Prova Concurso - Contabilidade - CONTADOR - FADESP - BANPARA - 2018

Prova - Contabilidade - CONTADOR - FADESP - BANPARA - 2018

Detalhes

Profissão: Contabilidade
Cargo: CONTADOR
Órgão: BANPARA
Banca: FADESP
Ano: 2018
Nível: Superior

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Gabarito

fadesp-2018-banpara-contador-gabarito.pdf-html.html

 

BANCO DO ESTADO DO PARÁ 

CONCURSO PÚBLICO 2018 

– Edital N.º 001/BANPARÁ 

GABARITO OFICIAL DEFINITIVO 

 

NÍVEL SUPERIOR 

– MANHÃ

 

 

TÉCNICO EM INFORMÁTICA 

– DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS E ACOMPANHAMENTO DE PROJETOS  

 

 

QUESTÕES 

PROVA 

BRANCA 

PROVA 

AZUL 

LÍNGUA PORTUGUESA

 

10 

RACIOCÍNIO LÓGICO

 

11 

12 

13 

14 

15 

CONHECIMENTOS GERAIS 

16 

17 

18 

19 

20 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

 

21 

22 

23 

ANULADA 

24 

25 

26 

27 

28 

29 

30 

31 

ANULADA 

Retificada 

para “B” 

32 

33 

34 

35 

ANULADA 

36 

37 

38 

39 

40 

41 

42 

43 

44 

45 

46 

ANULADA 

47 

48 

49 

50 

Retificada 

para “B” 

ANULADA 

51 

52 

53 

54 

55 

56 

57 

58 

ANULADA 

59 

60 

Setor Concursos/Fadesp 

16/05/2018 

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BANCO DO ESTADO DO PARÁ 

CONCURSO PÚBLICO 2018 

– Edital N.º 001/BANPARÁ 

GABARITO OFICIAL DEFINITIVO 

 

 

NÍVEL SUPERIOR 

– MANHà

 

 

TÉCNICO EM INFORMÁTICA 

– SUPORTE  

 

 

QUESTÕES 

PROVA 

BRANCA 

PROVA 

AZUL 

LÍNGUA PORTUGUESA

 

10 

RACIOCÍNIO LÓGICO

 

11 

12 

13 

14 

15 

CONHECIMENTOS GERAIS

 

16 

17 

18 

19 

20 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

 

21 

Retificada para “B” 

22 

Retificada para “B” 

23 

24 

25 

ANULADA 

26 

27 

Retificada para “A” 

28 

29 

30 

ANULADA 

31 

32 

Retificada para “A” 

33 

34 

35 

36 

37 

38 

39 

Retificada para “C” 

40 

Retificada para “A” 

41 

ANULADA 

42 

Retificada para “C” 

43 

44 

45 

46 

47 

48 

49 

ANULADA 

50 

51 

ANULADA 

52 

Retificada para “B” 

53 

Retificada para “B” 

54 

Retificada para “A” 

55 

56 

ANULADA 

57 

58 

59 

60 

Setor Concursos/Fadesp 

16/05/2018 

 

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BANCO DO ESTADO DO PARÁ 

CONCURSO PÚBLICO 2018 

– Edital N.º 001/BANPARÁ 

GABARITO OFICIAL DEFINITIVO 

 

NÍVEL SUPERIOR 

– MANHÃ

 

 

TÉCNICO EM INFORMÁTICA 

– BANCO DE DADOS 

 

 

QUESTÕES 

PROVA 

BRANCA 

PROVA 

AZUL 

LÍNGUA PORTUGUESA

 

10 

RACIOCÍNIO LÓGICO

 

11 

12 

13 

14 

15 

CONHECIMENTOS GERAIS

 

16 

17 

18 

19 

20 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

 

21 

22 

23 

24 

Retificado 

para “D” 

25 

26 

27 

28 

29 

30 

31 

32 

33 

34 

35 

36 

37 

38 

39 

40 

41 

42 

43 

44 

45 

46 

47 

48 

49 

50 

51 

52 

53 

54 

55 

56 

57 

Retificado 

para “D” 

58 

59 

60 

Setor Concursos/Fadesp 

16/05/2018 

Prova

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BANCO DO ESTADO DO PARÁ - BANPARÁ 

 

CONCURSO PÚBLICO - PROVA OBJETIVA: 06 de maio de 2018 

 

NÍVEL SUPERIOR 

 

CONTADOR 

 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 

 

A COR DA CAPA DO SEU BOLETIM DE QUESTÕES É BRANCA.  

MARQUE A COR EM SEU CARTÃO RESPOSTA.

 

 

INSTRUÇÕES AO CANDIDATO 

 

1. Confira se a prova que você recebeu corresponde ao cargo ao qual você está inscrito, conforme consta no seu cartão de 
inscrição e no cartão resposta. Caso contrário, comunique imediatamente ao fiscal de sala. 

 

2. Confira se, além deste BOLETIM DE QUESTÕES, você recebeu o CARTÃO RESPOSTA, destinado à marcação das respostas às 
questões objetivas. 

 

3. Este BOLETIM DE QUESTÕES contém a Prova Objetiva com 60 (sessenta) questões, 20 de Conhecimentos Básicos (10 de 
Língua  Portuguesa,  05  de  Raciocínio  Lógico  e  05  de  Noções  de  Informática)  e  40  de  Conhecimentos  Específicos.  Caso  exista 
alguma falha de impressão, comunique imediatamente ao fiscal de sala. Na prova há espaço reservado para rascunho. Esta prova terá 
duração de 04 (quatro) horas, tendo seu início às 9:00h e término às 13:00h (horário Belém)
. 

 

4. Para cada questão objetiva, são apresentadas 05 (cinco) opções de resposta, identificadas com as letras (A), (B), (C), (D), (E). Apenas 
uma responde corretamente à questão, considerando a numeração de 01 a 60. 

 

5. Confira se seu nome, número de inscrição, cargo/polo e data de nascimento, consta na parte superior do CARTÃO RESPOSTA que 
você recebeu. Caso exista algum erro de impressão, comunique imediatamente ao fiscal de sala, a fim de que  este registre a correção 
na Ata de Sala. 

 

6. A saída de candidato da sala somente será permitida depois de transcorrido o tempo de 01 hora do início da prova, mediante a 
entrega obrigatória ao fiscal de sala do seu cartão resposta e do boletim de questões. A inobservância acarretará a eliminação 
do concurso. 

 

7.  O  Candidato  somente  poderá  retirar-se  do  local  de  realização  da  prova,  levando  o  boletim  de  questões,  nos  60  minutos  que 
antecedem o término das provas

 

8.  É  obrigatório  que  você  assine  a  LISTA  DE  PRESENÇA  e  o  CARTÃO  RESPOSTA,  do  mesmo  modo  como  está  assinado  no  seu 
documento de identificação. 

 

9. A marcação do CARTÃO RESPOSTA deve ser feita somente com caneta esferográfica de tinta preta ou azul, pois lápis não será 
considerado. 

 

10.  A  maneira  correta  de  marcar  as  respostas  no  CARTÃO  RESPOSTA  é  cobrir  totalmente  o  espaço  correspondente  à  letra  a  ser 
assinalada, conforme o exemplo que consta no CARTÃO RESPOSTA. 

 

11. Em hipótese alguma haverá substituição do CARTÃO RESPOSTA por erro do candidato. A substituição só será autorizada se for 
constatada falha de impressão. 

 

12O CARTÃO RESPOSTA é o único documento válido para o processamento de suas respostas, pois a marcação incorreta 
no cartão resposta da cor da capa da sua prova é de sua inteira responsabilidade e não será corrigido

 

13.  Será  automaticamente  eliminado  do  Concurso  Público  do  Banco  do  Estado  do  Pará  -  BANPARÁ  o  candidato  que,  durante  a 
realização da prova, descumprir os procedimentos definidos no Edital de Abertura nº 001/2018. 
 
 
 

 

Nome do Candidato: _________________________________________________________ 

 

Nº de Inscrição: ________________________ 

 

_____________________________________________ 

Assinatura 

PROVA 

BRANCA 

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LÍNGUA PORTUGUESA 

 
 

Leia atentamente o texto “Lastro e o sistema bancário” para responder às questões de 1 a 10. 

 
 

L AS T R O   E   O   S I S T E M A  B AN C ÁR I O  

 

 









10 
11 
12 
13 
14 
15 
16 
17 
18 
19 
20 
21 
22 
23 
24 
25 
26 
27 
28 
29 

 

[...] 
Até os anos 60, o papel-moeda e o dinheiro depositado nos bancos deviam estar 

ligados  a  uma  quantidade  de  ouro  num  sistema  chamado  lastro-ouro.  Como  esse  metal  é 
limitado, isso garantia que a produção de dinheiro fosse também limitada. Com o tempo, os 
banqueiros se deram conta de que ninguém estava interessado em trocar dinheiro por ouro  
e  criaram  manobras,  como  a  reserva  fracional,  para  emprestar  muito  mais  dinheiro  do  que 
realmente  tinham  em  ouro  nos  cofres.  Nas  crises,  como  em  1929,  todos  queriam  sacar 
dinheiro para pagar suas contas e os bancos quebravam por falta de fundos, deixando sem 
nada as pessoas que acreditavam ter suas economias seguramente guardadas. 

Em  1971,  o  presidente  dos  EUA  acabou  com  o  padrão-ouro.  Desde  então,  o 

dinheiro, na forma de cédulas e principalmente de valores em contas   bancárias,   já      não  
tendo nenhuma riqueza material para representar, é criado a partir de empréstimos. Quando 
alguém  vai  até  o banco  e recebe  um  empréstimo,  o valor  colocado  em  sua  conta é gerado 
naquele instante, criado a partir de uma decisão administrativa, e assim entra na economia. 
Essa explicação permaneceu controversa e escondida por muito tempo, mas hoje está clara 
em um relatório do Bank of England de 2014. 

Praticamente todo o dinheiro que existe no mundo é criado assim, inventado em 

canetaços  a  partir  da  concessão  de  empréstimos.    O    que  torna  tudo  mais  estranho  e 
perverso é que, sobre esse empréstimo, é cobrada uma dívida. Então, se   eu peço dinheiro 
ao banco, ele inventa números em uma tabela com meu nome e pede que eu devolva uma 
quantidade  maior  do  que  essa.  Para  pagar  a  dívida,  preciso  ir  até  o  dito  “livre-mercado”  e 
trabalhar, lutar, talvez trapacear, para conseguir o dinheiro que o banco inventou   na  conta  
de outras pessoas. Esse é o dinheiro que vai ser usado para pagar a dívida, já que a única 
fonte de  moeda  é o empréstimo  bancário.  No fim,  os bancos  acabam  com    todo o dinheiro 
que foi inventado e ainda confiscam os bens da pessoa endividada cujo dinheiro tomei. 

Assim, o sistema monetário atual funciona com uma moeda que é ao mesmo tempo 

escassa e abundante.  Escassa  porque  só banqueiros podem  criá-la,  e abundante  porque  é 
gerada  pela  simples  manipulação  de  bancos  de  dados.  O  resultado  é  uma  acumulação  de 
riqueza e poder sem precedentes: um mundo onde o patrimônio de 80  pessoas é maior do 
que o de 3,6 bilhões, e onde o 1% mais rico tem mais do que os outros 99% juntos. 

[...]

 

 

 

Disponível em https://fagulha.org/artigos/inventando-dinheiro/ 

Acessado em 20/03/2018 

 
01 

De acordo com o autor do texto Lastro e o sistema bancário, a reserva fracional foi criada com o 

objetivo de 
(A)  tornar ilimitada a produção de dinheiro. 
(B)  proteger os bens dos clientes de bancos. 
(C)  impedir que os bancos fossem à falência. 
(D)  permitir o empréstimo de mais dinheiro. 
(E)  preservar as economias das pessoas.

 

 
02 

De acordo com o autor do texto, o sistema lastro-ouro causou problemas como os que aconteceram 

(A)  antes dos anos 60. 
(B)  durante os anos 60. 
(C)  em 1929. 
(D)  em 1971. 
(E)  em 2014. 

 

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03 

A leitura do texto permite a compreensão de que 

(A)  as dívidas dos clientes são o que sustenta os bancos. 
(B)  todo o dinheiro que os bancos emprestam é imaginário. 
(C)  quem pede um empréstimo deve a outros clientes. 
(D)  o pagamento de dívidas depende do “livre-mercado”. 
(E)  os bancos confiscam os bens dos clientes endividados. 

 
04 

Em Até os anos 60, o papel-moeda e o dinheiro depositado nos bancos deviam estar ligados a uma 

quantidade  de  ouro  num  sistema  chamado  lastro-ouro  (linhas  1  e  2),  a  locução  verbal  poderia  ser 
substituída, sem afetar o sentido do enunciado, por 
(A)  estavam
(B)  eram
(C)  deveriam ser
(D)  tinham de estar
(E)  tinham de ser

 
05 

A classe a que pertence a palavra grifada está corretamente indicada em 

(A)  advérbio - Até os anos 60, o papel-moeda e o dinheiro depositado nos bancos deviam estar ligados 

a uma quantidade de ouro num sistema chamado lastro-ouro (linhas 1 e 2). 

(B)  adjetivo  -  Essa  explicação  permaneceu  controversa  e  escondida  por  muito  tempo,  mas  hoje  está 

clara em um relatório do Bank of England de 2014 (linhas 14 e 15). 

(C)  substantivo  -  Praticamente  todo  o  dinheiro  que  existe  no  mundo  é  criado  assim,  inventado  em 

canetaços a partir da concessão de empréstimos (linhas 16 e 17). 

(D)  verbo - Para pagar a dívida, preciso ir até o dito “livre-mercado” e trabalhar, lutar, talvez trapacear, 

para conseguir o dinheiro que o banco inventou na conta de outras pessoas (linhas 20 e 22). 

(E)  pronome - No fim, os bancos acabam com todo o dinheiro que foi inventado e ainda confiscam os 

bens da pessoa endividada cujo dinheiro tomei

 

(linhas 23 e 24). 

 
06 

Em No fim, os bancos acabam com todo o dinheiro que foi inventado e ainda confiscam os bens da 

pessoa endividada cujo dinheiro tomei (linhas 23 e 24), a palavra grifada é sinônima de 
(A)  ganham
(B)  trocam
(C)  apreendem
(D)  obtêm
(E)  solicitam

 
07 

Em  Esse é o dinheiro que  vai  ser  usado  para pagar  a dívida,  já que  a única fonte de  moeda  é o 

empréstimo bancário (linhas 22 e 23), a expressão grifada poderia ser substituída por 
(A)  pois
(B)  portanto
(C)  entretanto
(D)  logo
(E)  assim

 
08
 

O enunciado em que a vírgula foi empregada em desacordo com as regras de pontuação é 

(A)  Como  esse  metal  é  limitado,  isso  garantia  que  a  produção  de  dinheiro  fosse  também  limitada 

(linhas 2 e 3). 

(B)  Em 1971, o presidente dos EUA acabou com o padrão-ouro (linha 9)
(C)  Praticamente todo o dinheiro que existe no mundo é criado assim, inventado em canetaços a partir 

da concessão de empréstimos (linhas 16 e 17). 

(D)  Assim,  o  sistema  monetário  atual  funciona  com  uma  moeda  que  é  ao  mesmo  tempo  escassa  e 

abundante (linhas 25 e 26). 

(E)  Escassa  porque  só  banqueiros  podem  criá-la,  e  abundante  porque  é  gerada  pela  simples 

manipulação de bancos de dados (linhas 26 e 27). 

 
 
 
 
 

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09 

O enunciado em que duas ideias se opõem é 

(A)  Como  esse  metal  é  limitado,  isso  garantia  que  a  produção  de  dinheiro  fosse  também  limitada 

(linhas 2 e 3). 

(B)  Quando alguém vai até o banco e recebe um empréstimo, o valor colocado em sua conta é gerado 

naquele instante, criado a partir de uma decisão administrativa, e assim entra na economia (linhas 
11 e 13). 

(C)  Essa explicação permaneceu controversa e escondida por muito tempo, mas hoje está clara em um 

relatório do Bank of England de 2014 (linhas 14 e 15). 

(D)  Para  pagar  a  dívida,  preciso  ir  até  o  dito  “livre-mercado”  e  trabalhar,  lutar,  talvez  trapacear,  para 

conseguir o dinheiro que o banco inventou na conta de outras pessoas (linhas 20 e 22). 

(E)  No  fim,  os  bancos  acabam  com  todo  o  dinheiro  que  foi  inventado  e  ainda  confiscam  os  bens  da 

pessoa endividada cujo dinheiro tomei (linhas 23 e 24). 

 
10 

O autor do texto emprega com o mesmo significado os termos 

(A)  papel-moeda e dinheiro
(B)  ouro e dinheiro
(C)  manobra e reserva fracional
(D)  cédulas e valores
(E)  canetaço e decisão administrativa

 

RACIOCÍNIO LÓGICO 

 

11

 José, Maria e Pedro exercem as funções de médico(a), contador(a) e engenheiro(a) em um banco, 

não necessariamente nessa ordem. Nessa instituição eles têm diferentes tempos de serviço e cumprem 
diferentes jornadas diárias de trabalho.  
A  médica  é  a  que  cumpre  a  maior  jornada  diária  de  trabalho,  mas  não  é  a  que  tem  mais  tempo  de 
serviço no banco, enquanto José é o que tem menos tempo de serviço na instituição e Pedro, que não é 
engenheiro, não cumpre a menor jornada diária de trabalho. 
Com base nessas premissas, é correto afirmar que entre os três, 
(A)  José é o contador

.

 

(B)  Pedro não é o que tem mais tempo de serviço no banco. 
(C)  a médica é a que tem menos tempo de serviço no banco. 
(D)  o engenheiro é o que cumpre a menor jornada diária de trabalho. 
(E)  o contador não tem mais tempo de serviço no banco que os demais. 
 

12

  Para  obtenção  do  dígito  verificador  de  contas  correntes,  um  banco  utiliza-se  de  um  sistema 

conhecido  como  módulo  10.  Tal  dígito  é  obtido  multiplicando-se  os  algarismos  do  número  da  conta, 
sucessivamente, por 2 (x 2) e por 1 (x 1), começando da direita para a esquerda, e, quando o produto 
passar de 10, deve-se considerar como resultado a soma de seus algarismos. Em seguida obtêm-se a 
soma de todos os resultados, divide-se por 10 e o dígito verificador será 10 menos o resto encontrado 
na divisão. Se a divisão for exata o dígito será zero.  

O exemplo a seguir ilustra como calcular o dígito verificador de uma conta de número 351603, 

no módulo 10. 

Número 

da conta 

 

(x 1) 

(x 2) 

(x 1) 

(x 2) 

(x 1) 

(x 2) 

 

10 = 1 

12 = 3 

Soma 3 + 1 + 1 + 3 + 0 + 6 = 14. Como 14:10 =1, restando 4, então o dígito verificador será 10 – 4 = 6 e 
o número desta conta, com o dígito verificador, passará a ser 351603-6. 
 
Nesse sistema o dígito verificador da conta número 694718 será 
(A)  9. 
(B)  8. 
(C)  7. 
(D)  6. 
(E)  5. 
 

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13

  Considere  um  lote  de  R$  51.000.000,00  todo  em  cédulas  de  R$  100,00.  Se  um  quilograma 

corresponde  a  1.000  gramas  e  uma  cédula  de  R$  100,00  pesa  0,25  gramas,  o  peso,  somente  das 
cédulas, desse lote estaria entre 
(A)  120 kg e 125 kg. 
(B)  125 kg e 130 kg. 
(C)  130 kg e 135 kg. 
(D)  135 kg e 140 kg. 
(E)  140 kg e 145 kg. 
 

14 

Certa quantia seria rateada igualmente por 4 pessoas, mas com a adesão de um quinto participante 

a cota individual, relativamente à anterior, reduziu R$ 360,00. Para que o valor individual a ser pago por 
cada colaborador fosse de R$ 600,00, seria necessário que a quantidade de pessoas participantes do 
rateio fosse igual a 
(A)  16. 
(B)  15. 
(C)  14. 
(D)  13. 
(E)  12. 
 

15 

Suponha que um caixa automático de um banco disponibilize para saque uma quantidade suficiente 

das cédulas da figura abaixo: 

 

Uma retirada de R$ 1.000,00 será feita neste caixa, de modo que nela exista pelo menos uma cédula de 
cada valor. Se M é o maior e N o menor número de cédulas possíveis de haver nesse saque, então M + 
N é igual a  
(A)  430. 
(B)  440. 
(C)  450. 
(D)  460. 
(E)  470. 
 
 
 
 
 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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NOÇÕES DE INFORMÁTICA 

 
16

 Considere as seguintes afirmativas sobre estratégias de organização de arquivos: 

I. Arquivo sequencial indexado é uma estratégia de organização de arquivos voltada para acesso por 
meio de chaves secundárias. A principal vantagem desse método sobre os demais é que ele permite o 
acesso direto a um conjunto de registros, e não apenas a um registro por vez. 
II.  Para  que  a  estratégia  de  arquivo  sequencial  ordenado  tenha  vantagem  sobre  a  abordagem  de 
arquivo sequencial simples no acesso a um registro, dado o valor da chave de acesso, é fundamental 
que a chave de acesso coincida com a chave de ordenação.   
III.  Um  arquivo  direto  é  semelhante  a  um  arquivo  indexado,  no  sentido  de  que,  nos  dois  casos,  o 
objetivo principal é a obtenção de acesso aleatório eficiente. Porém, em um arquivo direto, ao em vez 
do índice, é usada uma função que calcula o endereço do registro a partir do valor da chave de acesso.  
 
Está(ão) correto(s) o(s) item(ns) 
(A)  I. 
(B)  I e II. 
(C)  I e III. 
(D)  II e III. 
(E)  I, II e III. 
 

17

 Sobre os protocolos de Internet é correto afirmar que 

(A)  o protocolo HTTP define o padrão de comunicação entre o navegador de Internet e o servidor Web. 

No  entanto,  o  HTTP  não  assegura  que  navegadores  e  servidores  possam  operar  de  forma  não 
ambígua.  Para  isso,  foi  criado  o  protocolo  HTTPS,  que  define  o  formato  exato  das  mensagens 
trocadas entre o navegador e o servidor. 

(B)  um dos protocolos mais antigos ainda em uso na Internet, o SSH foi criado para permitir que um 

computador  cliente  acesse  um  terminal  virtual  hospedado  num  servidor.  Ou  seja,  os  comandos 
digitados no teclado e que aparecem na tela do cliente são processados num servidor distante. O 
SSH  transmite  dados  de  forma  não  segura  e  com  fluxo  em  linha  de  texto,  garantindo  uma 
comunicação básica. 

(C)  VPN  é  um  protocolo  da  camada  de  rede  do  modelo  TCP/IP  responsável  por  garantir  conexões 

privadas entre computadores por meio de um meio p blico de comunica  o, geralmente a Internet. 

(D)  o protocolo POP é um dos protocolos que suportam o processo de envio de mensagens eletrônicas 

via  Internet.  Este  protocolo  utiliza  o  TELNET  para  autenticação  e,  uma  vez  que  o  cliente  seja 
autenticado, realiza uma sequência de comandos para o envio do correio eletrônico (e-mail) para o 
servidor. 

(E)  considerando um servidor de correio eletrônico que suporta o protocolo IMAP, o usuário pode ter 

acesso  às  suas  mensagens  e  pastas  que  ficam  armazenadas  no  servidor  por  meio  de  qualquer 
computador conectado à Internet, tanto por um navegador de Internet como por um software cliente 
de correio eletrônico. 

  

18

 Sobre os conceitos de segurança, vírus e ataques a computadores, analise as seguintes afirmativas: 

 I. A criptografia assimétrica utiliza uma chave única, que é usada para cifrar e decifrar mensagens. Já a 
criptografia simétrica emprega um par de chaves, sendo uma privada e uma pública, que são usadas 
para cifrar e decifrar as mensagens, respectivamente. 
II.  Engenharia social  é o termo  usado  para designar  práticas utilizadas  a fim  de  se obter  informações 
sigilosas ou importantes de empresas, usuários e sistemas de informação, explorando a confiança das 
pessoas para enganá-las. 
III. São conhecidos como spammers os responsáveis pelo envio de diversas mensagens não solicitadas 
para muitos usuários. No entanto, o termo spam é empregado apenas para as mensagens enviadas por 
meio  de  um  correio  eletrônico,  não  envolvendo,  portanto,  as  mensagens  veiculadas  em  outros meios 
como blogs, fóruns e redes sociais. 
 
Está(ão) correto(s) o(s) item(ns) 

(A)  II. 
(B)  III. 
(C)  I e II. 
(D)  II e III. 
(E)  I, II e III. 

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19

 Analise as afirmativas a seguir considerando o aplicativo Microsoft Outlook 2016, versão para área 

de trabalho. 
I. Um grupo de contatos é um conjunto de endereços de e-mail

 

criado para enviar mensagens de e-mail 

para todos os elementos desse grupo de uma só vez. 
II. O usuário pode responder a uma mensagem de e-mail com uma solicitação de reunião, com campos 
para  determinar,  por  exemplo,  local,  hora  de  início,  hora  de  término  e  se  a  reunião  deve  durar  o  dia 
inteiro. 
III.  O  filtro  de  lixo  eletrônico  verifica  automaticamente  as  mensagens  recebidas.  O  usuário  pode 
adicionar endereços de e-mail ao filtro, porém, não lhe é permitido adicionar domínios, fato que poderia 
reduzir a quantidade de lixo eletrônico recebido. 
 
Está(ão) correto(s) o(s) item(ns) 
(A)  llI. 
(B)  I e II. 
(C)  I e III. 
(D)  II e III. 
(E)  I, II e III. 
 

20 

Com relação às fórmulas disponíveis no Microsoft Office Excel 2016, versão para área de trabalho, 

analise as seguintes afirmativas: 
I. A função MAIÚSCULA(texto) converte a cadeia de texto em maiúsculas e a função ARRUMAR(texto) 
converte a cadeia de texto em minúsculas, mantendo apenas a primeira letra maiúscula. 
II.  A  função  SOMA(núm1;  núm2)  soma  dois  números.  Já  a  função  SOMAINTERVALO(núm1:núm2) 
soma todos os números em um intervalo de células. 
III.  A  função  CONVERTER(núm;  de_unidade;  para_unidade)  converte  um  número  de  um  sistema  de 
medidas para outro.  
 
Está(ão) correto(s) o(s) item(ns) 
(A)  II. 
(B)  III. 
(C)  I e II. 
(D)  I e III. 
(E)  II e III. 

 

CONTADOR 

 

21

  O  Banco  de  Ananindeua  S/A,  ao  elaborar  seus  demonstrativos  contábeis  contabilizou  excessivas 

provisões,  além  de  criar  reservas  ocultas.  Essas  ações  tornaram  as  demonstrações  contábeis 
inconfiáveis,  portanto  deixaram  de  ser  neutras.  Esse  procedimento  não  é  atributo  da  característica 
qualitativa das demonstrações contábeis denominadas 
(A)  integridade. 
(B)  prudência. 
(C)  comparabilidade. 
(D)  compreensibilidade. 
(E)  relevância. 
 

22 

Uma  indústria  de  móveis  localizada  na  BR  316,  em  Ananindeua  (Pará),  reduziu  sua  escala  de 

operações,  pois  há  possibilidade  de  entrar  em  liquidação.  Diante  desse  panorama,  elaborou  suas 
demonstrações  contábeis  em  base  diferente  da  que  costumava  elaborar  quando  não  existia  tal 
panorama. O procedimento adotado pela indústria de móveis está de acordo com o pressuposto básico 
da contabilidade denominado 
(A)  regime de competência. 
(B)  relevância. 
(C)  continuidade. 
(D)  compreensibilidade. 
(E)  materialidade. 
 
 

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23

  Uma  tradicional  empresa  nacional  de  aviação  adquiria  suas  aeronaves  pela  modalidade  de 

arrendamento  mercantil  financeiro  e  as  parcelas  desembolsadas  contabilizava  como  despesa  com 
arrendamento  mercantil.  Essas  parcelas  reduziam  de  forma  legal  a  base  de  cálculo  do  Imposto  de 
Renda  das  Pessoas  Jurídicas  (IRPJ)  e  da  Contribuição  Social  Sobre  o  Lucro  Líquido  (CSLL),  o  que 
mitigava sua carga tributária. Por outro lado, no ativo não circulante-imobilizado, não existia registro de 
aeronaves.  A  característica  qualitativa  das  demonstrações  contábeis  contradita  no  procedimento 
adotado pela empresa é  
(A)  compreensibilidade. 
(B)  representação adequada. 
(C)  equilíbrio entre custo e benefício. 
(D)  primazia da essência sobre a forma. 
(E)  regime de competência. 
 

24

  Uma  determinada  instituição  financeira  constitui,  de  forma  frequente,  estimativa  de  crédito  de 

liquidação duvidosa. Sobre esse caso não é correto afirmar que 
(A)  a constituição da perda estimada deve considerar os níveis adequados de risco de crédito, atualizá-

lo periodicamente e em obediência ao regime de competência. 

(B)  deverá realizar a perda estimada pela absorção dos créditos não recebidos, quando os gestores os 

considerarem incobráveis. 

(C)  deverá  ser  feita  a  reversão  da  perda  estimada  quando  constituída  em  excesso  ao  valor 

efetivamente perdido. 

(D)  para efeitos fiscais, face à indedutibilidade, a despesa com a provisão deverá ser excluída da base 

de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social. 

(E)  deve  ser  feita  a  baixa  dos  créditos  como  perdas  efetivas  do  período  quando  a  estimativa  for 

constituída em valor inferior às perdas efetivamente ocorridas. 

 

25

  Empresa  constituída  como  sociedade  anônima  de  capital  aberto  analisa  periodicamente  a 

recuperação dos valores registrados no imobilizado (impairment) com o objetivo de registrar as perdas 
de valor do capital aplicado. Quanto à redução ao valor recuperável não é correto afirmar 
(A)  se a empresa  possuir  ativos de  valor  superior  ao  valor  recuperável  por  meio do  uso  ou  venda,  a 

empresa deverá reduzir esses ativos ao valor recuperável. 

(B)  o CPC 27 não fornece tratamento específico para a análise da recuperabilidade, mas ordena que 

seja aplicado o CPC 01 e aplicável a qualquer ativo. 

(C)  a regra  de “custo ou  mercado”,  dos  dois  o menor,  para os  estoques,  também  ratifica o  raciocínio 

subjacente ao teste de recuperabilidade. 

(D)  o entendimento é de que nenhum ativo pode estar reconhecido no balanço por valor que não seja 

recuperável pela venda pelo uso nas atividades da empresa. 

(E)  para  apurar  o  valor  recuperável  há  dois  testes:  (i)  o  do  valor  líquido  de  venda  e  (ii)  o  do  valor 

presente dos fluxos de caixa estimado. Dos dois, prevalece o menor. 

 

26

 Sociedade anônima de capital aberto teve o capital social aumentado por meio de novos recursos 

aportados  pelos  acionistas,  além  de  ter  pago  a  estes  retornos  sobre  seus  investimentos.  Esse  fato 
econômico é demonstrado na Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), elaborada pelo método direto 
como fluxo das 
(A)  atividades operacionais. 
(B)  atividades de investimento. 
(C)  atividades de financiamentos. 
(D)  atividades mistas. 
(E)  atividades de equivalência de caixa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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10 

27

 Certa empresa, com sede em Belém (Pará), obteve subvenção fiscal do Governo da União por meio 

de  redução  do  Imposto  de  Renda  da  Pessoa  Jurídica  e  sem  contraprestação  a  ser  realizada.  Tem 
dúvidas sobre o registro contábil do fato e dos reflexos societários e fiscais. Sobre o caso não se pode 
afirmar que 
(A)  deverá  contabilizar  diretamente  o  fato  como  Reserva  de  Incentivo  fiscal  no  Patrimônio  Líquido, 

assim o valor do benefício será tipo de Reserva de Lucro. 

(B)  deverá  contabilizar  o  incentivo  fiscal  como  receita,  transitando  pelo  resultado  da  entidade 

econômica. 

(C)  deverá  transferir  o valor  exato  da  subvenção  fiscal  da  conta Lucros Acumulados para a conta de 

Reserva de Incentivos Fiscais. 

(D)  o valor transferido para Reserva de Incentivo Fiscal não poderá ser distribuído aos acionistas como 

dividendos. 

(E)  se, no exercício em que a empresa obtiver o benefício fiscal, apurar prejuízo contábil, a empresa 

não poderá constituir a Reserva de Incentivos Fiscais. 

 

28

  Um  profissional  de  contabilidade  tem  dúvidas  sobre  como  avaliar  ativos  e  passivos  pelo  critério 

denominado  “Valor  Justo”.  O  grupo  e  subgrupo  e  contas  cuja  mensura  o  n o  condiz  com  conceito 
subjacente a avaliação pelo Valor Justo é 
(A)  estoques – certos commodities. 
(B)  joint ventures. 
(C)  estoques – produtos agrícolas. 
(D)  propriedade para investimentos. 
(E)  imobilizados – ativos biológicos. 
 

29

 A Lei nº 6.404/1976, quando promulgada no Brasil, trouxe inúmeras incertezas jurídicas quanto ao 

acréscimo  da  carga  tributária,  e  essas  incertezas  foram  sanadas  com  a  edição  do  Decreto  Lei  nº 
1598/1977 e a criação do Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR). Por outro lado, com o processo de 
convergência  da  contabilidade  brasileira  às  normas  emitidas  pelo  International  Accounting  Standard 
Board  (IASB)  não  foram  diferentes,  e  a  insegurança  jurídica  também  permeou  o  processo. 
Considerando tal contexto, não é correto afirmar que 
(A)  a Lei nº 12.973/2014 não acatou a escrituração do LALUR, pois entende que este já não está em 

sintonia com a realidade econômico-fiscal das empresas brasileiras. 

(B)  a  Lei  nº  12.973/2014  trouxe  profundas  modificações  na  à  tributação  das  empresas  e  revogou  o 

Regime Tributário de Transição (RTT). 

(C)  a  Contabilidade  sempre  foi  influenciada  pelos  limites  e  critérios  fiscais,  particularmente,  os  da 

legislação do Imposto de Renda. 

(D)  contemporaneamente os contribuintes que  apuram o IRPJ na modalidade do Lucro Real deverão 

preencher a Escrituração Contábil Fiscal (ECF). 

(E)  a  Lei  nº  11.941/2009  introduziu  no  cenário  econômico-jurídico  nacional  o  Regime  Tributário  de 

Transição (RTT) com o fulcro de propiciar a neutralidade tributária da convergência. 

 

30

  Entende-se  que  a  adoção,  pela  contabilidade  brasileira  das  normas  internacionais  lideradas  pelo 

International Accounting Standard Board (IASB) foi positiva quanto à qualidade da informação contábil. 
Considerando-se tal contexto, não é correto afirmar o seguinte: 
(A)  em  virtude  das  novas  regras  contábeis  de  harmonização,  a  Lei  nº  12.973/2014  trouxe  novos 

procedimentos de apuração do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. 

(B)  em  virtude  das  novas  regras  contábeis  de  harmonização,  a  Lei  nº  12.973/2014  trouxe  novos 

procedimentos quanto ao cálculo dos juros sobre o capital próprio, por causa da nova estrutura do 
balanço patrimonial. 

(C)  o  objetivo  do  relatório  contábil-financeiro  de  propósito  geral,  pilar  da  Estrutura  Conceitual,  é 

fornecer  informações  que  sejam  úteis  aos  diversos  usuários,  quer  sejam  internos  ou  externos  à 
organização. 

(D)  dentre as finalidades da Estrutura Conceitual destaca-se a de auxiliar os auditores independentes a 

formar  sua  opinião  sobre  a  conformidade  das  demonstrações  contábeis  com  as  normas, 
interpretações e comunicados técnicos. 

(E)  por não ser norma propriamente dita, a Estrutura Conceitual não define normas ou procedimentos 

para  qualquer  questão  particular  sobre  aspectos  de  mensuração  ou  divulgação  do  processo 
contábil. 

 

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11 

31

  Uma  empresa  em  fase  pré-operacional  e  com  obras  no  sul  do  Estado  do  Pará  desembolsou 

recursos  com  pesquisa  do  solo  onde  pretende  explorar  poço  mineral  e  tem  dúvidas  sobre  como 
contabilizar esse intangível. Não é correto afirmar, quanto à contabilização deste desembolso, que 
(A)  se  o  gasto  não  garantir  provável  geração  de  futuros  benefícios  para  a  entidade  deverá  ser 

contabilizado como despesa no resultado do exercício. 

(B)  se  for  possível  demonstrar  viabilidade  técnica  e  comercial  do  produto,  e  existirem  recursos 

suficientes para a efetiva produção e comercialização, deverá ser contabilizado como um ativo. 

(C)  a contrapartida da amortização do intangível deve ser contabilizada como despesa operacional ou, 

conforme o caso, custo do produto e não há necessidade de destacar em Nota Explicativa. 

(D)  esse  tipo  de  desembolso  deve  ser  contabilizado  como  despesa  como  a  depreciação  de 

equipamentos  utilizados  na  pesquisa.  Também  são  contabilizados  como  despesa  os  materiais  e 
serviços consumidos. 

(E)  se contabilizado como ativo, a amortização deste intangível é dedutível na determinação do lucro 

real, desde que o direito seja intrinsecamente relacionado com a produção ou comercialização dos 
bens ou serviços. 

 

32

  Ocorreu  promulgação  de  diversos  instrumentos  jurídicos  que  impactaram  a  elaboração  das 

demonstrações contábeis como a Lei nº 11.638/2007 e a Lei nº 11.941/2009. Quanto às demonstrações 
contábeis elaboradas após estes instrumentos jurídicos, não é correto afirmar o seguinte: 
(A)  a  Lei  das  Sociedades  anônimas  obriga  à  comparação  das  demonstrações  contábeis  dos  dois 

exercícios, ou seja, do anterior e o da data base em que os demonstrativos foram elaborados. 

(B)  a  Demonstração  do  Valor  Adicionado  (DVA)  não  era  obrigatória  no  Brasil,  mas  após  a  Lei  nº 

11.638/2007 passou a ser obrigatória para as companhias abertas. 

(C)  a  Demonstração  dos  Fluxos  de  Caixa  (DFC)  é  obrigatória  para  as  sociedades  anônimas,  e  o 

Conselho Federal de Contabilidade tornou obrigatória para as demais sociedades. 

(D)  a Demonstração do Resultado Abrangente (DRA) deve demonstrar, entre outros fatos econômicos, 

certos ajustes de instrumentos financeiros e variações cambiais de investimentos no exterior. 

(E)  a  Demonstração  do  Resultado  do  Exercício  (DRE)  deve  demonstrar  a  geração  de  riqueza  da 

empresa e sua distribuição pelos fatores de produção, capital, trabalho e governo. 

 

33

 Uma empresa comercial varejista que atua no segmento de gêneros alimentícios pretende integrar 

todas as áreas que compõem seu sistema. No que se refere a estoques, a entidade pretende, também, 
ter  inventário  permanente.  O  contador foi  consultado quanto  ao  método de  registro e controle desses 
ativos. No que diz respeito à consulta prestada pelo profissional de contabilidade não se pode afirmar o 
seguinte: 
(A)  dentre  os  métodos  que  poderão  ser  adotados,  a  legislação  do  Imposto  de  Renda  das  Pessoas 

Jurídicas  aceita  o  Custo  Médio  Ponderado  (CMP),  e  também  o  método  denominado  de  Primeiro 
que Entra é o Primeiro que Sai (PEPS). 

(B)  para o segmento de atuação da empresa, o método Último a Entrar será o Primeiro a Sair (UEPS) 

tem poderio informacional, pois o custo baixado na venda é muito próximo ao custo de reposição 
dos bens por meio de novas aquisições. 

(C)  dentre os métodos Custo Médio Ponderado (CMP); Primeiro que Entra é o Primeiro que Sai (PEPS) 

e  o  Último  a  Entrar  é  o  Primeiro  a  Sair  (UEPS),  o  método  CMP  apresenta  maior  estoque  final 
quando comparado com os outros dois. 

(D)  o Custo Médio Ponderado apresenta menor resultado quando comparado com o método Primeiro 

que  Entra  é  o  Primeiro  que  Sai  (PEPS),  por  apresentar  maior  Custo  das  Mercadorias  Vendidas 
(CMV). 

(E)  dos métodos Custo Médio Ponderado (CMP), Primeiro que Entra é o Primeiro que Sai (PEPS) e o 

Último a Entrar é o Primeiro a Sair, este (UEPS) apresenta, em panorama de acréscimo de preços, 
o maior Custo das Mercadorias Vendidas (CMV). 

 
 
 
 

 

 
 
 
 

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12 

34

  Uma  empresa  comercial  atacadista,  contribuinte  normal  do  Imposto  sobre  Circulação  de 

Mercadorias  e  Serviços  (ICMS),  em  março  de  2018  adquiriu  mercadorias  a  vista  no  valor  de  R$ 
10.000,00 com o ICMS incluso e recuperável, cuja alíquota foi de 7%, e essa compra foi acrescida do 
Imposto  sobre  Produtos  Industrializados  (IPI)  com  alíquota  de  10%.  Nesse  mesmo  mês,  vendeu 
mercadorias a prazo no valor de R$ 20.000,00 e o imposto incidente sobre essa venda e sob o título de 
ICMS teve alíquota de 17%. Considerando que inexistia saldo credor do ICMS originado de operações 
ocorridas em meses anteriores e que estas foram as únicas operações com mercadorias ocorridas no 
mês,  em  relação  os fatos  econômicos  ocorridos  em  março  de  2018  e seus  com  reflexos  contábeis  e 
fiscais, não é correto afirmar que 
(A)  o custo da mercadoria adquirida foi de R$ 8.300,00. 
(B)  o valor recuperável originado das compras foi de R$ 700,00. 
(C)  o valor do ICMS confrontado com o ICMS a recuperar foi de R$ 3.400,00. 
(D)  o valor apurado sob o título de ICMS foi de R$ 2.700,00. 
(E)  na empresa comercial atacadista o IPI, embora seletivo, não é recuperável. 
 

35

 O conceito de ativo e, em especial, os estoques, estão vinculados à transferência de riscos e não 

somente aos aspectos legais e fiscais. Nesse contexto, o importante não é a propriedade jurídica, mas a 
figura do controle e os benefícios. Considerando-se tal contexto, não é correto afirmar o seguinte: 
(A)  em empresa cuja atividade é indústria de calçados e que possui obra em andamento, os materiais 

para construção deve ser registrado no ativo não circulante-imobilizado, subgrupo imobilizado em 
andamento. 

(B)  em empresa cuja atividade é a indústria de calçados, os direitos caracterizados como estoque de 

matéria prima devem ser contabilizados como ativo circulante – estoque. 

(C)  as  empresas  prestadoras  de  serviços,  face  à  natureza  intangível  de  suas  atividades,  não  devem 

possuir estoques de serviços em andamento. 

(D)  os estoques de peças de reposição de máquinas e equipamentos deverão ser contabilizadas como 

ativo não circulante-imobilizado. 

(E)  os  adiantamentos  a  fornecedores  de  mercadorias  para  venda  devem  ser  contabilizados  no  ativo 

circulante - subgrupo estoques. 

 

36

  Dentre  os  fatos  novos  propiciados  pelas  Leis  nº  11.638/2007  e  Lei  nº  11.941/2009,  destaca-se  o 

subgrupo intangível, alocado no ativo não circulante, sobre o qual não é correto afirmar o seguinte: 
(A)  o intangível registra os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção 

da empresa, como o goodwill adquirido. 

(B)  a contabilidade não reconhece como intangível o capital humano face ao princípio anglo-saxônico 

arm’s  length,  que  norteia  as  transações  realizadas  sob  condições  de  equilíbrio  e  independência 
entre as partes envolvidas. 

(C)  ativos  como  marcas,  patentes  e  direitos  autorais  são  reconhecidos,  mesmo  que  desenvolvidos 

internamente,  desde  que  possuam  características  de  gerar  benefícios  futuros  e  possibilitem  ser 
mensuráveis de forma confiável. 

(D)  o  valor  amortizável  do  intangível  que  possui  vida  útil  definida  deve  ser  apropriado  de  forma 

sistemática ao longo de sua vida útil, e essa amortização deverá iniciar a partir do momento em que 
o ativo estiver disponível para uso. 

(E)  o  método  de  amortização  a  ser  utilizado  deverá  refletir  o  padrão  de  consumo  dos  benefícios 

econômicos  futuros.  Na  impossibilidade  de  determinar  esse  padrão  com  segurança,  deverá  ser 
utilizado o método da soma dos dígitos crescentes. 

 

37

 Uma indústria adota o método linear quanto à depreciação de sua única máquina, adquirida por R$ 

100.000,00,  com  vida  útil  estimada  de  10  anos  e  valor  residual  de  10%.  O  valor  da  depreciação 
acumulada e o valor contábil desta máquina no terceiro ano após a aquisição são, respectivamente, 
(A)  R$ 30.000,00 e R$ 70.000,00. 
(B)  R$ 27.000,00 e R$ 73.000,00. 
(C)  R$ 30.000,00 e R$ 100.000,00. 
(D)  R$ 20.000,00 e R$ 80.000,00. 
(E)  R$ 30.000,00 e R$ 60.000,00. 
 
 
 

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13 

38

  Uma  empresa  industrial  deprecia  suas  máquinas  e  seus  equipamentos  pelo  método  de  unidades 

produzidas. Sobre o método de depreciação utilizado não é correto afirmar que 
(A)  é um método devidamente aceito pela Legislação Tributária, ou seja, pelo Decreto Lei 3.000/1999 

(RIR/99). 

(B)  o valor correspondente ao excesso de depreciação em relação aos parâmetros fiscais deverá ser 

ajustado no Livro de Apuração do Lucro Real. 

(C)  a parcela apurada e contabilizada desta depreciação deverá compor, quando a empresa adotar o 

custeio por absorção, o custo dos produtos. 

(D)  esse método tem como quota de depreciação anual o número total de unidades produzidas no ano 

dividido pela quantidade a ser produzida durante a vida útil do bem. 

(E)  esse  método  possui  eficácia  gerencial,  pois  demonstra  o  desgaste  da  máquina  pelo  uso  ou  a 

produção durante o período e a relação com a capacidade total de produção do bem. 

 

39

 Uma pequena empresa industrial de canetas transforma único modelo e pratica o preço unitário de 

R$ 7,00. Para produzir uma unidade de caneta, a indústria tem o custo variável de R$ 2,00 e os custos 
e  despesas  fixas  somam  R$  10.000,00  no  período.  A  indústria  deseja  obter  lucro  líquido  de  R$ 
7.600,00, ou seja, lucro líquido após a Contribuição Social sobre o Lucro e o Imposto de Renda, cujas 
alíquotas somam 24%. O valor da receita no período para que esse lucro líquido seja alcançado é 
(A)  R$ 25.000,00. 
(B)  R$ 26.000,00. 
(C)  R$ 28.000,00. 
(D)  R$ 30.000,00. 
(E)  R$ 32.000,00. 
 

40

  Uma  empresa  de  serviços  contábeis  tem  três  atividades  relevantes:  (i)  escriturar  os  fatos 

econômicos,  (ii)  apurar  impostos  e  (iii)  realizar  contatos  com  clientes.  A  empresa  deseja  terceirizar  a 
atividade de escriturar os fatos econômicos e, com o objetivo de saber o custo dessa atividade, adotará 
o Custeio Baseado em Atividades (ABC). Diante disto, o consumo de recursos mensais pela empresa é 
o seguinte: 
1. Pessoal  
1.1 – Retirada monetária do Contador: $ 12.000,00 
1.2 – Salário dos Assistentes Contábeis: $ 5.000,00 
1.3 – Salário da Secretária: $ 4.000,00 
1.4 – Salários dos Auxiliares de escrita fiscal: $ 2.000,00  
2. Aluguel: $ 2.000,00 
3. Depreciação: $ 1.000,00 
4. Treinamento: $ 2.000,00  
Ao rastrear o consumo de recursos às atividades foi possível a seguinte identificação: 
 
Atividades  

Escriturar os fatos 
econômicos 

Apurar impostos 

Contatos com  
clientes 

Contador 

0,2 

0,2 

0,6 

Assistentes 

0,3 

0,6 

0,1 

Secretária 

1,0 

Auxiliares 

0,6 

0,4 

Aluguel 

0,2 

0,3 

0,5 

Depreciação 

0,3 

0,3 

0,4 

Treinamento 

0,5 

0,5 

 
O custo da atividade escriturar os fatos econômicos é de 
(A)  $ 5.800,00. 
(B)  $ 6.800,00. 
(C)  $ 7.280,00. 
(D)  $ 8.100,00. 
(E)  $ 13.100,00. 
 
 
 

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14 

41 

Uma  indústria  localizada  em  Ananindeua,  no  Pará,  transforma  dois  únicos  produtos:  A  e  B.  Em 

março  de  2018,  a  indústria  produziu  e  vendeu  1.000  unidades  do  produto  A  e  1.000  unidades  do 
produto B. O custo unitário da matéria prima consumida para o produto A é de $ 10,00 e do produto B é 
$ 12,00. Para produzir o produto A, consumiram-se 100 horas de trabalho e o valor pago por hora de 
trabalho é de $ 10,00. Já o produto B consumiu em sua transformação 200 horas de trabalho e o custo 
unitário da hora é de $ 20,00. Os custos indiretos no período somaram $ 30.000,00 e a empresa adota o 
custeio  por  absorção  para  apurar  os  custos,  além  de  adotar  como  critério  de  rateio  a  quantidade  de 
horas  de  trabalho  (100  h  para  A  e  200  h  para  B).  Os  custos  unitários  dos  produtos  A  e  B  são, 
respectivamente, 
(A)  $ 21,00 e $ 36,00. 
(B)  $ 24,00 e $ 32,00. 
(C)  $ 25,00 e $ 32,00. 
(D)  $28,00 e $ 30,00. 
(E)  $30,00 e $ 36,00. 
 

42

 Uma indústria de sucos pretende produzir e vender os sucos que lhe propiciam maior margem de 

contribuição. Com base na estrutura de custos e preços descrita a seguir, os dois tipos cuja produção e 
venda  deve  ser  incentivada  sob  os  preceitos  do  custeio  direto  ou  variável  e  por  propiciarem  maior 
margem são 
Estrutura de preços e custos 

Produtos 

Preço unitário  Custo variável 

unitário 

Custo fixo 
unitário 
rateado 

Custo total 

$ 20,00 

$ 11,00 

$ 8,00 

$ 19,00 

$ 10,00 

$ 5,00 

$ 2,00 

$ 7,00 

$ 30,00 

$ 20,00 

$ 8,00 

$ 28,00 

$ 20,00 

$ 12,00 

$ 7,00 

$ 19,00 

$ 18,00 

$ 12,00 

$ 2,00 

$ 14,00 

(A)  B e E. 
(B)  A e C. 
(C)  D e A. 
(D)  C e D. 
(E)  B e C. 

 

43

  Um  ponto  de  venda  de  açaí  localizado  no  bairro do  Umarizal,  em  Belém  (Pará)  intenciona aplicar 

mark  up  de  100%  sobre  os  custos  para  formar  o  preço  de  venda,  e  para  isso  adota  o  custeio 
Reichskuratoriun fur Wirtschaftlichtkeit (RKW). O ponto só produz o açaí do tipo médio e, no contexto, 
deve ser considerado que o momento é de safra e o consumo de recurso diário é o seguinte: (i) duas 
rasas de açaí pelo custo total de $ 100,00; (ii) água $ 10,00; (iii) energia elétrica $ 12,00; (iv) frete do 
açaí  $  18,00;  (v)  material  de  limpeza  $  3,00;  (vi)  plásticos  para  acondicionar  o  líquido  $  2,00;  (vii) 
depreciação da batedora $ 5,00; (viii) diárias do batedor e auxiliar $ 100,00. A produção diária é de 50 
litros de açaí. Ao considerar a estrutura de custos e o custeio adotado, além do  mark up desejado, o 
preço do litro de açaí que o ponto deseja praticar é 
(A)  $ 10,00. 
(B)  $ 12,00. 
(C)  $ 14,00. 
(D)  $ 16,00. 
(E)  $ 18,00. 
 
 
 
 

 

 
 
 
 
 
 

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15 

44

 Uma indústria de confecções de uniformes profissionais localizada no bairro do Reduto, em Belém 

(Pará),  motivada  por  proposta  para  confeccionar  100  uniformes  para  cliente,  resolveu  elaborar,  para 
efeito de gestão de produção, o custo padrão no sentido de confrontar o padrão com o real e analisar as 
variações.  Nesse  sentido,  o  custo  padrão  e  o  custo  real  dos  principais  itens  do  uniforme  são  os 
seguintes: 
Custo Padrão 
1 – Matéria prima 
2 m de tecidos pelo custo unitário de $ 20,00 
2 – Mão de obra 
3 h pelo custo unitário de $ 10,00 
3 – Gastos Gerais 
2 Kwh pelo custo unitário de $ 5,00 
Ao produzir o uniforme ocorreram os seguintes custos reais: 
Custo Real 
1.Matéria prima 
3 m de tecidos pelo custo unitário de R$ 20,00 
2. Mão de obra 
2 h pelo custo unitário de R$ 10,00  
3- Gastos Gerais 
2 Kwh pelo custo unitário de R$ 6,00 

 

Não é correto afirmar que 

 

(A)  o custo padrão é $ 80,00. 
(B)  o custo real é de $ 92,00. 
(C)  a variação da matéria prima é de $ 20,00 desfavorável. 
(D)  o total das variações é de $12,00 desfavorável. 
(E)  a variação dos gastos gerais é de $ 2,00 favorável. 

 
45

 No setor privado, a terminologia “custeio” n o tem o mesmo significado que tem no setor p blico. No 

que  diz  respeito  ao  custeio  dos  produtos  e  considerando  a  realidade  das  empresas  privadas,  não  é 
correto afirmar o seguinte: 
(A)  o  Custeio  Baseado  em  Atividades  (ABC)  é  o  tipo  de  custeio  não  tradicional  e  sua  aplicação  nos 

relatórios contábeis não é aceita para efeitos fiscais e societários. 

(B)  o  custeio  por  absorção,  embora  de  amplo  uso  e  aceitabilidade  fiscal  e  societária,  para  efeito  de 

informações gerenciais, é limitado face ao tratamento dispensado aos custos indiretos. 

(C)  o  custeio  direto  ou  variável  é  de  aceitação  fiscal  e  societária  face  à  informação  gerada,  que  é 

denominada de “Margem de Contribui  o”. 

(D)  o  custeio  Reichskuratoriun  fur  Wirtschaftlichtkeit  (RKW)  teve  sua  origem  na  Alemanha  em  fase 

histórica pós-segunda guerra mundial e a intenção inicial era formar preço. 

(E)  quando tudo o que é produzido é também vendido, o que torna o saldo do estoque dos produtos 

acabados igual a zero, os resultados apurados, tanto pelo custeio por absorção quanto pelo custeio 
direto ou variável, serão iguais. 

 

46

  Sobre  a  Demonstração  do  Valor  Adicionado  (DVA),  que  é  de  obrigatória  elaboração  e  divulgação 

pelas sociedades anônimas de capital aberto, não é correto afirmar que 
(A)  o  valor  adicionado  representa  a  riqueza  criada  pela  empresa  e,  como  regra,  é  medido  pela 

diferença entre o valor das vendas e os insumos adquiridos de terceiros. 

(B)  está fundamentada em conceito macroeconômico, buscando demonstrar a contribuição da empresa 

na formação do Produto Interno Bruto (PIB). 

(C)  fornece  informações  sobre  os  benefícios  obtidos  por  cada  um  dos  fatores  de  produção,  como 

trabalhadores, acionistas, o governo e credores. 

(D)  na forma de cálculo da DVA não há diferença entre o modelo econômico e o contábil, pois ambos 

têm como base o regime de competência. 

(E)  deve ser alvo de revisão pelos auditores externos caso a empresa seja obrigada a ter parecer dos 

auditores independentes como parte de seus relatórios contábeis.  

 
 
 
 
 

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16 

47

 Sobre a DMPL não é correto afirmar o seguinte: 

(A)  indica a formação e utilização das reservas e possibilita melhor compreensão quanto ao cálculo dos 

dividendos obrigatórios. 

(B)  deverá  apresentar  o  resultado  abrangente  do  período  e  separar  os  montantes  atribuíveis,  desse 

resultado, aos proprietários controladores e não controladores. 

(C)  não  precisa  ser  divulgado  na  DMPL,  nem  em  notas  explicativas,  o  montante  dos  dividendos  a 

serem distribuídos e o respectivo montante por ação. 

(D)  as  variações  que  afetam  o  patrimônio  líquido  devem  ser  divulgadas,  como,  por  exemplo,  o 

acréscimo por prêmio recebido na emissão de debêntures. 

(E)  os acréscimos por subscrição e integralização de capital social também afetam o patrimônio líquido, 

portanto devem constar na DMPL. 

 

48

  Sobre  a  Demonstração  dos  Fluxos  de  Caixa  (DFC),  cujo  objetivo  é  gerar  informações  sobre  os 

pagamentos e recebimentos,  em  espécie,  de  uma  entidade  econômica  ocorridos  em  um  determinado 
período de tempo, não é correto afirmar o seguinte: 
(A)  a DFC, quando analisada conjuntamente com outros demonstrativos financeiros, possibilita que os 

usuários  avaliem  a  capacidade  de  a  empresa  gerar  futuros  fluxos  líquidos  positivos  de  caixa  e 
equivalente de caixa. 

(B)  as disponibilidades compreendem o caixa, os saldos bancários e as aplicações financeiras de curto 

prazo sujeitas a significante risco de mudança de valor. 

(C)  como  exemplo  de  saídas  das  atividades  operacionais  cita-se  o  pagamento  de  fornecedores 

referentes ao suprimento de mercadorias ou matérias primas ou outros materiais para a produção 
de bens destinados a venda. 

(D)  como  fluxo  de  atividades  de  financiamentos  podem  ser  exemplificadas  as  operações  de 

empréstimos obtidos nas instituições de crédito tradicionais;  

(E)  como exemplo de saída das atividades de investimentos destaca-se o pagamento pela aquisição de 

intangíveis  e  propriedade  para  investimento,  como  também  o  valor  dos  desembolsos  dos 
empréstimos concedidos pela empresa. 

 

49

 A Demonstração do Resultado Abrangente (DRA) apresenta receitas, despesas e outras mutações 

que  afetam  o  patrimônio  líquido,  mas  que  ainda  não  foram  reconhecidas  na  Demonstração  do 
Resultado do Exercício (DRE). Não deve(m) ser reconhecido(s) na DRA o/a(s) 
(A)  ganhos  e  perdas  originados  da  conversão  de  demonstrações  contábeis  de  empresas  com 

operações com o exterior. 

(B)  ajustes originados de avaliação patrimonial relativos aos ganhos e perdas na mensuração de ativos 

financeiros disponíveis para venda. 

(C)  ajuste  de  avaliação  patrimonial  relativo  a  efetiva  parcela  de  ganhos  e  perdas  de  instrumentos  de 

hedge em hedge de fluxo de caixa. 

(D)  ganhos e perdas atuariais em planos de pensão que geram benefícios a empregados. 
(E)  despesas  antecipadas  contabilizadas  no  ativo  circulante  e  reconhecidas  a  medida  que  o  tempo 

transcorre e em estrita obediência ao regime de competência. 

 

50

  Sobre  a  Demonstração  do  Resultado  do  Exercício  (DRE),  que  fornece  aos  usuários  informações 

sobre como o resultado do período (lucro ou prejuízo) foi formado, não é correto afirmar o seguinte: 
(A)  o  primeiro  item  da  DRE  elaborada  e  divulgada  pelas  sociedade  anônimas  de  capital  aberto  é  a 

receita  bruta  de  vendas,  em  que,  após  as  deduções  de  impostos  incidentes,  descontos 
incondicionais e devoluções, apura-se a receita líquida de vendas. 

(B)  computa-se  na  DRE  a parcela dos resultados  de empresas  investidas cujo reconhecimento é  por 

meio do método de equivalência patrimonial. 

(C)  as  despesas  operacionais  são  segregadas  por  subtotais  em:  despesas  com  vendas,  despesas 

financeiras  deduzidas  das  receitas  financeiras,  despesas  gerais  e  administrativas  e  outras 
despesas e receitas operacionais. 

(D)  o ganho com a venda de um ativo não circulante imobilizado deve estar demonstrado como outras 

receitas,  antes  da  Contribuição  Social  Sobre  o  Lucro  Líquido  (CSLL)  e  o  Imposto  de  Renda  das 
Pessoas Jurídicas (IRPJ). 

(E)  a DRE é elaborada em estrita obediência ao regime de competência, embora a legislação tributária 

aceite  a  tributação  da  receita  pelo  regime  de  caixa  em  algumas  modalidades  de  tributação  ou 
situações especiais. 

 

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17 

51

  Uma empresa  localizada em  Ananindeua (Pará) teve um  terreno desapropriado pela Prefeitura. O 

valor  do  terreno  escriturado  na  contabilidade  da  empresa  era  de  $  100.000,00  e  a  Prefeitura  de 
Ananindeua  indenizou  a  desapropriação  pelo  valor  de  $  110.000,00.  Quanto  ao  tratamento  fiscal  e 
contábil do referido fato econômico e jurídico não é correto afirmar o seguinte: 
(A)  o ganho de capital será diferido, desde que seja transferido para uma reserva especial de lucros. 
(B)  o  diferimento  é  condicionado  à  aplicação  pela  empresa  na  compra  de  outros  bens  do  ativo  não 

circulante no prazo máximo de dois anos após o recebimento da indenização. 

(C)  o ganho de capital será contabilizado como receita e o incentivo fiscal ocorrerá com a exclusão na 

parte “A” do Livro de Apura  o do Lucro Real. 

(D)  a  reserva  de  lucro  será  constituída  por  destinação  da  conta  Lucros  Acumulados  pelo  mesmo 

montante apurado na Demonstração do Resultado do Exercício. 

(E)  no contexto, ressalva-se que o art.423 do RIR/99 tributa o ganho de capital obtido na transferência 

de imóveis desapropriados para fins de reforma agrária. 

 

52

  As  sociedades  anônimas,  tanto  as  abertas  quanto  as  fechadas,  podem  adquirir  suas  ações  e 

registrá-las no Patrimônio Líquido com a titulação de Ações em Tesouraria. Quanto ao fato econômico 
que resulta contabilmente em Ações em Tesouraria não é correto afirmar o seguinte: 
(A)  a  aquisição  e  venda  de  ações  da  própria  sociedade  são  transações  de  capital  da  companhia 

perante seus acionistas, portanto não afetam o resultado. 

(B)  a aquisição  de  suas  ações  só poderá ocorrer se se tratar  de  operação  de  resgate, reembolso ou 

amortização de ações. 

(C)  a sociedade anônima poderá adquirir suas ações mesmo que estas sejam ações não integralizadas 

ou pertencentes ao acionista controlador. 

(D)  a sociedade anônima poderá adquirir suas ações com o objetivo de reduzir o capital social, porém 

limitado às restrições legais. 

(E)  não é permitido à sociedade adquirir suas próprias ações quando requerer recursos maiores que o 

saldo  de  lucros  acumulados ou  as reservas disponíveis  registradas no  último balanço patrimonial 
divulgado. 

 

53

 Uma indústria de refrigerantes constituída juridicamente como sociedade anônima de capital aberto 

foi alvo do trabalho de auditores independentes que iniciaram seus procedimentos às 8 horas do dia 4 
de Abril de 2018, por meio de contagem física de caixa, e resultou nos seguintes registros: 
1.Saldo inicial de caixa no dia 03/04/2018: $ 0,00  
2. Valor em dinheiro: $ 5.000,00 
3. Vale para funcionários: $ 2.000,00 
4. Vendas em dinheiro no dia 03/04/2018: $ 20.000,00 
5. Vendas a prazo para recebimento com 30 dias: $ 20.000,00 
6. Documento de depósito bancário do dia 03/04/2018: $ 10.000,00 
 
Os auditores independentes chegaram à seguinte conclusão: 
(A)  faltam no caixa $ 5.000,00. 
(B)  faltam no caixa $ 3.000,00. 
(C)  sobram no caixa $ 10.000,00. 
(D)  sobram no caixa $ 5.000,00. 
(E)  faltam no caixa $ 2.000,00. 
 

54 

O  auditor  responde  por  suas  ações  na  execução  dos  trabalhos  de  auditoria.  Não  está  entre  as 

atribuições do auditor, na execução do seu trabalho, 
(A)  aplicar o máximo de cuidado e zelo na realização do seu trabalho, estendidos a suas conclusões. 
(B)  fornecer opinião imparcial sobre as demonstrações contábeis. 
(C)  objetivar  precipuamente  o  exame  das  demonstrações  contábeis  efetuado  e  a  identificação  de 

fraudes. 

(D)  demonstrar  em  que  medida  as  distorções  por  fraude  ou  erro  afetam  de  forma  relevante  as 

demonstrações contábeis, se em seu parecer não conste ressalva específica. 

(E)  conduzir  seus  exames  atendendo  às  Normas  de  Auditoria  Independente  das  Demonstrações 

Contábeis. 

 
 

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18 

55

 O parecer do auditor independente deve ser claro e expressar objetivamente se as demonstrações 

contábeis  auditadas,  em  todos  os  aspectos  relevantes,  na  opinião  do  auditor,  estão  ou  não 
adequadamente  representadas.  Nas  demonstrações  contábeis  de  determinada  instituição  financeira 
consta  a  provisão  para  devedores  duvidosos,  porém  em  montante  tal  que  não  representa  a  real 
inadimplência dos clientes. No parecer dos auditores consta o seguinte parágrafo: “Em nossa opini o, 
exceto quanto aos efeitos da insuficiência de provisão para créditos de liquidação duvidosa comentada 
no parágrafo 3º, as demonstra ões contábeis...”. Essa express o é empregada em pareceres 
(A)  sem ressalva. 
(B)  com ressalva. 
(C)  adverso. 
(D)  com abstenção de opinião. 
(E)  mistos, com ressalva e adverso. 
 

56

 A contabilidade das instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco 

Central do Brasil (BACEN), para efeitos fiscais, deve observar o artigo 61 da Lei nº 11.941/2009. No que 
diz respeito à aplicação da contabilidade das instituições financeiras e ao reflexo fiscal das instituições 
financeiras não é correto afirmar o seguinte: 
(A)  no  exercício  em  que  ocorrer  modificação  de  métodos  ou  critérios  contábeis  de  efeito  relevante, 

deve-se indicá-los em nota e ressaltar esses efeitos. 

(B)  o  artigo  61  da  Lei  nº  11.941/2009  dispõe  que  a  escrituração  das  instituições  financeiras  deve 

observar as disposições da Lei nº 4.595/1964 e os atos normativos dela decorrentes. 

(C)  face às peculiaridades e ao risco das atividades financeiras, a provisão para crédito de liquidação 

duvidosa  é  dedutível  no  âmbito  fiscal,  tanto  da  base  de  cálculo  do  Imposto  de  Renda  como  da 
Contribuição Social sobre o Lucro Líquido. 

(D)  compete  às  instituições  financeiras  e  às  instituições  autorizadas  a  funcionar  pelo  BACEN,  ao 

escriturar  e  elaborar  as  demonstrações  contábeis,  acatar  as  normas  emitidas  pelo  Conselho 
Monetário Nacional (CMN). 

(E)  as normas contábeis são operacionalizadas pelo Sistema Financeiro Nacional (SFN), ditadas pelo 

Conselho Monetário Nacional, além de serem reguladas, controladas e fiscalizadas pelo BACEN e  
pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).  

 

57

  O  Plano  de  Contas  das  Instituições  do  Sistema  Financeiro  Nacional  –  COSIF  –  e  normas 

consubstanciadas têm  por  objetivo  uniformizar  os  registros  contábeis  dos  atos  e  fatos  administrativos 
praticados, racionalizar a utilização de contas, estabelecer regras, critérios e procedimentos necessários 
à  obtenção  e  divulgação  de  dados,  possibilitar  o  acompanhamento  do  sistema  financeiro,  além  de 
avaliar o desempenho e o controle, de modo que as demonstrações financeiras elaboradas expressem, 
com  fidedignidade  e  clareza,  a  real  situação  econômico-financeira  da  instituição  e  de  conglomerados 
financeiros. Sobre a Contabilidade das Instituições Financeiras não é correto afirmar o seguinte: 
(A)  as normas e os procedimentos, bem como as demonstrações financeiras padronizadas e previstas 

no Plano de Contas COSIF, são de uso obrigatório para as cooperativas de crédito. 

(B)  quanto à escrituração, compete ao Conselho Monetário Nacional (CMN) expedir normas gerais de 

contabilidade e estatística a serem observadas pelas instituições financeiras. 

(C)  a  escrituração  deve  ser  completa,  mantendo-se  em  registros  permanentes  todos  os  atos  e  fatos 

administrativos  que  modifiquem  ou  venham  a  modificar,  imediatamente  ou  não,  sua  composição 
patrimonial. 

(D)  o  simples  registro  contábil  não  constitui  elemento  suficientemente  comprobatório,  devendo  a 

escrituração ser fundamentada em comprovantes hábeis para a perfeita validade dos atos e fatos 
administrativos.  

(E)  para efeitos probantes, no caso de lançamentos via processamento de dados, tais como saques em 

caixa  eletrônico,  operações  on  line  e  lan amentos  “fita  a  fita”,  a  comprova  o  faz-se  mediante 
listagens em arquivos em papel extraídas dos registros.  

 
 
 
 

 

 
 
 

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19 

58

  Sobre  a  escrituração  dos  fatos  econômicos,  considerando  que  as  instituições  financeiras  devem 

acatar disposições legais, não é correto afirmar o seguinte: 
(A)  devem  adotar  métodos  e  critérios  uniformes  no  tempo  e  modificações  relevantes  devem  ser 

evidenciadas em notas explicativas e quantificando os efeitos em notas explicativas. 

(B)  as  receitas  deverão  ser  registradas  no  período  em  que  ocorrerem  e  respeitando  o  regime  de 

competência, e as despesas, quando efetivamente pagas, acatando o regime de caixa. 

(C)  os resultados deverão ser apurados em períodos fixos de tempo, observando os períodos de 1º de 

janeiro a 30 de junho e de 1º de julho a 31 de dezembro. 

(D)  conciliações  deverão  ser  efetuadas  entre  os  saldos  contábeis  e  os  controles  internos  e  os 

documentos, devidamente arquivados por, pelo menos, um ano. 

(E)  as  apropriações  devem  ser  mensais,  independentemente  da  apuração  do  resultado  a  cada  seis 

meses, inclusive as rendas e a mora.  

 

59

 As instituições financeiras devem contabilizar a reserva legal, desde que procedimentos contábeis e 

jurídicos-societários sejam acatados. Sobre a constituição e a destinação da reserva legal não é correto 
afirmar o seguinte: 
(A)  do  lucro  líquido  do  semestre,  antes  de  qualquer  dedução,  5%  são  destinados  à  constituição  da 

reserva legal, que não pode ultrapassar 20% do capital social. 

(B)  a obrigatoriedade de constituição dessa reserva cessa quando o saldo da reserva legal, somado ao 

montante da Reserva de Capital, excede a 30% do capital social integralizado. 

(C)  o saldo da reserva legal poderá compensar prejuízos. 
(D)  o  saldo  da  reserva  legal  somente  poderá  compensar  prejuízos  quando  esgotados  os  lucros 

acumulados e as demais reserva de lucro. 

(E)  o  saldo  da  reserva  legal  não  poderá  ser  utilizado  para  aumentar  o  capital  social  da  instituição 

financeira.  

 

60

 As instituições financeiras realizam operações de crédito e podem receber doações e subvenções 

fiscais.  Por  isso poderão constituir  a Reserva de  Lucros a Realizar  e  Reservas de  Incentivos Fiscais. 
Sobre a constituição e a destinação da Reserva de Lucros a Realizar e Reserva de Incentivos Fiscais 
não é correto afirmar o seguinte: 
(A)  considera-se  lucro  a  realizar  no  período,  o  lucro  em  venda  de  bens  a  prazo,  realizável  após  o 

término do exercício seguinte. 

(B)  as  reservas  de  lucros  a  Realizar  podem  ser  utilizadas  para  compensar  prejuízos,  quando  estes 

ultrapassarem os lucros acumulados. 

(C)  quando os lucros a realizar ultrapassarem, no período, o total deduzido do lucro líquido destinado a 

constituição de Reserva Legal, Reservas Estatutárias, Reservas de Contingências, Reservas para 
Expansão e Reservas Especiais de Lucros, a Assembleia Geral pode, por proposta dos órgãos da 
administração,  destinar  parcela  correspondente  ao  excesso  para  constituição  de  Reservas  de 
Lucros a Realizar. 

(D)  dentre  as  reservas  de  lucros,  as  instituições  financeiras,  inclusive  as  cooperativas  de  crédito, 

podem  constituir  reserva  para  incentivos  fiscais  mediante  a  utilização  de  parcela  do  lucro  líquido 
decorrente de doações e subvenções governamentais para investimentos.  

(E)  a  reserva  de  incentivos  fiscais  pode  ser  excluída  da  base  de  cálculo  do  dividendo  obrigatório 

previsto em lei.