Prova Concurso - Pedagogia - EDUCACAO PEDAGOGIA - FADESP - IF - 2018

Prova - Pedagogia - EDUCACAO PEDAGOGIA - FADESP - IF - 2018

Detalhes

Profissão: Pedagogia
Cargo: EDUCACAO PEDAGOGIA
Órgão: IF
Banca: FADESP
Ano: 2018
Nível: Superior

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PEDAGOGOUFPA2018
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Gabarito

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ 

CONCURSO PÚBLICO - Edital Nº 008/2018/REI/IFPA 

GABARITO OFICIAL DEFINITIVO 

– PROVA 16/09/2018 

 

EDUCAÇÃO - PEDAGOGIA 

 

 

TIPO 1 – COR BRANCA 

TIPO 2 – COR AZUL 

 

CONHECIMENTOS BÁSICOS 

QUESTÕES 

LÍNGUA PORTUGUESA 

QUESTÕES 

LEGISLAÇÃO 

10 

ANULADA 

11 

12 

13 

14 

15 

ANULADA 

QUESTÕES 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 

16 

17 

18 

19 

20 

21 

22 

23 

24 

Retificado para “C” 

25 

26 

27 

28 

29 

30 

31 

32 

33 

34 

35 

Retificado para “A” 

36 

37 

38 

39 

40 

41 

42 

43 

44 

45 

46 

47 

48 

49 

Retificado para “C” 

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ 

CONCURSO PÚBLICO - Edital Nº 008/2018/REI/IFPA 

GABARITO OFICIAL DEFINITIVO 

– PROVA 16/09/2018 

 

 

TIPO 1 – COR BRANCA 

TIPO 2 – COR AZUL 

50 

51 

52 

53 

54 

55 

Retificado para “A” 

56 

57 

58 

59 

60 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

Em, 26/09/2018. 

 

 

 

 

 

 

 

Concursos e Seleções/Fadesp 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Prova

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ 

 

PROVA OBJETIVA - 16 de setembro de 2018 

 

EDUCAÇÃO - PEDAGOGIA 

 
 
 
 
 
 

 

 
 

 

 

 

A COR DA CAPA DO SEU BOLETIM DE QUESTÕES É BRANCA.  

MARQUE A COR EM SEU CARTÃO RESPOSTA.

 

 

INSTRUÇÕES AO CANDIDATO 

 

1

.  Confira  se  a  prova  que  você  recebeu  corresponde  ao  cargo  ao  qual  você  está  inscrito,  conforme  consta  no  seu  cartão  de 

inscrição e no cartão resposta. Caso contrário, comunique imediatamente ao fiscal de sala.  

 

2

.  Confira  se,  além  deste  BOLETIM  DE  QUESTÕES,  você  recebeu  o  CARTÃO  RESPOSTA,  destinado  à  marcação  das 

respostas às questões objetivas.

 

 
 

3

. Este BOLETIM DE QUESTÕES contém a prova com 60 (sessenta) questões objetivas, com 15 questões de Conhecimentos 

Básicos (05 - Língua Portuguesa e 10 

– Legislação) e 45 questões de Conhecimentos Específicos. Caso exista alguma falha de 

impressão, comunique imediatamente ao fiscal de sala. Na prova há espaço reservado para rascunho.  Esta prova terá duração 
de 04 (quatro) horas, tendo seu início às 09:00h e término às 13:00h (horário local). 

 

4

Para cada questão objetiva, são apresentadas 05 (cinco) opções de resposta, identificadas com as letras (A), (B), (C), (D), (E). 

Apenas uma responde corretamente à questão, considerando a numeração de 01 a 60.

 

 

5

Confira se seu nome, número de inscrição, cargo e data de nascimento, constam na parte superior do CARTÃO RESPOSTA 

que você recebeu. Caso exista algum erro de impressão, comunique imediatamente ao fiscal de sala, a fim de que este registre 
a correção na Ata de Sala.

 

 

6

O candidato deverá permanecer obrigatoriamente na sala de realização da sua prova por, no mínimo, 01 (uma) hora após o 

início das provas. A inobservância acarretará a eliminação do candidato.

  

 

7

É  obrigatório  que  o  candidato  assine  a  LISTA  DE  PRESENÇA  e  o  CARTÃO  RESPOSTA,  do  mesmo  modo  como  está 

assinado no seu documento de identificação.

 

 

8

A marcação do CARTÃO RESPOSTA deve ser feita somente com caneta esferográfica de tinta preta ou azul, pois lápis não 

será considerado.

 

 

9

A maneira correta de marcar as respostas no CARTÃO RESPOSTA é cobrir totalmente o espaço correspondente à letra a 

ser assinalada, conforme o exemplo que consta no CARTÃO RESPOSTA.

 

 

10

Em hipótese alguma haverá substituição do CARTÃO RESPOSTA por erro do candidato. A substituição só será autorizada 

se for constatada falha de impressão.

 

 

11

O CARTÃO RESPOSTA É O ÚNICO DOCUMENTO VÁLIDO PARA O PROCESSAMENTO DE SUAS RESPOSTAS, POIS 

A  MARCAÇÃO  INCORRETA  NO  CARTÃO  RESPOSTA  DA  COR  DA  CAPA  DA  SUA  PROVA  É  DE  SUA  INTEIRA 
RESPONSABILIDADE.

 

 

12

Não  será  permitida,  durante  a  realização  da  sua  prova,  comunicação  entre  os  candidatos,  nem  utilização  de  máquinas 

calculadoras  ou  similares,  de  livros,  de  notas,  de  impressos  ou  consulta  a  qualquer  material.  Assim  como,  de  aparelhos 
eletrônicos  (bip,  telefone  celular,  relógio  do  tipo  databank,  agenda  eletrônica,  etc....)  e  acessórios  de  chapelaria.  O  candidato 
receberá do fiscal de sala saco plástico para guarda do material, que deverão, obrigatoriamente, ser colocados embaixo de sua 
carteira, junto com os acessórios de chapelaria 

– itens 10.15 e 10.16 do edital de abertura do concurso. O descumprimento dos 

itens anteriormente citados e outros definidos no Edital nº 008/2018-REI/IFPA, implicará a eliminação do candidato, constituindo 
tentativa de fraude.

 

 

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

BOA PROVA!! 

 

 

Nome do Candidato: _________________________________________________________ 

 

Nº de Inscrição: ________________________ 

 

_____________________________________________ 

Assinatura 

PROVA 1 – COR BRANCA 

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ 

 

 

 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ 

 

 

CONHECIMENTOS BÁSICOS 

 

LÍNGUA PORTUGUESA 

 

Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 1 a 5. 

 

NAVEGUE NAS REDES SOCIAIS SEM BOTAR A SAÚDE EM RISCO 

 

Cada vez mais conectados, encurtamos distâncias, ganhamos tempo e fazemos amigos.  

Mas, sem bom senso, já tem gente pagando um preço: o bem-estar 

 

André Bernardo 

 

 









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30 
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34 

 
 

[...] 
O uso obsessivo de mídias sociais começa a ser associado a males físicos, como ganho 

de peso e problemas de coluna, e transtornos mentais, caso de ansiedade e depressão. 

Uma pesquisa da Universidade de Ulster, na Irlanda do Norte, indica que a overdose de 

Twitter, Instagram e Snapchat, entre outras, patrocina uma vida sedentária. Dos 353 estudantes 
que  responderam  a  um  questionário  on-line  sobre  o  tempo  gasto  nas  redes  e  em  exercícios 
físicos,  65%  admitiram  que  não  praticam  tanto  esporte  quanto  gostariam.  “Se  você  está  boa 
parte do dia nas mídias sociais, pode ter certeza de que outras atividades serão negligenciadas. 
No futuro, o preç

o a pagar será alto: obesidade, diabete e doenças cardiovasculares”, avisa a 

psicóloga e coordenadora do trabalho Wendy Cousins. 

Os  prejuízos  de  levar  uma  rotina  exageradamente  on-line  são  até  mais  imediatos  na 

saúde mental. Quanto mais tempo ficamos conectados, maior o risco de desenvolver sintomas 
de depressão,  constata  um  experimento  da  Universidade  de  Pittsburgh,  nos  Estados  Unidos. 
Para  chegar  a  tal  conclusão,  a  equipe  do  médico  Brian  Primack  monitorou  a  vida  digital  de 
1.800 internautas, entre homens e mulheres de 19 a 32 anos. 

Em média, os voluntários gastavam 61 minutos por dia e acessavam as redes 30 vezes 

por  semana.  Entre  o  grupo  que  apresentou  maior  quantidade  de  acessos  semanais,  a 
probabilidade  de  sentir-

se  deprimido  era  três  vezes  maior.  “As  pessoas  que  passam  muito 

tempo  nas  mídias  sociais  tendem  a  ser  mais  ansiosas  e  depressivas.  Por  ora  não  dá  para 
estabelecer uma relação de causa e efeito, mas é preciso refletir: é o  internauta quem usa as 
redes sociais ou são as redes sociais que usam os internautas?”, provoca Primack. 

Quando  a  moderação  sai  de  cena  e  as  plataformas  digitais  são  mal  usadas,  a  vida 

escolar (e, mais tarde, a profissional) paga o pato. Jovens de 12 a 15 anos estão penando com 
o  cansaço  em  sala  de  aula,  de  acordo  com  um  estudo  britânico  com  900  estudantes.  A 
investigação descobriu que um em cada cinco acorda durante a noite para checar e responder 
mensagens. No dia seguinte, adeus foco e atenção à lousa e 

aos livros. “Ainda não sabemos se 

os  adolescentes  acessam  as  redes  sociais  porque  estão sem sono ou  se  perdem  o  sono  por 
causa  delas.  Na  dúvida,  recomendo  aos  pais  que,  na  hora  de  dormir,  retirem  tablets  e 
smartphones  de  seus  quartos”,  diz  a  educadora  Sally  Power,  da  Universidade  de  Cardiff,  no 
País de Gales. 

A  psicóloga  Ana  Luiza  Mano,  professora  da  Pontifícia  Universidade  Católica  de  São 

Paulo,  explica  que  não  existe  idade  ideal  para  os  pais  comprarem  celular  para  os  filhos  ou 
liberarem seu acesso a algumas redes. Mas ressalva que as crianças tendem a seguir o modelo 
que têm em casa. “Cabe aos pais orientá-las sobre a melhor maneira e a frequência certa de 
utilização das mídias sociais”, propõe. 

[...]

 

 

Disponível em https://saude.abril.com.br/bem-estar/navegue-nas-redes-sociais-sem-botar-a-saude-em-risco/ 

Texto adaptado 

 
 
 

fadesp-2018-if-pa-educacao-pedagogia-prova.pdf-html.html

 

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ 

 

 

1 

De acordo com o texto, o equilíbrio no uso das mídias digitais pelos adolescentes depende 

(A)  do sono regular. 
(B)  da prática de esportes. 
(C)  do poder de concentração. 
(D)  da saúde mental. 
(E)  do exemplo dos pais. 
 

2 

Sem  alterar  o  sentido  do  enunciado,  em  Uma  pesquisa  da  Universidade  de  Ulster,  na  Irlanda  do 

Norte,  indica  que  a  overdose  de  Twitter,  Instagram  e  Snapchat,  entre  outras,  patrocina  uma  vida 
sedentária
 (linhas 3 e 4), a forma verbal patrocina poderia ser substituída por 
(A)  influencia
(B)  favorece
(C)  permite
(D)  implica
(E)  financia
 

3 

A regência verbal culta NÃO foi observada em 

(A) 

No  futuro,  o  preço  a  pagar  será  alto:  obesidade,  diabete  e  doenças  cardiovasculares”,  avisa  a 
psicóloga e coordenadora do trabalho Wendy Cousins. 
(linhas 8 e 9) 

(B)  Para chegar a tal conclusão,  a equipe do médico Brian Primack monitorou a vida digital de 1.800 

internautas, entre homens e mulheres de 19 a 32 anos. (linhas 13 e 14) 

(C)  Em  média,  os  voluntários  gastavam  61  minutos  por  dia  e  acessavam  as  redes  30  vezes  por 

semana. (linhas 15 e 16) 

(D)  A  investigação  descobriu  que  um  em  cada  cinco  acorda  durante  a  noite  para  checar  e  responder 

mensagens.

 

(linhas 23 a 25) 

(E)  Mas ressalva que as crianças tendem a seguir o modelo que têm em casa. (linhas 32 e 33) 
 

4 

Contém expressão própria da linguagem informal o trecho 

(A) 

“Se você está boa parte do dia nas mídias sociais, pode ter certeza de que outras atividades serão 
negligenciadas.  No  futuro,  o  preço  a  pagar  será  alto:  obesidade,  diabete  e  doenças 
cardiovasculares”. 
(linhas 6 a 8) 

(B)  Quanto  mais  tempo  ficamos  conectados,  maior  o  risco  de  desenvolver  sintomas  de depressão, 

constata um experimento da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. (linhas 11 e 12) 

(C)  Quando a moderação sai de cena e as plataformas digitais são mal usadas, a vida escolar (e, mais 

tarde, a profissional) paga o pato. (linhas 21 e 22) 

(D)  No dia seguinte, adeus foco e atenção à lousa e aos livros. (linha 25) 
(E)  Na  dúvida,  recomendo  aos  pais  que,  na  hora  de  dormir,  retirem  tablets  e  smartphones  do  quarto 

dos filhos”, diz a educadora Sally Power, da Universidade de Cardiff, no País de Gales. (linhas 27 a 
29) 

 

5 

O referente do elemento coesivo grifado NÃO está corretamente indicado em 

(A)  Uma  pesquisa  da  Universidade  de  Ulster,  na  Irlanda  do  Norte,  indica  que  a  overdose  de  Twitter, 

Instagram e Snapchat, entre outras, patrocina uma vida sedentária. (linhas 3 e 

4) → mídias sociais 

(B) 

“Ainda não sabemos se os adolescentes acessam as redes sociais porque estão sem sono ou se 
perdem o sono por causa delas. 
(linhas 25 a 27) 

→ redes sociais 

(C)  Na  dúvida,  recomendo  aos  pais  que,  na  hora  de  dormir,  retirem  tablets  e  smartphones  de  seus 

quartos” (linhas 27 e 28) → adolescentes 

(D)  A psicóloga Ana Luiza Mano, professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, explica 

que não existe idade ideal para os pais comprarem celular para os filhos ou liberarem seu acesso a 
algumas redes. 
(linhas 30 a 32) 

→ pais 

(E) 

“Cabe  aos  pais  orientá-las  sobre  a melhor  maneira  e  a  frequência  certa  de  utilização  das  mídias 
sociais”, propõe. 
(linhas 33 e 34) → crianças 

 

 
 

fadesp-2018-if-pa-educacao-pedagogia-prova.pdf-html.html

 

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ 

 

 

LEGISLAÇÃO 

 

6

 Segundo o regime jurídico dos servidores públicos civil da União, o servidor nomeado para cargo de 

provimento efetivo, ao entrar em exercício, ficará sujeito a estágio probatório, quando será observado, 
entre outros, o seguinte fator: 
(A)  Temperança. 
(B)  Comunicabilidade. 
(C)  Capacidade de iniciativa. 
(D)  Resiliência. 
(E)  Presteza. 
 

7

  Uma  das  regras  deontológicas  do  Código  de  Ética  Profissional  do  Servidor  Público  Civil  do  Poder 

Executivo Federal é a de que 
(A)  a moralidade da Administração Pública está limitada à grave distinção entre o bem e o mal, junto à 

ideia de que o fim é sempre a política pública consolidada. 

(B)  exige-se,  como contrapartida ao fato de que a remuneração do servidor público é custeada pelos 

recursos advindos de seu trabalho, que a moralidade administrativa esteja aquém de um mero fator 
de legalidade. 

(C)  a  função  pública,  tida  como  exercício  profissional,  não  deve  estar  integrada  à  vida  particular  do 

servidor público, assim como os fatos e atos verificados na conduta do dia-a-dia. 

(D)  o  atraso  na  prestação  do  serviço  não  caracteriza  atitude  contra  a  ética  ou  ato  de  desumanidade, 

mas decorrência de dano institucional que reflete sobre os usuários. 

(E)  o  trabalho  desenvolvido  pelo  servidor  público  junto  à  comunidade  deve  ser  entendido  como 

acréscimo ao seu próprio bem-estar. 

 

8

 De acordo com a Lei nº 12.772/2012, além de outros fatores, a avaliação especial de desempenho do 

docente em estágio probatório nas Instituições Federais de Ensino deverá considerar a(o) 
(A)  adaptação do professor ao trabalho, verificada por meio de provas teóricas e práticas. 
(B)  avaliação pelos discentes, conforme normatização própria da instituição. 
(C)  cumprimento de horário dentro e fora da repartição para a qual foi designado. 
(D)  análise dos relatórios de atividades durante período de licenças e férias. 
(E)  desempenho em programas de avaliação de forma física e de saúde funcional. 
 

9

 A atual Constituição Federal prevê o estabelecimento de um plano nacional de educação, cujas ações 

integradas devem conduzir à 
(A)  diminuição do analfabetismo total e funcional. 
(B)  ampliação gradativa da escolarização profissional. 
(C)  aplicação de recursos como proporção da receita de impostos. 
(D)  promoção humanística, científica e tecnológica do País. 
(E)  formação para o trabalho infantil e adulto. 
 

10

 No que tange à organização da educação nacional, é correto afirmar que 

(A)  o sistema federal de ensino compreende as instituições de educação superior criadas e mantidas 

pela iniciativa privada. 

(B)  os  sistemas  de  ensino  dos  Estados  compreendem  as  instituições  de  educação  superior  mantidas 

pelo Poder Público Estadual. 

(C)  as instituições de educação superior, criadas e mantidas pela iniciativa privada, integram o sistema 

de ensino do Distrito Federal. 

(D)  os  sistemas  municipais  de  ensino  compreendem  todas  as  instituições  da  educação  básica 

existentes no município. 

(E)  as instituições de ensino dos diferentes níveis classificam-se em públicas, privadas e associadas. 
 
 
 

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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ 

 

 

11

 Nos termos da Lei nº 8.069/1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, um dos 

princípios da formação técnico-profissional é 
(A)  garantia de acesso e frequência flexíveis ao ensino regular. 
(B)  atividade compatível com as necessidades da tarefa. 
(C)  horário especial para o exercício das atividades. 
(D)  garantia de bolsa de aprendizagem dos sete aos quatorze anos. 
(E)  igualdade de tratamento ao adolescente portador de deficiência. 
 

12

 De acordo com a Lei nº 11.892/2008, uma das finalidades dos Institutos Federais é 

(A)  promover  a  horizontalização  da  educação  básica  com  a  educação  profissional  e  a  educação 

superior, otimizando exclusivamente a infraestrutura física e os quadros de pessoal. 

(B)  orientar  sua  formação  em  benefício  do  fortalecimento  dos  arranjos  produtivos,  com  perspectiva 

prioritária de lucro para empresas e cooperativas locais. 

(C)  constituir-se em centro de excelência na oferta do ensino de ciências, em geral, e de matemática e 

língua portuguesa, em particular. 

(D)  desenvolver  programas  de  pesquisa  pura  e  aplicada,  de  extensão  e  de  divulgação  científica  e 

tecnológica, além de serviços remunerados. 

(E)  promover a produção, o desenvolvimento e a transferência de tecnologias sociais, notadamente as 

voltadas à preservação do meio ambiente. 

 

13

  Com  base  no  Decreto  nº  5.626/2005,  para  garantir  o  atendimento  educacional  especializado  e  o 

acesso  à  comunicação,  à  informação  e  a  outras  atividades,  as  instituições  federais  de  ensino  devem 
promover formação de professores para o (a) 
(A)  ensino, a pesquisa e a extensão referentes ao uso da Libras. 
(B)  tradução e interpretação de Libras-Língua Portuguesa. 
(C)  ensino da Língua Inglesa como segunda língua para pessoas surdas. 
(D)  elaboração de projetos de assistência para estudantes surdos. 
(E)  mestrado em educação tecnológica para pessoas surdas. 
 

14

 Um dos objetivos do atendimento educacional especializado é 

(A)  facilitar o acesso e a aprovação dos estudantes com necessidades especiais. 
(B)  garantir a redução do tempo de ensino/aprendizagem no ensino fundamental e médio. 
(C)  distribuir gratuitamente recursos didáticos e pedagógicos a estudantes cegos. 
(D)  assegurar condições à continuidade de estudos nos demais níveis e modalidades de ensino. 
(E)  garantir o acesso de forma complementar e suplementar à educação superior. 
 

15

 Com base na lei nº 10.

639/2003, o calendário escolar inclui o “Dia Nacional da Consciência Negra”, 

que é comemorado em 
(A)  20 de novembro. 
(B)  21 de abril. 
(C)  13 de maio. 
(D)  15 de outubro. 
(E)  25 de setembro. 
 

 
 

 
 
 
 
 

 
 
 

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CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 

 

16 

O  instrumento  de  avaliação  que  consiste  na  “organização  de  uma  coletânea  de  registros  sobre 

aprendizagens  do  aluno  que  favoreçam  ao  professor,  aos  próprios  alunos  e  às  famílias  uma  visão 
evolutiva  do  processo”  (HOFFMANN,J.  Avaliar  para  promover:  as  setas  do  caminho.  Porto  alegre: 
Mediação, 2002, p.201) denomina-se 
(A)  relatório.  
(B)  anedotário. 
(C)  registro de observação. 
(D)  mapa

 

conceitual. 

(E)  portfólio. 
 

17 

A avaliação emancipatória é aquela 

(A)  que acompanha todo o processo de construção do conhecimento do aluno, contribuindo para o seu 

desenvolvimento. 

(B)  de  caráter  não  diretivo  em  que  o  aluno  deverá assumir formas  de controle  de  sua  aprendizagem, 

definir e aplicar os critérios para avaliar até onde estão sendo atingidos os objetivos que pretende 
alcançar. 

(C)  que visa à exatidão da reprodução do conteúdo comunicado em sala de aula. 
(D)  que  consiste  em  se  constatar  se  o  aluno  aprendeu  e  atingiu  os  objetivos  propostos,  quando  o 

programa foi conduzido até o final de forma adequada. 

(E)  que  consiste  em  apreender  da  realidade  algo  que  se  possa  transcrever  para  uma  medida,  uma 

descrição, uma representação dessa realidade. 

 

18 

Ao  elaborar  um  teste  com  questões  discursivas,  alguns  requisitos  devem  ser  levados  em 

consideração, como

 

 

I. evitar que o item teste a capacidade de memorização em vez do conhecimento do aluno. Se houver 
necessidade de definição ou de fórmula, forneça-as. 
II. evitar a abordagem de temas que são controversos entre os próprios especialistas da área. 
III.  elaborar  itens  que  possibilitem  ao  aluno  demonstrar  seus  conhecimentos  e/ou  habilidades  sobre 
conteúdos do tipo procedimental, se expressando de forma redacional. 
IV-  apresentar  alternativas  que  não  sejam  mutuamente  excludentes,  tenham  a  mesma  estrutura, 
paralelismo,  e  a  mesma  extensão  e  estejam  coerentes  com  o  enunciado  quanto  ao  conteúdo  e  aos 
aspectos linguísticos. 

 

As assertivas I, II, III e IV são, respectivamente, 
(A)  falsa; falsa; verdadeira; verdadeira.  
(B)  verdadeira; verdadeira; falsa; falsa. 
(C)  falsa; verdadeira; verdadeira; falsa.  
(D)  falsa; falsa; falsa; falsa. 
(E)  verdadeira; verdadeira; verdadeira; verdadeira.  

 

19 

A característica que melhor identifica uma questão do tipo definição é a seguinte:  

(A)  dado o termo, pede-se uma explicação essencial e exclusiva do mesmo. 
(B)  trata-se

 

de mencionar algumas características de determinado objeto ou tema proposto. 

(C)  são

 

dados alguns elementos ou características fundamentais a partir das quais o aluno descobre o 

objeto ou termo correspondente. 

(D)  dados

 

vários  elementos  desconexos,  pede-se  ao  aluno  que  os  agrupem  de  acordo  com 

determinado(s) critério(s). 

(E)  dada  uma  lista  de  nomes  e  expressões,  o  estudante  deve  liga-la  corretamente  a  outra  lista  que 

apresente elementos com alguma relação entre si, e por isso, podem ser associados.  

 
 
 

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20 

Por avaliação de currículo entende-se 

(A)  a avaliação que tem como função identificar, verificar e diagnosticar a aprendizagem dos conteúdos 

de ensino, devendo ser desenvolvida de forma contínua e formativa. 

(B)  a  avaliação  da  função  social  da  instituição,  considerando-se  as  relações  pedagógicas  que  se 

consolidam  nas

 

práticas

 

cotidianas  por  ela  adotadas,  que  se  traduzem  na  organização  do  seu 

currículo. 

(C)  a avaliação centrada no contexto psicopedagógico da instituição educacional, cuja finalidade é a de 

subsidiar  a  tomada  de  decisões  sobre  o  aperfeiçoamento  das  decisões  sobre  a  trajetória  escolar, 
conteúdos e aprendizagem e a interpretação das políticas educacionais pela instituição. 

(D)  a  avaliação  desenvolvida  a  partir  de  análises  internas  ou  externas  à  instituição  e  que  deve 

contemplar tanto o valor  intrínseco do currículo, quanto o valor  que o mesmo tem relativamente a 
um contexto em particular ou uma dada aplicação. 

(E)  a avaliação da função social da instituição, quando se busca identificar, verificar e diagnosticar os 

processos de ensino e aprendizagem adotados por ela. 

 

21 

Nas  bases  da  Teoria  Psicológica  de  Jean  Piaget  consta  que  o  conhecimento  objetivo  é  uma 

aquisição  construída  pela  criança  a  partir  de  grandes  reestruturações  globais  mentais.  A  influência 
desta teoria em educação leva a afirmar o seguinte: 
(A)  para uma psicologia e pedagogia associacionista, os erros da criança não têm grandes significados. 
(B)  o caminho em direção à aquisição do conhecimento é linear e consecutivo. 
(C)  na  educação  escolar  os  erros  são  construtivos  e  constituem  pré-requisitos  necessários  para  o 

conhecimento. 

(D)  para Piaget,

 

a compreensão de um  dado conhecimento não passa pela possibilidade de o sujeito 

construir este processo de conhecer. 

(E)  para

 

uma psicologia de base interacionista,

 

os erros não são admissíveis. 

 

22 

Na  relação  entre  as  teorias  psicológicas  e  educação  encontra-se  a  contribuição  da  Teoria  Socio-

Histórica de Lev Vygotsky, que tem o seguinte princípio: 
(A)  a aprendizagem não é uma mera aquisição de informações, não acontece a partir de uma simples 

associação de ideias armazenadas na memória, mas é um processo interno, ativo e interpessoal. 

(B)  o

 

sujeito  é  uma  “tábula  rasa”,  cujas  impressões  do  mundo,  a  partir  das  suas  interações  com  os 

órgãos dos sentidos, podem produzir o conhecimento. 

(C)  a  aprendizagem  é  uma  mudança  de  comportamento  resultante  do  treino,  da  experiência  ou  da 

bagagem genética dos sujeitos. 

(D)  o ser humano nasce com o conhecimento já programado na sua herança genética e cultural, logo, 

 

a aprendizagem é inata.  

(E)  não há valorização dos aprendizados construídos nas relações sociais. 
 

23 

As contribuições de estudiosos como Piaget, Paulo Freire, Vygotsky, Wallon

 

e Freinet influenciaram 

as  teorias  psicológicas  e  pedagógicas.  Ao  discutirem  o  processo  de  aprendizagem,

 

apresentam  um 

ponto em comum, que pode ser sintetizado na seguinte afirmativa:  
(A)  toda

 

aprendizagem é fruto de treino, memorização e disciplina. 

(B)  todo o processo de conhecer provém somente dos estímulos do meio. 
(C)  

 

processo de aprender exige solidão, disciplina e esforço pessoal.  

(D)  um bom processo de transmissão do conhecimento é a chave da aprendizagem 
(E)  

 

ação de aprender é compreendida como práxis, é fruto da prática social dos sujeitos. 

 
 
 
 
 
 
 
 

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24 

O  associacionismo,  cuja  expressão  mais  relevante  é  o  behaviorismo,  influenciou  as  teorias  da 

aprendizagem ao considerar 
(A)  as interações sociais e as experiências sócio-históricas dos sujeitos. 
(B)  a aprendizagem como mudança de comportamento resultante do treino ou da experiência, por isso, 

identificada com condicionamento e repetição. 

(C)  a superação da dicotomia transmissão x produção do conhecimento pelos sujeitos. 
(D)  a subjetividade como um momento individual de internalização da objetividade e da realidade dos 

sujeitos. 

(E)  os

 

estímulos e as

 

respostas dadas pelos sujeitos não são considerados importantes. 

 

25 

De  acordo  com  Nilma  Lino  Gomes,  “Do  ponto  de  vista  cultural,  a  diversidade  pode  ser  entendida 

como a construção histórica, cultural e social das diferenças. A construção das diferenças ultrapassa as 
características biológicas, observáveis a olho nu. As diferenças são também construídas pelos sujeitos 
sociais ao longo do processo histórico e cultural, nos processos de adaptação do homem e da mulher 
ao  meio  social  e  no  contexto  das  relações  de  poder.  Sendo  assim,  mesmo  os  aspectos  tipicamente 
observáveis,  que  aprendemos  a  ver  como  diferentes  desde  o  nosso  nascimento,  só  passaram  a  ser 
percebidos dessa forma, porque nós, seres humanos e sujeitos sociais, no contexto da cultura, assim os 
nomeamos e identificamos”.  

(GOMES, Nilma Lino. Indagações sobre currículo : diversidade e currículo. Brasília : Ministério da Educação, Secretaria de 

Educação Básica, 2007)

.  

Depreende-se dai que: 

 

I.  É  natural  que  determinadas  culturas,  de  um  modo  geral,  ressaltem  como  positivos  e  melhores  os 
valores que lhe são próprios, gerando um certo estranhamento e, até mesmo, uma rejeição em relação 
ao diferente. 
II.  Os  seres  humanos,  enquanto  seres  vivos,  apresentam  diversidade  biológica,  ou  seja,  mostram 
diferenças entre si.

 

Logo, é possível que o ser humano,  enquanto parte da diversidade biológica,  seja 

entendido fora do contexto da diversidade cultural. 
III. A diversidade é um componente do desenvolvimento biológico e cultural da humanidade. Porém, ao 
longo  do  processo  histórico  e  cultural  e  no  contexto  das  relações  de  poder,  algumas  dessas 
variabilidades foram estereotipadas e tratadas de maneira preconceituosas. 

 

As afirmações I, II, e III são, respectivamente, 
(A)  falsa; falsa; verdadeira.  
(B)  falsa; verdadeira; verdadeira. 
(C)  falsa; falsa; falsa. 
(D)  verdadeira; verdadeira; verdadeira. 
(E)  verdadeira; falsa; falsa.  

 

26

 

As Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, estabelecidas pela Resolução nº 1, 

de  30  de  maio  de  2012,  do  Conselho  Pleno  do  Conselho  Nacional  de  Educação,  define  como 
fundamentos para a Educação em Direitos Humanos, dentre outros, os seguintes princípios: 

 

I. dignidade humana; 
II. reconhecimento e valorização das diferenças e das diversidades; 
III. sustentabilidade socioambiental; 
IV.  o  pluralismo  de  ideias  e  concepções  pedagógicas,  na  perspectiva  da  inter,  multi  e 
transdisciplinaridade; 
V- o enfoque humanista, holístico, democrático e participativo. 

 

Os princípios que realmente são definidos na Resolução constam dos itens 
(A)  I, II e III. 
(B)  I, II e V. 
(C)  II, III e IV. 
(D)  III, IV e V. 
(E)  I, IV e V. 

 
 

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10 

27 

A inserção dos conhecimentos concernentes à Educação em Direitos Humanos na organização dos 

currículos da Educação Básica e da Educação Superior poderá ocorrer

 

 

I.  pela  transversalidade,  por  meio  de  temas  relacionados  aos  Direitos  Humanos  e  tratados 
interdisciplinarmente; 
II. como um conteúdo específico de uma das disciplinas já existentes no currículo escolar; 
III. de maneira mista, ou seja, combinando transversalidade e disciplinaridade; 
IV.  através  de  outras  formas  de  inserção,  desde  que  observadas  as  especificidades  dos  níveis  e 
modalidades da Educação Nacional. 

 

Considerando-se o que foi prescrito pela Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012, do Conselho Pleno do 
Conselho Nacional de Educação, as afirmações I, II , III e IV são, respectivamente, 
(A)  verdadeira; verdadeira; verdadeira; verdadeira.  
(B)  falsa; falsa; falsa; falsa. 
(C)  falsa; verdadeira; verdadeira; verdadeira.  
(D)  falsa; verdadeira; falsa; verdadeira.  
(E)  verdadeira; falsa; verdadeira; falsa.  
 

28 

As  ações  afirmativas  podem  ser  definidas  como  políticas  públicas  (e  privadas)  voltadas  à 

concretização  do  princípio  constitucional  da  igualdade  material  e  à  neutralização  dos  efeitos  da 
discriminação racial, de gênero, de idade, de origem nacional e de compleição física. São exemplos de 
medidas que se constituem em ações afirmativas na educação 
(A)  políticas de valorização identitária e adoção de cotas de ingresso no ensino superior. 
(B)  adoção  de  cotas  raciais,

 

institucionalização  de  conteúdos  antirracistas  e  antidiscriminatórios  no 

currículo escolar. 

(C) 

combate à lgbtfobia na escola e adoção da educação “anti-racista e antidiscriminatoria”. 

(D)  combate à lgbtfobia na escola e ações de enfrentamento ao racismo. 
(E)  ações de enfrentamento ao racismo e adoção de políticas de valorização identitária. 
 

29 

O objetivo central de um sistema nacional de avaliação é 

(A)  fornecer  informações  que  possam  orientar  as  políticas  educacionais  que  visem  à  melhoria  da 

qualidade do ensino. 

(B)  melhorar

 

a gestão técnica e financeira dos sistemas de ensino nos estados e municípios. 

(C)  criar mecanismos de avaliação dos professores e dos conteúdos das disciplinas ensinadas. 
(D)  verificar

 

se  a  legislação  educacional  está  sendo  seguida  nos  aspectos  pedagógicos  do 

cumprimento das normas. 

(E)  fortalecer o IDEB como parâmetro de qualidade da educação 
 

30 

No que tange ao papel da avaliação formativa é correto afirmar que 

(A)  é

 

conduzida pela equipe pedagógica da escola, sem a interferência do professor. 

(B)  a

 

participação  dos  alunos  só  é  considerada  para  que  eles  possam  rever  seus  erros  nas  provas e 

nos exames. 

(C)  tem a função de levantar pequenos diagnósticos dos alunos e suas dificuldades. 
(D)  contribui

 

para o controle da quantidade de conteúdos ensinados frente aos resultados esperados. 

(E)  leva  em  conta  o  progresso  individual  do  aluno,  sua  função  ativa  na  própria  aprendizagem, 

compreendendo suas possibilidades de aprendizagem. 

 

31 

Sobre  a  política  nacional  de  avaliação  da  educação  brasileira  é  correto  afirmar  que  a  Avaliação 

Nacional do Rendimento no Ensino Escolar 

– ANRESC – faz parte da(o) 

(A)  Programa Internacional de Avaliação dos Estudantes 

– PISA. 

(B)  Avaliação Nacional da Alfabetização 

– ANA. 

(C)  Avaliação Nacional da Educação Básica 

– ANEB. 

(D)  Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica 

– SAEB. 

(E)  Exame Nacional de Desempenho de Estudantes 

– ENADE. 

 
 

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11 

32 

Os  testes  estandardizados  que  compõem  os  sistemas  de  avaliação  são  uma  forma  de  avaliação 

normativa. Neste sentido,

 

é correto afirmar que a avaliação normativa é 

(A)  uma

 

orientação técnico-metodológica sem vinculação com as teorias da aprendizagem. 

(B)  é

 

constituída de objetivos e métodos que se colocam em oposição à avaliação formativa. 

(C)  é a única base para a escola conhecer-se em profundidade. 
(D)  é

 

a própria avaliação formativa, pois parte de metas que devem ser alcançadas. 

(E)  é

 

flexível, pois leva em conta as subjetividades dos alunos. 

 
33 

A definição “(...) todo o arsenal de recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar 

habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente promover vida independente e 
inclusão”.  

(BERSCH, R.; TONOLLI, J. C. Introdução ao Conceito de ......... 2006. Disponível em: http://www.bengalalegal.com/. Acesso em: 19 jul. 2018.) 

 

aplica-se à

 

(A)  tecnologia assistiva.  
(B)  tecnologia educacional.  
(C)  tecnologia de reabilitação.  
(D)  tecnologias da Informação e da Comunicação.  
(E)  tecnologias 

 

de órtese e prótese.  

 

34 

Existem  tecnologias  assistivas  que  se  destinam  ao  atendimento  de  pessoas  sem  fala  ou  escrita 

funcional  ou  em  defasagem  entre  sua  necessidade  comunicativa  e  sua  habilidade  em  falar,  escrever 
e/ou compreender, que são denominadas 
(A)  auxílios para a vida diária e vida prática. 
(B)  comunicação aumentativa e alternativa. 
(C)  recursos

 

de acessibilidade ao computador. 

(D)  auxílios

 

para melhorar a função auditiva. 

(E)  auxílios

 

para ampliação da função visual. 

 

35 

O plano inclinado, os softwares leitores de texto impresso (OCR) e a representação tátil de uma obra 

de arte em museu, exemplificam, respectivamente, as seguintes categorias de tecnologia assistiva:  
(A)  auxílios

 

para a vida diária e  vida prática;  recursos de acessibilidade ao  computador; auxílios para 

ampliação da função visual. 

(B)  comunicação  aumentativa  e  alternativa;  recursos  de  acessibilidade  ao  computador;  auxílios

 

para 

ampliação da função visual. 

(C)  auxílios

 

para  a  vida  diária  e  vida  prática;  auxílios    para  ampliação  da  função  visual;  auxílios

 

para 

melhorar a função auditiva. 

(D)  esporte  e  lazer;  recursos  de  acessibilidade  ao  computador;  auxílios

 

para  ampliação  da  função 

visual. 

(E)  recursos

 

de acessibilidade ao computador; auxílios para ampliação da função visual; comunicação 

aumentativa e alternativa. 

 
 
 
 
 
 
 

 

 
 
 
 

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12 

36 

Marco 

Silva,

 

em 

seu 

texto 

Internet 

na 

escola 

inclusão” 

(disponível 

em 

http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/2sf.pdf.  Acesso  em  19  de  julho  de  2018)

,  defende  que  os  professores,  para 

promoverem  inclusão  na  cibercultura,  precisam  potencializar  a  comunicação  e  a  aprendizagem 
utilizando  interfaces  da  Internet.  Cada  interface  reúne  um  conjunto  de  elementos  de  hardware  e 
software  destinados  a  possibilitar  aos  internautas  trocas,  intervenções,  agregações,  associações  e 
significações como autoria e co-autoria, a exemplo do fórum , que é

 

(A)  um  espaço  on-line  de  bate-papo  síncrono,  com  envio  e  recepção  simultâneos  de  mensagens 

textuais e imagéticas. 

(B)  um espaço on-line, assíncrono, de discussão em grupo, por meio do qual os internautas conversam 

entre si, trocando opiniões e debatendo temas propostos como provocações à participação. 

(C)  um espaço on-line que reúne uma comunidade virtual por e-mail. Cada integrante da comunidade 

envia e-mail para todos de modo que todos podem interagir com todos. 

(D)  um  espaço,  ambiente  ou  lugar  na  WWW  (World  Wide  Web)  que  oferece  informações  sobre 

determinada pessoa, empresa, instituição ou evento. 

(E)  um espaço on-line de bate-papo síncrono, em que cada integrante envia e-mail para participantes 

previamente selecionados. 

 

37 

Segundo  a  Lei  de  Diretrizes  e  Bases  da  Educação  Nacional  (Lei  n.  9.394/1996),

 

o  conceito  de 

Educação é  
(A)  formação necessária para o desenvolvimento das potencialidades do indivíduo, para o mercado de 

trabalho e para uma cidadania ativa. 

(B)  preparação

 

do  indivíduo  no  domínio  dos  recursos  científicos  e  tecnológicos  que  permitam  a 

ocupação de um lugar no mercado de trabalho. 

(C)  formação que se desenvolve na vida em família, na convivência humana, nas instituições de ensino 

e  pesquisa,  nos  movimentos  sociais,  na  participação  na  sociedade  civil  e  nas  manifestações 
culturais. 

(D)  formação  que  permite  ao  indivíduo  a  compreensão  de  seus  direitos  e  deveres,  seu  lugar  na 

sociedade, sua vocação e habilitação profissional para o exercício da cidadania. 

(E)  preparação para o exercício da cidadania, dos valores da moral e ética que devem ser levados para 

a vida e para o mercado de trabalho. 
 

38 

A partir da Lei n. 9.394/1996 (LDB), a educação escolar brasileira é composta pelos níveis 

(A)  Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. 
(B)  Educação Básica, Educação Especial e Educação Superior. 
(C)  Educação Fundamental, Ensino Médio e Educação Superior. 
(D)  Educação Básica e Educação Superior. 
(E)  Educação Básica e Educação Profissional. 
 

39 

Com  o  advento  da  Lei  9.394/1996,

 

a  formação  mínima  exigida  aos  docentes  para  atuação  na 

Educação Básica passou a ser 
(A)  nível superior, em curso de licenciatura, de graduação plena. 
(B)  nível superior, em curso de Pedagogia. 
(C)  conclusão de programa de formação continuada de diversos níveis. 
(D)  conclusão de curso de pós-graduação na área da educação básica. 
(E)  nível superior, em qualquer curso de graduação. 
 

40 

A Lei 4.024/1961 estabeleceu o seguinte conceito de direito à educação:

 

(A)  educação

 

é direito de todos os que possuírem capacidades mentais. 

(B)  educação

 

é direito da família e do indivíduo. 

(C)  educação é direito de todos e será dada na escola e na comunidade. 
(D)  educação

 

é direito de todos e será dada no lar e na comunidade. 

(E)  educação é direito de todos e será dada no lar e na escola. 
 
 

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13 

41 

A isenção da obrigatoriedade no Ensino Primário foi definida pela Lei 4.024/1961 para crianças que 

apresentassem 
(A)  comprovado

 

estado de pobreza do pai ou responsável. 

(B)  pai

 

ou responsável vinculado ao serviço público. 

(C)  doença

 

ou anomalia grave na família. 

(D)  impossibilidade de convívio entre diferentes classes sociais. 
(E)  comprovado quadro de necessidades especiais. 
 

42 

O art. 7º da Lei 5.692/1971 determinou como obrigatório no currículo escolar o ensino de  

(A)  Ensino Religioso, Técnicas Industriais e Educação Artística. 
(B)  Educação Moral e Cívica,  Educação Física,  Educação Artística,  Ensino Religioso e Programas de 

Saúde. 

(C)  Técnicas Comerciais, Técnicas Industriais e Educação Física. 
(D)  Educação Moral e Cívica, Ensino Religioso e Educação Física. 
(E)  Educação Física, Ensino Religioso e Programas de Saúde. 
 

43 

A Lei 5.692/1971 fixou as diretrizes e bases para o ensino com a seguinte estrutura:

 

(A)  Ensino Primário e Ensino Secundário. 
(B)  Ensino Primário e Ensino Médio. 
(C)  Ensino de 1º grau e Ensino de 2º grau. 
(D)  Ensino Primário e Ensino Supletivo. 
(E)  Ensino Primário e Ensino Fundamental. 
 

44 

O  número  mínimo  de  200  (duzentos)  dias  letivos  para  as  instituições  de  ensino  foi  instituído  pela 

seguinte Lei de Diretrizes e Bases: 
(A)  Lei 4.024/1961. 
(B)  Lei 5.692/1971. 
(C)  Lei 9.394/1996. 
(D)  Lei 13.005/2014. 
(E)  Lei 10.639/2003. 
 

45 

De  acordo  com  a  Lei  de  Diretrizes  e  Bases  da  Educação  Nacional,  Lei  n.  9.394/1996,  constitui-se 

como um princípio da Educação Nacional 
(A)  proselitismo

 

educacional. 

(B)  singularidade

 

de ideias e de concepções pedagógicas. 

(C)  valorização das experiências intra-escolares. 
(D)  gestão democrática do ensino público. 
(E)  existência de Instituições

 

públicas de ensino. 

 

46 

A  Lei  de  Diretrizes  e  Bases  da  Educação  Nacional  (LDB  9.394/1996)  define  educação  como  um 

direito, entendido como 
(A)  civil, quando garante a plena permanência dos sujeitos no processo escolar. 
(B)  político, pois permite a ampla participação do sujeito nos processos sociais. 
(C)  nato, pois ao nascer o sujeito já o tem garantido. 
(D)  público subjetivo, pois afirma o sujeito como cidadão pleno de direitos individuais e coletivos. 
(E)  político-pedagógico, pois garante o atendimento nas instituições de ensino. 

 

 
 

 

 

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14 

47

 O Decreto nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, ao regulamentar a Lei n

o

 10.436, de 24 de abril de 

2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais 

– Libras –, e o art. 18 da Lei n

o

 10.098, de 19 de 

dezembro de 2000, ao tratar da formação do professor de Libras e do instrutor de libras, define que o 
seguinte: 
(A)  para  o  exercício  da  docência  na  educação  básica  e  no  ensino  superior,  a  formação  deve  ser 

realizada em nível superior, em curso de graduação de licenciatura plena em Letras: Libras ou em 
Letras: Libras/Língua Portuguesa como segunda língua. 

(B)  a formação de docentes para o ensino de Libras na educação infantil e nos anos iniciais do ensino 

fundamental deve ser realizada em curso de Pedagogia ou curso normal superior, em que Libras e 
Língua  Portuguesa  escrita  tenham  constituído  línguas  de  instrução,  viabilizando  a  formação 
bilíngue. 

(C)  admite-se  como  formação  mínima  para  o  exercício  da  docência  na  educação  básica  a  formação 

ofertada em nível médio na modalidade normal

 

que viabilizar a formação bilíngue. 

(D)  admite-se  como  formação  mínima  para  o  exercício  da  docência  na  educação  básica  a  formação 

obtida  em  cursos  de  formação  continuada  promovidos  por  instituições  de  ensino  superior  ou 
em cursos  de  formação  continuada  promovidos  por  instituições  credenciadas  por  secretarias  de 
educação. 

(E)  admite-se  como  formação  mínima  para  o  exercício  da  docência  na  educação  básica  a  obtida  em 

curso de graduação de licenciatura plena em Letras: Libras. 

 

48 

Dentre  as  atribuições  do  professor  do  Atendimento  Educacional  Especializado,  estabelecidas  pela 

Resolução  nº  4,  de  2  de  outubro  de  2009,  da  Câmara  de  Educação  Básica  do  Conselho  Nacional  de 
Educação, podemos citar: 
(A)  matricular,  no  AEE  realizado  em  sala  de  recursos  multifuncionais,  os  alunos  público  alvo  da 

educação  especial  matriculados  em  classes  comuns  da  própria  escola  e  os  alunos  de  outra(s) 
escola(s) de ensino regular, conforme demanda da rede de ensino. 

(B)  promover

 

a participação dos alunos nas ações intersetoriais articuladas junto aos demais serviços 

públicos de saúde, assistência social, trabalho, direitos humanos, entre outros. 

(C)  produzir

 

materiais didáticos e pedagógicos acessíveis, considerando as necessidades educacionais 

específicas dos alunos e os desafios que estes vivenciam no ensino comum, a partir dos objetivos e 
das atividades propostas no currículo. 

(D)  registrar,  no  Censo  Escolar  MEC/INEP,  a  matrícula  de  alunos  público  alvo  da  educação  especial 

nas  classes  comuns  e  as  matriculas  no  AEE  realizado  na  sala  de  recursos  multifuncionais  da 
escola. 

(E)  estabelecer

 

redes  de  apoio  e  colaboração  com  as  demais  escolas  da  rede,  as  instituições  de 

educação  superior,  os  centros  de  AEE  e  outros,  para  promover  a  formação  dos  professores,  o 
acesso a serviços e recursos de acessibilidade e a inclusão profissional dos alunos; 

 
 
 
 
 
 
 

 

 
 
 
 
 
 
 

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15 

49

  Reza  a  Política  Nacional  de  Educação  Especial  na  Perspectiva  da  Educação  Inclusiva,  de  2008, 

que, do nascimento aos três anos, o atendimento educacional especializado se expressa por meio de 
serviços  de  intervenção  precoce  que  objetivam  otimizar  o  processo  de  desenvolvimento  e 
aprendizagem  em  interface  com  os  serviços  de  saúde  e  assistência  social.  A  intervenção  precoce 
pressupõe 

 

I. a intervenção, no momento do nascimento, com intervenção cirúrgica e/ou fisioterapia, evitando que o 
desenvolvimento dessas crianças se encaminhe para transtornos ou deficiências graves.  
II.  a  implementação,  o  mais  cedo  possível,  da  estimulação,  com  base  em  técnicas  neuroevolutivas 
planejadas, favorecendo a atuação sobre o sistema nervoso que ainda se encontra plástico e moldável;  
III.  que  a  intervenção  junto  ao  bebê  em  risco,  já  nos  primeiros  meses,  estimule  as  vias  sensoriais  e 
motoras, assim como seja organizado o seu ambiente de maneira mais adequada e favorável. 

 

É/São verdadeiro(s) o(s) item/itens 
(A)  I. 
(B)  II.  
(C)  II e III. 
(D)  I e II. 
(E)  I e III. 
 

50 

Leia as duas afirmativas abaixo: 

 

I.  Na  impossibilidade  de  frequência  à  escola,  durante  o  período  sob  tratamento  de  saúde  ou  de 
assistência  psicossocial,  as  pessoas  necessitam  de  formas  alternativas  de  organização  e  oferta  de 
ensino  de  modo  a  cumprir  com  os  direitos  à  educação  e  à  saúde,  tal  como  definidos  na  Lei  e 
demandados pelo direito à vida em sociedade.  
II. São exemplos de formas alternativas de organização e oferta de ensino de modo a cumprir com os 
direitos  à  educação  e  à  saúde  tanto  o  atendimento  pedagógico  domiciliar  ofertado  em  ambiente 
domiciliar,  decorrente  de  problema  de  saúde  que  impossibilite  o  educando  de  frequentar  a  escola  ou 
esteja  ele  em  casas  de  passagem,  casas  de  apoio,  casas-lar  e/ou  outras  estruturas  de  apoio  da 
sociedade; quanto à educação doméstica, convencionalmente denominada como homeschooling,  que 
consiste  na  prática  de  ensinar  os  filhos  e  as  filhas  no  ambiente  doméstico,  ou  seja,  na  casa  dos 
aprendizes. 

 

Sobre essas duas afirmativas é correto afirmar que 
(A)  as duas afirmativas são verdadeiras e a segunda exemplifica a primeira. 
(B)  as duas afirmativas são verdadeiras, mas a segunda não exemplifica a primeira. 
(C)  as duas afirmativas são falsas. 
(D)  a primeira é uma afirmativa verdadeira

 

e a segunda, falsa. 

(E)  a primeira é uma alternativa falsa e a segunda, verdadeira. 
 
 
 
 
 

 

 
 
 
 
 
 
 
 

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16 

51 

A Lei 12.764, de 27 de dezembro de 2012, que institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos 

da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista e que altera o § 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de 
dezembro de 1990, estabelece as seguintes diretrizes para o atendimento deste público:

 

 

I.  a  participação  da  comunidade  na  formulação  de  políticas  públicas  voltadas  para  as  pessoas  com 
transtorno do espectro autista e o controle social da sua implantação, acompanhamento e avaliação;  
II.  a  realização  ou  continuidade  dos  estudos  de  ensino  fundamental  e  médio,  em  todas  as  suas 
modalidades, por meio do ensino domiciliar,

 

que pode ser realizado pelos pais ou, para ensinar aquelas 

disciplinas que eles não dominam, por professores contratados; 
III.  a  atenção  integral  às  necessidades  de  saúde  da  pessoa  com  transtorno  do  espectro  autista, 
objetivando  o  diagnóstico  precoce,  o  atendimento  multiprofissional  e  o  acesso  a  medicamentos  e 
nutrientes.  
IV.  o  estímulo  à  pesquisa  científica,  com  prioridade  para  estudos  epidemiológicos  tendentes  a 
dimensionar a magnitude e as características do problema relativo ao transtorno do espectro autista no 
País.  
V. a matricula em escolas especializadas, em classes que propiciem o atendimento diferenciado 

– em 

nível pessoal, didático ou metodológico 

– aos estudantes com Transtorno do Espectro Autista. 

 

São verdadeiros os itens  
(A)  I, II e III. 
(B)  II, IV e V.  
(C)  I, III e IV. 
(D)  I, IV e V. 
(E)  III, IV e V. 
 

52 

A gestão democrática como um princípio da educação brasileira deve ser efetivada na escola com  

(A)  a

 

existência  de  instância  administrativa  que  promova  a  tomada  de  decisões  sobre  as  ações 

escolares. 

(B)  a

 

promoção de movimentos de ampla participação da comunidade nos processos decisórios, desde 

a elaboração até a avaliação das ações pretendidas. 

(C)  a

 

elaboração  de  um  instrumental  de  coleta  de  opiniões  e  sugestões  dos  pais  sobre  o  trabalho 

escolar. 

(D)  a

 

realização das eleições para o cargo de direção da unidade escolar, no qual o conselho escolar 

escolhe aquele que assumirá o cargo. 

(E)  a

 

realização de ações definidas a priori e com o acompanhamento da coordenação. 

 

 
 
 
 
 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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17 

53 

De  acordo  com  LUCE,  Maria  Beatriz  e  FARENZENA,  Na

lú,  “O  controle  do  uso  dos  recursos  da 

educação é procedimento essencial para a gestão responsável dos recursos.[... O controle público da 
gestão  tem  contado  com  a  intervenção  de  outros fóruns,  entre  os quais  sobressaem  os  conselhos  da 
área.  Por  serem  integrados  por  representantes  dos  governos  e  de  entidades  da  sociedade  civil  e/ou 
segmentos  da  comunidade  escolar,  instituem  uma  nova  instância  democrática  de  controle  público 
interno, mas que  conta com  o controle  externo direto,  potencializando  a fiscalização  da  aplicação  dos 
recursos. Ou seja, os conselhos da área da educação são instâncias instituintes de um controle social, 
seja no âmbito nacional, estadual, municipal ou escolar”.  

LUCE, Maria Beatriz e FARENZENA, Nalú. Conselhos Municipais em Educação, descentralização e gestão democrática: discutindo 

interseções. In: Conselhos Municipais e controle Social da educação: descentralização, participação e cidadania. São Paulo: Xama, 2008. 

 

Depreende-se  desta  afirmação  que  são  considerados  colegiados  representativos  das  diversas 
instituições componentes dos sistemas de ensino as seguintes instâncias: 
(A)  Congresso Nacional, Assembleia Legislativa, Câmara Municipal e Conselho Estadual de Educação.  
(B)  conselhos  nacional,  estaduais  e  municipais  de  educação,  de  Alimentação  Escolar,  de  Transporte 

Escolar, do Fundeb e conselhos escolares. 

(C)  Câmara Municipal, conselhos tutelares, conselhos de assistência social e conselhos escolares. 
(D)  conselhos escolares, associações de pais e mestres e comitês de acompanhamento do IDEB. 
(E)  conselhos  nacional,  estaduais  e  municipais  de  educação,  conselhos  escolares  e  conselhos 

tutelares. 

 

54 

Estudos recentes definem letramento como 

(A)  a fase compreendida pelo desenvolvimento da oralidade da criança. 
(B)  um conjunto de técnicas de desenvolvimento da escrita na educação infantil. 
(C)  um  conjunto  de  práticas  sociais  de  sujeitos  que  usam  a  escrita  enquanto  sistema  simbólico  e 

enquanto tecnologia de interação com o mundo. 

(D)  um

 

conjunto de práticas específicas da escola que dá a condição de alfabetizado. 

(E)  um

 

conjunto de técnicas de domínio da linguagem oral e escrita. 

 

55

 

A linguagem é um fenômeno social, estruturado de forma ativa e grupal do ponto de vista cultural e 

social. Neste sentido, é correto afirmar que os processos escolares devem dinamizar a alfabetização e o 
letramento para 
(A)  promover

 

o processo de inserção de crianças e adolescentes numa cultura signos e símbolos. 

(B)  trabalhar com os distintos usos da

 

escrita na sociedade, focalizando os aspectos sócio-históricos da 

aquisição de um sistema escrito por uma sociedade.  

(C)  organizar

 

tecnicamente,  nas  normas  cultas  da  língua  materna,  o  conhecimento  adquirido  de 

maneira informal e absorvido no cotidiano. 

(D)  exercitar

 

o aprendizado automático e repetitivo da leitura e da escrita, baseado na contextualização 

do mundo e da palavra. 

(E)  desenvolver

 

habilidades para o uso da escrita formal escolar. 

 

56

 

A  gestão  democrática  na  escola  exige  a  elaboração  de  um  projeto  político-pedagógico  como 

instrumento de orientação para ação. Sua importância destaca-se por 
(A)  ser  um  plano  que  prevê  as  necessidades  básicas  do  processo  educativo  escolar,  afastando  as 

possibilidades de ações emergenciais. 

(B)  constituir um processo de administração gerencial dos recursos materiais e humanos da escola. 
(C)  requerer um diagnóstico real, a partir do qual se estabelecem objetivos, metas, estratégias, ações, 

com prazos e equipes envolvidas, para o alcance dos objetivos que se quer alcançar. 

(D)  contribuir

 

administrativamente com o exercício de uma gestão centrada no alcance de objetivos de 

aprendizagem e nas metas de melhoria dos indicadores educacionais. 

(E)  exigir  um  conjunto  de  programas  e  projetos que farão  parte  da  relação de  atividades  e  eventos  a 

serem desenvolvidos pela escola. 

 
 
 
 

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18 

57 

De  acordo  com  Tomaz  Tadeu  da  Silva  (Documentos  de  identidade:  uma  introdução  às  teorias  do 

currículo.  Belo  Horizonte:  Autêntica,  2002.),  tanto  os  modelos  de  currículo  ________________ 
propostos  por  Franklin  Bobbit  e  Ralph  Tyler  quanto  os  modelos  mais  ___________________  de 
currículo,  como  o  de  John  Dewey,  constituíram-se,  de  certa forma,  enquanto  reações  ao  denominado 
_____________,

 

que objetiva proporcionar aos estudantes o conhecimento das grandes obras literárias 

e artísticas herdadas das civilizações greco-romanas, bem como de suas respectivas línguas.  

 

As lacunas do enunciado são corretamente preenchidas por 
(A)  democrático; tecnicista; currículo cientificista. 
(B)  cientificista; progressista; currículo humanista. 
(C)  tecnocrático; progressista; currículo clássico ou humanista. 
(D)  progressista; democrático; currículo clássico. 
(E)  tecnocrático; cientificista; currículo progressista. 
 

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Uma  teoria  de  currículo  é  definida  pelos  conceitos  que  utiliza.  Assim,  alguns  dos  conceitos 

enfatizados  pelas  teorias  críticas  de  currículo,  que  organizam  e  estruturam  a  forma  como  vemos  o 
currículo são 
(A)  ensino, eficiência, ideologia, poder e cultura.  
(B)  classe social, organização, planejamento, conscientização e eficiência. 
(C)  cultura, representação, subjetividade, aprendizagem e ensino. 
(D)  subjetividade, eficiência, poder, trabalho e classe social. 
(E)  ideologia, poder, conscientização, classe social e resistência. 
 

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José Augusto Pacheco, na obra Escritos Curriculares 

(São Paulo: Cortez, 2005),

 ensina-nos que o currículo 

é uma construção marcada por processo contínuo de decisão. Nesse  continuum de decisão curricular 
emergeriam  as  diferentes  porém  concatenadas  fases  de  desenvolvimento  do  currículo.  Dentre  estas 
fases temos o chamado currículo prescrito, que é 
(A)  o que se situa num contexto de ensino e que corresponde ao currículo operacional. 
(B)  o  currículo  sancionado  pela  administração  central  para  ser  adotado  por  uma  dada  estrutura 

organizacional escolar. 

(C)  o  que  é  apresentado  aos  professores  por  mediadores  curriculares, também  denominado  currículo 

percebido. 

(D)  o  que  resulta  da  experiência  escolar  que  não  faz  parte  dos  programas  oficiais  e  das  políticas 

educativas. 

(E)  o que se situa num contexto de ensino, porém não faz parte dos programas oficiais. 
 

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Se, em termos formais, a política curricular diz respeito ao conjunto de leis e regulamentações que 

versam  sobre  o  que  deve  ser  ensinado  nas  escolas,  por  outro  lado,  a  política  curricular  precisa  ser 
entendida  como  sendo  toda  decisão  ou  todo  condicionamento  dos  conteúdos  e  da  prática  do 
desenvolvimento do currículo a partir das instâncias de decisão política e administrativa. 

 

Logo, 

 

a escola não pode ser considerada um espaço público de tomada de decisão sobre a política curricular. 

 
 

Sobre as afirmativas acima é correto afirmar que 
(A)  as duas são verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira.  
(B)  as duas são verdadeiras, mas não estão relacionadas. 
(C)  a primeira é uma afirmativa falsa e a segunda, verdadeira.  
(D)  a primeira é uma afirmativa verdadeira

 

e a segunda, falsa. 

(E)  as duas são falsas e não estão relacionadas.