Prova Concurso - Pedagogia - 2012-SED-SC-PROFESSOR-DE-ENSINO-FUNDAMENTAL - ACAFE - SED - 2012

Prova - Pedagogia - 2012-SED-SC-PROFESSOR-DE-ENSINO-FUNDAMENTAL - ACAFE - SED - 2012

Detalhes

Profissão: Pedagogia
Cargo: 2012-SED-SC-PROFESSOR-DE-ENSINO-FUNDAMENTAL
Órgão: SED
Banca: ACAFE
Ano: 2012
Nível: Superior

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Gabarito

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CONCURSO PÚBLICO DE INGRESSO NO MAGISTÉRIO ESTADUAL – EDITAL N. 021/2012/SED 

GABARITO OFICIAL 

QUESTÕES

CONHECI-
MENTOS 

 ESPECÍFI-
COS


à





Ê 

D. 

Í 


E. 









Í 



Ó 


Ê 


L. 




A  


Á 


A  





01 

11 

C  D  A B C D  A  B A D  C B C  D  A  D  A B 

02 

12 

B B C C 

X

 B D B B D D D C B  A D D 

03 

13 

D  C C A A C D C D A D A D 

X

 D 

X

 C 

04 

14 

C  A B D B B A A C D A C A A D 

X

 A C 

05 

15 

A D D B 

B A C D A B C B C D A C C B 

06 

16 

A C A C 

D A B B A C B B C D B 

X

 C B 

07 

17 

D A B C 

C D A C D C 

X

 C B  B  C  A  D A 

08 

18 

B  C D A A C C A C B C A B A  A  D C B 

09 

19 

X

X

X

 D B B D B A B D D D B  C C C 

10 

20 

A  A D A B A D C B D A C C C B  A A D 

21 

D  D  A D D B  D  B D C  D B 

B C B D A 

22 

B A B A 

C A C B A B B D A A D 

X

 D C 

23 

X

  D C D D  A  C C D  C A D  D  C  D  C B 

24 

D B A 

X

 A B  A  D A  A 

X

 C B  A  A 

A C 

25 

A  A B B B C C D D B D C C B B  A C D 

26 

C  C  C A D C  B  A C C  B D A  D  B  D  C D 

27 

D  D  A D C B  B  A B D  A B D  A  C 

X

 A A 

28 

B C D D A 

X

 D C D A C D B C D  C D B 

29 

D D A B 

C A A D 

X

 B C B C C  A  A D C 

30 

C  A B C A D B B D A B C A B 

X

 D C A 

X - ANULADA 

CONHECIMENTOS

CONHECIMENTOS

CONHECIMENTOS

GERAIS

GERAIS

GERAIS

GERAIS

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Associação Catarinense das Fundações Educacionais – ACAFE 

 

Concurso Público de Ingresso no Magistério Público Estadual 

 

EDITAL Nº 21/2012/SED 

 

PARECER DOS RECURSOS 

 

CARGO: Professor das Séries Iniciais do Ensino Fundamental 
 
QUESTÃO: 

11) De acordo com Soares (1987), 

as crianças das camadas populares chegam à Escola com uma linguagem deficiente, 

que as impede de obter sucesso nas atividades e aprendizagem: sua linguagem é pobre – não sabem o nome dos obje-
tos comuns; usam frases incompletas, curtas, monossilábicas; sua sintaxe é confusa, inadequada à expressão do pen-
samento lógico; cometem ‘erros’ de concordância, de regência, de pronúncia; comunicam-se muito mais através de re-
cursos não verbais do que de recursos verbais. Em síntese, são crianças deficitárias linguisticamente.
  
 

Nesse sentido, para entender o que acontece quando a criança apresenta tais dificuldades na leitura e na escrita, é 

preciso que o(a) professor(a):  

 

A

 

 

compreenda que os objetivos de ensino da escrita possibilitarão articulação entre codificação e decodificação das 

palavras, respeitando os 

padrões do comportamento linguístico específicos de determinado grupo social.

 

B

 

 

considere que a escrita é um sistema de signos e símbolos organizado por convenções, é resultado da evolução 

histórico-cultural da humanidade, manifesta a necessidade e a capacidade humana de simbolizar e o seu uso requer o 
aprender a lidar com organizações dessa natureza.

 

C

 

 intensifique a escrita em sala de aula através dos textos didáticos e exercícios, efetivando a escolarização e con-

sequentemente alfabetizando os alunos, pois este é um código arbitrário, o qual deve ser seguido de acordo com suas 
normas. 

D

 

 compreenda que o

 sistema de escrita implica na atividade de ler muito, envolvendo conhecimentos específicos de 

uma linguagem coloquial que auxilie no reconhecimento de letras e sílabas, para depois compreender frases curtas e 
pequenos textos. 

 
PARECER:  
O recurso não procede, já que o teor da questão foi retirado da Proposta Curricular de Santa 
Catarina – Estudos Temáticos (2005), documento este indicado para estudo dos concursistas, devendo o 
mesmo ser conhecido pelos professores que pretendem ingressar na rede estadual de ensino. Neste parecer, 
afirmamos ainda, que o enunciado da questão relaciona-se às alternativas propostas. 
 
DECISÃO DA BANCA ELABORADORA: 

Manter a questão e o gabarito

 

________________________________________________ 

 

QUESTÃO: 

12) O aluno, ao chegar à escola, já apresenta um domínio da língua, composto por variações, apreendidas durante anos, 
de acordo com a sua realidade. Ele apresenta sua própria gramática de falante, pois aprendeu a usar a língua de modo 
natural, sem seguir as normas da gramática prescritiva, mas seguindo as normas para falar em seu meio.
  

 

 A 

escola 

o(a) professor(a) 

do Ensino Fundamental não podem tratar as variações linguísticas como meros erros da 

linguagem oral, mas compreender que: 

 

A

 

 

a

s diferenças de ordem cultural, linguística e social precisam ser trabalhadas no processo de escolarização, apro-

ximando-se da linguagem da escola e seus padrões de comportamento linguísticos, melhorando o vocabulário do meio 
social em que vivem as crianças.

 

B

 

 as falas das crianças são importantes porque antecipam as ações delas decorrentes para o alcance dos objetivos 

educacionais. Porém, muitas vezes, ao chegarem à Escola sem o domínio do código escrito padrão, manifestam-se o-
ralmente pelos seus dialetos e precisam ser bem orientadas para que aprendam a linguagem oral formal.  

C

 

 por meio da oralidade é possível realizar uma variedade de atividades que auxiliem na compreensão e apreensão 

da linguagem convencional própria da escola, usando como instrumento textos didáticos específicos com o objetivo de 
ampliar o vocabulário. 

 

a variação existente em nossa língua materna contribui para o aprimoramento da própria linguagem, pois o edu-

cando vai passar a entender que não há certo nem errado, mas sim, diferentes situações em que a fala deve se ade-
quar.

 

 

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PARECER: O recurso não procede, pois o enunciado da questão é condizente às alternativas explicitadas e o 
conteúdo diz respeito à oralidade e variação lingüística, de acordo com a Proposta Curricular de Santa 
Catarina – Estudos Temáticos (2005) e com estudos científicos sobre a linguagem.  
 
DECISÃO DA BANCA ELABORADORA:

 Manter a questão e o gabarito

  

________________________________________________ 

 

QUESTÃO: 

13) 

Língua e escrita são dois sistemas distintos de signos que

 caminham juntos e, portanto, o estudo da linguagem re-

quer que sejam trabalhados de forma a serem consideradas as suas diferenças e, ao mesmo tempo, suas similaridades, 
usos e funções. 
 

 

 

Acerca dos aspectos que aproximam e que afastam o sistema oral e escrito, ou seja, aspectos que caracterizam cada 

uma das modalidades da linguagem verbal assinalem a alternativa correta

 

A

 

 A escrita possibilita o registro mais durável e permanente da linguagem; é um processo mais demorado de elabo-

ração, mais formal, sistemático, requerendo na maioria das vezes o uso correto da gramática normativa e do atendimen-
to às convenções que lhe são peculiares, dentre elas as do sistema ortográfico. 

B

 

  Dentre as diferenças, a linguagem oral caracteriza-se por ser mais duradoura, atemporal, frequentemente mais 

formal, podendo se apoiar em recursos gestuais, gramaticais e do contexto imediato da comunicação. 

C

 

 A linguagem oral normalmente acontece na presença física dos interlocutores e a escrita ocorre na maioria das 

vezes na ausência destes requerendo, portanto, uma elaboração mais coloquial. 

D

 

 Uma das necessidades de se estudar a escrita e, aqui se poderiam elencar inúmeras razões, deve-se ao fato dela 

ser a representação “fiel” da oralidade; 

a sua única razão de ser é representar a fala; o objeto linguístico se define pela 

combinação da palavra escrita e da palavra falada.

 

 
PARECER:  
Os recursos procedem.  
 
DECISÃO DA BANCA ELABORADORA: 

Anular a questão.

 

________________________________________________ 

 

QUESTÃO: 

14) Conforme a Proposta Curricular de Santa Catarina – Estudos Temáticos (2005), no processo de alfabetização, o 
convívio com a linguagem escrita deve ser uma atividade real e significativa, na qual as crianças interagem com diferen-
tes conhecimentos e manifestações linguísticas. Nesta perspectiva, 

o(a) professor(a) 

poderá:  

 

A

 

 

propiciar a interação das crianças com os textos dos livros didáticos específicos para alfabetização, com textos 

pequenos. 

B

 

  trabalhar sistematicamente todos os sons da língua, partindo dos simples para os complexos, apresentando os 

padrões silábicos e suas palavras-chave. 

C

 

 

propiciar um ambiente alfabetizador, rico em diferentes portadores de escrita, os quais deverão ser manuseados 

constantemente pela criança.

  

D

 

 trabalhar as letras do alfabeto, seus sons e grafias, iniciando pelas vogais que compõem os nomes das crianças, 

depois as consoantes, sílabas, palavras, frases e textos.  

 
PARECER:  
O recurso não procede, pois o enunciado da questão é condizente às alternativas explicitadas e a pergunta 
inicia com “nesta perspectiva”, ou seja, de acordo com a Proposta Curricular de Santa Catarina, o que a 
proposta indica.  
 
DECISÃO DA BANCA ELABORADORA: 

Manter a questão e o gabarito

 

________________________________________________ 

 

QUESTÃO: 

15)

 Um dos desafios que se coloca hoje aos professores é trabalhar na perspectiva da alfabetização e do letramento de 

forma a assegurar uma ação pedagógica coerente e adequada à contemporaneidade, mediando situações que envol-
vam as diferentes linguagens de forma crítica e dialógica, possibilitando ao aluno a apropriação do sistema linguístico e 
a plena condição de uso da língua nas práticas sociais de leitura e escrita e das diferentes linguagens produzidas cultu-
ralmente. Para isso, o perfil do professor-mediador caracteriza-se por critérios indispensáveis à dinâmica de apropriação 

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da leitura e da escrita, sendo que tais critérios orientam-se por atitudes que visam à atuação de um profissional reflexivo 
e crítico no desempenho da função ‘alfabetizador’. 
 

 

 Assinale 

alternativa 

correta que contempla um conjunto de atitudes importantes para este profissional. 

 

A

 

⇒ Aceitar que não conhece tudo sobre sua identidade profissional e o processo de alfabetização; socializar o seu 

trabalho de sala de aula e suas produções com seus alunos; diagnosticar as dificuldades e problemas enfrentados pelos 
alunos para avaliar se estão alfabetizados ou não; produzir saberes pedagógicos e contextualizar sua própria prática; 
acreditar constantemente que o seu trabalho está correto; evitar envolver-se em trabalhos coletivos e compartilhados. 

B

 

 

Administrar sua própria formação; desenvolver continuamente sua competência de leitor e escritor, com autonomia; 

realimentar diariamente expectativas de sucesso em relação ao desempenho dos alunos; ter atitudes de pesquisador; 
valorizar os conhecimentos prévios dos alunos sem deixar de favorecer e estimular novas descobertas e deduções; 
comprometer-se no exercício da função de educar e alfabetizar letrando; articular propostas que dêem conta da comple-
xidade da alfabetização e das progressivas exigências em torno do seu ensino.

 

C

 

 Sondar as capacidades e habilidades de seus alunos verificando se todos estão no mesmo nível de ensino para 

que possa mantê-los num único patamar de aprendizagem; dominar seu instrumental de trabalho, de maneira a ser ca-
paz de planejar, desenvolver e avaliar situações contextualizadas de ensino e aprendizagem na alfabetização; promover 
ações individualizadas no cotidiano da sala de aula, priorizando a mediação com o professor pela palavra; trabalhar uma 
série de atividades sistematizadas e significativas. 

D

 

 Conhecer e compreender os conteúdos e procedimentos curriculares da alfabetização, seus princípios e implica-

ções, de forma a efetivar uma adequada elaboração didática desses conhecimentos para a situação escolar; manter-se 
numa concepção de alfabetização que possibilite a criança codificar e decodificar palavras; compreender que a plurali-
dade linguística e cultural nas produções orais e escritas dos alunos deve ser unificada para uma linguagem formal; i-
dentificar os princípios que devem ser preservados, bem como aqueles que devem ser articulados simultaneamente 
frente à perspectiva de alfabetizar. 

 
PARECER:  
O recurso não procede, já que a questão pede um conjunto de atitudes importantes para o profissional 
alfabetizador, retirado da Proposta Curricular de Santa Catarina e não todas as atitudes.  
 
DECISÃO DA BANCA ELABORADORA: 

Manter a questão e o gabarito

 

________________________________________________ 

 

QUESTÃO: 

16) No mundo contemporâneo a diversidade cultural é marcada pelo uso frequente de diferentes linguagens e compre-
ender o seu sentido nas práticas sociais é condição para o desenvolvimento do exercício da cidadania. Diante dessa 
realidade a escola deve ser o espaço de letramento propício à interação por meio das diferentes linguagens, cujos textos 
manifestam diferentes gêneros discursivos e textuais, comportando as inúmeras formas de expressão das construções 
presentes na imaginação humana.  

 

 

Com base nisso, assinale a alternativa que expressa possibilidades de aprendizagens que os gêneros textuais podem 

fornecer. 

 

A

 

⇒ A criança, ao ter contato com as diferentes linguagens e ao compreendê-las e utilizá-las, apropria-se dos recursos 

de textualidade que lhe permitem expressar-se com maior clareza e criatividade. Porém, é preciso considerar que cada 
texto que circula socialmente tem suas especificidades e por isso nem sempre são todos indicados para alfabetizar, pois 
não atendem aos objetivos propostos para o uso a que se destina. 

B

 

 

A mediação pelas diferentes linguagens na e pela escola possibilitará o aprendizado de leituras mais críticas e das 

mais variadas possibilidades de organização textual. Seja por meio de um desenho ou de um texto escrito, a interação 
entre o autor e o receptor desencadeará leituras e releituras, ampliando a visão de mundo daqueles que as realizam.

  

C

 

 Os contos, lendas e fábulas são antigas expressões da cultura que se eternizaram por conta da tradição oral, pas-

sada de uma geração para outra. Porém, como não fazem sentido nos dias de hoje, estão distantes da nossa realidade, 
não são significativas, nem atrativas, deixando de despertar na criança o gosto pela leitura.  

D

 

⇒ É preciso exercer as práticas sociais de leitura e escrita demandadas nas diferentes esferas da sociedade. Mas 

cabe ressaltar que os manuais de instrução, receitas de bolo e bulas de remédio, são textos exclusivos para adultos, 
pois fornecem informações específicas para determinadas ações, as quais não interessam às crianças e, por isso, 
influenciam pouco no processo de aquisição da língua escrita.

 

 
PARECER:  
O recurso não procede, pois o enunciado da questão relaciona-se às alternativas propostas e o teor da 
questão coaduna com a idéia de letramento segundo a Proposta Curricular de Santa Catarina e com estudos 
realizados sobre este tema. 
 
DECISÃO DA BANCA ELABORADORA: 

Manter a questão e o gabarito

 

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________________________________________________ 

 

 

QUESTÃO: 

17) A leitura é um processo no qual o leitor realiza um trabalho ativo de construção do significado do texto. Não se trata 
simplesmente de extrair informação da escrita, decodificando-a letra por letra, palavra por palavra. Nesse sentido, 

o(a) 

professor(a) 

dos anos iniciais do Ensino Fundamental deve ajudar o aluno a interpretar um texto, auxiliando-o principal-

mente a: 

 

A

 

 

compreender os recursos linguísticos do texto, partilhar os conhecimentos de mundo do autor e conhecer as cir-

cunstâncias históricas do texto. 

B

 

⇒ identificar os personagens principais, compreender as palavras diferentes e o tempo verbal do texto. 

C

 

 compreender as ideias do autor, partilhar os recursos linguísticos e relacionar a sua vida com a moral da história. 

D

 

 conhecer as circunstâncias didáticas, ilustrações e a história de vida do autor. 

 
PARECER:  
O recurso não procede, já que nem toda história tem uma moral e a pergunta é referente a 
leitura, requerendo os aspectos principais para a interpretação de um texto. O enunciado da questão é 
condizente às alternativas explicitadas. 
 
DECISÃO DA BANCA ELABORADORA: 

Manter a questão e o gabarito

 

________________________________________________ 

 
QUESTÃO: 

18) Ter clareza sobre a constituição dos gêneros e das tipologias textuais é fundamental para o professor orientar a pro-
dução e a interpretação dos textos que circulam socialmente. As tipologias textuais refletem, em maior ou menor medida, 
as intenções dos falantes/ouvintes de uma língua. É possível agrupar os textos a partir da identificação de certos traços 
percebidos como comuns nos diferentes gêneros discursivos. 

 

 

Assinale a alternativa que apresenta o grupo de gêneros textuais de acordo com a sua tipologia. 

 

A

 

 

Relatar: conto maravilhoso, fábula, lenda, narrativa de aventura, narrativa de ficção científica, narrativa de enigma, 

novela fantástica e conto parodiado. 

B

 

⇒ 

Expor: seminário, conferência, artigo ou verbete de enciclopédia, entrevista de especialista, tomada de notas, re-

sumo de texto (expositivo ou explicativo), relatório científico, relato de experiência científica.

 

C

 

⇒ Argumentar: texto de experiência vivida, texto de viagem, testemunho, currículo, notícia, reportagem, crônica es-

portiva, ensaio biográfico. 

D

 

⇒ Narrar: texto de opinião, carta do leitor, carta de reclamação, deliberação informal, debate regrado, discurso de 

defesa, discurso de acusação. 

 
PARECER:  
O recurso não procede, já que a questão, além de ser condizente com a Proposta Curricular de Santa 
Catarina, também é coerente com estudos e pesquisas realizadas sobre este conteúdo. Afirmamos também 
que o enunciado da questão relaciona-se às alternativas propostas. 
 
DECISÃO DA BANCA ELABORADORA: 

Manter a questão e o gabarito

 

________________________________________________ 

 

QUESTÃO: 

19) A atividade de reestruturação de textos deve ser exercitada, vivenciada muitas vezes na sala de aula, pelo potencial 
que oferece de análise linguística, ou seja, pela dinâmica de reflexão e apropriação da própria língua, cujo objetivo prin-
cipal é melhorar a capacidade de compreensão e expressão dos alunos em situações de comunicação tanto escrita co-
mo oral.  

 

 

Nesse sentido, junto com seus alunos, 

o(a) professor (a):

analisará no texto as questões de: 

 

A

 

 

adequação do texto aos objetivos pretendidos, forma gráfica das letras, falhas existentes na escrita, formas dife-

rentes de representar, experiência do autor, construção linguística, contexto social. 

B

 

 gramática, estética, propósito do texto, espontaneidade do autor, análise dos recursos expressivos utilizados, per-

sonagens do texto, funções pedagógicas, cada palavra no sentido exato. 

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C

 

 

estrutura frasal, coerência e coesão, redundâncias, segmentações, pontuação, paragrafação, clareza na apresen-

tação das ideias, na intenção do dizer, na informatividade, na contextualização da situação, que permite a intertextuali-
dade.

 

D

 

 sentido, organização e inclusão de informações, instrumentos de escrita, didática na apresentação, aprofundamen-

to de ideias, o tipo de letra, senso crítico do autor, articulação entre a codificação e a decodificação de palavras. 

 
PARECER:  O recurso não procede, já que a questão está de acordo com a Proposta Curricular de Santa 
Catarina. 
 
DECISÃO DA BANCA ELABORADORA: 

Manter a questão e o gabarito

 

________________________________________________ 

 
QUESTÃO: 

20) 

Os processos de alfabetização e letramento, embora interdependentes, indissociáveis e simultâneos, envolvendo 

conhecimentos, habilidades e competências específicas, exigem formas de aprendizagem e procedimentos de ensino 
diferenciados, pois: 

 

A

 

 

a

 alfabetização é a prática real de leitura e escrita e o letramento é essencial na orientação do indivíduo para que 

se aproprie do código escrito, aprendendo a ler e escrever convencionalmente.

 

B

 

 

alfabetizar significa orientar para o domínio das letras do alfabeto e das sílabas; letrar significa praticar a leitura de 

pequenos textos que auxiliem na apropriação de sons das palavras em estudo.

 

C

 

 o processo de aquisição da escrita demanda interações específicas e acontece por meio da sistematização. Já o 

processo de letramento 

envolve o uso da língua em situações de produções textuais na sala de aula.

 

D

 

 

alfabetização significa possuir o domínio da tecnologia da escrita; já letramento é o hábito, as habilidades e até 

mesmo o prazer da leitura e da escrita de diferentes gêneros de textos, em diferentes suportes ou portadores, em dife-
rentes contextos e circunstâncias. 

 
PARECER:  
O recurso não procede, já que a questão é coerente com a teoria que trata sobre a alfabetização e o 
letramento. Afirmamos também que o enunciado da questão relaciona-se às alternativas propostas. 
 
DECISÃO DA BANCA ELABORADORA: 

Manter a questão e o gabarito

 

________________________________________________ 

 

 

QUESTÃO: 

21) No estudo do Campo Numérico, tradicionalmente entendido por Aritmética, o significado privilegiado pela escola é o 
de número enquanto quantidade. Entretanto, quando a criança chega à sala de aula já possui uma significação de núme-
ro que normalmente é diferente da escolar, pois ela apresenta significados de ordem sócio-cultural. Nesse sentido, en-
tende-se que o aluno torna-se capaz de gerar novos fatos não ensinados pelo(a) professor(a) ao compreender o sistema 
lógico-matemático a eles relacionado.  

 

 A 

alternativa 

correta que indica como 

o(a) professor(a) 

deve ensinar a Matemática, relacionando-a com a sua prática 

social é: 

 

A

 

 Realizar as operações fundamentais de diversos modos, no cálculo oral explorar o cálculo estimativo, aproximado 

e outras estratégias diferentes do algoritmo escolar. O algoritmo escrito pode ser sistematizado a partir do cálculo oral ou 
de outras formas que permitam ao aluno compreender o processo de sua própria elaboração e também aquele produzi-
do ao longo da história. A calculadora deve ser explorada didaticamente em sala de aula como forma de apropriação dos 
recursos tecnológicos deste tempo, compreendendo o processo realizado pela calculadora e as várias formas de cálculo. 

B

 

⇒ Introduzir desde os anos iniciais o uso de algoritmos para a realização das quatro operações, de modo que o aluno 

logo domine tais procedimentos de cálculo e utilize fórmulas produzidas ao longo da história por diferentes grupos soci-
ais, para agilizar a resolução de problemas de maior complexidade. Contar histórias que possibilitem o conhecimento da 
natureza e os significados sócio-culturais e científicos das ideias matemáticas, vislumbrando a função social de cada 
conteúdo. 

C

 

⇒ Utilizar formas lúdicas (por exemplo, músicas e jogos) para o aluno aprender mais facilmente a tabuada, o que o 

ajudará na realização de cálculos com números maiores, além de realizar com frequência exercícios de fixação ao traba-
lhar determinados conteúdos. Tais conteúdos devem ainda, ser articulados ao estudo lógico-histórico dos sistemas de 
adição e subtração, focalizando a multiplicação e a divisão, bem como a exploração dos conceitos e seus respectivos 
significados sócio-culturais e científicos. 

D

 

 

Partir de situações experienciais utilizando números de telefone, da casa, a idade dos alunos, de placas de carro, 

de sinalização de trânsito, entre outros, proporcionando a observação da variação entre os numerais e estabelecendo 

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relações com a radiciação, para que se torne capaz de construir estratégias de solução para problemas de potenciação. 
O professor deve explorar estes e outros significados e gradativamente fazer ponte com outras expressões numéricas 
historicamente produzidas. 

 
PARECER:  
O recurso não procede, a questão está de acordo com a Proposta Curricular de Santa Catarina. 
 
DECISÃO DA BANCA ELABORADORA: 

Manter a questão e o gabarito

 

________________________________________________ 

 
QUESTÃO: 

22) Assim como ocorre com os Números Naturais, quando a criança inicia o estudo das frações já tem algumas noções, 
resultado das interações cotidianas, tais como: metade, metade da metade (um quarto), e sobretudo, de números deci-
mais (Sistema Monetário). O professor deve identificar estas noções e, caso os alunos não as tenham, cabe-lhe organi-
zar atividades para que estes se apropriem das mesmas. Isto deve ser explorado pedagogicamente pelo professor e 
comparado com a construção de conceitos mais elaborados cientificamente. Os alunos devem compreender que o nú-
mero decimal é aquele número que tem parte inteira e parte decimal, essas são separadas por vírgula. Assim, para re-
solver as quatro operações (adição, subtração, multiplicação e divisão) com os números decimais, é necessário utilizar 
algumas regras.  

 

 

A alternativa que contempla a regra correta é: 

 

A

 

⇒ Na subtração de dois números decimais o diminuendo deve ser sempre menor que o subtraendo, e o resultado 

recebe o nome de resto ou diferença. 

B

 

⇒ Para qualquer adição dos números decimais devemos saber que os números somados são chamados de frações e 

o resultado é chamado de soma total.  

C

 

⇒ 

Na multiplicação, contamos e somamos a quantidade de casas após a vírgula dos números que iremos multiplicar. 

O resultado apresentará esse número de casas após a vírgula.

  

D

 

 

A divisão de números decimais não pode ser transformada em uma divisão de números inteiros, pois não é possí-

vel fazer ajustes. 

 
 
PARECER:  
O recurso não procede, a questão está de acordo com a teoria matemática sobre números 
decimais. Não é procedente o recurso de clone. 
 
DECISÃO DA BANCA ELABORADORA: 

Manter a questão e o gabarito

 

________________________________________________ 

 
QUESTÃO: 

23) O ensino crítico dos Campos Geométricos deve dar conta do desenvolvimento das habilidades anteriormente especi-
ficadas, a partir da Educação Infantil – Pré-Escola – e dos anos iniciais do Ensino Fundamental onde esse trabalho tem 
uma abordagem mais experimental e exploratória do espaço e das formas presentes no cotidiano do aluno. Gradativa-
mente, passa a ter uma abordagem mais sistemática, momento em que se intensifica o uso do raciocínio hipotético-
dedutivo.  

 

 

Desta forma, é preciso que 

o(a) professor(a):

 

 

A

 

 

realize atividades  sobre classificação de objetos segundo suas cores e espessuras; explorar a noção de ângulo 

envolvendo movimento giratório, inclinações e semelhanças de orientações no espaço físico. 

B

 

 

reflita sobre as possíveis características e habilidades que constituem o pensamento geométrico, como

 

estudo ou 

exploração do espaço físico e das formas; orientação, visualização e representação do espaço físico; denominação e 
reconhecimento das formas, segundo suas características; medição do espaço geométrico uni, bi e tridimensional (con-
ceito e cálculo de perímetro, de área, de volume e capacidade).

 

C

 

 proporcione aos alunos a visualização e representação das formas geométricas, o uso de algoritmos para a reali-

zação das quatro operações, o estudo das condições das figuras e das semelhanças e diferenças entre elas. 

D

 

 estimule a construção de figuras ou modelos geométricos, a representação no papel a partir da qual ocorre um 

estudo mais sistemático do conceito euclidiano de ângulo, e a estimar e medir comprimentos, utilizando diferentes ins-
trumentos. 

 
PARECER:  O recurso não procede, já que a questão está condizente com a Proposta Curricular de Santa 
Catarina, além de ser coerente com estudos e pesquisas realizadas sobre este conteúdo.  
 
DECISÃO DA BANCA ELABORADORA: 

Manter a questão e o gabarito

 

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________________________________________________ 

 

QUESTÃO: 

24) Nas situações cotidianamente vivenciadas pelos alunos, a existência de grandezas de naturezas diversas e a fre-
quente necessidade de estabelecer comparação entre elas, ou seja, de medilas, justificam a necessidade do trabalho 
com este conteúdo. O sistema de medidas é muito utilizado na prática cotidiana, porém, muitas vezes as pessoas fazem 
isso de forma automática, sem saber que estão trabalhando com a matemática projetada através dos tempos.  

 

 

Correspondente ao conteúdo sistema de medidas: 

 

A

 

 

A escolha da unidade de medida é feita pelo aluno, identificando-se com este sistema, por isso, ela é a mesma da 

espécie do atributo que se deseja medir. Quanto maior o tamanho da unidade, maior é o número de vezes que se utiliza 
para medir um objeto. 

B

 

⇒ Por meio de atividades com os alunos, que tratem dos detalhes sobre a utilização da matemática no campo dos 

sistemas de medidas, certamente trarão como resultado determinar metade e dobro a partir de uma quantidade estabe-
lecida. 

C

 

⇒ 

O processo de medição é o mesmo para qualquer atributo mensurável; é necessário escolher uma unidade ade-

quada, comparar essa unidade com o objeto que se deseja medir e, finalmente, computar o número de unidades obtidas.

 

D

 

⇒ O estabelecimento da relação entre a medida de uma dada grandeza e um número é um aspecto irrelevante no 

processo, pois o aluno já possui um domínio numérico próprio. O que se objetiva a partir dessas relações é a sua utilida-
de no aspecto científico. 

 
PARECER:  
O recurso não procede, pois a questão está de acordo com a Proposta Curricular de Santa Catarina. 
 
DECISÃO DA BANCA ELABORADORA: 

Manter a questão e o gabarito

 

________________________________________________ 

 
QUESTÃO: 

25) Estar alfabetizado, neste final de século, supõe saber ler e interpretar dados apresentados de maneira organizada e 
construir representações para formular e resolver problemas que impliquem o recolhimento de dados e a análise de in-
formações. Essa característica da vida contemporânea traz ao currículo de Matemática uma demanda em abordar ele-
mentos da estatística, da combinatória e da probabilidade, desde os anos iniciais. Neste sentido, o conteúdo tratamento 
da informação possibilita aos alunos compreenderem as funções de tabelas e gráficos usados para comunicar esses 
dados: a apresentação global da informação, a leitura rápida e o destaque dos aspectos relevantes. 

 

 

 

Além disso, ao conseguirem ler e interpretar dados apresentados em tabelas e gráficos, os alunos podem perceber: 

 

A

 

 

que para os cidadãos basta entender as porcentagens expostas em índices estatísticos, como o crescimento popu-

lacional, taxas de inflação, desemprego. A análise, o estabelecimento de relações críticas sobre os dados apresentados, 
questionando-os e ponderando-os até mesmo na sua veracidade é para estudiosos e profissionais da área que abrange 
tal conteúdo. 

B

 

 que a produção de textos escritos a partir da interpretação de gráficos e tabelas, e a construção de gráficos e tabe-

las, com base em informações contidas em textos jornalísticos e científicos, constituem uma leitura difícil e sem interesse 
para a vida das pessoas e para a comunidade em geral. 

C

 

 que as informações veiculadas em forma de gráficos, especialmente pelos meios de comunicação, influenciam na 

tomada de decisões e em fazer previsões, especificamente para pessoas de determinadas camadas sociais, pois so-
mente elas podem decifrar e interpretar estes dados. 

D

 

 

que eles permitem estabelecer relações entre acontecimentos e, em alguns casos, fazer previsões. Também, ao 

observarem a frequência de ocorrência de um acontecimento ao longo de um grande número de experiências, desenvol-
vem suas primeiras noções de probabilidade.

  

 
PARECER:  
O recurso não procede, já que a questão está de acordo com estudos e pesquisas realizadas sobre o 
conteúdo tratamento da informação. 
 
DECISÃO DA BANCA ELABORADORA: 

Manter a questão e o gabarito

 

________________________________________________ 

 
QUESTÃO: 

26) O ensino de Ciências Naturais nos anos iniciais se constitui como um processo de alfabetização científica e tecnoló-
gica que deve permitir ao aluno uma aproximação da noção do ambiente como resultado das interações entre seus 

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componentes (seres vivos, ar, água, solo, luz e calor) e da compreensão de que, embora constituídos pelos mesmos 
elementos, os diversos ambientes diferenciam-se pelos tipos de seres vivos, pela disponibilidade dos demais componen-
tes e pelo modo como se dá a presença do ser humano. 

 

 

De acordo com essa perspectiva, a prática pedagógica nesses anos de escolaridade deve enfatizar: 

 

A

 

 

a exposição de ideias, reforçando o processo de transferência dos saberes produzidos em Ciências e a sistemati-

zação dos conteúdos por meio da consulta e realização de exercícios dos livros didáticos adequados aos anos iniciais. 

B

 

 a valorização dos conhecimentos tecnológicos, em detrimento dos conhecimentos das Ciências Naturais, além da 

observação indireta de diferentes ambientes, o contato com um conjunto de dados organizados por meio da pesquisa 
em livros e textos científicos. 

C

 

 a compreensão dos fenômenos naturais como resultado das reações dos componentes do ambiente, independen-

temente da ação dos homens sobre eles, estabelecendo conexões com pesquisas científicas. 

D

 

 

a experiência e análise acerca de onde e de como aquele conhecimento de ciências em estudo está presente na 

vida dos sujeitos e as implicações dele para a sociedade.

 

 
PARECER:  
O recurso não procede, a questão está de acordo com a Proposta Curricular de Santa Catarina e o enunciado 
relaciona-se às alternativas propostas. 
 
DECISÃO DA BANCA ELABORADORA: 

Manter a questão e o gabarito

 

________________________________________________ 

 
QUESTÃO: 

27) De acordo com a concepção de história definida na Proposta Curricular de Santa Catarina, é imprescindível analisar 
as múltiplas dimensões do tempo de modo a capturar o sentido da superação das noções anteriores para a compreen-
são dos múltiplos e simultâneos tempos históricos. Nessa perspectiva, compreende-se que: 

 

A

 

 o processo histórico acontece num tempo e espaço determinados, com imbricações sociais, econômicas, culturais, 

políticas que nem sempre estão visíveis.  

B

 

 as diversas concepções de tempo são produtos advindo da escolarização, os quais são compreendidos somente 

no espaço formal de educação.  

C

 

 trabalhar atividades didáticas que envolvam os conteúdos da história significa voltar no tempo e saber o que acon-

teceu no passado. 

D

 

 o ensino de história é atemporal, já que está distante da nossa realidade, devendo ser analisado a partir das con-

cepções individuais dos alunos e professores.  

 
PARECER:  O recurso não procede, pois a questão além de ser condizente com a Proposta Curricular de 
Santa Catarina, também é coerente com estudos e pesquisas realizadas sobre as ciências humanas e 
sociais.  
 
DECISÃO DA BANCA ELABORADORA: 

Manter a questão e o gabarito

 

________________________________________________ 

 

 

QUESTÃO: 

28) Entendendo a Geografia como uma ciência social, devemos considerar que as questões da natureza (o relevo, a 
vegetação, o clima, os rios etc.) não têm uma formação e transformação independente do homem, das relações que 
acontecem na sociedade, portanto, não há como analisá-las independentemente desta. Ou seja, que os elementos da 
natureza são questões independentes ao homem, mas como resultado e motivo de como os grupos sociais convivem e 
produzem o espaço em que habitam.  

 

 

Sobre Espaço Geográfico, é correto afirmar: 

 

A

 

 

É considerado estático, pois não conseguimos perceber as mudanças de imediato. 

B

 

 

Pode ser considerado histórico, pois somente surge após o território ser trabalhado, modificado ou transformado 

pela sociedade.

 

C

 

 Corresponde àquele que recebe influência diretamente dos fatores naturais. 

D

 

 Podemos encontrar espaço geográfico em áreas onde a presença humana não interferiu. 

 
PARECER:  

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O recurso não procede, pois o enunciado da questão coloca a Geografia como uma ciência social, condizente 
com a Proposta Curricular de Santa Catarina.  
 
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Manter a questão e o gabarito

 

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QUESTÃO: 
29)
 No ensino da Geografia, a linguagem cartográfica, como tal, exige uma alfabetização para que se possa 
entender e incorporar as habilidades desse modo de expressar a realidade. O aluno dos anos iniciais deve 
passar por um processo de compreensão do que sejam estes símbolos e ser capaz de usá-los.  

 

 

Assim, a importância do conhecimento da linguagem cartográfica no trabalho com a Geografia resulta que, 

exceto:  
 

A

 

 

O aluno passa a estabelecer interações, abstrair espaços mais distantes através das generalizações e 

transferências de conhecimentos.

 

B

 

 O aluno passa a buscar generalizações, criar classificações, estabelecer categorias, construir signos, 

selecionar informações e escolher escalas. 

 

C

 

 

O aluno passa a construir representações a partir do real distante.

 

D

 

 Para conseguir ler e compreender um mapa é preciso também saber construí-lo. 

 

 
PARECER:  
Os recursos não procedem, a questão está elaborada com base na proposta curricular. 
 
DECISÃO DA BANCA ELABORADORA: 

Manter a questão e o gabarito

 

________________________________________________ 

 

 

QUESTÃO: 

30) As informações nos auxiliam a pensar o espaço, compreendê-lo e buscar as alternativas para transformá-lo. Mas, 
para além destas (de sua memorização), cabe ao ensino de Geografia algo que seja mais permanente, pois as informa-
ções são, de um lado, passageiras e temporárias, e de outro, oportunizadas a todos de um modo mais eficaz pelos mei-
os de comunicação.  

 

 

Na escola, o ensino da Geografia deve dar conta também da formação de determinadas competências.  

 

 São 

elas, 

exceto

 

A

 

 Perceber que a Geografia é uma área do conhecimento aprendida e perceptível prioritariamente no espaço esco-

lar. 

B

 

 Saber observar, investigar, localizar, contextualizar e usar racionalmente as informações disponíveis. 

C

 

 Dominar integralmente a leitura com vocabulário específico da Geografia, lidar com símbolos e signos e, assim, 

aprender a ler o mundo, beneficiando-se das oportunidades oferecidas pela educação ao longo de toda a vida. 

D

 

 Descobrir progressivamente o encanto e a beleza nas expressões culturais de sua gente e de seu entorno. 

 
PARECER:  
O recurso não procede, já que a questão está de acordo com estudos e pesquisas realizadas sobre o 
conteúdo de Geografia. 
 
DECISÃO DA BANCA ELABORADORA: 

Manter a questão e o gabarito

 

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Prova

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1

 

ESTADO DE SANTA CATARINA 

 

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO 

 

 

Concurso Público - Ingresso no Magistério Público Estadual 

 

EDITAL Nº 21/2012/SED 

 

 
 

ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL 

(1º AO 5º ANO) 

 

   

 

INSTRUÇÕES GERAIS 

 

Confira se a impressão do caderno de prova está legível e com todas as páginas impressas. 
Caso necessário solicite um novo caderno. Verifique se as informações impressas no cartão 
resposta estão corretas. Em caso de divergência, notifique imediatamente o fiscal. 

 

O horário de realização da prova objetiva será das 13h às 16 horas. 

 

Somente será permitida a sua retirada da sala depois de transcorridas duas (2) horas do início 
da prova. Os três últimos candidatos deverão permanecer em sala até que todos concluam a 
prova e possam sair juntos. 

 

Será eliminado do concurso o candidato que, durante a realização das provas, for surpreendido 
portando aparelhos eletrônicos, tais como máquinas calculadoras, agendas eletrônicas ou simi-
lares, telefones celulares, smartphones, tablets, ipod, gravadores, mp3 ou similar, qualquer re-
ceptor ou transmissor de dados e mensagens, bip, agenda eletrônica, notebook, palmtop, pen-
drive, receptor, walkman, máquina de calcular, máquina fotográfica, controle de alarme de car-
ro etc., bem como relógio de qualquer espécie, óculos escuros, protetor auricular ou quaisquer 
acessórios de chapelaria, tais como chapéu, boné, gorro etc. Para a devida verificação desses 
casos serão utilizados detectores de metais para garantir a segurança, a lisura e a isonomia na 
realização da prova. Não será permitida, durante a realização das provas, a comunicação entre 
os candidatos nem a utilização de máquinas calculadoras e/ou similares, livros, anotações, ré-
guas de cálculo, impressos ou qualquer outro material de consulta, inclusive códigos e/ou legis-
lação. Portanto, deixe todo material guardado conforme orientação do fiscal. 
 

ORIENTAÇÕES PARA PREENCHIMENTO DO CARTÃO RESPOSTA 

 

Assine o cartão resposta e preencha as bolhas de acordo com as instruções, utilizando somen-
te caneta esferográfica com tinta azul ou preta. 
O cartão resposta não será substituído em caso de marcação errada ou rasura. 
Na primeira coluna você deve responder as 10 questões de Conhecimentos Gerais. Nas de-
mais colunas deverão ser respondidas as 20 questões de conhecimentos específicos corres-
pondentes a(s) disciplina(s) que está inscrito. Para tanto, observe a informação impressa em 
cada coluna para preencher o cartão resposta corretamente. 

 

Diante de qualquer dúvida você deve comunicar-se com o fiscal. 

 

 

Boa prova 

acafe-2012-sed-sc-professor-de-ensino-fundamental-prova.pdf-html.html

 

CONHECIMENTOS GERAIS 

 

01) A Política de Educação, Prevenção, Atenção e   
Atendimento às Violências na Escola (p14) afirma que, 
dentre as principais atribuições do NEPRE-Escola, está 
o de criar na escola um espaço de referência para,  
exceto: 

 

A

 

 atender, com atenção, às demandas das famílias 

que procuram a escola para comunicar problemas de 
violências enfrentados por seus filhos, inclusive as que 
ocorrem no entorno da escola. 

B

 

⇒ ouvir e considerar as falas sobre violências, quer 

sejam feitas em sala de aula, na sala do gestor, ou de 
outros funcionários, privilegiando-se espaços coletivos. 

C

 

⇒ analisar a pesquisa aplicada (comissão de pre-

venção à violência da SED/2010) nas unidades escola-
res sobre violências e uso/abuso de substâncias psicoa-
tivas no âmbito escolar. 

D

 

⇒ oportunizar o conhecimento e discutir junto com os 

professores, funcionários, alunos e pais as legislações 
atinentes ao tema, inclusive a Lei n° 14.651, de 12 de 
janeiro de 2009, que constitui o Programa de Combate 
ao Bullying. 
_____________________________________________ 
 
02) A Lei 8.069 - Estatuto da Criança e do Adolescente, 
de 13 de julho de 1990, afirma no capítulo II - Do Direito 
a Liberdade, ao Respeito e à Dignidade, artigo 17, que:  

 

 

"O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da 

integridade física, psíquica e moral da criança e do ado-
lescente, abrangendo a preservação 
(...)".  

 

 Todas as alternativas completam corretamente o 
enunciado acima, exceto a: 

 

A

 

 da autonomia plena 

B

 

 da imagem, da identidade 

C

 

 da autonomia, valores, ideias e crenças 

D

 

⇒ dos espaços e objetos pessoais 

_____________________________________________ 
 
03)
 A Proposta Curricular de Santa Catarina faz a opção 
pela concepção histórico-cultural de aprendizagem, 
também chamada sócio-histórica ou sociointeracionista.  

 

 

Essa concepção exige o entendimento por parte do 

professor de que, exceto

 

A

 

⇒ a ação docente incide na zona de desenvolvimen-

to proximal, ou seja, atua no que o estudante ainda não 
é capaz de fazer só. 

B

 

⇒ ser mais ou menos capaz de acompanhar as ativi-

dades escolares se vincula diretamente a uma determi-
nação dos processos inatos de cada ser. 

C

 

⇒ as funções psicológicas superiores não são inatas 

e se desenvolvem pelas vivências mediadas por sujeitos 
mais experientes. 

D

 

⇒ a diversidade humana é um bem que no espaço 

escolar permite trocas mais qualificadas. 
_____________________________________________ 
 
04)  "Admitindo que a relação pedagógica tem como 
objetivo final a aquisição de conhecimentos e que esta 

relação se dá no interior de duas culturas – a social, 
mediata e a escolar, imediata – o professor precisa (....)"
 

(P. Curricular-SC-1998-Avaliação p.74) 

 

 

A alternativa que completa o enunciado acima é: 

 

A

 

⇒ construir a competência pedagógica desenvolven-

do bem seu conteúdo, pois todos os estudantes capa-
zes vão elaborar estes saberes. 

B

 

⇒ construir sua competência pedagógica de forma a 

apropriar-se da lógica do conhecimento que deverá 
ensinar e, ao mesmo tempo, dos processos pelos quais 
o aluno elabora o conhecimento. 

C

 

⇒ desenvolver excelentes métodos de ensino, pois 

saber o conteúdo é periférico na sociedade globalizada 
em que o acesso à informação é amplo. 

D

 

⇒ construir sua competência pedagógica para a 

seleção de saberes exclusivos da cultura local que é 
acessível aos estudantes. 
_____________________________________________ 
 
05) “A avaliação diagnóstica será com certeza um ins-
trumento fundamental para auxiliar cada educando no 
seu processo de competência e crescimento para a 
autonomia.”  

     (Luckesi, 1994, p. 44 in P. Curricular-SC-1998-Avaliação-p.75). 

 

 

Nesse sentido a avaliação deve ser, exceto: 

 

A

 

⇒ instrumentalizada para que o estudante possa 

rever sua trajetória de resolução, incidindo sobre a au-
torregulação da aprendizagem. 

B

 

⇒ um processo em que professor e estudante obser-

vem a lógica utilizada na resolução dos trabalhos pro-
postos. 

C

 

⇒ instrumentalizada de tal forma que a organização 

de hipóteses seja tão bem aceita quanto as respostas 
corretas. 

D

 

⇒ centrada no aluno que deve apresentar certo ren-

dimento em relação às expectativas definidas pela esco-
la em planos de curso e de aulas. 
_____________________________________________ 
 
06) Através de um currículo que seleciona e valoriza 
certos componentes, produzem-se limitações e mutila-
ções para todos, mas principalmente para os alunos que 
se encontram em situação de desvantagem, seja em 
função de uma deficiência orgânica, seja em função da 
desigualdade em relação ao capital cultural de origem 
familiar e social que estes alunos carregam.

 (P. Curricu-

lar-SC-Abordagem as Diversidades no processo pedagógico) 

 

 

 

Com base no texto, as estratégias a seguir contribu-

em para mudar esta realidade, exceto a: 

 

A

 

⇒ Entender que a diferença entre os indivíduos é 

fundamental para a interação social que se consolidará 
em sala de aula. 

B

 

⇒ Produzir e organizar variedade de espaços, de 

estímulos e recursos culturais para a aprendizagem. 

C

 

⇒ Selecionar, organizar e avaliar os saberes por 

níveis de rendimento padronizados para os estudantes. 

D

 

⇒ Desconstruir os mecanismos seletivos do sistema 

escolar e de controle interno e externo sobre os conteú-
dos que são transmitidos e acabam por impor uma cul-
tura de certo modo homogeneizada. 

acafe-2012-sed-sc-professor-de-ensino-fundamental-prova.pdf-html.html

3

07) O Projeto P. Pedagógico é construído com o envol-
vimento de todos, pela discussão, análise e posiciona-
mento, e se organiza em nível pedagógico e político. 
Entendendo sua importância é correto afirmar, exceto

 

A

 

⇒ É político, porque intenciona a formação de um 

determinado tipo de homem, de escola e de sociedade, 
sendo necessária a interferência nessa direção e o 
comprometimento com a concretização dessa intencio-
nalidade. 

B

 

⇒ Elaborar, executar e avaliar um projeto político 

pedagógico de forma coletiva e compartilhada implica 
diagnosticar a realidade escolar, fazendo um levanta-
mento junto à comunidade da situação social, econômi-
ca, política e cultural da mesma. 

C

 

⇒ Por ser um projeto, não estará pronto e acabado, 

uma vez que supõe uma busca constante de alternati-
vas viáveis à efetivação do trabalho pedagógico, exigin-
do uma atitude de pesquisa e reflexão sobre a realidade 
cultural do aluno, da escola e das práticas docentes, 
numa perspectiva não excludente, o que torna desne-
cessário seu registro escrito. 

D

 

⇒ É pedagógico, porque efetiva essas concepções 

através da ação educativa, que deve remeter a uma 
reflexão sobre a relação do homem no mundo e com o 
mundo e a explicação desses determinantes. 
_____________________________________________ 
 
08) Definidos os objetivos da ação pedagógica coletiva, 
faz-se necessário selecionar, organizar e distribuir os 
conteúdos.  Esse processo exigirá definições sobre que 
conhecimentos são considerados válidos. 

 

 

Nesse sentido, destacam-se alguns pontos que po-

derão constituir-se em pressupostos ou pontos de parti-
da para seleção e organização dos conteúdos, exceto

 

A

 

⇒ A seleção e a organização dos conteúdos devem 

ser feitas de modo a fortalecer a disciplina, a adaptação 
passiva à sociedade, o entendimento da hierarquia so-
cial como natural, a formação para a cidadania, privile-
giando em todo o conteúdo essas questões e não ape-
nas em tópicos ou lições. 

B

 

⇒ São conteúdos relevantes aqueles que forneçam 

conhecimentos e habilidades para compreender a reali-
dade. Isso implica capacidade de análise da sociedade 
e da cultura em que se vive, percebendo semelhanças e 
diferenças entre o mundo imediato e outras realidades. 

C

 

⇒ Conteúdos sem fronteiras entre disciplinas possi-

bilitam relações mais democráticas e maior aprofunda-
mento dos conteúdos. 

D

 

⇒ Os conteúdos devem exigir habilidades para ques-

tionar e propor alternativas, envolvendo assim a com-
preensão de problemas atuais como os da relação de 
gênero, etnias e classes. 
_____________________________________________ 
 
09) Na escola, as manifestações políticas, a contesta-
ção através do grafismo e da pichação e a discussão 
dos temas que interessam aos jovens costumam acon-
tecer longe dos olhos dos(as) educadores(as), nos in-
tervalos de aulas, na cantina, na quadra de esporte, 
antes e depois das aulas, nos trabalhos extras, como se 
determinados assuntos fossem censurados e não com-
patíveis a uma visão institucional escolar.  

 

 

São ações possíveis aos educadores para produzi-

rem uma escola que atenda as demandas juvenis, ex-
ceto

 

A

 

⇒ Provocar um novo aprender construído no coletivo 

faz com que o(a) jovem compartilhe um poder há tanto 
tempo monopolizado nas mãos dos mestres e permite a 
inserção de conhecimentos não contemplados na base 
comum do currículo. 

B

 

⇒ Reconhecer naquilo que aparenta rebeldia, indife-

rença, apatia, discordância, questionamento, ousadia e 
até mesmo crítica, uma expectativa sobre a sociedade a 
ser trabalhada na escola. 

C

 

⇒ Oportunizar a discussão de temas que envolvam 

esses(as) jovens, considerando a escola como espaço 
de atuação do(a) estudante, inclusive participando das 
decisões pedagógico-administra-tivas. 

D

 

⇒ Abrir espaço para a juventude viver como jovem e 

ser agente de um modelo educacional nele centrado, ou 
seja, uma escola em que o jovem decida o que quer ou 
não aprender. 
_____________________________________________ 
 
10) A Resolução Nº 7, de 14 de dezembro de 2010, do 
CNE/CEN, fixa Diretrizes Curriculares Nacionais para o 
Ensino Fundamental de 9 (nove) anos. Em seu § 2º 
afirma que: "A educação de qualidade, como um direito 
fundamental, é antes de tudo relevante, pertinente e 
equitativa". 
 

 

 

Assim, correlacione as colunas a seguir. 

 

( 1 )  A relevância reporta-se à (...) 

 

 

( 2 )  A pertinência refere-se à (...) 

 

 

( 3 )  A equidade alude à (...) 

 

(    )  possibilidade de atender às necessidades e às 

características dos estudantes de diversos con-
textos sociais e culturais e com diferentes capa-
cidades e interesses. 

 

 

(    )  promoção de aprendizagens significativas do 

ponto de vista das exigências sociais e de de-
senvolvimento pessoal. 

 

 

(    )  importância de tratar de forma diferenciada o 

que se apresenta como desigual no ponto de 
partida, com vistas a obter desenvolvimento e 
aprendizagens equiparáveis, assegurando a to-
dos a igualdade de direito à educação. 

 

 A 

sequência 

correta, de cima para baixo, é: 

 

A

 

 3  -  2  -  1     

C

 

⇒ 3  -  1  -  2 

B

 

⇒ 2  -  1  -  3     

D

 

⇒ 1  -  3  -  2 

 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 

 
11)
  De acordo com Soares (1987), as crianças das ca-
madas populares chegam à Escola com uma linguagem 
deficiente, que as impede de obter sucesso nas ativida-
des e aprendizagem: sua linguagem é pobre – não sa-
bem o nome dos objetos comuns; usam frases incom-
pletas, curtas, monossilábicas; sua sintaxe é confusa, 
inadequada à expressão do pensamento lógico; come-
tem ‘erros’ de concordância, de regência, de pronúncia; 
comunicam-se muito mais através de recursos não ver-
bais do que de recursos verbais. Em síntese, são crian-
ças deficitárias linguisticamente.
  

acafe-2012-sed-sc-professor-de-ensino-fundamental-prova.pdf-html.html

4

 

Nesse sentido, para entender o que acontece quan-

do a criança apresenta tais dificuldades na leitura e na 
escrita, é preciso que o(a) professor(a):  

 

A

 

 compreenda que os objetivos de ensino da escrita 

possibilitarão articulação entre codificação e decodifica-
ção das palavras, respeitando os padrões do compor-
tamento linguístico específicos de determinado grupo 
social. 

B

 

 considere que a escrita é um sistema de signos e 

símbolos organizado por convenções, é resultado da 
evolução histórico-cultural da humanidade, manifesta a 
necessidade e a capacidade humana de simbolizar e o 
seu uso requer o aprender a lidar com organizações 
dessa natureza. 

C

 

 intensifique a escrita em sala de aula através dos 

textos didáticos e exercícios, efetivando a escolarização 
e consequentemente alfabetizando os alunos, pois este 
é um código arbitrário, o qual deve ser seguido de acor-
do com suas normas. 

D

 

  compreenda que o sistema de escrita implica na 

atividade de ler muito, envolvendo conhecimentos espe-
cíficos de uma linguagem coloquial que auxilie no reco-
nhecimento de letras e sílabas, para depois compreen-
der frases curtas e pequenos textos. 
_____________________________________________ 
 
12) O aluno, ao chegar à escola, já apresenta um domí-
nio da língua, composto por variações, apreendidas 
durante anos, de acordo com a sua realidade. Ele apre-
senta sua própria gramática de falante, pois aprendeu a 
usar a língua de modo natural, sem seguir as normas da 
gramática prescritiva, mas seguindo as normas para 
falar em seu meio.
  

 

 

A escola e o(a) professor(a) do Ensino Fundamental 

não podem tratar as variações linguísticas como meros 
erros da linguagem oral, mas compreender que: 

 

A

 

  as diferenças de ordem cultural, linguística e so-

cial precisam ser trabalhadas no processo de escolari-
zação, aproximando-se da linguagem da escola e seus 
padrões de comportamento linguísticos, melhorando o 
vocabulário do meio social em que vivem as crianças. 

B

 

 as falas das crianças são importantes porque an-

tecipam as ações delas decorrentes para o alcance dos 
objetivos educacionais. Porém, muitas vezes, ao chega-
rem à Escola sem o domínio do código escrito padrão, 
manifestam-se oralmente pelos seus dialetos e preci-
sam ser bem orientadas para que aprendam a lingua-
gem oral formal.  

C

 

  por meio da oralidade é possível realizar uma 

variedade de atividades que auxiliem na compreensão e 
apreensão da linguagem convencional própria da esco-
la, usando como instrumento textos didáticos específi-
cos com o objetivo de ampliar o vocabulário. 

  a variação existente em nossa língua materna 

contribui para o aprimoramento da própria linguagem, 
pois o educando vai passar a entender que não há certo 
nem errado, mas sim, diferentes situações em que a 
fala deve se adequar. 
_____________________________________________ 
 
13)  Língua e escrita são dois sistemas distintos de sig-
nos que caminham juntos e, portanto, o estudo da lin-
guagem requer que sejam trabalhados de forma a se-

rem consideradas as suas diferenças e, ao mesmo tem-
po, suas similaridades, usos e funções. 
 

 

 

Acerca dos aspectos que aproximam e que afastam 

o sistema oral e escrito, ou seja, aspectos que caracte-
rizam cada uma das modalidades da linguagem verbal, 
assinale a alternativa correta

 

A

 

 A escrita possibilita o registro mais durável e per-

manente da linguagem; é um processo mais demorado 
de elaboração, mais formal, sistemático, requerendo na 
maioria das vezes o uso correto da gramática normativa 
e do atendimento às convenções que lhe são peculia-
res, dentre elas as do sistema ortográfico. 

B

 

 Dentre as diferenças, a linguagem oral caracteri-

za-se por ser mais duradoura, atemporal, frequentemen-
te mais formal, podendo se apoiar em recursos gestu-
ais, gramaticais e do contexto imediato da comunicação. 

C

 

  A linguagem oral normalmente acontece na pre-

sença física dos interlocutores e a escrita ocorre na 
maioria das vezes na ausência destes requerendo, por-
tanto, uma elaboração mais coloquial. 

D

 

 Uma das necessidades de se estudar a escrita e, 

aqui se poderiam elencar inúmeras razões, deve-se ao 
fato dela ser a representação “fiel” da oralidade; a sua 
única razão de ser é representar a fala; o objeto linguís-
tico se define pela combinação da palavra escrita e da 
palavra falada. 
_____________________________________________ 
 
14) Conforme a Proposta Curricular de Santa Catarina – 
Estudos Temáticos (2005), no processo de alfabetiza-
ção, o convívio com a linguagem escrita deve ser uma 
atividade real e significativa, na qual as crianças intera-
gem com diferentes conhecimentos e manifestações 
linguísticas. Nesta perspectiva, o(a) professor(a) pode-
rá:  

 

A

 

  propiciar a interação das crianças com os textos 

dos livros didáticos específicos para alfabetização, com 
textos pequenos. 

B

 

  trabalhar sistematicamente todos os sons da lín-

gua, partindo dos simples para os complexos, apresen-
tando os padrões silábicos e suas palavras-chave. 

C

 

 propiciar um ambiente alfabetizador, rico em dife-

rentes portadores de escrita, os quais deverão ser ma-
nuseados constantemente pela criança.  

D

 

  trabalhar as letras do alfabeto, seus sons e gra-

fias, iniciando pelas vogais que compõem os nomes das 
crianças, depois as consoantes, sílabas, palavras, fra-
ses e textos.  
_____________________________________________ 
 
15)

 Um dos desafios que se coloca hoje aos professores 

é trabalhar na perspectiva da alfabetização e do letra-
mento de forma a assegurar uma ação pedagógica coe-
rente e adequada à contemporaneidade, mediando situ-
ações que envolvam as diferentes linguagens de forma 
crítica e dialógica, possibilitando ao aluno a apropriação 
do sistema linguístico e a plena condição de uso da 
língua nas práticas sociais de leitura e escrita e das 
diferentes linguagens produzidas culturalmente. Para 
isso, o perfil do professor-mediador caracteriza-se por 
critérios indispensáveis à dinâmica de apropriação da 
leitura e da escrita, sendo que tais critérios orientam-se 
por atitudes que visam à atuação de um profissional 

acafe-2012-sed-sc-professor-de-ensino-fundamental-prova.pdf-html.html

5

reflexivo e crítico no desempenho da função ‘alfabetiza-
dor’. 
 

 

  Assinale a alternativa correta que contempla um 
conjunto de atitudes importantes para este profissional. 

 

A

 

⇒ Aceitar que não conhece tudo sobre sua identida-

de profissional e o processo de alfabetização; socializar 
o seu trabalho de sala de aula e suas produções com 
seus alunos; diagnosticar as dificuldades e problemas 
enfrentados pelos alunos para avaliar se estão alfabeti-
zados ou não; produzir saberes pedagógicos e contex-
tualizar sua própria prática; acreditar constantemente 
que o seu trabalho está correto; evitar envolver-se em 
trabalhos coletivos e compartilhados. 

B

 

  Administrar sua própria formação; desenvolver 

continuamente sua competência de leitor e escritor, com 
autonomia; realimentar diariamente expectativas de 
sucesso em relação ao desempenho dos alunos; ter 
atitudes de pesquisador; valorizar os conhecimentos 
prévios dos alunos sem deixar de favorecer e estimular 
novas descobertas e deduções; comprometer-se no 
exercício da função de educar e alfabetizar letrando; 
articular propostas que dêem conta da complexidade da 
alfabetização e das progressivas exigências em torno 
do seu ensino. 

C

 

  Sondar as capacidades e habilidades de seus 

alunos verificando se todos estão no mesmo nível de 
ensino para que possa mantê-los num único patamar de 
aprendizagem; dominar seu instrumental de trabalho, de 
maneira a ser capaz de planejar, desenvolver e avaliar 
situações contextualizadas de ensino e aprendizagem 
na alfabetização; promover ações individualizadas no 
cotidiano da sala de aula, priorizando a mediação com o 
professor pela palavra; trabalhar uma série de ativida-
des sistematizadas e significativas. 

D

 

  Conhecer e compreender os conteúdos e proce-

dimentos curriculares da alfabetização, seus princípios e 
implicações, de forma a efetivar uma adequada elabo-
ração didática desses conhecimentos para a situação 
escolar; manter-se numa concepção de alfabetização 
que possibilite a criança codificar e decodificar palavras; 
compreender que a pluralidade linguística e cultural nas 
produções orais e escritas dos alunos deve ser unifica-
da para uma linguagem formal; identificar os princípios 
que devem ser preservados, bem como aqueles que 
devem ser articulados simultaneamente frente à pers-
pectiva de alfabetizar. 
_____________________________________________ 
 
16) No mundo contemporâneo a diversidade cultural é 
marcada pelo uso frequente de diferentes linguagens e 
compreender o seu sentido nas práticas sociais é condi-
ção para o desenvolvimento do exercício da cidada-nia. 
Diante dessa realidade a escola deve ser o espaço de 
letramento propício à interação por meio das diferentes 
linguagens, cujos textos manifestam diferentes gêneros 
discursivos e textuais, comportando as inúmeras formas 
de expressão das construções presentes na imaginação 
humana.  

 

 

Com base nisso, assinale a alternativa que expressa 

possibilidades de aprendizagens que os gêneros textu-
ais podem fornecer. 

 

A

 

⇒ A criança, ao ter contato com as diferentes lingua-

gens e ao compreendê-las e utilizá-las, apropria-se dos 
recursos de textualidade que lhe permitem expressar-se 

com maior clareza e criatividade. Porém, é preciso con-
siderar que cada texto que circula socialmente tem suas 
especificidades e por isso nem sempre são todos indi-
cados para alfabetizar, pois não atendem aos objetivos 
propostos para o uso a que se destina. 

B

 

 A mediação pelas diferentes linguagens na e pela 

escola possibilitará o aprendizado de leituras mais críti-
cas e das mais variadas possibilidades de organização 
textual. Seja por meio de um desenho ou de um texto 
escrito, a interação entre o autor e o receptor desenca-
deará leituras e releituras, ampliando a visão de mundo 
daqueles que as realizam.  

C

 

  Os contos, lendas e fábulas são antigas expres-

sões da cultura que se eternizaram por conta da tradi-
ção oral, passada de uma geração para outra. Porém, 
como não fazem sentido nos dias de hoje, estão distan-
tes da nossa realidade, não são significativas, nem atra-
tivas, deixando de despertar na criança o gosto pela 
leitura.  

D

 

 É preciso exercer as práticas sociais de leitura e 

escrita demandadas nas diferentes esferas da socieda-
de. Mas cabe ressaltar que os manuais de instrução, 
receitas de bolo e bulas de remédio, são textos exclusi-
vos para adultos, pois fornecem informações específi-
cas para determinadas ações, as quais não interessam 
às crianças e, por isso, influenciam pouco no processo 
de aquisição da língua escrita. 
_____________________________________________ 
 
17) A leitura é um processo no qual o leitor realiza um 
trabalho ativo de construção do significado do texto. 
Não se trata simplesmente de extrair informação da 
escrita, decodificando-a letra por letra, palavra por pala-
vra. Nesse sentido, o(a) professor(a) dos anos iniciais 
do Ensino Fundamental deve ajudar o aluno a interpre-
tar um texto, auxiliando-o principalmente a: 

 

A

 

  compreender os recursos linguísticos do texto, 

partilhar os conhecimentos de mundo do autor e conhe-
cer as circunstâncias históricas do texto. 

B

 

⇒ identificar os personagens principais, compreen-

der as palavras diferentes e o tempo verbal do texto. 

C

 

  compreender as ideias do autor, partilhar os re-

cursos linguísticos e relacionar a sua vida com a moral 
da história. 

D

 

 conhecer as circunstâncias didáticas, ilustrações e 

a história de vida do autor. 
_____________________________________________ 
 
18) Ter clareza sobre a constituição dos gêneros e das 
tipologias textuais é fundamental para o professor orien-
tar a produção e a interpretação dos textos que circulam 
socialmente. As tipologias textuais refletem, em maior 
ou menor medida, as intenções dos falantes/ouvintes de 
uma língua. É possível agrupar os textos a partir da 
identificação de certos traços percebidos como comuns 
nos diferentes gêneros discursivos. 

 

 

Assinale a alternativa que apresenta o grupo de gê-

neros textuais de acordo com a sua tipologia. 

 

A

 

 Relatar: conto maravilhoso, fábula, lenda, narrati-

va de aventura, narrativa de ficção científica, narrativa 
de enigma, novela fantástica e conto parodiado. 

B

 

⇒ Expor: seminário, conferência, artigo ou verbete 

de enciclopédia, entrevista de especialista, tomada de 

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6

notas, resumo de texto (expositivo ou explicativo), rela-
tório científico, relato de experiência científica. 

C

 

⇒ Argumentar: texto de experiência vivida, texto de 

viagem, testemunho, currículo, notícia, reportagem, 
crônica esportiva, ensaio biográfico. 

D

 

⇒ Narrar: texto de opinião, carta do leitor, carta de 

reclamação, deliberação informal, debate regrado, dis-
curso de defesa, discurso de acusação. 
_____________________________________________ 
 
19) A atividade de reestruturação de textos deve ser 
exercitada, vivenciada muitas vezes na sala de aula, 
pelo potencial que oferece de análise linguística, ou 
seja, pela dinâmica de reflexão e apropriação da própria 
língua, cujo objetivo principal é melhorar a capacidade 
de compreensão e expressão dos alunos em situações 
de comunicação tanto escrita como oral.  

 

 

Nesse sentido, junto com seus alunos, o(a) professor 

(a):analisará no texto as questões de: 

 

A

 

  adequação do texto aos objetivos pretendidos, 

forma gráfica das letras, falhas existentes na escrita, 
formas diferentes de representar, experiência do autor, 
construção linguística, contexto social. 

B

 

  gramática, estética, propósito do texto, esponta-

neidade do autor, análise dos recursos expressivos 
utilizados, personagens do texto, funções pedagógicas, 
cada palavra no sentido exato. 

C

 

  estrutura frasal, coerência e coesão, redundân-

cias, segmentações, pontuação, paragrafação, clareza 
na apresentação das ideias, na intenção do dizer, na 
informatividade, na contextualização da situação, que 
permite a intertextualidade. 

D

 

  sentido, organização e inclusão de informações, 

instrumentos de escrita, didática na apresentação, apro-
fundamento de ideias, o tipo de letra, senso crítico do 
autor, articulação entre a codificação e a decodificação 
de palavras. 
_____________________________________________ 
 
20) Os processos de alfabetização e letramento, embo-
ra interdependentes, indissociáveis e simultâneos, en-
volvendo conhecimentos, habilidades e competências 
específicas, exigem formas de aprendizagem e proce-
dimentos de ensino diferenciados, pois: 

 

A

 

 a alfabetização é a prática real de leitura e escrita 

e o letramento é essencial na orientação do indivíduo 
para que se aproprie do código escrito, aprendendo a 
ler e escrever convencionalmente. 

B

 

  alfabetizar significa orientar para o domínio das 

letras do alfabeto e das sílabas; letrar significa praticar a 
leitura de pequenos textos que auxiliem na apropriação 
de sons das palavras em estudo. 

C

 

 o processo de aquisição da escrita demanda inte-

rações específicas e acontece por meio da sistematiza-
ção. Já o processo de letramento envolve o uso da lín-
gua em situações de produções textuais na sala de 
aula. 

D

 

 alfabetização significa possuir o domínio da tecno-

logia da escrita; já letramento é o hábito, as habilidades 
e até mesmo o prazer da leitura e da escrita de diferen-
tes gêneros de textos, em diferentes suportes ou porta-
dores, em diferentes contextos e circunstâncias. 

21) No estudo do Campo Numérico, tradicionalmente 
entendido por Aritmética, o significado privilegiado pela 
escola é o de número enquanto quantidade. Entretanto, 
quando a criança chega à sala de aula já possui uma 
significação de número que normalmente é diferente da 
escolar, pois ela apresenta significados de ordem sócio-
cultural. Nesse sentido, entende-se que o aluno torna-se 
capaz de gerar novos fatos não ensinados pelo(a) pro-
fessor(a) ao compreender o sistema lógico-matemático 
a eles relacionado.  

 

 A 

alternativa 

correta que indica como o(a) profes-

sor(a) deve ensinar a Matemática, relacionando-a com a 
sua prática social é: 

 

A

 

⇒ Realizar as operações fundamentais de diversos 

modos, no cálculo oral explorar o cálculo estimativo, 
aproximado e outras estratégias diferentes do algoritmo 
escolar. O algoritmo escrito pode ser sistematizado a 
partir do cálculo oral ou de outras formas que permitam 
ao aluno compreender o processo de sua própria elabo-
ração e também aquele produzido ao longo da história. 
A calculadora deve ser explorada didaticamente em sala 
de aula como forma de apropriação dos recursos tecno-
lógicos deste tempo, compreendendo o processo reali-
zado pela calculadora e as várias formas de cálculo. 

B

 

⇒ Introduzir desde os anos iniciais o uso de algorit-

mos para a realização das quatro operações, de modo 
que o aluno logo domine tais procedimentos de cálculo 
e utilize fórmulas produzidas ao longo da história por 
diferentes grupos sociais, para agilizar a resolução de 
problemas de maior complexidade. Contar histórias que 
possibilitem o conhecimento da natureza e os significa-
dos sócio-culturais e científicos das ideias matemáticas, 
vislumbrando a função social de cada conteúdo. 

C

 

⇒ Utilizar formas lúdicas (por exemplo, músicas e 

jogos) para o aluno aprender mais facilmente a tabuada, 
o que o ajudará na realização de cálculos com números 
maiores, além de realizar com frequência exercícios de 
fixação ao trabalhar determinados conteúdos. Tais con-
teúdos devem ainda, ser articulados ao estudo lógico-
histórico dos sistemas de adição e subtração, focalizan-
do a multiplicação e a divisão, bem como a exploração 
dos conceitos e seus respectivos significados sócio-
culturais e científicos. 

D

 

⇒ Partir de situações experienciais utilizando núme-

ros de telefone, da casa, a idade dos alunos, de placas 
de carro, de sinalização de trânsito, entre outros, pro-
porcionando a observação da variação entre os nume-
rais e estabelecendo relações com a radiciação, para 
que se torne capaz de construir estratégias de solução 
para problemas de potenciação. O professor deve ex-
plorar estes e outros significados e gradativamente fazer 
ponte com outras expressões numéricas historicamente 
produzidas. 
_____________________________________________ 
 
22) Assim como ocorre com os Números Naturais, 
quando a criança inicia o estudo das frações já tem 
algumas noções, resultado das interações cotidianas, 
tais como: metade, metade da metade (um quarto), e 
sobretudo, de números decimais (Sistema Monetário). O 
professor deve identificar estas noções e, caso os alu-
nos não as tenham, cabe-lhe organizar atividades para 
que estes se apropriem das mesmas. Isto deve ser ex-
plorado pedagogicamente pelo professor e comparado 
com a construção de conceitos mais elaborados cientifi-

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7

camente. Os alunos devem compreender que o número 
decimal é aquele número que tem parte inteira e parte 
decimal, essas são separadas por vírgula. Assim, para 
resolver as quatro operações (adição, subtração, multi-
plicação e divisão) com os números decimais, é neces-
sário utilizar algumas regras.  

 

 

A alternativa que contempla a regra correta é: 

 

A

 

⇒ Na subtração de dois números decimais o dimi-

nuendo deve ser sempre menor que o subtraendo, e o 
resultado recebe o nome de resto ou diferença. 

B

 

⇒ Para qualquer adição dos números decimais de-

vemos saber que os números somados são chamados 
de frações e o resultado é chamado de soma total.  

C

 

⇒ Na multiplicação, contamos e somamos a quanti-

dade de casas após a vírgula dos números que iremos 
multiplicar. O resultado apresentará esse número de 
casas após a vírgula.  

D

 

⇒ A divisão de números decimais não pode ser 

transformada em uma divisão de números inteiros, pois 
não é possível fazer ajustes. 
_____________________________________________ 
 
23) O ensino crítico dos Campos Geométricos deve dar 
conta do desenvolvimento das habilidades anteriormen-
te especificadas, a partir da Educação Infantil – Pré-
Escola – e dos anos iniciais do Ensino Fundamental 
onde esse trabalho tem uma abordagem mais experi-
mental e exploratória do espaço e das formas presentes 
no cotidiano do aluno. Gradativamente, passa a ter uma 
abordagem mais sistemática, momento em que se in-
tensifica o uso do raciocínio hipotético-dedutivo.  

 

 

Desta forma, é preciso que o(a) professor(a): 

 

A

 

  realize atividades  sobre classificação de objetos 

segundo suas cores e espessuras; explorar a noção de 
ângulo envolvendo movimento giratório, inclinações e 
semelhanças de orientações no espaço físico. 

B

 

  reflita sobre as possíveis características e habili-

dades que constituem o pensamento geométrico, como 
estudo ou exploração do espaço físico e das formas; 
orientação, visualização e representação do espaço 
físico; denominação e reconhecimento das formas, se-
gundo suas características; medição do espaço geomé-
trico uni, bi e tridimensional (conceito e cálculo de perí-
metro, de área, de volume e capacidade). 

C

 

 proporcione aos alunos a visualização e represen-

tação das formas geométricas, o uso de algoritmos para 
a realização das quatro operações, o estudo das condi-
ções das figuras e das semelhanças e diferenças entre 
elas. 

D

 

 estimule a construção de figuras ou modelos ge-

ométricos, a representação no papel a partir da qual 
ocorre um estudo mais sistemático do conceito euclidia-
no de ângulo, e a estimar e medir comprimentos, utili-
zando diferentes instrumentos. 
_____________________________________________ 
 
24) Nas situações cotidianamente vivenciadas pelos 
alunos, a existência de grandezas de naturezas diver-
sas e a frequente necessidade de estabelecer compara-
ção entre elas, ou seja, de medi-las, justificam a neces-
sidade do trabalho com este conteúdo. O sistema de 
medidas é muito utilizado na prática cotidiana, porém, 
muitas vezes as pessoas fazem isso de forma automáti-

ca, sem saber que estão trabalhando com a matemática 
projetada através dos tempos.  

 

 

Correspondente ao conteúdo sistema de medidas: 

 

A

 

⇒ A escolha da unidade de medida é feita pelo alu-

no, identificando-se com este sistema, por isso, ela é a 
mesma da espécie do atributo que se deseja medir. 
Quanto maior o tamanho da unidade, maior é o número 
de vezes que se utiliza para medir um objeto. 

B

 

⇒ Por meio de atividades com os alunos, que tratem 

dos detalhes sobre a utilização da matemática no cam-
po dos sistemas de medidas, certamente trarão como 
resultado determinar metade e dobro a partir de uma 
quantidade estabelecida. 

C

 

⇒ O processo de medição é o mesmo para qualquer 

atributo mensurável; é necessário escolher uma unidade 
adequada, comparar essa unidade com o objeto que se 
deseja medir e, finalmente, computar o número de uni-
dades obtidas. 

D

 

⇒ O estabelecimento da relação entre a medida de 

uma dada grandeza e um número é um aspecto irrele-
vante no processo, pois o aluno já possui um domínio 
numérico próprio. O que se objetiva a partir dessas rela-
ções é a sua utilidade no aspecto científico. 
_____________________________________________ 
 
25) Estar alfabetizado, neste final de século, supõe sa-
ber ler e interpretar dados apresentados de maneira 
organizada e construir representações para formular e 
resolver problemas que impliquem o recolhimento de 
dados e a análise de informações. Essa característica 
da vida contemporânea traz ao currículo de Matemática 
uma demanda em abordar elementos da estatística, da 
combinatória e da probabilidade, desde os anos iniciais. 
Neste sentido, o conteúdo tratamento da informação 
possibilita aos alunos compreenderem as funções de 
tabelas e gráficos usados para comunicar esses dados: 
a apresentação global da informação, a leitura rápida e 
o destaque dos aspectos relevantes. 

 

 

 

Além disso, ao conseguirem ler e interpretar dados 

apresentados em tabelas e gráficos, os alunos podem 
perceber: 

 

A

 

 que para os cidadãos basta entender as porcenta-

gens expostas em índices estatísticos, como o cresci-
mento populacional, taxas de inflação, desemprego. A 
análise, o estabelecimento de relações críticas sobre os 
dados apresentados, questionando-os e ponderando-os 
até mesmo na sua veracidade é para estudiosos e pro-
fissionais da área que abrange tal conteúdo. 

B

 

 que a produção de textos escritos a partir da inter-

pretação de gráficos e tabelas, e a construção de gráfi-
cos e tabelas, com base em informações contidas em 
textos jornalísticos e científicos, constituem uma leitura 
difícil e sem interesse para a vida das pessoas e para a 
comunidade em geral. 

C

 

 que as informações veiculadas em forma de gráfi-

cos, especialmente pelos meios de comunicação, influ-
enciam na tomada de decisões e em fazer previsões, 
especificamente para pessoas de determinadas cama-
das sociais, pois somente elas podem decifrar e inter-
pretar estes dados. 

D

 

  que eles permitem estabelecer relações entre 

acontecimentos e, em alguns casos, fazer previsões. 
Também, ao observarem a frequência de ocorrência de 

acafe-2012-sed-sc-professor-de-ensino-fundamental-prova.pdf-html.html

8

um acontecimento ao longo de um grande número de 
experiências, desenvolvem suas primeiras noções de 
probabilidade.  
_____________________________________________ 
 
26) O ensino de Ciências Naturais nos anos iniciais se 
constitui como um processo de alfabetização científica e 
tecnológica que deve permitir ao aluno uma aproxima-
ção da noção do ambiente como resultado das intera-
ções entre seus componentes (seres vivos, ar, água, 
solo, luz e calor) e da compreensão de que, embora 
constituídos pelos mesmos elementos, os diversos am-
bientes diferenciam-se pelos tipos de seres vivos, pela 
disponibilidade dos demais componentes e pelo modo 
como se dá a presença do ser humano. 

 

 

De acordo com essa perspectiva, a prática pedagó-

gica nesses anos de escolaridade deve enfatizar: 

 

A

 

 a exposição de ideias, reforçando o processo de 

transferência dos saberes produzidos em Ciências e a 
sistematização dos conteúdos por meio da consulta e 
realização de exercícios dos livros didáticos adequados 
aos anos iniciais. 

B

 

 a valorização dos conhecimentos tecnológicos, em 

detrimento dos conhecimentos das Ciências Naturais, 
além da observação indireta de diferentes ambientes, o 
contato com um conjunto de dados organizados por 
meio da pesquisa em livros e textos científicos. 

C

 

 a compreensão dos fenômenos naturais como re-

sultado das reações dos componentes do ambiente, 
independentemente da ação dos homens sobre eles, 
estabelecendo conexões com pesquisas científicas. 

D

 

 a experiência e análise acerca de onde e de como 

aquele conhecimento de ciências em estudo está pre-
sente na vida dos sujeitos e as implicações dele para a 
sociedade. 
_____________________________________________ 
 
27) De acordo com a concepção de história definida na 
Proposta Curricular de Santa Catarina, é imprescindível 
analisar as múltiplas dimensões do tempo de modo a 
capturar o sentido da superação das noções anteriores 
para a compreensão dos múltiplos e simultâneos tem-
pos históricos. Nessa perspectiva, compreende-se que: 

 

A

 

 o processo histórico acontece num tempo e espa-

ço determinados, com imbricações sociais, econômicas, 
culturais, políticas que nem sempre estão visíveis.  

B

 

  as diversas concepções de tempo são produtos 

advindo da escolarização, os quais são compreendidos 
somente no espaço formal de educação.  

C

 

  trabalhar atividades didáticas que envolvam os 

conteúdos da história significa voltar no tempo e saber o 
que aconteceu no passado. 

D

 

 o ensino de história é atemporal, já que está dis-

tante da nossa realidade, devendo ser analisado a partir 
das concepções individuais dos alunos e professores.  
_____________________________________________ 
 
28) Entendendo a Geografia como uma ciência social, 
devemos considerar que as questões da natureza (o 
relevo, a vegetação, o clima, os rios etc.) não têm uma 
formação e transformação independente do homem, 
das relações que acontecem na sociedade, portanto, 
não há como analisá-las independentemente desta. Ou 

seja, que os elementos da natureza são questões inde-
pendentes ao homem, mas como resultado e motivo de 
como os grupos sociais convivem e produzem o espaço 
em que habitam.  

 

 

Sobre Espaço Geográfico, é correto afirmar: 

 

A

 

 É considerado estático, pois não conseguimos 

perceber as mudanças de imediato. 

B

 

  Pode ser considerado histórico, pois somente 

surge após o território ser trabalhado, modificado ou 
transformado pela sociedade. 

C

 

  Corresponde àquele que recebe influência dire-

tamente dos fatores naturais. 

D

 

 Podemos encontrar espaço geográfico em áreas 

onde a presença humana não interferiu. 
____________________________________________ 
 
29) No ensino da Geografia, a linguagem cartográfica, 
como tal, exige uma alfabetização para que se possa 
entender e incorporar as habilidades desse modo de 
expressar a realidade. O aluno dos anos iniciais deve 
passar por um processo de compreensão do que sejam 
estes símbolos e ser capaz de usá-los.  

 

 

Assim, a importância do conhecimento da linguagem 

cartográfica no trabalho com a Geografia resulta que, 
exceto:  

 

A

 

  O aluno passa a estabelecer interações, abstrair 

espaços mais distantes através das generalizações e 
transferências de conhecimentos. 

B

 

  O aluno passa a buscar generalizações, criar 

classificações, estabelecer categorias, construir signos, 
selecionar informações e escolher escalas. 

C

 

 O aluno passa a construir representações a partir 

do real distante. 

D

 

  Para conseguir ler e compreender um mapa é 

preciso também saber construí-lo. 
_____________________________________________ 
 
30)
 As informações nos auxiliam a pensar o espaço, 
compreendê-lo e buscar as alternativas para transfor-
má-lo. Mas, para além destas (de sua memorização), 
cabe ao ensino de Geografia algo que seja mais perma-
nente, pois as informações são, de um lado, passagei-
ras e temporárias, e de outro, oportunizadas a todos de 
um modo mais eficaz pelos meios de comunicação.  

 

  Na escola, o ensino da Geografia deve dar conta 
também da formação de determinadas competências.  

 

 São 

elas, 

exceto

 

A

 

 Perceber que a Geografia é uma área do conhe-

cimento aprendida e perceptível prioritariamente no 
espaço escolar. 

B

 

  Saber observar, investigar, localizar, contextuali-

zar e usar racionalmente as informações disponíveis. 

C

 

  Dominar integralmente a leitura com vocabulário 

específico da Geografia, lidar com símbolos e signos e, 
assim, aprender a ler o mundo, beneficiando-se das 
oportunidades oferecidas pela educação ao longo de 
toda a vida. 

D

 

 Descobrir progressivamente o encanto e a beleza 

nas expressões culturais de sua gente e de seu entorno.