Prova Concurso - Pedagogia - 2014-PREFEITURA-DE-SUME-PB-PROFESSOR-DE-ENSINO-FUNDAMENTAL-PORTUGUES - UFCG - PREFEITURA - 2014

Prova - Pedagogia - 2014-PREFEITURA-DE-SUME-PB-PROFESSOR-DE-ENSINO-FUNDAMENTAL-PORTUGUES - UFCG - PREFEITURA - 2014

Detalhes

Profissão: Pedagogia
Cargo: 2014-PREFEITURA-DE-SUME-PB-PROFESSOR-DE-ENSINO-FUNDAMENTAL-PORTUGUES
Órgão: PREFEITURA
Banca: UFCG
Ano: 2014
Nível: Superior

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Gabarito

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Professor Fundamental II - Língua Portuguesa 

Nível  Superior 

GABARITO PROVISÓRIO 

CONCURSO PÚBLICO- PREFEITURA MUNICIPAL DE SUMÉ 

 

06 de abril de  2014 

1. E 

 

2. C 

 

3. A 

 

4. A 

 

5. E 

 

6. B 

 

7. D 

 

8. A 

 

9. E 

 

10. A 

11. C 

 

12. E 

 

13. D 

 

14. B 

 

15. D 

 

16. C 

 

17. E 

 

18. C 

 

19. C 

 

20. D 

21. B 

 

22. C 

 

23. E 

 

24. B 

 

25. D 

 

26. A 

 

27. E 

 

28. E 

 

29. C 

 

30. A 

31. B 

 

32. E 

 

33. C 

 

34. A 

 

35. D 

 

36. E 

 

37. B 

 

38. A 

 

39. C 

 

40. C 

41. D 

 

42. B 

 

43. A 

 

44. C 

 

45. E 

 

46. A 

 

47. D 

 

48. B 

 

49. C 

 

50. A 

Prova

ufcg-2014-prefeitura-de-sume-pb-professor-de-ensino-fundamental-portugues-prova.pdf-html.html

   

Professor Fundamental II - Língua Portuguesa 

06/04/2014 

CONCURSO PÚBLICO- PREFEITURA MUNICIPAL DE SUMÉ 

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Professor Fundamental II - Língua Portuguesa 

Nível  Superior 

GABARITO DO CANDIDATO 

1. 
 
2. 
 
3. 
 
4. 
 
5. 
 
6. 
 
7. 
 
8. 
 
9. 
 
10. 

11. 
 
12. 
 
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44. 
 
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46. 
 
47. 
 
48. 
 
49. 
 
50. 

CONCURSO PÚBLICO- PREFEITURA MUNICIPAL DE SUMÉ 

 

06 de abril de  2014 

ufcg-2014-prefeitura-de-sume-pb-professor-de-ensino-fundamental-portugues-prova.pdf-html.html

Língua Portuguesa  

Leia o texto abaixo e responda às questões de 01 a 05. 

 

Brasileiro bonzinho? 
 

 

Tempos  atrás,  num  programa  cômico  de  televisão,  uma  jovem  americana  radicada  no  Brasil,  a  cada  comentário  sobre 

violência  ou  malandragem  neste  país,  pronunciava  com  muita  graça:  “Brasileiro  bonzinho!”.  E  a  gente  se  divertia.  Hoje  nos 

sentiríamos insultados, pois não somos bonzinhos nem sequer civilizados. O crime se tornou banal, a vida vale quase nada. Poucos 
dos meus conhecidos não foram assaltados ou não conhecem alguém assaltado: ser assaltado é quase natural – não só em bairros 

ditos perigosos ou nas grandes cidades, mas também no interior se perdeu a velha noção de bucolismo e segurança. 

 

Em São Paulo, só para dar um exemplo, os arrastões são tão comuns que em alguns restaurantes o cliente é recebido por 

dois ou quatro seguranças fortemente armados, com colete à prova de bala, que o acompanham olhando para os lados – atentos 
como em séries criminais americanas. Quem, nessas condições, ainda se arrisca a esta coisa tão normal e divertida, comer fora? 

Pessoas  inocentes  são  chacinadas:  vemos  protestos,  manifestações,  choro  e  imprensa  no  cemitério,  mas  nada  compensará  o 

desespero  das  famílias  ou  pessoas  destroçadas,  cujo  número  não  para  de  crescer.  Em  nossas  ruas  não  se  vê  um  só  policial, 

daqueles que poucos anos atrás andavam em nossas calçadas. A gente até os cumprimentava com certo alívio. Não sei onde foram 
parar, em que trabalho os colocaram, nem por que desapareceram. Mas sumiram. Morar em casa é considerado loucura, a não ser 

em alguns condomínios, e mesmo nesses o crime controla o porteiro, entra, rouba, maltrata, mata. Recomenda-se que moremos em 

edifícios: “mais seguros”, seria a ideia. Mas, mesmo nos edifícios, nem pensar, a não ser com boa portaria, ou será alto risco, diz a 

própria polícia, aconselhando ainda porteiros preparados e instruídos para proteger dentro do possível nossos lares agora precários. 
 

Somos uma geração assustada, desamparada, confinada, gradeada – parece sonho que há não tanto tempo fosse natural 

morar  em  casa,  a  casa  não  ter  cerca,  a  meninada  brincar  na  calçada;  e  não  morávamos  em  ilhas  longínquas  de  continentes 

remotos, mas aqui mesmo, em bairros de cidades normais. Éramos gente “normal”. Hoje, a população, apavorada, está nas mãos de 

criminosos,  frequentemente  impunes.  Na  desorganização  geral,  presídios  superlotados  onde  não  se  criariam  porcos  também 
abrigam  pessoas  inocentes  ou  que  nunca  foram  julgadas.  A  impunidade  é  tema  de  conversas  cotidianas,  leis  atrasadas  ou  não 

cumpridas nos regem, e continua valendo a inacreditável lei de responsabilidade criminal só depois dos 18 anos. Jovens monstros, 

assassinos  frios,  sem  remorso,  drogados  ou  simplesmente  psicopatas  saem  para  matar  e  depois  vão  beber  no  bar,  jogar  na  lan 
house,  curtir o  Facebook,  com  cara  de  bons  meninos.  Num  artifício  semântico insensato  e  cruel, se apanhados, não  os  devemos 
chamar  de  assassinos:  são  infratores,  mesmo  que  tenham  violentado,  torturado,  matado.  Não  são  presos,  mas  detidos  em 

chamados  centros  socioeducativos.  E  assim  se  quer  disfarçar  nosso  incrível  atraso  em  relação  a  países  civilizados.  No  Canadá, 

Holanda e outros, a idade limite é de 12 anos; na Alemanha e outros, 14 anos. No Brasil, consideramos incapazes assassinos de 17 

anos, onze meses e 29 dias. 
 

Recentemente, um criminoso de 15 anos confessou tranquilamente ter matado doze pessoas. “Me deu vontade”, explicou, 

sem problema, e sorria. “Hoje a gente saiu a fim de matar”, comentou outro adolescentizinho, depois de assaltar, violentar e matar 

um jovem casal junto com outro comparsa. Esses e muitos outros, caso estejam em uma dessas instituições em que se pretende 

educar  e  socializar indiscriminadamente  psicopatas  e infratores  eventuais,  logo  estarão entre nós,  continuando  a matança.  Quem 

assume a responsabilidade? Ninguém, pois estamos em uma guerra civil que autoridades não conseguem resolver, uma vez que 
nem a lei ajuda. Estamos indefesos e apavorados, nas mãos do acaso. Até quando? 

(Lya Luft, 24 de abril de 2013 – Revista Veja, p. 24.) 

 

 

01  Após a leitura do texto, é possível afirmar que a autora 

 
a) narra várias histórias de violência que aconteceram no Brasil, como forma de denúncia às autoridades. 

b) narra e descreve vários cenários de crimes cometidos na cidade de São Paulo, para alertar as pessoas que moram em casas. 

c) denuncia jovens infratores e argumenta que eles devem cumprir pena em centros socioeducativos. 

d) descreve situações de violência que aconteceram com a autora e com amigos próximos na cidade de São Paulo, para  
    reclamar da falta de policiamento. 

e) apresenta casos de violência que acontecem diariamente em grandes centros e pequenas cidades no Brasil. 

 

 
02  Assinale a alternativa em que o trecho NÃO constitui opinião da autora. 

 

a) “Pessoas inocentes são chacinadas: vemos protestos, manifestações, choro e imprensa no cemitério, mas nada compensará o 

desespero das famílias ou pessoas destroçadas, cujo número não para de crescer.” (2

o

§) 

b) “Esses e muitos outros, caso estejam em uma dessas instituições em que se pretende educar e socializar indiscriminadamente 

psicopatas e infratores eventuais, logo estarão entre nós, continuando a matança.” (4

o

§) 

c) “Em São Paulo, só para dar um exemplo, os arrastões são tão comuns que em alguns restaurantes o cliente é recebido por dois 

ou  quatro  seguranças  fortemente armados, com  colete  à prova  de  bala, que  o  acompanham  olhando  para os lados –  atentos 

como em séries criminais americanas.” (2

o

§) 

d) “Jovens monstros, assassinos frios, sem remorso, drogados ou simplesmente psicopatas saem para matar e depois vão beber no 

bar, jogar na lan house, curtir o Facebook, com cara de bons meninos.” (3

o

§) 

e) “Quem, nessas condições, ainda se arrisca a esta coisa tão normal e divertida, comer fora?” (2

o

§) 

 

01 

C O N C U R S O   P Ú B L I C O   2 0 1 4 - P M S  

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03  A  autora  do  texto  utiliza  duas  vezes  a  mesma  expressão  com  alternância  de  pontuação:  “Brasileiro  bonzinho?”,  no  título,  e 

“Brasileiro bonzinho!” (1

o

§). Julgue as assertivas como verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a sequência correta. 

 
(   ) O título é uma pergunta retórica, cuja resposta não é depreendida ao longo da leitura do texto. 

(   ) No título, há uma ironia por parte da autora ao se reportar à americana radicada no Brasil (1

o

§), negando o que havia sido dito. 

(   ) A americana não conhecia a realidade atual, do ano de 2013, por isso afirma que os brasileiros são bonzinhos. 

(   ) O título confirma o sentido dado pela autora aos vários tipos de crimes citados ao longo do texto. 
 

A sequência correta é: 

 

a) F – V – F – V.      

b) F – F – V – V    

 

c) V – V – F – F.      

d) V – F – F – V.   

 

e ) V – F – V – F. 

 

 

04  Avalie como certa (C) ou errada (E), as assertivas sobre o uso dos termos (1) “adolescentizinho”, (2) “comparsa” e (3) “matança”, 

no parágrafo 4. 
 

(   ) O termo (1) pode funcionar como adjetivo, qualificando um criminoso de 15 anos, citado no mesmo parágrafo. 

(   ) Os termos (1) e (2) podem ser considerados sinônimos, uma vez que se referem a infratores. 

(   ) O termo (3), por estar antecedido de artigo definido faz referência aos assassinatos cometidos pelo adolescente  de 15 anos. 
(   ) O termo (1) funciona como substantivo e foi utilizado pela autora do texto como forma de ironizar. 

 

A sequência correta é: 

 
a) E – E – E – C.       

b) E – E – C – C.       

c) C – C – E – E.        

d) E – C – E – C.        

e) C – E – C – E. 

 

 

05   É possível afirmar que o sentimento da autora do texto se traduz nas palavras 
 

a) revolta, desespero e denúncia. 

b) desespero, desânimo e comodismo. 

c) denúncia, revolta e alerta. 
d) denúncia, comodismo e indignação. 

e) indignação, revolta e denúncia. 

 

06  Leia os trechos abaixo e assinale o uso da concordância verbal de acordo com a tradição gramatical. (Revista Veja, 08 de maio 

de 2013, p. 87 a 93) 

 

(1) “Por algum tempo, o menino fez birra para tomar banho e ir à aula de natação, atividades que realizava com o pai.” 

(2) “No Brasil, ao contrário do que acontece em países como França e Estados Unidos, familiares de alguém morto por bandidos não 

têm direito a nenhum benefício exclusivo, embora possam contar com o auxílio previdenciário genérico por morte – no valor de 

920 reais, recebidos pelos dependentes dos contribuintes da Previdência Social”. 

(3) “Graças ao estímulo do governo federal, o número de criminosos que requereram e obtiveram o auxílio-reclusão aumentaram 

550% de 2000 a 2012 – uma alta que se deu em ritmo três vezes maior do que o da população carcerária.” 

     O(s) uso(s) correto(s) está(ão) apenas em: 

 

a) 

1. 

 

 

b) 1 e 2. 

 

 

c) 3.   

 

d) 2 e 3. 

 

 

e) 1 e 3. 

 
 

07  Assinale a alternativa que apresenta a paráfrase do trecho original abaixo: 

 

 

 

a)  Como  exemplo na cidade de  São  Paulo,  em  restaurantes  com arrastões,  os seguranças  com armas,  recepcionam  os  clientes, 

como se estivessem em séries criminais dos Estados Unidos. 

b) São Paulo é a cidade, onde seguranças armados, como em séries americanas, recebem clientes de restaurantes, em arrastões. 

c) Como exemplo, temos a cidade de São Paulo, onde a violência é tão frequente, que restaurantes contratam seguranças armados 

para acompanharem os seus clientes. 

d)  Na  cidade  de  São  Paulo,  clientes  de  alguns  restaurantes  são  recebidos  por  seguranças  armados  como  forma  de  proteção  a 

arrastões. 

e) São Paulo, maior cidade do país, tornou-se mais segura quando donos de restaurantes contrataram seguranças armados para 

recepcionarem os clientes, evitando arastões.

 

“Em São Paulo, só para dar um exemplo, os arrastões são tão comuns que em alguns restaurantes o cliente é recebido por dois ou 
quatro seguranças fortemente armados, com colete à prova de bala, que o acompanham olhando para os lados – atentos como em 
séries criminais americanas.” 

 

02 

C O N C U R S O   P Ú B L I C O   2 0 1 4 - P M S  

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08   Marque a alternativa em que o trecho apresenta o uso da vírgula, seguindo a mesma regra do trecho a seguir: 

 

 

 
a) “Esses e muitos outros, caso estejam em uma dessas instituições em que se pretende educar e socializar indiscriminadamente 

psicopatas e infratores eventuais, logo estarão entre nós, continuando a matança. Quem assume a responsabilidade?” 

b) “Em São Paulo, só para dar um exemplo, os arrastões são tão comuns que em alguns restaurantes o cliente é recebido por dois 

ou  quatro seguranças  fortemente armados,  com  colete  à prova  de  bala,  que o  acompanham  olhando  para  os lados –  atentos 
como em séries criminais americanas.” 

c) “Ninguém, pois estamos em uma guerra civil que autoridades não conseguem resolver, uma vez que nem a lei ajuda. Estamos 

indefesos e apavorados, nas mãos do acaso. Até quando?” 

d) “Em nossas ruas não se vê um só policial, daqueles que poucos anos atrás andavam em nossas calçadas.” 
e) “A impunidade é tema de conversas cotidianas, leis atrasadas ou não cumpridas nos regem, e continua valendo a inacreditável lei 

de responsabilidade criminal só depois dos 18 anos.” 

 

 
09  Marque a alternativa em que a pontuação, a acentuação e a ortografia estão empregadas corretamente. (trechos retirados de 

Revista Veja, 8 de maio de 2013, p. 87 a 93, com alterações). 

 

a) “Em junho do ano passado; o comerciânte Cid Holanda Campelo de 40 anos trabalhava em seu açouge, em Rio Branco (AC), 

quando foi abordado por um ladrão armado.” 

b) “Hoje, quase 40000 presos brasileiros podem dormir tranqüilos, em sua sela com a certeza de que sua família está amparada pelo 

estado.” 

c) “Entre os principais auxílios previdenciários, o chamado ‘bolsa-bandido’ é o segundo que mais cresceu nos ultimos anos; atráis 

apenas de ajuda para quem sofreu acidente de trabalho.” 

d) “O debate sobre a violência no Brasil, atingiu um grau de insensatês capaz de borrar a distinção, entre criminosos e vitimas.” 

e) “Em catorze estados brasileiros com estatísticas criminais precisas, o número de latrocínios se mantém estável há alguns anos –  

    de 2007 a 2011, eles têm registrado, juntos, cerca de 1000 por ano.” 

 
 

10  Estruture o texto, cujas partes estão separadas, e marque a alternativa em que a sequência numérica está correta. (Revista Veja, 

08 de maio de 2013, p. 93) 

 

 

 

a) 3 – 5 – 2 – 4 – 6 – 1. 

b) 4 – 6 – 3 – 5 – 2 – 1. 

c) 5 – 3 – 2 – 4 – 1 – 6. 
d) 6 – 5 – 4 – 1 – 2 – 3. 

e) 1 – 6 – 2 – 4 – 5 – 3. 

“(...) uma jovem americana radicada no Brasil, a cada comentário sobre violência ou 
malandragem neste país, pronunciava com muita graça: ‘Brasileiro bonzinho!’.” 

(1) A filha de Marcia, Mariana, de 15 anos, testemunhou o assassinato do padrasto. ‘Ela o via como um pai. Seu  
     luto é exatamente igual ao meu. Hoje, não choro mais de revolta, mas de saudade.’ 

(2) A cada data importante – meus 15 anos, o nascimento da minha filha –, eu chorava a falta dele.’ 

(3) Aos 11 anos, a terapeuta carioca Marcia Bairos de Medeiros, de 32, perdeu o pai, executivo de multinacional,  

     em um assalto. 
(4) No dia 7 de março, ela reviveu o drama de forma trágica. 

(5) Meus irmãos tinham 7 e 14 anos. Minha mãe, que não trabalhava, vendeu bolsas para nos sustentar. Foi muito  

     duro. 

(6) Seu marido foi baleado na cabeça em um assalto à sua casa, na Zona Sul do Rio. 

 

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Didática 

11  Analisando as várias formas de se conceber o fenômeno educativo, associe corretamente cada abordagem ao seu princípio 

básico e, em seguida, marque a alternativa que apresenta a associação correta. 

 
I-   Abordagem sociocultural. 

II-  Abordagem humanista. 

III- Abordagem comportamentalista. 

IV- Abordagem cognitivista. 
 

(   ) Privilegia a dimensão técnica, ou seja, enfatiza os aspectos objetivos, mensuráveis e controláveis do processo de ensino e de 

aprendizagem, em detrimento dos demais. 

(    )  Considera  os  processos  do  indivíduo  tais  como:  organização  do  conhecimento,  processamento  de  informações,  estilos  de 

pensamento, formas de resolução de problemas, aquisição de conceitos, emprego de símbolos verbais. 

(   ) Concebe a dimensão humana e as relações interpessoais como o núcleo do processo de ensino e de aprendizagem. Enfoca o 

sujeito, sem que, todavia, essa ênfase signifique nativismo ou apriorismo puros. 

(      )  Reconhecida  como  uma  abordagem  de  caráter  interacionista,  considera  a  articulação  das  categorias  homem  e  mundo,  com 

ênfase no sujeito como elaborador e criador do conhecimento, considerando sempre o seu contexto. 

 

a) III, I, II, IV.   

b) IV, I, III, II.   

c) III, IV, II, I.   

d) IV, II, III, I.   

e) II, IV, I, III. 

 

 

12  Identifique a teoria que, para entender e melhorar a prática e a concepção do ensino, concebe a construção do saber e a prática 

comunicativa como realidade multidimensional das relações sociais e de um mundo de informação em emergência. 

 
a) Teoria cognitivista do ensino como tomada de decisões na esfera da comunicação social. 

b) Teoria compreensiva do ensino que aborda a conexão entre problemas e interesses concretos de professores e de alunos, no que 

concerne à comunicação entre ambos. 

c) Teoria do ensino e da aprendizagem focal, no âmbito das novas tecnologias da informação. 
d) Teoria pós-crítica da comunicação, que articula o ensino e a aprendizagem com a informação veiculada pelas mídias sociais. 

e) Teoria sociocomunicativa que concebe o ensino como interatividade. 

 

 
13  Em um dado município, adotou-se nas escolas rurais uma proposta curricular que selecionou nove grandes temas, abrangendo 

aspectos fundamentais da vida humana na região, que foram: criação, plantação, alimentação, comercialização, industrialização, 

saúde, costumes, diversão e organização social. Essa experiência foi avaliada como bem sucedida, considerando várias 

constatações listadas a seguir, EXCETO uma que não apresenta coerência com os pressupostos de uma Pedagogia crítica e 

progressista, pautada no trabalho coletivo. Identifique-a. 
 

a)  A  escola  conseguiu  resgatar  a  cultura  popular,  que  abrange  hábitos  sociais,  festas,  músicas,  técnicas  de  plantio, maneiras  de 

comercializar, etc. 

b) A escola conseguiu ampliar o conhecimento dos alunos através de explicações científicas e do estabelecimento das relações que 

os fatos e fenômenos envolvidos no projeto guardam com o contexto social mais amplo. 

c) A partir de constatações e análises de fatos e fenômenos do dia-a-dia dos alunos, dos professores e da comunidade, a escola 

conseguiu buscar os conhecimentos científicos que os explicam, ampliando ou transformando a visão do senso comum. 

d) A escola conseguiu laurear o professor de Geografia com o prêmio Professor nota 10, que elaborou e desenvolveu com muita 

eficiência  e  mérito  próprio  o  seu  projeto.  Os  demais  professores  compreenderam  que  seria  necessário  mais  esforço  para 

conseguir a tão almejada homenagem. 

e)  A  escola  observou  o  critério  da  relevância  dos  conteúdos  e  os  professores  procuraram  ter  clareza  e  domínio  de  suas  áreas 

específicas, refletindo coletivamente a respeito dos grandes desafios presentes na prática social contemporânea.  

 

 

14  Considerando a perspectiva histórico-crítica, identifique, nas alternativas, a instância mais legítima para nortear o trabalho 

curricular de seleção e de organização dos conteúdos escolares, para que os educandos se apropriem de instrumentos de 
comunicação e de conteúdos culturais básicos. 

 

a) O órgão gestor da educação nacional, com suas portarias e decretos que regem a educação básica. 

b) A própria sociedade, com suas práticas, seus problemas, sua realidade. 
c)  Os  organismos  multilaterais,  que  são  responsáveis  pela  identificação  das  grandes  demandas  para  a  educação,  no  âmbito 

mundial. 

d) O órgão gestor da educação municipal, pois deve contar com técnicos educacionais competentes e bem preparados. 

e) O órgão gestor da educação estadual e seus conselhos democraticamente instituídos. 

 

 

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15  Referindo-nos ao elemento unificador e sistematizador do processo de ensino, que determina o tipo de interação a ser 

estabelecida entre professor, alunos e conteúdos, conforme a orientação que o fundamenta, estamos falando da(o): 

 
a) orientação epistemológica do processo de ensinar e de aprender. 

b) posicionamento político-cultural do professor no processo didático. 

c) conteúdo do processo didático. 

d) método adotado no processo didático. 
e) processo avaliativo de uma determinada prática pedagógica. 

 

 

16  Levando em consideração os estudos piagetianos, ao planejar suas aulas o professor deve atentar à adequação dos materiais 
às etapas de desenvolvimento do educando. Nesse sentido, preencha a segunda coluna pela primeira, associando cada faixa etária 

às  limitações  e/ou  avanços  das  crianças,  mediante  o  trabalho  do  professor  com  materiais  instrucionais  que  usam  a  imagem  e  o 

cinema. Em seguida, marque a alternativa que apresenta a sequência correta.  

 
I-   Crianças de 2 a 8 anos. 

II-  Crianças de 9 a 11 anos. 

III- Crianças após 11 e 12 anos. 

 
(      )  A  criança  nessa  idade,  apesar  de  gostar,  não  interpreta  corretamente  as  imagens,  pois  a  irreversibilidade  de  pensamento 

dificulta sua compreensão. 

(    ) O desenvolvimento da atividade perceptiva e do pensamento reversível permite a criança dessa idade acompanhar, com mais 

aproveitamento, sequências de imagens, inclusive cinematográficas.  

(    ) Nessa idade, a criança pode apresentar a chamada “reação fabulatória”, ao usar o visual como subterfúgio para contar suas 

próprias experiências pessoais. 

(    ) A criança, apesar de demonstrar ainda certa confusão quanto à cronologia dos fatos e dos personagens, consegue reproduzir 

oralmente a história com muito mais detalhes. 

(      )  A  criança  nessa  idade  torna-se  capaz  não  somente  de  raciocinar  sobre  as  imagens,  mas  também  de  pensar  seus  próprios 

raciocínios. 

 

a) I - III - III - II - I. 

 

 

 

 

 

b) I - II - III - II - I. 

 

c) I - II - I - II - III. 

 

d) II - I - I - II - III. 

 

e) II - III - I - II - III. 

 
 

17  São objetivos da avaliação formativa, EXCETO: 

 

a) Desenvolver o hábito do estudo diário, rompendo, com prática de estudar somente na véspera dos exames.  
b) Valorizar todos os atos acadêmicos e não somente os que “valem nota”. 

c) Legitimar instrumentos diversificados de avaliação. 

d) Permitir ajustamentos sucessivos durante o desenvolvimento e a experimentação de novo curriculum ou método de ensino. 

e)  Convalidar  a  avaliação  somativa,  que  constitui  um  balanço  parcial  ou  total  de  um  conjunto  de  aprendizagens,  identificando  os 

desacertos dos alunos para imediata correção. 

 

 

18  A proposta curricular de um sistema de ensino ou de uma escola, numa perspectiva multicultural pressupõe, EXCETO: 
 

a) a educação de um ser humano capaz de ouvir, de prestar atenção ao diferente, de respeitá-lo. 

b) uma educação para a diversidade, uma ética da diversidade e uma cultura da diversidade. 

c) um papel centralizado tanto para a escola quanto para o educador. 
d) a escola como um espaço de convivência, onde os conflitos são trabalhados e não camuflados. 

e) um professor criativo que aprende com o aluno e com o mundo. 

 

 

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19  Leia e interprete o poema associando-o ao papel do professor como agente de valores da sociedade. Identifique dentre as 

alternativas aquela que contradiz a essência da mensagem poética, assim como se opõe aos valores humanos imprescindíveis ao 

exercício do trabalho coletivo na escola. 
 

 

Tecendo a Manhã 

                                                                   João Cabral de Melo Neto 

 

Um galo sozinho não tece a manhã: 

ele precisará sempre de outros galos. 

De um que apanhe esse grito que ele 

e o lance a outro; de um outro galo  

que apanhe o grito que um galo antes  

e o lance a outro; e que outros galos 

que com muitos outros galos se cruzam 

os fios de sol de seus gritos de galo, 

para que a manhã, desde uma tela tênue, 

se vá tecendo, entre todos os galos. 

 

E se encorpando em tela, entre todos. 

se erguendo tenda, onde entrem todos, 

se entretendendo para todos, no toldo 

(a manhã) que plana livre de armação 

A manhã, toldo de um tecido tão aéreo 

que, tecido, se eleva por si: luz balão.  

 

 
a)  O  professor  sente-se  fortalecido  com  o  grupo  porque  sabe  que  conta  com  o  apoio  de  outras  pessoas  que  “estão  no  mesmo 

barco”, com quem pode partilhar e discutir dificuldades e preocupações da sala de aula. 

b) O educador compartilha com os colegas seus sonhos, suas esperanças, suas dúvidas e seus anseios, na busca de construir algo 

consistentemente novo. 

c) Diante de tantos problemas que se enfrenta no ensino público, o educador sente-se frustrado, protesta, busca saídas, traçando 

uma trajetória solitária, em busca de alternativas novas. 

d) O professor participa da construção do projeto da escola, aportando com suas contribuições individuais, integradas pela reflexão 

conjunta. 

e) O professor assume o trabalho coletivo como condição indispensável para que as atividades de sala de aula sejam devidamente 

planejadas e avaliadas, tendo em vista a direção comum que se pretende imprimir ao processo pedagógico. 

 

 

20  Considerando que o papel da escola, numa perspectiva histórico-crítica, é preparar o aluno para participar da vida econômica, 
política e cultural do país, é correto afirmar EXCETO que: 

 

a) A escola contribui para a formação do cidadão assegurando o domínio de conceitos científicos, informações e habilidades 

    necessárias à inserção social. 
b) A escola deve estabelecer relações entre os conteúdos das disciplinas e a realidade social. 

c) É tarefa da escola prestar esclarecimentos sobre direitos e deveres da convivência democrática. 

d) No ambiente escolar, devem ser vivenciados valores humanos fundamentais como competitividade, empreendedorismo  

    e personalismo. 
e) O projeto pedagógico da escola deve prever a participação do aluno em grêmios estudantis, em conselhos, em atividades  

    da comunidade, em eventos culturais, dentre outros. 

 

 

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Políticas Públicas de Educação 

21  Todas as alternativas abaixo se referem aos princípios da educação nacional, conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação 

9.394/96, EXCETO. 

 
a) Valorização da experiência extraescolar. 

b) Desvinculação entre a educação, o trabalho e as práticas escolares. 

c) Coexistência de instituições públicas e privadas de ensino. 

d) Valorização do profissional da educação escolar. 
e) Respeito à liberdade e apreço à tolerância. 

 

 

22  Sobre as alterações da Lei 9.9394/96 que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, analise as proposições abaixo 
e responda:   

 

I- A educação básica é obrigatória e gratuita dos 7 aos 17 anos de idade. 

II- A educação infantil é gratuita às crianças de até  5 anos de idade. 
III- É dever dos pais ou responsáveis efetuar a matrícula das crianças na educação básica a partir dos 4 anos de idade. 

 

Está(ão) correta(s): 

 
a) I, II e III. 

b) Apenas I e III. 

c) ApenasII e III. 

d) ApenasI e II. 
e) Apenas a I. 

 

 

23 Nos últimos anos ocorreram grandes transformações nas políticas de incentivo ao ensino superior no Brasil. Sobre este tema, 
analise as proposições abaixo e marque V (verdadeiro) ou F (falso): 

 

(    ) O Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB) foi criado, prioritariamente, para a formação de professores. 

(    ) O REUNI foi criado com o objetivo principal de promover a interiorização da educação pública de nível superior, no Brasil. 
(    ) O ProUni foi um programa criado para facilitar o acesso dos estudantes somente às instituições públicas de ensino superior  

        brasileiro. 

 

A alternativa correta é: 

 
a) F-V-V. 

 

b) V-V-V. 

 

c) V-F-V. 

 

d) F-F-V. 

 

e) V-V-F. 

 

 

24  Em relação às Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica, analise as proposições abaixo e responda: 
 

I- O ensino religioso integra a base nacional comum na Educação Básica do Brasil. 

II- O Ensino Fundamental no Brasil é obrigatório e gratuito, com duração de 8 anos. 

III- A Educação de Jovens e Adultos – EJA destina-se aos que se situam na faixa etária superior à considerada própria, no nível de   
     conclusão do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. 

 

Está(ão) correta(s): 

 
a) I, II e III. 

b) Apenas I e III. 

c) Apenas II e III. 

d) Apenas I e II. 
e)Apenas  I. 

 

 

25    Sobre  o  Sistema  Nacional  de  Avaliação  da  educação  brasileira,  analise  as  proposições  abaixo  e  marque  a  alternativa 
INCORRETA: 

 

a) O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior ( SINAES) é formado por três componentes principais : a avaliação das 

instituições, dos cursos e do desempenho dos estudantes. 

b) A Provinha Brasil avalia o nível de alfabetização das crianças matriculadas no segundo ano de escolarização das escolas públicas 

brasileiras. 

c) O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) também é utilizado para o acesso  a programas oferecidos pelo Governo Federal , 

como o Programa Universidade para Todos ( ProUni) 

d) O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi criado como mecanismo de seleção para o ingresso no ensino superior brasileiro. 

e) A Prova Brasil avalia os alunos de 5º e 9º anos do ensino fundamental, da rede pública e urbana de ensino. 

 

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Legislação Municipal 

26  Responda de forma correta, a forma de provimento prevista na lei complementar nº 24/2013, que não diz respeito ao provimento 

derivado: 

 
a) Nomeação. 

b) Readaptação. 

c) Reversão. 

d) Progressão funcional. 
e) Aproveitamento. 

 

 

27  Analisando as afirmativas abaixo, assinale corretamente a que define o instituto da Remoção. 
 

a) É a investidura do servidor efetivo em cargo de atribuições e responsabilidades compatíveis com a limitação que tenha sofrido em 

sua capacidade física ou mental, verificada em perícia realizada pela Junta Médica Oficial do Município. 

b) É o retorno à atividade do servidor aposentado por invalidez quando, pela Junta Médica Oficial do Município, forem declarados 

insubsistentes os motivos da aposentadoria. 

c) É a reinvestidura do servidor estabilizado no cargo anteriormente ocupado, ou no cargo resultante de sua transformação, quando 

invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial, com ressarcimento de todas as vantagens e reconhecimento de 

todos os direitos inerentes ao cargo. 

d) É o retorno do servidor efetivado ou estabilizado ao cargo anteriormente ocupado. 

e)  É  o  ato  pelo  qual  o  servidor  passa  a  ter exercício  em  outra  unidade  do  mesmo  órgão  onde seja  lotado,  no  âmbito  do  mesmo 

quadro de pessoal. 

 
 

28  De acordo com o Decreto Municipal nº 930/2011, identificar as características da clientela escolar, atuando na prevenção dos 

problemas que resultem em baixo rendimento da aprendizagem, é uma atribuição típica de(o): 

 
a) Planejador educacional. 

b) Supervisor educacional. 

c) Psicólogo educacional. 

d) Assistente social. 
e) Orientador educacional. 

 

29  Assinale corretamente o conceito de categoria funcional, conforme disposto na lei complementar que rege o Estatuto do Servidor 

Público Municipal de Sumé: 

 
a)  É  aquele  que  se  agrupa  em  classes,  com  diferentes  atribuições,  para  acesso  privativo  de  seus  titulares,  até  o  da  mais  alta 

hierarquia profissional. 

b) É a divisão básica de carreira, que agrupa os cargos da mesma denominação, em simbologia ascendente, segundo o nível de 

conhecimentos, atuação e responsabilidades, constituindo as linhas naturais de desenvolvimento funcional dos servidores que a 
compõe. 

c) É o conjunto de cargos de mesma natureza de trabalho, dispostos-hierarquicamente, de acordo com o grau de complexidade ou 

dificuldades das atribuições e níveis de responsabilidades. 

d) É o conjunto de carreiras com afinidades entre si quanto à natureza do trabalho ou ao grau de conhecimento exigido para seu 

desempenho. 

e) É o somatório e vencimento mais as vantagens de natureza permanente. 

 

 
30  De acordo com o Estatuto do Servidor Municipal de Sumé, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta. 

 

I – O disposto no estatuto não se aplica as sociedades de economia mistas. 

II – O estatuto disciplina, entre outros, os agentes políticos municipais. 
III – São servidores, para efeito desta lei, apenas aqueles investidos em cargos públicos efetivos. 

 

Está(ão) correta(s)  

 
a) apenas I. 

b) apenas II. 

c) apenas III. 

d) apenas II e III. 
e) I, II e III. 

 

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Conhecimentos Específicos 

Leia o texto I, para responder às questões de 31 a 36. 

 

Aula de linguagem: um projeto ideal 

 

 

O professor, em seu cotidiano, intervém nas diferentes situações educacionais, na variedade de recursos e nas informações 

que conduzirão à construção de conhecimentos efetivos; o trabalho por projetos leva a uma reflexão sobre essas ações. 

 

Refletir sobre o fazer pedagógico e aplicar as novas teorias, concepções e métodos educativos são partes integrantes desse 

processo.  Se,  antes,  nos  deparávamos  com  uma  realidade  de  ensino  em  que  a  prática  se  fazia  pela  prática,  a  elaboração  de 

Projetos Pedagógicos Institucionais – PPI, agora, deveria levar a equipe de elaboração a fazer reflexões sobre o ensinar, o aprender 

e o escrever desse texto, o que pressupõe sua organização, estabelecimento de temas e objetivos, integração das áreas envolvidas 

e avaliação dos resultados.   
 

A produção textual de um PPI obriga o professor a prever, também, situações comunicativas, análises de seu interlocutor (o 

sujeito-aluno)  e  criação  de  estímulos  para  o  aprender,  ou  seja,  o  educador  deve  idealizar  a  mediação  pedagógica  antes  de  sua 

concretização. 

 

Para isso, é premente que pense o ensino de língua materna não mais como um sistema de normas e regras gramaticais, 

mas como linguagem, como ação comunicativa que gera e resolve problemas que interessam ao grupo e à formação do cidadão. O 

ensino  de  Português  se  dispõe,  dessa  forma,  a  partir  de  suas  dimensões  sociodiscursivas  e  faz  parte  de  um  projeto  integrado  à 

comunidade. (...) 

 

Ainda  que  tenhamos  muitos  problemas  educacionais  a  serem  (re)pensados  e  (re)significados,  são  justamente  eles  que 

poderão  gerar  projetos  eficazes.  É  nessa  mudança  que  o  construtivismo  e  o  interacionismo  impõem  a  sua  relevância  e  as  suas 
implicações no ensino da linguagem. 

(CINTRA, A. Mª Marques (org.). Ensino de língua portuguesa: reflexão e ação. São Paulo: EDUC, 2008, p.96-97, com recorte). 

 
 
31  Assinale as afirmações corretas: o título do texto I induz o leitor a 

 
I- inferir que não se consegue ensinar a língua em seu uso efetivo. 

II- deduzir que a solução para a crise do ensino de português é trabalhar com a linguagem e não com a língua. 

III- concluir que ensinar a língua como linguagem é um projeto inexequível. 
IV- deduzir que é impossível aprender uma língua por meios de projetos. 

 
 

Estão corretas apenas as afirmações 

 
a) II e IV. 

 

b) I e III. 

 

c) I e II. 

 

d) I, II e III. 

 

e) II, III e IV. 

 
 

32  O texto tem como ideia central 

 
a) a crítica ao trabalho docente anterior, que não levava o professor a refletir sobre ação, nem a considerar seu trabalho integrado à 

comunidade onde estão seus alunos. 

b) a reflexão sobre o ensino por projetos, considerando sua elaboração, e sobre a necessidade de mudar-se a concepção de língua 

materna, de acordo com teorias recentes. 

c)  a  viabilidade  de  o  professor  de  língua  materna  desenvolver  seu  trabalho  docente  por  meio  de  projetos  que  levam  em  conta 

aspectos sociocomunicativos. 

d) a proposta de trabalho por projetos que demonstrem reflexão do professor sobre seu trabalho e que ampliem sua ação integrando

-a à comunidade. 

e) a elaboração de projetos que levam o professor a refletir sobre o que e como fazer, baseado em que teorias e considerando a 

língua como linguagem. 

 
 
33  Leia as assertivas abaixo e assinale as corretas: 
 
I- As afirmações do texto constituem a exposição teórica da realidade do ensino por seu autor-enunciador. 

II- O texto se caracteriza como dissertativo, já que procura enfatizar o conteúdo das afirmações. 

III- A redação do texto cria um efeito de sentido de objetividade, pois ressalta as informações transmitidas. 
IV- A comprovação das informações pela experiência do autor-enunciador denota um texto dissertativo. 

 
 

Estão corretas apenas as assertivas: 

 
a) I e IV. 

 

b) I e III. 

 

c) II e III. 

 

d) II e IV. 

 

e) II, III e IV. 

 
 

 

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34  O terceiro parágrafo do texto pode ser parafraseado da forma como está em: 

 
a)  O  professor  que  elabora  um  PPI  deve,  de  antemão,  considerar,  além  de  outros  aspectos,  elementos  essenciais  ao  fazer 

pedagógico, que são a situação, o interlocutor e as condições de aprendizagem, para depois concretizá-lo. 

b) A redação de um PPI exige que o professor inclua, necessariamente, condições para a realização da aprendizagem antes de ela 

acontecer. 

c) A concretização de um PPI prevê ainda contexto de comunicação, estudo do seu interlocutor e estímulos para a aprendizagem: o 

professor, então, precisa planejar antes de realizar. 

d)  Prever  situações  comunicativas,  análises  do  aluno  e  criação  de  incentivo  para  aprender  é  uma  condição  necessária  para  a 

concretização de um PPI.  

e) Situações comunicativas, estudo do interlocutor e estímulo à aprendizagem são imprescindíveis à produção de um PPI, devendo 

o professor buscá-los antes da mediação pedagógica.  

 
 
35  A organização do texto demonstra uma relação sintático-semântica de: 

 
a) Comparação, já que mostra o ensino de língua sem projetos e com projetos. 

b) Exemplificação, tendo em vista que se mostra como explorar-se a língua por meio de projetos. 

c) Disjunção, pois opõe o ensino anterior da língua ao atual, por meio de projetos. 

d) Gradação, pois o texto demonstra um crescendo que vai da constatação à exigência do trabalho por projetos. 
e) Conclusão, já que elenca fatos que levam o leitor a concluir que o ensino por projetos é mais viável. 

 
 
36  Que elementos coesivos garantem a coerência do texto? 
 

a) O professor; o trabalho; antes; a prática; a produção textual; sistema de normas e regras. 

b) Essas ações; projetos pedagógicos; para isso; linguagem; parte. 

c) Cotidiano; conhecimentos; processo; equipe; professor; regras gramaticais. 

d) Que (conduzirão); essas (ações); desse (processo); se; também; ou seja. 
e) Reflexão, refletir; reflexões; o que; também; para isso; dessa forma. 

 

 

37  Os enunciados abaixo constituem um parágrafo argumentativo. Leia-os e numere-os, reconstituindo o seu encadeamento. 
 
(    ) Fica-nos a certeza de que um leitor. 

(    ) É capaz de promover o interesse pelo livro. 

(    ) Embora não tenhamos verificado empiricamente. 
(    ) Mas parece difícil que ele esteja apto a formar leitores. 

(    ) Se um professor não leitor chegaria a formar leitores. 

(    ) Mesmo sem domínio teórico sobre leitura. 

 
 

A sequência correta é: 

 
a) 5, 3, 2, 4, 6, 1. 

 

b) 3, 5, 1, 6, 2, 4. 

 

c) 6, 1, 2, 4, 3, 5.  

 

d) 3, 5, 2, 1, 4, 6. 

 

e) 5, 3, 1, 2, 4, 6. 

 

 
38  Leia os dois fragmentos de texto abaixo e relacione-os às suas condições de produção (lugar social do autor, fonte de publicação 

e destinatário). Em seguida, assinale a alternativa correta. 

 

Fragmento I 

 

As universidades públicas não podem cobrar mensalidades porque tudo que é público precisa ser gratuito. Mas ninguém vai 

aos Correios e espera mandar um Sedex de graça nem passa em postos da Petrobrás imaginando pagar a gasolina com espírito 

cívico.  O  fato  de  algo  ser  público  não  tem  relação  com  gratuidade.  Se  as  universidades  públicas  cobrassem  mensalidades, 

continuariam  defendendo  interesses  públicos.  Na  maioria  dos  países  desenvolvidos,  as  universidades  públicas  cobram 
mensalidades.  Na  OCDE,  associação  dos  países  desenvolvidos,  dezoito  membros  cobram  em  suas  universidades,  incluindo  os 

“neoliberais” Canadá, França, Itália e Japão. 

Algumas  pessoas  tentam  desqualificar  a  cobrança  alegando  dificuldades  práticas.    Esse  sistema  seria  muito  difícil  de 

implementar, dizem elas. Criaria um grande risco de deixar gente pobre de fora e ainda renderia pouco aos cofres públicos. Ora, se 
isso fosse verdade, os países com os melhores sistemas educacionais do mundo não o teriam adotado. Em realidade, o modelo é 

simples: institui-se a cobrança de uma mensalidade, e quem não tem condições de pagá-la procura a sua universidade em busca de 

abatimento.  O  desconto  pode,  inclusive,  ser  superior  a  100%,  dando  não  apenas  gratuidade  como  auxílio  de  custo  a  estudantes 

pobres. 
 

(IOSCHPE, G. Universidade gratuita para aluno rico é uma aberração brasileira. Veja, 21/08/2013, p.98, com adaptação)  

 

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Fragmento II 

 

 

Até o início da década de 2000, o Brasil não conseguia ofertar vagas na educação superior nem sequer a 30% dos jovens 

entre  18  e  24  anos  e  o  sistema  de  acesso  a  esse  nível  de  ensino  era  considerado  elitista  e  instrumento  de  exclusão  social  dos 

trabalhadores das classes média e baixa. 

 

Essa situação resultou no crescimento da pressão política e social pela expansão do acesso ao ensino superior nas décadas 

de 80 e 90 do século XX. Quando o Partido dos Trabalhadores (PT) e seus aliados chegaram à Presidência da República, em 2002, 
o governo federal passou a adotar iniciativas para estender o direito à universidade pública à classe trabalhadora e para viabilizar o 

crescimento do número de vagas a fim de atender à demanda reprimida. 

 

Uma das justificativas para a expansão de vagas foi a de atender ao que determinava o Plano Nacional de Educação (PNE – 

Lei 10.172/2001), que estabeleceu 2010 como o ano limite para o País ter 30% dos jovens entre 18 e 24 anos incluídos na educação 
superior. A expansão do ensino superior público federal estava, dessa forma, social e politicamente justificada. (...) 

 

Inspirado em outros processos históricos do Brasil em que presidentes da República ergueram obras faraônicas em apenas 

cinco anos e à custa de endividamento externo, o governo Lula usou o Decreto nº 6.096, de 2007, para lançar o Programa de Apoio 

a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni). E convocou as universidades para assinar acordos de 
metas em cerimônia particular no Palácio do Planalto, em Brasília. 

OLIVEIRA, F. Precarização. Revista Andes Especial, abril de 2013, p.24). 

 
 
a)  Nos  dois  fragmentos,  espera-se  uma  intencionalidade  contrária  ao  modelo  de  universidade  pública  brasileira,  mas  por  razões 

diferentes. 

b) No fragmento I, a intencionalidade é identificada na frase universidades públicas não podem cobrar mensalidade. No fragmento II, 

sua intencionalidade é percebida em Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais 
(Reuni).
 

c) Nos dois fragmentos, a intencionalidade dos textos é depreendida ao se fazer referência à OCDE e ao Palácio do Planalto. 

d)  No  fragmento  I,  a  frase  o  modelo  é  simples  indica  a  posição  favorável  do  texto  em  relação  ao  modelo  atual  de  universidade 

pública; já no fragmento II, o sintagma combate à evasão indica a posição contrária à do texto. 

e) Os dois fragmentos contêm marcas que sinalizam uma intencionalidade convergente entre os dois textos. 

 
 
Leia o texto II, para responder às questões 39 e 40 
 

Joaquim Lopes se diverte em ‘Sangue Bom’ 

 

 

Em sua quinta novela, o ator está sendo apontado como a revelação do folhetim. “Venho galgando o meu espaço com muito 

estudo e determinação. Sou um cara esforçado. Estou adorando fazer a novela. O Dennis Carvalho é pra mim um dos melhores 
diretores de TV. Estou tendo a chance de improvisar e tudo... O Luciano é um personagem incrível”, desabafa o bonitão. (...) 

(Jornal da Paraíba, Caderno TeVê, 18/08/2013, p.3) 

 
 
39  O uso de cara, pra e tudo... 

 
a) é inadequado, pois o texto está na modalidade escrita da língua, logo deve ser formal. 
b) retrata uma variedade linguística típica da modalidade oral da língua, que não deve estar na escrita. 

c) encontra-se em um depoimento do ator e incluído na matéria jornalística escrita, estando, portanto, adequado. 

d) demonstra pouco cuidado com a língua por parte do autor da matéria, já que o texto escrito segue a norma padrão. 

e) é típico da língua falada, devendo ser evitado na escrita, salvo se for retextualizado. 
 
 
40  Levando em consideração os sentidos do verbo desabafar , seu uso no texto  II 

 
a) reflete o estado de ansiedade do ator em relação a seu personagem. 
b) demonstra uma escolha lexical inusitada, típica de texto de televisão. 

c) causa estranhamento, tendo em vista o contexto positivo em que foi utilizado. 

d) mostra a tensão que o ator sente ao representar o personagem. 

e) indica um sentimento de insatisfação do personagem. 
 
 

 

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Leia o texto III, para responder às questões 41 e 42 

 

A língua portuguesa 

 

 

Para Olavo Bilac, a “Última flor do Lácio, inculta e bela”. Para Caetano Veloso, “a língua é minha pátria”. Para muitos, apenas 

uma forma de se comunicar. Com alguns desencontros, é verdade, nem sempre coincidindo o que se fala com o real sentido da 

palavra.  Por  ser  uma  posse  de  todos  nós,  cada  um  se  acha  no  direito  de  falar  como  acha  que  é,  e  ainda  teimar  que  o  certo  é 
daquele jeito. É assim com a nossa velha língua portuguesa. 

 

Pensei  nisso  depois  de  uma  conversa  com  um  dos  netos.  Aos  nove  anos  ele  já  aprendeu  o  jeito  certo  de  falar  a  palavra 

reCORde, com acentuação tônica na penúltima sílaba. Foi ensinado na escola que, para a pronúncia ser na antepenúltima sílaba (do 

jeito que os apresentadores da Globo a pronunciam, puxados pelo anglicismo) ela seria proparoxítona e, assim sendo, teria que ser 
acentuada. O que não é o caso. Ficava muito feliz ao ouvir a sua pronúncia correta. Até que um dia ele “globalizou”, esquecendo as 

lições da escola. E, por mais que tentasse convencê-lo com as palavras, não teve jeito. Até que recorri ao velho Aurélio, seguido de 

uma pesquisa na internet, diante dos seus olhos. Só assim pude ouvir dele: “- Você está certo, vovô”. 

(LEAL, F. A língua portuguesa. Jornal da Paraíba, 20/07/2013, p.5) 

 
 

41   A referência ao poema de Bilac e à canção de Veloso 
 
a) fundamenta o ensino correto da pronúncia das palavras. 

b) reforça o sentido dado ao texto de que os erros de português precisam ser corrigidos. 

c) constitui argumento de autoridade que referenda a posição do autor em relação à ortoepia.  

d) contribui para se identificar uma certa incoerência no texto, pois o poema e a canção reconhecem a variação na língua. 
e) aponta para o sentido metafórico da língua portuguesa, que é explorado no texto. 

 
 
42  Assinale as assertivas corretas:  
 
I) A leitura do texto III leva o leitor a concluir que as palavras só têm um significado. 

II) A expressão velho Aurélio remete a dicionário antigo e desprestigiado. 

III) O verbo globalizar indica atitude negativa da criança na concepção do avô. 

 
 

Está(ão) correta(s) apenas  

 
a) I e II. 

 

b) I, II e III. 

 

c) I e III. 

 

d) II e III. 

 

e) I. 

 
 
43  Considerando as relações sintáticas e semânticas da oração e seus constituintes, os termos grifados em As desinências dos 
nomes são sinais que nos ajudam a relacioná-los e encontrar o sentido pretendido pelo interlocutor 
exercem as funções sintáticas 

de, respectivamente 

 
a) sujeito e objeto direto. 

b) sujeito e objeto indireto. 

c) adjunto adnominal e sujeito. 

d) predicativo e objeto direto. 

e) objeto direto e sujeito. 
 
 
44  Em Os postos alfandegários brasileiros se preocupam mais com os produtos que vêm de fora. Compreensível, visto que o Brasil 
é o país dos impostos, 
os termos sublinhados exercem, respectivamente, as funções sintáticas de   
 
a) adjunto adverbial e complemento nominal. 

b) adjunto adnominal e objeto indireto. 

c) predicativo do sujeito e adjunto adnominal. 

d) sujeito e adjunto adverbial. 
e) predicativo do objeto e complemento nominal. 

 

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45  Quais as formas verbais que preenchem corretamente as lacunas abaixo? 
 
 

Pensou rapidamente em se esquivar – não ____ tempo: o americano também se _____, vendo o preto aproximar-se. Era seu 

amigo,  um  bom sujeito,  dos melhores  mesmo  que  já  ______.  Agora, com  o gringo  ali a  seu  lado,  todo branco  e  sardento,  é  que 

_____ pela primeira vez: não podia ser mais preto. Sendo assim, ______ paciência. (...) 

SABINO, F. A mulher do vizinho, R.de Janeiro: Record, 1962, p.164) 

 

a) Deu – deteu – conheceu – percebeu – teve. 

b) Dá – detém – conhecera – percebe – tem. 

c) Dava – detera – conhecia – percebera – tivera. 
d) Dará – deterá – conheceu – perceberá – terá. 

e) Dava – detivera – conhecera – percebia – tivesse. 

 
 
46  Leia o depoimento abaixo e assinale as assertivas corretas. 

 
 

Ensino gramática por pressão; se eu pudesse escolher, ficaria ensinando a língua mesmo. (Depoimento de professora do 7º 

ano do ensino fundamental) 

 
I – A professora concebe gramática como conjunto de normas que devem ser seguidas, logo a língua é um sistema e seu ensino se 

volta para o conteúdo da gramática normativa. 

II – A professora enfatiza o ensino da língua em uso, seguindo uma gramática descritiva. 

III – A professora deixa entrever que a tradição do ensino focado na gramática normativa está presente nas escolas. 
IV – O ensino da língua em funcionamento dispensa identificação de regras seguidas. 

 
 

Estão corretas apenas as assertivas 

 
a) I, II e III. 

 

b) I, III e IV.   

c) II, III e IV.    

d) I e II.  

e) I e IV. 

 
 
Leia os fragmentos abaixo, retirados da LDB e dos PCN de Língua Portuguesa do Ensino Fundamental, para responder às questões 

de 47 a 50 

          Artigo 32 da LDB (Lei 9394/96): 

 

Art.  32.  O  ensino  fundamental  obrigatório,  com  duração  de  nove  anos,  gratuito  na  escola  pública,  iniciando-se  aos  seis  anos  de 

idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante: 
 

I – o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;       

 

 

 

Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental 

 
A SELEÇÃO DE TEXTOS 

Sem negar a importância dos textos que respondem a exigências das situações privadas de interlocução, em função dos 

compromissos  de  assegurar  ao  aluno  o  exercício  pleno  da  cidadania,  é  preciso  que  as  situações  escolares  de  ensino  de  Língua 

Portuguesa priorizem os textos que caracterizam os usos públicos da linguagem. Os textos a serem selecionados são aqueles que, 
por  suas  características  e  usos,  podem  favorecer  a  reflexão  crítica,  o  exercício  de  formas  de  pensamento  mais  elaboradas  e 

abstratas,  bem  como  a  fruição  estética  dos  usos  artísticos  da  linguagem,  ou  seja,  os  mais  vitais  para  a  plena  participação  numa 

sociedade letrada. (PCN, p.24)  

 
PRÁTICA DE ANÁLISE LINGUÍSTICA 

 

Observação da língua em uso de maneira a dar conta da variação intrínseca ao processo linguístico, no que diz respeito: 

* à seleção de registros em função da situação interlocutiva (formal, informal); 
* aos diferentes componentes do sistema linguístico em que a variação se manifesta: na fonética (diferentes pronúncias), no léxico 

(diferentes empregos de palavras), na morfologia (variantes e reduções no sistema flexional e derivacional), na sintaxe (estruturação 

das sentenças e concordância). 

Comparação  dos  fenômenos  linguísticos  observados  na  fala  e  na  escrita  nas  diferentes  variedades,  privilegiando  os 

seguintes domínios: 

*  sistema  pronominal  (diferentes  quadros  pronominais  em  função  do  gênero):  preenchimento  da  posição  de  sujeito,  extensão  do 

emprego dos pronomes tônicos na posição de objeto, desaparecimento dos clíticos, emprego dos reflexivos etc.; 

*  sistema  dos  tempos  verbais  (redução  do  paradigma  no  vernáculo)  e  emprego  dos  tempos  verbais  (predominância  das  formas 
compostas no futuro e no mais que perfeito, emprego do imperfeito pelo condicional, predominância do modo indicativo etc.). (PCN, 

1998, p.60-61). 

 

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47  Da leitura dos textos, pode-se depreender que 

 

a) os PCN não recomendam o estudo de textos orais, seguindo determinação da LDB, que enfatiza a escrita. 
b)  a  ênfase  na  formação  básica  do  cidadão,  cf.  a  LDB,  requer  conhecimento  das  normas  gramaticais,  que  garantem  ao  aluno  o 

domínio da língua portuguesa. 

c) as competências de leitura e escrita são os fatores responsáveis pela formação do cidadão crítico. 

d) a formação do cidadão requer tanto a capacidade de aprender quanto o domínio da língua na modalidade escrita e falada. 
e) a LDB recomenda à escola seguir o que preconizam os PCN, para possibilitar ao aluno o aprendizado da língua. 

 

 

48  Os PCN de língua portuguesa  
 

a) desprezam o estudo da palavra e da frase, focalizando apenas o texto escrito formal. 

b) pressupõem um professor de língua materna, com formação voltada para a observação dos fatos da língua e a reflexão sobre 

seus usos.  

c) determinam que o ensino de língua portuguesa deve se pautar pela intransigência e pelas normas do bom uso da língua. 

d) recomendam a exploração dos textos literários como modelos estéticos a serem seguidos pelos alunos. 

e) não dão importância ao estudo de textos informais, utilizados em situações comunicativas espontâneas, pois não contribuem para 

o exercício da cidadania. 

 

 

49  Conforme os PCN de língua portuguesa, o trabalho em sala de aula com análise linguística  

 
I - pressupõe conhecimento da terminologia da gramática tradicional. 

II – desenvolve no aluno a capacidade de observar usos linguísticos típicos do português brasileiro. 

III – substitui o estudo repetitivo das regras apresentadas pela tradição e incentiva o aluno a encontrar as que estão sendo seguidas 

na variedade do português brasileiro. 

 
 

Está(ão) correta(s) apenas a(s) assertiva(s): 

 
a) I e II. 

 

b) I.   

c) I, II e III. 

 

d) I e III.  

e) II e III. 

 
 
50  Lendo as orientações dos PCN para a análise linguística, entende-se que  

 
a) o professor deve estudar com os alunos o uso e funcionamento de você e a gente no quadro dos pronomes pessoais  

    do português brasileiro. 
b) os casos de concordância verbal que fogem ao padrão estabelecido devem ser eliminados de todo uso linguístico. 

c) as formas verbais compostas devem ser descritas com vistas à sua substituição pelas formas simples. 

d) o apagamento do clítico como objeto do verbo não deve ter seu uso incentivado. 

e) a modalidade falada da língua, diferentemente da escrita, não contém variedades formais. 

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IDENTIFICAÇÃO DO CANDIDATO 

 

 

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