Prova Concurso - Engenharia - ENGENHEIRO-ENGENHARIA-MECANICA - CEPS - UFPA - 2018

Prova - Engenharia - ENGENHEIRO-ENGENHARIA-MECANICA - CEPS - UFPA - 2018

Detalhes

Profissão: Engenharia
Cargo: ENGENHEIRO-ENGENHARIA-MECANICA
Órgão: UFPA
Banca: CEPS
Ano: 2018
Nível: Superior

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Gabarito

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL 

UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ 

 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS  

TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO

 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 
 

NÍVEL E (Nível Superior) 

ENGENHEIRO / Área: ENGENHARIA MECÂNICA 

 

13 de maio de 2018 

 

GABARITO OFICIAL DEFINITIVO 

 

CONHECIMENTOS BÁSICOS 

LÍNGUA PORTUGUESA 

LEGISLAÇÃO 

11 

16 

12 

17 

13 

18 

14 

19 

10 

15 

20 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 

21 

31 

41 

22 

32 

42 

23 

33 

43 

NULA 

24 

34 

44 

25 

35 

45 

26 

36 

46 

27 

37 

47 

28 

38 

48 

29 

39 

49 

30 

40 

50 

 

Prova

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL 

UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ 

 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS 

TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO

 

EDITAL Nº 031/2018 - UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018

 

 
 

NÍVEL E (Nível Superior) 

ENGENHEIRO / Área: ENGENHARIA MECÂNICA 

13 de maio de 2018 

 

Nome: ___________________________________ Nº de Inscrição: _________ 

 

BOLETIM DE QUESTÕES 

 

LEIA COM MUITA ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES SEGUINTES. 

 

1  Este BOLETIM DE QUESTÕES contém 50 QUESTÕES OBJETIVAS, sendo Conhecimentos Básicos - 10 de Língua 

Portuguesa e 10 de Legislação, e 30 de Conhecimentos Específicos. Cada questão objetiva apresenta cinco alternativas, 
identificadas com as letras (A)(B)(C)(D) (E), das quais apenas uma é correta. 

 

2  Confira se, além deste BOLETIM DE QUESTÕES, você recebeu o CARTÃO-RESPOSTA. 

 

3  É necessário conferir se a prova está completa e sem falhas, bem como se o seu nome e seu número de inscrição 

conferem com os dados contidos no CARTÃO-RESPOSTA. Caso exista algum problema, comunique-o imediatamente ao 
fiscal de sala. 

 

4  Após a conferência, assine seu nome no espaço próprio do CARTÃO-RESPOSTA. 

 

5  A marcação do CARTÃO-RESPOSTA deve ser feita com caneta esferográfica de tinta preta ou azul. 

 

6  O  CARTÃO-RESPOSTA não pode ser dobrado, amassado, rasurado, manchado ou danificado de qualquer modo. Não é 

permitida a utilização de qualquer espécie de corretivo. O Cartão-Resposta somente será substituído caso contenha falha de 
impressão e/ou se os dados contidos no cartão não corresponderem aos seus. 

 

7  O CARTÃO-RESPOSTA será o único documento considerado para a correção das provas objetivas. 

 

8  O candidato deverá permanecer obrigatoriamente no local de realização da prova por, no mínimo, 2 (duas) horas após o início 

da prova. 

 

9  Quando terminar a prova, devolva ao fiscal de sala todo o material relacionado no item 2 acima e assine a LISTA DE 

PRESENÇA. A assinatura do seu nome deve corresponder àquela que consta no seu documento de identificação. 

 

10  Somente será permitido ao candidato levar o seu Boletim de Questões, ao deixar em definitivo a sala de provas no decurso dos 

últimos 30 (trinta) minutos

 que antecedem o término da prova. 

 

11  O tempo disponível para a prova é de quatro horascom início às 14h30min e término às 18h30min, observado o horário 

de Belém-PA. O candidato na condição de PcD que solicitou tempo adicional tem direito 1 (uma) hora além do tempo 
determinado para a prova. 

 

12 Reserve os 30 minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no 

BOLETIM DE QUESTÕES não serão considerados na avaliação. 

UNIFESSPA 2018 

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CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

 

MARQUE A ÚNICA ALTERNATIVA CORRETA NAS QUESTÕES DE 1 A 50. 

 

LÍNGUA PORTUGUESA (CONHECIMENTOS BÁSICOS) 

 

Reencarnação 

 









10 
11 
12 
13 
14 
15 
16 
17 
18 
19 
20 
21 
22 
23 
24 
25 
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27 
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29 
30 
31 
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33 
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49 
50 
51 
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54 
55 
56 

Em sua última vida (ao menos das que tivemos notícia), Peter Hulme era um simples funcionário 

de bingo em Birmingham, Inglaterra. No entanto, ele vivia às voltas com um sonho recorrente e dramático: 
nele, soldados que pareciam vindos do passado atacavam um castelo sempre inacessível. Hulme não 
nutria maior interesse por história e jurava não ter ideia da origem de suas visões. Em busca de uma 
resposta, nos anos 90, submeteu-se a sessões de hipnose. O resultado foi inusitado: concluiu que também 
tinha sido John Raphael, soldado escocês servindo a certo capitão Leverett na Escócia do século 17. 

Parecia uma fantasia, mesmo porque inexistiam registros históricos de uma batalha na região e 

nas circunstâncias descritas por Hulme. Investigando por conta própria, ele e seu irmão Bob encontraram 
indícios da existência do castelo e, empolgados, resolveram viajar à Escócia em busca de provas. Contra 
todas as expectativas, recuperaram resquícios de batalha no local apontado por Hulme – e, mergulhando 
em documentos antiquíssimos, acharam documentos que comprovam a existência de um capitão Leverett 
e do próprio John Raphael. Com base nesses indícios, Peter Hulme afirmou até o fim da vida que suas 
memórias eram genuínas e ele era, de fato, a reencarnação de um soldado escocês. O caso de Hulme não 
está acima de dúvidas: historiadores apontam inconsistências e contradições nas memórias do suposto 
reencarnado. Mas o relato ilustra uma situação que ainda intriga a ciência: pessoas que juram recordar 
experiências de vidas passadas, em detalhes às vezes desconcertantes para os cientistas. 

A ideia de uma consciência que sobrevive à morte e reencarna em novos corpos é quase tão antiga 

quanto a fé em divindades e surgiu de forma independente em inúmeras culturas ao redor do planeta. De 
todos os cantos do globo, encontrou na Ásia o terreno mais fértil. A ideia está tão arraigada nas crenças 
hinduístas e budistas que, em lugares como Índia e Sri Lanka, a reencarnação é vista como algo quase 
natural. Não é à toa que surgem de lá muito dos casos considerados mais sólidos pelos pesquisadores do 
tema – como o de Swarnlata Mishra, que desde os 3 anos recordava com riqueza de detalhes a vida de 
outra pessoa, chamada Biya e morta quase uma década antes. 

A naturalidade com que Swarnlata tratava os integrantes de sua “outra” família, ao ponto de 

mencionar apelidos íntimos de gente que não conhecia pessoalmente, fez com que o caso virasse um 
clássico e deixa pesquisadores coçando a cabeça até hoje. Mesmo no mundo ocidental, uma boa parcela 
da população acredita em reencarnações, um interesse que aumentou em alguns países após o surgimento 
do espiritismo na França do século 19. Na Europa Ocidental, dados de 2006 apontam que 22% pensam 
que a reencarnação é uma realidade, enquanto nos EUA pesquisas falam em 20 a 25% de crença em vidas 
passadas. Nas cidades do Ocidente, em especial no Brasil, a doutrina espírita tem grande penetração, e 
manifestações religiosas recentes, como a cientologia, também levam as vidas passadas como parte de 
suas crenças. 

A postura da ciência diante disso tudo é de ceticismo. A maioria dos cientistas trata os relatos de 

vidas passadas como frivolidades, frutos de autoindução ou fraudes. Além disso, não existe nenhum indício 
científico de que a “alma” exista ou de que ela possa sobreviver à morte do corpo (ela existiria de que forma 
entre uma encarnação e outra?). Mas é claro que alguns pesquisadores pensam diferente. Um dos mais 
destacados foi o psiquiatra Ian Stevenson, que dedicou mais de 40 anos ao estudo de quase 3 mil relatos 
de crianças ao redor do mundo. De acordo com Stevenson, a maioria das recordações infantis sobre vidas 
passadas envolve mortes violentas, com relatos iniciando entre 2 a 4 anos e quase sempre desaparecendo 
antes da adolescência. Ele também estudou sinais de nascença e tumores, dizendo que podiam relevar 
ferimentos sofridos em vidas anteriores. Em um estudo de 1992, Stevenson cita 49 casos onde foram 
localizados documentos médicos de pessoas que as crianças diziam ter sido em vidas anteriores. De 
acordo com o pesquisador, a correspondência entre ferimentos mortais e sinais físicos nos supostos 
reencarnados seria no mínimo satisfatória em 43 desses casos, 88% do total. No entanto, o próprio 
Stevenson admitia uma grave lacuna: seus estudos não mostram como seria possível uma consciência 
sobreviver à morte física e ingressar no corpo de outra pessoa. Seus livros são alvos de muitas críticas, 
que vão desde análise tendenciosa dos dados até uso de fontes não confiáveis, que já acreditavam em 
reencarnação antes dos supostos casos na família. Ou seja, não existiria evidência de reencarnação além 
de depoimentos dos próprios reencarnados ou de indícios que, mesmo intrigantes, podem ser meras 
coincidências. 

Mas alguns aspectos de supostas vidas passadas ainda são desconcertantes para a ciência. É o 

caso, por exemplo, da xenoglossia, uma capacidade súbita que algumas pessoas manifestam de falar, com 
diferentes graus de fluência, línguas que deveriam desconhecer. Um dos casos mais marcantes é o de Iris 
Farczády, uma húngara de 16 anos que, no ano de 1933, passou a agir como uma espanhola de 41 anos 
chamada Lucía, morta anos antes. A suposta reencarnada esqueceu o húngaro natal e passou a falar 
espanhol fluente, nunca mais recuperando sua personalidade anterior. O caso está registrado no livro 

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CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

 

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60 
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Paranormal Experience and Survival of Death 

(“Experiência paranormal e sobrevivência da morte”, sem 

tradução para o português), de Carl Becker, professor de ética médica da Universidade de Kyoto. Para a 
maioria dos cientistas, a história de Iris (ou Lucía) não passa de mais um caso de almanaque, mas há quem 
acredite que a comprovação científica da xenoglossia seria a prova definitiva de que a reencarnação é uma 
realidade. É viver (uma ou mais vezes) para crer. 

NATUSCHIgor. ReencarnaçãoDossiê Superinteressante - Sobrenatural: o lado oculto da realidade

Edição 383-A, dez. 2017. 

 
 

1 

O texto de Igor Natusch aborda a “reencarnação” sem, contudo, se comprometer com a sua existência. 
Verifica-se esse fato em trechos como 

 

(A)  “Hulme não nutria maior interesse por história e jurava não ter ideia da origem de suas visões.” (linhas 3 e 4) 

(B)  “De todos os cantos do globo, encontrou na Ásia o terreno mais fértil.” (linhas 18 e 19) 

(C)  “Mesmo no mundo ocidental, uma boa parcela da população acredita em reencarnações,...” (linhas 26 e 27) 

(D)  “Nas cidades do Ocidente, em especial no Brasil, a doutrina espírita tem grande penetração,...” (linha 30) 

(E)  “Mas alguns aspectos de supostas vidas passadas ainda são desconcertantes para a ciência.” (linha 51) 

 

2 

Em relação à ciência, infere-se da leitura do texto que 

 

(A)  todos os cientistas duvidam da existência da reencarnação. 

(B)  nenhum cientista se dedica a pesquisar esse assunto. 

(C)  todos os fatos alegados como prova da reencarnação são passíveis de serem refutados pela ciência. 

(D)  os indícios de vidas passadas, como sinais de nascença e tumores, são provas científicas da reencarnação. 

(A)  a xenoglossia é prova definitiva de que a reencarnação é uma  realidade. 

 

3 

De acordo com o texto, a crença em reencarnação 

 

(A)  é recente na história da humanidade. 

(B)  é rejeitada por  hinduístas e budistas. 

(C)  não encontrou espaço no mundo ocidental.  

(D)  é antiga e surgiu de forma independente  em diferentes culturas. 

(E)  apareceu com o surgimento do espiritismo na França do século 19. 

 

4 

A palavra que, no texto, pode ser substituída por enraizado/a (s) sem prejuízo para o significado é 

 

(A)  recorrente (linha 2).  

(B)  fértil (linha 19). 

(C)  arraigada (linha 19). 

(D)  genuínas (linha 13). 

(E)  físicos (linha 43). 

 

5 

O trecho “Contra todas as expectativas, ...” (linhas 9 e 10) leva a compreender que 

 

(A)  as provas encontradas por Hulme frustraram os espectadores. 

(B)  os achados de Hulme foram de encontro ao que  se podia esperar. 

(C)  as provas encontradas por Hulme eram falsas. 

(D)  o resultado da investigação de Hulme foi ao encontro do que era esperado. 

(E)  as descobertas de Hulme estão acima de qualquer suspeita. 

 

6 

No trecho “A postura da ciência diante disso tudo é de ceticismo.” (linha 33), o termo ceticismo significa 

 

(A) crítica. 

(B) indiferença. 

(C) comprometimento. 

(D) certeza. 

(E) dúvida. 

 
 
 

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CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

 

7 

Peter Hulme afirmava ter sido, em vida passada, um/a 

 

(A)  funcionário de bingo. 

(B) soldado 

escocês. 

(C)  húngara de 16 anos. 

(D) capitão 

escocês. 

(E)  espanhola de 41 anos. 

 

8 

Há quem acredite que, para comprovar cientificamente a existência da reencarnação, a ciência precisaria 

 

(A)  refutar a afirmação de que a alma existe e pode sobreviver à morte do corpo. 

(B)  mostrar que as visões de Peter Hulme eram pura fantasia. 

(C)  provar que as recordações de Swarnlata Mishra eram falsas. 

(D)  mostrar que a correspondência entre ferimentos mortais e sinais físicos nos supostos reencarnados é 

insatisfatória. 

(E)  comprovar que os casos de  xenoglossia, como o de Iris Farczády, são verdadeiros. 

 

9 

Em relação ao aumento de interesse pela reencarnação no mundo ocidental, é correto afirmar que 

 

(A)  decorre do desenvolvimento da cientologia. 

(B)  ocorreu após o surgimento do espiritismo na França. 

(C)  foi ocasionado pela implantação do espiritismo no Brasil. 

(D)  se deu em razão do aumento de crenças em vidas passadas nos EUA. 

(E)  ocorreu em todos os países, uma vez que a reencarnação é vista como algo natural. 

 

10 

A expressão idiomática coçando a cabeça, que aparece no trecho “deixa pesquisadores coçando a cabeça 
até hoje

” (linha 26), informa que os cientistas 

 

(A)  continuam duvidando da existência da reencarnação. 

(B)  continuam intrigados com o caso de Swarnlata. 

(C)  consideram impossível comprovar os relatos de Swarnlata. 

(D)  comemoram os resultados das pesquisas sobre reencarnação. 

(E)  ficam surpresos até hoje diante da naturalidade dos relatos de Swarnlata. 

 
 

LEGISLAÇÃO (CONHECIMENTOS BÁSICOS) 

 

11 

De acordo com a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, que dispõem sobre o regime 
jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, a vacância 
do cargo público dar-se-á por 

 

(A)  I – exoneração; II – demissão; III – readaptação; IV – aposentadoria; V – posse em outro cargo inacumulável; 

e VI – falecimento.  

(B)  I – exoneração; II – demissão; III – promoção – IV – readaptação; V – aposentadoria; VI – posse em outro 

cargo inacumulável; e VII – falecimento.  

(C)  I – exoneração; II – demissão; III – promoção – IV – readaptação; V – posse em outro cargo inacumulável; e 

VI – falecimento.  

(D)  I – exoneração; II – demissão; III – promoção – IV – readaptação; V – aposentadoria; e VI – falecimento.  

(E)  I – exoneração; II – demissão; III – promoção – IV – readaptação; V – aposentadoria; e VI – posse em outro 

cargo inacumulável. 

 

12 

Contempla a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, que dispõem sobre o regime jurídico 
dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, que a remoção é o 
deslocamento do servidor, 

 

(A)  a pedido, no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede. 

(B)  de ofício, no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede. 

(C)  a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede. 

(D)  a pedido ou de ofício, não obrigatoriamente no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede. 

(E)  a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro, com mudança de sede, exclusivamente. 

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CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

 

13 

Em conformidade com a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, que dispõem sobre o 
regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, além 
da licença por motivo de doença em pessoa da família e para tratar de interesse particulares, outras licenças 
também poderão ser concedidas ao servidor: 

 

(A)  I – por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; II – para o serviço militar; III – para atividade 

política; IV – para capacitação; e V – para desempenho de mandato classista.  

(B)  I – por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; II – para atividade política; III – para capacitação; 

e IV – para desempenho de mandato classista.  

(C)  I – por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; II – para o serviço militar; III – para capacitação; 

e IV – para desempenho de mandato classista. 

(D)  I – por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; II – para o serviço militar; III – para atividade 

política; e IV – para desempenho de mandato classista. 

(E)  I – por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; II – para o serviço militar; III – para atividade 

política; IV – para capacitação. 

 

14 

Além de ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do chefe imediato, e retirar, 
sem prévia anuência da autoridade competente, qualquer documento ou objeto da repartição, conforme 
determina a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, que dispõem sobre o regime jurídico 
dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, existem outras 
proibições, tais como: 

 

(A)  I – recusar fé a documentos públicos; II – opor resistência injustificada ao andamento de documento e 

processo ou execução de serviço; III – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da 
repartição; IV – cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de 
atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado; V – coagir ou aliciar subordinados no 
sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindical, ou a partido político; VI – manter sob sua chefia 
imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, companheiro ou parente até o segundo grau civil; VII - 
guardar sigilo sobre assunto da repartição. 

(B)  I – recusar fé a documentos públicos; II – opor resistência injustificada ao andamento de documento e 

processo ou execução de serviço; III – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da 
repartição; IV – cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de 
atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado; V – coagir ou aliciar subordinados no 
sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindical, ou a partido político; VI – cumprir as ordens 
superiores, exceto quando manifestamente ilegais; VII – valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de 
outrem, em detrimento da dignidade da função pública, dentre outros. 

(C)  I – recusar fé a documentos públicos; II – opor resistência injustificada ao andamento de documento e 

processo ou execução de serviço; III – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da 
repartição; IV – cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de 
atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado; V – coagir ou aliciar subordinados no 
sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindical, ou a partido político; VI – manter sob sua chefia 
imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, companheiro ou parente até o segundo grau civil; VII – 
valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública, 
dentre outros. 

(D)  I – recusar fé a documentos públicos; II – opor resistência injustificada ao andamento de documento e 

processo ou execução de serviço; III – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da 
repartição; IV – cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de 
atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado; V – representar contra ilegalidade, 
omissão ou abuso de poder; VI – manter sob sua chefia imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, 
companheiro ou parente até o segundo grau civil; VII – valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de 
outrem, em detrimento da dignidade da função pública, dentre outros. 

(E)  I – recusar fé a documentos públicos; II – opor resistência injustificada ao andamento de documento e 

processo ou execução de serviço; III – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da 
repartição; IV – levar as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ao conhecimento da autoridade 
superior ou, quando houver suspeita de envolvimento desta, ao conhecimento de outra autoridade 
competente para apuração; V – coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se a associação 
profissional ou sindical, ou a partido político; VI – manter sob sua chefia imediata, em cargo ou função de 
confiança, cônjuge, companheiro ou parente até o segundo grau civil; VII – valer-se do cargo para lograr 
proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública, dentre outros. 

 
 
 

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CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

 

15 

Em conformidade com o Decreto nº 1.171, de 22 de junho de 1994, que aprova o Código de Ética Profissional 
do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, é vedado ao servidor público: 

 

(A)  I – O uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influência, para obter qualquer 

favorecimento, para si ou para outrem; II – prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou 
de cidadãos que deles dependam; III – ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro 
ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de sua profissão; IV – usar de artifícios para 
procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou 
material; deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para 
atendimento do seu mister; V – permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou 
interesse de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com 
colegas hierarquicamente superiores ou inferiores; VI – pleitear, solicitar, provocar, sugerir ou receber 
qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, 
para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro servidor 
para o mesmo fim; VII – alterar ou deturpar o teor de documentos que deva encaminhar para providências; 
VIII – iludir ou tentar iludir qualquer pessoa que necessite do atendimento em serviços públicos; dentre outros. 

(B)  I – O uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influência, para obter qualquer 

favorecimento, para si ou para outrem; II – prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou 
de cidadãos que deles dependam; III – ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro 
ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de sua profissão; IV – usar de artifícios para 
procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou 
material; deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para 
atendimento do seu mister; V – permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou 
interesse de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com 
colegas hierarquicamente superiores ou inferiores; VI – pleitear, solicitar, provocar, sugerir ou receber 
qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, 
para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro servidor 
para o mesmo fim; VII – exercer com estrita moderação as prerrogativas funcionais que lhe sejam atribuídas, 
abstendo-se de fazê-lo contrariamente aos legítimos interesses dos usuários do serviço público e dos 
jurisdicionados administrativos. 

(C)  I – O uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influência, para obter qualquer 

favorecimento, para si ou para outrem; II – prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou 
de cidadãos que deles dependam; III – ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro 
ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de sua profissão; IV – usar de artifícios para 
procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou 
material; deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para 
atendimento do seu mister; V – permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou 
interesse de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com 
colegas hierarquicamente superiores ou inferiores; VI – pleitear, solicitar, provocar, sugerir ou receber 
qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, 
para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro servidor 
para o mesmo fim; VII – abster-se, de forma absoluta, de exercer sua função, poder ou autoridade com 
finalidade estranha ao interesse público, mesmo que observando as formalidades legais e não cometendo 
qualquer violação expressa à lei. 

(D)  I – O uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influência, para obter qualquer 

favorecimento, para si ou para outrem; II – prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou 
de cidadãos que deles dependam; III – ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro 
ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de sua profissão; IV – usar de artifícios para 
procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou 
material; deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para 
atendimento do seu mister; V – permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou 
interesse de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com 
colegas hierarquicamente superiores ou inferiores; VI – pleitear, solicitar, provocar, sugerir ou receber 
qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, 
para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro servidor 
para o mesmo fim; VII – cumprir, de acordo com as normas do serviço e as instruções superiores, as tarefas 
de seu cargo ou função, tanto quanto possível, com critério, segurança e rapidez, mantendo tudo sempre em 
boa ordem. 

(E)  I – O uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influência, para obter qualquer 

favorecimento, para si ou para outrem; II – prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou 
de cidadãos que deles dependam; III – ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro 
ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de sua profissão; IV – usar de artifícios para 
procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou 

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material; deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para 
atendimento do seu mister; V – permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou 
interesse de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com 
colegas hierarquicamente superiores ou inferiores; VI – pleitear, solicitar, provocar, sugerir ou receber 
qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, 
para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro servidor 
para o mesmo fim; VII – resistir a todas as pressões de superiores hierárquicos, de contratantes, interessados 
e outros que visem obter quaisquer favores, benesses ou vantagens indevidas em decorrência de ações 
imorais, ilegais ou aéticas e denunciá-las. 

 

16 

Além da advertência, suspensão e demissão, de acordo com a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e 
suas alterações, que dispõem sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias 
e das fundações públicas federais, existem outras penalidades disciplinares, como: 

 

(A)  I – cassação de aposentadoria ou disponibilidade; e II – destituição de cargo em comissão.  

(B)  I – destituição de cargo em comissão; e II – destituição de função comissionada.  

(C)  I – cassação de aposentadoria ou disponibilidade; e II – destituição de função comissionada.  

(D)  I – cassação de aposentadoria ou disponibilidade. 

(E)  I – cassação de aposentadoria ou disponibilidade; II – destituição de cargo em comissão; e III – destituição 

de função comissionada.  

 

17 

O Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de 
Pessoal da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, e regulamenta dispositivos da Lei 
n

o

 8.112, de 11 de dezembro de 1990. Para fins deste Decreto, são instrumentos da Política Nacional de 

Desenvolvimento de Pessoal: 

 

(A)  I – plano bianual de capacitação; II – relatório de execução do plano anual de capacitação; tão-somente. 

(B)  I – plano trianual de capacitação; II – relatório de execução do plano anual de capacitação; e III – sistema de 

gestão por competência. 

(C)  I – plano semestral de capacitação; II – relatório de execução do plano anual de capacitação; e III – sistema 

de gestão por competência. 

(D)  I – plano anual de capacitação; II – relatório de execução do plano anual de capacitação; e III – sistema de 

gestão por competência. 

(E)  I – plano mensal de capacitação; II – relatório de execução do plano anual de capacitação; e III – sistema de 

gestão por competência. 

 

18 

O Decreto nº 5.825, de 29 de junho de 2006, estabelece as diretrizes para elaboração do Plano de 
Desenvolvimento dos Integrantes do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, 
instituído pela Lei n

o

 11.091, de 12 de janeiro de 2005. Dentre outras finalidades, este Decreto contempla o 

Programa de Capacitação e Aperfeiçoamento, que terá por objetivo: 

 

(A)  I – contribuir para o desenvolvimento do servidor, como profissional e cidadão; e II – capacitar o servidor para 

o desenvolvimento de ações de gestão pública, somente.   

(B)  I – contribuir para o desenvolvimento do servidor, como profissional e cidadão; e II – capacitar o servidor para 

o exercício de atividade de forma articulada com a função social da IFE, somente. 

(C)  I – contribuir para o desenvolvimento do servidor, como profissional e cidadão; II – capacitar o servidor para 

o desenvolvimento de ações de gestão pública; e III – capacitar o servidor para o exercício de atividade de 
forma articulada com a função social da IFE.  

(D)  I – capacitar o servidor para o desenvolvimento de ações de gestão pública; e II – capacitar o servidor para o 

exercício de atividade de forma articulada com a função social da IFE, somente.  

(E)  I – capacitar o servidor para o desenvolvimento de ações de gestão pública; e II – capacitar o servidor técnico-

administrativo, docente, discente e integrantes da comunidade circunvizinha, para o exercício de atividade de 
forma articulada com a função social da IFE.  

 
 
 
 
 
 
 
 
 

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19 

De acordo com a Lei nº 11.091, de 12 de janeiro de 2005, que dispõe sobre a estruturação do Plano de 
Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino 
vinculadas ao Ministério da Educação, e dá outras providências, para todos os efeitos desta Lei, aplicam-se 
os seguintes conceitos: 

 

(A)  I – plano de carreira: conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional 

dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de 
gestão do órgão ou entidade; II – nível de classificação: conjunto de cargos de mesma hierarquia, 
classificados a partir do requisito de escolaridade, nível de responsabilidade, conhecimentos, habilidades 
específicas, formação especializada, experiência, risco e esforço físico para o desempenho de suas 
atribuições; III – padrão de vencimento: posição do servidor na escala de vencimento da carreira em função 
do nível de capacitação, cargo e nível de classificação; IV – cargo: conjunto de atribuições e responsabilidades 
previstas na estrutura organizacional que são cometidas a um servidor; V – nível de capacitação: posição do 
servidor na Matriz Hierárquica dos Padrões de Vencimento em decorrência da capacitação profissional para 
o exercício das atividades do cargo ocupado, realizada após o ingresso; e VI – ambiente organizacional: área 
específica de atuação do servidor, integrada por atividades afins ou complementares, organizada a partir das 
necessidades institucionais e que orienta a política de desenvolvimento de pessoal, exclusivamente. 

(B)  I – plano de carreira: conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional 

dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de 
gestão do órgão ou entidade; II – nível de classificação: conjunto de cargos de mesma hierarquia, 
classificados a partir do requisito de escolaridade, nível de responsabilidade, conhecimentos, habilidades 
específicas, formação especializada, experiência, risco e esforço físico para o desempenho de suas 
atribuições; III – padrão de vencimento: posição do servidor na escala de vencimento da carreira em função 
do nível de capacitação, cargo e nível de classificação; IV – cargo: conjunto de atribuições e responsabilidades 
previstas na estrutura organizacional que são cometidas a um servidor; V – nível de capacitação: posição do 
servidor na Matriz Hierárquica dos Padrões de Vencimento em decorrência da capacitação profissional para 
o exercício das atividades do cargo ocupado, realizada após o ingresso; VI – ambiente organizacional: área 
específica de atuação do servidor, integrada por atividades afins ou complementares, organizada a partir das 
necessidades institucionais e que orienta a política de desenvolvimento de pessoal; e VII – usuários: pessoas 
ou coletividades internas ou externas à Instituição Federal de Ensino que usufruem direta ou indiretamente 
dos serviços por ela prestados. 

(C)  I – plano de carreira: conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional 

dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de 
gestão do órgão ou entidade; II – nível de classificação: conjunto de cargos de mesma hierarquia, 
classificados a partir do requisito de escolaridade, nível de responsabilidade, conhecimentos, habilidades 
específicas, formação especializada, experiência, risco e esforço físico para o desempenho de suas 
atribuições; III – padrão de vencimento: posição do servidor na escala de vencimento da carreira em função 
do nível de capacitação, cargo e nível de classificação; IV – cargo: conjunto de atribuições e responsabilidades 
previstas na estrutura organizacional que são cometidas a um servidor; V – nível de capacitação: posição do 
servidor na Matriz Hierárquica dos Padrões de Vencimento em decorrência da capacitação profissional para 
o exercício das atividades do cargo ocupado, realizada após o ingresso; e VI – usuários: pessoas ou 
coletividades internas ou externas à Instituição Federal de Ensino que usufruem direta ou indiretamente dos 
serviços por ela prestados, exclusivamente. 

(D)  I – plano de carreira: conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional 

dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de 
gestão do órgão ou entidade; II – nível de classificação: conjunto de cargos de mesma hierarquia, 
classificados a partir do requisito de escolaridade, nível de responsabilidade, conhecimentos, habilidades 
específicas, formação especializada, experiência, risco e esforço físico para o desempenho de suas 
atribuições; III – cargo: conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que 
são cometidas a um servidor; IV – nível de capacitação: posição do servidor na Matriz Hierárquica dos 
Padrões de Vencimento em decorrência da capacitação profissional para o exercício das atividades do cargo 
ocupado, realizada após o ingresso; V – ambiente organizacional: área específica de atuação do servidor, 
integrada por atividades afins ou complementares, organizada a partir das necessidades institucionais e que 
orienta a política de desenvolvimento de pessoal; e VI – usuários: pessoas ou coletividades internas ou 
externas à Instituição Federal de Ensino que usufruem direta ou indiretamente dos serviços por ela prestados, 
exclusivamente. 

(E)  I – plano de carreira: conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional 

dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de 
gestão do órgão ou entidade; II – padrão de vencimento: posição do servidor na escala de vencimento da 
carreira em função do nível de capacitação, cargo e nível de classificação; III – cargo: conjunto de atribuições 
e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que são cometidas a um servidor; IV – nível de 
capacitação: posição do servidor na Matriz Hierárquica dos Padrões de Vencimento em decorrência da 
capacitação profissional para o exercício das atividades do cargo ocupado, realizada após o ingresso; V – 

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ambiente organizacional: área específica de atuação do servidor, integrada por atividades afins ou 
complementares, organizada a partir das necessidades institucionais e que orienta a política de 
desenvolvimento de pessoal; e VI – usuários: pessoas ou coletividades internas ou externas à Instituição 
Federal de Ensino que usufruem direta ou indiretamente dos serviços por ela prestados, exclusivamente. 

 

20 

O Decreto nº 9.094, de 17 de julho de 2017, dispõe sobre a simplificação do atendimento prestado aos 
usuários dos serviços públicos, ratifica a dispensa do reconhecimento de firma e da autenticação em 
documentos produzidos no País e institui a Carta de Serviços ao Usuário. No atendimento aos usuários dos 
serviços públicos, os órgãos e as entidades do Poder Executivo federal observarão as seguintes práticas: 

 

(A)  I – gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania, nos termos da Lei nº 9.265, de 12 de fevereiro 

de 1996; II – padronização de procedimentos referentes à utilização de formulários, guias e outros 
documentos congêneres; e III – vedação de recusa de recebimento de requerimentos pelos serviços de 
protocolo, exceto quando o órgão ou a entidade for manifestamente incompetente. 

(B)  I – gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania, nos termos da Lei nº 9.265, de 12 de fevereiro 

de 1996; e II – padronização de procedimentos referentes à utilização de formulários, guias e outros 
documentos, exclusivamente. 

(C)  I – gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania, nos termos da Lei nº 9.265, de 12 de fevereiro 

de 1996; e II – vedação de recusa de recebimento de requerimentos pelos serviços de protocolo, exceto 
quando o órgão ou a entidade for manifestamente incompetente, exclusivamente. 

(D)  I – padronização de procedimentos referentes à utilização de formulários, guias e outros documentos; e II – 

vedação de recusa de recebimento de requerimentos pelos serviços de protocolo, exceto quando o órgão ou 
a entidade for manifestamente incompetente, exclusivamente. 

(E)  I – gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania, nos termos da Lei nº 9.265, de 12 de fevereiro 

de 1996; II – sem a necessidade de padronização de procedimentos referentes à utilização de formulários, 
guias e outros documentos; e III – vedação de recusa de recebimento de requerimentos pelos serviços de 
protocolo, exceto quando o órgão ou a entidade for manifestamente incompetente. 

 
 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 

 

21

 

Dois veículos colidem de modo completamente inelástico (permanecem unidos após a colisão), passando a 
deslizar juntos. O módulo da velocidade final, V, do conjunto, se um veículo tem  800 kg  e  velocidade  de  
50 km/h de oeste para leste, enquanto que o outro possui 500 kg e velocidade igual a 80 km/h de sul para 
norte, é 

 

(A) (300.√2)/11 km/h. 

(B) (400.√2)/13 km/h. 

(C) (100.√3)/9 km/h. 

(D) (400.√3)/17 km/h. 

(E) (200.√5)/7 km/h. 

 

22

 

Uma viatura policial P encontra-se a 800 m a leste da origem de um eixo cartesiano e se move em direção à 
origem (de leste para oeste), com 80 km/h. Neste mesmo instante, um motorista M encontra-se a 600 m a 
norte da origem e se move em direção a esta (de norte para sul), com 60 km/h. Para este instante, a velocidade 
do motorista M, tal como vista pela viatura policial P, é 

 

(A)  95 km/h na direção sul. 

(B)  95 km/h na direção norte. 

(C)  100 km/h na direção sudeste. 

(D)  100 km/h na direção noroeste. 

(E)  105 km/h na direção nordeste. 

 

23

 

Um helicóptero militar com massa M transporta uma carga com massa m para baixo, com aceleração a
Sendo g a aceleração da gravidade no local, a força de empuxo nas hélices do helicóptero vale 

 

(A)  (M+m).(g-a). 

(B)  (M-m).(g-a). 

(C)  (M+m.(g+a). 

(D)  (M-m).(g+a). 

(E)  (M+m).(g/a). 

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10 

 

24

 

A bobina mostrada na figura abaixo possui 4,00 kg de massa e raio de giração k

O

 = 0,30 m. Se o bloco A de 

5,00 kg é liberado a partir do repouso, o valor da energia cinética total do sistema mecânico no instante em 
que a bobina possuir velocidade angular de 5,00 rad/s (a massa da corda é negligenciável) é 

 

(A) 6,50 

J. 

(B) 8,00 

J. 

(C) 7,50 

J. 

(D) 7,00 

J. 

(E) 8,50 

J. 

 

 

25

 

Um dos passos para se projetar um vaso de pressão consiste em determinar a pressão exercida pelo fluido 
em suas superfícies. Em um tanque esférico de 10 m de diâmetro utilizado para armazenar gás butano, no 
estado líquido, densidade de aproximadamente 556 kg/m³, com pressão na superfície livre  do  líquido  de 
100 kPa (adotar aceleração gravitacional 10m/s²), a pressão no fundo do tanque é 

 

(A) 44,4 

kPa. 

(B) 155,6 

kPa. 

(C) 100 

kPa. 

(D) 444 

kPa. 

(E) 1556 

kPa. 

 

26

 

Em um sistema constituído de um gás contido num conjunto cilindro-êmbolo, aplica-se uma pressão inicial no 
gás de 100kPa, ao mesmo tempo em que seu volume é 0,02 m³. Durante o processo, coloca-se um bico de 
Bunsen embaixo do cilindro, permitindo o aumento do volume do gás para 0,2 m³ à pressão constante. 
Durante este processo, o trabalho realizado pelo sistema é 

 

(A) 22,0 

kJ. 

(B) 1,8 

kJ. 

(C) 2,2 

kJ. 

(D) 18,0 

kJ. 

(E) -22,0 

kJ. 

 

27

 

Num misturador de duas entradas e uma saída, a primeira entrada admite água (densidade 1000 kg/m³ e 
vazão 5,0 l/s) e a segunda entrada admite óleo (densidade 800 kg/m³ e vazão 2,0 l/s). A mistura homogênea 
formada sai do misturador por um tubo de seção transversal de 10 cm² de área. Nestas condições, a 
velocidade da mistura na seção transversal do tubo de saída em (m/s) é 

 

(A) 1,8. 

(B) 6,6. 

(C) 0,66. 

(D) 0,7. 

(E) 7,0. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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11 

 

28

 

Em um sistema hidráulico residencial escoa água através de 10 m de um tubo “A” de 10 mm de diâmetro e 
em um outro tubo “B” de 20 m de 20 mm de diâmetro. Considerando que os tubos são de paredes lisas e que 
o número de Reynolds é igual para os dois escoamentos, a razão entre as perdas de carga para os tubos “A” 
e “B” é 

 

(A) 4,0. 

(B) 40. 

(C) 1,0. 

(D) 10. 

(E) 2,0. 

 

29

 

Dobrando apenas a espessura de uma parede de alvenaria, sua resistência térmica de condução será 

 

(A)  igual à anterior. 

(B)  metade da anterior. 

(C)  o triplo da anterior. 

(D)  o dobro da anterior. 

(E)  um terço da anterior. 

 

30

 

Em se tratando de chavetas em elementos de máquina, considere as afirmativas seguintes. 

 

Chaveta é um elemento mecânico de fixação que se interpõe entre um eixo e uma peça, tendo por 
finalidade ligar dois elementos mecânicos. 

II 

As chavetas se classificam em chavetas de cunha, chavetas paralelas e chavetas de disco. 

III 

As chavetas longitudinais do tipo meia-cana possuem base côncava (mesmo raio do eixo), 
necessitando de um rasgo no eixo para sua fixação. 

IV 

As chavetas de cunha classificam-se em longitudinais e transversais. 

 

Estão corretas 

 

(A)  I e II, somente. 

(B)  I, II e III, somente. 

(C)  I, II e IV, somente. 

(D)  I, III e IV, somente. 

(E)  II, III e IV, somente. 

 

31

 

Em uma embarcação, um eixo maciço de 30 mm de diâmetro é usado para transmitir 60,75 kW de potência. 
A velocidade de rotação do eixo, para que a tensão de cisalhamento não exceda 100 Mpa, é 

 

(A) 1200 

RPM. 

(B) 1300 

RPM. 

(C) 1400 

RPM. 

(D) 1500 

RPM. 

(E) 1600 

RPM. 

 

32

 

A propriedade mecânica que representa a capacidade de absorção de energia durante o regime de 
deformação exclusivamente elástica é 

 

(A) resiliência. 

(B) elasticidade. 

(C) tenacidade. 

(D) ductilidade. 

(E) fragilidade. 

 
 
 
 
 
 
 
 

Adotar (

 = 3).

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12 

 

33

 

Ao analisar uma curva tensão-deformação, é importante atentar para determinados conceitos, Quanto a esses 
conceitos, considere os itens seguintes. 

 

Limite de elasticidade (LE): tensão máxima em que a deformação ainda é reversível (elástica). 

II 

Módulo de resiliência: máxima energia de deformação que um material pode absorver por unidade de 
volume de material sem ocorrer deformação plástica (inclui todo o regime elástico, e apenas ele). É 
proporcional à área do gráfico na porção elástica da curva: (LE x deformação) /2. 

III 

Tensão máxima: máxima tensão calculada (força sobre área da seção transversal inicial), suportada 
pelo material antes da fratura. 

IV 

A tensão de escoamento é sempre maior do que a tensão de ruptura para materiais frágeis. 

 

Estão corretos 

 

(A)  I e II, somente. 

(B)  I, II e III, somente. 

(C)  I, II e IV, somente. 

(D)  I, III e IV, somente. 

(E)  II, III e IV, somente. 

 

34

 

O tratamento de superfícies tem por objetivo impedir que a estrutura passe pelo processo de corrosão, seja 
qual for o ambiente em que ela esteja exposta. Em relação à utilização dos tipos de tratamentos de superfícies, 
considere as afirmativas seguintes. 

 

O polimento faz parte de um processo eletroquímico de materiais metálicos. 

II 

PINTURA: o objetivo da aplicação de pintura sobre uma superfície é aumentar a durabilidade da 
estrutura, impedindo o processo de corrosão. 

III 

As maneiras de se proteger o aço contra corrosão se dão através de revestimentos orgânicos – 
PINTURAS e revestimentos metálicos – GALVANIZAÇÃO. 

IV 

A anodização decorativa é o processo de anodização em que um acabamento decorativo ou uma 
aparência agradável esteticamente é a característica principal e é um tipo de tratamento eletroquímico. 

 

Estão corretas 

 

(A)  I e II, somente. 

(B)  I, II e III, somente. 

(C)  I, II e IV, somente. 

(D)  I, III e IV, somente. 

(E)  II, III e IV, somente. 
 

35

 

Em relação ao balanceamento e desbalanceamento de rotores, considere as afirmativas seguintes. 

 

O desbalanceamento ocorre devido à distribuição assimétrica de massa em torno do eixo de rotação, 
sendo classificado como estático, dinâmico ou combinado. 

II 

O rotor é considerado flexível quando apresenta deformação que não pode ser desprezada, o que 
ocorre quando ele opera a uma velocidade de rotação maior ou igual a 70% da primeira velocidade 
crítica (frequência de ressonância) e, neste caso, necessita de N+2 planos de correção, sendo N o 
número de velocidades críticas acima do qual o rotor opera. 

III 

O balanceamento estático é realizado em rotores com rotação de até 1000 rpm, cuja configuração do 
rotor é (L/D > 0,5). 

IV 

A medição da vibração é realizada por sensores de proximidades posicionados ao longo do 
comprimento do eixo. 

 

Estão corretas 

 

(A)  I e II, somente. 

(B)  I, II e III, somente. 

(C)  I, II e IV, somente. 

(D)  I, III e IV, somente. 

(E)  II, III e IV, somente. 

 
 
 
 
 
 

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13 

 

36

 

Um motor elétrico tem massa 200 kg, está fixado em uma base elástica com quatro molas de 5000 N/m e 
vibra em ressonância na velocidade de operação. O projeto de um absorvedor dinâmico de vibração (ADV) 
para reduzir a amplitude vibratória do motor na condição especificada fornece uma massa e rigidez 
equivalentes de 

 

(A)  40 kg e 4000 N/m. 

(B)  40 kg e 400 N/m. 

(C)  40 kg e 1000 N/m. 

(D)  200 kg e 5000N/m. 

(E)  200 kg e 20000N/m. 

 

37

 

Um gerador de energia elétrica tem massa 50 kg e fornece uma tensão alternada de 127 V na velocidade de 
rotação de 200 rpm. Se o gerador for montado sobre uma fundação  elástica  de  rigidez  equivalente  de  
5000 N/m e amortecimento desprezível, o isolamento percentual da vibração nestas condições será 

 

(A) 33,3%. 

(B) 3,33%. 

(C) 6,67%. 

(D) 66,7%. 

(E) 0,667%. 
 

38

 

Em uma usina hidrelétrica, em todos os hidrogeradores, a vibração nos mancais guias é monitorada 
permanentemente com uso de acelerômetros fixados na posição radial e axial. Nesta situação, analisadores 
de vibração são utilizados em conjunto com os acelerômetros fornecendo a resposta vibratória no domínio da 
frequência e armazenando em banco de dados específicos, informando os períodos de operação e os 
intervalos de tempo de manutenção, de modo a melhor programar a correção de eventuais problemas. 

 

Na situação hipotética descrita, está caracterizada a configuração da 

 

(A)  manutenção produtiva total. 

(B) manutenção 

preventiva. 

(C) manutenção 

preditiva. 

(D) qualidade 

total. 

(E) manutenção 

detectiva. 

 

39

 

Para determinar a massa de um bloco, utiliza-se um sistema massa-mola de 1 GDL  de  frequência  natural  
2 Hz e massa 1 kg. Fixa-se o bloco de massa desconhecida no sistema massa-mola e a frequência natural 
do sistema passa a ser 1 Hz. Nesta situação, a massa do bloco é 

 

(A) 1 

kg. 

(B) 2 

kg. 

(C) 3 

kg. 

(D) 4 

kg. 

(E) 5 

kg. 

 

40

 

Em relação aos tipos e ao uso de paquímetros, considere as afirmativas seguintes. 

 

O paquímetro universal é usado para medições internas, externas, de profundidade e de ressaltos. 
Trata-se do tipo mais usado. 

II 

O paquímetro com bico móvel (basculante) é empregado para medir peças cônicas ou peças com 
rebaixos de diâmetros diferentes. 

III 

O paquímetro duplo é usado para medir dentes de engrenagem. 

IV 

O paquímetro de profundidade é usado para medir a profundidade de furos não vazados, rasgos, 
rebaixos etc. Esse tipo de paquímetro pode apresentar haste simples ou haste com gancho. 

 

Estão corretas 

 

(A)  I e II, somente. 

(B)  II e III, somente. 

(C)  I, II e IV, somente. 

(D)  I, III e IV, somente. 

(E)  I, II, III e IV. 

Adotar a relação entre a massa equivalente do ADV 

e a massa do motor igual a 0,2. 

Adotar (

 = 3). 

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14 

 

41

 

Os motores monofásicos podem ser de dois, quatro ou seis terminais. No caso de dois terminais, não há 
possibilidade de inversão do seu sentido de rotação, pois tem somente (L1) fase e (N) neutro. No caso de 
haver quatro terminais, o enrolamento é dividido em duas partes iguais. É possível ligar este motor a duas 
tensões (110/220), mas não é possível inverter o sentido de rotação, como se observar nas figuras 01 e 02 
abaixo. 

 

                                             Figura 01 

                Figura 02 

 

Para um motor de quatro terminais, conforme Figuras 01 e 02, analise as afirmativas seguintes. 

 

Na Figura 01, o enrolamento está conectado em série para ligação em 110 V. 

II 

Na Figura 01, o enrolamento de maior impedância está conectado para ligação em 220 V. 

III 

Na Figura 02, os enrolamentos estão conectados em paralelo para ligação em 110 V. 

IV 

Na Figura 02, o enrolamento de menor impedância está conectado para ligação em 220 V. 

 

Estão corretas 

 

(A)  I e II, somente. 

(B)  II e III, somente. 

(C)  I, II e IV, somente. 

(D)  I, III e IV, somente. 

(E)  II, III e IV, somente. 
 
42  
A lubrificação de mancais e rolamentos com a utilização de graxa depende de características como 

 

(A) altas 

temperaturas. 

(B)  altas velocidades de rotação e baixas temperaturas. 

(C)  baixas velocidades de rotação e baixas temperaturas. 

(D)  altas velocidades de rotação. 

(E)  baixas velocidades de rotação e altas temperaturas. 
 

43

 

Considere as características seguintes. 

 

Equipamento industrial utilizado para transporte e movimentação de materiais. 

II 

Dispositivo de sustentação de carga, permite a movimentação e o deslocamento de materiais tanto no 
sentido horizontal quanto vertical. 

III 

Seu custo e manutenção são elevados. 

 

As características acima referem-se ao equipamento de transporte denominado 

 

(A) talha. 

(B) elevador. 

(C) correa 

transportadora. 

(D) ponte 

rolante. 

(E) empilhadeira. 
 

44

  Uma das características dos trocadores de calor de placa aletada é a 

 

(A)  operação em alta pressão. 

(B)  aplicação nas trocas de gás para gás, porém à baixa pressão, que não ultrapassem cerca de 10 atm (isto é, 

1.000 kPa). 

(C)  operação em extremo domínio de temperaturas e de pressões. 

(D)  facilidade de fabricação e o custo relativamente baixo, que constituem a principal razão para seu emprego 

disseminado nas aplicações de engenharia. 

(E)  construção por meio de dois tubos, um inserido dentro do outro, concentricamente, formando dois espaços 

de escoamento, um por dentro do tubo interno e outro pelo espaço anular entre os tubos interno e externo. 

 

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15 

 

45

 

A troca de óleo de um automóvel a cada seis meses ou a cada 10.000 km rodados, o que atingir primeiro, é 
característica da manutenção 

 

(A) corretiva. 

(B) produtiva 

total. 

(C) preventiva. 

(D) preditiva. 

(E)  centrada na confiabilidade. 
 

46

 

Quanto ao que determina o processo de licitação estabelecido pela Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, 
considere as afirmativas seguintes. 

 

Normas gerais sobre licitações e contratos administrativos pertinentes a obras, serviços, inclusive de 
publicidade, compras, alienações e locações no âmbito dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito 
Federal e dos Municípios. 

II 

O Art. 3º sofreu alteração em 2010. 

III 

No Art. 3º, a licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a 
seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional 
sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da 
legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade 
administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são 
correlatos. 

IV 

O Art. 3º não sofreu alteração. 

 

Estão corretas 

 

(A)  I e II, somente. 

(B)  II e III, somente. 

(C)  I, III e IV, somente. 

(D)  I, II e III, somente. 

(E)  III e IV, somente. 
 

47

  Oberve a figura abaixo. 

 

 

 

A Figura apresenta bombas hidráulicas classificadas como 

 

(A)  hidrodinâmicas (deslocamento não positivo que produz fluxo pulsante). 

(B)  hidrostáticas (deslocamento não positivo que produz fluxo pulsante). 

(C)  hidrodinâmicas (deslocamento não positivo que produz fluxo contínuo). 

(D)  hidrostáticas (deslocamento positivo que produz fluxo pulsante). 

(E)  hidrodinâmicas (deslocamento positivo que produz fluxo contínuo). 

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16 

 

48

 

Em relação à transmissão de torque e de movimento por engrenagens, é correto afirmar: 

 

(A)  Em trens de engrenagens simples, uma das engrenagens é linear. 

(B)  Trens de engrenagens compostos se caracterizam por possuir mais de uma engrenagem por eixo. 

(C)  A Transmissão Continuamente Variável (CVT) convencional é composta por trens de engrenagens 

planetários, que são responsáveis por variar a razão de velocidade continuamente. 

(D)  Trens de engrenagens planetária possuem 1 GDL. 

(E)  Engrenagens cônicas são usadas para a transmissão entre eixos paralelos entre si. 
 

49

 

Considere   um   sistema   de   coordenadas   cartesianas   tridimensional  (x; y; z),  com  origem  no  ponto  
O = (0 m; 0 m; 0 m). Uma força com módulo 700 N aponta de O para B = (-2 m; -3 m; 6 m). O componente y 
da força é 

 

(A) 200 

N. 

(B) -300 

N. 

(C) -100 

N. 

(D) 600 

N. 

(E) -50 

N. 

 

50

 

Considere uma viga horizontal, uniforme, com comprimento de 7 m, peso próprio igual a 1000 N e espessura 
desprezível. Se a viga encontra-se engastada, e a 3 m do engaste age uma força vertical para  baixo  de  
1500 N, então a reação de momento no engaste vale (em kN.m) 

 

(A) 6,500. 

(B) 7,000. 

(C) 7,500. 

(D) 8,000. 

(E) 8,500.