Prova Concurso - Pedagogia - DOM-CINTRA-2010-PREFEITURA-DE-PALMAS-TO-PROFESSOR-LINGUA-ESPANHOLA - FUNDACAO - DOM - 2010

Prova - Pedagogia - DOM-CINTRA-2010-PREFEITURA-DE-PALMAS-TO-PROFESSOR-LINGUA-ESPANHOLA - FUNDACAO - DOM - 2010

Detalhes

Profissão: Pedagogia
Cargo: DOM-CINTRA-2010-PREFEITURA-DE-PALMAS-TO-PROFESSOR-LINGUA-ESPANHOLA
Órgão: DOM
Banca: FUNDACAO
Ano: 2010
Nível: Superior

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Gabarito

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CONCURSO PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS - 2010 

 
 
 

                                     

 

LÍNGUA ESPANHOLA 

01 - 

31 - E 

02 - C 

32 - C 

03 - D 

33 - A 

04 - B 

34 - B 

05 - C 

35 - D 

06 - B 

36 - B 

07 - E 

37 - C 

08 - A 

38 - A 

09 - C 

39 - D 

10 - A 

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11 - D 

41 - C 

12 - B 

42 - E 

13 - E 

43 - D 

14 - D 

44 - A 

15 - A 

45 - B 

16 - B 

46 - C 

17 - D 

47 - A 

18 - C

 

48 - E 

19 - E 

49 - A 

20 - A 

50 - D 

21 - D 

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28 - E 

58 - D 

29 - C 

59 - E 

30 - D 

60 - C 

 

Prova

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REDAÇÃO

“A gente quer viver pleno direito
  A gente quer viver todo defeito
  A gente quer viver uma nação
  A gente quer é ser cidadão”

(“ É”, Gonzaguinha

)

A canção de Gonzaguinha nos recorda um capítulo da Educação Nacional, característico da pedagogia pro-

gressista. Conceitue a pedagogia progressista e escolha duas de suas tendências que sobrevivem na escola de hoje,
assinalando a diferença entre elas quanto aos seguintes aspectos:

a) determinação dos objetivos,
b) escolha do conteúdo;
c) critérios de avaliação.

Faça essa etapa entre 20 e 30 linhas

RASCUNHO

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LÍNGUA PORTUGUESA

TEXTO 1 – A INTERNET INAUGURA UM NOVO CICLO

Carlos Nepomuceno

Somos testemunhas de um fato raro. Como disse Pierre Levy,

só aconteceu três vezes na história da nossa civilização: quando
começamos a falar; a escrever e, agora, a usar as nossas mentes com
o apoio do computador. Mudanças radicais aconteceram nesses
três momentos. Não é à toa que vivemos esse susto prático e
teórico. É tudo muito novo. Não tínhamos teoria sobre isso, pois
acontece tão poucas vezes e, quando aconteceu no passado, não
tínhamos tantos pesquisadores como hoje, tentando entender o
fenômeno. Ou melhor: nunca na história desta humanidade (como
diz nosso presidente), tivemos tantos pensadores levando o mes-
mo susto ao mesmo tempo! O ser humano não sabia que vivia
sobre um vulcão internacional, que explodia e mudava tudo. Sim, a
meu ver, há uma lógica por trás disso, um detonador de momentos
como este: o crescimento populacional. Quanto mais somos, mais
complexos têm que ser nossos ambientes de conhecimento. É uma
questão de sobrevivência. Estávamos maduros para a internet, pois
o modelo de troca de ideias anterior não permitia que pudéssemos
sobreviver com o conforto necessário. Criou-se uma entropia que a
internet veio resolver!

Hoje, o papo é outro. A rede das instituições anteriores, hie-

rárquicas, não estava mais conseguindo ser ágil o suficiente para
resolver problemas cada vez mais complexos. A rede digital vem
trazer esta emergência: reduzir o tempo entre a “doença” e a “cura”
de forma muito rápida e eficaz! E precisamos, a partir daí, compre-
ender por que entramos em uma nova era. Isso se dá não apenas por
causa da tecnologia, que é apenas indutora, mas principalmente
pela mudança de controle da informação. Enquanto a internet esta-
va restrita a meia dúzia, assim como o livro manuscrito, não fedia
nem cheirava. Quando se disseminou o livro impresso e caiu o
preço, ou veio a banda larga e colocou a web em qualquer lan house
a baixo custo, as coisas começaram a ser diferentes. E serão muito
mais! A Idade Mídia estabeleceu um tipo de ambiente de conheci-
mento, basicamente um sistema de controle informacional, no qual
as caras mídias de massa ficavam nas mãos de pessoas que estabe-
leceram regras sociais para defender seus interesses.

A grande mudança a que assistimos é uma mudança radical na

forma do controle informacional. Quem mandava antes dominava
um determinado meio. Agora, com a chegada de outro, estabelecem-
se novas formas de controle, com novos agentes e mentalidades
necessitando que a mesma classe, ou uma nova, entenda como a
banda toca para poder, de novo, se estabelecer no poder. Assim,
estabelecem-se outras bases, com novas regras. Não vamos nos ilu-
dir. Haverá um outro patamar e diversas práticas da Idade Mídia não
terão mais lugar.

01. Apesar de ser um texto bastante sério, em vários momen-

tos o autor apela para uma linguagem coloquial. A alternati-
va em que se mantém o uso de uma linguagem formal é:
A) “Hoje, o papo é outro.”
B) “Enquanto a internet estava restrita a meia dúzia...,”
C) “... assim como o livro manuscrito, não fedia nem

cheirava.”

D) “...necessitando que a mesma classe, ou uma nova, enten-

da como a banda toca para poder, de novo, se estabelecer
no poder.”

E) “A rede digital vem trazer esta emergência: reduzir

o tempo entre a “doença” e a “cura” de forma rápi-
da e eficaz.”

02. O texto diz, em seu título, que a internet inaugura um novo

ciclo, caracterizado basicamente pelo seguinte aspecto:
A) disseminação do livro impresso.
B) baixo custo da web nas lan houses.
C) mudança de controle da informação.
D) sistema de controle por parte da Idade Mídia.
E) presença simultânea de muitos pesquisadores.

03. A alternativa que mostra uma mudança do segmento inicial que

altera o seu significado original é:
A) Somos testemunhas de um fato raro / testemunhamos um

fato raro.

B) Criou-se uma entropia que a internet veio resolver / a

internet veio resolver uma entropia que foi criada.

C) ...só aconteceu três vezes na história da nossa civilização / só

aconteceu, na história da nossa civilização, três vezes.

D) Mudanças radicais aconteceram nesses três momentos /

aconteceram mudanças nesses três momentos radicais.

E) O ser humano não sabia que vivia sobre um vulcão

informacional / o ser humano desconhecia o fato de que
vivia sobre um vulcão informacional.

04. A alternativa que mostra um comentário inadequado – todos os

segmentos foram retirados do primeiro parágrafo – quanto ao
uso do demonstrativo grifado é:
A) “...um detonador de momentos como este: o crescimento

populacional.” (linhas 13 e 14) – a forma do pronome
demonstrativo se justifica por referir-se ao momento pre-
sente.

B) “...nunca na história desta humanidade...” (linha 9) – a

forma do demonstrativo se refere à humanidade de hoje e
não à de outros momentos anteriores.

C) “Não é a toa que vivemos esse susto prático e teórico.”

(linha 5) – o susto referido se prende às mudanças radicais
ocorridas.

D) “Sim, a meu ver, há uma lógica por trás disso,...” (linhas 12

e 13) – o pronome se refere à mudança de caráter
informacional.

E) “Mudanças radicais aconteceram nesses três momentos.”

(linhas 4 e 5) – refere-se aos três momentos anteriormente
citados

05. A expressão “não fedia nem cheirava”, empregada no segundo

parágrafo, equivale, em sentido, a:
A) não tinha valor suficiente.
B) não trazia informações novas.
C) não fazia qualquer diferença.
D) não mostrava progresso algum.
E) não produzia valores culturais.

06. Ao colocar entre parênteses – como diz nosso presidente –, no

primeiro parágrafo do texto, o autor pretende:
A) ironizar o entendimento presidencial sobre todas as

coisas.

B) aludir a uma frase típica da oratória presidencial.
C) indicar um modismo político de amplo emprego.
D) criticar uma maneira indelicada de expressão.
E) dar autoridade ao que pretende afirmar.

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07. “A grande mudança a que assistimos...”; a presença da preposi-

ção A antes do pronome relativo QUE se deve à regência do
verbo assistir. A frase em que o emprego de preposição seme-
lhante está equivocado é:
A) a grande mudança a que chegamos
B) a grande mudança de que discordamos
C) a grande mudança para que contribuímos
D) a grande mudança com que não concordamos
E) a grande mudança por que nos defrontamos

08. A alternativa em que o segmento destacado NÃO é um exemplo

de linguagem figurada é:
A) “Somos testemunhas de um fato raro.”
B) “Estávamos maduros para a internet...”
C) “...reduzir o tempo entre a ‘doença’ e a ‘cura’ de forma

rápida...”

D) “O ser humano não sabia que vivia sobre um vulcão

informacional,...”

E) “...há uma lógica por trás disso, um detonador de momen-

tos como este...”

09. “Agora, com a chegada de outro, estabelecem-se novas formas

de controle, com novos agentes e mentalidades necessitando
que a mesma classe, ou uma nova, entenda como a banda toca
para poder, de novo, se estabelecer no poder. Assim, estabele-
cem-se outras bases, com novas regras.”; a alternativa em que o
vocábulo novo e suas flexões mostra sentido diferente dos de-
mais é:
A) “com novas regras”.
B) “com novos agentes e mentalidades...”
C) “para poder, de novo, se estabelecer...”
D) “estabelecem-se novas formas de controle,...”
E) “necessitando que a mesma classe, ou uma nova,...”

TEXTO 2 – QUEIMADAS ILEGAIS PROVOCAM INCÊNDIOS

Gilberto Costa

Focos de incêndio registrados no norte do estado de Roraima

ameaçam terras indígenas e unidades de conservação. De acordo com
o Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Brasileiro de Meio
Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a causa dos in-
cêndios são as queimadas irregulares.

O estado, que tem a maior parte no Hemisfério Norte, sofre

com a seca causada pelo fenômeno climático El Niño, caracterizado
pelo aquecimento das águas do Oceano Pacífico. A parte atingida
pelo incêndio é próxima às reservas indígenas da Raposa Serra do Sol
e Yanomani. Também nessa área, acima da Linha do Equador, estão o
Parque Nacional do Viruá, a Estação Ecológica de Caracaí e a Estação
Ecológica Maracá.(...)

No verão de 1998, o estado sofreu um grande incêndio, de mais

de dois meses de duração, também provocado por queimadas ilegais
em época de grande seca provocada por El Niño. “Nós estamos
atuando para não atingir esse recorde”, disse o coronel dos Bombei-
ros do Rio de Janeiro, Wanius de Amorim, que trabalha no gabinete
do ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) e coordena as ações de
combate ao fogo em Roraima.

10. O texto 2 é classificado como texto informativo.  A alternativa

abaixo que mostra uma característica NÃO pertinente a este
tipo textual é:
A) a finalidade de convencer ou persuadir o leitor.
B) o conteúdo veiculado é de interesse de alguns leitores.
C) a necessidade de estratégias produtoras de interesse na

leitura.

D) a transmissão de um conteúdo hipoteticamente não conhe-

cido.

E) o enunciador do texto é dono de um saber desconhecido do

receptor.

11. “O estado, que tem a maior parte no Hemisfério Norte, sofre

com...”; a oração entre vírgulas tem função de:
A) causa
B) restrição
C) concessão
D) explicação
E) consequência

12. A alternativa que mostra uma passagem de voz ativa para a voz

passiva feita de forma inadequada é:
A) o coronel (...) coordena as ações de combate ao fogo em

Roraima / as ações de combate ao fogo em Roraima são
coordenadas pelo coronel.

B) focos de incêndio (...) ameaçam terras indígenas – terras

indígenas serão ameaçadas por focos de incêndio.

C) queimadas ilegais provocam incêndios / incêndios são pro-

vocados por queimadas ilegais.

D) o estado sofreu um grande incêndio / um grande incêndio

foi sofrido pelo estado.

E) para não atingir esse recorde / para esse recorde não ser

atingido.

13. A referência, no último parágrafo, a um incêndio anterior tem a

finalidade de:
A) mostrar que o incêndio anterior foi mais grave.
B) criticar as autoridades por falta de providências.
C) valorizar a ação governamental no combate aos incêndios.
D) demonstrar que o fenômeno El Niño provoca as queimadas.
E) indicar as queimadas ilegais como origem do problema.

14. Entre o segundo e o terceiro parágrafo há um sinal gráfico de

parênteses com pontos em seu interior (...); isso indica que:
A) parte do texto original sofreu censura.
B) nesse ponto do texto houve troca de autoria.
C) o texto original apresentava partes ilegíveis.
D) parte do texto original foi suprimida nesse ponto.
E) muito tempo se passou entre os acontecimentos dos dois

parágrafos.

15. A alternativa abaixo que mostra um vocábulo formado por pro-

cesso diferente dos demais é:
A) gabinete – fenômeno
B) Nacional – Pacífico
C) ecológica – climático
D) queimadas – Brasileiro
E) aquecimento – renováveis

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INFORMÁTICA

16. Atualmente é comum, em microcomputadores com sistemas

operacionais Windows XP/Vista/7 BR, a utilização de pendrives
como dispositivos de armazenamento. Ao terminar de usar es-
ses dispositivos, um usuário deve, com o objetivo de proteger
o dispositivo, clicar em um ícone, localizado na Área de Notifi-
cação, no canto inferior direito da tela. Ao se acionar esse ícone,
normalmente se observa uma mensagem do tipo “Remover
Hardware e Ejetar Mídia com Segurança”
. Esse ícone está
representado em:

A)

B)

C)

D)

E)

17. Observe a figura abaixo que mostra um microcomputador na

versão Desktop.

 .

Uma impressora jato de tinta é integrada à configuração desse

microcomputador por meio do cabo 

,

que contém dois conectores diferentes, um menor, para cone-
xão à impressora, e outro maior, na parte de trás do gabinete.
Esse cabo é conhecido como:
A) BNC
B) PCI
C) AGP
D) USB
E) DDR

18. No uso dos recursos do Windows 7, versão em português, a

execução do atalho de teclado Ctrl + Esc tem o mesmo signifi-
cado que pressionar, por meio do mouse, no seguinte ícone:

A)

B)

C)

D)

E)

19. Do mesmo modo que o Windows Explorer é o ambiente gráfico

dos sistemas operacionais Windows98/XP/Vista/7, as distri-
buições Linux utilizam outros, que executam praticamente as
mesmas funções, permitindo a manipulação de pastas e arqui-
vos. Um dos principais ambientes gráficos para Linux é conhe-
cido por:
A) SLACKWARE
B) MANDRIVA
C) RED HAT
D) UBUNTU
E) KDE

20. Um professor que trabalha na Secretaria Municipal de Educa-

ção de Palmas – TO digitou o texto abaixo no Word 2007,
versão em português.

Da análise do texto acima, verifica-se que foram utilizados os

seguintes recursos de formatação e alinhamento:
A) capitular e centralizado
B) capitular e justificado
C) capitular e distribuído
D) realçar e centralizado
E) realçar e justificado

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21. Observe a planilha abaixo, criada no Excel 2007, versão em

português, onde foram inseridas:
I - na célula E4, uma fórmula para determinar o menor valor,

dentre todos mostrados em B4, C4 e D4. Procedimento
análogo foi realizado para determinar as expressões em E5
e E6.

II - na célula F4, uma fórmula para determinar o valor médio,

dentre todos mostrados em B4, C4 e D4. Procedimento
análogo foi realizado para determinar as expressões em F5
e F6.

As fórmulas inseridas em E5 e F6 são, respectivamente:

A) =MENOR(B5:D5) e =MED(B6:D6)
B) =MÍNIMO(B5:D5) e =MED(B6:D6)
C) =MENOR(B5:D5) e =MED(B6&D6)
D) =MÍNIMO(B5:D5) e =MÉDIA(B6:D6)
E) =MENOR(B5:D5) e =MÉDIA(B6&D6)

22. Dentre os softwares que compõem o pacote MSOffice 2007

BR, o PowerPoint oferece a seguinte possibilidade:
A) criar figuras em formato CDR
B) editar textos em formato ODT
C) organizar agendas em formato DOC
D) modificar planilhas em formato XLS
E) salvar apresentações em formato PPT

23. BROffice.org 3.2 é um pacote alternativo ao MSOffice e

oferece, na prática, as mesmas funcionalidades. Assim, análo-
gos aos WordExcel e PowerPoint, os softwares que integram o
pacote são, respectivamente:
A) Writer, Calc e Impress
B) WordStar, Lotus e Impress
C) Writer, Lotus e FreeLance Plus
D) WordStar, SuperCalc e FreeLance Plus
E) Worperfect, Calc e Adobe Presentations

24. Atualmente existe uma ferramenta de microblogging que permi-

te aos usuários o envio e a  leitura de mensagens pessoais de
outros contatos, através da própria web ou através de SMS.
Exemplificando, um usuário Cesar entra em um site e cria uma
conta para poder escrever mensagens, com até 140 caracteres,
para dizer o que está fazendo, compartilhar pensamentos, dicas
de links e vídeos. Por meio da página, Cesar recebe mensagens de
pessoas que ele segue, e as pessoas que seguem Cesar  recebem
as dele. Essa ferramenta é conhecida por:
A) sniffer
B) twitter
C) gopher
D) spammer
E) keylogger

25. Para garantir a integridade dos dados, quando se trabalha com

um microcomputador cada vez mais se torna fundamental gerar
cópias de segurança de documentos criados ou alterados. Essa
tarefa é conhecida por:

A) boot

B) recover

C) backup

D) rollback

E) deadlock

CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS E LEGISLAÇÃO EDU-
CACIONAL

26. Segundo Luckesi, o ato de avaliar possui características que definem

seus fins. Sob essa perspectiva, diferencia o que chamou de avalia-
ção classificatória, instrumento de aprovação e reprovação do alu-
no, da avaliação diagnóstica, cujo princípio básico é:

A) medir os resultados da turma

B) auxiliar a aprendizagem do aluno

C) redefinir a metodologia de ensino

D) articular os conceitos do programa

E) escalonar os conteúdos do planejamento

27. Compreende a educação como mediação de um projeto social,

reconhecendo seu papel ativo na sociedade. Interpreta a educa-
ção dentro dos determinantes sociais, com possibilidades de ações
estratégicas na luta por mudanças na sociedade.

As características apresentadas acima se referem à seguinte

tendência filosófica da educação:
A) transformadora

B) reprodutivista

C) conservadora

D) revisionista

E) redentora

28. Considere a seguinte definição:

São os conteúdos culturais universais que se constituíram em

domínios de conhecimentos relativamente autônomos, incor-
porados pela humanidade, mas permanentemente reavaliados
face às realidades sociais.

Esta definição traduz valores e conhecimentos diretamente re-

lacionados à seguinte tendência pedagógica.
A) libertária

B) tecnicista

C) libertadora

D) renovada não diretiva

E) crítico-social dos conteúdos

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29.  “Pensar certo coloca ao professor ou, mais amplamente à esco-

la, o dever de não só respeitar os saberes com que os educandos,
sobretudo os das classes populares, chegam a ela, mas também,
discutir com os alunos a razão de ser de alguns desses saberes em
relação com o ensino dos conteúdos.”

(Paulo Freire)

Sob a perspectiva de dar significado, sentido e criticidade ao

que se ensina/aprende, Paulo Freire alerta para a necessidade de
articulação entre os dois seguintes aspectos:
A) práticas sociais e autonomia acadêmica
B) conteúdos acadêmicos e cultura popular
C) saberes curriculares e experiência social
D) conhecimentos científicos e senso comum
E) exigências curriculares e necessidade social

30.  “Ao realizar aprendizagens significativas, o aluno constrói a

realidade atribuindo-lhe significados.”

(César Coll)

Segundo o modelo de equilibração das estruturas cognitivas de

Piaget, o primeiro passo para que o aluno realize uma aprendi-
zagem significativa com relação ao novo conteúdo de aprendi-
zagem consiste no seguinte procedimento:
A) partir da zona de desenvolvimento proximal
B) associar reequilíbrio posterior à assimilação
C) reconhecer a natureza da aprendizagem
D) romper com o equilíbrio inicial
E) desconhecer o desequilíbrio

31. Quando discutimos sobre qualidade como princípio norteador

na construção do projeto político-pedagógico, é necessário es-
clarecer que o que chamamos de “qualidade” implica duas di-
mensões indissociáveis: a formal ou técnica e a política. A pri-
meira enfatiza os instrumentos e os métodos, a técnica, en-
quanto a segunda está voltada para os seguintes aspectos:
A) identidade, tempo e planejamento
B) cultura, equidade e conhecimento
C) metas, direitos e oportunidades
D) objetivos, ética e currículo
E) fins, valores e conteúdos

32.  “O projeto político-pedagógico antecipa um futuro diferente

do presente. Não é algo que é construído e arquivado como
prova do cumprimento de tarefas burocráticas.”

(Ilma Passos)

Segundo a autora, o projeto político-pedagógico, comprometi-

do com uma educação democrática e de qualidade, caracteriza-
se fundamentalmente como:
A) atividades articuladas, com temas selecionados semestralmente
B) planejamento global, com conteúdos selecionados por série
C) ação intencional, com compromisso definido coletivamente
D) plano anual, com objetivos definidos pelos professores
E) instrumento técnico, com definição metodológica

33. O tempo é uma variável importante para a configuração das

propostas metodológicas. Para exemplificar, podemos consi-
derar que a partir do 6º ano de escolaridade, quando as aulas se
organizam por áreas com professores específicos e tempo esta-
belecido, seria oportuno organizar aulas duplas. Sob o ponto de
vista metodológico, podemos supor que aulas curtas tendem a
apresentar a seguinte configuração:
A) expositiva
B) analítica
C) acelerativa
D) participativa
E) indisciplinada

34. Um mesmo texto foi utilizado por professores de diferentes

disciplinas para trabalhar o tema desmatamento. A estratégia

metodológica utilizada previa a integração recíproca dos con-

ceitos fundamentais que envolvem a compreensão do tema. A

esse processo chamamos de:
A) transversalidade
B) interdisciplinaridade
C) transdisciplinaridade
D) pluridisciplinaridade
E) multidisciplinaridade

35.  “As mudanças nas relações de produção e, sobretudo, a con-

centração cada vez mais ampla de população nos centros urba-

nos tornaram imperiosa a necessidade de se eliminar o analfabe-

tismo e dar um mínimo de qualificação para o trabalho a um

máximo de pessoas.”

(Otaíza Romanelli)

A autora refere-se à expansão do ensino no contexto mundial

como influência do seguinte fato histórico:
A) Expansão Marítima Européia
B) Colonialismo nas Américas
C) Invasões Napoleônicas
D) Revolução Industrial
E) 2ª Guerra Mundial

36.  “A proposta de educação inclusiva não é específica para alunos

e alunas com necessidades educacionais especiais ou outro termo

que se escolha. Como processo contínuo, dialético e complexo

diz respeito a qualquer aluno que, por direito de cidadania, deve

frequentar escolas de boa qualidade, onde aprenda a aprender, a

fazer, a ser e onde participe, ativamente. Inúmeros desafios são

identificados e precisam ser removidos; dentre eles o aspecto

atitudinal se destaca, particularmente pelos preconceitos e este-

reótipos com que a diversidade biológica tem sido tratada e

internalizada no imaginário coletivo.”

(Rosita Edler Carvalho)

Dentre as barreiras atidudinais podemos destacar o medo, a

rejeição, a piedade, a exaltação do modelo e a adoração do herói.

Dos comportamentos registrados nas alternativas abaixo, o que

melhor traduz a atitude de “exaltação do modelo” é:
A) recusar-se a interagir com a pessoa com deficiência, um

aluno, familiares deste ou outro operador da educação

B) usar a imagem do estudante com deficiência como exemplo

de persistência e coragem diante os demais

C) elogiar, com exagero, a pessoa com deficiência pela mínima

ação realizada na escola

D) temer em “fazer ou dizer a coisa errada” em torno de alguém

com uma deficiência

E) estimular a classe na realização de atividades pelas pessoas

com deficiência como pseudo-participação

37. De acordo com a Lei 1445, de 14 de agosto de 2006, que dispõe

sobre o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração dos Profissi-

onais da Educação Básica do Município de Palmas – PCCR –,

NÃO é uma atribuição específica do professor:
A) acompanhar o rendimento escolar
B) participar de cursos de formação permanente
C) desenvolver tarefas relacionadas à multimeios didáticos
D) executar tarefas de recuperação para aprendizagem dos alunos
E) participar das interações educativas com a comunidade

38. É dever de todos prevenir a ocorrência de ameaça ou violação

dos direitos da criança e do adolescente – Lei Federal 8.068/

1990, art. 70. Quanto ao direito à profissionalização e à prote-

ção no trabalho, a referida lei proíbe qualquer trabalho, salvo na

condição de aprendiz, a menor de:
A) quatorze anos
B) desesseis anos
C) dezoito anos
D) quinze anos
E) doze anos

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39. De acordo com o art. 24, inciso VI, da Lei 9394/96, para apro-

vação do aluno será exigida frequência mínima de:
A) 75% do total de dias letivos
B) 70% do total de dias letivos
C) 70% do total de horas letivas
D) 75% do total de horas letivas
E) 75% do total de aulas previstas

40. Relacionamos abaixo algumas responsabilidades definidas na

Lei 9394/96:

(1) efetuar a matrícula dos menores, a partir dos seis anos de

idade, no ensino fundamental;

(2) notificar ao Conselho Tutelar do Município, ao juiz compe-

tente da Comarca e ao respectivo representante do Ministério

Público a relação dos alunos que apresentem quantidade de

faltas acima de cinquenta por cento do percentual permitido em

lei;

(3) estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de

menor rendimento.

Cabe aos docentes e ao estabelecimento escolar fazer cumprir,

respectivamente, as seguintes exigências:
A) 1 e 2
B) 2 e 1
C) 2 e 3
D) 3 e 1
E) 3 e 2

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

LEA EL TEXTO 1 Y CONTESTE A LAS CUESTIONES DE 41 A 48

Texto 1

BRASIL: LA JUSTA MEDIDA DE UNA CERCANÍA LIN-

GÜÍSTICA

María Zulma Moriondo Kulikowski

Neide T. Maia González

El abordaje del español como lengua extranjera
A partir de los métodos y materiales destinados a la enseñanza de

español a los que tenemos acceso, ya es posible detectar algunos
conceptos más difundidos de lo que se considera ser una lengua extranjera,
y particularmente la lengua española; y se deduce fácilmente lo que se
piensa sobre el proceso enseñanza/aprendizaje de la misma. Sin embar-
go, no vamos a detenernos tanto en la problemática de los materiales
disponibles para la enseñanza del español hoy, la ideología que vehiculan
y las ilusiones que venden, pues esto nos llevaría a hacer otro trabajo.  

Lo que sí queremos explorar tiene que ver con nuestra creencia de

que no puede separarse el imaginario de la lengua de su lugar de saber. Y
lo cierto es que cada alumno, al ingresar al curso de español, posee
representaciones sobre la lengua -la propia y la ajena-, sobre lo que es
aprender una lengua extranjera y cómo hacerlo. Estas representaciones
tienen una importancia fundamental en ese primer momento de
aproximación y pueden favorecerlo o perjudicarlo, según comprobamos
frecuentemente. En el caso de la lengua española, es posible delinear
bastante bien el perfil del estudiante brasileño que habitualmente la
busca y, usando una metáfora de Sharwood Smith (1988a), los
“escenarios de desarrollo” (Developmental Scenarios) en que
generalmente se sitúa con sus estrategias de aprendizaje. En el primero
de ellos, el español es fácil y semejante a su lengua materna, tan fácil que
puede entender todo y no necesita estudiarlo. No tarda mucho para que
el escenario cambie del todo y para que descubra que el español es “otra
lengua”, que es difícil -¡muy difícil!- que jamás podrá conocerla y usarla
bien, etc.

Cabe decir que la intervención muy fuerte del profesor y de las

estrategias de enseñanza sobre la primera imagen puede producir dos
tipos de problemas que no son menores que aquél. Entre ellos, un bloqueo
absoluto o la adopción de una hipótesis “bizarra” sobre la lengua que
están aprendiendo: todo tiene necesariamente que ser distinto. Los efectos

de semejante actitud suelen conducir a la construcción de una imagen
particular de la lengua, por medio de la supergeneralización o incluso
deformación de determinados rasgos (sonoros, tonales, morfosintácticos,
paralingüísticos y otros tantos) que la caracterizan; un modelo de
interlengua con mucha propensión a fosilizarse.

Difícil tarea nuestra la de no reproducir y reforzar imágenes equi-

vocadas sin crear otros problemas mayores, la de desconstruir sin
destruirlo todo, la de encontrar la justa medida de esa supuesta cercanía,
para emplear la expresión creada en las discusiones preliminares a este
trabajo con Maite Celada y Vicky Ruben, expresión que está en el título
de nuestro texto y que es el centro o por lo menos uno de los centros de
nuestras preocupaciones actuales como profesoras de E/LE en Brasil.

Representaciones de la lengua
Es casi un ritual que, en las primeras clases, el alumno pregunte:

¿qué diccionario me aconseja para aprender español? O entonces que,
ya precavido, llegue con un diccionario o con un libro de gramática que
compró aconsejado por alguien o porque se sintió impresionado de
encontrar un diccionario de la Real Academia en la librería de su barrio.
Esta representación de la lengua como una lista de palabras que deben
ser aprendidas trae implícito el concepto de que la lengua puede reducirse
a una nomenclatura, que lleva a la identificación inmediata del objeto:
“palabra/cosa” o “palabra/significado”. Tratándose de una lengua extranjera,
esta manera de ver las cosas lleva a considerar que todo es en esencia lo
mismo, que cada palabra “dice”, hace referencia a una cosa que es siempre
la misma, y que por eso todo es traducible; ello permite la rápida operación
de trasladar y equiparar significados término a término de las dos lenguas
-español/portugués- como si fueran dos listas de sinónimos,
descontextualizándolos y considerando ambas lenguas como productos
estáticos y perfectamente reductibles, a significados sin historia y sin
memoria. Sin embargo, todos sabemos que una lista de palabras no con-
templa las estrategias discursivas necesarias para crear sentidos.

Una de las graves consecuencias de esta manera de ver las lenguas,

se observa en el tratamiento de la heterogeneidad del español: una lengua
-el español- dividida entre dos polos -el de España frente al de América-
cuyos sentidos se empobrecen y reducen, recortados sobre lo que es
considerado el “sentido literal”, en el que se borran las marcas históricas
e ideológicas. Se impide, así, la posibilidad de leer, interpretar y/o producir
los efectos de sentido que las lenguas permiten.

 (Adaptado de: http://www.unidadenladiversidad.com/historico/

opinion/opinion_ant/2000/junio_2000/opinion070600.htm)

41. “[…] no puede separarse el imaginario de la lengua de su

lugar de saber.” (2º párrafo)

Este fragmento se puede relacionar a la idea de que la enseñanza

de español en Brasil se debe fundamentar en:

A) El medio término entre la lengua extranjera y la lengua

materna.

B) La equivalencia de cada palabra a otra de la lengua extranjera.
C) Los enunciados relacionados a su respectivo momento de

enunciación.

D) La lengua desde actos de habla y verbos performativos de

su estructura.

E) El manejo con personas y cosas en el ámbito de determina-

da área del conocimiento.

42. “En el primero de ellos, el español es fácil y semejante a su

lengua materna, tan fácil que puede entender todo y no necesita
estudiarlo.” (2º párrafo)

El pronombre en negrilla se refiere a:

A) ellos
B) español
C) portugués
D) escenarios
E) estudiante

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LEA EL TEXTO 2 Y CONTESTE A LA CUESTIÓN 49
Texto 2

49. En el texto 2 es posible identificar una idea de lengua como:

A) nomenclatura que relaciona las palabras al concepto que

representan.

B) sistema que resulta de la combinación de lengua materna y

segunda lengua.

C) conjunto de estrategias discursivas que son necesarias para

crear sentidos.

D) instrumento cognitivo que indica la dominación de los gru-

pos mayoritarios.

E) interacción real que implica forma de interpretar la realidad

y negociar sentidos.

CONTESTE A LAS CUESTIONES DE 50 A 53 CONFORME LOS
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS DE ENSINO FUNDA-
MENTAL – LÍNGUA ESTRANGEIRA

50. La lengua extranjera tiene importante papel educativo, porque:

A) prepara para los desafíos del nuevo mercado laboral.

B) proporciona una más rápida ascensión social y económica.

C) capacita para el desarrollo de las cuatro destrezas lingüís-

ticas.

D) desarrolla la percepción sobre el funcionamiento del lenguaje.

E) permite la solución de conflictos en el contacto con otros

pueblos.

51. Se recomienda que el foco principal de la enseñanza de lenguas

extranjeras esté en la competencia lectora. Para justificarlo, se
menciona una serie de argumentos, entre los cuales NO se
encuentra el siguiente:

A) La práctica de lectura en lengua extranjera colabora con

el desarrollo de la comprensión lectora en la lengua
materna.

B) La comprensión lectora es la competencia que se supone

más fácil, además de permitir mayor implicación discursiva.

C) La lectura en lengua extranjera es la competencia de mayor

relevancia social en la mayoría de las localidades.

D) Las condiciones de la mayoría de las escuelas no son idóneas

para el desarrollo de todas las destrezas.

E) Los exámenes formales en lengua extranjera de ingreso

a la universidad también enfocan la lectura.

43. El fragmento que coincide con lo que defienden las autoras es:

A) “el español es ‘otra lengua’, que es difícil -¡muy difícil!-

que jamás podrá conocerla y usarla bien” (2º párrafo).

B) “todo es en esencia lo mismo, que cada palabra

“dice”, hace referencia a una cosa que es siempre la

misma” (5º párrafo).

C) “el español es fácil y semejante a su lengua materna, tan

fácil que puede entender todo y no necesita estudiarlo” (2º

párrafo).

D) “al ingresar al curso de español, posee (el alumno)

representaciones sobre la lengua -la propia y la ajena-,

sobre lo que es aprender una lengua extranjera y cómo

hacerlo” (2º párrafo).

E) “ello permite la rápida operación de trasladar y equi-

parar significados término a término de las dos lenguas

-español/portugués- como si fueran dos listas de

sinónimos” (5º párrafo).

44. En el primer párrafo, el conectivo “sin embargo” opone los

dos elementos que siguen:
A) los problemas de los materiales didácticos de la enseñanza

E/LE / el tema abordado en el texto.

B) los conceptos más difundidos de la lengua española / los

materiales destinados a la enseñanza de E/LE.

C) la voz de los enunciadores del texto sobre la enseñanza de

E/LE / los contenidos de manuales didácticos.

D) los materiales destinados a la enseñanza de español en

Brasil / las ideologías que defienden las autoras.

E) la poca calidad de los materiales en Brasil / la calidad de los

materiales usados en los países de lengua española.

45. La alternativa cuyo uso del adjetivo mejor explicita un juicio de

valor por parte de las autoras es:
A) sentido literal
B) supuesta cercanía
C) marcas históricas
D) verbos performativos
E) preocupaciones actuales

46. Se puede decir que el texto de González y Kulikowski es pre-

dominantemente argumentativo. La alternativa que ejemplifica

esa afirmación es:
A) el discurso relatado transmisor de ideas distintas a las de

las enunciadoras.

B) el reiterado uso de comillas introductoras de voces de

expertos en el área.

C) el uso de la primera persona del plural, característica de los

textos de opinión.

D) la expansión de la denominación de conceptos a través de

términos específicos.

E) el dominio de verbos y pronombres indicadores de referencia

contextual y situacional.

47. Las autoras defienden una visión de lengua que tiene como

principal fundamento los estudios clasificados como:
A) discursivos
B) behavioristas
C) generativistas
D) sociolingüistas
E) estructuralistas

48. De acuerdo con las autoras, es papel del docente:

A) Intervenir de modo que el alumno deshaga sus imágenes

previas de la lengua extranjera.

B) Presentarle al alumno estrategias de la lengua extranjera

como algo que es distinto.

C) Reproducir imágenes correctas compatibles con el tramo

de edad del discente.

D) Evitar la fosilización de errores perjudiciales al desarrollo

de la interlengua.

E) Buscar el equilibrio entre la proximidad de las dos lenguas en

cuestión.

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52. La competencia comunicativa se construye a partir de conocimientos

sistémicos, de mundo y de organización textual. Sobre la progresión
de los contenidos en los cuatro últimos años del Fundamental, propone
que el trabajo con la lengua comience por:
A) los conocimientos genéricos, lingüísticos y de la

pronunciación.

B) los contenidos gramaticales, el conocimiento sistémico

y el contexto.

C) el conocimiento sistémico, la competencia gramatical

y la organización textual.

D) lo familiar al discente, su conocimiento de mundo y

de la organización textual.

E) el equilibrio entre los conocimientos sistémicos, de

mundo y de organización textual.

53. Las evaluaciones escritas en lengua extranjera deben priorizar el

siguiente hecho:
A) la ortografía equivocada cristalizadora de errores
B) la formación de la consciencia crítica del lector
C) la construcción de los textos formales e informales
D) las informaciones específicas del texto relativas a

morfología

E) la lectura como proceso dependiente del significado de

cada palabra

54. De acuerdo con la propuesta de la educación multicultural, la

enseñanza de lengua extranjera supone la acción de:
A) establecer un diálogo mutuo entre las culturas, fundamen-

tal en la comunicación entre los pueblos.

B) conocer la cultura del otro, llave del éxito de la comunicación

inmediata con hablantes de la lengua meta.

C) adquirir expresiones de repetición, reproductoras del

modelo cultural específico de la lengua extranjera.

D) comprender los hábitos culturales del pueblo de la lengua

meta, indicadores de los modos específicos de sus ha-
bitantes.

E) traer a la discusión un complejo juego de multiplicidades

culturales, constitutivos de los pueblos de las sociedades
contemporáneas.

55. El trabajo con géneros discursivos en las clases de E/LE en el

Fundamental debe priorizar:
A) La enseñanza sistemática que articule semejanzas y dife-

rencias entre los distintos géneros.

B) Los textos diversos que impidan la percepción de las diferencias

genéricas por parte de los alumnos.

C) Los temas polémicos, que tienen como enfoque la diferen-

cia entre valores sociales y culturales.

D) Los géneros periodísticos que dificultan el manejo ini-

cial del alumno con la lengua extranjera.

E) Las tareas con textos predominantemente descriptivos que

ya formen parte del contexto de los discentes.

56. Según las propuestas comunicativas, las unidades fundamentales

de la lengua son:
A) las variantes de prestigio como paradigmas de comunicación
B) las tareas como instrumentos de interacción discursiva

significativa

C) las funciones como resultado del análisis del lenguaje a

partir del uso

D) las estructuras comprendidas como descripciones del sis-

tema lingüístico

E) los géneros discursivos como tipos relativamente

estables de enunciados

57. La concepción sociointeraccionista de lenguaje entiende la lectura

como un proceso de:

A) comprensión lineal del texto.

B) interacción entre el lector y el texto.

C) reflexión del bagaje del lector en el texto.

D) identificación de palabras y oraciones del texto.

E) decodificación de los sentidos ocultos del texto.

58. “El aprendizaje de una lengua extranjera es fundamentalmente

un proceso de formación mecánica de hábitos.”

(RICHARDS, J. C., RODGERS, T. S. Enfoques y métodos en la

enseñanza de idiomas.  Madrid: Cambridge University Press,

2001, p.64.)

En este fragmento se  menciona una concepción de enseñanza de
lenguas extrajeras basada en el siguiente presupuesto:

A) perspectivas enunciativas

B) gramática-traducción

C) enfoque por tareas

D) audiolingualismo

E) comunicativismo

59. La enseñanza de lenguas extranjeras basada en los géneros del

discurso tiene como eje principal:

A) la predominancia de las tipologías textuales, que consideran

la existencia de las secuencias argumentativa, descriptiva,
expositiva, narrativa e injuntiva.

B) las reglas de forma lógica observables en los textos

escritos por las autoridades literarias, que funcionan
como patrón de la estructura de la lengua culta.

C) las estructuras organizadas de forma jerárquica, que

distinguen los varios niveles de la descripción lingüística:
fonético-fonológico, morfológico y sintáctico.

D) la lengua comprendida como un instrumento de

comunicación oral, que permite que las palabras se asocien
directamente a los objetos a los cuales representan.

E) los tipos relativamente estables de enunciados, que se

relacionan con las esferas de la actividad humana y con
producción, circulación y recepción de los enunciados.

60. “[…] ningún sujeto puede producir un texto autónomo. Al

decir “autónomo” nos referimos a un texto en el que no existieran
vínculos con otros textos, un texto que surgiera límpido,
impoluto de la mente del sujeto que lo produjera. Esto implica
que los sujetos producen sus textos desde una necesaria,
obligada, vinculación con otros textos.”

http://www.literaturas.com/16colaboraciones 2001 jmaguirre.htm

Es posible relacionar la cita anterior al concepto de:

A) interdisciplinaridad

B) intersubjetividad

C) intertextualidad

D) autonomía

E) absorción

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A

TENÇÃO

caderno de questões contém:

1 (uma) folha com o tema da Redação e espaço para  rascunho, e

60 (sessenta) questões de múltipla escolha, cada uma com 5 (cinco) alternativas (A,B,C,D,E), organizadas da seguinte

forma:

de 01 a 15 - Língua Portuguesa; de 16 a 25 Informática;

de 26 a 40 Conhecimentos Pedagógicos e Legislação Educacional; de  41 a 60 Conhecimentos Específicos

A duração da prova é de 4 (quatro) horas e 30 (trinta) minutos, considerando, inclusive, a marcação da folha de respostas e a
transcrição do texto de redação para o verso da folha de respostas. Faça-a com tranquilidade, mas controle o seu tempo.

I

NSTRUÇÕES

1. Ao receber o caderno de questões, verifique, de imediato, na capa, se a prova  corresponde ao cargo  para o qual concorre .

Qualquer divergência, comunique ao fiscal de sala.

2. Ao ser dado o sinal de início da prova confira se a numeração das questões e a paginação estão corretas. Qualquer

irregularidade, comunique ao fiscal de sala.

3. Verifique, na folha de respostas, se seu nome, número de inscrição, identidade e data de nascimento estão corretos. Caso

contrário, comunique ao fiscal de sala.

4. O caderno de questões poderá ser utilizado para anotações, mas somente as respostas assinaladas na folha de respostas serão objeto

de correção.

5. Leia atentamente cada questão e assinale na folha de respostas a alternativa que responde corretamente a cada uma delas.
6. Observe as seguintes recomendações relativas a folha de respostas:

• não haverá substituição;
• não deixar de assinar no campo próprio;
• não pode ser dobrada, amassada, rasurada manchada ou conter qualquer registro fora dos locais destinados às

respostas;

• a maneira correta de marcação das respostas é cobrir, fortemente, com esferográfica de tinta azul ou preta, o espaço

correspondente à letra a ser assinalada;

• outras formas de marcação diferentes da que foi determinada acima implicarão a rejeição da folha de respostas;
• não serão consideradas questões:

• não assinaladas;
• com falta de nitidez;
• com mais de uma alternativa assinalada.

7. O fiscal não está autorizado a alterar quaisquer dessas instruções.
8. O candidato deverá fazer 

a  redação definitiva no verso da sua folha de respostas.

9. Você só poderá retirar-se da sala após 60 minutos do início da prova.
10. Quaisquer anotações só serão permitidas se feitas no caderno de questões.
11. 

Você não poderá levar este caderno de questões da prova.

12. 

Este caderno de questões possui, ao final, um campo destacável para que você copie, destaque e leve o seu gabarito.

13. Os três últimos candidatos deverão permanecer na sala até que o último candidato entregue a folha de respostas.
14. Ao terminar a prova, entregue a folha de respostas.
15. 
Não esqueça seu documento de identidade.

Boa Prova!

Anote na tabela abaixo suas respostas e destaque

1

11

21

31

41

51

2

12

22

32

42

52

3

13

23

33

43

53

4

14

24

34

44

54

5

15

25

35

45

55

6

16

26

36

46

56

7

17

27

37

47

57

8

18

28

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48

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9

19

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39

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10

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