Prova Concurso - Administração - 4-UFRJ-2016-UFRJ-ADMINISTRADOR-HOSPITALAR - PR - UFRJ - 2016

Prova - Administração - 4-UFRJ-2016-UFRJ-ADMINISTRADOR-HOSPITALAR - PR - UFRJ - 2016

Detalhes

Profissão: Administração
Cargo: 4-UFRJ-2016-UFRJ-ADMINISTRADOR-HOSPITALAR
Órgão: UFRJ
Banca: PR
Ano: 2016
Nível: Superior

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Gabarito

pr-4-ufrj-2016-ufrj-administrador-hospitalar-gabarito.pdf-html.html

 

 

 

 

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

 

Concurso Público para provimento de vagas de cargos Técnico

Gabarito Final da Prova Objetiva

 
 

 

 

Questão

 

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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO

 

Concurso Público para provimento de vagas de cargos Técnico-Administrativos 

Gabarito Final da Prova Objetiva

 

Opção de Vaga:

 

B-203 - Administrador - Hospitalar

 

 

Resposta

 

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B

 

 

 

 

 

Questão

 

Resposta

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C

 

 

 

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Administrativos - Edital 293/16 

Resposta

 

Prova

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3

Concurso Público UFRJ - Edital 293/2016

B-203 | Administrador - Hospitalar

LÍNGUA PORTUGUESA

TEXTO 1

Este é um fragmento inicial do artigo “Foucault, 

as Palavras e as Coisas”, de Fran Alvina, publicado 

em setembro último no blog OUTRAS PALAVRAS. 

Leia-o, atentamente e responda às questões pro-

postas a seguir:

“(…) Nas ‘democracias’ esvaziadas, não se tenta 

usurpar apenas o poder político, mas também o sen-

tido dos termos. Por isso, a Resistência é também 

um ato linguístico.”

Parafraseando um texto clássico de Michel Fou-

cault, As palavras e As Coisas [Le Mots et Les Cho-

ses], que agora em 2016 completa 50 anos de sua 

primeira  edição,  podemos  afirmar  que  o  poder  se 

exerce sobre as palavras e as coisas. E nesses dias 

trágicos da vida nacional popular, tal se mostra cada 

vez mais claramente. O pensador francês nos faz 

ver ao longo de sua obra, arguta e perspicaz, que o 

poder não se exerce apenas sob a forma dos apare-

lhos repressores — ou seja, o poder não é apenas 

aquele que se impõe pela força física, pela coação 

do corpo. O poder também se faz no e por meio dos 

discursos. Mesmo aqueles que não são proferidos 

dos clássicos lugares do poder, são discursos de po-

der. Por isso, o caráter discursivo do Golpe não é 

menor que seu caráter político. São indissociáveis, 

pois não há política sem discurso, não há vida polí-

tica sem a ação das palavras que significam e res-

significam as coisas. Sem a palavra, sobra ao poder 

apenas a coação física, mas essa forma, embora 

possa ser mais rápida e direta, é menos sutil, por-

tanto mais fácil de ser denunciada.(…)”

Fran Alavina. 

http://outraspalavras.net/brasil/foucault-as-palavras-e-as-coisas/ 

1. 

Em relação ao trecho “Mesmo aqueles que não 

são proferidos dos clássicos lugares do poder, 

são discursos de poder.”, do TEXTO 1, é correto 

afirmar que os discursos de poder:

A) estão presentes em todas as instâncias da 

vida social, exclusivamente por intermédio de 

sua veiculação pela mídia.

B) podem estar presentes em quaisquer instâncias 

da vida social e, necessariamente, reproduzem 

as ideias dominantes nas estruturas de poder.

C) estarão apenas onde os poderosos estiverem, 

seja nos lugares de poder, seja em quaisquer 

outros lugares.

D) costumam ser reproduzidos pelo conjunto da 

sociedade em todos os lugares da vida institu-

cional e social do país. 

E) são absorvidos acriticamente em todos os luga-

res sociais, sejam eles ou não espaços de poder. 

2. 

Quanto aos trechos “(…) Nas ‘democracias’ esva-

ziadas, não se tenta usurpar apenas o poder polí-

tico, mas também o sentido dos termos” e  “Por 

isso, a Resistência é também um ato linguístico.”  

podemos afirmar que entre eles há uma relação de:

A) contraste-restrição.

B) exemplificação. 

C) causa-consequência.

D) prioridade e relevância.

E) gradação.

3. 

não  política sem discurso

Nesse trecho do texto, quanto à classe gramati-

cal, as palavras destacadas são, respectivamente:

A) advérbio, verbo, substantivo.

B) adjetivo, preposição, substantivo.

C) conjunção, verbo, adjetivo.

D) interjeição, verbo, substantivo.

E) substantivo, verbo, adjetivo. 

4. 

“Sem a palavra, sobra ao poder apenas a coação 

física, mas essa forma, embora possa ser mais 

rápida e direta, é menos sutil, portanto mais fácil 

de ser denunciada.”

Assinale a alternativa que reescreve correta-

mente esse fragmento que encerra o TEXTO 1, 

a  fim  de  dar-lhe  maior  coesão,  mediante  o  uso 

adequado dos recursos disponíveis na língua.

A) Sem a palavra, sobra ao poder apenas a coa-

ção física, que embora possa ser mais rápida 

e direta, será menos sutil, portanto pode ser 

facilmente denunciada.

B) Sem  palavras,  resta  ao  poder  coagir  fisica-

mente, onde mesmo mais rápida e direta é 

menos sutil, por isso mesmo é mais fácil para 

ser denunciada.

C) A coação física, embora mais rápida e direta 

e menos sutil, razão pela qual é mais fácil de 

ser denunciada, é tudo que, sem palavras, vai 

restar ao poder.  

D) Sem a palavra, sobra ao poder apenas a coa-

ção física. Essa, contudo, embora mais rápida 

e direta, é menos sutil e, portanto, mais facil-

mente denunciável.

E) Ao  poder  resta  apenas  coagir  fisicamente 

se não tiver a palavra. Inclusive essa forma, 

ainda que possa ser mais rápida e direta, é 

mais fácil de ser denunciada porque é sempre 

menos sutil.

5. 

“E nesses dias trágicos da vida nacional popular, 

tal se mostra cada vez mais claramente.”

Assinale a alternativa que apresenta a reda-

ção correta desse trecho do TEXTO 1, capaz de 

conferir-lhe os adequados paralelismos sintático 

e semântico.

A) Nestes dias trágicos da vida nacional, tal fenô-

meno se manifesta cada vez mais claramente.

B) E nesses dias trágicos da vida nacional popular, 

tal coisa se mostra cada vez mais claramente.

C) Em meio a esses trágicos dias da vida nacional 

popular, tal poder se mostra ainda mais clara-

mente.

D) Nesses dias trágicos da vida nacional, esse 

poder se exerce cada vez mais claro.

E) E, nestes dias trágicos da vida nacional e popu-

lar, tal processo se revela ainda com maior cla-

reza.

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Concurso Público UFRJ - Edital 293/2016

B-203 | Administrador - Hospitalar

TEXTO 2

Fonte: 

http://www.revistaserrote.com.br/2016/01/ 

o-lima-barreto-que-nos-olha-beatriz-resende/

Lima Barreto em sua última passagem pelo hospital (1919)

O texto a seguir é um fragmento do artigo  

O Lima Barreto que nos olha,  de Beatriz  

Resende, Professora Titular de Poética do Depar-

tamento de Ciência da Literatura da Faculdade 

de Letras da UFRJ.
“(...) De toda a vasta obra de Lima Barreto, Clara 

dos Anjos, romance que a cada leitura me agrada 

mais, me parece ser o que mais equívocos provo-

cou. A forma mais livre, mais moderna, mais colo-

quial,  influenciada  talvez  pela  linguagem  do  jorna-

lismo que praticava intensamente, foi considerada 

falha de estilo ou rigor. Foi também a que mais forte-

mente fez surgir preconceitos, alguns ocultos sob a 

força da inteligência de críticos que, no entanto, não 

podiam fugir completamente às ideias de seu tempo 

em relação não apenas ao tema da raça, mas tam-

bém ao comportamento de mulheres.

A narrativa passa-se, com exceção de um único 

capítulo, nos subúrbios do Rio de Janeiro, para além 

dos limites traçados pela linha férrea dos trens da 

Central. Algumas são áreas mais próximas do cen-

tro da cidade, o Méier e o Engenho de Dentro, onde 

habita uma classe média próxima ao operariado, for-

mada por funcionários públicos ou pequenos nego-

ciantes. Em outras, mais distantes, ficavam as mora-

dias de operários, funcionários ainda mais subalter-

nos ou simplesmente aqueles que a modernização 

do país introdu zida pela República tornara pobres.  

É onde Lima Barreto vai morrer. (...)”

6. 

Em relação ao trecho “(…) críticos que, no entanto, 

não podiam fugir completamente às ideias de seu 

tempo (…)”, é correto afirmar que esses críticos: 

A) em razão da precariedade da circulação de 

informações naquele período, precisavam 

manter-se no nível do senso comum, para que 

fossem compreendidos; sob pena de torna-

rem-se superados e questionáveis como legíti-

mos  representantes da intelligentsia  nacional.   

B) todos inteligentes e brancos em uma socieda-

de miscigenada e machista, inteligentemente, 

manipularam a opinião pública quanto às reco-

nhecidas virtudes e inteligência de Lima Bar-

reto, desqualificando-as, para permanecerem 

prestigiados.

C) como, afinal, são todos os críticos, eram prisio-

neiros de sua época, insensíveis e incapazes 

de se atualizar, de se abrir, generosamente, 

para o novo, de admitir sua inteligente peque-

nez intelectual diante da originalidade genial 

da inovação.

D) sucumbiram às pressões de seus pares e de 

suas circunstâncias e abandonaram qualquer 

tentativa de reconhecer e premiar as virtudes 

inovadoras da obra e do pensamento de Lima 

Barreto.

E) como ocorre em qualquer tempo, estavam 

profundamente imersos nos valores, conceitos 

e tensões de sua época, razão pela qual não 

foram capazes de aceitar as inovações intro-

duzidas pela obra de Lima Barreto. Esconde-

ram sob sua inteligência os seus preconceitos, 

incompreensões e intolerâncias. 

7. 

O texto dado apresenta diversas palavras propa-

roxítonas. Assinale a alternativa em que 

NÃO há 

nenhum vocábulo com essa classificação.

A) Inteligência – públicos – próxima.

B) Único – críticos – áreas.

C) Também – país – é.

D) República – funcionários – equívocos.

E) Operários – trânsito – literário.

TEXTO 3

Fonte: plus.google.com

Paulo Leminski (1944-1989)

Aviso aos náufragos
Esta página, por exemplo, 

não nasceu para ser lida. 

Nasceu para ser pálida, 

um mero plágio da Ilíada, 

alguma coisa que cala, 

folha que volta pro galho, 

muito depois de caída.
Nasceu para ser praia, 

quem sabe Andrômeda, Antártida 

Himalaia, sílaba sentida, 

nasceu para ser última 

a que não nasceu ainda.

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Concurso Público UFRJ - Edital 293/2016

B-203 | Administrador - Hospitalar

Palavras trazidas de longe 

pelas águas do Nilo, 

um dia, esta página, papiro, 

vai ter que ser traduzida, 

para o símbolo, para o sânscrito, 

para todos os dialetos da Índia, 

vai ter que dizer bom-dia 

ao que só se diz ao pé do ouvido, 

vai ter que ser a brusca pedra 

onde alguém deixou cair o vidro. 

Não é assim que é a vida?

8. 

Do título instigante ao belo e articulado corpo do 

poema, Leminski deixa clara sua estratégia pro-

vocativa de desmontar/remontar referências e 

sentidos. Um dos recursos que utiliza para isso 

é o da inversão. O aviso é aos ‘náufragos’ e não 

aos ‘navegantes’; a página em que escreve (o eu 

poético) ‘não nasceu para ser lida’, mas para ser 

pálida, para calar. 

Assinale, adiante, a alternativa com o(s) 

verso(s) que 

NÃO expressa(m) esse recurso.

A) folha que volta pro galho,

B) nasceu para ser última / a que não nasceu ainda.

C) Não é assim que é a vida?

D) vai ter que ser a brusca pedra / onde alguém 

deixou cair o vidro.

E) vai ter que ser traduzida, / para o símbolo, 

para o sânscrito,

9. 

E já que estamos tratando de ‘inversões’, marque 

a alternativa que apresenta um antônimo da pala-

vra em destaque nestes versos do poema:
“vai ter que ser a 

brusca pedra  

onde alguém deixou cair o vidro.”
A) Abrupta.

B) Súbita.

C) Repentina.

D) Esperada.

E) Fortuita.

10. 

Nos versos abaixo, o poeta utiliza uma figura de 

linguagem.
“folha que volta pro galho, 

muito depois de caída.”
Assinale a alternativa que a identifica corretamente.
A) Pleonasmo.

B) Anacoluto.

C) Metonímia.

D) Metáfora.

E) Catacrese.

11. 

O texto adiante é reprodução do parágrafo ini-

cial do artigo “

Questões  pendentes  na  confi-

guração da política social: uma síntese”, da 

Professora Laura Tavares Soares, aposentada 

e ex-Pró-Reitora de Extensão da Universidade 

Federal do Rio de Janeiro. Leia-o com atenção e 

responda à questão proposta a seguir. 
Para superarmos as marcas da desigualdade es-

trutural bem como as consequências da ‘moderniza-

ção excludente’ provocada por políticas neoliberais, 

além da implementação das inevitáveis medidas de 

curto prazo no enfrentamento da miséria extrema, 

temos também a obrigação de pensar alguma pers-

pectiva de futuro que comece a ser construída no 

presente. Nessa perspectiva, mais do que nunca, 

torna-se imperativo uma verdadeira POLÍTICA SO-

CIAL que deixe de ser residual e que represente, 

ela mesma, uma alternativa real de desenvolvimen-

to que incorpore nos circuitos de cidadania aqueles 

que nem tão cedo terão condições de incorporar-se 

pelo ‘mercado’.

Séries Caderno FLACSO nº 10. Rio de Janeiro, abril de 2014.

São diversos os recursos do idioma para o es-

tabelecimento da coesão textual. Um deles é o da 

substituição de palavras ou expressões por termos 

equivalentes. Assim podemos afirmar que o termo 

provocada, em destaque no texto, refere-se, ime-

diatamente, à(s):

A) marcas da desigualdade estrutural.

B) políticas neoliberais.

C) modernização excludente.

D) desigualdade estrutural.

E) consequências da modernização excludente.

TEXTO 4

Minha Alma (a paz que eu não quero) 
A minha alma tá armada e apontada  

Para cara do sossego!  

(Sêgo! Sêgo! Sêgo! Sêgo!)  

Pois paz sem voz, paz sem voz 

Não é paz, é medo! 

(Medo! Medo! Medo! Medo!)
Às vezes eu falo com a vida, 

Às vezes é ela quem diz:
“Qual a paz que eu não quero conservar, 

Prá tentar ser feliz?”
As grades do condomínio 

São pra trazer proteção 

Mas também trazem a dúvida 

Se é você que tá nessa prisão
Me abrace e me dê um beijo, 

Faça um filho comigo! 

Mas não me deixe sentar na poltrona 

No dia de domingo, domingo!
Procurando novas drogas de aluguel 

Neste vídeo coagido... 

É pela paz que eu não quero seguir admitindo
É pela paz que eu não quero seguir 

É pela paz que eu não quero seguir 

É pela paz que eu não quero seguir admitindo

Marcelo Yuka, O Rappa

12. 

Assinale a alternativa que sintetiza a intenção 

da mensagem poética da letra de Minha Alma.

A) Grito de revolta da periferia.

B) Alerta contra a acomodação.

C) Elogio da rebeldia jovem.

D) Manifesto contra a violência urbana.

E) Protesto contra tudo isso que está aí. 

pr-4-ufrj-2016-ufrj-administrador-hospitalar-prova.pdf-html.html

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Concurso Público UFRJ - Edital 293/2016

B-203 | Administrador - Hospitalar

13. 

Assinale a alternativa em que o verso da can-

ção apresenta um pronome pessoal oblíquo em 

posição de próclise.

A) Qual a paz que eu não quero conservar

B) A minha alma tá armada e apontada

C) Faça um filho comigo!

D) Às vezes é ela quem diz:

E) Mas não me deixe sentar na poltrona

14. 

Em relação ao verso “Se é 

você que tá nessa 

prisão”, é correto afirmar que a palavra em desta-

que é acentuada conforme a mesma regra adota-

da para acentuar a palavra:

A) dê.

B) condomínio.

C) vídeo.

D) também.

E) dúvida.

15. 

No verso “Às vezes eu 

falo com a vida,/ 

Às vezes é ela quem diz:” o verbo destacado, 

quanto a sua regência, apresenta-se como:

A) transitivo indireto.

B) transitivo direto.

C) intransitivo.

D) bitransitivo.

E) intransitivo preposicionado.

16. 

Voltar aos 17 anos, enrolar-se feito musgo na 

pedra e, (1) 

a maneira dos versos de Violeta Parra,  

ser frágil como um segundo. O cinema escolhe (2)  

a juventude. E entre os jovens, (3) as mulheres.  

Não apenas a senhora brasileira Clara, de Aquarius,  

tem um combate político (4) 

a realizar a partir de 

sua acreditada fragilidade. Na Polônia, Argentina ou 

Chile, fiéis (5) 

a um espírito de época, as adoles-

centes aventuram-se por guerras sutis, psicológi-

cas, como se alertassem para o futuro preocupante 

em que todos pisarão.

Trecho adaptado de MOSTRA DE CINEMA DE SÃO PAULO:  

ESTRANHOS NO PARAÍSO, publicado em CARTA CAPITAL em 

outubro de 2016.

Assinale a alternativa em que figura a sequên-

cia correta quanto ao emprego do sinal indicativo 

da crase.

A) (1) a; (2) à; (3) as; (4) a; (5) à.

B) (1) a; (2) a; (3) as; (4) à; (5) à.

C) (1) à; (2) a; (3) às; (4) à; (5) a.

D) (1) à; (2) a; (3) as; (4) a; (5) a.

E) (1) a; (2) a; (3) às; (4) a; (5) à.

TEXTO 5

POR UMA CULTURA ACADÊMICA DA NEGRADA: 

O ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES E 

COLETIVOS NEGROS UNIVERSITÁRIOS NA UFRJ

As fronteiras entre academia e movimentos so-

ciais são identificáveis? Qual impacto dos conheci-

mentos científicos que produzimos para pretos que 

estão do lado de fora do mundo acadêmico? É pos-

sível construir uma agenda de pesquisa negra au-

tônoma nas universidades públicas? A vontade de 

responder a estas velhas perguntas aumentou após 

participar do I Encontro de Entidades e Coletivos 

Negros Universitários. Realizado entre 13 e 15 de 

maio na Universidade Federal do Rio de Janeiro, o 

EECUN representa um divisor de águas na história 

dos movimentos sociais e das universidades brasi-

leiras. Ainda assim, infeliz e estranhamente, o even-

to, coberto por integrantes do Alma Preta, recebeu 

pouca atenção de mídias negras. A participação de 

2000 estudantes negros, a programação altamente 

qualificada, as discussões inovadoras, a criativa pro-

gramação cultural são coisas nossas que aguardam 

por mais (1) 

escrevivências.

(2) 

Deliberadamente  apartidário, o evento foi 

organizado por estudantes de coletivos de diferen-

tes  estados  do  Brasil  que  apostam  suas  fichas  na 

auto-gestão como caminho para o fortalecimento da 

negrada na academia. Com essa perspectiva, orga-

nizações como o Coletivo Negro Carolina Maria de 

Jesus da UFRJ denunciam e lutam contra o racismo 

estrutural em diálogo com saberes ancestrais adqui-

ridos em suas vivências comunitárias, familiares, es-

pirituais, trabalhistas.

Giovana Xavier, 7 de junho de 2016

http://blogueirasnegras.org/2016/06/07/por-uma-cultura-

-academica-da-negrada-o-encontro-nacional-de-estudantes-

-negros-e-coletivos-universitarios-na-ufrj/ 

17. 

Com a expressão (2) 

Deliberadamente apar-

tidário, que inicia o segundo parágrafo, a autora 

do texto quis:

A) mencionar que a assembleia dos organizado-

res deliberou que não convidaria partidos polí-

ticos para o evento. 

B) deixar muito claro que partidos e políticos 

foram sumariamente excluídos do evento 

pelos estudantes dos coletivos organizadores.

C) destacar que o evento foi organizado proposi-

talmente sem a participação de partidos polí-

ticos, com a intenção de enfatizar seu caráter 

social amplo e autônomo. 

D) advertir  o  leitor  de  que,  desafiadoramente,  a 

participação dos partidos políticos foi rejeitada 

pelos organizadores, para não contaminar o 

evento. 

E) esclarecer que os partidos políticos, já tão 

desgastados por escândalos e desmascara-

dos pela mídia, foram, sumariamente, repeli-

dos do evento. 

18. 

O termo (1) 

escrevivências, em destaque no 

final  do  primeiro  parágrafo  do  TEXTO  5,  é  um 

neologismo (palavra nova, formada de outras já 

existentes na mesma língua). Assinale a alterna-

tiva correta quanto a sua classe gramatical.

A) Adjetivo.

B) Substantivo.

C) Advérbio.

D) Verbo.

E) Pronome.

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TEXTO 6

ANAYDE BEIRIZ, libertária e feminista

Fonte: http://www.blogsintese.com.br/2015/02/a-pantera-dos-olhos-dormentes.html

Anayde Beiriz  

Em 18 de fevereiro de 2015, quarta-feira de cin-

zas, lembramos os 110 anos de nascimento e 85 do 

“encantamento” da poeta e professora paraibana 

Anayde Beiriz. Libertária e feminista, escandalizava 

a retrógrada sociedade da Paraíba dos anos 1930. 

Anayde não era bem-vista por conta das ideias 

progressistas que alimentava; o que lhe valeu, de 

seus opositores, o apelido de Mulher-Macho. Entre 

seus poucos amigos e admiradores, contudo, era 

conhecida, carinhosamente, como a Pantera dos 

Olhos Dormentes. Ela participava ativamente dos 

movimentos políticos e intelectuais e envolvia-se 

em acontecimentos artísticos, frequentando saraus 

literários. Defendia a participação das mulheres na 

política, numa época em que sequer tinham direito 

a voto.  Em 1928 inicia romance com João Dantas, 

jornalista ligado ao partido republicano paulista, opo-

sitor de João Pessoa, então Presidente (Governa-

dor) do Estado da Paraíba. Invadido o escritório de 

Dantas, a mando de João Pessoa, são encontradas 

- não armas como se esperava - cartas amorosas e 

poemas eróticos de Anayde ao seu amante. Visando  

atingir a honra de João Dantas, o jornal governista  

“A União” e outros órgãos da imprensa estadual,  

ligados à situação, publicam o conteúdo das corres-

pondências e poesias. Em 26 de julho de 1930, Dantas  

entra na Confeitaria Glória, no Recife, e dispara 

três tiros contra o peito de João Pessoa. O episódio 

entrou para a história do Brasil como o estopim da  

Revolução de 30. Detido em flagrante, Dantas é re-

colhido à casa de detenção daquela cidade onde, 

em 3 de outubro daquele ano, é encontrado degola-

do em sua cela. Dias depois, aos 25 anos de idade,  

supostamente morta por suicídio com envenena-

mento, Anayde Beiriz é sepultada como indigente no 

cemitério de Santo Amaro na cidade do Recife.

“Terça-feira gorda! É Carnaval! Brinquemos!  

Todos estamos nos nossos líricos blocos. Somos 

todos brincantes, delirantes dos mil encantos. Uma 

vez por ano: liberdade, sonho e desejo...”.

Anayde Beiriz

Fragmento adaptado do ensaio de 

Paulo Magon, publica-

do em fevereiro de 2015 no blog SÍNTESE - http://www.blog-

sintese.com.br/2015/02/a-pantera-dos-olhos-dormentes.html 

19. 

“Terça-feira gorda! É Carnaval! Brinquemos! 

Todos estamos nos nossos líricos blocos. Somos 

todos brincantes, delirantes dos mil encantos. 

Uma vez por ano: liberdade, sonho e desejo...”.

Consideradas as informações do texto dado, é 

correto afirmar que a ideia-força que se destaca 

nesses versos da poetisa refere-se especialmente: 

A) ao delírio carnavalesco.

B) à utopia da igualdade e da liberdade.

C) à dor e à delícia da paixão amorosa.

D) à anarquia dos desejos.

E) ao drama e à tragédia da alienação foliã.

20. 

Em 18 de fevereiro de 2015, quarta-feira de 

cinzas, lembramos os 110 anos de nascimento e  

85 do “encantamento” da poeta e professora 

paraibana Anayde Beiriz.

Nesse primeiro período do primeiro parágrafo 

do texto dado, a primeira vírgula foi utilizada para:

A) marcar uma pausa respiratória.

B) intercalar um termo adjetivo.

C) destacar uma expressão dispensável.

D) separar um adjunto adverbial. 

E) assinalar uma marca estilística.

LEGISLAÇÃO

21. 

Para José Afonso da Silva, “a configuração do 

Estado Democrático de Direito não significa ape-

nas unir formalmente os conceitos de Estado 

democrático e Estado de Direito. Consiste, na ver-

dade, na criação de um conceito novo, que leve 

em conta os conceitos dos elementos componen-

tes, mas os supere na medida em que incorpora 

um componente revolucionário de transformação 

do  status quo. E aí se entremostra a extrema  

importância do art. 1º da Constituição de 1988,  

quando  afirma  que  a  República  Federativa  do  

Brasil se constitui em Estado Democrático de 

Direito, não como mera promessa de organizar 

tal Estado, pois a Constituição aí já o está pro-

clamando e fundando”. O art. 1º, da Constituição 

Federal de 1988, afirma que a República Federa-

tiva do Brasil, formada pela união indissolúvel dos 

Estados e Municípios e do Distrito Federal, cons-

titui-se em Estado Democrático de Direito e tem 

como fundamentos a soberania, a cidadania e a:

A) dignidade da pessoa humana.

B) autodeterminação dos povos.

C) igualdade entre os Estados.

D) solução pacífica dos conflitos.

E) concessão de asilo político.

22. 

João, servidor público federal, investido no 

cargo de médico desde 2006, teve instaurado 

contra si Processo Administrativo Disciplinar, em 

que lhe foi negada a ampla defesa e o contradi-

tório. Mesmo assim, após a conclusão do refe-

rido processo, João foi demitido. Inconformado, 

recorreu  ao  Judiciário,  a  fim  de  requerer  seus 

direitos. O juiz decidiu tornar inválida a demis-

são de João, pois entendeu que não lhe foi con-

cedido o direito ao contraditório, nem a ampla 

defesa. Se a demissão de João for invalidada 

por sentença judicial, ele será: 

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A) reintegrado, e o eventual ocupante da vaga, se 

estável, será reconduzido ao cargo de origem, 

com direito à indenização, aproveitado em outro 

cargo ou posto em disponibilidade, com remu-

neração proporcional ao tempo de serviço.

B) reintegrado, e o eventual ocupante da vaga, 

se estável, será reconduzido ao cargo de ori-

gem, sem direito à indenização, aproveitado 

em outro cargo ou posto em disponibilidade, 

sem remuneração.

C) reintegrado, e o eventual ocupante da vaga, 

se estável, será reconduzido ao cargo de ori-

gem, com direito à indenização, aproveitado 

em outro cargo ou posto em disponibilidade, 

com remuneração integral.

D) reintegrado, e o eventual ocupante da vaga, se 

estável, ocupará qualquer outro cargo, com direi-

to à indenização, visto que não poderá ser colo-

cado em disponibilidade, em hipótese alguma.

E) reintegrado, e o eventual ocupante da vaga, se 

estável, será reconduzido ao cargo de origem, 

sem direito à indenização, aproveitado em outro 

cargo ou posto em disponibilidade, com remu-

neração proporcional ao tempo de serviço.

23. 

Juliana, servidora pública federal, solicitou à 

administração uma informação que, nos termos 

da Lei nº 12.527/2011, foi considerada ultrasse-

creta. Sendo assim, foi-lhe negado o direito de 

acesso à informação, até que se completasse o 

prazo de restrição. Ao considerar os prazos máxi-

mos de restrição de acesso à informação, confor-

me classificação prevista na Lei nº 12.527/2011, 

é correto afirmar que, para informação ultrasse-

creta, o prazo máximo de restrição, a partir da 

data de sua produção, é de:

A) 10 anos.

B) 5 anos.

C) 1 ano.

D) 18 anos.

E) 25 anos.

24. 

Silvio, ocupante de cargo em comissão, nunca 

assumiu cargo efetivo na administração pública 

direta, autárquica ou fundacional. Logo, de acor-

do com a Lei nº 8.112/90, Silvio:

A) terá direito aos benefícios do Plano de Segu-

ridade Social.

B) não terá direito a qualquer benefício do Plano 

de Seguridade Social.

C) não terá direito aos benefícios do Plano de 

Seguridade Social, com exceção da assistência 

à saúde.

D) não terá direito aos benefícios do Plano de 

Seguridade Social, com exceção do salário-

família.

E) não terá direito aos benefícios do Plano de 

Seguridade Social, com exceção do auxílio-

natalidade.

25. 

Pedro, servidor público federal, investido no 

cargo de Técnico em Assuntos Educacionais da 

UFRJ, foi convocado para fazer parte de uma 

Comissão de Processo Administrativo Disciplinar 

para apurar suposta irregularidade na contra-

tação de uma empresa de engenharia por meio 

de licitação. Como estava em dúvida, sem saber 

se poderia ou não participar da Comissão, uma 

vez que conhecia o dono da empresa contratada, 

Pedro recorreu à Lei nº 9.784/99, que estabele-

ce normas básicas sobre processo administra-

tivo. Acerca dos impedimentos e da suspeição 

no processo administrativo, nos termos da Lei  

nº 9.784/99, é correto afirmar que:

A) é permitido atuar em processo administrativo 

o servidor ou autoridade que esteja litigando, 

judicial ou administrativamente, com o interes-

sado ou o respectivo cônjuge ou companheiro.

B) é impedido de atuar em processo administra-

tivo o servidor ou a autoridade que tenha inte-

resse direto ou indireto na matéria.

C) a omissão do dever de comunicar o impedi-

mento não constitui falta grave, para efeitos 

disciplinares.

D) o indeferimento de alegação de suspeição não 

pode ser objeto de recurso.

E) é permitida a atuação em processo adminis-

trativo de servidor ou autoridade que tenha 

amizade íntima ou inimizade notória com 

alguns dos interessados ou com os respecti-

vos cônjuges, companheiros, parentes e afins 

até o terceiro grau.

26. 

Bruno, servidor público federal, investido no car-

go de Auxiliar em Administração da UFRJ, a fim de 

realizar suas atividades com excelência, resolveu 

dedicar-se ao estudo dos Princípios Constitucio-

nais, elencados no art. 37, caput, da Constitui-

ção Federal de 1988. Nos termos desse artigo,  

“A administração pública direta e indireta de qual-

quer dos poderes da União, dos Estados, do 

Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos 

princípios da legalidade, impessoalidade, morali-

dade, publicidade e eficiência”. Acerca dos princí-

pios constitucionais, assinale a alternativa correta.

A) De acordo com o princípio da legalidade, à 

administração pública é lícito fazer tudo o que 

a lei não proíbe.

B) O núcleo do princípio da eficiência é a produ-

tividade. Esse princípio impõe a execução de 

serviços públicos com presteza e perfeição, 

desconsiderando a redução de desperdício de 

dinheiro público. 

C) Pelo princípio da moralidade, o administrador 

público pode, em prol do interesse coletivo, 

dispensar alguns preceitos éticos.

D) O princípio da impessoalidade objetiva à 

igualdade de tratamento a ser dispensado 

pela Administração aos administrados que se 

encontrem em idêntica situação jurídica.

E) O princípio da publicidade exige que todos os 

atos administrativos sejam divulgados entre os 

administrados. Portanto, não se admite o sigilo 

na administração.

27. 

De acordo com José dos Santos Carvalho Filho, 

“a administração indireta do Estado é o conjun-

to de pessoas administrativas que, vinculadas à 

respectiva administração direta, têm o objetivo 

de desempenhar as atividades administrativas de 

forma descentralizada”. São entidades que inte-

gram a Administração Pública Indireta, 

EXCETO

A) as Autarquias.

B) as Empresas Públicas.

C) as Sociedades de Economia Mista.

D) as Fundações Públicas.

E) os Ministérios do Governo Federal.

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28. 

Regina, servidora pública federal da UFRJ, 

sofreu um processo disciplinar em que lhe foi apli-

cada, indevidamente, uma pena, contrariando a 

própria lei. Diante do vício de legalidade do ato 

administrativo praticado, a Universidade, por meio 

do órgão competente, anulou o referido ato de 

ofício. Com relação à presente questão, é correto 

afirmar que a UFRJ agiu:

A) corretamente, pois a Administração Pública, 

diante do vício de legalidade cometido, tem o 

poder para anular seus próprios atos.

B) incorretamente, pois não poderia anular tal ato, 

tendo em vista que a anulação deveria ocor-

rer por meio de outro processo, não podendo 

ocorrer de ofício. 

C) incorretamente, pois, diante do vício de legali-

dade do ato, deveria este ser revogado e não 

anulado.

D) incorretamente, pois, em hipótese, alguma a 

Administração Pública pode anular seus pró-

prios atos, mesmo que os atos sejam ilegais. 

E) corretamente, pois a Administração Pública, 

diante do vício de legalidade do ato, tem con-

veniência ou oportunidade para anular seus 

próprios atos.

29. 

A Administração Pública, por meio da autori-

dade competente, sem observar a lei geral de 

licitação, resolveu contratar diretamente empre-

sas para realizar obras de engenharia em vários 

prédios públicos, bem como para demolir vários 

outros prédios tombados. A finalidade da obra era 

atender a fins particulares em detrimento do inte-

resse  público,  configurando  ato  lesivo  ao  patri-

mônio e à moralidade administrativa. Diante da 

ilegalidade do ato, a obra poderá ser impugnada 

em juízo, por qualquer cidadão, por meio de: 

A)  Habeas Data.

B) Ação Popular.

C)  Habeas Corpus.

D)  Mandado de Segurança.

E)  Mandado de Injunção.

30. 

Paulo foi aprovado no concurso para o cargo de 

Administrador na Universidade Federal do Rio de 

Janeiro. Ao tomar posse, foi designado para tra-

balhar no Setor de Licitações e Contratos. Logo 

que entrou em exercício, fez um estudo apurado 

sobre as modalidades de licitação e verificou que, 

nos termos da Lei nº 8.666/93, são consideradas 

modalidades de licitação todas as referidas a 

seguir, 

EXCETO:

A) a concorrência.

B) a nomeação.

C) o convite.

D) o concurso.

E) o leilão.

CONhECIMENTOS ESPECÍfICOS

31. 

O controle da qualidade era realizado, nos pri-

mórdios da Era Industrial, a partir do controle e 

inspeção do produto acabado. Com a evolução 

dos estudos sobre gestão de processos indus-

triais, especialmente a partir da década de 1960, 

o controle da qualidade passou a abranger todo 

o processo de produção. Na esteira desse racio-

cínio, assinale a alternativa que corresponda ao 

conceito mais abrangente de Qualidade Total.

A) É uma ferramenta gerencial que objetiva a 

produção exclusiva de produtos industriais, 

começando com o projeto, incluindo todas as 

especificações  do  produto  (bem  ou  serviço), 

passando por todas as fases do processo pro-

dutivo, abrangendo ainda o atendimento ao 

cliente (pré-venda e pós-venda).

B) É uma forma de trabalho que visa a obter qua-

lidade somente na prestação de serviços ao 

cliente, focada na lucratividade, começando 

com  o  projeto,  incluindo  parte  das  especifi-

cações do produto (bem ou serviço), focada 

exclusivamente no projeto do produto.

C) É um sistema de administração que visa a 

obter qualidade em todas as áreas de ação, 

começando com o projeto, incluindo todas as 

especificações  do  produto  (bem  ou  serviço), 

passando por todas as fases do processo pro-

dutivo, abrangendo ainda o atendimento ao 

cliente (pré-venda e pós-venda).

D) É um sistema de administração que visa a 

obter qualidade somente na prestação de 

serviços ao cliente, começando com o pro-

jeto,  incluindo  parte  das  especificações  do 

produto (bem ou serviço), passando por 

todas as fases do processo produtivo.

E) É uma ferramenta administrativa que objetiva a 

gestão de pessoas, abrangendo também par-

te do processo de produção, incluindo todas as 

especificações do produto (bem ou serviço), pas-

sando por todas as fases, abrangendo ainda o 

atendimento ao cliente (pré-venda e pós-venda).

32. 

Peter Senge, autor do livro “A quinta disciplina”, 

afirma que as organizações possuem característi-

cas essenciais que dificultam o processo de apren-

dizagem. Senge declara que, para obter eficiência 

e eficácia, as organizações devem aprender a lidar 

com a mudança contínua. Tal autor propõe cinco 

disciplinas que orientam as organizações na ges-

tão baseada em aprendizagem. São elas: 

A) domínio pessoal, modelos mentais, visão 

estática, aprendizagem em equipe e pensa-

mento sistêmico.

B) domínio pessoal, modelos estruturais, visão 

compartilhada, aprendizagem individual e 

pensamento sistêmico.

C) domínio pessoal, modelos estruturais, visão 

estática, aprendizagem individual e pensa-

mento sistêmico.

D) domínio pessoal, modelos mentais, visão 

compartilhada, aprendizagem individual 

 

e pensamento sistêmico.

E) domínio pessoal, modelos mentais, visão 

compartilhada, aprendizagem em equipe 

 

e pensamento sistêmico.

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33. 

De acordo com Henry Mintzberg, autor do livro 

“Safári de Estratégia”, existem dez Escolas de Pen-

samento Estratégico. Quatro dessas Escolas estão 

inseridas na categoria prescritiva e seis na descriti-

va, de acordo com a natureza de cada uma delas, 

sobrando uma única que combina todas as outras. 

Esta última traz em seu bojo vários elementos das 

escolas de pensamento para a formulação de estraté-

gias. Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela 

que apresenta as escolas de pensamento estratégi-

co, categorizadas em função de sua natureza.

A) Escolas Prescritivas (cultural; planejamento; 

posicionamento); Escolas Descritivas (empre-

endedora; cognitiva; aprendizado; poder; 

design;  ambiental);  Escola  da  Configuração 

(combinação das demais).

B) Escolas Prescritivas (poder; planejamento; 

empreendedora); Escolas Descritivas (posi-

cionamento; cognitiva; aprendizado; design

cultural;  ambiental);  Escola  da  Configuração 

(combinação das demais).

C) Escolas Prescritivas (design; planejamento; 

posicionamento); Escolas Descritivas (empre-

endedora; cognitiva; aprendizado; poder; 

cultural;  ambiental);  Escola  da  Configuração 

(combinação das demais).

D) Escolas Prescritivas (design; cognitiva; posi-

cionamento); Escolas Descritivas (empreen-

dedora; planejamento; aprendizado; poder; 

cultural;  ambiental);  Escola  da  Configuração 

(combinação das demais).

E) Escolas Prescritivas (cultural; planejamento; 

empreendedora); Escolas Descritivas (posi-

cionamento; cognitiva; aprendizado; poder; 

design;  ambiental);  Escola  da  Configuração 

(combinação das demais).

34. 

A relatividade social das empresas é uma das 

correntes de pensamento da Responsabilida-

de Social que se concentra no modo como as 

empresas respondem às questões demandadas 

pela sociedade, ao invés de tentar determinar sua 

responsabilidade social final. Tal teoria parte de 

duas abordagens básicas:

A) no nível micro, ela analisa como as empresas 

reagem individualmente às questões sociais; 

no macro, a teoria estuda as forças que deter-

minam as questões sociais gerais às quais as 

empresas devem reagir.

B) no nível micro, ela analisa como as empresas 

reagem individualmente às questões sociais; 

no macro, a teoria estuda as forças que deter-

minam as questões sociais gerais às quais as 

empresas não devem reagir.

C) no nível micro, ela analisa como as empresas 

reagem coletivamente às questões sociais; no 

macro, a teoria estuda as forças que determi-

nam as questões sociais gerais às quais as 

empresas não devem reagir.

D) no nível micro, ela analisa como as empresas 

reagem individualmente às questões sociais; 

no macro, a teoria estuda as forças que deter-

minam as questões particulares e internas às 

quais as empresas devem reagir.

E) no nível micro, ela analisa como as empre-

sas reagem coletivamente às questões 

sociais; no macro, a teoria estuda as forças 

que determinam as questões sociais gerais 

às quais as empresas devem reagir.

35. 

Na atualidade, a informação gerencial pode ser 

considerada como algo essencial para a gestão. 

Neste sentido, implementar um Sistema de Infor-

mações Gerenciais (SIG) é fundamental. Assinale, 

dentre as alternativas a seguir, a definição de SIG.

A) Método informal de tornar disponíveis para 

os clientes, no tempo certo, as informações 

precisas necessárias para facilitar o processo 

de tomada de decisão gerencial e para dar 

condições para que as funções de planeja-

mento e controle operacionais da organiza-

ção sejam executadas eficazmente.

B) Método informal de tornar disponíveis para 

a administração, no tempo certo, as informa-

ções precisas necessárias para facilitar o pro-

cesso de tomada de decisão gerencial e para 

dar condições para que as funções de planeja-

mento e controle operacionais da organização 

não sejam executadas eficazmente.

C) Método formal de tornar disponíveis para 

os clientes, no tempo certo, as informações 

genéricas necessárias para facilitar o proces-

so de tomada de decisão gerencial e para dar 

condições para que as funções de planeja-

mento e controle operacionais da organiza-

ção sejam executadas eficazmente.

D) Método formal de tornar disponíveis para a 

administração, no tempo certo, as informações 

genéricas necessárias para facilitar o proces-

so de tomada de decisão dos consumidores 

e para dar condições para que as funções de 

planejamento e controle operacionais da orga-

nização sejam executadas eficazmente.

E) Método formal de tornar disponíveis para a 

administração, no tempo certo, as informa-

ções precisas necessárias para facilitar o pro-

cesso de tomada de decisão gerencial e para 

dar condições para que as funções de planeja-

mento e controle operacionais da organização 

sejam executadas eficazmente.

36. 

O controle operacional para a gestão dos 

processos gerenciais ocorre em quatro eta-

pas: estabelecimento de padrões, avaliação de 

desempenho, comparação do desempenho 

com o padrão estabelecido e ação corretiva. 

Nesse contexto, assinale a alternativa que carac-

teriza a etapa referente às ações corretivas.

A) É a função básica do controle do processo 

pela qual as providências são tomadas para 

implementar variâncias entre o desempenho 

levantado e o desempenho planejado.

B) É a função básica do controle do processo 

pela qual as providências são tomadas para 

eliminar as conformidades entre o desempe-

nho futuro e o desempenho planejado.

C) É a função básica do controle do processo pela 

qual as providências são tomadas para imple-

mentar as variâncias entre o desempenho futu-

ro e o desempenho planejado.

D) É a função básica do controle do processo 

pela qual as providências são tomadas para 

eliminar as conformidades entre o desempe-

nho levantado e o desempenho planejado.

E) É a função básica do controle do processo 

pela qual as providências são tomadas para 

eliminar as variâncias entre o desempenho 

levantado e o desempenho planejado.

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37. 

A reengenharia é considerada uma metodologia 

para a gestão da mudança.  Para que seja imple-

mentada com sucesso, é necessário que deter-

minadas condições sejam atendidas. Marque 

 

a opção que corresponde a uma das condições 

necessárias para o êxito da reengenharia.

A) Estabelecer uma meta agressiva de desempenho.

B) Controlar somente os resultados finais do plano.

C) Restringir as comunicações.

D) Reduzir o investimento e o foco nas comunicações.

E) Indicar, para o projeto, pessoas com médio 

desempenho.

38. 

No ambiente organizacional, o estoque é defi-

nido como o suprimento de matérias primas, de 

produtos em fabricação e/ou de produtos aca-

bados, necessários para que se atendam às 

necessidades operacionais. Dentre as formas de 

gestão do estoque, destaca-se a metodologia just 

in time. Assinale a alternativa que corresponde a 

tal sistema de gerenciamento de estoques.

A) Sistema de estoque no qual as quantidades  

de vendas equivalem, em termos ideais, às 

quantidades de entregas, com materiais sen-

do comprados e os produtos acabados sendo 

entregues de acordo com a necessidade de uso.

B) Sistema de vendas no qual as quantidades 

 

de produção equivalem, em termos ideais, às 

quantidades de entregas, com materiais sendo 

comprados e os produtos acabados sendo com-

prados de acordo com a necessidade de vendas.

C) Sistema de vendas no qual as quantidades  

de produção não equivalem, em termos ideais, 

às quantidades de compras, com materiais sen-

do comprados e os produtos acabados sendo 

entregues de acordo com a necessidade de uso.

D) Sistema de vendas no qual as quantidades  

de produção não equivalem, em termos ideais, às 

quantidades de entregas, com materiais sendo 

vendidos e os produtos acabados sendo compra-

dos de acordo com a necessidade de uso.

E) Sistema de estoque no qual as quantidades de 

produção equivalem, em termos ideais, às quan-

tidades de entregas, com materiais sendo com-

prados e os produtos acabados sendo entregues 

de acordo com a necessidade de uso.

39. 

Assinale, dentre as alternativas a seguir, 

aquela que 

NÃO corresponde a uma das 

características da departamentalização por 

projetos.

A) Temporalidade.

B) Preço.

C) Coordenabilidade.

D) Adequação.

E) Flexibilidade.

40. 

A  medida  da  eficiência  de  um  administrador 

(na relação entre produto e insumo) no uso dos 

recursos da organização, para produzir um bem 

ou prestar um serviço, representa o conceito de:

A) força de trabalho.

B) capital humano. 

C) produtividade. 

D) prioridade competitiva.

E) liderança.

41. 

Ao levantamento do volume de materiais  

ou produtos constantes no estoque da organi-

zação, que permite a flexibilização e controle 

da capacidade de produção e/ou atendimento 

da demanda, dá-se o nome de:

A) inventário.

B) automação.

C) controle de qualidade.

D) ordenamento.

E) padrão.

42. 

Em geral, as organizações utilizam o custo-padrão 

para elaborar seus orçamentos de produção 

no nível operacional. Os hospitais estão sem-

pre utilizando o custo-padrão para vários tipos 

de procedimentos médico-hospitalares. As varia-

ções ao redor do custo-padrão podem ser acumu-

ladas por procedimento, paciente, médico ou 

hospital. Os padrões para material direto, mão de 

obra direta e custos indiretos são, normalmente,  

desdobrados nos seguintes componentes:

A) preço final e qualidade.

B) quantidade produzida e alocação.

C) materiais diretos e preço final.

D) qualidade oferecida e quantidade.

E) preço padrão e quantidade padrão.

43. 

De forma macro, a implantação de um sistema 

de gestão de custos (hospitalares) deve, ideal-

mente, estar alinhada aos objetivos estratégicos 

da organização. Ao considerar que a estratégia 

deve guiar decisões, as ações podem ser sinteti-

zadas, de modo geral, nos seguintes passos:

A) segmentação do hospital em centros de custos; 

definições e classificação de itens de custos, cri-

térios de consumo, produção e alocação; produ-

ção das informações; alocações (determinação 

dos custos unitários dos serviços prestados); pro-

dução de relatórios e análise das informações.

B) segmentação do hospital em centros de 

custos; definições e classificação de itens 

de consumo, critérios de consumo, produ-

ção e alocação; transferência das informa-

ções; alocações (determinação dos custos 

unitários dos serviços prestados); produção 

de relatórios e divulgação das informações.

C) segmentação do hospital em centros de cus-

tos;  definições  e  classificação  de  itens  de 

custos, critérios de rateios, produção e alo-

cação; transferência das informações; cálcu-

los (determinação dos custos unitários dos 

serviços prestados); produção de relatórios  

e análise das informações.

D) segmentação do hospital em centros de custos; 

definições e classificação de itens de custos, cri-

térios de rateios, produção e alocação; produção 

das informações; cálculos (determinação dos cus-

tos unitários dos serviços prestados); produção  

de relatórios e análise das informações.

E) segmentação do hospital em centros de cus-

tos;  definições  e  classificação  de  itens  de 

consumo, critérios de rateios, produção e 

alocação; transferência das informações; cál-

culos (determinação dos custos unitários dos 

serviços prestados); produção de relatórios e 

divulgação das informações.

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12

Concurso Público UFRJ - Edital 293/2016

B-203 | Administrador - Hospitalar

44. 

Nenhuma contratação de operação de crédi-

to externa ou concessão de garantia da União a 

crédito da mesma origem poderá ser ajustada por 

órgãos ou entidades da Administração Federal, 

dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, 

sem o pronunciamento prévio e expresso: 

A) da Secretaria de Planejamento da Presidência 

da República, sobre o grau de prioridade do pro-

jeto ou programa específico, dentro dos planos 

e programas nacionais de desenvolvimento, 

bem assim sobre a capacidade de pagamento 

do empréstimo, pelo órgão ou entidade; como 

também do Ministério da Fazenda, quanto 

à oportunidade e conveniência da contratação, 

ou viabilidade da concessão da garantia, relati-

vamente aos riscos para o Tesouro Nacional, 

e sobre os aspectos legais da operação.

B) da Receita Federal sobre o grau de prioridade 

do projeto ou programa específico, dentro dos 

planos e programas nacionais de desenvolvi-

mento, bem assim sobre a capacidade de paga-

mento do empréstimo, pelo órgão ou entidade; 

como também do Ministério da Fazenda, quanto 

à oportunidade e conveniência da contratação, 

ou viabilidade da concessão da garantia, relati-

vamente aos riscos para o Tesouro Nacional, e 

sobre os aspectos legais da operação.

C) da Secretaria de Planejamento da Presidência 

da República, sobre o grau de prioridade do pro-

jeto ou programa específico, dentro dos planos 

e programas nacionais de desenvolvimento, 

bem assim sobre a capacidade de pagamento 

do empréstimo, pelo órgão ou entidade; como 

também da Receita Federal, quanto à oportuni-

dade e conveniência da contratação, ou viabili-

dade da concessão da garantia, relativamente 

aos riscos para o Tesouro Nacional, e sobre 

os aspectos legais da operação.

D) da Secretaria de Planejamento da Presidência 

da República, sobre o grau de prioridade do pro-

jeto ou programa específico, dentro dos planos 

e programas nacionais de desenvolvimento, 

bem assim sobre a capacidade de pagamento 

do empréstimo, pelo órgão ou entidade; como 

também do Banco do Brasil, quanto à oportuni-

dade e conveniência da contratação, ou viabili-

dade da concessão da garantia, relativamente 

aos riscos para o Tesouro Nacional, e sobre 

os aspectos legais da operação.

E) da Receita Federal, sobre o grau de prio-

ridade do projeto ou programa específico, 

dentro dos planos e programas nacionais 

de desenvolvimento, bem assim sobre a capa-

cidade de pagamento do empréstimo, pelo 

órgão ou entidade; como também do Banco 

do Brasil, quanto à oportunidade e conveni-

ência da contratação, ou viabilidade da con-

cessão da garantia, relativamente aos riscos 

para o Tesouro Nacional, e sobre os aspec-

tos legais da operação.

45. 

De acordo com a Lei 4.320/64, a despesa será 

classificada nas seguintes categorias econômicas:

A) Despesas Correntes (despesas de cus-

teio; transferências correntes) e Despesas de 

Investimentos (capital; inversões financei-

ras; transferências de capital).

B) Despesas Correntes (despesas de custeio; 

inversões  financeiras;  transferências  corren-

tes) e Despesas de Investimentos (capital; 

transferências de capital).

C) Despesas Correntes (despesas de custeio; 

investimentos; transferências correntes) 

 

e Despesas de Capital (inversões financeiras; 

transferências de capital).

D) Despesas Correntes (despesas de custeio; 

transferências correntes) e Despesas de Capi-

tal (investimentos; inversões financeiras; trans-

ferências de capital).

E) Despesas Correntes (despesas de custeio; 

inversões  financeiras;  transferências  corren-

tes) e Despesas de Capital (investimentos; 

transferências de capital).

46. 

A  atividade  de  definir  objetivos  e  desenvolver 

estratégias e ações para alcançá-los diz respeito 

à seguinte etapa do processo de administração:

A) Direção.

B) Organização.

C) Execução.

D) Controle.

E) Planejamento.

47. 

É  correto  afirmar  que  o  modelo  mecânico  seria 

adequado a situações relativamente estáveis de 

mercado e tecnologia, enquanto o modelo orgânico 

corresponderia a condições mercadológicas turbu-

lentas e mudanças tecnológicas rápidas. Tal análise 

sobre as relações entre organizações e ambiente é 

discutida a partir da abordagem teórica de adminis-

tração denominada:

A) Clássica.

B) Contingencial.

C) Relações Humanas.

D) Burocrática.

E) Neoclássica.

48. 

Para o exercício dos papéis interpessoais, 

informacionais e decisórios, os administradores 

devem possuir, de acordo com o nível organiza-

cional, prioritariamente as seguintes habilidades:

A) nível estratégico – habilidades técnicas; 

nível tático – habilidades conceituais; e, nível 

operacional – habilidades orçamentárias.

B) nível estratégico – habilidades humanas; 

nível tático – habilidades persuasivas; e, nível 

operacional – habilidades conceituais.

C) nível estratégico – habilidades persuasivas; 

nível tático – habilidades orçamentárias; 

 

e, nível operacional – habilidades referenciais.

D) nível estratégico – habilidades conceituais; 

nível tático – habilidades humanas; e, nível 

operacional – habilidades técnicas.

E) nível estratégico – habilidades referenciais; 

nível tático – habilidades referenciais; e, nível 

operacional – habilidades cognitivas.

49. 

   Características como: decisões satisfatórias, mas 

não ótimas; impossibilidade material de obter todas 

as informações diante dos problemas de tempo e 

custo; e, existência de pressões afetivas, culturais e 

jogos de poder, são elementos do modelo teórico de:

A) Busca Sequencial de Solução.

B) Quase-resolução de Conflitos.

C) Desenvolvimento Organizacional.

D) Racionalidade Limitada.

E) Lógica do Ator.

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13

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50. 

Ao analisar os novos modelos teóricos de admi-

nistração pública, Secchi afirma que os mesmos 

ainda compartilham algumas características com 

a perspectiva burocrática weberiana, não apre-

sentando assim uma ruptura, já que continuam a 

colocar a ênfase na função:

A) Coordenação.

B) Adhocracia.

C) Controle.

D) Transparência.

E) Eficácia.

51. 

Sobre a governança pública, assinale a alter-

nativa correta.

A) É um sistema de crenças, baseado nas 

racionalidades instrumental e substantiva, 

aplicado à gestão pública.

B) É um modelo horizontal de relação entre ato-

res públicos e privados no processo de elabo-

ração de políticas públicas.

C) É um modelo normativo burocrático para a 

estruturação e a gestão da administração 

pública baseado em valores de eficiência, efi-

cácia e competitividade.

D) É um sistema baseado no princípio da com-

petição, do qual deriva a separação entre pro-

priedade pública e privada.

E) É um modelo que sustenta o exercício da 

autoridade racional-legal como fonte de poder 

dentro das organizações.

52. 

De acordo com a Lei 8.112/90, que dispõe sobre 

o regime jurídico dos servidores públicos civis da 

União, das autarquias e das fundações públicas 

federais, o servidor é 

PROIBIDO de:

A) guardar sigilo sobre assunto da repartição.

B) representar contra ilegalidade, omissão 

 

ou abuso de poder.

C) participar de banca examinadora para a reali-

zação de concurso público.

D) expedir certidões requeridas para defesa de 

direito ou esclarecimento de situações.

E) recusar fé a documentos públicos.

53. 

Segundo a Lei 9.784/99, que regula o processo 

administrativo no âmbito da Administração Públi-

ca Federal, salvo motivo de força maior e ine-

xistindo disposição específica, os atos do órgão 

ou autoridade responsável pelo processo e dos 

administrados que dele participem devem ser 

praticados no prazo de:

A) oito dias, podendo ser dilatado até o dobro, 

mediante comprovada justificação.

B) cinco dias, podendo ser dilatado até o dobro, 

mediante comprovada justificação.

C) dez dias, não podendo ser dilatado, mesmo 

que mediante comprovada justificação.

D) quinze dias, podendo ser dilatado até o dobro, 

mediante comprovada justificação.

E) vinte dias, não podendo ser dilatado, mesmo 

que mediante comprovada justificação.

54. 

Os serviços autônomos, criados por lei, com per-

sonalidade jurídica, patrimônio e receita próprios, 

para executar atividades típicas da Administração 

Pública, que requeiram, para seu melhor funciona-

mento, gestão administrativa e financeira descen-

tralizadas, são realizados por:

A) autarquias.

B) fundações de direito público.

C) organizações sociais.

D) empresas estatais.

E) fundações de direito privado.

55. 

A  avaliação  de  desempenho  implica  na  identifi-

cação, mensuração e administração de aspectos 

ligados ao desenvolvimento, ao esforço e ao com-

portamento das pessoas nas organizações. Dentre 

as alternativas a seguir, indique aquela que apre-

senta uma técnica de avaliação de desempenho.

A)  Benchmarking.

B) Eficiência energética.

C) Escolha forçada.

D) Auditoria mista.

E) Reforço positivo.

56. 

Artefatos, valores e pressupostos básicos são 

considerados níveis da cultura organizacional, 

fazendo parte, assim, do ambiente organizacional:

A) operacional.

B) contextual.

C) estratégico.

D) interno.

E) tático.

57. 

O modelo de contingência de Fiedler, o conceito de 

percepção seletiva e a teoria da avaliação cognitiva 

correspondem, respectivamente, às abordagens de:

A) estratégia, avaliação e recrutamento.

B) liderança, comunicação e motivação.

C) comunicação, aprendizagem e liderança.

D) avaliação, seleção e estratégia.

E) motivação, recrutamento e aprendizagem.

58. 

Centralização, formalização e complexidade 

são características do conceito de:

A) ambiente organizacional.

B) processo organizacional.

C) estrutura organizacional.

D) desempenho organizacional.

E) mudança organizacional.

59. 

Nos estabelecimentos assistenciais de saúde exis-

tem diferentes tipos de áreas, que demandam estra-

tégias específicas, especialmente quanto à gestão 

da saúde e segurança no trabalho. Indique a alter-

nativa que apresenta, respectivamente, uma área 

crítica, uma área semicrítica e uma área não crítica.

A) Laboratório, lavanderia e vestiário.

B) Ambulatório, vestiário e laboratório.

C) Lavanderia, berçário e ambulatório.

D) Berçário, auditório e recepção.

E) Vestiário, laboratório e lavanderia.

60. 

O método de consenso, racionalização e ordena-

ção das organizações prestadoras de serviços hos-

pitalares e, principalmente, de educação permanente 

dos seus profissionais, é chamado de processo de:

A) acreditação.

B) revalidação.

C) contabilização.

D) inventário.

E) categorização.

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