Prova Concurso - Administração - ADMINISTRADOR - CEPS - UFPA - 2018

Prova - Administração - ADMINISTRADOR - CEPS - UFPA - 2018

Detalhes

Profissão: Administração
Cargo: ADMINISTRADOR
Órgão: UFPA
Banca: CEPS
Ano: 2018
Nível: Superior

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL 

UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ 

 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS  

TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO

 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 
 

NÍVEL E (Nível Superior) 

ADMINISTRADOR 

 

13 de maio de 2018 

 

GABARITO OFICIAL DEFINITIVO 

 

CONHECIMENTOS BÁSICOS 

LÍNGUA PORTUGUESA 

LEGISLAÇÃO 

11 

16 

12 

17 

13 

18 

14 

19 

10 

15 

20 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 

21 

31 

41 

22 

32 

42 

23 

33 

43 

24 

34 

44 

25 

35 

45 

26 

36 

46 

27 

37 

47 

28 

38 

48 

29 

39 

49 

30 

40 

50 

 

Prova

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL 

UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ 

 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS 

TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO

 

EDITAL Nº 031/2018 - UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 
 

NÍVEL E (Nível Superior) 

ADMINISTRADOR 

13 de maio de 2018 

 

Nome: ___________________________________ Nº de Inscrição: _________ 

 

BOLETIM DE QUESTÕES 

 

LEIA COM MUITA ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES SEGUINTES. 

 

1  Este BOLETIM DE QUESTÕES contém 50 QUESTÕES OBJETIVAS, sendo Conhec im entos B ás ic os  - 10 de Língua 

Portuguesa e 10 de Legislação, e 30 de Conhecimentos Específicos. Cada questão objetiva apresenta cinco alternativas, 
identificadas com as letras (A)(B)(C)(D) (E), das quais apenas uma é correta. 

 

2  Confira se, além deste BOLETIM DE QUESTÕES, você recebeu o CARTÃO-RESPOSTA. 

 

3  É necessário conferir se a prova está completa e sem falhas, bem como se o seu nome e seu número de inscrição 

conferem com os dados contidos no CARTÃO-RESPOSTA. Caso exista algum problema, comunique-o imediatamente ao 
fiscal de sala. 

 

4  Após a conferência, assine seu nome no espaço próprio do CARTÃO-RESPOSTA. 

 

5  A marcação do CARTÃO-RESPOSTA deve ser feita com caneta esferográfica de tinta preta ou azul. 

 

6  O   CARTÃO-RESPOSTA não pode ser dobrado, amassado, rasurado, manchado ou danificado de qualquer modo. Não é 

permitida a utilização de qualquer espécie de corretivo. O Cartão-Resposta somente será substituído caso contenha falha de 
impressão e/ou se os dados contidos no cartão não corresponderem aos seus. 

 

7  O CARTÃO-RESPOSTA será o único documento considerado para a correção das provas objetivas. 

 

8  O candidato deverá permanecer obrigatoriamente no local de realização da prova por, no mínimo, 2 (duas) horas após o início 

da prova. 

 

9  Quando terminar a prova, devolva ao fiscal de sala todo o material relacionado no item 2 acima e assine a LISTA DE 

PRESENÇA. A assinatura do seu nome deve corresponder àquela que consta no seu documento de identificação. 

 

10  Somente será permitido ao candidato levar o seu Boletim de Questões, ao deixar em definitivo a sala de provas no decurso dos 

últimos 30 (trinta) minutos que antecedem o término da prova. 

 

11  O tempo disponível para a prova é de quatro horascom início às 14h30min e término às 18h30min, observado o horário 

de Belém-PA. O candidato na condição de PcD que solicitou tempo adicional tem direito 1 (uma) hora além do tempo 
determinado para a prova. 

 

12 Reserve os 30 minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no 

BOLETIM DE QUESTÕES não serão considerados na avaliação. 

UNIFESSPA 2018 

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CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

 

MARQUE A ÚNICA ALTERNATIVA CORRETA NAS QUESTÕES DE 1 A 50. 

 

LÍNGUA PORTUGUESA (CONHECIMENTOS BÁSICOS) 

 

Reencarnação 

 









10 
11 
12 
13 
14 
15 
16 
17 
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19 
20 
21 
22 
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25 
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30 
31 
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33 
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56 

Em sua última vida (ao menos das que tivemos notícia), Peter Hulme era um simples funcionário 

de bingo em Birmingham, Inglaterra. No entanto, ele vivia às voltas com um sonho recorrente e dramático: 
nele, soldados que pareciam vindos do passado atacavam um castelo sempre inacessível. Hulme não 
nutria maior interesse por história e jurava não ter ideia da origem de suas visões. Em busca de uma 
resposta, nos anos 90, submeteu-se a sessões de hipnose. O resultado foi inusitado: concluiu que também 
tinha sido John Raphael, soldado escocês servindo a certo capitão Leverett na Escócia do século 17. 

Parecia uma fantasia, mesmo porque inexistiam registros históricos de uma batalha na região e 

nas circunstâncias descritas por Hulme. Investigando por conta própria, ele e seu irmão Bob encontraram 
indícios da existência do castelo e, empolgados, resolveram viajar à Escócia em busca de provas. Contra 
todas as expectativas, recuperaram resquícios de batalha no local apontado por Hulme – e, mergulhando 
em documentos antiquíssimos, acharam documentos que comprovam a existência de um capitão Leverett 
e do próprio John Raphael. Com base nesses indícios, Peter Hulme afirmou até o fim da vida que suas 
memórias eram genuínas e ele era, de fato, a reencarnação de um soldado escocês. O caso de Hulme não 
está acima de dúvidas: historiadores apontam inconsistências e contradições nas memórias do suposto 
reencarnado. Mas o relato ilustra uma situação que ainda intriga a ciência: pessoas que juram recordar 
experiências de vidas passadas, em detalhes às vezes desconcertantes para os cientistas. 

A ideia de uma consciência que sobrevive à morte e reencarna em novos corpos é quase tão antiga 

quanto a fé em divindades e surgiu de forma independente em inúmeras culturas ao redor do planeta. De 
todos os cantos do globo, encontrou na Ásia o terreno mais fértil. A ideia está tão arraigada nas crenças 
hinduístas e budistas que, em lugares como Índia e Sri Lanka, a reencarnação é vista como algo quase 
natural. Não é à toa que surgem de lá muito dos casos considerados mais sólidos pelos pesquisadores do 
tema – como o de Swarnlata Mishra, que desde os 3 anos recordava com riqueza de detalhes a vida de 
outra pessoa, chamada Biya e morta quase uma década antes. 

A naturalidade com que Swarnlata tratava os integrantes de sua “outra” família, ao ponto de 

mencionar apelidos íntimos de gente que não conhecia pessoalmente, fez com que o caso virasse um 
clássico e deixa pesquisadores coçando a cabeça até hoje. Mesmo no mundo ocidental, uma boa parcela 
da população acredita em reencarnações, um interesse que aumentou em alguns países após o surgimento 
do espiritismo na França do século 19. Na Europa Ocidental, dados de 2006 apontam que 22% pensam 
que a reencarnação é uma realidade, enquanto nos EUA pesquisas falam em 20 a 25% de crença em vidas 
passadas. Nas cidades do Ocidente, em especial no Brasil, a doutrina espírita tem grande penetração, e 
manifestações religiosas recentes, como a cientologia, também levam as vidas passadas como parte de 
suas crenças. 

A postura da ciência diante disso tudo é de ceticismo. A maioria dos cientistas trata os relatos de 

vidas passadas como frivolidades, frutos de autoindução ou fraudes. Além disso, não existe nenhum indício 
científico de que a “alma” exista ou de que ela possa sobreviver à morte do corpo (ela existiria de que forma 
entre uma encarnação e outra?). Mas é claro que alguns pesquisadores pensam diferente. Um dos mais 
destacados foi o psiquiatra Ian Stevenson, que dedicou mais de 40 anos ao estudo de quase 3 mil relatos 
de crianças ao redor do mundo. De acordo com Stevenson, a maioria das recordações infantis sobre vidas 
passadas envolve mortes violentas, com relatos iniciando entre 2 a 4 anos e quase sempre desaparecendo 
antes da adolescência. Ele também estudou sinais de nascença e tumores, dizendo que podiam relevar 
ferimentos sofridos em vidas anteriores. Em um estudo de 1992, Stevenson cita 49 casos onde foram 
localizados documentos médicos de pessoas que as crianças diziam ter sido em vidas anteriores. De 
acordo com o pesquisador, a correspondência entre ferimentos mortais e sinais físicos nos supostos 
reencarnados seria no mínimo satisfatória em 43 desses casos, 88% do total. No entanto, o próprio 
Stevenson admitia uma grave lacuna: seus estudos não mostram como seria possível uma consciência 
sobreviver à morte física e ingressar no corpo de outra pessoa. Seus livros são alvos de muitas críticas, 
que vão desde análise tendenciosa dos dados até uso de fontes não confiáveis, que já acreditavam em 
reencarnação antes dos supostos casos na família. Ou seja, não existiria evidência de reencarnação além 
de depoimentos dos próprios reencarnados ou de indícios que, mesmo intrigantes, podem ser meras 
coincidências. 

Mas alguns aspectos de supostas vidas passadas ainda são desconcertantes para a ciência. É o 

caso, por exemplo, da xenoglossia, uma capacidade súbita que algumas pessoas manifestam de falar, com 
diferentes graus de fluência, línguas que deveriam desconhecer. Um dos casos mais marcantes é o de Iris 
Farczády, uma húngara de 16 anos que, no ano de 1933, passou a agir como uma espanhola de 41 anos 
chamada Lucía, morta anos antes. A suposta reencarnada esqueceu o húngaro natal e passou a falar 
espanhol fluente, nunca mais recuperando sua personalidade anterior. O caso está registrado no livro 

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CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

 

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Paranormal Experience and Survival of Death (“Experiência paranormal e sobrevivência da morte”, sem 
tradução para o português), de Carl Becker, professor de ética médica da Universidade de Kyoto. Para a 
maioria dos cientistas, a história de Iris (ou Lucía) não passa de mais um caso de almanaque, mas há quem 
acredite que a comprovação científica da xenoglossia seria a prova definitiva de que a reencarnação é uma 
realidade. É viver (uma ou mais vezes) para crer. 

NATUSCHIgor. ReencarnaçãoDossiê Superinteressante - Sobrenatural: o lado oculto da realidade

Edição 383-A, dez. 2017. 

 
 

1 

O texto de Igor Natusch aborda a “reencarnação” sem, contudo, se comprometer com a sua existência. 
Verifica-se esse fato em trechos como 

 

(A)  “Hulme não nutria maior interesse por história e jurava não ter ideia da origem de suas visões.” (linhas 3 e 4) 

(B)  “De todos os cantos do globo, encontrou na Ásia o terreno mais fértil.” (linhas 18 e 19) 

(C)  “Mesmo no mundo ocidental, uma boa parcela da população acredita em reencarnações,...” (linhas 26 e 27) 

(D)  “Nas cidades do Ocidente, em especial no Brasil, a doutrina espírita tem grande penetração,...” (linha 30) 

(E)  “Mas alguns aspectos de supostas vidas passadas ainda são desconcertantes para a ciência.” (linha 51) 
 

2 

Em relação à ciência, infere-se da leitura do texto que 

 

(A)  todos os cientistas duvidam da existência da reencarnação. 

(B)  nenhum cientista se dedica a pesquisar esse assunto. 

(C)  todos os fatos alegados como prova da reencarnação são passíveis de serem refutados pela ciência. 

(D)  os indícios de vidas passadas, como sinais de nascença e tumores, são provas científicas da reencarnação. 

(A)  a xenoglossia é prova definitiva de que a reencarnação é uma  realidade. 
 

3 

De acordo com o texto, a crença em reencarnação 

 

(A)  é recente na história da humanidade. 

(B)  é rejeitada por  hinduístas e budistas. 

(C)  não encontrou espaço no mundo ocidental.  

(D)  é antiga e surgiu de forma independente  em diferentes culturas. 

(E)  apareceu com o surgimento do espiritismo na França do século 19. 
 

4 

A palavra que, no texto, pode ser substituída por enraizado/a (s) sem prejuízo para o significado é 

 

(A)  recorrente (linha 2).  

(B)  fértil (linha 19). 

(C)  arraigada (linha 19). 

(D)  genuínas (linha 13). 

(E)  físicos (linha 43). 
 

5 

O trecho “Contra todas as expectativas, ...” (linhas 9 e 10) leva a compreender que 

 

(A)  as provas encontradas por Hulme frustraram os espectadores. 

(B)  os achados de Hulme foram de encontro ao que  se podia esperar. 

(C)  as provas encontradas por Hulme eram falsas. 

(D)  o resultado da investigação de Hulme foi ao encontro do que era esperado. 

(E)  as descobertas de Hulme estão acima de qualquer suspeita. 
 

6 

No trecho “A postura da ciência diante disso tudo é de ceticismo.” (linha 33), o termo ceticismo significa 

 

(A) crítica. 

(B) indiferença. 

(C) comprometimento. 

(D) certeza. 

(E) dúvida. 
 
 
 

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CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

 

7 

Peter Hulme afirmava ter sido, em vida passada, um/a 

 

(A)  funcionário de bingo. 

(B) soldado 

escocês. 

(C)  húngara de 16 anos. 

(D) capitão 

escocês. 

(E)  espanhola de 41 anos. 
 

8 

Há quem acredite que, para comprovar cientificamente a existência da reencarnação, a ciência precisaria 

 

(A)  refutar a afirmação de que a alma existe e pode sobreviver à morte do corpo. 

(B)  mostrar que as visões de Peter Hulme eram pura fantasia. 

(C)  provar que as recordações de Swarnlata Mishra eram falsas. 

(D)  mostrar que a correspondência entre ferimentos mortais e sinais físicos nos supostos reencarnados é 

insatisfatória. 

(E)  comprovar que os casos de  xenoglossia, como o de Iris Farczády, são verdadeiros. 
 

9 

Em relação ao aumento de interesse pela reencarnação no mundo ocidental, é correto afirmar que 

 

(A)  decorre do desenvolvimento da cientologia. 

(B)  ocorreu após o surgimento do espiritismo na França. 

(C)  foi ocasionado pela implantação do espiritismo no Brasil. 

(D)  se deu em razão do aumento de crenças em vidas passadas nos EUA. 

(E)  ocorreu em todos os países, uma vez que a reencarnação é vista como algo natural. 
 

10 

A expressão idiomática coçando a cabeça, que aparece no trecho “deixa pesquisadores coçando a cabeça 
até hoje
” (linha 26), informa que os cientistas 

 

(A)  continuam duvidando da existência da reencarnação. 

(B)  continuam intrigados com o caso de Swarnlata. 

(C)  consideram impossível comprovar os relatos de Swarnlata. 

(D)  comemoram os resultados das pesquisas sobre reencarnação. 

(E)  ficam surpresos até hoje diante da naturalidade dos relatos de Swarnlata. 
 
 

LEGISLAÇÃO (CONHECIMENTOS BÁSICOS) 

 

11 

De acordo com a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, que dispõem sobre o regime 
jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, a vacância 
do cargo público dar-se-á por 

 

(A)  I – exoneração; II – demissão; III – readaptação; IV – aposentadoria; V – posse em outro cargo inacumulável; 

e VI – falecimento.  

(B)  I – exoneração; II – demissão; III – promoção – IV – readaptação; V – aposentadoria; VI – posse em outro 

cargo inacumulável; e VII – falecimento.  

(C)  I – exoneração; II – demissão; III – promoção – IV – readaptação; V – posse em outro cargo inacumulável; e 

VI – falecimento.  

(D)  I – exoneração; II – demissão; III – promoção – IV – readaptação; V – aposentadoria; e VI – falecimento.  

(E)  I – exoneração; II – demissão; III – promoção – IV – readaptação; V – aposentadoria; e VI – posse em outro 

cargo inacumulável. 

 

12 

Contempla a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, que dispõem sobre o regime jurídico 
dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, que a remoção é o 
deslocamento do servidor, 

 

(A)  a pedido, no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede. 

(B)  de ofício, no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede. 

(C)  a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede. 

(D)  a pedido ou de ofício, não obrigatoriamente no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede. 

(E)  a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro, com mudança de sede, exclusivamente. 

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CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

 

13 

Em conformidade com a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, que dispõem sobre o 
regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, além 
da licença por motivo de doença em pessoa da família e para tratar de interesse particulares, outras licenças 
também poderão ser concedidas ao servidor: 

 

(A)  I – por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; II – para o serviço militar; III – para atividade 

política; IV – para capacitação; e V – para desempenho de mandato classista.  

(B)  I – por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; II – para atividade política; III – para capacitação; 

e IV – para desempenho de mandato classista.  

(C)  I – por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; II – para o serviço militar; III – para capacitação; 

e IV – para desempenho de mandato classista. 

(D)  I – por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; II – para o serviço militar; III – para atividade 

política; e IV – para desempenho de mandato classista. 

(E)  I – por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; II – para o serviço militar; III – para atividade 

política; IV – para capacitação. 

 

14 

Além de ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do chefe imediato, e retirar, 
sem prévia anuência da autoridade competente, qualquer documento ou objeto da repartição, conforme 
determina a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, que dispõem sobre o regime jurídico 
dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, existem outras 
proibições, tais como: 

 

(A)  I – recusar fé a documentos públicos; II – opor resistência injustificada ao andamento de documento e 

processo ou execução de serviço; III – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da 
repartição; IV – cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de 
atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado; V – coagir ou aliciar subordinados no 
sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindical, ou a partido político; VI – manter sob sua chefia 
imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, companheiro ou parente até o segundo grau civil; VII - 
guardar sigilo sobre assunto da repartição. 

(B)  I – recusar fé a documentos públicos; II – opor resistência injustificada ao andamento de documento e 

processo ou execução de serviço; III – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da 
repartição; IV – cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de 
atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado; V – coagir ou aliciar subordinados no 
sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindical, ou a partido político; VI – cumprir as ordens 
superiores, exceto quando manifestamente ilegais; VII – valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de 
outrem, em detrimento da dignidade da função pública, dentre outros. 

(C)  I – recusar fé a documentos públicos; II – opor resistência injustificada ao andamento de documento e 

processo ou execução de serviço; III – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da 
repartição; IV – cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de 
atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado; V – coagir ou aliciar subordinados no 
sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindical, ou a partido político; VI – manter sob sua chefia 
imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, companheiro ou parente até o segundo grau civil; VII – 
valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública, 
dentre outros. 

(D)  I – recusar fé a documentos públicos; II – opor resistência injustificada ao andamento de documento e 

processo ou execução de serviço; III – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da 
repartição; IV – cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de 
atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado; V – representar contra ilegalidade, 
omissão ou abuso de poder; VI – manter sob sua chefia imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, 
companheiro ou parente até o segundo grau civil; VII – valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de 
outrem, em detrimento da dignidade da função pública, dentre outros. 

(E)  I – recusar fé a documentos públicos; II – opor resistência injustificada ao andamento de documento e 

processo ou execução de serviço; III – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da 
repartição; IV – levar as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ao conhecimento da autoridade 
superior ou, quando houver suspeita de envolvimento desta, ao conhecimento de outra autoridade 
competente para apuração; V – coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se a associação 
profissional ou sindical, ou a partido político; VI – manter sob sua chefia imediata, em cargo ou função de 
confiança, cônjuge, companheiro ou parente até o segundo grau civil; VII – valer-se do cargo para lograr 
proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública, dentre outros. 

 
 
 

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CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

 

15 

Em conformidade com o Decreto nº 1.171, de 22 de junho de 1994, que aprova o Código de Ética Profissional 
do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, é vedado ao servidor público: 

 

(A)  I – O uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influência, para obter qualquer 

favorecimento, para si ou para outrem; II – prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou 
de cidadãos que deles dependam; III – ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro 
ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de sua profissão; IV – usar de artifícios para 
procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou 
material; deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para 
atendimento do seu mister; V – permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou 
interesse de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com 
colegas hierarquicamente superiores ou inferiores; VI – pleitear, solicitar, provocar, sugerir ou receber 
qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, 
para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro servidor 
para o mesmo fim; VII – alterar ou deturpar o teor de documentos que deva encaminhar para providências; 
VIII – iludir ou tentar iludir qualquer pessoa que necessite do atendimento em serviços públicos; dentre outros. 

(B)  I – O uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influência, para obter qualquer 

favorecimento, para si ou para outrem; II – prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou 
de cidadãos que deles dependam; III – ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro 
ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de sua profissão; IV – usar de artifícios para 
procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou 
material; deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para 
atendimento do seu mister; V – permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou 
interesse de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com 
colegas hierarquicamente superiores ou inferiores; VI – pleitear, solicitar, provocar, sugerir ou receber 
qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, 
para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro servidor 
para o mesmo fim; VII – exercer com estrita moderação as prerrogativas funcionais que lhe sejam atribuídas, 
abstendo-se de fazê-lo contrariamente aos legítimos interesses dos usuários do serviço público e dos 
jurisdicionados administrativos. 

(C)  I – O uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influência, para obter qualquer 

favorecimento, para si ou para outrem; II – prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou 
de cidadãos que deles dependam; III – ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro 
ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de sua profissão; IV – usar de artifícios para 
procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou 
material; deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para 
atendimento do seu mister; V – permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou 
interesse de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com 
colegas hierarquicamente superiores ou inferiores; VI – pleitear, solicitar, provocar, sugerir ou receber 
qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, 
para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro servidor 
para o mesmo fim; VII – abster-se, de forma absoluta, de exercer sua função, poder ou autoridade com 
finalidade estranha ao interesse público, mesmo que observando as formalidades legais e não cometendo 
qualquer violação expressa à lei. 

(D)  I – O uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influência, para obter qualquer 

favorecimento, para si ou para outrem; II – prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou 
de cidadãos que deles dependam; III – ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro 
ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de sua profissão; IV – usar de artifícios para 
procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou 
material; deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para 
atendimento do seu mister; V – permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou 
interesse de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com 
colegas hierarquicamente superiores ou inferiores; VI – pleitear, solicitar, provocar, sugerir ou receber 
qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, 
para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro servidor 
para o mesmo fim; VII – cumprir, de acordo com as normas do serviço e as instruções superiores, as tarefas 
de seu cargo ou função, tanto quanto possível, com critério, segurança e rapidez, mantendo tudo sempre em 
boa ordem. 

(E)  I – O uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influência, para obter qualquer 

favorecimento, para si ou para outrem; II – prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou 
de cidadãos que deles dependam; III – ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro 
ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de sua profissão; IV – usar de artifícios para 
procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou 

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material; deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para 
atendimento do seu mister; V – permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou 
interesse de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com 
colegas hierarquicamente superiores ou inferiores; VI – pleitear, solicitar, provocar, sugerir ou receber 
qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, 
para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro servidor 
para o mesmo fim; VII – resistir a todas as pressões de superiores hierárquicos, de contratantes, interessados 
e outros que visem obter quaisquer favores, benesses ou vantagens indevidas em decorrência de ações 
imorais, ilegais ou aéticas e denunciá-las. 

 

16 

Além da advertência, suspensão e demissão, de acordo com a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e 
suas alterações, que dispõem sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias 
e das fundações públicas federais, existem outras penalidades disciplinares, como: 

 

(A)  I – cassação de aposentadoria ou disponibilidade; e II – destituição de cargo em comissão.  

(B)  I – destituição de cargo em comissão; e II – destituição de função comissionada.  

(C)  I – cassação de aposentadoria ou disponibilidade; e II – destituição de função comissionada.  

(D)  I – cassação de aposentadoria ou disponibilidade. 

(E)  I – cassação de aposentadoria ou disponibilidade; II – destituição de cargo em comissão; e III – destituição 

de função comissionada.  

 

17 

O Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de 
Pessoal da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, e regulamenta dispositivos da Lei 
n

o

 8.112, de 11 de dezembro de 1990. Para fins deste Decreto, são instrumentos da Política Nacional de 

Desenvolvimento de Pessoal: 

 

(A)  I – plano bianual de capacitação; II – relatório de execução do plano anual de capacitação; tão-somente. 

(B)  I – plano trianual de capacitação; II – relatório de execução do plano anual de capacitação; e III – sistema de 

gestão por competência. 

(C)  I – plano semestral de capacitação; II – relatório de execução do plano anual de capacitação; e III – sistema 

de gestão por competência. 

(D)  I – plano anual de capacitação; II – relatório de execução do plano anual de capacitação; e III – sistema de 

gestão por competência. 

(E)  I – plano mensal de capacitação; II – relatório de execução do plano anual de capacitação; e III – sistema de 

gestão por competência. 

 

18 

O Decreto nº 5.825, de 29 de junho de 2006, estabelece as diretrizes para elaboração do Plano de 
Desenvolvimento dos Integrantes do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, 
instituído pela Lei n

o

 11.091, de 12 de janeiro de 2005. Dentre outras finalidades, este Decreto contempla o 

Programa de Capacitação e Aperfeiçoamento, que terá por objetivo: 

 

(A)  I – contribuir para o desenvolvimento do servidor, como profissional e cidadão; e II – capacitar o servidor para 

o desenvolvimento de ações de gestão pública, somente.   

(B)  I – contribuir para o desenvolvimento do servidor, como profissional e cidadão; e II – capacitar o servidor para 

o exercício de atividade de forma articulada com a função social da IFE, somente. 

(C)  I – contribuir para o desenvolvimento do servidor, como profissional e cidadão; II – capacitar o servidor para 

o desenvolvimento de ações de gestão pública; e III – capacitar o servidor para o exercício de atividade de 
forma articulada com a função social da IFE.  

(D)  I – capacitar o servidor para o desenvolvimento de ações de gestão pública; e II – capacitar o servidor para o 

exercício de atividade de forma articulada com a função social da IFE, somente.  

(E)  I – capacitar o servidor para o desenvolvimento de ações de gestão pública; e II – capacitar o servidor técnico-

administrativo, docente, discente e integrantes da comunidade circunvizinha, para o exercício de atividade de 
forma articulada com a função social da IFE.  

 
 
 
 
 
 
 
 
 

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19 

De acordo com a Lei nº 11.091, de 12 de janeiro de 2005, que dispõe sobre a estruturação do Plano de 
Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino 
vinculadas ao Ministério da Educação, e dá outras providências, para todos os efeitos desta Lei, aplicam-se 
os seguintes conceitos: 

 

(A)  I – plano de carreira: conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional 

dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de 
gestão do órgão ou entidade; II – nível de classificação: conjunto de cargos de mesma hierarquia, 
classificados a partir do requisito de escolaridade, nível de responsabilidade, conhecimentos, habilidades 
específicas, formação especializada, experiência, risco e esforço físico para o desempenho de suas 
atribuições; III – padrão de vencimento: posição do servidor na escala de vencimento da carreira em função 
do nível de capacitação, cargo e nível de classificação; IV – cargo: conjunto de atribuições e responsabilidades 
previstas na estrutura organizacional que são cometidas a um servidor; V – nível de capacitação: posição do 
servidor na Matriz Hierárquica dos Padrões de Vencimento em decorrência da capacitação profissional para 
o exercício das atividades do cargo ocupado, realizada após o ingresso; e VI – ambiente organizacional: área 
específica de atuação do servidor, integrada por atividades afins ou complementares, organizada a partir das 
necessidades institucionais e que orienta a política de desenvolvimento de pessoal, exclusivamente. 

(B)  I – plano de carreira: conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional 

dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de 
gestão do órgão ou entidade; II – nível de classificação: conjunto de cargos de mesma hierarquia, 
classificados a partir do requisito de escolaridade, nível de responsabilidade, conhecimentos, habilidades 
específicas, formação especializada, experiência, risco e esforço físico para o desempenho de suas 
atribuições; III – padrão de vencimento: posição do servidor na escala de vencimento da carreira em função 
do nível de capacitação, cargo e nível de classificação; IV – cargo: conjunto de atribuições e responsabilidades 
previstas na estrutura organizacional que são cometidas a um servidor; V – nível de capacitação: posição do 
servidor na Matriz Hierárquica dos Padrões de Vencimento em decorrência da capacitação profissional para 
o exercício das atividades do cargo ocupado, realizada após o ingresso; VI – ambiente organizacional: área 
específica de atuação do servidor, integrada por atividades afins ou complementares, organizada a partir das 
necessidades institucionais e que orienta a política de desenvolvimento de pessoal; e VII – usuários: pessoas 
ou coletividades internas ou externas à Instituição Federal de Ensino que usufruem direta ou indiretamente 
dos serviços por ela prestados. 

(C)  I – plano de carreira: conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional 

dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de 
gestão do órgão ou entidade; II – nível de classificação: conjunto de cargos de mesma hierarquia, 
classificados a partir do requisito de escolaridade, nível de responsabilidade, conhecimentos, habilidades 
específicas, formação especializada, experiência, risco e esforço físico para o desempenho de suas 
atribuições; III – padrão de vencimento: posição do servidor na escala de vencimento da carreira em função 
do nível de capacitação, cargo e nível de classificação; IV – cargo: conjunto de atribuições e responsabilidades 
previstas na estrutura organizacional que são cometidas a um servidor; V – nível de capacitação: posição do 
servidor na Matriz Hierárquica dos Padrões de Vencimento em decorrência da capacitação profissional para 
o exercício das atividades do cargo ocupado, realizada após o ingresso; e VI – usuários: pessoas ou 
coletividades internas ou externas à Instituição Federal de Ensino que usufruem direta ou indiretamente dos 
serviços por ela prestados, exclusivamente. 

(D)  I – plano de carreira: conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional 

dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de 
gestão do órgão ou entidade; II – nível de classificação: conjunto de cargos de mesma hierarquia, 
classificados a partir do requisito de escolaridade, nível de responsabilidade, conhecimentos, habilidades 
específicas, formação especializada, experiência, risco e esforço físico para o desempenho de suas 
atribuições; III – cargo: conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que 
são cometidas a um servidor; IV – nível de capacitação: posição do servidor na Matriz Hierárquica dos 
Padrões de Vencimento em decorrência da capacitação profissional para o exercício das atividades do cargo 
ocupado, realizada após o ingresso; V – ambiente organizacional: área específica de atuação do servidor, 
integrada por atividades afins ou complementares, organizada a partir das necessidades institucionais e que 
orienta a política de desenvolvimento de pessoal; e VI – usuários: pessoas ou coletividades internas ou 
externas à Instituição Federal de Ensino que usufruem direta ou indiretamente dos serviços por ela prestados, 
exclusivamente. 

(E)  I – plano de carreira: conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional 

dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de 
gestão do órgão ou entidade; II – padrão de vencimento: posição do servidor na escala de vencimento da 
carreira em função do nível de capacitação, cargo e nível de classificação; III – cargo: conjunto de atribuições 
e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que são cometidas a um servidor; IV – nível de 
capacitação: posição do servidor na Matriz Hierárquica dos Padrões de Vencimento em decorrência da 
capacitação profissional para o exercício das atividades do cargo ocupado, realizada após o ingresso; V – 

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ambiente organizacional: área específica de atuação do servidor, integrada por atividades afins ou 
complementares, organizada a partir das necessidades institucionais e que orienta a política de 
desenvolvimento de pessoal; e VI – usuários: pessoas ou coletividades internas ou externas à Instituição 
Federal de Ensino que usufruem direta ou indiretamente dos serviços por ela prestados, exclusivamente. 

 

20 

O Decreto nº 9.094, de 17 de julho de 2017, dispõe sobre a simplificação do atendimento prestado aos 
usuários dos serviços públicos, ratifica a dispensa do reconhecimento de firma e da autenticação em 
documentos produzidos no País e institui a Carta de Serviços ao Usuário. No atendimento aos usuários dos 
serviços públicos, os órgãos e as entidades do Poder Executivo federal observarão as seguintes práticas: 

 

(A)  I – gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania, nos termos da Lei nº 9.265, de 12 de fevereiro 

de 1996; II – padronização de procedimentos referentes à utilização de formulários, guias e outros 
documentos congêneres; e III – vedação de recusa de recebimento de requerimentos pelos serviços de 
protocolo, exceto quando o órgão ou a entidade for manifestamente incompetente. 

(B)  I – gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania, nos termos da Lei nº 9.265, de 12 de fevereiro 

de 1996; e II – padronização de procedimentos referentes à utilização de formulários, guias e outros 
documentos, exclusivamente. 

(C)  I – gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania, nos termos da Lei nº 9.265, de 12 de fevereiro 

de 1996; e II – vedação de recusa de recebimento de requerimentos pelos serviços de protocolo, exceto 
quando o órgão ou a entidade for manifestamente incompetente, exclusivamente. 

(D)  I – padronização de procedimentos referentes à utilização de formulários, guias e outros documentos; e II – 

vedação de recusa de recebimento de requerimentos pelos serviços de protocolo, exceto quando o órgão ou 
a entidade for manifestamente incompetente, exclusivamente. 

(E)  I – gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania, nos termos da Lei nº 9.265, de 12 de fevereiro 

de 1996; II – sem a necessidade de padronização de procedimentos referentes à utilização de formulários, 
guias e outros documentos; e III – vedação de recusa de recebimento de requerimentos pelos serviços de 
protocolo, exceto quando o órgão ou a entidade for manifestamente incompetente. 

 
 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 

 

21 

As instituições públicas têm evoluído sua forma de atuar, passando a ter um caráter mais dinâmico no 
atendimento ao público, visando trabalhar o processo administrativo como um todo em movimento. Essa visão 
do atendimento ao público corresponde à característica 

 

(A) Segmentada. 

(B) Vertical. 

(C) Sistêmica. 

(D) Horizontal. 

(E) Burocrática. 
 

22 

Os gestores devem utilizar suas melhores habilidades conceituais, humanas e técnicas para tornarem as 
decisões mais adequadas a um determinado momento. Para isso, o administrador deverá ter a capacidade 
de análise de fatores externos e internos para melhor uso de recursos escassos no alcance de objetivos, além 
de conhecimento de planejamento e principalmente de formulação, análise e avaliação de diretrizes, o que 
enfatiza a necessidade de maior domínio em 

 

(A) desenho 

organizacional. 

(B) dinâmica 

de 

grupo. 

(C) definição 

de 

estratégia. 

(D) negociação 

de 

papéis. 

(E) racionalidade 

administrativa. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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10 

 

23 

Os administradores precisam ter capacidade mental para analisar e diagnosticar situações complexas, 
processando e interpretando racionalmente as informações. O processo de tomada de decisão, por exemplo, 
exige que o administrador seja capaz de identificar problemas, desenvolver soluções alternativas para corrigi-
los, avaliar essas alternativas e selecionar a melhor. Essa tarefa requer habilidades 

 

(A) humanas. 

(B) técnicas. 

(C) de 

ação. 

(D) analíticas. 

(E) conceituais. 
 

24 

O sistema de gestão, no caso de uma organização pública, tem sua definição em aspectos de natureza 
histórica, elementos culturais de forma geral, além de aspectos constitucionais e legais. A cultura interfere de 
forma determinante no desempenho das instituições públicas, permeando constantemente 

 

(A)  a estrutura, os processos e as pessoas. 

(B)  a estrutura, o cargo e os processos. 

(C)  as pessoas, os processos e os níveis organizacionais. 

(D)  o cargo, as pessoas e o ambiente. 

(E)  os processos, o ambiente e os níveis organizacionais. 
 

25

 

A resistência à mudança encontra-se fortalecida em termos de intensidade quando analisada no contexto da 
Administração Pública. Observa-se que a resistência à mudança está relacionada a uma contabilização de 
perdas e ganhos potenciais que possam ocorrer de uma inovação introduzida por um processo de mudança. 
Nessa linha, a resistência à mudança precisa ser compreendida a partir de um sistema de 

 

(A) monitoramento. 

(B) resultados. 

(C) reorganização. 

(D) recompensas. 

(E) comparação. 
 

26 

A mudança que se pretende em uma instituição está ligada à dimensão estratégica dessa instituição. Ou seja, 
o que as instituições definem como situação desejada no processo de resolver seus problemas deverá estar 
ligado às estratégias e, para alcançá-las ou adaptá-las, as instituições públicas procedem a vários ciclos de 
transformação, cuja contextualização no campo da gestão das instituições admite duas perspectivas de 
análise: 

 

(A)  A dos tempos e a dos movimentos. 

(B)  A do ambiente e a da tecnologia. 

(C)  A do social e a do técnico. 

(D)  A da rotina e a da mudança. 

(E)  A clássica e a estruturalista. 
 

27

 

O servidor público deve ser um agente de mudanças, com competências em aspectos gerais da instituição, 
assim como conhecedor da gestão de pessoas que colabora com o processo de transformação 
organizacional, que considera que o objetivo da mudança é trazer satisfação e harmonia ao ambiente de 
trabalho tanto como fatores de realização e desenvolvimento pessoal, como causadores de eficiência, a partir 
da perspectiva 

 

(A) técnica. 

(B) estrutural. 

(C) burocrática. 

(D) instrumental. 

(E) humana. 
 
 
 
 
 
 

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11 

 

28 

O administrador pode não ter autonomia para intervir e modificar a cultura organizacional de uma instituição, 
todavia pode ter condições de alterar e melhorar o clima organizacional de seu departamento, da sua equipe 
de trabalho, seja intervindo nos elementos que o compõem, seja atuando nos fatores que o determinam. 

 

Entre os elementos que interferem no clima organizacional, citam-se: 

 

(A)  Seleção de funcionários, tomada de decisões. 

(B)  Horários de entrada e saída, cronogramas de atividades. 

(C)  Forças motivacionais, formulação de objetivos. 

(D)  Rituais, políticas, programas de recursos humanos. 

(E)  Planilhas de operacionalização, processos de liderança. 
 

29 

As falhas nos fluxos de comunicação organizacional afetam diretamente o resultado de um processo de 
mudança. Diante das possíveis disfunções capazes de comprometer o processo de comunicação, duas são 
as estratégias e ação indicadas: 

 

(A)  A redução dos níveis de comando e a implantação de controles. 

(B)  A transparência das decisões e a ação planejada. 

(C)  A qualificação de agentes e o controle das decisões. 

(D)  A criação de níveis verticais e a execução de controles. 

(E)  A expansão da estrutura organizacional e a implantação de tecnologias. 
 

30 

A divisão do trabalho em várias tarefas a serem executadas e a coordenação dessas tarefas são dois 
requisitos fundamentais de toda atividade humana organizada. O que efetivamente mantém uma instituição 
são os cinco mecanismos de coordenação: o ajustamento mútuo, a supervisão direta, a padronização do 
processo de trabalho, a padronização do produto de trabalho e a padronização dos(das) 

 

(A)  tempos e movimentos. 

(B)  rotinas e processos. 

(C)  habilidades do trabalhador. 

(D) instrumentos 

do 

trabalhador. 

(E)  tempos de operacionalização de rotinas. 
 

31 

Reforçando o significado de organograma, que é constituído por diferentes níveis administrativos, observa-se 
que as linhas verticais de um nível para o outro refletem os diferentes graus de 

 

(A)  direção e amplitude de controle. 

(B)  comando e horizontalização. 

(C) autoridade 

responsabilidade. 

(D) processos 

conteúdos. 

(E)  políticas e diretrizes. 
 

32 

O processo organizacional contínuo de determinar o agrupamento das atividades se chama 
departamentalização, que é dependente de uma variedade de forças externas. Há teoricamente tantas 
atividades para departamentalizar quantas forem as organizações. O tipo predominante de 
departamentalização de atividade desenvolvida na maioria das organizações é a 

 

(A) por 

localização. 

(B) funcional. 

(C) por 

produto. 

(D) por 

cliente. 

(E) por 

processo. 

 

33 

Centralização e Descentralização referem-se ao grau de delegação de tarefas, poder e autoridade aos níveis 
mais baixos da organização. Podem também ser pensadas como um nível eficaz de tomada de decisão para 
uma área particular. Uma maior centralização é desejada quando a organização 

 

(A)  quer ganhar os benefícios de melhor participação de seus membros no processo de decisão. 

(B)  apresentar diversidade de produtos ou serviços oferecidos a seus usuários. 

(C)  possuir uma filosofia de administração integradora que venha atuar em outras áreas geográficas. 

(D)  possuir qualidade de administradores nos diferentes níveis de sua estrutura para resultados eficazes. 

(E)  possuir uma história de oscilações no seu crescimento e desenvolvimento. 

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A comunicação é um processo de dupla direção: envolve tanto a transmissão ao centro decisório, como a 
transmissão das decisões tomadas por esse centro para as demais partes da instituição. A comunicação 
sempre requer alguma coisa. Ela sempre exige que o receptor se torne alguém, faça alguma coisa, acredite 
em alguma coisa. Então a comunicação está sempre conectada à(às, ao, aos) 

 

(A) obediência. 

(B) metas. 

(C) desempenho. 

(D) motivação. 

(E) processos. 
 

35 

A Gestão por Competência, quando bem executada, dá às instituições uma vantagem competitiva e um 
desempenho organizacional melhor, pois torna os funcionários mais preparados. Nenhum sistema de Gestão 
por Competência será bem-sucedido se o compartilhamento de informações não tiver o apoio da 

 

(A) chefia 

operacional. 

(B) amplitude 

organizacional. 

(C)  matriz de desempenho. 

(D)  rede de processos organizacionais. 

(E) cultura 

organizacional. 

 

36 

O administrador público é consciente da existência de uma comunidade com valores, demandas, 
necessidades e apoios e um ambiente social, econômico e político com recursos, oportunidades e ameaças 
que precisam ser conhecidos, para que se possa identificar alternativas de ação, a curto e longo prazos. O 
administrador demonstra que é consciente da necessidade e importância do conhecimento para uma 
instituição quando na definição de 

 

(A) Estratégia. 

(B) Racionalidade 

administrativa. 

(C) Hierarquia. 

(D)  Habilidades de Negociação. 

(E)  Formas de Especialização do trabalho. 
 

37 

As formas usuais de se enfocar a atividade de Gestão de Pessoas entre as organizações não são capazes 
de atingir a eficácia organizacional desejada. Para tanto, e para que toda transformação possa ocorrer, é 
necessário que a gerência de pessoas busque apoio em indicadores de mudanças comportamentais, 
atitudinais, técnicas e operacionais estabelecidas pela instituição. É necessário que a Gestão de Pessoas 
esteja preparada para vincular-se ao 

 

(A)  Sistema de Incentivos. 

(B)  Planejamento de Ação Operacional. 

(C)  Planejamento Estratégico da Instituição. 

(D)  Departamento Pessoal da Instituição. 

(E)  Sistema de Recrutamento e Seleção da Instituição. 
 

38 

Os funcionários devem aperfeiçoar, constantemente, seus conhecimentos, habilidades e aptidões para lidar 
com novos processos e sistemas de trabalho. A capacitação e o desenvolvimento possibilitam que os 
funcionários adquiram novas habilidades e competências e venham a ser promovidos, aceitando novos 
desafios, sendo mais bem remunerados e ganhando motivação que redundará em retenção do capital 
humano e intelectual da instituição. 

 

A capacitação e o desenvolvimento são partes essenciais de uma mudança que se queira implementar na 
cultura, na estratégia e no(na, nas) 

 

(A)  gestão de uma instituição. 

(B)  estrutura de uma instituição. 

(C)  linhas verticais de uma instituição. 

(D)  assessorias de uma instituição. 

(E)  ambiente interno da instituição. 
 

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13 

 

39 

Ao desempenhar uma ação gerencial em uma instituição, na resolução de algum problema, o administrador 
concentrará a ação partindo de uma situação atual, juntamente com sua equipe, buscando uma situação 
desejada. Analisará com os funcionários as forças positivas e negativas, discutirá e definirá com eles linhas 
de ação e comunicará à instância superior da instituição em que trabalha o resultado e as propostas do Plano 
de Ação. O Código de Ética dos Profissionais de Administração (aprovado pela Resolução Normativa CFA nº 
393, de 6 de dezembro de 2010) apresenta no Preambulo, inciso III que o Código de Ética dos Profissionais 
de Administração (CEPA) é o guia orientador e estimulador de novos comportamentos e está fundamentado 
em um conceito de ética direcionado para o 

 

(A) cargo. 

(B) processo. 

(C) controle. 

(D) poder. 

(E) desenvolvimento. 
 

40 

O Código de Ética dos Profissionais de Administração apresenta no Capítulo.1, Dos Deveres, Artigo 1°, 
incisos IV e V, o seguinte conteúdo: 

 

IV – comunicar ao cliente, sempre com antecedência e por escrito, sobre as circunstâncias de interesse para 
seus negócios, sugerindo, tanto quanto possível, as melhores soluções e apontando alternativas; 

 

V – informar e orientar o cliente a respeito da situação real da empresa a que serve. 

 

Os incisos em questão tornam viva a busca pelo administrador que trabalha nas organizações públicas de 
um caminho que traga equilíbrio para as ações que as instituições desenvolvem. Trata-se do(a) 

 

(A) processo 

de 

negociação. 

(B) planejamento 

estratégico. 

(C)  fixação de objetivos. 

(D) desenho 

organizacional. 

(E) avaliação 

periódica. 

 

41 

O Decreto n°9.094, de 17 de julho de 2017, que dispõe sobre a simplificação do atendimento público prestado 
ao cidadão, ratifica a dispensa do reconhecimento de firma em documentos produzidos no Brasil, institui a 
Carta de Serviços ao Cidadão e dá outras providências, decreta, em seu Artigo 1°, que os órgãos e as 
entidades do Poder Executivo observarão as seguintes diretrizes nas relações entre si e com os usuários dos 
serviços públicos: I – presunção de boa-fé; II – compartilhamento das informações, nos termos da lei; III – 
atuação integrada e sistêmica na expedição de atestados, certidões e documentos, comprobatórios de 
regularidade; IV – racionalização de métodos e procedimentos de controle; V – eliminação de formalidades e 
exigências, cujo custo econômico ou social seja superior ao risco envolvido; VI – aplicação de soluções 
tecnológicas que visem a simplificar processos e procedimentos aos usuários dos serviços públicos e propiciar 
melhores condições para o compartilhamento das informações; VII – utilização de linguagem simples e clara, 
evitando o uso de siglas, jargões e estrangeirismos; e VIII – articulação com os Estados, o Distrito Federal, 
os Municípios e os outros poderes para a integração, racionalização ,disponibilização e simplificação de 
serviços públicos prestados ao cidadão. O conteúdo dos incisos de I a VIII – citados, do Artigo 1º, reforçam a 
preocupação com a análise e com a melhoria de processos nos serviços públicos, acelerando a dinâmica 
do(a) 

 

(A)  papel da burocracia. 

(B) ciclo 

PDCA. 

(C)  estudo dos papéis diferenciadores. 

(D) ferramenta 

BSC. 

(E)  estudo do desenho organizacional. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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42 

A Lei n° 12.527, de 18 de novembro de 2011, que regula o acesso a informações, apresenta no Capítulo II, 
Artigo 9°, que o acesso a informações públicas será assegurado mediante: 

 

I. criação de serviço de informações ao cidadão, nos órgãos e entidades do poder público, em local e 
condições apropriadas para: 

 

a) 

atender e orientar o público quanto ao acesso a informações; 

b) 

informar sobre a tramitação de documentos nas suas respectivas unidades; 

c) 

protocolizar documentos e requerimentos de acesso a informações; e 

 

II. realização de audiências   ou consultas públicas, incentivo à participação popular ou a outras formas de 
divulgação. 

 

O Artigo 9° aprofunda a preocupação com o atendimento ao cidadão com 

 

(A)  firmeza, eficiência e objetividade. 

(B)  clareza, profundidade e efetividade. 

(C)  eficiência, eficácia e efetividade. 

(D)  normas, diretrizes e regulamentações. 

(E)  eficácia, diretrizes e normas. 
 

43

 

Ainda com relação à Lei n° 12.527, de 18/11/2011, que regula o acesso a informações, temos no Capítulo 1, 
DISPOSIÇÕES GERAIS, Artigo 3°, que os procedimentos previstos nesta Lei destinam-se a assegurar o 
direito fundamental de acesso à informação e devem ser executados em conformidade com as seguintes 
diretrizes: I. observância da publicidade como preceito geral e do sigilo como exceção; II. divulgação de 
informações de interesse público, independentemente de solicitações; III. utilização de meios de comunicação 
viabilizados pela tecnologia da informação; IV. fomento ao desenvolvimento da cultura de transparência na 
administração pública; V. desenvolvimento do controle social da administração pública. Além das diretrizes 
citadas, os procedimentos deverão ser executados, segundo o Artigo 3°, em conformidade com os princípios 
básicos da(de) 

 

(A) administração. 

(B)  tempos e movimentos. 

(C) comunicação 

organizacional. 

(D) administração 

pública. 

(E)  matriz de processos orgânicos. 
 

44 

A Lei n°8.666, de 21 de junho de 1993, que institui normas para licitações e contratos da Administração 
Pública, enfatiza no Artigo 12 que nos projetos básicos e executivos de obras e serviços serão considerados 
principalmente os seguintes requisitos: I. segurança; II. funcionalidade e adequação ao interesse público; III. 
economia na execução, conservação e operação; IV. possibilidade de emprego de mão de obra ,materiais, 
tecnologia e matérias-primas existentes no local para execução, conservação e operação; V. facilidade na 
execução, conservação e operação, sem prejuízo da durabilidade da obra ou do serviço; VI. adoção das 
normas técnicas, de saúde e de segurança do trabalho adequadas, e VII. impacto ambiental. Todos os 
requisitos enumerados atendem ao princípio da 

 

(A) equidade. 

(B) disponibilidade. 

(C) efetividade. 

(D) previsibilidade. 

(E) autenticidade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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15 

 

45 

O Decreto n° 7.746, de 05 de junho 2012, estabelece critérios, práticas e diretrizes para a promoção do 
desenvolvimento nacional sustentável nas contratações realizadas pela administração pública federal. No 
Artigo 6°desse Decreto, é requerido que as especificações e demais exigências do projeto básico ou 
executivo, para contratações de obras e serviços, devem ser elaboradas nos termos do Artigo 12 da Lei N° 
8.666, de 1993, de modo a proporcionar a economia de manutenção e operacionalização da edificação e a 
redução do consumo de energia e água, por meio de tecnologias, práticas e materiais que reduzam o impacto 
ambiental. 

 

Essa relação com o Decreto e com a Lei acima citados aprofunda a questão de que o administrador tem como 
modelo de ação as habilidades 

 

(A)  objetivas, subjetivas e conceituais. 

(B)  processuais, periódicas e humanas. 

(C)  temporais, permanentes e técnicas. 

(D)  burocráticas, estruturalistas e técnicas. 

(E)  conceituais, humanas e técnicas. 
 

46 

A Lei n°4.320, de 17 de março de 1964, que estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e 
controle dos orçamentos e balanços da União, dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal, estabelece, 
no Artigo 14, que constituem unidade orçamentária o(a, as) 

 

(A)  unidades que contêm dotações destinadas a cobrir a diferença entre os preços de mercado e os preços de 

venda. 

(B)  agrupamento de serviços subordinados ao mesmo órgão ou repartição a que serão consignadas dotações 

próprias. 

(C)  unidade que contém especificação dos programas especiais de trabalho custeados por dotações globais. 

(D)  unidades que apuram os recursos utilizáveis, provenientes de excesso de arrecadação, de onde será 

deduzida a importância dos créditos extraordinários. 

(E)  agrupamento que promoverá o intercâmbio de dados informativos, expedirá recomendações técnicas e 

atualizará, sempre que achar conveniente, os anexos dos orçamentos. 

 

47

 

Com referência à Lei n° 4.320, de 17/03/1964, tem-se no título VI, Da execução do orçamento, Capítulo 1, Da 
Programação da Despesa, o Artigo 47 que observa: Imediatamente após a promulgação da Lei do Orçamento 
e com base nos limites nela fixados, o Poder Executivo aprovará um quadro de cotas trimestrais da despesa 
que cada unidade orçamentária fica autorizada a utilizar. Ainda com relação à Lei N°4.320, o Artigo 48 
especifica: A fixação de cotas a que se refere o artigo anterior atenderá aos seguintes objetivos: 

 

a) 

assegurar às unidades orçamentárias, em tempo útil, a soma de recursos necessários e suficientes à 
melhor execução do seu programa anual de trabalho; 

b) 

manter, durante o exercício, na medida do possível, o equilíbrio entre a receita arrecadada e a despesa 
realizada, de modo a reduzir ao mínimo eventuais insuficiências de tesouraria. 

 

O conteúdo dos Artigos 47 e 48, apresenta uma característica da função CONTROLE, quando se refere ao 
momento de controlar. Nos dois Artigos, fica clara a preocupação com um controle 

 

(A) momentâneo. 

(B) contínuo. 

(C) funcional. 

(D) histórico. 

(E) estatístico. 
 

48

 

O BSC (Balanced Scorecard) é um sistema voltado para o comportamento, não para o controle, e seus 
indicadores estão direcionados para o futuro e para a estratégia organizacional em um sistema de contínua 
monitoração. O BSC busca transformar a estratégia da instituição em 

 

(A) proposta. 

(B) meio. 

(C) ação. 

(D) instrumento. 

(E) possibilidade. 
 

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49

  O BSC também pode ser entendido como uma metodologia administrativa baseada no equilíbrio 

organizacional e estruturada em quatro categorias básicas (denominadas perspectivas). Uma delas está 
voltada para analisar o negócio do ponto de vista do que é básico para alcançar o futuro com sucesso, 
considera as pessoas em termos de capacidades, habilidades, competências, motivação, empowerment, 
alinhamento e estrutura organizacional em termos de investimentos no seu futuro. Essa categoria 
(perspectiva) é a de 

(A) aprendizagem/crescimento 

organizacional. 

(B) finanças. 

(C) clientes. 

(D) processos 

internos. 

(E) marketing. 
 

50

  Quando se procede à Análise Ambiental, no decorrer da elaboração do Planejamento Estratégico, as 

instituições encontram dois tipos de Análise: a Externa e a Interna. É praticamente impossível afirmar que as 
instituições não sofrem a influência das variáveis do ambiente externo. Na análise do ambiente externo, as 
organizações devem interpretar as situações à luz de suas 

 

(A) formalidades 

informalidades. 

(B)  fortalezas e fraquezas. 

(C)  oportunidades e fraquezas. 

(D)  oportunidades e ameaças. 

(E) formalidades 

fortalezas.