Prova Concurso - Administração - DO-RIO-DE-JANEIRO-RJ-2014-CAMARA-MUNICIPAL-DO-RIO-DE-JANEIRO-ANALISTA-LEGISLATIVO-ADMINISTRACAO-DE-SUPORTE-DE-REDES - PREFEITURA - DO - 2014

Prova - Administração - DO-RIO-DE-JANEIRO-RJ-2014-CAMARA-MUNICIPAL-DO-RIO-DE-JANEIRO-ANALISTA-LEGISLATIVO-ADMINISTRACAO-DE-SUPORTE-DE-REDES - PREFEITURA - DO - 2014

Detalhes

Profissão: Administração
Cargo: DO-RIO-DE-JANEIRO-RJ-2014-CAMARA-MUNICIPAL-DO-RIO-DE-JANEIRO-ANALISTA-LEGISLATIVO-ADMINISTRACAO-DE-SUPORTE-DE-REDES
Órgão: DO
Banca: PREFEITURA
Ano: 2014
Nível: Superior

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Gabarito

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ANALISTA LEGISLATIVO ESPECIALIDADE: ADMINISTRAÇÃO - PROVA 01

NÍVEL SUPERIOR - TURNO DA MANHÃ

CONCURSO - CÂMARA - BLOCO I - Realizado em 01/06/2014.

CONCURSO - CÂMARA - BLOCO I - Realizado em 01/06/2014.

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ANALISTA LEGISLATIVO ESPECIALIDADE: CONTABILIDADE - PROVA 01

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ANALISTA LEGISLATIVO ESPECIALIDADE: DIREITO - PROVA 01

CONCURSO - CÂMARA - BLOCO I - Realizado em 01/06/2014.

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ANALISTA LEGISLATIVO ESPECIALIDADE: ENGENHARIA / ARQUITETURA  - PROVA 01

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SERVIDORES

NFORMAÇÃO / ÁREA: ADMINISTRAÇÃO DE

 PROVA 01

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ANALISTA LEGISLATIVO ESPECIALIDADE: ENGENHARIA / ARQUITETURA  - PROVA 01

CONCURSO - CÂMARA - BLOCO I - Realizado em 01/06/2014.

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ANALISTA LEGISLATIVO ESPECIALIDADE: TECNOLOGIA DA I

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CONCURSO - CÂMARA - BLOCO I - Realizado em 01/06/2014.

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ANALISTA LEGISLATIVO ESPECIALIDADE: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO / ÁREA: ADMINISTRAÇÃO E 

SUPORTE DE REDES- PROVA 01

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ANALISTA LEGISLATIVO ESPECIALIDADE: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO / ÁREA: DESENVOLVIMENTO E 

MANUTENÇÃO DE PROGRAMAS - PROVA 01

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CONCURSO - CÂMARA - BLOCO I - Realizado em 01/06/2014.

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NÍVEL MÉDIO - TURNO DA TARDE

ASSISTENTE TÉCNICO LEGISLATIVO - PROVA 01

Prova

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3. Quando autorizado pelo fiscal de sala, transcreva para o espaço determinado no 

CARTÃO-RESPOSTA, com sua caligrafia usual, a seguinte

frase:

Todo o poder emana do povo.

Todo o poder emana do povo.

Todo o poder emana do povo.

Todo o poder emana do povo.

Todo o poder emana do povo.

O descumprimento dessa instrução implicará a anulação da sua prova e a sua eliminação do concurso.

4. O candidato será automaticamente excluído do certame se for surpreendido:

portando anotações, impressas ou manuscritas, em papéis que não os permitidos;

utilizando qualquer aparelho eletrônico ou qualquer outro meio de comunicação ativa ou passiva;

5. O candidato somente poderá retirar-se, definitivamente, do recinto de realização da prova, entregando o CADERNO DE QUES-

TÕES E O CARTÃO-RESPOSTA devidamente assinado, após decorrida 1 (uma) hora do início da prova. No entanto,

SOMENTE durante os 30 (trinta) minutos finais de prova será permitido copiar seus assinalamentos do CARTÃO-RESPOSTA, em

formulário próprio, a  ser distribuído pelo fiscal de sala.

6. Ao terminar a prova o candidato entregará, obrigatoriamente, ao Fiscal de Sala, o seu CARTÃO-RESPOSTA e o CADERNO DE

QUESTÕES, sob pena de exclusão do certame.

7. Os três últimos candidatos deverão permanecer em sala, sendo liberados somente quando todos tiverem concluído a

prova ou o tempo tenha se esgotado, sendo indispensável o registro dos seus nomes na ata de aplicação de prova.

8. O FISCAL DE SALA NÃO ESTÁ AUTORIZADO A ALTERAR QUAISQUER DESSAS INSTRUÇÕES.

9. O gabarito da prova será publicado no Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro - D.O Rio e no Diário Oficial da Câmara

Municipal do Rio de Janeiro - D.C.M.  no segundo dia útil após a realização das provas, estando disponíveis, também, no

site http://concursos.rio.rj.gov.br

Boa Prova!

ATENÇÃO

COORDENADORIA GERAL DE GESTÃO DE TALENTOS
COORDENADORIA DE RECRUTAMENTO E SELEÇÃO

2014

CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO

1. A prova terá duração de 4 (quatro) horas,  considerando, inclusive, a marcação do CARTÃO-RESPOSTA .

2. É de responsabilidade do candidato a conferência deste caderno que contém  70 (setenta) questões de múltipla escolha, cada

uma com 4 (quatro) alternativas (A,B,C e D),  distribuídas da seguinte forma:

NÍVEL SUPERIOR

PROVA 01

MANHÃ

ANALISTA LEGISLATIVO

CADERNO DE QUESTÕES

especialidade: Engenharia / Arquitetura

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SPECIALIDADE

: T

ECNOLOGIA

 

DA

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NFORMAÇÃO

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REA

:

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DMINISTRAÇÃO

  

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PROVA 01

2014

Concurso Público
Câmara do Município do Rio de Janeiro

Secretaria Municipal de Administração

Coordenadoria Geral de Gestão de Talentos - CGGT

MANHÃ

ANALISTA LEGISLATIVO

Especialidade: T.I. - Administração e Suporte de Redes

LÍNGUA PORTUGUESA

Considere o texto I para responder às questões
01, 02 e 03.

Texto I - Mundo sustentável

Cada um de nós, independentemente do poder

aquisitivo, pode fazer a sua parte na construção de
uma nova sociedade de consumo, em que a compra
de cada produto ou serviço seja precedida de alguns
pequenos cuidados. Dar preferência aos fabricantes ou
comerciantes comprometidos com energia limpa, re-
dução e reaproveitamento de resíduos, reciclagem de
água, responsabilidade social corporativa e outras ini-
ciativas sustentáveis é um bom começo. Assim como
checar se o que pretendemos adquirir é realmente ne-
cessário e fundamental. O conceito de necessário va-
ria de pessoa para pessoa, é assunto de foro íntimo.
Mas podem-se descobrir, nesse exercício, os sintomas
de uma doença chamada oneomania, ou consumo
compulsivo, que, de acordo com pesquisa do Instituto
de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo,
acomete aproximadamente 3% da população brasileira,
em sua maioria mulheres.  É gente que usufrui apenas
do momento da compra, para muito rapidamente deixar
o produto de lado e, não raro, mergulhar num senti-
mento de culpa. Muitos endividados que tomam
empréstimos em bancos ou em agiotas são
oneomaníacos.

 

André Trigueiro. Mundo sustentável: abrindo espaço na mídia

para um planeta em transformação. São Paulo: Globo, 2005,

pág. 22. Fragmento.

01. “Mas podem-se descobrir, nesse exercício, os sin-

tomas de uma doença chamada oneomania...” A
expressão “Nesse exercício” retoma ideia anteri-
ormente apresentada em:

(A) “O conceito de necessário varia de pessoa para

pessoa, é assunto de foro íntimo”

(B) “Dar preferência aos fabricantes ou

comerciantes comprometidos com energia
limpa”

(C) “Assim como checar se o que pretendemos

adquirir é realmente necessário e fundamental”

(D) “Cada um de nós, independentemente do poder

aquisitivo, pode fazer a sua parte”

02. “Muitos endividados que tomam empréstimos em

bancos ou em agiotas são oneomaníacos”.

Nessa frase, o vocábulo em destaque retoma um
termo antecedente e introduz uma oração adjetiva,
portanto classifica-se como pronome relativo. Tam-
bém é pronome relativo a palavra destacada em:

(A) Eles gastaram tanto que ficaram endividados.

(B) Não iremos à festa, que já é tarde.

(C) Esperamos que todos gostem do espetáculo.

(D) Conheci os atores que ganharam o prêmio.

03. “os sintomas de uma doença chamada oneomania,

ou consumo compulsivo”. Está correta a significa-
ção apresentada, no texto, para o vocábulo em
destaque, porém há equívoco na indicação do
significado da seguinte palavra:

(A) plutomania - alienação mental em que o

doente se imagina paupérrimo

(B) criptomania - tendência ou necessidade

doentia de esconder-se

(C) mitomania – distúrbio que consiste em contar

mentiras compulsivamente

(D) piromania - desejo mórbido e incontrolável de

provocar incêndios

Considere o texto II para responder às questões
04 e 05.

Texto II - Todos os verbos

Errar é útil

Sofrer é chato

Chorar é triste

Sorrir é rápido

Não ver é fácil

Trair é tátil

Olhar é móvel

Falar é mágico

Calar é tático

Desfazer é árduo

Esperar é sábio

Refazer é ótimo

Amar é profundo

Marcelo Jeneci e Zélia Duncan, do CD Pelo Sabor do Gesto,

Zelia Duncan

04. Mas amar é profundo”. A conjunção em destaque

inicia o verso e assume o sentido de:

(A) adição, marcando a continuidade de mais um

entre “todos os verbos”

(B) consequência, indicando amar como efeito da

sequência de verbos

(C) contraste, mostrando que amar é o mais

importante

(D) explicação, sugerindo a ruptura na enumeração

de verbos

05. Em “Pensar é ser humano”, o termo pensar tem a

mesma função sintática que em:

(A) Os filósofos costumam pensar a existência

humana.

(B) Todos concordam que pensar acalma.

(C) A necessidade de pensar move o ser humano.

(D)  Sua principal atividade é pensar.

E nele sempre cabem de vez

Todos os verbos do mundo

Abraçar é quente

Beijar é chama

Pensar é ser humano

Fantasiar também

Nascer é dar partida

Viver é ser alguém

Saudade é despedida

Morrer um dia vem

Mas amar é profundo

E nele sempre cabem de vez

Todos os verbos do mundo

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Considere o texto III para responder às questões
06 e 07.

Texto III - Vida a crédito

Vivemos a crédito: nenhuma geração passada foi

tão endividada quanto a nossa – individual e coletiva-
mente (a tarefa dos orçamentos públicos era o equilíbrio
entre receita e despesa; hoje em dia, os “bons orça-
mentos” são os que mantêm o excesso de despesas
em relação a receitas no nível do ano anterior). Viver a
crédito tem seus prazeres utilitários: por que retardar a
satisfação? Por que esperar se você pode saborear as
alegrias futuras aqui e agora? Reconhecidamente, o
futuro está fora do nosso controle. Mas o cartão de
crédito, magicamente, traz esse futuro irritantemente
evasivo direto para você, que pode consumir o futuro,
por assim dizer, por antecipação – enquanto ainda resta
algo para ser consumido... Parece ser essa a atração
latente da vida a crédito, cujo benefício manifesto, a se
acreditar nos comerciais, é puramente utilitário:
proporcionar prazer. E se o futuro se destina a ser tão
detestável quanto se supõe, pode-se consumi-lo agora,
ainda fresco e intacto, antes que chegue o desastre e
que o futuro tenha a chance de mostrar como esse
desastre pode ser detestável. (É isso, pensando bem,
que faziam os canibais de outrora, encontrando no
hábito de comer seus inimigos a maneira mais segura
de pôr fim às ameaças de que estes eram portadores:
um inimigo consumido, digerido e excretado não era
mais assustador. À medida que mais deles são devo-
rados, suas fileiras parecem engrossar em vez de
encolher).

Zygmunt Bauman. Medo líquido. Trad. Carlos Alberto Medeiros.

Rio de Janeiro: Zahar, 2008. Páginas 16, 17.

06. No texto III, o autor expressa uma crítica à sociedade

contemporânea, pois nesta tornou-se comum:

(A) conviver com as dívidas por acreditar em um

futuro melhor

(B) acreditar no esforço individual por uma vida

prazerosa

(C) naturalizar o endividamento por medo do futuro
(D) aceitar o prazer como solução para as

dificuldades

07. “E se o futuro se destina a ser tão detestável...”.

Os termos em destaque, nesse fragmento, clas-
sificam-se, respectivamente, como:

(A) conjunção integrante e parte integrante do

verbo

(B) partícula de realce e pronome reflexivo

(C) conjunção adverbial condicional e pronome

reflexivo

(D) conjunção adverbial causal e pronome

apassivador

Considere o texto IV para responder às questões
08 e 09.

Texto IV – As tensões da modernidade

Frequentemente, o discurso sobre globalização é

a história dos vencedores contada pelos próprios. Na
verdade, a vitória é aparentemente tão absoluta que os
derrotados acabam por desaparecer totalmente de cena.

Proponho, pois, a seguinte definição: a globalização

é o processo pelo qual determinada condição ou entidade
local estende a sua influência a todo o globo e, ao
fazê-lo, desenvolve a capacidade de designar como local
outra condição social ou entidade rival.

As implicações mais importantes desta definição

são as seguintes. Em primeiro lugar, perante as condi-
ções do sistema-mundo ocidental não existe
globalização genuína; aquilo a que chamamos
globalização é sempre a globalização bem sucedida
de determinado localismo. Por outras palavras, não
existe condição global para a qual não consigamos
encontrar uma raiz local, uma imersão cultural especí-
fica. Na realidade, não consigo pensar uma entidade
sem tal enraizamento local; o único candidato possível,
mas improvável, seria a arquitetura interior dos aero-
portos. A segunda implicação é que a globalização pres-
supõe a localização. De fato, vivemos tanto num mundo
de localização como num mundo de globalização.
Portanto, em termos analíticos, seria igualmente
correto se a presente situação e os nossos tópicos de
investigação se definissem em termos de localização,
em vez de globalização. O motivo por que é preferido o
último termo é, basicamente, o fato de o discurso
científico hegemônico tender a privilegiar a história do
mundo na versão dos vencedores.

Boaventura de Sousa Santos.

Disponível em: http://www.dhnet.org.br/direitos/militantes/

boaventura/boaventura4.html. Fragmento

08. O autor, nesse fragmento, problematiza o conceito

de globalização e, para sustentar a tese que
defende, apresenta o seguinte argumento:

(A) o processo de globalização torna explícitas as

raízes locais, as origens culturais específicas

(B) o processo de globalização consiste na

extensão da influência de um localismo a todo
o globo

(C) a investigação científica produz discurso

hegemônico sobre a globalização, ratificando
a opinião do autor

(D) a vitória dos vencedores deriva do processo

de globalização, tornando-se absoluta

09. Em “a vitória é aparentemente tão absoluta que

os derrotados acabam por desaparecer”, a
oração em destaque estabelece com a anterior a
seguinte relação de sentido:

(A) consequência

(B) explicação

(C) finalidade

(D) concessão

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Considere as informações contidas no texto V para
responder à questão 10.

Texto V - O texto no contexto público

Considera-se Redação Oficial a maneira como o

Poder Público elabora seus atos. Apresenta, como único
emissor, o Serviço Público, representado por diferentes
setores, e, como receptor, o próprio Serviço Público
(quando as informações são dirigidas de um órgão a
outro) ou o conjunto de cidadãos ou instituições (o público).

Como decorrência do contexto da Administração

Pública, a Redação Oficial deve caracterizar-se pela
impessoalidade, formalidade e uniformidade, clareza,
precisão e concisão, critérios que garantem a compre-
ensão da mensagem por todo cidadão [...]

Obtida com o emprego da norma culta, sistema-

tizada pela gramática da língua padrão, e com o respeito
à hierarquia, identificada nas formas de tratamento e
nos fechos de comunicação, a formalidade abrange a
noção de elegância e civilidade em que se deve pautar
a Redação Oficial, referência de conduta para o cidadão,
por constituir forma de representação da Língua Portu-
guesa em todo o território nacional.

Manual de Redação Oficial da Prefeitura da Cidade do Rio de

Janeiro. 2008. Página 12.

10. Considerando o padrão formal exigido na redação

oficial, é adequada à escrita a ser empregada no
serviço público, inclusive em mensagem de
correio eletrônico, a seguinte frase:

(A) O servidor tem qualidades, haja vista o

interesse e o esforço demonstrados.

(B) Somente alguns criminosos foram presos,

enquanto que a maioria continua em liberdade. 

(C) Obtiveram-se amplas explicações, de

maneiras que tudo ficou claro.

(D) Não pôde encaminhar o trabalho no prazo, nem

tampouco teve tempo para revisá-lo.

RACIOCÍNIO LÓGICO QUANTITATIVO E ANALÍTICO

11. Uma prova com apenas três questões foi aplicada

para 210 candidatos. Após a correção de todas as
provas verificou-se que:

- 90 candidatos acertaram a 1ª questão;

- 110  acertaram a 2ª questão;

- 47 acertaram a 3ª questão;

- 18 acertaram apenas a 3ª questão;

- 29 acertaram apenas a 2ª questão;

- 15 acertaram as três quesões;

- todos que acertaram a 3ª questão e a 1ª
questão acertaram também a 2ª.

A quantidade de candidatos que errou todas as
questões corresponde a:

(A) 53

(B) 59

(C) 63

(D) 69

12. Observe a tabela-verdade a seguir.

Os valores lógicos que devem substituir xy e z
são, respectivamente:
(A) V, F e F
(B) F, V e V
(C) F, F e F
(D) V, V e F

13. Seja a seguinte proposição: “existem pessoas

que não acordam cedo e comem demais no
almoço”

A negação dessa proposição está corretamente
indicada na seguinte alternativa:
(A) Todas as pessoas acordam cedo ou não

comem demais no almoço.

(B) Não existem pessoas que comem demais no

almoço.

(C) Não existem pessoas que acordam cedo.
(D) Todas as pessoas que não acordam cedo

comem demais no almoço.

14. Na figura abaixo estão representados os cinco pri-

meiros números hexagonais.

O 10° número hexagonal é igual a:
(A) 180
(B) 185
(C) 190
(D) 195

15. São verdadeiras as quatro seguintes proposições:

P1: Se João joga futebol, então Maria não gosta

de guaraná.

P2: Maria gosta de guaraná ou Paulo não estuda

todo dia.

P3: Paulo não estuda todo dia se, e somente se,

Carlos grita de manhã.

P4: Carlos não grita de manhã e Roberto não é

flamenguista.

Com base nas proposições acima, uma conclu-
são necessariamente verdadeira é:
(A) Maria gosta de guaraná e Paulo não estuda

todo dia.

(B) Se João não joga futebol, então Paulo estuda

todo dia.

(C) Paulo estuda todo dia e Carlos grita de manhã.
(D) Se Paulo estuda todo dia, então Roberto é

flamenguista.

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16. Considere os seguintes argumentos:

Argumento I

Premissa 1: Ou a água é gelada ou José fica com sede.

Premissa 2: Não chove e José fica com sede.

Conclusão: A água não é gelada e não chove.

Argumento II

Premissa 1:   

Premissa 2:   

Conclusão:  

Os argumentos I e II são classificados, respecti-

vamente, como:

(A) inválido e válido

(B) inválido e inválido

(C) válido e inválido

(D) válido e válido

17. Se nenhum engenheiro é analista, nenhum analista

é médico e algum professor é médico e engenheiro,

então pode-se concluir que necessariamente:

(A) algum professor não é analista

(B) nenhum professor é analista

(C) algum analista é professor

(D) nenhum engenheiro é médico

18. Considere os quatro quadrados indicados abaixo:

Sabe-se que o maior número de cada um dos três
primeiros quadrados foi obtido com base em ope-
rações aritméticas realizadas com os demais
números do quadrado, segundo um determinado
padrão.

Considerando-se que esse padrão foi mantido no
último quadrado, se x é o maior número do quarto
quadrado, então x está corretamente indicado na
seguinte opção:

(A) 85

(B) 87

(C) 91

(D) 93

19. As quatro seguintes proposições são verdadeiras:

P1: ou x é positivo ou y é negativo.

P2: y não é negativo e z é positivo.

P3: Se z é positivo, então m não vale zero.

P4: m vale zero ou n não é natural.

A partir das proposições acima, uma conclusão
necessariamente verdadeira é a seguinte:

(A) se n não é natural, então x não é positivo

(B) se m não vale zero, então x não é positivo.

(C) ou x é positivo ou z é positivo.

(D) y não é negativo e n não é natural

20. Uma proposição logicamente equivalente a “João

gosta de rock ou Maria gosta de MPB” é:

(A) Se João não gosta de rock, então Maria gosta

de MPB.

(B) Se João gosta de rock, então Maria gosta de

MPB.

(C) Se Maria gosta de MPB, então João não gosta

de rock.

(D) Se Maria não gosta de MPB, então João não

gosta de rock.

ÉTICA DO SERVIDOR NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

21. O Código de Ética Profissional do Servidor Público

Civil do Poder Executivo Municipal do Rio de Janeiro
prevê expressamente que:

(A) o servidor poderá receber prêmios ou

recompensas de particulares pelo bom
desempenho de seu mister, desde que o valor
não ultrapasse o montante de cinquenta reais

(B) a vida pessoal do servidor em nada pode ser

considerada para fins ético-profissionais, já que
constitui expressão de sua autonomia privada

(C) é vedado ao servidor público deixar de utilizar

os avanços técnicos e científicos ao seu
alcance ou do seu conhecimento para
atendimento do seu mister

(D) cabe ao servidor valer-se do bom senso para

fins de atendimento a pessoas idosas ou com
saúde frágil, sendo autorizada até mesmo, em
casos extremados, a omissão de
determinadas informações

22. Configura crime contra as Finanças Públicas a

seguinte conduta:

(A) prestar garantia em operação de crédito sem

que tenha sido constituída contragarantia em
valor igual ou superior ao valor da garantia
prestada, na forma da lei

(B) autorizar a inscrição em restos a pagar de

despesa previamente empenhada

(C) executar ato que acarrete aumento de despesa

total com pessoal nos últimos doze meses de
mandato

(D) promover o cancelamento do montante de

restos a pagar inscrito em valor superior ao
permitido em lei ou resolução do Senado
Federal

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23. A Lei nº 8429/92 (Lei de Improbidade administrati-

va), no capítulo em que trata do procedimento ad-
ministrativo e do processo judicial referentes a ato
de improbidade, dispõe que:

(A) no caso de ação proposta pelo Ministério

Público ou pela pessoa jurídica lesada, é
cabível transação, acordo ou conciliação

(B) a ação principal será proposta pelo Ministério

Público, pela pessoa jurídica lesada ou por
qualquer pessoa capaz devidamente
qualificada, dentro de 30 dias após a efetivação
de medida cautelar

(C) a autoridade administrativa rejeitará a

representação se esta não contiver as
formalidades necessárias, o que impede a
representação ao Ministério Público pelos
mesmos fatos descritos

(D) a comissão processante dará conhecimento

ao Ministério Público e ao Tribunal ou Conselho
de Contas da existência de procedimento
administrativo para apurar a prática de ato de
improbidade

24. As diversas condutas previstas como atos de

improbidade nos incisos dos artigos 9, 10 e 11 da
Lei 8429/92 constituem:

(A) hipóteses exaustivas, o que veda a punição

de condutas ímprobas não previstas
especificamente em seu texto legal

(B) rol exemplificativo, o que é confirmado pela

utilização pela própria Lei da palavra
“notadamente” antes da apresentação das
condutas

(C) rol taxativo, o que não afasta a aplicação das

normas penais previstas na própria Lei de
Improbidade

(D) hipóteses exemplificativas, puníveis a título de

culpa ou dolo, conforme disposição expressa
do caput dos referidos artigos

25. A Lei de Improbidade Administrativa (8429/92), no

que tange à prescrição prevê:

(A) a sua inaplicabilidade, tendo em vista que a

Constituição da República impõe a
imprescritibilidade das condutas ímprobas em geral

(B) diretamente o prazo prescricional de 5 anos

no que se refere a  atos praticados por
ocupantes de cargo efetivo ou emprego público

(C) a possibilidade de propositura de ações

sancionatórias até cinco anos após o término
de exercício de mandato, de cargo em
comissão ou função de confiança

(D) a remissão a leis específicas funcionais de

cada Ente Federativo, em claro respeito ao
Pacto Federativo, nada dispondo acerca de
prazos prescricionais

LEGISLAÇÃO MUNICIPAL

26. De acordo com o Código de Administração Finan-

ceira e Contabilidade Pública do Município do Rio
de Janeiro, o orçamento deve:

(A) compreender, obrigatoriamente, as despesas

e receitas relativas a todos os poderes, órgãos
e fundos, tanto da administração direta quanto
da indireta e das fundações instituídas pelo
Poder Público, excluídas apenas as entidades
que não recebam subvenções ou
transferências à conta do orçamento

(B) abranger as receitas e as despesas

relacionadas a todos os poderes e órgãos da
administração direta, excluídas as entidades
da administração indireta que, em razão de
sua autonomia financeira, elaborarão
orçamentos específicos a serem enviados ao
Legislativo até o dia 01 de agosto de cada ano

(C) compreender as despesas e receitas do Poder

Executivo, órgãos e fundos da administração
direta, excluídos o Poder Legislativo e as
Entidades da administração indireta, que
devem elaborar orçamentos próprios, a serem
votados até o fim de cada Legislatura

(D) abranger, obrigatoriamente, as receitas e

despesas relativas a todos os poderes e órgãos
da administração direta e das fundações
públicas, excluídos os fundos e as Entidades
da administração indireta que detenham
orçamento próprio

27. A Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro

contempla emendas ao seu próprio texto, haven-
do a previsão específica de que:

(A) pode ser objeto de deliberação a proposta de

emenda tendente a alterar ou substituir os
símbolos, ou a denominação do Município

(B) a matéria constante de proposta de emenda à

Lei Orgânica rejeitada ou havida por
prejudicada não poderá ser objeto de nova
proposta na mesma sessão legislativa

(C) a proposta de emenda será discutida e votada

em turno único, e considerada aprovada se
obtiver dois terços dos votos dos membros da
Câmara Municipal

(D) em simetria com a Constituição da República,

a Lei Orgânica prevê como legitimados para
propor emendas à Lei Orgânica os membros
do Poder Legislativo e o Chefe do Executivo,
alijando a população de importante instrumento

legislativo

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28. Segundo o disposto na Lei Orgânica do Município

do Rio de Janeiro, o Município é pessoa jurídica

de direito público interno dotada de:

(A) soberania política, exercida por meio da eleição

direta do Prefeito e dos Vereadores e indireta

do Vice-Prefeito, e autonomia legislativa, nos

limites definidos pela Constituição da

República e pela Constituição do Estado

(B) autonomia financeira, garantida pelo repasse

de verbas federais e estaduais a serem

aplicadas nas áreas de saúde e educação

infantil, primordialmente, e subsidiariamente na

organização dos serviços públicos de interesse

local

(C) soberania política e autonomia administrativa,

pela organização dos serviços públicos

delegados pela União e pelo Estado e

administração própria dos assuntos de

interesse local

(D) autonomia legislativa, através do exercício

pleno pela Câmara Municipal das

competências e prerrogativas que lhe são

conferidas pela Constituição da República, pela

Constituição do Estado e pela Lei Orgânica

Municipal

29. O Regimento Interno da Câmara Municipal do Rio

de Janeiro, quando se refere à Mesa Diretora, de-

termina que:

(A) após a elaboração da proposta orçamentária

pelo Prefeito, compete à Mesa Diretora sua

aprovação e encaminhamento ao Plenário sob

a forma de Resolução, a ser incluída na

proposta do Município

(B) compete à Mesa Diretora, entre outras

atribuições, propor créditos e verbas

necessárias ao funcionamento da Câmara

Municipal e dos seus serviços, bem como

encaminhar as contas anuais ao Tribunal de

Contas do Município

(C) a Mesa Diretora decidirá, pelo voto mínimo de

2/3 dos seus membros, acerca de propostas

de alteração, reforma ou substituição do

Regimento Interno da Câmara Municipal

(D) a eleição para renovação da Mesa Diretora da

Câmara Municipal realizar-se-á a 1º de janeiro

do primeiro ano da Legislatura, sob a

Presidência do Vereador mais votado

30. O Código de Administração Financeira e Contabi-

lidade Pública do Município do Rio de Janeiro clas-
sifica como despesas de capital:

(A) as dotações destinadas a atender

compromissos de cujo pagamento resultem
bens públicos de uso comum ou mutações
compensatórias nos elementos do patrimônio

(B) os compromissos assumidos pelo Município

no atendimento dos serviços e encargos de
interesse geral da comunidade, nos termos da
Constituição, da lei, ou em decorrência de
contratos e outros instrumentos

(C) as dotações destinadas a atender

compromissos cujo pagamento importará em
baixa de disponibilidade sem compensação
patrimonial

(D) os compromissos para manutenção de

serviços anteriormente criados, inclusive os
destinados a atender à conservação,
adaptação e reparos de bens móveis

NOÇÕES DE ORÇAMENTO PÚBLICO

31. Para contornar situações contingenciais que oca-

sionam um aumento de despesas não contempla-
das ou insuficientemente dotadas na lei orçamen-
tária, o município poderá se utilizar do seguinte
mecanismo:

(A) criar novos impostos para aumentar a arreca-

dação

(B) aumentar alíquotas de impostos

(C) propor novo projeto de lei orçamentária

(D) abertura de créditos adicionais

32. Conforme preceito constitucional, a Lei Orçamen-

tária Anual não deve conter dispositivo estranho à
previsão da receita e à fixação da despesa. Nessa
proibição não se inclui a autorização para a aber-
tura de créditos suplementares e contratação de ope-
rações de créditos. O referido preceito correspon-
de à essência do seguinte princípio orçamentário:

(A) universalidade

(B) exclusividade

(C) especificação

(D) orçamento bruto

33. Com base na legislação vigente, corresponde ao

conceito do crédito adicional suplementar a auto-
rização de:

(A) despesas destinadas a reforço de dotação or-

çamentária

(B) despesas não computadas ou insuficiente-

mente dotadas na lei orçamentária

(C) despesas para as quais não haja dotações

orçamentárias específicas

(D) destinações para efetuar despesas urgentes

e imprevisíveis

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34. Um determinado município, no exercício financeiro

de 2013, foi obrigado a realizar a aquisição de um
imóvel, para dar suporte à execução de uma obra
pública. De acordo com a legislação vigente, esse
gasto efetuado, quanto ao grupo de natureza da
despesa, deveria ter sido classificado como:

(A) inversão financeira

(B) transferência de capital

(C) investimento

(D) despesa de custeio

35. Os empréstimos contraídos pelos municípios com

exigibilidade superior a doze meses, com a finali-
dade de atender a desequilíbrio orçamentário,
constituem o que se denomina de:

(A) dívida flutuante

(B) dívida fundada

(C) dívida ativa

(D) créditos especiais

LICITAÇÕES E CONTRATOS

36. Conforme o disposto na Lei nº 8.666/93 (Lei de

licitações e contratos administrativos), considera-
se serviço toda atividade:

(A) destinada a obter determinada utilidade para

a administração, como a demolição, o conserto
e a instalação

(B) que visa a construção, reforma, fabricação,

recuperação ou ampliação, realizada por
execução direta ou indireta

(C) em que se ajusta mão de obra para pequenos

trabalhos por preço certo, com ou sem
fornecimento de materiais

(D) que visa a um empreendimento em sua

integralidade, compreendendo todas as etapas
das obras, serviços e instalações necessários,
sob inteira responsabilidade da contratada

37. A denominada equação econômico-financeira do

contrato administrativo pode ser conceituada como:

(A) relação de adequação existente entre a

Administração e o contratado segundo a qual
uma parte não pode exigir da outra o
cumprimento de sua obrigação sem que ela
mesma tenha cumprido a sua

(B) relação de equilíbrio entre o valor do contrato

e  a média praticada no mercado, sendo
possível, durante todo o período contratual, a
fiscalização de sua execução

(C) relação de adequação entre o objeto e o preço,

presente ao momento em que se firma o
ajuste, possibilitando às partes, quando
possível, a oportunidade de restabelecer o
equilíbrio  toda vez que ele for rompido

(D) relação de adequação pautada em

prerrogativas legais que permitem a alteração
unilateral  do contrato administrativo, por parte
da Administração

38. Quanto à duração dos contratos administrativos

que tenham por objeto o aluguel de equipamentos
e utilização de programas de informática, é possí-
vel afirmar que:

(A) pode estender-se pelo prazo de até 120 (cento

e vinte) meses após o início da vigência do
contrato

(B) pode estender-se pelo prazo de até 48

(quarenta e oito) meses após o início da
vigência do contrato

(C) fica limitada a 60 (sessenta) meses, embora

com a possibilidade excepcional de ser
acrescentado mais um período de 12 (doze)
meses, desde que haja a devida justificativa e
autorização da autoridade competente

(D) será de 1(um) ano, podendo ser prorrogado

por mais 1(um) ano, desde que haja a devida
justificativa e autorização da autoridade
competente

39. São motivos para a rescisão do contrato adminis-

trativo expressamente previstos na Lei nº 8.666/
93 (Lei de licitações e contratos administrativos),
entre outros:

(A) a paralisação da obra, do serviço ou do

fornecimento, com justa causa e prévia
comunicação à Administração, bem como a
alteração social ou a modificação da finalidade
ou da estrutura da empresa que prejudique a
execução do contrato

(B) a subcontratação total ou parcial do seu objeto,

a associação do contrato com outrem, a
cessão ou transferência total ou parcial, bem
como a transformação, fusão, cisão ou
incorporação admitidas no edital e no contrato

(C) o atraso superior a 90 (noventa) dias dos

pagamentos devidos pela Administração
decorrentes de obras, serviços ou
fornecimento, ou parcelas destes, já recebidos
ou executados, salvo em caso de calamidade
pública, grave perturbação da ordem interna
ou guerra,  bem como em caso de decretação
de recuperação judicial,  falência ou
instauração de insolvência civil

(D) o atraso injustificado do início da obra, serviço

ou fornecimento, bem como o  desatendimento
das determinações regulares da autoridade
designada para acompanhar e fiscalizar a sua
execução, assim como as de seus superiores

40. A modalidade de licitação realizada entre interes-

sados devidamente cadastrados ou que atendam
a todas as condições exigidas para cadastramento
até o terceiro dia anterior à data do recebimento
da propostas, observada a necessária qualifica-
ção, recebe o nome de:

(A) convite

(B) leilão

(C) tomada de preços

(D) pregão

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

41. O número binário 11011011 é representado nos

sistemas decimal e hexadecimal, respectiva-
mente, como:

(A) 219 e CE

(B) 207 e CE

(C) 207 e DB

(D) 219 e DB

42. Um microcomputador possui uma placa-mãe,

mostrada na figura abaixo.

Atualmente, uma placa de rede Fast Ethernet de
100 Mbps offboard deve ser instalada no slot co-
nhecido e identificado por:

(A) PCI – R1

(B) PCI – R5

(C) ISA – R1

(D) ISA – R5

43. Blu-ray é o disco de vídeo digital que pode gra-

var, armazenar e reproduzir vídeo em alta defini-
ção e áudio digital, assim como dados de compu-
tador. Um disco Blu-ray de face simples e duas
camadas permite armazenar cerca de 4,5 horas
de vídeo em alta definição ou mais de 20 horas de
vídeo padrão, possuindo uma capacidade máxima
de armazenamento próxima do seguinte valor:

(A) 50 MBytes

(B) 500 MBytes

(C) 500 GBytes

(D) 50 GBytes

44. A figura abaixo ilustra um dos tipos de RAID.

O esquema possui as características listadas a

seguir.

·

é baseado em striping com paridade;

·

utiliza uma matriz de três ou mais discos rígi-

dos com dados divididos em blocos

gerenciáveis, chamados strips, cujos princi-

pais benefícios são a capacidade de armaze-

namento e a proteção de dados;

·

emprega paridade, que é um método mate-

mático para a recriação de dados perdidos de

um disco único, o que aumenta a tolerância a

falhas;

·

os dados e a paridade têm striping em todos

os discos rígidos na matriz;

·

a paridade tem striping em uma sequência de

rotação para reduzir os gargalos associados

aos cálculos de paridade.

O tipo mostrado na figura é denominado RAID:

(A) 5

(B) 4

(C) 1

(D) 0

45. No que diz respeito ao cabo de par trançado, os

de categorias 5e e 6a se diferenciam quanto à lar-

gura de banda e padrões de uso, mantendo a limi-

tação de distância da ordem de 100m. Nessas

categorias, as larguras de banda e de padrão são,

respectivamente:

(A) 100 MHz/Fast Ethernet e 125 MHz/Gigabit

Ethernet

(B) 125 MHz/Fast Ethernet e 250 MHz/Gigabit

Ethernet

(C) 100 MHz/Gigabit Ethernet e 125 MHz/10

Gigabit Ethernet

(D) 125 MHz/Gigabit Ethernet e 250 MHz/10

Gigabit Ethernet

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46. A figura abaixo ilustra um dos tipos de Storage,

representada por uma nuvem e diversos de seus

equipamentos, ao lado de outras redes, o que dá

uma ideia de como as tecnologias não são isola-

das, mas se integram.

O esquema mostrado apresenta as característi-

cas listadas a seguir.

·

é uma rede dedicada ao armazenamento de

dados que conecta dispositivos armazenado-

res de discos conhecidos por storage aos ser-

vidores da rede, permitindo que diversos servi-

dores tenham cesso a discos externos de

modo rápido e confiável;

·

a centralização das operações de armazena-

mento de dados e seu gerenciamento são as

razões principais da popularização desse tipo

de storage.

O tipo de storage ilustrado na figura é conhecido

por:

(A) WAN – Wide Area Network

(B) DAS – Direct Attached Storage

(C) SNA – Storage Area Network

(D) NAS – Network Attached Storage

47. No que diz respeito à virtualização de sistemas,

existe um programa da Oracle que permite insta-
lar e executar diferentes sistemas operacionais em
um único computador, viabilizando as funcionali-
dades listadas a seguir.

·

pode-se executar o Linux dentro do Windows,
Windows dentro do Mac, o Mac dentro do
Windows e até mesmo todos os sistema su-
portados dentro de um;

·

a nova versão inclui o suporte aos dispositivos
multitouch, além de oferecer uma nova ferra-
menta de captura de vídeo, que possibilita re-
alizar videoconferências utilizando uma máqui-
na virtual;

·

a nova versão oferece suporte para o novo
Windows 8.1 e Mac OS X 10.9.

Esse programa é conhecido por:

(A) Xen

(B) Kvm

(C) Vmware

(D) VirtualBox

48. O Windows 8 BR permite alternar o acesso a

aplicativos que estejam abertos no sistema
operacional em multitarefa, por meio da execução
de dois atalhos de teclado, que são, respectiva-
mente:

(A) Alt + Esc e Ctrl + Tab

(B) Alt + Esc e Alt + Tab

(C) Ctrl + Esc e Alt + Tab

(D) Ctrl + Esc e Ctrl + Tab

49. Um Administrador de Redes está acessando um

microcomputador com sistema operacional Linux
por linha de comando e se deparou com duas si-
tuações, descritas a seguir:

I - Ele está no diretório /usr/local e precisa listar

os arquivos do diretório /usr.

II - Ele está no diretório /usr/local, digitou cd /lib

e precisa retornar ao diretório /usr/local.

Para atender às solicitações indicadas em I e em

II, os comandos são, respectivamente:

(A) ls .. e cd %

(B) ls .. e cd -

(C) ls -a e cd -

(D) ls -a e cd %

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51. Analise as características listadas a seguir, rela-

cionadas à linguagem de script Shell.

·

para a comparação com um número, deve ser
usado um operador OP1.

·

No código

   , a

instrução while testa continuamente uma ex-
pressão, até que ela se torne falsa.

O operador OP1 e o código equivalente ao while,
mas que use a estrutura de controle until, estão
indicados, respectivamente, na seguinte alter-
nativa:

(A) ==     e

(B) ==     e

(C) –eq     e

(D) –eq     e

52. A figura abaixo ilustra um MER associado a um

banco de dados.

A associação é do seguinte tipo:

(A) 1:1

(B) N:1

(C) 1:N

(D) N:N

50. Observe o algoritmo abaixo.

Após o processamento, esse algoritmo irá gerar a
seguinte saída:

(A)

(B)

(C)

(D)

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53. De acordo como o PMI/PMBOK, o gerenciamento

da integração do projeto engloba diversos proces-
sos, sendo um deles o indicado na seguinte alter-
nativa:

(A) monitorar e controlar o trabalho do projeto

(B) controlar e atualizar o cronograma

(C) determinar e aperfeiçoar o orçamento

(D) planejar e monitorar o controle da qualidade

54. No que diz respeito à ITL v3, observe a figura abaixo.

A figura se refere ao ciclo PDCA, o qual constitui
um método gerencial de soluções de problemas
que deve ser moldado à área de negócios e pode
ser aplicado para auxiliar a melhoria contínua, a
padronização e a identificação de oportunidades
de inovações. Nesse contexto, coletar dados e de-
finir metas são atividades a serem realizadas nas
fases do ciclo indicadas, respectivamente, pelas
seguintes letras:

(A) D e C

(B) A e P

(C) D e P

(D) A e C

55. A figura abaixo ilustra uma célula, empregada no

tipo de comutação por células, que constitui a
unidade de transmissão do padrão ATM.

Em bytes, os valores de tc e d são, respectiva-
mente:

(A) 32, 4 e 28

(B) 64, 8 e 56

(C) 96, 16 e 80

(D) 53, 5 e 48

56. No que diz respeito às topologias empregadas na

implementação de redes de computadores, uma

é mostrada na figura abaixo.

Na implementação de redes de computadores

padrão Fast Ethernet, tendo por elemento central

um switch, essa topologia apresenta a caracterís-

tica de continuar em operação normal, mesmo que

o cabo que conecta um micro a uma das portas

do concentrador esteja down. Do ponto de vista

físico, essa topologia é conhecida por:

(A) bus ou barramento

(B) circular ou anel

(C) árvore ou hierárquica

(D) radial ou estrela

57. Os cabos de par trançado de categoria 6a apre-

sentam como características o emprego de fios

trançados para reduzir a interferência elétrica de

pares próximos e podem alcançar taxas de trans-

missão de dados de até:

(A) 10 Gbps

(B) 10 Mbps

(C) 100 Gbps

(D) 100 Mbps

58. Entre os equipamentos de interconexão de redes,

um tem como uma de suas funções permitir uma

melhoria de desempenho baseada na segmenta-

ção, para solucionar problemas de congestiona-

mento e elevado índice de colisões em redes Fast

Ethernet. Esse equipamento opera na camada de

enlace do modelo OSI/ISO e é conhecido por:

(A) gateway

(B) switch

(C) router

(D) hub

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59. No funcionamento da internet, um protocolo é

muito utilizado pelos ISP (Internet Service
Providers
), para roteamento de sistemas autôno-
mos, redes ou grupos de redes que atuam sob
uma mesma administração e com as mesmas
regras de roteamento. Esse protocolo possui as
características listadas a seguir:

·

tem como função principal a troca de informa-
ções de roteamento, de modo que, quando um
novo roteador se conecta a uma rede, os
roteadores da rede conversam entre si e atua-
lizam suas tabelas de rotas. O mesmo acon-
tece quando alguma rota se altera;

·

as tabelas de rotas contêm informações so-
bre roteadores conhecidos, endereços alcan-
çáveis, e um custo associado ao caminho
para cada roteador. Dessa forma, todos os
roteadores terão em sua tabela todas as rotas
possíveis, permitindo que seja definida a me-
lhor rota para a chegada em um determinado
lugar.

Esse protocolo é conhecido pela sigla:

(A) RIP

(B) BGP

(C) OSPF

(D) SDLC

60. A figura abaixo ilustra a arquitetura em camadas

da tecnologia de redes conhecida por Metro
Ethernet.

I, II e III são denominadas, respectivamente,
camadas de serviços:

(A) de enlace, netware e de rede

(B) de aplicação, netware e de rede

(C) de aplicação, ethernet e de transporte

(D) de enlace, ethernet e de transporte

61. A figura abaixo ilustra como dois roteadores IEEE-

802.11/n estão conectados à internet.

Para que os computadores conectados ao

roteador CMRJ_22 por DHCP tenham acesso à

internet, é preciso configurar um IP, a máscara e

gateway. Considerando que se atribuiu a mes-

ma máscara 255.255.255.0, para que a configu-

ração seja válida e o link funcione satisfatoria-

mente, os endereços IP e o gateway são, res-

pectivamente:

(A) 172.16.0.1 e 172.16.0.2

(B) 192.168.1.1 e 192.168.1.2

(C) 172.16.0.2 e 172.16.0.1

(D) 192.168.1.2 e 192.168.1.1

62. O padrão H.323 é parte da família de recomenda-

ções ITU-T (International Telecommunication

Union Telecommunication Standardization), que

tem por objetivos:

(A) a dependência de plataforma e da rede e o

uso de gatekeepers para suporte a gerencia-

mento de largura de banda em

videoconferências

(B) a independência de plataforma e da rede e o

uso de multiplex para prover a comunicação

em tempo real

(C) a dependência de plataforma e da rede e o

uso de multiplex para prover a comunicação

em tempo real

(D) a independência de plataforma e da rede e o

uso de gatekeepers para suporte a gerencia-

mento de largura de banda em

videoconferências

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63. A figura representa o esquema de funcionamento

do NAT.

Sabe-se que:

·

pelo esquema, uma empresa está usando a

ID de rede 192.168.0.0 para a intranet e rece-

beu o endereço público 183.192.236.53, repre-

sentado por w1.x1.y1.z1 do provedor de servi-

ços de Internet;

·

ocorrerá a conversão de endereço de rede pelo

NAT, que mapeará todos os endereços parti-

culares no 192.168.0.0 para o endereço IP de

w1.x1.y1.z1;

·

se vários endereços particulares forem

mapeados para um único endereço público, a

NAT usará portas UDP e TCP dinamicamente

escolhidas para diferenciar um local da intranet

de outro.

Para funcionar, o NAT utiliza endereços IP priva-

dos para as classes A, B e C. Em conformidade

com a notação CIDR, além de 192.160.0.0/16 para

a C, os endereços para a A e a B estão indicados

na seguinte alternativa:

(A) 10.0.0.0/8 e 172.16.0.0/16

(B) 10.0.0.0/8 e 172.16.0.0/12

(C) 10.0.0.0/12 e 172.16.0.0/16

(D) 10.0.0.0/12 e 172.16.0.0/24

64. No que diz respeito à arquitetura TCP/IP, na co-

municação entre os protocolos e serviços da ca-

mada de aplicação com os da camada de trans-

porte são utilizadas portas predefinidas e conhe-

cidas. Para os protocolos IMAP, LDAP e HTTPS,

essas portas são identificadas, respectivamente,

pelos números:

(A) 143, 389 e 443

(B) 110, 161 e 8080

(C) 110, 389 e 8080

(D) 143, 161 e 443

65. A criptografia é uma técnica que utiliza cifra, defi-

nida como uma transformação de caractere por

caractere ou de bit por bit, sem levar em conta a

estrutura linguística da mensagem. No método de

transposição, a cifra se baseia em uma chave ou

frase que não contém letras repetidas. Nesse con-

texto, usando como chave a palavra “JANEIRO”, o

texto simples “RIO*CIDADEMARAVILHOSA”

corresponderá ao seguinte texto cifrado:

(A) IDI*MHCAORAVOELDAAIRS

(B) *MH IDIRAVCAODAAOELIRS

(C) IRSDAAOELRAVCAO*MHIDI

(D) CAORAVIDI*MH IRSOELDAA

66. A norma IEEE-802.1p para Encaminhamento Ex-

presso de Tráfego e Filtro Dinâmico Multicast

explicita importantes métodos para prover QoS no

nível MAC. O IEEE-802.1 estabelece o uso de n

bits no cabeçalho do pacote da camada 2, para

especificar a prioridade. Nessas condições, n é

igual ao seguinte valor:

(A) 1

(B) 3

(C) 2

(D) 4

67. A figura abaixo mostra o esquema de identifica-

ção do cabeamento estruturado, de acordo com a

Norma NBR-14565 da ABNT.

A quantidade de pares/fibras e a identificação

do ponto ou par estão referenciadas, respectiva-

mente, por:

(A) C1 e C4

(B) C3 e C5

(C) C1 e C5

(D) C3 e C4

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68. O uso da linguagem de script BAT gera arquivo

com extensão .bat e pode ser definido como um

conjunto de comandos executados em lote

(sequencialmente), com a função de automatizar

tarefas rotineiras e muitas vezes trabalhosas.

Entre os comandos possíveis de um uso em um

arquivo bat, um serve para criar um diretório deno-

minado cmrj, por exemplo, enquanto o outro serve

para exibir informações e o código executado pelo

sistema. Esses comandos são, respectivamente:

(A) md cmrj e show on

(B) cd cmrj e echo on

(C) md cmrj e echo on

(D) cd cmrj e show on

69. O RADIUS é um sistema utilizado para prover au-

tenticação centralizada em redes dial-up, VPN’s

e redes sem fio e tem um modelo cliente-servidor,

no qual o cliente é o Network Access Server (NAS).

O formato dos dados enviados pelo RADIUS é o

seguinte.

Sabe-se que:

·

o campo Código é formado por um byte e iden-

tifica o tipo de pacote RADIUS;

·

um tipo de pacote RADIUS contém as infor-

mações necessárias para autenticar o usuá-

rio, dando ou não, a ele, autorização para um

determinado NAS ou determinados serviços.

O tipo de pacote descrito é denominado:

(A) access-accept

(B) access-reject

(C) access-request

(D) access-challenge

70. No que diz respeito à gerência de redes, existe

uma ferramenta que possibilita a otimização de
redes com vista à obtenção do melhor desempe-
nho possível. Essa ferramenta apresenta diversas
funcionalidades, algumas das quais são descritas
a seguir:

·

análise de tráfego de rede;

·

monitoração de protocolo e aplicativos;

·

monitoração da largura de banda da rede;

·

geração de relatórios programados e perfis de
alerta.

Essa ferramenta é conhecida por:

(A) Express Monitoring

(B) NetFlow Analyser

(C) DataSheet Pro

(D) Skype Net