Prova Concurso - Administração - 2012-UNIRIO-ADMINISTRADOR - UNIRIO - UNIRIO - 2012

Prova - Administração - 2012-UNIRIO-ADMINISTRADOR - UNIRIO - UNIRIO - 2012

Detalhes

Profissão: Administração
Cargo: 2012-UNIRIO-ADMINISTRADOR
Órgão: UNIRIO
Banca: UNIRIO
Ano: 2012
Nível: Superior

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 

CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGO  

TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO - 2012 

 

GABARITO 

ADMINISTRADOR 

QUESTÃO 

GABARITO 

 

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Prova

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 

Concurso Público para   

Provimento de Cargos Técnico-

Administrativo em Educação 

2012 

ADMINISTRADOR 

UNIRIO 
PROAD - Pró-Reitoria de Administração 
DRH - Departamento de Recursos Humanos 
PROGRAD - Pró-Reitoria de Graduação 
COSEA - Coordenação de Seleção e Acesso 

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CONCURSO PÚBLICO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO – UNIRIO 2012                                          ADMINISTRADOR 

 

(CPPCTAE UNIRIO 2012)

 

 
1)

 Como ramo da Ciência, a Administração de Empresas “é necessária não só para os administradores, mas para 

todas  as  áreas  do  conhecimento  humano  e  científico.  Cientistas,  profissionais  liberais,  empreendedores, 

presidentes,  governadores,  prefeitos,  políticos  e  todo  tipo  de  empreendimento  social  requerem  conceitos  da 

Administração para alcançar seus objetivos. O desenvolvimento de um país ou organização passa necessariamente 
pela Administração.”  

(CHIAVENATO, I.- Teoria da Administração: teoria, processo e prática. 4. Ed. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2007, p. 06).  

 

Nesse sentido, a Administração caminha cada vez mais para ser 

 

a)  praticada pelos administradores de empresas, exclusivamente. 

b)  praticada nas grandes corporações privadas, preferencialmente. 
c)  uma ciência universal. 

d)  uma ciência experimental. 

e)  uma metaciência. 

 
 

2) 

Em nível conceitual, a Administração de Empresas é o processo de 

 

a)  desenvolver práticas e métodos de representação e gestão da informação e do conhecimento em diversos 

ambientes corporativos.  

b)  analisar  o  patrimônio  empresarial,  bem  como  seus  fenômenos  e  variações,  em  nível  quantitativo  e 

qualitativo, anotando os fatos de natureza econômico-financeira que o afetam. 

c)  estabelecer os princípios e as técnicas a serem observados para a gestão, a catalogação e a guarda de 

documentos em uma determinada organização. 

d)  planejar, organizar, dirigir e controlar os recursos e as competências de uma organização para alcançar 

metas e objetivos com eficiência e qualidade. 

e)  criar, administrar e manter a gestão do conhecimento, propiciando fornecer informações adequadas para a 

tomada de decisão. 

 
 

3) 

A Teoria Geral da Administração consiste na investigação 

 

a)  dos métodos, ações e valores que devem reger a vida das grandes corporações transnacionais, principais 

agentes econômicos de uma sociedade globalizada. 

b)  dos valores e das práticas que regem as empresas públicas, em nível geral, e as empresas privadas, em 

particular. 

c)  do contexto socioambiental e político no qual se desenvolvem as ações das organizações empresariais. 
d)  dos  fatores  simbólicos  e materiais  que  concorreram  para o  desenvolvimento  da  humanidade  a  partir  do 

século XVIII. 

e)  sistemática,  racional  e  objetiva  da  administração  das  organizações  e  das  empresas,  devendo  ser  vista 

como um conjunto integrado de teorias e métodos. 

 
 

4) 

A  Escola  da  Administração  Científica  vicejou,  no  início  do  século  XX,  através  dos  estudos  e  trabalhos  do 

engenheiro estadunidense, principalmente, pelo teórico 
 

a)  George Washington.  

b)  Frederick Taylor. 

c)  Henry Ford. 

d)  Ronald Reagan. 
e)  Noan Chomsky. 

 

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CONCURSO PÚBLICO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO – UNIRIO 2012                                          ADMINISTRADOR 

 

(CPPCTAE UNIRIO 2012)

 

 

5) 

A Teoria Clássica da Administração, que inaugurou a abordagem anatômica e estrutural da empresa, foi criada 

pelo engenheiro francês 

 

a)  Augusto Comte. 

b)  Henri Fayol. 

c)  Émile Durkheim. 
d)  Frederick Taylor. 

e)  Raymond Aron. 

 

6) 

A Teoria da Burocracia da Administração, que identifica determinadas características da organização voltadas 

para a racionalidade e a eficiência das condutas, foi criada pelo sociólogo alemão 

 

a)  Karl Marx. 

b)  Max Weber. 

c)  Friedrich Engels. 

d)  Bruno Bauer. 

e)  George Hegel. 

 

7) 

“A  Administração  Pública  gerencial  constitui  um  avanço,  e,  até  certo  ponto,  um  rompimento  com  a 

Administração Pública burocrática. Isso não significa, entretanto, que negue todos os seus princípios. Pelo contrário, 

a  Administração  Pública  gerencial  está  apoiada  na  anterior,  da  qual  conserva  alguns  de  seus  princípios 

fundamentais (...).”  

(PALUDO, Augustinho Vicente. Administração Pública. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2012, p. 64).  

 

A diferença fundamental da administração gerencial para a burocrática está 

 

a)  no sistema de governo, que agora é basicamente parlamentarista. 

b)  na forma de estado, que agora tem como meta o bem comum. 

c)  no regime político, que agora é predominantemente democrático. 

d)  na forma de controle, que agora passa a ter foco nos resultados. 
e)  na forma de governo, que agora é essencialmente republicana. 

 

8) 

A Teoria Estruturalista da Administração é uma vertente teórica que 

 

a)  postula a formalização das atividades organizacionais, defendendo que as mesmas devem ser organizadas 

de acordo com normas e regras racionais e impessoais. 

b)  enfatiza a necessidade de divisão do trabalho no âmbito da empresa, na qual cada participante tem um 

cargo ou função definidos e uma esfera específica de competência. 

c)  defende que o encarreiramento profissional deve ser determinado exclusivamente em função do mérito dos 

funcionários. 

d)  introduz o conceito de sistema aberto na análise das organizações e estabelece uma abordagem múltipla e 

compreensiva da empresa. 

e)  busca  a  separação  entre  os  conceitos  de  propriedade  e  administração,  concorrendo  para  o 

desenvolvimento das sociedades anônimas e do moderno mercado de capitais. 

 

9) 

A organização do Estado é um tema tratado, privilegiadamente, no Direito 

 

a)  Administrativo. 
b)  Tributário. 

c)  Constitucional. 

d)  Atuarial. 

e)  Civil. 

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CONCURSO PÚBLICO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO – UNIRIO 2012                                          ADMINISTRADOR 

 

(CPPCTAE UNIRIO 2012)

 

 

10) 

A Escola das Relações Humanas é a vertente teórica que pretendeu 

 

a)  divulgar  o  planejamento  da  administração  empresarial,  visando  a  aperfeiçoar  os  mecanismos  de 

organização, direção e controle da empresa. 

b)  definir as tarefas e classificar os órgãos que deverão ordenar a dinâmica empresarial e obter uma unidade 

de ação com vistas à consecução dos bens comuns. 

c)  determinar  os  princípios  e  os  valores  necessários  ao  desenvolvimento  da  organização  empresarial,  em 

particular nos cenários de crise sistêmica. 

d)  democratizar a administração das empresas e humanizá-la, tendo como base conceitos da Psicologia e da 

Sociologia Organizacional, como motivação, dinâmica de grupo e liderança. 

e)  desenvolver  o  conceito  de  estrutura  organizacional,  ratificando  as  características  centrais  da  Teoria  da 

Burocracia, como divisão do trabalho, meritocracia e profissionalismo. 

 
 

11) 

A Teoria Comportamental ou Escola do Comportamento Organizacional desenvolveu uma teoria própria. De 

acordo com essa Teoria, 

 

a)  o indivíduo é visto tão somente como um instrumento que deve ser utilizado pela organização com vistas à 

realização de suas metas, objetivos e propósitos. 

b)  as empresas devem pautar suas condutas a partir dos elementos endógenos e exógenos que brotam de 

cada contexto social e político. 

c)  o administrador é essencialmente um técnico voltado para os aspectos lógicos e formais da organização. 

d)  as  empresas  são  sistemas  de  decisões  nos  quais  seus  membros  definem  seus  comportamentos  por 

percepções, sentimentos e outros elementos nem sempre objetivos. 

e)  as empresas adotam rotinas e comportamentos formais que visam a substituir a fragilidade das decisões 

individuais. 

 
 

12) 

São variáveis básicas da empresa, segundo a Teoria Geral da Administração:  

 

a)  tarefas, estrutura, pessoas, tecnologia, ambiente e competitividade. 

b)  trabalhismo, formalização, legalismo, impessoalidade, meritocracia e competência. 
c)  meritocracia, internalização, formalismo, autoritarismo, resistência e trabalhismo. 

d)  tecnologia, categorização, ambiente, pessoas, resistência e impessoalidade. 

e)  impessoalidade, legalismo, meritocracia, internalização, ambiente e competitividade. 

 
 

13) 

Uma  organização  empresarial  não  é  uma  entidade  pronta  e  fechada  em  si  mesma,  mas  está  sujeita  a 

câmbios e transformações constantes. Nesse sentido, organizações são unidades 

 

a)  políticas  que  visam  a  potencializar  as  dinâmicas  de  poder  e  riqueza  que  movem  todas  as  atividades 

empresariais. 

b)  sociais  racionalmente  planejadas  e  constituídas  para  atingir  seus  propósitos  e  metas  com  menor  custo, 

esforço e tempo. 

c)  econômicas que visam a minimizar lucros e maximizar custos com vistas a amealhar recursos financeiros e 

potencializar riquezas. 

d)  jurídicas constituídas em conformidade com as normas domésticas e internacionais que regem as pessoas 

físicas e jurídicas. 

e)  corporativas que se amoldam a contextos endógenos e exógenos com vista a cumprir seu estatuto social e 

limitar seu balanço de ganhos e perdas. 

 

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CONCURSO PÚBLICO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO – UNIRIO 2012                                          ADMINISTRADOR 

 

(CPPCTAE UNIRIO 2012)

 

 
14) 

As características que pertencem, adequadamente, às organizações empresariais são as seguintes:  

 

a)  Orientação para o lucro, assunção de riscos e avaliação contábil. 

b)  Avaliação Contábil, desorganização burocrática e postergação de comando. 
c)  Postergação de comando, constituição flexível e apropriação pública. 

d)  Apropriação pública, assunção de riscos e desestruturação setorial. 

e)  Desestruturação setorial, desorganização burocrática e orientação para o lucro. 

 

15) 

As três habilidades básicas do administrador, são, necessariamente, 

 

a)  técnicas, humanas e conceituais. 

b)  conceituais, filosóficas e estruturais. 

c)  estruturais, humanas e institucionais. 
d)  institucionais, filosóficas e psicossociais. 

e)  psicossociais, técnicas e estruturais. 

 

16) 

O administrador desempenha os seguintes papéis fundamentais: 

 

a)  jurista, empreendedor e avaliador 

b)  líder, executivo e jurista 

c)  empreendedor, gerente e líder 

d)  avaliador, executivo e comerciante 
e)  comerciante, empreendedor e executivo 

 

17) 

As  empresas  possuem  a  necessidade  de  se  adaptarem  continuamente  às  circunstâncias  ambientais  para 

lograrem seus objetivos. Pela Teoria Geral da Administração, o ambiente de uma empresa pode ser didaticamente 

dividido em dois segmentos, geral e específico. O ambiente geral é constituído por 

 

a)  elementos  próximos  ou  endógenos  que  caracterizam  especificamente  cada  uma  das  organizações 

empresariais. 

b)  condições  e  fatores  exógenos  que  circundam  e  influenciam  de  modo  difuso  e  assimétrico  todas  as 

organizações empresariais. 

c)  condições tecnológicas e pelos fornecedores de capital e matérias primas, sem os quais não é possível o 

desenvolvimento da própria atividade empresarial. 

d)  elementos  psicossociais,  estruturais  e  econômicos  que  determinam,  em  função  de  cada  ambiente 

empresarial, o êxito ou o fracasso da empresa. 

e)  condições  políticas  que  decorrem  das  decisões  governamentais  e  pelos  consumidores,  sempre 

determinantes para o êxito das atividades empresariais. 

 

18) 

Em nível conceitual, planejamento estratégico é 

 

a)  o elemento diferencial de cada organização empresarial, sendo direcionado diretamente ao usuário ou ao 

consumidor final. 

b)  a expressão tática do planejamento, que é elaborado por cada departamento da organização empresarial. 

c)  a expressão mais ampla e abrangente do planejamento, que abarca cada organização empresarial em seu 

conjunto. 

d)  o elemento difuso de uma determinada organização empresarial, sendo diretamente definido pela cúpula 

dirigente. 

e)  a  expressão  global  do  planejamento,  sendo  projetado  para  o  médio  prazo,  ou  seja,  para  um  período 

aproximado de 12 meses. 

 

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(CPPCTAE UNIRIO 2012)

 

19) 

O Sistema Participativo de Administração é um modelo de gestão democrático e aberto que, dentre outras, 

possui as seguintes características:  

 

a)  Processo  decisório  centralizado,  sistema  de  comunicação  precário,  baixo  relacionamento  interpessoal  e 

ênfase nas punições. 

b)  Processo  decisório  consultivo,  comunicações  verticais  no  sentido  descendente,  relacionamento 

interpessoal ativo e ênfase nas recompensas materiais. 

c)  Processo  decisório  autocrático,  sistema  de  comunicação  precário,  intolerância  aos  relacionamentos 

interpessoais e ênfase nas punições.  

d)  Processo decisório intermitente, vasto investimento comunicacional, precário relacionamento interpessoal e 

ênfase nas recompensas simbólicas e sociais. 

e)  Processo  decisório  horizontal,  alto  investimento  em  sistemas  de  comunicação,  forte  relacionamento 

interpessoal e ênfase nas recompensas simbólicas e sociais. 

 

20) 

No âmbito da Administração Empresarial, inovação é 

 

a)  a  relação  entre  as  saídas  e  entradas  do  sistema,  sendo  tal  relação  mensurada  em  razões  simples  tais 

como toneladas por homem-hora ou produção por operário-dia. 

b)  o  resultado  que  a  organização  pretende  alcançar  em  um  determinado  lapso  temporal  e  numa  dada 

circunscrição espacial. 

c)  a relação com o ambiente físico e psicológico do trabalho, sendo tal relação mensurada por medidas como 

satisfação laborativa e índice de rotatividade funcional. 

d)  o grau de satisfação dos resultados em relação ao conjunto de recursos disponibilizados e aqueles que 

foram efetivamente utilizados. 

e)  o grau em que novas ideias são produzidas e ou se readaptam antigos conceitos para que se alcancem os 

objetivos da organização empresarial. 

 

21) 

No Brasil, o sistema de governo é 

 

a)  Republicano. 

b)  Parlamentarista. 

c)  Sindicalista. 

d)  Presidencialista. 

e)  Monarquista. 

 

22) 

“A literatura a respeito da organização político-administrativa do país evidencia alguns traços da formação 

colonial que marcaram a constituição da coisa pública no Brasil. O primeiro deles diz respeito à ordem ibérica, mais 

precisamente, ao caráter conservador de Portugal e do seu Estado absolutista no período dos Quinhentos.”  

(CARVALHO, Eneuton Dornelleas Pessoa de. O aparelho administrativo brasileiro: sua gestão e seus servidores – do período colonial a 1930. 

CARDOSO JR. José Celso. (Org.). Burocracia e ocupação no setor público brasileiro. Rio de Janeiro: Ipea, 2011, p. 20).

  

 

Nesse sentido, a(s) primeira(s) unidade(s) administrativa(s) do país foi (foram): 

 

a)  a monarquia. 

b)  os municípios. 
c)  os estados. 

d)  a capital.  

e)  os Distritos. 

 
 
 
 

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(CPPCTAE UNIRIO 2012)

 

23) 

“Após 20 anos de regime militar, a Constituição Federal de 1988 (CF/88) buscou superar o legado autoritário 

por  meio  da  construção  do  Estado  Democrático  de  Direito.”  (CARVALHO,  Eneuton  Dornelleas  Pessoa  de.  

aparelho administrativo brasileiro: sua gestão  e seus servidores  – de 1930 aos dias atuais. CARDOSO JR. José 

Celso. (Org.). Burocracia e ocupação no setor público brasileiro. Rio de Janeiro: Ipea, 2011, p. 20). Nesse sentido, a 

Constituição estabeleceu 

 

a)  a liberdade de criar e inovar. 

b)  a democracia como único sistema de governo do país. 

c)  o concurso público como a única forma de efetivação em cargo público. 

d)  o mérito como a única forma de ascensão funcional no serviço público. 

e)  o registro civil como a única forma de se garantir a propriedade intelectual. 

 

24) 

“Por  fim,  é  importante  sublinhar  que  os  servidores  públicos  são  pagos  com  recursos  provenientes  da 

arrecadação de impostos e taxas junto à sociedade, e a determinação de seus níveis salariais também responde a 

uma dinâmica diferente da determinação dos salários no setor privado (...). Os mecanismos de determinação do 
salário  no  setor  público,  portanto,  não  são  totalmente  definidos  por  fatores  econômicos,  como  os  que  afetam  a 

determinação salarial do mercado de trabalho privado (...).”  

(MATTOS, Fernando Augusto Mansor de. Emprego público em perspectiva internacional: evolução histórica e diferenças nos perfis. 

CARDOSO JR. José Celso. (Org.). Burocracia e ocupação no setor público brasileiro. Rio de Janeiro: Ipea, 2011, p. 334). 

 

A explicação das diferenças entre o modo de determinação salarial do setor público em relação ao setor privado 

é 

 

a)  No setor privado, a força do sindicato é o que fixa o valor do salário. 

b)  No setor público, a dinâmica capital x trabalho dita o valor dos salários. 

c)  No setor privado, a capacidade contributiva da empresa determina o salário. 

d)  No setor público, quem define os salários é o Tribunal de Contas da União. 
e)  No setor público, os salários são mais sensíveis a fatores políticos e institucionais. 

 

25) 

Os  órgãos  públicos  podem  ser classificados  em independentes,  autônomos,  superiores  e subalternos.  Os 

independentes  são  aqueles  que  derivam  diretamente  da  Constituição  Federal,  não  se  submetendo  a  nenhuma 

hierarquia superior. Com base nessa informação, é um órgão público independente 

 

a)  Gabinete da Presidência da República. 

b)  Ministério das Relações Exteriores. 

c)  Advocacia Geral da União. 
d)  Ministério da Fazenda. 

e)  Congresso Nacional. 

 
 

26) 

Em seus aspectos gerais, agentes públicos são as pessoas físicas e jurídicas que exercem alguma atividade 

estatal. O conjunto dos agentes públicos inclui os agentes políticos, administrativos, honoríficos e delegados. É um 

exemplo de agente público honorífico 
 

a)  Ministros de Estado. 

b)  Secretários de Governo. 

c)  Oficiais das forças armadas. 

d)  Mesários Eleitorais. 

e)  Servidores da Administração Direta. 

 
 
 

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CONCURSO PÚBLICO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO – UNIRIO 2012                                          ADMINISTRADOR 

 

(CPPCTAE UNIRIO 2012)

 

27) 

A instrumentalidade é uma das características da Administração Pública na medida em que a Administração 

é uma 

 

a)  ferramenta do Estado para a promoção do desenvolvimento e do bem comum. 

b)  atividade que presta serviços e pratica atos administrativos através de seus órgãos. 

c)  estrutura hierárquica, onde há subordinação dos órgãos inferiores aos superiores. 
d)  prestadora de serviços públicos que obedece a normas jurídicas e técnicas. 

e)  circunscrição de competências estabelecidas por lei. 

 

28) 

“A  governabilidade  refere-se  ao  poder  político  em  si,  que  deve  ser  legítimo  e  contar  com  o  apoio  da 

população e de seus representantes.”  

(PALUDO, Augustinho Vicente. Administração Pública. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2012, p. 134).  

 

Nesse sentido, governabilidade significa 

 

a)  governar de acordo com as leis. 

b)  direito de agir em nome do Estado. 

c)  governar com amplo apoio popular. 

d)  capacidade política de governar. 

e)  legitimidade democrática. 

 

29) 

Governança pública é a capacidade de 

 

a)  representar o país, julgar conforme as leis e implantar políticas públicas. 
b)  implantar políticas públicas, governar e julgar conforme as leis. 

c)  legislar, julgar conforme as leis e representar o país. 

d)  governar, decidir e implantar políticas públicas. 

e)  julgar conforme as leis, governar e legislar. 

 
30) 

O desenvolvimento eletrônico produz resultado impactante na administração pública. No contexto recente da 

governança eletrônica, pode-se afirmar que 

 

a)  o e-mail passa a ser o grande canal de comunicação entre governantes e governados. 

b)  as redes sociais são a principal forma de promoção das políticas públicas. 
c)  a tecnologia vem sendo utilizada como forma de incremento da governança pública. 

d)  o ponto eletrônico vem concorrer para flexibilizar os horários de trabalho do servidor. 

e)  a pesquisa científica assume o lugar da cultura política local. 

 

31) 

No contexto das novas realidades da Administração Pública, accountability é a 

 

a)  faculdade que todo cidadão possui de ingressar no serviço público. 

b)  possibilidade de que a sociedade manifeste seu apoio aos governantes. 
c)  obrigação da Administração Pública em adequar-se à Lei de Responsabilidade Fiscal. 

d)  necessidade que a Administração Pública tem de respeitar os usos e os costumes sociais. 

e)  capacidade de responsabilização da Administração Pública por suas ações/omissões. 

 
 
 
 
 
 

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32) 

Accountability é um termo correlato às discussões acerca da efetividade das instituições inerentes ao Estado 

democrático.  O  termo  corresponde  tanto  à  capacidade  de  o  governo  informar,  explicar  e  responder  pelos  atos 

cometidos  como  também  à  capacidade  de  impor  sanções  aos  agentes  públicos  que  violam  as  obrigações.  (...). 

O´Donnel reconhece dois tipos básicos de accountability, a vertical e a horizontal.”  

(ROMÊO, Christiane Itabaiana Martins. Mecanismos institucionais de controle e limitação do poder. PIRES FERREIRA, Lier; GUANABARA, 

Ricardo; JORGE, Vladimyr Lombardo. Curso de Teoria Geral do Estado. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2009, p. 174-175). 

 

Accountability horizontal é definida como 

 

a)  a capacidade que o cidadão possui de retirar o mandato de seus representantes. 

b)  o sistema de freios e contrapesos exercidos entre os poderes Executivo e Legislativo. 

c)  o controle que se estabelece entre diversas agências e órgãos estatais. 
d)  o controle que o cidadão faz dos seus representantes através do voto. 

e)  a capacidade que o Judiciário possui de controlar as demais funções do Estado. 

 

33) 

“A Administração Pública burocrática surge na segunda metade do século XIX, na época do Estado Liberal 

(...). Constituem princípios orientadores do seu desempenho a profissionalização, a ideia de carreira, a hierarquia 

funcional, a impessoalidade, o formalismo, em síntese: o poder racional-legal.”  

(PALUDO, Augustinho Vicente. Administração Pública. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2012, p. 56).  

 

A Administração Pública burocrática surgiu com a filosofia de combate à  

 

a)  Corrupção e ao nepotismo patrimonialista. 

b)  Monarquia e ao movimento sindicalista. 

c)  Revolução operária e ao feudalismo. 

d)  Burocracia e ao nepotismo patrimonialista. 

e)  Igreja e ao movimento sindicalista. 

 

34) 

Complete

 

a assertiva CORRETAMENTE

 

“Em contraposição à ideia de Estado Unitário, onde há apenas um centro de decisão política e administrativa, tem-

se que a característica fundamental do Estado Federal é a...”  

(CAMARGOS, Luciano Dias Bicalho; ANJOS, Marcelo Adriano Menacho dos. Tipos de Estado. PIRES FERREIRA, Lier; GUANABARA, 

Ricardo; JORGE, Vladimyr Lombardo. Curso de Teoria Geral do Estado. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2009, p. 84).   

 

a)  responsabilização de governantes e servidores pela sociedade. 

b)  obtenção de novas formas de financiamento do Estado. 

c)  reorganização do Estado visando ao bem comum. 

d)  democratização da ordem política e social. 

e)  descentralização administrativa e política. 

 

35) 

Nos termos da Lei nº 9.279/1996 e suas alterações, o instrumento jurídico que garante ao autor de invenção 

ou modelo de utilidade o direito próprio de propriedade é denominado 
 

a)  Autorização. 

b)  Licença. 

c)  Resolução. 

d)  Sentença. 

e)  Patente. 

 
 
 
 
 
 

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36) 

O artigo 8º da Lei nº 9.279/ 1996 e suas alterações define os seguintes requisitos: 

 

a)  Aplicação industrial, atividade inventiva e comercialidade. 

b)  Novidade, atividade inventiva e aplicação industrial. 

c)  Comercialidade, novidade e operacionalidade. 

d)  Operacionalidade, comercialidade e comensurabilidade. 
e)  Comensurabilidade, operacionalidade aplicação industrial. 

 

37) 

Nos termos da Lei nº 9.610/1998 e suas alterações, o autor de obra literária, artística ou científica é uma  

 

a)  Pessoa física. 

b)  Empresa. 

c)  Corporação. 

d)  Entidade. 

e)  Associação. 

 

38) 

Nos termos da Lei nº 9.610/1998 e suas alterações, pertencem ao autor as/os 

 

a)  honrarias e direitos patrimoniais sobre a obra que criou. 

b)  emolumentos e vantagens sobre a obra que criou. 
c)  direitos morais e patrimoniais sobre a obra que criou. 

d)  benesses intelectuais e direitos patrimoniais sobre a obra que criou. 

e)  atos de império e direitos morais sobre a obra que criou. 

 
39) 

Nos termos do art. 3º da Lei nº 10.973/2004 e suas alterações, dentre as figuras de direito que poderão ser 

criadas  pelos  entes  federativos  e  por  suas  respectivas  agências  de  fomento,  com  ou  sem  o  envolvimento  de 

empresas  nacionais,  ICT  e  organizações  de  direito  privado  sem  fins  lucrativos,  com  o  propósito  de  realizar 

atividades de pesquisa e desenvolvimento, estão as 

 

a)  associações de produção. 
b)  alianças estratégicas. 

c)  pessoas físicas. 

d)  joint-ventures

e)  parcerias público-privadas. 

 

40) 

Nos  termos  da  Lei  n

o

  10.973/2004  e  suas  alterações,  a  Instituição  Científica  e  Tecnológica  (ICT),  por 

intermédio  do  Ministério  ou  órgão  ao  qual  seja  subordinada  ou  vinculada,  manterá  o  Ministério  da  Ciência  e 

Tecnologia informado, quanto 

 

a)  às  parcerias  estratégicas  de  cada  instituição,  às  inovações  científicas  e  culturais,  e  aos  documentos 

cartorários e os contratos de patente e de propriedade intelectual. 

b)  aos inventos originais, às formulações autênticas, aos documentos cartorários e os contratos de patente e 

de propriedade intelectual. 

c)  às criações desenvolvidas no âmbito da instituição, às proteções requeridas e concedidas, e aos câmbios e 

mudanças legislativas. 

d)  à  política  de  propriedade  intelectual  da  instituição,  às  parcerias  estratégicas  de  cada  instituição,  e  aos 

documentos cartorários e os contratos de patente e de propriedade intelectual. 

e)  à política de propriedade intelectual da instituição, às criações desenvolvidas no âmbito da instituição, às 

proteções  requeridas  e  concedidas;  e  aos  contratos  de  licenciamento  ou  de  transferência  de  tecnologia 

firmados. 

 

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10 

 

Texto 1 
Escravidão 

José Roberto Pinto de Góes

 

 

 

Uma  fonte  histórica  importante  no  estudo  da  escravidão  no  Brasil  são  os  “relatos  de  viajantes”, 

geralmente de europeus que permaneciam algum tempo no Brasil e, depois, escreviam sobre o que haviam visto 

(ou  entendido)  nesses  trópicos.  Existem  em  maior  número  para  o  século  XIX.  Todos  se  espantaram  com  a 

onipresença da escravidão, dos escravos e de uma população livre, mulata e de cor preta. O reverendo Roberto 
Walsh,  por  exemplo,  que  desembarcou  no  Rio  de  Janeiro  em  finais  da  década  de  1820,  deixou  o  seguinte 

testemunho: "Estive apenas algumas horas em terra e pela primeira vez pude observar um negro africano sob os 

quatro aspectos da sociedade. Pareceu-me que em cada um deles seu caráter dependia da situação em que se 

encontrava e da consideração que tinham com ele. Como um escravo desprezado era muito inferior aos animais de 

carga...  soldado,  o  negro  era  cuidadoso  com  a  sua  higiene  pessoal,  acessível  à  disciplina,  hábil  em  seus 
treinamentos, com o porte e a constituição de um homem branco na mesma situação. Como cidadão, chamava a 

atenção pela aparência respeitável... E como padre... parecia até mais sincero em suas ideias, e mais correto em 

suas maneiras, do que seus companheiros brancos”. 

Em apenas algumas horas caminhando pelo Rio de Janeiro, Walsh pôde ver, pela primeira vez (quantos 

lugares  o  reverendo  terá  visitado?),  indivíduos  de  cor  preta  desempenhando  diversos  papéis:  escravo,  soldado, 

cidadão e padre. Isso acontecia porque a alforria era muito mais recorrente aqui do que em outras áreas escravistas 
da América, coisa que singularizou em muito a nossa história.  

Robert Walsh escreveu que os escravos eram inferiores aos animais de carga. Se quis dizer com isso 

que eram tratados e tidos como tal, acertou apenas pela metade. Tratados como animais de carga eram mesmo, 

aos olhos do reverendo e aos nossos, de hoje em dia. Mas é muito improvável que tenha sido esta a percepção dos 

proprietários de escravos. Não era. Eles sabiam que lidavam com seres humanos e não com animais. Com animais 
tudo  é  fácil.  A  um  cavalo,  se  o  adestra.  A  outro  homem,  faz-se  necessário  convencê-lo,  todo  santo  dia,  a  se 

comportar  como  escravo.  O  chicote,  o  tronco,  os  ferros,  o  pelourinho,  a  concessão  de  pequenos  privilégios  e  a 

esperança de um dia obter uma carta de alforria ajudaram o domínio senhorial no Brasil. Mas, me valendo mais uma 

vez de Joaquim Nabuco, o que contava mesmo, como ele disse, era a habilidade do senhor em infundir o medo, o 

terror, no espírito do escravo. 

O medo também era um sentimento experimentado pelos senhores, pois a qualquer hora tudo poderia ir 

pelos  ares,  seja  pela  sabotagem  no  trabalho  (imagine  um  canavial  pegando  fogo  ou  a  maquinaria  do  engenho 

quebrada), seja  pelo  puro  e simples  assassinato  do  algoz.  Assim,  uma  espécie  de  acordo  foi  o  que  ordenou  as 

relações entre senhores e escravos. Desse modo, os escravos puderam estabelecer limites relativos à proteção de 

suas famílias, de suas roças e de suas tradições culturais. Quando essas coisas eram ignoradas pelo proprietário, 

era  problema  na  certa,  que  resultava  quase  sempre  na  fuga  dos  cativos.  A  contar  contra  a  sorte  dos  escravos, 
porém,  estava  o  tráfico  transatlântico  intermitente,  jogando  mais  e  mais  estrangeiros,  novatos,  na  população 

escrava.  O  tráfico  tornava  muito  difícil  que  os  limites  estabelecidos  pelos  escravos  à  volúpia  senhorial  criassem 

raízes e virasse um costume incontestável. 
 

Fonte: GÓES, José Roberto Pinto de. Escravidão[fragmento]. Biblioteca Nacional, Rede da Memória Virtual Brasileira. Disponível em 

http://bndigital.bn.br/redememoria/escravidao.html. Acesso em ago. 2012. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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11 

 

Texto 2 
A escrava Isaura 

Bernardo Guimarães 
 

Malvina aproximou-se de manso e sem ser pressentida para junto da cantora, colocando-se por detrás dela 

esperou que terminasse a última copla. 

-- Isaura!... disse ela pousando de leve a delicada mãozinha sobre o ombro da cantora. 

-- Ah! é a senhora?! - respondeu Isaura voltando-se sobressaltada. 
-- Não sabia que estava aí me escutando. 

-- Pois que tem isso?.., continua a cantar... tens a voz tão bonita!... mas eu antes quisera que cantasses 

outra coisa; por que é que você gosta tanto dessa cantiga tão triste, que você aprendeu não sei onde?... 

-- Gosto dela, porque acho-a bonita e porque... ah! não devo falar... 

-- Fala, Isaura. Já não te disse que nada me deves esconder, e nada recear de mim?... 
-- Porque me faz lembrar de minha mãe, que eu não conheci, coitada!... Mas se a senhora não gosta dessa 

cantiga, não a cantarei mais.     Não gosto que a cantes, não, Isaura. Hão de pensar que és maltratada, que és uma 
escrava  infeliz,  vítima  de  senhores  bárbaros  e  cruéis.  Entretanto  passas  aqui  uma  vida  que  faria  inveja  a  muita 

gente livre. Gozas da estima de teus senhores. Deram-te uma educação, como não tiveram muitas ricas e ilustres 

damas que eu conheço. És formosa, e tens uma cor linda, que ninguém dirá que gira em tuas veias uma só gota de 

sangue africano. Bem sabes quanto minha boa sogra antes de expirar te recomendava a mim e a meu marido. Hei 

de  respeitar  sempre  as  recomendações  daquela  santa  mulher,  e  tu  bem  vês,  sou  mais  tua  amiga  do  que  tua 
senhora.  Oh!  não;  não  cabe  em  tua  boca  essa  cantiga  lastimosa,  que  tanto  gostas  de  cantar.  --  Não  quero,  -- 

continuou em tom de branda repreensão, -- não quero que a cantes mais, ouviste, Isaura?... se não, fecho-te o meu 

piano. 

-- Mas, senhora, apesar de tudo isso, que sou eu mais do que uma simples escrava? Essa educação, que 

me deram, e essa beleza, que tanto me gabam, de que me servem?... são trastes de luxo colocados na senzala do 

africano. A senzala nem por isso deixa de ser o que é: uma senzala. 

-- Queixas-te da tua sorte, Isaura?... 

-- Eu não, senhora; não tenho motivo... o que quero dizer com isto é que, apesar de todos esses dotes e 

vantagens, que me atribuem, sei conhecer o meu lugar. 

 

 
 

Fonte: GUIMARÃES, Bernardo. A Escrava Isaura. [1ª ed. 1875]. Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro <http://www.bibvirt.futuro.usp.br>. 

Disponível em http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000057.pdf. 

 Acesso em ago.2012 

 

 

 
 

 

 

 

 
 

 

 

 

 

 
 

 

 

 

 

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12 

 

Texto 3 
Cotas: continuidade da Abolição 
Eloi Ferreira de Araújo 

 

Sancionada em 13 de maio de 1888, a Lei Áurea foi responsável pela libertação de cerca de um milhão de 

escravos ainda existentes no País. Representou a longa campanha abolicionista de mais de 380 anos de lutas. No 

entanto, aos ex-cativos não foram assegurados os benefícios dados aos imigrantes, que tiveram a proteção especial 

do  Estado  Imperial  e  mais  tarde  da  República.  Foram  mais  de  122  anos  desde  a  abolição,  sem  que  nenhuma 

política pública propiciasse a inclusão dos negros na sociedade, os quais são cerca de 52% da população brasileira. 

A primeira lei que busca fazer com que o Estado brasileiro inicie a longa caminhada para a construção da 

igualdade de oportunidades entre negros e não negros só veio a ser sancionada, em 2010, depois de dez anos de 

tramitação. Trata-se do Estatuto da Igualdade Racial, que oferece as possibilidades, através da incorporação das 

ações afirmativas ao quadro jurídico nacional, de reparar as desigualdades que experimentam os pretos e pardos. 

Este  segmento  que  compõe  a  nação  tem  em  sua  ascendência  aqueles  que,  com  o  trabalho  escravo,  foram 
responsáveis pela pujança do capitalismo brasileiro, bem como são contribuintes marcantes da identidade nacional. 

Ressalte-se  que  não  há  correspondência  na  apropriação  dos  bens  econômicos  e  culturais  por  parte  dos 

descendentes de africanos na proporção de sua contribuição para o País.  

 O Supremo Tribunal Federal foi instado a decidir sobre a adoção de cotas para pretos e pardos no ensino 

superior público, e também no privado, na medida em que o ProUni foi também levado a julgamento. A mais alta 

Corte do país decidiu que estas ações afirmativas são constitucionais. Estabeleceu assim, uma espécie de artigo 2º 
na Lei Áurea, para assegurar o ingresso de pretos e pardos nas universidades públicas brasileiras, e reconheceu a 

constitucionalidade também do ProUni. (...)  

O Brasil tem coragem de olhar para o passado e lançar sem medo as sementes de construção de um novo 

futuro. Desta forma, podemos interpretar que tivemos o fim da escravidão como o artigo primeiro do marco legal. A 

educação com aprovação das cotas para ingresso no ensino superior como o artigo segundo. Ainda faltam mais 
dispositivos que assegurem a terra e o trabalho com funções qualificadas. Daí então, em poucas décadas, e com a 

implementação  das  ações  afirmativas,  teremos  de  fato  um  Estado  verdadeiramente  democrático,  em  que  todos, 

independentemente da cor da sua pele ou da sua etnia, poderão fruir de bens econômicos e culturais em igualdade 

de oportunidades. 

 

Fonte: Governo Federal. Fundação Cultural Palmares. 

 Disponível em http://www.palmares.gov.br/cotas-continuidade-da-abolicao/. 

 Acesso em ago. 2012 

 

Todos se espantaram com a onipresença da escravidão, dos escravos e de uma população 
livre, mulata e de cor preta.                                                                                       

[Texto 1]

 

 

41)

 De acordo com o autor do Texto 1, a justificativa para o espanto a que se refere no trecho destacado está 

apresentada em:  
 

a)  Pareceu-me que em cada um deles seu caráter dependia da situação em que se encontrava e da 

consideração que tinham com ele. 

b)  Em apenas algumas horas caminhando pelo Rio de Janeiro, Walsh pôde ver, pela primeira vez (...) 

indivíduos de cor preta desempenhando diversos papéis. 

c)  Quantos lugares o reverendo terá visitado? 

d)  A alforria era muito mais recorrente aqui do que em outras áreas escravistas da América, coisa que 

singularizou em muito a nossa história. 

e)  Tratados como animais de carga eram mesmo, aos olhos do reverendo e aos nossos, de hoje em dia. 

 

 
 

 

 

 

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13 

 

 

Mas  é  muito  improvável  que  tenha  sido  esta  a  percepção  dos  proprietários  de  escravos. 
Não  era.  Eles  sabiam  que  lidavam  com  seres  humanos  e  não  com  animais.  Com  animais 
tudo é fácil. A um cavalo, se o adestra. A outro homem, faz-se necessário convencê-lo, todo 
santo dia, a se comportar como escravo.                                                                     

[Texto 1]

 

 

42)

 O fragmento destacado acima, retirado do Texto 1, encerra uma aparente falta de coerência do autor, já 

que a ideia presente no segundo período contradiz, de certa forma, o que é dito no primeiro.  

 

Essa aparente incoerência revela o percurso do raciocínio do autor.  
 

Assim, nesse percurso, o raciocínio se movimenta 
 

a)  da tese para a análise. 

b)  da análise para a síntese. 

c)  da síntese para a suposição. 

d)  da hipótese para a tese. 
e)  da suposição para a hipótese. 

 

 

Tratados  como  animais  de  carga  eram  mesmo,  aos  olhos  do  reverendo  e  aos  nossos,  de 
hoje em dia.                                                                                                                    

[Texto 1]

 

 

43)

 Neste fragmento do Texto 1, o autor estabelece um vínculo entre o ponto de vista do viajante do século XIX 

e o nosso ponto de vista, hoje. 

 

O fragmento do Texto 3 que corrobora a veracidade desse ponto de vista é: 

 

a)  Sancionada em 13 de maio de 1888, a Lei Áurea foi responsável pela libertação de cerca de um milhão 

de escravos ainda existentes no País. 

b)  A primeira lei que busca fazer com que o Estado brasileiro inicie a longa caminhada para a construção da 

igualdade de oportunidades entre negros e não negros só veio a ser sancionada, em 2010, depois de dez 

anos de tramitação.  

c)  Representou a longa campanha abolicionista de mais de 380 anos de lutas. 
d)  No entanto, aos ex-cativos não foram assegurados os benefícios dados aos imigrantes, que tiveram a 

proteção especial do Estado Imperial e mais tarde da República. 

e)  O Brasil tem coragem de olhar para o passado e lançar sem medo as sementes de construção de um 

novo futuro. 

 

O  tráfico  tornava  muito  difícil  que  os  limites  estabelecidos  pelos  escravos  à  volúpia  senhorial 
criassem raízes e virasse um costume incontestável 

 [Texto 1]

 

 

44)

 No período acima, a função sintática do adjetivo grifado é: 

 

a)  Predicativo do sujeito. 

b)  Objeto direto 

c)  Sujeito 

d)  Complemento nominal 

e)  Predicativo do objeto direto 

 
 

 
 

 

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14 

 

 
 

 

Se  quis  dizer  com  isso  que  eram  tratados  e  tidos  como  tal,  acertou  apenas  pela  metade. 
Tratados como animais de carga eram mesmo, aos olhos do reverendo e aos nossos,  de hoje 
em dia. Mas é muito improvável que tenha sido esta a percepção dos proprietários de escravos.
  

 [Texto 1]

 

 

45)

  Os  períodos  do  fragmento  acima  guardam  entre  si  correlações  semânticas,  mesmo  que  não  estejam 

explícitas. 

 

De modo a explicitar correlações semânticas de condição, causa, comparação e concessão, o fragmento pode 

ser reescrito da seguinte forma: 

 

a)  Quando disse que eram tratados e tidos como tal, acertou apenas pela metade porque, na medida em 

que eram tratados realmente como animais de carga, tanto aos olhos do reverendo quanto aos nossos, 

de hoje em dia, é muito improvável que tenha sido esta a percepção dos proprietários de escravos. 

b)  Consoante  tenha  querido  dizer  com  isso  que  fossem  tratados  e  tidos  como  tal,  acertou  apenas  pela 

metade, que, embora fossem tratados realmente como animais de carga, aos olhos do reverendo e aos 

nossos,  de  hoje  em  dia,  é  muito  improvável  que  tenha  sido  esta  a  percepção  dos  proprietários  de 
escravos. 

c)  Quando disse que eram tratados e tidos como tal, acertou apenas pela metade à proporção que, se eram 

tratados realmente melhor que animais de carga, aos olhos do reverendo e aos nossos, de hoje em dia, é 

muito improvável que tenha sido esta a percepção dos proprietários de escravos. 

d)  Mesmo  querendo  dizer  com  isso  que  eram  tratados  e  tidos  como  tal,  acertou  apenas  pela  metade, 

porque,  caso  fossem  tratados  realmente  pior  que  animais  de  carga,  aos  olhos  do  reverendo  e  aos 
nossos,  de  hoje  em  dia,  é  muito  improvável  que  tenha  sido  esta  a  percepção  dos  proprietários  de 

escravos. 

e)  Se quis dizer com isso que eram tratados e tidos como tal, acertou apenas pela metade, porque, embora 

fossem tratados realmente como animais de carga, aos olhos do reverendo e aos nossos, de hoje em dia, 

é muito improvável que tenha sido esta a percepção dos proprietários de escravos. 

 
 
 

A um cavalo, se o adestra.              [Texto 1]

 

 

46)

 O fragmento em destaque, retirado do Texto 1, apresenta, em sua estrutura sintática, um pleonasmo. 

 

O mesmo procedimento se verifica em: 

 

a)  A contar contra a sorte dos escravos, porém, estava o tráfico transatlântico intermitente. 

b)  A  alforria  era  muito  mais  recorrente  aqui  do  que  em  outras  áreas  escravistas  da  América,  coisa  que 

singularizou em muito a nossa história.. 

c)  A outro homem, faz-se necessário convencê-lo. 

d)   [...] o que contava mesmo, como ele disse, era a habilidade do senhor em infundir o medo, o terror, no 

espírito do escravo. 

e)  Quando  essas  coisas  eram  ignoradas  pelo  proprietário,  era  problema  na  certa,  que  resultava  quase 

sempre na fuga dos cativos.  

 

 

 
 

 

 

 

 

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15 

 

 

Walsh pôde ver, pela primeira vez (quantos lugares o reverendo terá visitado?), indivíduos de 
cor preta desempenhando diversos papéis. 
 

 

47)

 No período acima, retirado do  Texto 1, a correta correlação entre classe gramatical e função sintática é 

apresentada em:

 

 

a)  pela primeira vez – locução substantiva – adjunto adverbial 

b)  pôde ver – locução adverbial – núcleo do predicativo 

c)  quantos – advérbio interrogativo – sujeito 
d)  diversos -  pronome substantivo – objeto direto 

e)  de cor preta – locução adjetiva – adjunto adnominal 

 
 

48)

 Dentre os períodos extraídos do Texto 1, observa-se a presença de uma oração subordinada substantiva 

completiva nominal em: 

 

a)  Uma  fonte  histórica  importante  no  estudo  da  escravidão  no  Brasil  são  os  “relatos  de  viajantes”, 

geralmente de europeus que permaneciam algum tempo no Brasil. 

b)  O chicote, o tronco, os ferros, o pelourinho, a concessão de pequenos privilégios e a esperança de um 

dia obter uma carta de alforria ajudaram o domínio senhorial no Brasil. 

c)  Estive  apenas  algumas  horas  em  terra  e  pela  primeira  vez  pude  observar  um  negro  africano  sob  os 

quatro aspectos da sociedade.  

d)  Pareceu-me  que  em  cada  um  deles  seu  caráter  dependia  da  situação  em  que  se  encontrava  e  da 

consideração que tinham com ele. 

e)  Assim, uma espécie de acordo foi o que ordenou as relações entre senhores e escravos. 

 
 

Porque me faz lembrar de minha mãe.   

 [Texto 2]

 

 

49)

 Considerando o verbo lembrar, utilizado no fragmento em destaque, extraído do Texto 2, a construção que, 

embora frequente na linguagem coloquial, contraria a norma culta da Língua Portuguesa é: 

 

a)  Essa música nos faz lembrar de um tempo em que éramos realmente felizes. 

b)  Embora a menina seja parecida com o pai, o jeito dela lembra muito a mãe. 
c)  Ele não consegue ser responsável. Diariamente é preciso lembrá-lo de suas obrigações. 

d)  Ontem vi a Alice, que foi sua colega de escola. Você lembra dela?  

e)  Nenhum deles é tem boa memória, de modo que precisamos lembrar-lhes os compromissos. 

 
 

Ao contrário da linguagem jornalística, a literatura é o espaço privilegiado da conotação. 

 

50)

 

O fragmento do Texto 2 em que se verifica a presença da linguagem conotativa é: 

 

a)  Não sabia que estava aí me escutando. 

b)  Porque me faz lembrar de minha mãe, que eu não conheci. 

c)  Oh! não; não cabe em tua boca essa cantiga lastimosa, que tanto gostas de cantar. 

d)  Hão de pensar que és maltratada, que és uma escrava infeliz. 

e)  Deram-te uma educação, como não tiveram muitas ricas e ilustres damas que eu conheço. 

 
 

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16 

 

 

Tabela 1: Planilha de Notas 

 
 

 

51

)

 Considerando a Tabela 1, o endereço da célula que contém a média do aluno Joaquim dos Santos é  

 

a)  = (B5+C5 + D5)/3 

b)  E6 

c)  F6 

d)  = (E2+E3+E4+E5)/4 

e)  E5 

 

 

52

)

 Considerando a Tabela 1, a fórmula correta para calcular a média do aluno Ziraldo é 

 

a)  = B3+ C3+ D3/3 

b)  = (B3+C3+D3)/3 

c)  = B3+B4+B5/3 

d)  = (B2+C2+D2)/3 
e)  = (B3+C3+D3)/4 

 

 

53

)

 Considerando a Tabela 1, a fórmula correta para calcular a média da turma na Nota2 é 

 

a)  = SOMA(C2:C5)/3 

b)  = SOMA(C2:C5)/4  

c)  = SOMA(B6:D6)/3  

d)  = SOMA(D2:D5)/3 
e)  = SOMA (D2:D5)/4 

 

 

54

)

 O termo utilizado para designar o conjunto de componentes que formam a parte física dos computadores é  

 

a)  o Hardware. 

b)  o Teclado.  

c)  a CPU. 

d)  o Mouse. 

e)  o Software. 

 

 

 

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17 

 

 
 
55

)

 O software utilizado para acessar uma página web na Internet é 

  

a)  um kit multimídia. 

b)  um navegador. 

c)  um provedor de acesso. 

d)  editor de páginas web. 

e)  facebook. 

 
 
56

)

 Os chats podem ser caracterizados como seguinte tipo de mecanismo de comunicação: 

 

a)  tradicional  

b)  síncrono 

c)  assíncrono 

d)  seguro 

e)  alternativo 

 

 
 

 

57

)

 Faça a correlação entre a 1ª e a 2ª colunas. 

 

                                                  1ª Coluna                                                                                       2ª Coluna 

1. 

É um software que permite cálculos automáticos através de fórmulas em 

tabelas. 

  (  ) 

Internet Explorer 

2. 

Copiar o conteúdo de um arquivo residente em outro computador para o 

seu, independente da distância. 

  (  ) 

Planilhas 

Eletrônicas 

3. 

Página introdutória de um site. 

  (  ) 

Download 

4. 

Browser da Microsoft. 

  (  ) 

Login 

5. 

Processo  de  conexão  à  rede  que  inclui  a  identificação  e  à  senha  de 

controle.  

  (  )  

Homepage 

 

A sequência CORRETA da correlação entre colunas é 

 

a)  4 – 1 – 2 – 5 – 3 

b)  3 – 5 – 2 – 1 – 4 
c)  5 – 1 – 2 – 3 – 4 

d)  2 – 1 – 5 – 2 – 4 

e)  1– 2 – 4 – 5 – 1 

 

 
 
 
 
 
 

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18 

 

 

Figura 1: Texto utilizando o Microsoft Word 

 

58

)

 O botão do Microsoft Word que pode ser utilizado para centralizar os títulos do texto, mostrados na Figura 1 é 

 

a)   

 

 

b)   

 

 

c)   

 

 

d)   

 

 

e)   

 

 

59

)

 O botão do Microsoft Word que pode ser utilizado para verificar a ortografia e a gramática de um trecho do 

texto, mostrado na Figura 1 é 

 

a)   

 

 

b)   

 

 

c)   

 

 

d)   

 

 

e)   

 

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19 

 

 
60)

 Em relação à Internet, pode-se afirmar que  

 

a)  Não é possível anexar vídeos às mensagens de e-mail.  

b)  http://www.mec.gov.br é uma URL, ou seja, o endereço de correio eletrônico. 

c)  Provedor de acesso é um software que permite a visualização de uma página na Internet.  
d)  HTML é um padrão de editoração que permite criar páginas para a publicação na Internet. 

e)  Um exemplo de endereço de email inválido é cosea@unirio.br 

 
 
 

61)

  Com  base  na  Lei  8666/93,  os contratos podem  ser alterados, com  as  devidas justificativas,  nos  seguintes 

casos: 

 

a)  por acordo das partes ou unilateralmente pela Administração, quando houver necessária a modificação do 

valor  contratual  em  decorrência  de  acréscimo  ou  diminuição  quantitativa  de  seu  objeto,  apenas  nos 

contratos internacionais. 

b)  unilateralmente  pela  Administração,  quando  houver  modificação  do  projeto  ou  das  especificações,  para 

melhor adequação técnica aos seus objetivos.  

c)  unilateralmente pela Administração, quando conveniente a substituição da garantia de execução. 

d)  por acordo das partes, quando necessária a modificação do regime de execução da obra ou serviço, bem 

como do modo de fornecimento, em face de verificação técnica da inaplicabilidade dos termos contratuais 
originários, desde que haja autorização expressa do Ministro da área afeta ao contrato.  

e)  unilateralmente  pela  Administração,  quando  necessária  a  modificação  da  forma  de  pagamento,  por 

imposição  de  circunstâncias supervenientes,  sem  a  correspondente contraprestação  de  fornecimento  de 

bens ou execução de obra ou serviço.  

 
 
 

62)

 A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta 

mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e 
julgada  em  estrita  conformidade  com  os  princípios  básicos  da  legalidade,  da  impessoalidade,  da  moralidade,  da 

igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento 

objetivo  e  dos  que  lhes  são  correlatos.  A  lei  8666/93  estabelece  normas  gerais  de  licitação  e  contratos 

administrativos e subordina ao seu regime os seguintes órgãos, tais como: 

 

a)  os  órgãos  da  administração  direta  e  indireta,  como  os  fundos  especiais,  as  autarquias,  as  fundações 

públicas, as fundações privadas, as empresas públicas, as sociedades de economia mista. 

b)  os órgãos da administração direta, os fundos especiais, as empresas públicas, as sociedades de economia 

mista  e  demais  entidades  controladas  direta  ou  indiretamente  pela  União,  Estados,  exceto,  o  Distrito 

Federal. 

c)  os órgãos da administração direta, os fundos especiais, as empresas públicas, as sociedades de economia 

mista e demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União, Estados e Municípios. 

d)  Os fundos especiais contra a fome, quando contratadas com terceiros, serão necessariamente precedidas 

de licitação, na modalidade concurso, ressalvadas as hipóteses previstas nesta Lei. 

e)  dispensa  os  órgãos  da  administração  indireta,  como  as  autarquias  especiais,  como  as  agências 

reguladoras (ANP, ANATEL). 

 
 

 
 

 
 

 
 

 

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20 

 

63)

 A Administração pode exigir garantias para a execução do contrato ao licitante vencedor que pode escolher 

dentre aquelas determinadas pela lei, critério da autoridade competente, em cada caso, mas, ao escolher, deverá 

constar do edital, precisamente, na forma de 

 

a)  cheque administrativo, autorizado pelo Ministério da Fazenda, conforme definido em contrato. 

b)  caução em dinheiro à semelhança do fiança locatícia, registrada no Banco Central do Brasil. 

c)  seguro-bancário, registrado na SUSEP e no IRB. 
d)  títulos  da  dívida  pública,  devendo  estes  ter  sido  emitidos  sob  a  forma  escritural,  mediante  registro  em 

sistema centralizado de liquidação e de custódia autorizado pelo Banco do Brasil e avaliados pelos seus 

valores econômicos, conforme definido pelo Ministério do Planejamento. 

e)  caução em dinheiro ou em títulos da dívida pública, devendo estes ter sido emitidos sob a forma escritural, 

mediante registro em sistema centralizado de liquidação e de custódia autorizado pelo Banco Central do 
Brasil e avaliados pelos seus valores econômicos, conforme definido pelo Ministério da Fazenda. 

 

64)

 Quanto a execução dos contratos deve ser observado, fielmente, pelas partes, de acordo com as cláusulas 

avençadas e as normas da Lei nº 8666/93, pode-se afirmar que 

 

a)  o  contratado  deverá  manter  preposto,  aceito  pela  Administração,  no  local  da  obra  ou  serviço,  para 

representá-lo na execução do contrato, que será unicamente responsabilizado pelas conseqüências de sua 

inexecução total ou parcial. 

b)  o  representante  da  Administração  anotará  em  registro  próprio  todas  as  ocorrências  relacionadas  com  a 

execução do contrato, contudo não podendo determinar à regularização das faltas ou defeitos observados. 

c)  as decisões e providências que ultrapassarem a competência do representante deverão ser solicitadas a 

seus superiores em tempo hábil de 30 (trinta) dias para a adoção das medidas convenientes. 

d)  o  contratado  não  é  responsável  pelos  danos  causados  diretamente  à  Administração  ou  a  terceiros, 

decorrentes  de  sua  culpa  ou  dolo  na  execução  do  contrato,  não  excluindo  ou  reduzindo  essa 

responsabilidade a fiscalização ou o acompanhamento pelo órgão interessado. 

e)  a  execução  do  contrato  deverá  ser  acompanhada  e  fiscalizada  por  um  representante  da  Administração 

especialmente designado, permitida a contratação de terceiros para assisti-lo e subsidiá-lo de informações 

pertinentes a essa atribuição. 

 

65)

 NÃO constitui motivo para rescisão dos contratos administrativos: 

 

a)  a  paralisação  da  obra,  do  serviço  ou  do  fornecimento,  com  justa  causa  e  prévia  comunicação  à 

Administração. 

b)  o cumprimento de cláusulas contratuais, especificações, projetos ou prazos. 

c)  atraso  justificado  no  início  da  obra,  serviço  ou  fornecimento  levando  a  Administração  a  comprovar  a 

impossibilidade da conclusão da obra, do serviço ou do fornecimento, nos prazos estipulados. 

d)  a  subcontratação  total  ou  parcial  do  seu  objeto,  a  associação  do  contratado  com  outrem,  a  cessão  ou 

transferência, total ou parcial, bem como a fusão, cisão ou incorporação, admitidas no edital e no contrato. 

e)  o atendimento das determinações regulares da autoridade designada para acompanhar e fiscalizar a sua 

execução, assim como as de seus superiores. 

 

66)

 A Lei nº 8.112/1990 e suas alterações dispõem sobre o 

 

a)  regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais. 

b)  patrimônio e as finanças da administração direta e indireta, em cada um dos entes da federação. 

c)  regime  jurídico  dos  servidores  públicos  civis  dos  estados  e  do  Distrito  Federal,  das  autarquias  e  das 

fundações públicas estaduais. 

d)  procedimento  de  contratação  de  servidores  públicos  civis  e  militares  de  todos  os  entes  federativos,  em 

conformidade com a Constituição Federal. 

e)  regime  jurídico  dos  servidores  públicos  civis  dos  municípios,  das  autarquias  e  das  fundações  públicas 

municipais. 

 

unirio-2012-unirio-administrador-prova.pdf-html.html

CONCURSO PÚBLICO TÉCNICO-ADMINISTRATIVO EM EDUCAÇÃO – UNIRIO 2012                                          ADMINISTRADOR 

 

(CPPCTAE UNIRIO 2012)

21 

 

67)

 Para os efeitos da Lei 8.112/1990, servidor é 

 

a)  a pessoa legalmente investida em cargo público. 

b)  todo aquele que foi aprovado em um concurso público em nível federal. 

c)  a pessoa cujo concurso foi homologado pela autoridade pública competente. 

d)  todo aquele que foi aprovado em um concurso público em nível estadual. 
e)  a pessoa legalmente investida em cargo público até o ano de 1990. 

 

 

68)

 O Título II da Lei 8.112/1990 e suas alterações tratam do provimento, vacância, remoção, redistribuição e 

substituição dos cargos públicos. Nesses termos, são requisitos básicos para investidura em cargo público:  

 

a)  A  aptidão  física  e  mental,  a  certidão  negativa  de  débitos  fiscais,  a  certidão  negativa  de  antecedentes 

penais, a carteira de vacinação atualizada, o gozo dos direitos sociais, a idade mínima de vinte e um anos, 

o translado da certidão de nascimento. 

b)  O translado da certidão de nascimento, o gozo dos direitos sociais, a nacionalidade brasileira, o gozo dos 

direitos políticos, a quitação com as obrigações militares e eleitorais e a conclusão do Ensino Médio. 

c)  A conclusão do Ensino Médio, a certidão negativa de débitos fiscais, a certidão negativa de antecedentes 

penais, a carteira de vacinação atualizada, o gozo dos direitos sociais, a idade mínima de vinte e um anos, 

o translado da certidão de nascimento. 

d)  A nacionalidade brasileira, o gozo dos direitos políticos, a quitação com as obrigações militares e eleitorais, 

o  nível  de escolaridade exigido  para o  exercício  do  cargo,  a  idade  mínima  de dezoito anos  e  a  aptidão 

física e mental. 

e)  A idade mínima de vinte e um anos, a nacionalidade brasileira, o gozo dos direitos políticos, a quitação com 

as  obrigações  militares  e  eleitorais,  o  nível  de  escolaridade  exigido  para  o  exercício  do  cargo,  a  idade 

mínima de dezoito anos e a aptidão física e mental. 

 

69)

  A  opção  que  apresentar,  simultaneamente,  três  formas  de  provimento  de  cargo  público,  conforme  a  Lei 

8.112/1990 e suas alterações é 

 

a)  Recondução, promoção e concurso público.  
b)  Concurso público, reintegração e comissionamento. 

c)  Comissionamento, readaptação e reversão. 

d)  Reversão, concurso público e transferência. 

e)  Nomeação, aproveitamento e recondução. 

 

70)

 Com relação ao prazo de validade dos Concursos Públicos, a afirmativa que está em perfeita consonância 

com os termos da Lei 8.112/1990 e suas alterações: 

 

a)  O concurso público terá validade de até 02 anos, podendo ser prorrogado duas vezes, por igual período. 

b)  O concurso público terá validade de até 02 anos, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual período. 
c)  O concurso público terá validade de até 03 anos, podendo ser prorrogado duas vezes, por igual período. 

d)  O concurso público terá validade de até 03 anos, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual período. 

e)  O concurso público terá validade de até 04 anos, podendo ser prorrogado uma única vez, por igual período.