Prova Concurso - Engenharia - ENGENHEIRO-AREA-MECANICA - CEPS - UFPA - 2018

Prova - Engenharia - ENGENHEIRO-AREA-MECANICA - CEPS - UFPA - 2018

Detalhes

Profissão: Engenharia
Cargo: ENGENHEIRO-AREA-MECANICA
Órgão: UFPA
Banca: CEPS
Ano: 2018
Nível: Superior

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Gabarito

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL 

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ 

CENTRO DE PROCESSOS SELETIVOS 

 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS  

TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 58/2018 - UFPA, DE 06 DE ABRIL DE 2018 

 

NÍVEL E (Nível Superior) 

ENGENHEIRO – Área: MECÂNICA 

 

10 de junho de 2018 

GABARITO OFICIAL DEFINITIVO 

 

CONHECIMENTOS BÁSICOS

 

LÍNGUA  

PORTUGUESA 

LEGISLAÇÃO 

11 

12 

13 

14 

15 

16 

17 

18 

19 

10 

NULA 

20 

 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

 

21 

31 

41 

22 

32 

42 

23 

33 

43 

24 

34 

44 

25 

35 

45 

Retificado

 

26 

36 

46 

27 

NULA 

37 

47 

28 

38 

48 

Retificado

 

29 

39 

49 

Retificado

 

30 

40 

Retificado 

50 

 

Prova

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL 

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ 

CENTRO DE PROCESSOS SELETIVOS

 

 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS  

TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO

 

EDITAL Nº 58/2018 - UFPA, DE 06 DE ABRIL DE 2018 

 
 

NÍVEL E (Nível Superior) 

ENGENHEIRO – Área: MECÂNICA 

 

 

10 de junho de 2018 

 

Nome: ___________________________________ Nº de Inscrição: __________ 

 

BOLETIM DE PROVA 

 

LEIA COM MUITA ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES SEGUINTES. 

 

1 Este 

BOLETIM 

DE 

QUESTÕES 

contém 

50

 questões objetivas, sendo Conhecimentos Básicos – 10 de Língua 

Portuguesa e 10 de Legislação – e 30 de Conhecimentos Específicos. Cada questão objetiva apresenta cinco alternativas, 
identificadas com as letras (A)(B)(C)(D) (E), das quais apenas uma é correta. 

 

2 

Confira se, além deste BOLETIM DE QUESTÕES, você recebeu o CARTÃO-RESPOSTA. 

 

3  É necessário conferir se a prova está completa e sem falhas, bem como se o seu nome e o  seu número de inscrição 

conferem com os dados contidos no CARTÃO-RESPOSTA. Caso exista algum problema, comunique-o imediatamente ao 
fiscal de sala. 

 

4 

Após a conferência, assine no espaço próprio do CARTÃO-RESPOSTA. 

 

5 

A marcação do CARTÃO-RESPOSTA deve ser feita com caneta esferográfica de tinta preta ou azul. 

 

6 Do 

Cartão-Resposta

, não serão computadas as questões cujas alternativas estiverem sem marcação, com mais de uma 

alternativa marcada ou com o uso de corretivo. 

 

7  O  CARTÃO-RESPOSTA não pode ser dobrado, amassado, rasurado, manchado ou danificado de qualquer modo. Não é 

permitida a utilização de qualquer espécie de corretivo. O CARTÃO-RESPOSTA somente será substituído se contiver falha de 
impressão e/ou se os dados apresentados não corresponderem aos seus. 

 

8  O CARTÃO-RESPOSTA será o único documento considerado para a correção das provas objetivas. O BOLETIM DE 

QUESTÕES não valerá, sob hipótese alguma, para efeito da correção. 

 

9  O candidato deverá permanecer, obrigatoriamente, no local de realização da prova por, no mínimo, 2 (duas) horas após o 

início da prova. 

 

10  Quando terminar a prova, devolva ao fiscal de sala todo o material relacionado no item 2 acima e assine a LISTA DE 

PRESENÇA. A assinatura do seu nome deve corresponder àquela que consta no seu documento de identificação. 

 

11  Somente será permitido ao candidato levar o seu BOLETIM DE QUESTÕES ao deixar, em definitivo, a sala de provas, no 

decurso dos últimos 30 (trinta) minutos que antecedem o término da prova. 

 

12  O tempo disponível para a prova é de quatro horascom início às 14h30min e término às 18h30min, observado o horário 

de Belém-PA. O candidato na condição de PcD que solicitou tempo adicional tem direito a 1 (uma) hora além do tempo 
determinado para a prova. 

 

13  Reserve os 30 minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no 

BOLETIM DE QUESTÕES não serão considerados na avaliação. 

 

Boa Prova! 

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CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 58/2018 – UFPA, DE 06 DE ABRIL DE 2018 

 
 

 

MARQUE A ÚNICA ALTERNATIVA CORRETA NAS QUESTÕES DE 1 A 50. 

 

LÍNGUA PORTUGUESA (CONHECIMENTOS BÁSICOS) 

 

 

 









10 
11 
12 
13 
14 
15 
16 
17 
18 
19 
20 
21 
22 
23 
24 
25 
26 
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29 
30 
31 
32 
33 
34 
35 
36 
37 
38 
39 
40 
41 
42 
43 
44 
45 
46 
47 
48 

Sobre a ciência e a fé 

 

“Temos dois olhos. Com um, vemos as coisas do tempo, efêmeras, que desaparecem. Com 

o outro, vemos as coisas da alma, eternas, que permanecem”, assim escreveu o místico Ângelus 
Silésius. 

No consultório do oftalmologista estava uma gravura com o corte anatômico do olho. 

Científica. Verdadeira. Naquela noite, o mesmo oftalmologista foi se encontrar com sua bem-amada. 
Olhando apaixonado os seus olhos e esquecido da gravura pendurada na parede do seu consultório, 
ele falou: “Teus olhos, mar profundo ...”. No consultório ele jamais falaria assim. Falaria como cientista. 
Mas os olhos da sua amada o transformaram em poeta. Cientista, ele fala o que vê com o primeiro olho. 
Apaixonado, ele fala o que vê com o segundo olho. Cada olho vê certo no mundo a que pertence. 

O filósofo Ludwig Wittgenstein criou a expressão “jogo de linguagem” para descrever o que 

fazemos ao falar. Jogamos com palavras... Veja esse jogo de palavras chamado “piada”. O que se 
espera de uma piada é que ela provoque riso. Imagine, entretanto, que um homem, em meio aos risos 
dos outros, lhe pergunte: “Mas isso que você contou aconteceu mesmo?”. Aí você o olha perplexo e 
pensa: “Coitado! Ele não sabe que nesse jogo não há verdades. Só há coisas engraçadas”. Vamos 
agora para um outro jogo de palavras, a poesia: “(...) e, no fundo dessa fria luz marinha, nadam meus 
olhos, dois baços peixes, à procura de mim mesma

”. Aí o mesmo homem contesta o que o poema diz: 

“Mas isso não pode ser verdade. Se a Cecília Meireles estivesse no fundo do mar ela teria se afogado. 
E os olhos não são peixes ...”. Pobre homem... Não sabe que a poesia não é linguagem para dizer as 
coisas que existem. É jogo para fazer beleza. A ciência também é um jogo de palavras. É o jogo da 
verdade, falar o mundo como ele é. 

Acontece que nós, seres humanos, sofremos de uma “anomalia”: não conseguimos viver no 

mundo da verdade, no mundo como ele é. O mundo como ele é é muito pequeno para o nosso amor. 
Temos nostalgia de beleza, de alegria e – quem sabe? – de eternidade. Desejamos que as alegrias não 
tenham fim! Mas beleza e alegria, onde se encontram essas “coisas”? Elas não estão soltas no mundo, 
ao lado das coisas do mundo tal como ele é. Elas não são, existem não existindo, como sonhos, e só 
podem ser vistas com o “segundo olho”. Quem as vê são os artistas. E se alguém, no uso do primeiro 
olho, objeta que elas não existem, os artistas retrucam: “Não importa. As coisas que não existem são 
mais bonitas” (Manoel de Barros). Pois os sonhos, no final das contas, são a substância de que somos 
feitos. [...] 

É no mundo encantado de sonhos que nascem as fantasias religiosas. As religiões são sonhos 

da alma humana que só podem ser vistos com o segundo olho. São poemas. E não se pode perguntar 
a um poema se ele aconteceu mesmo... Jesus se movia em meio às coisas que não existiam e as 
transformava em parábolas, que são estórias que nunca aconteceram. E, não obstante a sua não 
existência, as parábolas têm o poder de nos fazer ver o que nunca havíamos visto antes. O que não é, 
o que nunca existiu, o que é sonho e poesia tem poder para mudar o mundo. “Que seria de nós sem o 
socorro do que não existe?”, perguntava Paul Valéry. Leio os poemas da Criação. Nada me ensinam 
sobre o início do universo e o nascimento do homem. Sobre isso falam os cientistas. Mas eles me fazem 
sentir amoravelmente ligado a este mundo maravilhoso em que vivo e que minha vocação é ser seu 
jardineiro... Leio a parábola do Filho Pródigo, uma estória que nunca aconteceu. Mas ao lê-la minhas 
culpas se esfumaçam e compreendo que Deus não soma débitos nem créditos... 

Dois olhos, dois mundos, cada um vendo bem no seu próprio mundo... 
Aí vieram os burocratas da religião e expulsaram os poetas como hereges. Sendo cegos do 

segundo olho, os burocratas não conseguem ver o que os poetas veem. E os poemas passaram a ser 
interpretados literalmente. E, com isso, o que era belo ficou ridículo. Todo poema interpretado 
literalmente é ridículo. Toda religião que pretenda ter conhecimento científico sobre o mundo é ridícula. 

Não haveria conflitos se o primeiro olho visse bem as coisas do seu lugar, e o segundo 

também as visse do seu lugar. Conhecimento e poesia, assim, de mãos dadas, poderiam ajudar a 
transformar o mundo. 

ALVES, Rubem. Pimentas: para provocar um incêndio, não é preciso fogo. São Paulo: Planeta 2014. Adaptado. 

 
 
 
 
 
 
 

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CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 58/2018 – UFPA, DE 06 DE ABRIL DE 2018 

 
 

 

1 

O texto de Rubem Alves fala, metaforicamente, de dois olhos que possuiríamos para ver os dois mundos 
distintos que caracterizam a nossa existência. Nessa perspectiva, o primeiro olho é aquele que vê o mundo 

 

(A)  das verdades religiosas. 

(B)  das verdades científicas. 

(C)  dos sonhos e da fantasia. 

(D)  da poesia e da beleza. 

(E) das 

coisas 

inexistentes. 

 

2 

A palavra olho(s) é empregada em sentido figurado, no trecho 

 

(A)  “No consultório do oftalmologista estava uma gravura com o corte anatômico do olho.” (linha 4) 

(B)  “Olhando apaixonado os seus olhos e esquecido da gravura pendurada na parede do seu consultório,...” (linha 

6) 

(C)  “Mas os olhos da sua amada o transformaram em poeta.” (linha 8) 

(D)  “E os olhos não são peixes ...” (linha 18) 

(E)  “Elas não são, existem não existindo, como sonhos, e só podem ser vistas com o “segundo olho”. (linhas 25 

e 26 ) 

 

3 

O mundo visto pelo segundo olho é caracterizado de várias maneiras no texto. Algumas palavras que 
caracterizam ou se referem a coisas que são vistas pelo segundo olho são 

 

(A)  eternas, cientista e beleza. 

(B)  conhecimento, verdade e poesia. 

(C)  sonhos, fantasia e efêmeras. 

(D)  religião, poesia e beleza. 

(E)  ciência, conhecimento e verdade. 

 

4 

A palavra se é empregada várias vezes no texto com sentidos diferentes. Essa palavra indica a ideia de 
condição no trecho 

 

(A)  “Naquela noite, o mesmo oftalmologista foi se encontrar com sua bem-amada.” (linha 5) 

(B)  “O que se espera de uma piada é que ela provoque riso.” (linhas 11 e 12) 

(C) “...ela teria se afogado.” (linha 17) 

(D)  “E não se pode perguntar a um poema ...” (linhas 31 e 32) 

(E)  “Não haveria conflitos se o primeiro olho visse bem as coisas do seu lugar, ...” (linha 46) 

 

5 

A palavra anomalia (linha 21) pode ser substituída, sem prejuízo de significado, por 

 

(A) deformidade. 

(B) normalidade. 

(C) regularidade. 

(D) igualdade. 

(E) paridade. 

 

6 

No trecho “Acontece que nós seres humanos sofremos de uma “anomalia”: não conseguimos viver no mundo 
da verdade, no mundo como ele é

.” (linhas 21 e 22), os dois pontos foram empregados para 

 

(A)  introduzir uma explicação. 

(B)  introduzir um discurso de forma direta. 

(C)  destacar trechos considerados importantes. 

(D)  introduzir um discurso de forma indireta. 

(E)  dar ênfase a uma expressão em linguagem figurada. 

 
 
 
 
 
 
 

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CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 58/2018 – UFPA, DE 06 DE ABRIL DE 2018 

 
 

 

7 

No trecho “A ciência também é um jogo de palavras.” (linha 19), a palavra também expressa a ideia de 

 

(A) exclusão. 

(B) condição. 

(C) inclusão. 

(D) contradição. 

(E) conformidade. 

 

8 

O pronome eles, no trecho “Mas eles me fazem sentir amoravelmente ligado a este mundo maravilhoso em 
que vivo

...” (linhas 37 e 38), se refere a 

 

(A) sonhos. 

(B) parábolas. 

(C) cientistas. 

(D)  sonho e poesia. 

(E) poemas 

da 

Criação. 

 

9 

As coisas que não existem e que só são vistas pelo segundo olho são importantes porque 

 

(A)  têm poder para mudar o mundo. 

(B)  são expressas por meio de jogos de linguagem. 

(C)  falam do mundo como ele é. 

(D)  são coisas efêmeras que desaparecem. 

(E)  não são vistas pelos burocratas da religião. 

 

10 

De acordo com o texto, os conflitos com a religião ocorrem porque 

 

(A)  as religiões falam de coisas que não existem. 

(B)  ela nada ensina acerca do universo e do homem. 

(C)  os burocratas da religião são cegos do segundo olho. 

(D)  conhecimento e poesia não podem andar de mãos dadas. 

(E)  o primeiro e o segundo olho veem as coisas de lugares diferentes. 

 
 

LEGISLAÇÃO (CONHECIMENTOS BÁSICOS) 

 

11 

De acordo com a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, que dispõem sobre o regime 
jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, 
redistribuição é o deslocamento de cargo de provimento efetivo, ocupado ou vago no âmbito do quadro geral 
de pessoal, para outro órgão ou entidade do mesmo Poder, com prévia apreciação do órgão central do SIPEC, 
observados os seguintes preceitos: 

 

(A)  I – interesse da administração; II – equivalência de vencimentos; III – manutenção da essência das atribuições 

do cargo; IV – vinculação entre os graus de responsabilidade e complexidade das atividades; e V – mesmo 
nível de escolaridade, especialidade ou habilitação profissional, exclusivamente. 

(B)  I – interesse da administração; II – equivalência de vencimentos; III – manutenção da essência das atribuições 

do cargo; IV – vinculação entre os graus de responsabilidade e complexidade das atividades; V – mesmo 
nível de escolaridade, especialidade ou habilitação profissional; e VI – compatibilidade entre as atribuições 
do cargo e as finalidades institucionais do órgão ou entidade. 

(C)  I – interesse da administração; II – equivalência de vencimentos; III – manutenção da essência das atribuições 

do cargo; IV – vinculação entre os graus de responsabilidade e complexidade das atividades; e V – 
compatibilidade entre as atribuições do cargo e as finalidades institucionais do órgão ou entidade, 
exclusivamente. 

(D)  I – interesse da administração; II – equivalência de vencimentos; III – vinculação entre os graus de 

responsabilidade e complexidade das atividades; IV – mesmo nível de escolaridade, especialidade ou 
habilitação profissional; e V – compatibilidade entre as atribuições do cargo e as finalidades institucionais do 
órgão ou entidade, exclusivamente. 

(E)  I – equivalência de vencimentos; II – manutenção da essência das atribuições do cargo; III – vinculação entre 

os graus de responsabilidade e complexidade das atividades; IV – mesmo nível de escolaridade, 
especialidade ou habilitação profissional; e V – compatibilidade entre as atribuições do cargo e as finalidades 
institucionais do órgão ou entidade, exclusivamente. 

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CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 58/2018 – UFPA, DE 06 DE ABRIL DE 2018 

 
 

 

12 

Em conformidade com a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, que dispõem sobre o 
regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, 
aptidão física e mental e o nível de escolaridade exigido para o exercício do cargo fazem parte dos requisitos 
básicos para investidura em cargo público. Os demais requisitos são 

 

(A)  I – o gozo dos direitos políticos; II – a nacionalidade brasileira; e III – a idade mínima de dezoito anos, somente. 

(B)  I – a quitação com as obrigações militares e eleitorais; II – a nacionalidade brasileira; e III – a idade mínima 

de dezoito anos, somente. 

(C)  I – a quitação com as obrigações militares e eleitorais; II – o gozo dos direitos políticos; e III – a idade mínima 

de dezoito anos, somente. 

(D)  I – a quitação com as obrigações militares e eleitorais; II – o gozo dos direitos políticos; e III – a nacionalidade 

brasileira, somente. 

(E)  I – a quitação com as obrigações militares e eleitorais; II – o gozo dos direitos políticos; III – a nacionalidade 

brasileira; e IV – a idade mínima de dezoito anos. 

 

13 

A Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, dispõe sobre o regime jurídico dos servidores 
públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, em que consta, dentre outras 
disposições, a modalidade: de remoção. Para fins do disposto na referida Lei, entende-se por modalidade de 
remoção: 

 

(A)  I – de ofício, no interesse da Administração; II – a pedido, a critério da Administração; III – a pedido, para 

outra localidade, independentemente do interesse da Administração: a) para acompanhar cônjuge ou 
companheiro, também servidor público civil ou militar, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do 
Distrito Federal e dos Municípios, que foi deslocado no interesse da Administração; b) por motivo de saúde 
do servidor, cônjuge, companheiro ou dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento 
funcional, condicionada à comprovação por junta médica oficial; e c) em virtude de processo seletivo 
promovido, na hipótese em que o número de interessados for superior ao número de vagas, de acordo com 
normas preestabelecidas pelo órgão ou entidade em que aqueles estejam lotados. 

(B)  I – a pedido, a critério da Administração; II – a pedido, para outra localidade, independentemente do interesse 

da Administração: a) para acompanhar cônjuge ou companheiro, também servidor público civil ou militar, de 
qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, que foi deslocado no 
interesse da Administração; b) por motivo de saúde do servidor, cônjuge, companheiro ou dependente que 
viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional, condicionada à comprovação por junta 
médica oficial; e c) em virtude de processo seletivo promovido, na hipótese em que o número de interessados 
for superior ao número de vagas, de acordo com normas preestabelecidas pelo órgão ou entidade em que 
aqueles estejam lotados, exclusivamente. 

(C)  I – de ofício, no interesse da Administração; II – a pedido, para outra localidade, independentemente do 

interesse da Administração: a) para acompanhar cônjuge ou companheiro, também servidor público civil ou 
militar, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, que foi 
deslocado no interesse da Administração; b) por motivo de saúde do servidor, cônjuge, companheiro ou 
dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional, condicionada à 
comprovação por junta médica oficial; e c) em virtude de processo seletivo promovido, na hipótese em que o 
número de interessados for superior ao número de vagas, de acordo com normas preestabelecidas pelo órgão 
ou entidade em que aqueles estejam lotados, somente. 

(D)  I – de ofício, no interesse da Administração; II – a pedido, a critério da Administração; III – a pedido, para 

outra localidade, independentemente do interesse da Administração: a) por motivo de saúde do servidor, 
cônjuge, companheiro ou dependente que viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional, 
condicionada à comprovação por junta médica oficial; e b) em virtude de processo seletivo promovido, na 
hipótese em que o número de interessados for superior ao número de vagas, de acordo com normas 
preestabelecidas pelo órgão ou entidade em que aqueles estejam lotados, exclusivamente. 

(E)  I – a pedido, a critério da Administração; II – a pedido, para outra localidade, independentemente do interesse 

da Administração: a) para acompanhar cônjuge ou companheiro, também servidor público civil ou militar, de 
qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, que foi deslocado no 
interesse da Administração; e b) por motivo de saúde do servidor, cônjuge, companheiro ou dependente que 
viva às suas expensas e conste do seu assentamento funcional, condicionada à comprovação por junta 
médica oficial, exclusivamente. 

 
 
 
 
 
 

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EDITAL Nº 58/2018 – UFPA, DE 06 DE ABRIL DE 2018 

 
 

 

14 

Além de guardar sigilo sobre assunto da repartição; manter conduta compatível com a moralidade 
administrativa; tratar com urbanidade as pessoas; ser leal às instituições a que servir; são deveres do servidor, 
de acordo com o que determina a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, que dispõem 
sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas 
federais: 

 

(A)  I – levar as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ao conhecimento da autoridade superior 

ou, quando houver suspeita de envolvimento desta, ao conhecimento de outra autoridade competente para 
apuração; II – cumprir as ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais; III – observar as normas 
legais e regulamentares; IV – manter sob sua chefia imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, 
companheiro ou parente até o segundo grau; e V – valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de 
outrem, em detrimento da dignidade da função pública. 

(B)  I – levar as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ao conhecimento da autoridade superior 

ou, quando houver suspeita de envolvimento desta, ao conhecimento de outra autoridade competente para 
apuração; II – cumprir as ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais; III – observar as normas 
legais e regulamentares; IV – utilizar pessoal ou recursos materiais da repartição em serviços ou atividades 
particulares; e V – recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado. 

(C)  I – levar as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ao conhecimento da autoridade superior 

ou, quando houver suspeita de envolvimento desta, ao conhecimento de outra autoridade competente para 
apuração; II – cumprir as ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais; III – observar as normas 
legais e regulamentares; dentre outras. 

(D)  I – levar as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ao conhecimento da autoridade superior 

ou, quando houver suspeita de envolvimento desta, ao conhecimento de outra autoridade competente para 
apuração; II – cumprir as ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais; III – observar as normas 
legais e regulamentares; IV – atuar como procurador ou intermediário, junto a repartições públicas, salvo 
quando se tratar de benefícios previdenciários ou assistenciais de parentes até o segundo grau, e de cônjuge 
ou companheiro; e V – exercer quaisquer atividades que sejam incompatíveis com o exercício do cargo ou 
função e com o horário de trabalho. 

(E)  I – levar as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ao conhecimento da autoridade superior 

ou, quando houver suspeita de envolvimento desta, ao conhecimento de outra autoridade competente para 
apuração; II – cumprir as ordens superiores, exceto quando manifestamente ilegais; III – observar as normas 
legais e regulamentares; IV – participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou 
não personificada, exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista, cotista ou comanditário; e V – 
cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de atribuição que 
seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado. 

 

15 

A Lei nº 11.091, de 12 de janeiro de 2005, dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreira dos Cargos 
Técnico-Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério 
da Educação, e dá outras providências. Conforme essa Lei, caberá à Instituição de Ensino Superior avaliar 
anualmente a adequação do quadro de pessoal às suas necessidades, propondo ao Ministério da Educação, 
se for o caso, o seu redimensionamento, consideradas, entre outras, as seguintes variáveis: 

 

(A)  I – proporção entre os quantitativos da força de trabalho do Plano de Carreira e usuários; II – inovações 

tecnológicas; III – modernização dos processos de trabalho no âmbito da Instituição, somente. 

(B)   I – demandas institucionais; II – proporção entre os quantitativos da força de trabalho do Plano de Carreira e 

usuários; e III – modernização dos processos de trabalho no âmbito da Instituição, somente. 

(C)  I – demandas institucionais; II – inovações tecnológicas; e III – modernização dos processos de trabalho no 

âmbito da Instituição, somente. 

(D)  I – demandas institucionais; II – proporção entre os quantitativos da força de trabalho do Plano de Carreira e 

usuários; e III – inovações tecnológicas, somente.  

(E)  I – demandas institucionais; II – proporção entre os quantitativos da força de trabalho do Plano de Carreira e 

usuários; III – inovações tecnológicas; e IV – modernização dos processos de trabalho no âmbito da 
Instituição. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 

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EDITAL Nº 58/2018 – UFPA, DE 06 DE ABRIL DE 2018 

 
 

 

16 

Define a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, que dispõem sobre o regime jurídico 
dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, dentre outras 
situações, uma parte que trata do regime disciplinar em vários capítulos como: dos deveres; das proibições; 
da acumulação; das responsabilidades; e das penalidades. De acordo com essa lei, detectada a qualquer 
tempo a acumulação ilegal de cargos, empregos ou funções públicas, a autoridade a que se refere o art. 143 
notificará o servidor, por intermédio de sua chefia imediata, para apresentar opção no prazo improrrogável de 

 

(A)  10 (dez) dias, contados da data da ciência e, na hipótese de omissão, adotará procedimento sumário para a 

sua apuração e regularização imediata, cujo processo administrativo disciplinar se desenvolverá nas 
seguintes fases: I – instauração, com a publicação do ato que constituir a comissão, a ser composta por 02 
(dois) servidores estáveis, e simultaneamente indicar a autoria e a materialidade da transgressão objeto da 
apuração; II – instrução sumária, que compreende indiciação, defesa e relatório; e julgamento.  

(B)  20 (vinte) dias, contados da data da ciência e, na hipótese de omissão, adotará procedimento sumário para a 

sua apuração e regularização imediata, cujo processo administrativo disciplinar se desenvolverá nas 
seguintes fases: I – instauração, com a publicação do ato que constituir a comissão, a ser composta por 04 
(quatro) servidores não obrigatoriamente estáveis, e simultaneamente indicar a autoria e a materialidade da 
transgressão objeto da apuração; II – instrução sumária, que compreende indiciação, defesa e relatório; e 
julgamento.  

(C)  30 (trinta) dias, contados da data da ciência e, na hipótese de omissão, adotará procedimento sumário para 

a sua apuração e regularização imediata, cujo processo administrativo disciplinar se desenvolverá nas 
seguintes fases: I – instauração, com a publicação do ato que constituir a comissão, a ser composta por 06 
(seis) servidores não obrigatoriamente estáveis, e simultaneamente indicar a autoria e a materialidade da 
transgressão objeto da apuração; II – instrução sumária, que compreende indiciação, defesa e relatório; e 
julgamento.  

(D)  40 (quarenta) dias, contados da data da ciência e, na hipótese de omissão, adotará procedimento sumário 

para a sua apuração e regularização imediata, cujo processo administrativo disciplinar se desenvolverá nas 
seguintes fases: I – instauração, com a publicação do ato que constituir a comissão, a ser composta por 05 
(cinco) servidores não necessariamente estáveis, e simultaneamente indicar a autoria e a materialidade da 
transgressão objeto da apuração; II – instrução sumária, que compreende indiciação, defesa e relatório; e 
julgamento.  

(E)  60 (sessenta) dias, contados da data da ciência e, na hipótese de omissão, adotará procedimento sumário 

para a sua apuração e regularização imediata, cujo processo administrativo disciplinar se desenvolverá nas 
seguintes fases: I – instauração, com a publicação do ato que constituir a comissão, a ser composta por 08 
(oito) servidores não necessariamente estáveis, e simultaneamente indicar a autoria e a materialidade da 
transgressão objeto da apuração; II – instrução sumária, que compreende indiciação, defesa e relatório; e 
julgamento.  

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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EDITAL Nº 58/2018 – UFPA, DE 06 DE ABRIL DE 2018 

 
 

 

17 

O Decreto nº 1.171, de 22 de junho de 1994, aprova o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil 
do Poder Executivo Federal. Além de ser probo, reto, leal e justo, demonstrando toda a integridade do seu 
caráter, escolhendo sempre, quando estiver diante de duas opções, a melhor e a mais vantajosa para o bem 
comum, existem outros deveres fundamentais do servidor público, como: 

 

(A)  I – exercer suas atribuições com rapidez, perfeição e rendimento, pondo fim ou procurando prioritariamente 

resolver situações procrastinatórias, principalmente diante de filas ou de qualquer outra espécie de atraso na 
prestação dos serviços pelo setor em que exerça suas atribuições, com o fim de evitar dano moral ao usuário; 
II – desempenhar, a tempo, as atribuições do cargo, função ou emprego público de que seja titular; III – jamais 
retardar qualquer prestação de contas, condição essencial da gestão dos bens, direitos e serviços da 
coletividade a seu cargo; IV – tratar cuidadosamente os usuários dos serviços aperfeiçoando o processo de 
comunicação e contato com o público; V – ter consciência de que seu trabalho é regido por princípios éticos 
que se materializam na adequada prestação dos serviços públicos e VI – exercer atividade profissional aética 
ou ligar o seu nome a empreendimentos de cunho duvidoso. 

(B)  I – exercer suas atribuições com rapidez, perfeição e rendimento, pondo fim ou procurando prioritariamente 

resolver situações procrastinatórias, principalmente diante de filas ou de qualquer outra espécie de atraso na 
prestação dos serviços pelo setor em que exerça suas atribuições, com o fim de evitar dano moral ao usuário; 
II – desempenhar, a tempo, as atribuições do cargo, função ou emprego público de que seja titular; III – jamais 
retardar qualquer prestação de contas, condição essencial da gestão dos bens, direitos e serviços da 
coletividade a seu cargo; IV – tratar cuidadosamente os usuários dos serviços aperfeiçoando o processo de 
comunicação e contato com o público; V – ter consciência de que seu trabalho é regido por princípios éticos 
que se materializam na adequada prestação dos serviços públicos e VI – ser assíduo e frequente ao serviço, 
na certeza de que sua ausência provoca danos ao trabalho ordenado, refletindo negativamente em todo o 
sistema; dentre outros. 

(C)  I – exercer suas atribuições com rapidez, perfeição e rendimento, pondo fim ou procurando prioritariamente 

resolver situações procrastinatórias, principalmente diante de filas ou de qualquer outra espécie de atraso na 
prestação dos serviços pelo setor em que exerça suas atribuições, com o fim de evitar dano moral ao usuário; 
II – desempenhar, a tempo, as atribuições do cargo, função ou emprego público de que seja titular; III – jamais 
retardar qualquer prestação de contas, condição essencial da gestão dos bens, direitos e serviços da 
coletividade a seu cargo; IV – tratar cuidadosamente os usuários dos serviços aperfeiçoando o processo de 
comunicação e contato com o público; V – dar o seu concurso a qualquer instituição que atente contra a 
moral, a honestidade ou a dignidade da pessoa humana e VI – ser assíduo e frequente ao serviço, na certeza 
de que sua ausência provoca danos ao trabalho ordenado, refletindo negativamente em todo o sistema. 

(D)  I – exercer suas atribuições com rapidez, perfeição e rendimento, pondo fim ou procurando prioritariamente 

resolver situações procrastinatórias, principalmente diante de filas ou de qualquer outra espécie de atraso na 
prestação dos serviços pelo setor em que exerça suas atribuições, com o fim de evitar dano moral ao usuário; 
II – permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou interesses de ordem pessoal 
interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com colegas hierarquicamente 
superiores ou inferiores; III – jamais retardar qualquer prestação de contas, condição essencial da gestão dos 
bens, direitos e serviços da coletividade a seu cargo; IV – tratar cuidadosamente os usuários dos serviços 
aperfeiçoando o processo de comunicação e contato com o público; V – ter consciência de que seu trabalho 
é regido por princípios éticos que se materializam na adequada prestação dos serviços públicos; e VI – ser 
assíduo e frequente ao serviço, na certeza de que sua ausência provoca danos ao trabalho ordenado, 
refletindo negativamente em todo o sistema. 

(E)  I – exercer suas atribuições com rapidez, perfeição e rendimento, pondo fim ou procurando prioritariamente 

resolver situações procrastinatórias, principalmente diante de filas ou de qualquer outra espécie de atraso na 
prestação dos serviços pelo setor em que exerça suas atribuições, com o fim de evitar dano moral ao usuário; 
II – desempenhar, a tempo, as atribuições do cargo, função ou emprego público de que seja titular; III – fazer 
uso de informações privilegiadas obtidas no âmbito interno de seu serviço, em benefício próprio, de parentes, 
de amigos ou de terceiros; IV – tratar cuidadosamente os usuários dos serviços aperfeiçoando o processo de 
comunicação e contato com o público; V – ter consciência de que seu trabalho é regido por princípios éticos 
que se materializam na adequada prestação dos serviços públicos e VI – ser assíduo e frequente ao serviço, 
na certeza de que sua ausência provoca danos ao trabalho ordenado, refletindo negativamente em todo o 
sistema. 

 
 
 
 
 
 
 
 

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18 

O Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de 
Pessoal da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, e regulamenta dispositivos da Lei 
n

o

 8.112, de 11 de dezembro de 1990. Além da adequação das competências requeridas dos servidores aos 

objetivos das instituições, tendo como referência o plano plurianual, e da racionalização e efetivação e 
efetividade dos gastos com capacitação, existem outras finalidades contempladas pela Política Nacional de 
Desenvolvimento de Pessoal, a ser implementada pelos órgãos e entidades da administração pública federal 
direta, autárquica e fundacional, tais como: 

 

(A)  I – melhoria da eficiência, eficácia e qualidade dos serviços públicos prestados ao cidadão; II – 

desenvolvimento permanente do servidor público; III – divulgação e gerenciamento das ações de capacitação; 
e IV – estimular a participação do servidor em ações de educação continuada, entendida como a oferta regular 
de cursos para o aprimoramento profissional, ao longo de sua vida funcional. 

(B)  I – incentivar e apoiar o servidor público em suas iniciativas de capacitação voltadas para o desenvolvimento 

das competências institucionais e individuais; II – desenvolvimento permanente do servidor público; III – 
divulgação e gerenciamento das ações de capacitação; e IV – racionalização e efetividade dos gastos com 
capacitação. 

(C)  I – melhoria da eficiência, eficácia e qualidade dos serviços públicos prestados ao cidadão; II – 

desenvolvimento permanente do servidor público; III – divulgação e gerenciamento das ações de capacitação; 
e IV – racionalização e efetividade dos gastos com capacitação. 

(D)  I – melhoria da eficiência, eficácia e qualidade dos serviços públicos prestados ao cidadão; II – 

desenvolvimento permanente do servidor público; III – promover a capacitação gerencial do servidor e sua 
qualificação para o exercício de atividades de direção e assessoramento; e IV – racionalização e efetividade 
dos gastos com capacitação. 

(E)  I – melhoria da eficiência, eficácia e qualidade dos serviços públicos prestados ao cidadão; II – 

desenvolvimento permanente do servidor público; III – divulgação e gerenciamento das ações de capacitação; 
e IV – assegurar o acesso dos servidores a eventos de capacitação interna ou externamente ao seu local de 
trabalho. 

 

19 

O Decreto nº 5.825, de 29 de junho de 2006, estabelece as diretrizes para elaboração do Plano de 
Desenvolvimento dos Integrantes do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, 
instituído pela Lei n

o

 11.091, de 12 de janeiro de 2005. A elaboração do Plano de Desenvolvimento dos 

Integrantes do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-administrativos em Educação observará os princípios 
e diretrizes estabelecidos no art. 3º da Lei nº 11.091, de 2005, e ainda: 

 

(A)  I – cooperação técnica entre as instituições públicas de ensino e as pesquisas e dessas com o Ministério da 

Educação; II – corresponsabilidade do dirigente da IFE, dos dirigentes das unidades acadêmicas e 
administrativas, e da área de gestão de pessoas pela gestão da carreira e do Plano de Desenvolvimento dos 
Integrantes do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, somente. 

(B)  I – cooperação técnica entre as instituições públicas de ensino e as pesquisas e dessas com o Ministério da 

Educação; II – corresponsabilidade do dirigente da IFE, dos dirigentes das unidades acadêmicas e 
administrativas, e da área de gestão de pessoas pela gestão da carreira e do Plano de Desenvolvimento dos 
Integrantes do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação; e III – adequação do 
quadro de pessoal às demandas institucionais. 

(C)  I – corresponsabilidade do dirigente da IFE, dos dirigentes das unidades acadêmicas e administrativas, e da 

área de gestão de pessoas pela gestão da carreira e do Plano de Desenvolvimento dos Integrantes do Plano 
de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação; e II – adequação do quadro de pessoal às 
demandas institucionais, somente. 

(D)  I – cooperação técnica entre as instituições públicas de ensino e as pesquisas e dessas com o Ministério da 

Educação; e II – adequação do quadro de pessoal às demandas institucionais, somente. 

(E)  I – corresponsabilidade do dirigente da IFE, dos dirigentes das unidades acadêmicas e administrativas, e da 

área de gestão de pessoas pela gestão da carreira e do Plano de Desenvolvimento dos Integrantes do Plano 
de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, exclusivamente. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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10 

 

20 

O Decreto nº 9.094, de 17 de julho de 2017, dispõe sobre a simplificação do atendimento prestado aos 
usuários dos serviços públicos, ratifica a dispensa do reconhecimento de firma e da autenticação em 
documentos produzidos no País e institui a Carta de Serviços ao Usuário. Além da racionalização de métodos 
e procedimentos de controle; compartilhamento de informações nos termos da Lei; e da presunção da boa-
fé, os órgãos e as entidades do Poder Executivo federal observar ainda as seguintes diretrizes nas relações 
entre si e com os usuários dos serviços públicos: 

 

(A)  I – atuação integrada e sistêmica na expedição de atestados, certidões e documentos comprobatórios de 

regularidade; II – eliminação de formalidades e exigências cujo custo econômico ou social seja superior ao 
risco envolvido; III – aplicação de soluções tecnológicas que visem a simplificar processos e procedimentos 
de atendimento aos usuários dos serviços públicos e a proporcionar melhores condições para o 
compartilhamento das informações; IV – utilização de linguagem clara, que evite o uso de siglas, jargões e 
estrangeirismos; e V – articulação com os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e os outros Poderes para 
a integração, racionalização, disponibilização e simplificação de serviços públicos. 

(B)  I – atuação integrada e sistêmica na expedição de atestados, certidões e documentos comprobatórios de 

regularidade; II – eliminação de formalidades e exigências cujo custo econômico ou social seja superior ao 
risco envolvido; III – aplicação de soluções tecnológicas que visem a simplificar processos e procedimentos 
de atendimento aos usuários dos serviços públicos e a proporcionar melhores condições para o 
compartilhamento das informações; e IV – utilização de linguagem clara, que evite o uso de siglas, jargões e 
estrangeirismos, exclusivamente. 

(C)  I – atuação integrada e sistêmica na expedição de atestados, certidões e documentos comprobatórios de 

regularidade; II – eliminação de formalidades e exigências cujo custo econômico ou social seja superior ao 
risco envolvido; III – utilização de linguagem clara, que evite o uso de siglas, jargões e estrangeirismos; e IV 
– articulação com os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e os outros Poderes para a integração, 
racionalização, disponibilização e simplificação de serviços públicos, exclusivamente. 

(D)  I – atuação integrada e sistêmica na expedição de atestados, certidões e documentos comprobatórios de 

regularidade; II – aplicação de soluções tecnológicas que visem a simplificar processos e procedimentos de 
atendimento aos usuários dos serviços públicos e a proporcionar melhores condições para o 
compartilhamento das informações; III – utilização de linguagem clara, que evite o uso de siglas, jargões e 
estrangeirismos; e IV – articulação com os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e os outros Poderes 
para a integração, racionalização, disponibilização e simplificação de serviços públicos, exclusivamente. 

(E)  I – eliminação de formalidades e exigências cujo custo econômico ou social seja superior ao risco envolvido; 

II – aplicação de soluções tecnológicas que visem a simplificar processos e procedimentos de atendimento 
aos usuários dos serviços públicos e a proporcionar melhores condições para o compartilhamento das 
informações; e III – articulação com os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e os outros Poderes para a 
integração, racionalização, disponibilização e simplificação de serviços públicos, exclusivamente. 

 
 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 

 

21

  Em se tratando de projeto de eixos uniformes com seções transversais circulares usados para transmitir 

potência, é correto afirmar que, ao utilizar a teoria da tensão cisalhante máxima para o cálculo do menor 
diâmetro admissível do eixo, 

 

(A)  seu valor será MENOR, quanto MENOR for a tensão de cisalhamento admissível considerada. 

(B)  seu valor será MENOR, quanto MAIOR for a tensão de cisalhamento admissível considerada. 

(C)  seu valor não leva em consideração uma tensão de cisalhamento admissível. 

(D)  seu valor não leva em consideração as intensidades de momento fletor resultante e de torque. 

(E)  devem-se usar os MENORES valores de momento fletor resultante e de torque para seu cálculo. 

 

22

  Quando um metal é submetido a tensões ou deformações cíclicas, há uma quebra de sua estrutura, o que 

leva o metal à ruptura. Este comportamento chama-se 

 

(A) fadiga. 

(B) fluência. 

(C) flambagem. 

(D)  deformação por cisalhamento. 

(E) resiliência. 

 
 

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11 

 

23

  Para o sistema mostrado na figura abaixo, a barra rígida AB deve ser suportada por uma haste de alumínio 

AC

 e por um bloco de aço. Utilizando um fator de segurança igual a 2 e considerando a parte crítica do sistema 

a haste de alumínio, cuja tensão de ruptura é de 70 Mpa, o menor diâmetro que a haste de alumínio deve ter 
para que a máxima carga P de 16,8 kN possa ser aplicada à barra é 

 

 
 
 
 
(A)  16 mm.  

(B) 19 

mm. 

(C)  20 mm.  

(D) 23 

mm. 

(E) 25 

mm. 

 
 
 

24

  Quanto à teoria de falhas em materiais, considere as afirmativas seguintes. 

 

A Teoria da tensão de cisalhamento máxima é utilizada para prever a tensão de falha de um material 
dúctil submetido a qualquer tipo de carga. 

II 

A Teoria da tensão de cisalhamento máxima diz que o escoamento do material começa quando a 
tensão de cisalhamento máxima absoluta atinge o valor da tensão de cisalhamento que provoca 
escoamento do material quando ele está submetido a somente tensão axial. 

III 

A teoria da tensão normal máxima estabelece que um material dúctil falha quando a tensão principal 
máxima atinge um valor-limite igual ao limite de resistência que o material suporta quando submetido 
a tração simples. 

IV 

A Teoria da energia de distorção máxima está fundamentada no fato de que ocorre escoamento em 
um material dúctil quando a energia de distorção por unidade de volume do material é igual ou maior 
que a energia de distorção por unidade de volume do mesmo material quando ele é submetido a 
escoamento em um teste de tração simples. 

 

Estão corretas 

 

(A)  I e II, somente. 

(B)  I, II e III, somente. 

(C)  I, II e IV, somente. 

(D)  I, III e IV, somente. 

(E)  II, III e IV, somente. 

 

25

  Em relação à ferrita, um dos constituintes básicos dos aços, considere as afirmativas seguintes. 

 

Nos aços-carbono comuns, só é estável acima de 727°C. 

II 

Possui baixa dureza e baixa resistência à tração, cerca de 28 kgf/mm² (270 MPa), mas excelente 
resistência ao choque e elevado alongamento. 

III 

É carboneto de ferro Fe

3

C contendo 6,67% de carbono. 

IV 

É ferro no estado alotrópico alfa, contendo, em solução, traços de carbono e apresenta uma estrutura 
de grãos poligonais irregulares. 

 

Estão corretas 

 

(A)  I e II, somente. 

(B)  I, II e III, somente. 

(C)  II e IV, somente. 

(D)  I, III e IV, somente. 

(E)  II, III e IV, somente. 

 
 
 
 
 
 
 

Adotar (π = 3).

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12 

 

26

  O tratamento térmico realizado com a finalidade de diminuir a dureza para facilitar a usinabilidade do aço e 

remover tensões devidas aos tratamentos mecânicos a frio ou a quente é denominado 

 

(A) normalização. 

(B) têmpera. 

(C) revenido. 

(D) recozimento. 

(E) martêmpera. 

 

27

  Foi solicitada a um engenheiro mecânico a escolha de um tratamento termoquímico que objetive a obtenção 

de elevada dureza superficial, aumento da resistência ao desgaste e à escoriação, além de aumentar a 
resistência à fadiga e à corrosão de um determinado aço, em baixas temperaturas, sem que haja necessidade 
de qualquer tratamento térmico posterior. O correto tratamento termoquímico que o engenheiro deve escolher 
é 

 

(A) cementação. 

(B) cianetação. 

(C) boretação. 

(D) carbonitretação. 

(E) nitretação. 

 

28

  O ensaio em cujo procedimento utiliza-se um penetrador padronizado no formato de uma pirâmide de 

diamante de base quadrada e com um ângulo de 136° entre faces opostas, aplicável a materiais metálicos 
com quaisquer durezas, especialmente materiais muito duros, ou corpos de prova muito finos, pequenos e 
irregulares, é denominado ensaio de 

 

(A) dureza 

Vickers

(B) dureza 

Brinell

(C) dureza 

Rockwell. 

(D) compressão. 

(E) impacto. 

 

29

  Marque a alternativa que representa um ensaio mecânico não destrutivo. 

 

(A)  Ensaio de fadiga. 

(B)  Ensaio de torção. 

(C)  Ensaio de fluência. 

(D)  Ensaio por emissão acústica. 

(E)  Ensaio de tração. 

 

30

  Em relação aos tipos de falhas dos materiais, a que decorre da ação de origem química ou eletroquímica que 

o meio causa ao material, produzindo dano a este, mesmo é denominada falha por 

 

(A) fratura 

frágil. 

(B) desgaste. 

(C) corrosão. 

(D) incrustação. 

(E) fratura 

dúctil. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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13 

 

31

  Um cabo de aço de 2 mm de diâmetro, que tem limite de escoamento de 210 MPa e módulo de elasticidade 

de 210 GPa, é utilizado para sustentar um bloco cujo peso é de 600 N. Nesta condição, pergunta-se a um 
engenheiro mecânico se ocorrerá deformação plástica no cabo de aço e qual o alongamento percentual 
aproximado do cabo de aço com o bloco suspenso. A resposta correta do engenheiro mecânico é: 

 

 
 

 

(A)  Não ocorrerá deformação plástica e o alongamento percentual é de 0,0952%. 

(B)  Não ocorrerá deformação plástica e o alongamento percentual é de 0,872%. 

(C)  Ocorrerá deformação plástica e o alongamento percentual é de 0,0952%. 

(D)  Ocorrerá deformação plástica e o alongamento percentual é de 0,872%. 

(E)  Ocorrerá deformação plástica, não sendo possível calcular o alongamento percentual com as informações 

dadas. 

 

32

  O método do decremento logarítmico é utilizado para estimar o amortecimento de um sistema. Na figura 

abaixo, observa-se a resposta da vibração livre amortecida de uma suspensão automotiva, cujo logaritmo 
neperiano da razão entre o pico da resposta do primeiro ciclo e o pico da resposta do terceiro ciclo é 
aproximadamente 1,25 e o tempo decorrido para completar o primeiro ciclo é de aproximadamente 1,26 s, 
que se repete nos demais ciclos. Neste sentido, os valores aproximados do fator de amortecimento e da 
frequência natural amortecida da suspensão são, respectivamente, 

 

 
 
 
 
 
(A)  0,1 e 0,79 Hz. 

(B)  0,01 e 0,78 Hz 

(C)  0,2 e 0,79 Hz. 

(D)  0,2 e 0,78 Hz.  

(E)  0,02 e 0,79 Hz. 

 
 
 
 

33

  Deseja-se projetar um absorvedor dinâmico de vibração de tal forma que, quando em funcionamento, sua 

amplitude atinja, no máximo, 1,0 cm. Este absorvedor deve reduzir a alta amplitude de vibração de um sistema 
rotativo de 100 kg, que opera com velocidade de 200 rpm gerando uma força de desbalanceamento de 100 
N. Neste sentido, a massa e a rigidez equivalentes do absorvedor são, respectivamente, 

 
 
 
(A)  0,25 kg e 10.000 N/m. 

(B)  25 kg e 10.000 N/m. 

(C)  0,25 kg e 100 N/m. 

(D)  100 kg e 10.000 N/m. 

(E)  100 kg e 100 N/m. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Adotar (

 = 3). 

Adotar π=3,14.

Adotar (

 = 3). 

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14 

 

34

 

O cálculo da transmissibilidade vibratória é utilizado para se projetar isoladores de vibração, quando se deseja 
reduzir a energia vibratória transmitida para a fundação ou da fundação para a máquina. Neste sentido, utiliza-

se a equação 

 em que   é a transmissibilidade relativa, 

 é o fator de amortecimento do 

sistema e   a razão de frequências dada por 

, em que   é a frequência de operação e 

 a frequência 

natural. A deflexão estática que deve ter um isolador com amortecimento desprezível de modo a isolar 87,5% 
da vibração proveniente de um motor de indução elétrico que gira a 900 rpm é 

 

 

 

(A) 2,6 

mm. 

(B) 26,0 

mm. 

(C) 21,8 

mm. 

(D) 0,109 

mm. 

(E) 10,9 

mm. 

 

35

  O valor aproximado da massa  m para que o sistema de pêndulo invertido na figura abaixo tenha uma 

frequência natural de 1 Hz é 

 

 
 
 
 
(A) 21 

kg.

 

 

(B) 31 

kg. 

 

(C) 41 

kg. 

(D) 51 

kg. 

(E) 61 

kg. 

 
 
 

36

  A respeito do tema “análise e controle de ruído em ambientes internos” considere as afirmativas seguites. 

 

O nível de pressão sonora medido por um microfone depende do ponto de medição e das 
características acústicas do ambiente. 

II 

O nível de potência sonora não depende das características acústicas do ambiente. 

III 

As propriedades acústicas do ambiente influenciam na determinação do nível de potência sonora de 
uma fonte. 

IV 

Ao ligar uma primeira fonte sonora, observou-se um nível de pressão sonora aproximadamente igual a 
61,4 dB(A). Em seguida, desligou-se a primeira fonte e ligou-se a segunda, a qual emitiu um nível de 
pressão sonora aproximado de 82,7 dB(A). Quando ambas as fontes entraram em operação, o nível 
de pressão sonora medido no mesmo ponto de medição utilizado nas medições anteriores foi de 
aproximadamente 82,7

 

dB(A). 

 

Estão corretas 

 

(A)  I e II, somente. 

(B)  I e III, somente. 

(C)  II e III, somente. 

(D)  I, III e IV, somente. 

(E)  I, II, e IV, somente. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Adotar (

 = 3) e (g = 9,81 m/s²). 

Adotar (h

1

 = 0,5 m; h

2

 = 1 m; L = 1,5 m; k

1

 = 4000 N/m; k

2

 = 1000 N/m; g = 10 m/s²; 

3). 

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15 

 

37

  Deseja-se medir o Nível de Pressão Sonora (NPS) de um ventilador localizado em um salão. Para tanto, 

mediu-se um NPS com o ventilador em funcionamento e o resultado foi de 97,0 dB(A); em seguida, desligou-
se o ventilador e mediu-se novamente o NPS representativo do “ruído de fundo”, obtendo o valor de NPS de 
90,0 dB(A). Neste sentido, para facilitar os cálculos, um Engenheiro utilizou o método gráfico através da figura 
abaixo para determinar o valor do NPS gerado somente pelo ventilador, o qual é de 

 
 
(A) 92,0 

dB(A). 

(B) 99,0 

dB(A). 

(C) 7,0 

dB(A). 

(D) 96,0 

dB(A). 

(E) 2,0 

dB(A). 

 
 
 
 
 
 
 

38

  O estudo do atrito ou a ciência que estuda o atrito, assim como sendo a ciência e a tecnologia da interação 

entre superfícies com movimento relativo e dos assuntos e práticas relacionadas, são definições referentes 
ao estudo denominado 

 

(A) usinagem. 

(B) fundição. 

(C) tribologia. 

(D) laminação. 

(E) metalografia. 

 

39

 

No processo de usinagem, o cavaco é a porção de material da peça retirada pela ferramenta, caracterizando-
se por apresentar forma irregular. Os fatores que influenciam sua formação são 

 

(A)  geometria da ferramenta, material da peça, corrente elétrica, material da ferramenta. 

(B)  geometria da ferramenta, material da peça, fluido de corte, material da ferramenta. 

(C)  geometria da ferramenta, material da peça, potência elétrica, material da ferramenta. 

(D)  quebra-cavaco, material da peça, potência elétrica, material da ferramenta. 

(E)  quebra-cavaco, material da peça, corrente elétrica, material da ferramenta. 

 

40

  Em relação aos tipos de processos de soldagem, analise as afirmativas seguintes. 

 

O processo com eletrodo revestido é um processo a arco elétrico produzido entre um eletrodo revestido 
e a peça a ser soldada. Neste sentido, o eletrodo é consumido à medida que vai se formando o cordão 
de solda, cuja proteção contra contaminações do ar atmosférico é feita por atmosfera gasosa e escória, 
proveniente da fusão do seu revestimento. 

II 

O processo de soldagem TIG (Tungsten Inert Gas) é definido como o processo de soldagem a arco 
elétrico, estabelecido entre um eletrodo não consumível, à base de tungstênio, e a peça a ser soldada. 
A poça de fusão é protegida por um fluxo de gás inerte. 

III 

No processo de soldagem MIG (Metal Inert Gas), o arco elétrico é aberto entre um arame alimentado 
continuamente e o metal de base. A região fundida é protegida por um gás inerte ou mistura de gases. 

IV 

O processo de soldagem por arco submerso é um processo no qual o calor utilizado na soldagem é 
fornecido por um (ou alguns) arco(s) desenvolvido(s) entre eletrodos de arame sólido ou tubular e a 
peça. O arco fica protegido por uma camada de fluxo granular fundido que o protegerá, assim como o 
metal fundido e a poça de fusão, da contaminação atmosférica. 

 

Estão corretas 

 

(A)  I e II, somente. 

(B)  II e III, somente. 

(C)  I, II e IV, somente. 

(D)  I, III e IV, somente. 

(E)  I, II, III e IV. 

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16 

 

41

  Fundição é o processo de fabricação de peças metálicas que consiste basicamente no preenchimento de 

moldes, com as dimensões e formato da peça desejada, com metal no estado líquido. Durante o processo, 
os fenômenos que ocorrem na solidificação dos metais são: 

 

(A)  Cristalização – Contração de volume – Recuperação – Desprendimento de gases. 

(B)  Cristalização – Contração de volume – Concentração de impurezas – Desprendimento de gases. 

(C)  Cristalização – Recuperação – Concentração de impurezas – Desprendimento de gases. 

(D)  Encruamento – Contração de volume – Concentração de impurezas – Desprendimento de gases. 

(E)  Encruamento – Contração de volume – Concentração de impurezas – Recuperação. 

 

42

 

“É resultante do forjamento em matriz fechada e sua importância se dá por garantir o completo preenchimento 
das cavidades das matrizes.” Esse enunciado se refere a 

 

(A) cavaco. 

(B) matriz 

aberta. 

(C) rebarba. 

(D) lingote. 

(E) cunhagem. 

 

43

  Na metrologia, o cálculo obtido pela divisão do menor valor da escala principal pelo número de divisões do 

nônio e que é aplicado a todo e qualquer instrumento de medição possuidor de nônio é denominado 

 

(A) medida. 

(B) graduação. 

(C) vernier. 

(D) paralaxe. 

(E) aproximação. 

 

44

  Na figura abaixo, a qual representa uma medição com o uso de um paquímetro, o valor exato da medida é 

 
 
 

 
(A) 15,32 

mm. 

(B) 15,34 

mm. 

(C) 32,00 

mm. 

(D) 30,20 

mm. 

(E) 30,40 

mm. 

 

45

  Quanto à teoria de manutenção, considere as afirmativas seguintes. 

 

A Manutenção preditiva 

é uma metodologia utilizada para assegurar que qualquer item, sistema ou 

processo mantenha suas funções, controlando os riscos de segurança e integridade ambiental, a 
qualidade e a economia por meio de políticas de manutenção existentes. 

II Na 

Manutenção Centrada na Confiabilidade

, os grupos de trabalho tornam-se voltados para a melhoria 

dos índices de confiabilidade dos equipamentos, concentrando esforços naquelas máquinas que são 
consideradas prioridades dentro da estrutura da fábrica. 

III A 

Manutenção Preditiva

 é também conhecida como manutenção baseada na condição: com a utilização 

de técnicas de inspeção é possível monitorar a evolução do estado do equipamento e atuar no 
momento mais adequado. 

IV A 

Manutenção Preventiva

 com base no tempo (MP) consiste em reparar ou substituir componentes de 

uma máquina em intervalos fixos de tempo, mesmo que a máquina esteja funcionando de forma 
satisfatória. 

 

Estão corretas 

 

(A)  I e II, somente. 

(B)  II e III, somente. 

(C)  I, III e IV, somente. 

(D)  II, III e IV, somente. 

(E)  I, II, III e IV. 

 

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17 

 

46

 A 

Manutenção Produtiva Total

 (TPM) consiste em um procedimento de administração da manutenção que 

teve início por volta dos anos 50 e apresentou resultados expressivos na economia japonesa na década de 
70. Um dos pilares do TPM, descrito por um de seus pioneiros (Seiichi Nakajima), é 

 

(A)  treinamento permanente para melhora do desempenho. 

(B)  não envolvimento dos Operadores nas tarefas diárias da Manutenção. 

(C)  um único nível hierárquico da empresa deve atuar no processo, denominado nível principal. 

(D)  deve existir uma participação individual do Jurídico, Produção e Manutenção. 

(E)  fortalecimento da corretiva. 

 

47

  O conhecimento da curva característica de uma bomba centrífuga é de fundamental importância para o seu 

correto dimensionamento.  As curvas características das bombas são representações gráficas que traduzem 
o funcionamento da bomba, obtidas através de experiências do fabricante, que fazem a bomba vencer 
diversas alturas manométricas H com diversas vazões Q. Na figura abaixo, a altura aumenta continuamente 
com a diminuição da vazão. A altura correspondente à vazão nula é cerca de 10 a 20% maior que a altura 
para o ponto de maior eficiência. Neste sentido, a figura abaixo representa uma curva característica tipo 

 
(A)  instável ou tipo drooping

(B)  inclinado acentuado ou tipo steep

(C)  estável ou tipo rising

(D)  plana ou tipo flat

(E) instável. 

 
 
 

48

  Quanto às vantagens da utilização da pneumática em relação aos outros sistemas, analise as afirmativas 

seguintes. 

 

Deve-se tratar o ar-comprimido antes da utilização, pois umidade e impurezas devem ser eliminadas a 
fim de não danificar os elementos pneumáticos. 

II 

Fácil obtenção de seu elemento propulsor – ar. 

III 

Os vazamentos não poluem e não são inflamáveis. 

IV 

Conseguem-se altas velocidades de trabalho nos atuadores. 

 

Estão corretas 

 

(A)  II e III, somente. 

(B)  II, III e IV, somente. 

(C)  I, II e IV, somente. 

(D)  I, III e IV, somente. 

(E)  I, II, III e IV. 

 

49

  Em relação aos mecanismos de transferência de calor, analise as afirmativas seguintes. 

 

I Na 

condução

 a energia é transferida de uma região de alta temperatura para outra de temperatura mais 

baixa dentro de um meio (sólido, líquido ou gasoso) ou entre meios diferentes em contato direto. 

II Na 

radiação

 o calor é transferido de uma superfície em alta temperatura para outra superfície em 

temperatura mais baixa, quando tais superfícies estão em contato uma com a outra no espaço ou 
mesmo separadas, ainda que exista vácuo entre elas. 

III Na 

convecção

 a energia é transferida das regiões quentes para as regiões frias de um fluido através 

da ação combinada de condução de calor, armazenamento de energia e movimento de mistura

IV 

Somente corpos em temperatura acima de 0°C emitem continuamente radiação térmica. 

 

Estão corretas 

 

(A)  II e IV, somente. 

(B)  I e III, somente. 

(C)  I, II e IV, somente. 

(D)  I, II e III, somente. 

(E)  II, III e IV, somente. 

 
 

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18 

 

50

  Em relação à Segurança no Trabalho e Meio Ambiente, a Norma Regulamentadora NR-6 trata de 

Equipamentos de Proteção Individual (EPI), enquanto a NR-15 trata de Atividades e Operações Insalubres. 
Quanto ao assunto, considere as afirmativas seguintes. 

 

É de responsabilidade do trabalhador a orientação e treino sobre o uso adequado, guarda e 
conservação do EPI. 

II 

A NR-6 considera que Equipamento de Proteção Individual (EPI) é todo dispositivo ou produto, de uso 
individual, utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a 
segurança e a saúde no trabalho. 

III 

É obrigatório o uso de EPI para proteção do sistema auditivo contra níveis de pressão sonora superiores 
a 75 dB(A), conforme estabelecido na NR-15, anexos n° 1 e 2. 

IV 

A empresa é obrigada a fornecer aos empregados, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito 
estado de conservação e funcionamento, nas seguintes circunstâncias: sempre que as medidas de 
ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças 
profissionais e do trabalho; enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas; e 
para atender a situações de emergência. 

 

Estão corretas 

 

(A)  I e II, somente. 

(B)  I, II e III, somente. 

(C)  II e IV, somente. 

(D)  I, III e IV, somente. 

(E)  II, III e IV, somente.