil, Getúlio Vargas instituía o salário mínimo, em 1º de maio de 1940, usando como base de cálculo, o que 
se convencionou chamar de cesta básica e implementava nas escolas públicas, a merenda escolar. [...]
A fome assola a humanidade até hoje e, paralelamente, percebe-se que a obesidade está se tornando um novo 
e grave problema de saúde pública. A mudança dos padrões alimentares para o modelo americano, com aumen-
to de consumo de carboidratos, açúcares e gorduras, já tinha na Coca-cola o símbolo de uma nova cultura capi-
talista contemporânea, e encontra na cadeia mais famosa de fast food do mundo - Mc Donald’s, inaugurada em 
1937 – a consolidação desta nova geração. O rompimento de todas as barreiras políticas e geográficas acontece 
na década de 80, quando são inauguradas as lojas do Mc Donald´s em Moscou e Pequim. A padronização dos 
gostos alimentares e a industrialização do entretenimento e do lazer fizeram crescer, por outro lado, as acade-
mias de ginásticas e as dietas para emagrecer, passando a imagem física a ser o sustentáculo principal do indi-
víduo. O século XX é marcado pela uniformização global da alimentação, suprimindo identidades regionais, com 
produtos industrializados substituindo a comida caseira. O hábito de comer fora e entre as refeições, o beliscar, 
passa a ser regular. 

Disponível em: <http://www.cienciaviva.org.br/arquivo/cdebate/003nutricao/historia.html>. Acesso em 01 jan. 2011. [Adaptado].

5. 

O FOME ZERO 

é uma estratégia impulsionada pelo governo federal para assegurar o direito humano à alimentação adequada 
às pessoas com dificuldades de acesso aos alimentos. Tal estratégia se insere na promoção da segurança ali-
mentar e nutricional buscando a inclusão social e a conquista da cidadania da população mais vulnerável à 
fome.

Disponível em: <http://www.fomezero.gov.br/o-que-e>. Acesso em 30 dez. 2010.

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6. Algo de podre 

RUY CASTRO
RIO DE JANEIRO - Os colunistas sociais e as revistas de moda e de celebridades fariam bem em dar plantão às 
portas de Bangu 8, o presídio de segurança máxima na zona oeste do Rio em que estão hospedados o ex-ban-
queiro Salvatore Cacciola, o ex-deputado e ex-delegado Álvaro Lins e outros políticos e policiais suspeitos de li-
gação com mutretas e milícias. Com tantos bacanas sob o mesmo teto, os dias de visita – segundas e sextas-fei-
ras – são um desfile de carros blindados e peruas "heavy metal", estas valendo seu peso em quilates. O sistema 
prisional brasileiro, mais afeito a abrigar pés-de-chinelo, não está habituado a receber pessoas da alta, mesmo 
que o dinheiro tenha entrado há pouco tempo em suas vidas e elas ainda pensem que é chique comer lagosta.
A comida que os parentes têm levado para seus presos ilustres sai dos restaurantes vips da Barra. Destina-se a 
compensar o boião – arroz, feijão, macarrão e músculo – que a cana serve aos coitados durante a semana. Não 
há nada de ilegal nisso e, de fato, deve até fazer mal mudar de dieta tão de repente. Acontece que o serviço de 
inteligência de Bangu 8 detectou a presença de lagosta no menu do ex-banqueiro Cacciola fora dos dias permiti-
dos. Não apenas isso, como suspeita que os outros presos cinco estrelas também estejam pedindo haddock e 
salmão todos os dias àqueles restaurantes, excedendo os R$ 100 semanais que têm direito de gastar na prisão. Ora, 
R$ 100 era o que eles davam de gorjeta ao manobrista quando entravam nos restaurantes pela porta da frente.
O problema é se, além de a prisão não ter alterado seus hábitos alimentares, os inquilinos de Bangu 8 continua-
rem a gerir seus negócios e empresas, de dentro para fora do presídio. Nesse caso, há algo de decididamente 
podre dentro do crustáceo – e do presídio.

Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz0109200805.htm>. Acesso em 30 dez. 2010.

7. A festa de Babette

Rubem Alves
Um dos meus prazeres é passear pela feira. Vou para comprar. Olhos compradores são olhos caçadores: vão em 
busca de caça, coisas específicas para o almoço e a janta. Procuram. O que deve ser comprado está na listinha. 
Olhos caçadores não param sobre o que não está escrito nela. Mas não vou só para comprar. Alterno o olhar caça-
dor com o olhar vagabundo. O olhar vagabundo não procura nada. Ele vai passeando sobre as coisas. O olhar va-
gabundo tem prazer nas coisas que não vão ser compradas e não vão ser comidas. O olhar caçador está a serviço 
da boca. Olham para a boca comer. Mas o olhar vagabundo, é ele que come. A gente fala: comer com os olhos. É 
verdade. Os olhos vagabundos são aqueles que comem o que veem. E sentem prazer. A Adélia diz que Deus a 
castiga de vez em quando, tirando-lhe a poesia. Ela explica dizendo que fica sem poesia quando seus olhos, olhan-
do para uma pedra, veem uma pedra. Na feira é possível ir com olhos poéticos e com olhos não poéticos. Os olhos 
não poéticos veem as coisas que serão comidas. Olham para as cebolas e pensam em molhos. Os olhos poéticos 
olham para as cebolas e pensam em outras coisas. Como o caso daquela paciente minha que, numa tarde igual a 
todas as outras, ao cortar uma cebola viu na cebola cortada coisas que nunca tinha visto. A cebola cortada lhe apa-
receu, repentinamente, como o vitral redondo de catedral. Pediu o meu auxílio. Pensou que estava ficando louca. 
Eu a tranquilizei dizendo que o que ela pensava ser loucura nada mais era que um surto de poesia. Para confirmar 
o meu diagnóstico lembrei-lhe o poema de Pablo Neruda "A Cebola", em que ele fala dela como "rosa d'água com 
escamas de cristal". Depois de ler o poema do Neruda, uma cebola nunca será a mesma coisa. Ando assim pela 
feira poetizando, vendo nas coisas que estão expostas nas bancas realidades assombrosas, incompreensíveis, ma-
ravilhosas. Pessoas há que, para terem experiências místicas, fazem longas peregrinações para lugares onde, se-
gundo relatos de outros, algum anjo ou ser do outro mundo apareceu. Quando quero ter experiências místicas eu 
vou à feira. Cebolas, tomates, pimentões, uvas, caquis e bananas me assombram mais que anjos azuis e espíritos 
luminosos. Entidades encantadas. Seres de um outro mundo. Interrompem a mesmice do meu cotidiano. [...]
Meus pensamentos começam a teologar. Penso que Deus deve ter sido um artista brincalhão para inventar coisas 
tão incríveis para se comer. Penso mais: que ele foi gracioso. Deu-nos as coisas incompletas, cruas. Deixou-nos o 
prazer de inventar a culinária.
Comer é uma felicidade, se se tem fome. Todo mundo sabe disto. Até os ignorantes nenezinhos. Mas poucos são 
os que se dão conta de que felicidade maior que comer é cozinhar. [...] Quem pensa que a comida só faz matar a 
fome está redondamente enganado. Comer é muito perigoso. Porque quem cozinha é parente próximo das bruxas 
e dos magos. Cozinhar é feitiçaria, alquimia. E comer é ser enfeitiçado. Sabia disso Babette, artista que conhecia os 
segredos de produzir alegria pela comida. Ela sabia que, depois de comer, as pessoas não permanecem as mes-
mas. Coisas mágicas acontecem. E desconfiavam disso os endurecidos moradores daquela aldeola, que tinham 
medo de comer do banquete que Babette lhes preparara. Achavam que ela era uma bruxa e que o banquete era 
um ritual de feitiçaria. No que eles estavam certos. Que era feitiçaria, era mesmo. Só que não do tipo que eles ima-
ginavam. [...] Está tudo no filme A Festa de Babette. Terminado o banquete, já na rua, eles se dão as mãos numa 
grande roda e cantam como crianças... Perceberam, de repente, que o céu não se encontra depois que se morre. 
Ele acontece em raros momentos de magia e encantamento, quando a máscara-armadura que cobre o nosso rosto 
cai e nos tornamos crianças de novo. Bom seria se a magia da Festa de Babette pudesse ser repetida...
O texto acima foi publicado no jornal "Correio Popular", Campinas(SP), com o qual o educador e escritor colabora.

Disponível em: <http://www.releituras.com/rubemalves_babette.asp>. Acesso em 3 jan. 2011.

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Propostas de redação

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ A – Artigo de opinião ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬
O artigo de opinião é um texto escrito para ser publicado em jornais e revistas, e traz reflexões a res-
peito de um tema atual de interesse do grande público. Nesse gênero, o autor desenvolve um ponto 
de vista a respeito do tema com argumentos sustentados por informações e opiniões que se comple-
mentam ou se opõem. No texto, predominam sequências expositivo-argumentativas.
Suponha que você seja um professor de gastronomia e resolve manifestar sua opinião acerca da im-
portância da aprendizagem dos saberes sobre a alimentação. Como professor dessa área, você 
possui conhecimento teórico e prático acerca de fatores históricos, sociais, culturais, biológicos e 
econômicos que dizem respeito à arte culinária, às refeições apuradas, aos prazeres da mesa.  Para 
manifestar sua opinião, você vai escrever um artigo de opinião para ser publicado em um jornal de 
circulação nacional. Em seu texto, você deve apresentar a ideia de que alimentação merece ser uma 
disciplina do currículo dos Ensinos Fundamental e Médio e defender seu ponto de vista acerca da 
importância dos conhecimentos que envolvem o ato de se alimentar. Apresente argumentos convin-
centes que sustentem sua opinião e que possam refutar outros pontos de vista sobre a construção 
do paladar e os saberes advindos da necessidade e do prazer da alimentação.

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬ B – Carta de leitor ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬
A carta de leitor é um gênero discursivo no qual o leitor manifesta sua opinião sobre assuntos publi-
cados em jornal ou revista, dirigindo-se ao editor (representante do jornal ou da revista) ou ao autor 
da matéria publicada (quando o seu nome é revelado). Por ser de caráter persuasivo, o autor da car-
ta de leitor busca convencer o destinatário a adotar o seu ponto de vista e acatar suas ideias por 
meio dos argumentos apresentados.
Imagine que você seja um leitor da Folha de São Paulo e que, ao ler o texto de Francisco Daudt so-
bre “comida e natureza humana”, tenha se sentido tentado a expor para a sociedade alguns fatores 
referentes à arte de comer. Para isso, você vai escrever uma carta de leitor para ser publicada no re-
ferido jornal, apresentando seu ponto de vista a respeito da construção do paladar e procurando per-
suadir o autor, bem como os leitores do jornal, a aceitarem a ideia de que a alimentação atende a 
uma necessidade da natureza humana, mas também se liga a uma busca de prazer, que deveria ser 
estendida a toda a sociedade.  Para construir seus argumentos acerca da função estética da prática 
de se alimentar, selecione dados e fatos da coletânea para convencer os leitores do jornal a acata-
rem o seu ponto de vista.

ATENÇÃO

Lembre-se de que você não deve identificar-se, logo, 

sua carta NÃO deve ser assinada.

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RASCUNHO DA FOLHA DE REDAÇÃO

TÍTULO:

A

Assinale a letra (A ou B) referente ao gênero textual escolhido:

Independentemente do gênero escolhido, o seu 
texto NÃO deve ser assinado.

B