Prova Concurso - Pedagogia - INSPETOR ESCOLAR - COSEAC - PREFEITURA - 2018

Prova - Pedagogia - INSPETOR ESCOLAR - COSEAC - PREFEITURA - 2018

Detalhes

Profissão: Pedagogia
Cargo: INSPETOR ESCOLAR
Órgão: PREFEITURA
Banca: COSEAC
Ano: 2018
Nível: Superior

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PEDAGOGOEBSERH2018

Gabarito

coseac-2018-prefeitura-de-marica-rj-inspetor-escolar-gabarito.pdf-html.html

               

UFF - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE 

         COSEAC - COORDENAÇÃO DE SELEÇÃO ACADÊMICA 
                 PMM - PREFEITURA MUNICIPAL DE MARICÁ 
    CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DA  
                       PREFEITURA MUNICIPAL DE MARICÁ 
                                         EDITAL N

O

 1/2018 

 

GABARITO 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Prof. Luiz Antonio dos Santos Cruz 

Coordenador Geral da COSEAC/UFF 

 

 

Cargo: 

INSPETOR ESCOLAR

 

NÍVEL: 

SUPERIOR I 

Tópico: 

Língua 

Portuguesa 

Tópico: Raciocínio 

Lógico e Noções 

de Informática 

Tópico: Conhecimentos  

Específicos 

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TIPO DE PROVA 

Prova

coseac-2018-prefeitura-de-marica-rj-inspetor-escolar-prova.pdf-html.html

 

 

 

UFF - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE 

COSEAC - COORDENAÇÃO DE SELEÇÃO ACADÊMICA 

PMM - PREFEITURA MUNICIPAL DE MARICÁ 

CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE CARGOS DA  

PREFEITURA MUNICIPAL DE MARICÁ 

EDITAL N

O

 1/2018 

 

Leia atentamente todas as informações da Capa do Caderno de Questões antes de começar a Prova. 

 

 
 

 

De acordo com o subitem 7.15.13 do Edital, cabe ao candidato conferir se a letra do TIPO DE 

PROVA  constante  em  seu  Cartão  de  Respostas  corresponde  a  letra  do  TIPO  DE  PROVA 

desse Caderno de Questões recebido. Caso haja qualquer divergência, o candidato deverá, 

imediatamente, informar ao Fiscal de Sala e solicitar a substituição do Caderno de Questões. 

O  Cartão  de  Respostas  será  corrigido  de  acordo  com  o  gabarito  do  TIPO  DE  PROVA 

constante no seu Cartão de Respostas. 

 

Cargo: 

INSPETOR ESCOLAR

 

NÍVEL: 

SUPERIOR I 

 

CADERNO DE QUESTÕES 

 

Instruções ao candidato 

(Parte integrante do Edital 

– subitem 13.2) 

 

 

Ao  receber  este  Caderno  de  Questões,  confira  se  o  cargo  indicado  é  aquele  para  o  qual  você  está 
concorrendo, se não for notifique imediatamente ao Fiscal. Você será responsável pelas consequências se 
fizer a Prova para um cargo diferente daquele a que concorre. 

 

Além deste Caderno de Questões, você deverá ter recebido o Cartão de Respostas e a Folha da Prova 
Dissertativa

 

Verifique  se  constam  deste  Caderno,  de  forma  legível,  50  questões  objetivas,  a  proposta  da  Prova 
Dissertativa
 e espaços para rascunho. Caso contrário, notifique imediatamente ao Fiscal. 

 

Confira seus dados com os que aparecem no Cartão de Respostas e na Folha da Prova Dissertativa. Se 
eles  estiverem  corretos,  assine  o  Cartão  de  Respostas  e  leia  atentamente  as  instruções  para  seu 
preenchimento. Caso contrário, notifique imediatamente ao Fiscal. 

 

Em  hipótese  alguma  haverá  substituição  do  Caderno  de  Questões,  do  Cartão  de  Respostas  ou  da         
Folha da Prova Dissertativa se você cometer erros ou rasuras durante a prova. 

 

Sob pena de eliminação do concurso, não é permitido fazer uso de instrumentos auxiliares para cálculos ou 
desenhos,  ou  portar  qualquer  material  que  sirva  de  consulta  ou  comunicação.  Da  mesma  forma,  não  é 
permitido fazer registros na Folha da Prova Dissertativa que possibilite a identificação do candidato. 

   A Folha da Prova Dissertativa será desidentificada pelo Fiscal na sua presença. 

 

Cada questão objetiva apresenta cinco opções de respostas, sendo apenas uma delas a correta. No   Cartão 
de  Respostas
,  para  cada  questão,  assinale  apenas  uma  opção,  pois  será  atribuída  pontuação  zero  à 
questão da Prova que contiver mais de uma ou nenhuma opção assinalada, emenda ou rasura. 

 

O  tempo  disponível  para  você  fazer  esta  Prova  (Prova  Objetiva  e  Prova  Dissertativa),  incluindo  o 
preenchimento do Cartão de Respostas, é de quatro horas e trinta minutos. 

 

Colabore com o Fiscal, na coleta da impressão digital. 

 

Use  somente  caneta  esferográfica  de  corpo  transparente  e  de  ponta  média  com  tinta  azul  ou  preta  para 
preencher o Cartão de Respostas e fazer a Prova Dissertativa. Não é permitido uso de lápis mesmo que 
para rascunho. 

 

Terminando a prova, entregue ao Fiscal o Cartão de Respostas assinado e a Folha da Prova Dissertativa
A não entrega desse material implicará a sua eliminação no Concurso. 

 

Somente será permitido na última hora que antecede ao término da Prova levar o Caderno de Questões

Após o aviso para o início da prova, você deverá permanecer no local 

de realização da mesma por, no mínimo, noventa minutos.

 

TIPO DE PROVA 

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TÓPICO: Língua Portuguesa 

 

Texto 1 

 

A MISSA DO COUPÉ 

Machado de Assis 

 

“Na  Igreja  de  São  Domingos  diz-se  hoje  uma 

missa por alma de João de Melo, falecido em Maricá.

” 

Não  se  sabendo  quem  mandava  dizer  a  missa, 

ninguém  lá  foi.  A  igreja  escolhida  deu  ainda  menos 
relevo  ao  ato;  não  era  vistosa,  nem  buscada,  mas 
velhota, sem galas nem  gente, metida ao canto  de um 
pequeno largo, adequada à missa recôndita e anônima. 

Às  oito  horas  parou  um  coupé  à  porta;  o  lacaio 

desceu, abriu a portinhola, desbarretou-se e perfilou-se. 
Saiu um senhor e deu a mão a uma senhora, a senhora 
saiu  e  tomou  o  braço  ao  senhor,  atravessaram  o 
pedacinho  de  largo  e  entraram  na  igreja.  Na  sacristia  
era  tudo  espanto.  A  alma  que  a  tais  sítios  atraíra  um    
carro de luxo, cavalos de raça, e duas pessoas tão finas                   
não  seria  como  as  outras  almas  ali  sufragadas.  A       
missa  foi  ouvida  sem  pêsames  nem  lágrimas.  Quando 
acabou,  o  senhor  foi  à  sacristia  dar  as  espórtulas.  O 
sacristão,  agasalhando  na  algibeira  a  nota  de  dez       
mil-réis  que  recebeu,  achou  que  ela  provava  a 
sublimidade do defunto; mas que defunto era esse? O 
mesmo  pensaria  a  caixa  das  almas,  se  pensasse, 
quando  a  luva  da  senhora  deixou  cair  dentro  uma 
pratinha de cinco tostões. Já então havia na igreja meia 
dúzia  de  crianças  maltrapilhas,  e,  fora,  alguma  gente  às 
portas  e  no  largo,  esperando.  O  senhor,  chegando  à 
porta, relanceou os olhos, ainda que vagamente, e viu 
que era objeto de curiosidade. A senhora trazia os seus 
no  chão.  E  os  dois  entraram  no  carro,  com  o  mesmo 
gesto, o lacaio bateu a portinhola e partiram. 

A gente local não falou de outra coisa naquele e 

nos dias seguintes. Sacristão  e  vizinhos relembravam  
o coupé, com orgulho. Era a missa do coupé. As outras 
missas  vieram  vindo,  todas  a  pé,  algumas  de  sapato 
roto,  não  raras  descalças,  capinhas  velhas,  morins 
estragados,  missas  de  chita,  ao  domingo,  missas  de 
tamancos.  Tudo  voltou  ao  costume,  mas  a  missa  do 
coupé viveu na memória por muitos meses. Afinal não 
se falou mais nela; esqueceu como um baile. 

 

ASSIS, Machado de. Esaú e Jacó. São Paulo: Editora  

Globo, 1997, p. 10. 

 
Glossário: 
Coupé (ou cupê) 

– Carruagem ou carro de duas portas. 

Desbarretar 

– Retirar o barrete ou o chapéu. 

Espórtula 

– Esmola. 

 
 

01  

O trecho do romance Esaú e Jacó, de Machado 

de Assis, tem como objetivo: 

 

(A) 

narrar um episódio marcado pela diferença social. 

(B) 

opinar contra o hábito do prejulgamento. 

(C) 

descrever o falecimento de um homem importante. 

(D) 

dissertar sobre as missas por alma. 

(E) 

exortar a elegância da classe abastada. 
 

 
 
 

02  

Em “E os dois entraram no carro, com o mesmo 

gesto,  o  lacaio  bateu  a  portinhola  e  partiram.

”                

(linhas 28-29

), “o mesmo gesto” se refere a: 

 

(A) 

“A senhora trazia os seus no chão.” (linhas 27-28) 

(B) 

“O senhor, chegando à porta, relanceou os olhos, 
a

inda que vagamente...” (linhas 25-26) 

(C) 

 

“...o  lacaio  desceu,  abriu  a  portinhola, 

desbarretou-se e perfilou-

se.” (linhas 8-9) 

(D) 

 

“...a  luva  da  senhora  deixou  cair  dentro  uma 

prati

nha de cinco tostões.” (linhas 22-23) 

(E) 

“Saiu um senhor e deu a mão a uma senhora...” 
(linha 10) 

 
 
03
  

De  acordo  com  o  texto,  em  “O  sacristão, 

agasalhando  na  algibeira  a  nota  de  dez  mil-réis  que 
recebeu,  achou  que  ela  provava  a  sublimidade  do 
defunto...

”, (linhas 17-20) “sublimidade” significa:  

 

(A) 

espiritualidade. 

(B) 

ostracismo. 

(C) 

passamento. 

(D) 

altruísmo. 

(E) 

prestígio. 

 
 
04  

“Coupé”,  “dez  mil-réis”,  “cinco  tostões”,  “lacaio” 

constituem  um  léxico  que  comprova  a  variação 
linguística entre: 

 

(A) 

regiões. 

(B) 

gerações. 

(C) 

níveis sociais. 

(D) 

fala e escrita. 

(E) 

situações de fala.  

 
 

05  

Entre  as  partes  do  período 

“Não  se  sabendo 

quem mandava dizer a missa

” e “ninguém lá foi” (linhas 

3-4), há, respectivamente, uma relação de:    

 

(A) 

causa e condição. 

(B) 

consequência e causa. 

(C) 

condição e causa. 

(D) 

consequência e condição. 

(E) 

causa e consequência. 

 
06  

Marque  a  opção  em  que  as  palavras  são 

acentuadas pela mesma regra.   

(A) 

memória 

– sítios.  

(B) 

pé 

– pêsames.  

(C) 

Esaú 

– ninguém. 

(D) 

lá 

– à. 

(E) 

atraíra 

– lágrimas. 

 

 

 

 

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25 

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35 

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07  

Em  termos  morfológicos,  todas  as  opções  a 

seguir  apresentam  palavras  no  grau  diminutivo, 
EXCETO a seguinte: 

(A) 

velhota. (linha 6) 

(B) 

pequeno. (linha 7) 

(C) 

pedacinho. (linha 12) 

(D) 

pratinha. (linha 23) 

(E) 

portinhola. (linha 29) 

 
 
Texto 2 

PADRE ANCHIETA 

 

A  história  do  Padre  José  de  Anchieta  (1534 

– 

1597), canonizado pelo Papa Francisco no Vaticano, tem 
um breve e marcante episódio na cidade de Maricá. 

Em 1584, o padre considerado Apóstolo do Brasil 

e  Fundador  Histórico  de  Maricá  realizou  a  chamada 
‘Pesca Miraculosa’ ou ‘Pesca Milagrosa’ na Lagoa de 
Maricá, mais precisamente na localidade de Araçatiba, 
junto  com  índios  nativos  da  região.  Ele  também   
realizou uma catequização. 

Na  pesca  miraculosa,  o  Padre  José  de   

Anchieta,  que  passou  a  se  chamar  São  José  do 
Anchieta  após  a  sua  canonização,  antecipava  aos 
índios  quais  peixes  eles  trariam  ao  barco  em 
determinada região da Lagoa de Maricá. 

A  pescaria  foi  tão  abundante  e  variada  que  a   

praia se abarrotou de homens, que eram poucos para a 
salga  de  tantos  peixes.  Uma  estátua  do  padre  foi 
colocada  no  local  em  1997,  quando  se  completaram   
400 anos de sua morte, porém, pouco tempo depois foi 
roubada e até hoje não se conhece o seu paradeiro. 

O  local  da  primeira  missa  realizada  por  ele    

ainda  é  lembrado,  porém,  com  muita  vegetação  e 
pouca  informação  de  que  aquele  lugar  é  histórico  no 
município.  Muitos  moradores  sequer  sabem  o 
significado  da  cruz  afixada  para  demarcar  o  local  da 
primeira missa celebrada na cidade de Maricá. 
 

Adaptado. Fonte: http://maricainfo.com/2014/04/02/marica-padre-

jose-de-anchieta-e-a-pesca-miraculosa.html  . 

Acesso em 18 jul 2018. 

 
08  

A  breve  biografia  de  Padre  Anchieta  apresenta 

como recurso de impessoalização bastante produtivo: 
 

(A) 

o  sujeito  oculto:  “...pouco  tempo  depois  foi 
roubada...” (linhas 19-20) 

(B) 

a  substituição  por  pronome:  “Ele  também 
realizou uma 

catequização.” (linhas 8-9) 

(C) 

o  emprego  de  oração  reduzida:  “...canonizado 
pelo Papa Fr

ancisco no Vaticano...” (linha 2) 

(D) 

a  voz  passiva:  “Uma  estátua  do  padre  foi 
colocada no local em 1997...

” (linhas 17-18) 

(E) 

o  uso  de  pronome  indefinido:  “...pouca 
informação  de  que  aquele  lugar  é  histórico  no 
município

.” (linhas 23-24) 

 
 
 
 

09  

“O local da primeira missa realizada por ele ainda 

é  lembrado,  porém,  com  muita  vegetação  e  pouca 
informação  de  que  aquele  lugar  é  histórico  no 
município

”  (linhas  21-24).  Em  relação  à  informação 

precedente, o conectivo sublinhado: 
 

(A) 

indica uma ideia alternativa. 

(B) 

apresenta uma ideia explicativa. 

(C) 

introduz uma ideia conclusiva. 

(D) 

soma uma ideia de mesma orientação discursiva. 

(E) 

anuncia uma ideia contrária à expectativa criada. 

 
 
10  

O  termo  sublinhado  em  “Muitos  moradores 

sequer  sabem  o  significado  da  cruz  afixada  para 
demarcar o local da primeira missa celebrada na cidade 
de Maricá.

” (linhas 24-26) tem valor: 

 

(A) 

adjetivo. 

(B) 

adverbial. 

(C) 

conjuntivo. 

(D) 

pronominal. 

(E) 

preposicional. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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TÓPICO: Raciocínio Lógico e Noções de Informática 
 
 
11
  

A  quantidade  de  siglas  com  quatro  letras 

distintas, formadas a partir das letras do conjunto 
{A, B, C, D, E, F}, é igual a: 
 

(A) 

360. 

(B) 

720. 

(C) 

1200. 

(D) 

1296. 

(E) 

1340. 

 
 
12  

O próximo número que completaria a sequência 

lógica 1, 4, 3, 16, 5, ..., é: 
 
(A) 

25. 

(B) 

36. 

(C) 

7. 

(D) 

49. 

(E) 

81. 

 
 
 
 
13 

Em  um  grupo  estão  reunidas  13  pessoas.  Das 

afirmações 

abaixo, 

única 

necessariamente 

verdadeira é: 
 
(A) 

pelo menos uma delas é estrangeira. 

(B) 

pelo menos duas delas são do sexo feminino. 

(C) 

pelo menos duas delas fazem aniversário no mesmo 
mês. 

(D) 

pelo menos uma delas nasceu em março. 

(E) 

pelo menos uma delas mede mais do que 1,60 m. 

 
14
  

A  negação  lógica  da  afirmação  condicional  “se 

Ana adoece, então Pedro fica triste” é: 
 
(A) 

se Ana não adoece, Pedro não fica triste. 

(B) 

se Ana adoece, então Pedro não fica triste. 

(C) 

Ana adoece ou Pedro não fica triste. 

(D) 

Ana adoece e Pedro não fica triste. 

(E) 

se Pedro fica triste, Ana adoece. 

 
 

15  

Um  grupo  de  500  estudantes  participa  de  uma 

pesquisa. 

Sabe-se 

que 

desses 

estudantes,                      

200  estudam  Física,  240  estudam  Matemática,                        
80  estudam  Matemática  e  Física.  Se  um  desses 
estudantes for sorteado, a probabilidade de que ele não 
estude Matemática e nem Física é: 
 
(A) 

14%. 

(B) 

28%. 

(C) 

36%. 

(D) 

45%. 

(E) 

50%. 
 
 

16  

Avalie  se  são  verdadeiras  (V)  ou  falsas  (F)  as 

afirmativas  a  seguir  sobre  o  sistema  operacional 
Windows 7. 
 
I  Para  acessar  pastas  compartilhadas  as  pessoas 

devem ter uma conta de usuário e uma senha. 

II  O  sistema  operacional  não  possui  um  assistente 

para configuração de rede sem fio. 

III  A conexão com a internet e o concentrador de rede 

são  elementos  opcionais  de  hardware  para 
funcionamento de uma rede ponto a ponto.  

 
As afirmativas I, II e III são, respectivamente: 
 
(A) 

V, F e V. 

(B) 

F, F e V. 

(C) 

V, F e F. 

(D) 

F, V e V. 

(E) 

V, V e V. 

 
 
17  

Suponha  que  você  digitou  COR??.*  na  caixa 

“pesquisar”  do  Windows  7.  Um  possível  resultado  da 
localização de arquivos será: 
 
(A) 

COR?BRANCO.txt. 

(B) 

CORAL.doc. 

(C) 

CONTENTE.wmf 

(D) 

COR??.bmp 

(E) 

CO*.gif. 

 
 
18  

Na  segurança  da  Informação  existe  um  tipo  de 

ataque  em  que  iscas  como  “mensagens  não 
solicitadas”  são  utilizadas  para  capturar  senhas  e 
dados  de  usuários  na  Internet.  Esse  ataque  é 
conhecido como: 
 
(A) 

spoofing. 

(B) 

hijacking. 

(C) 

engenharia social. 

(D) 

phishing. 

(E) 

cookies. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

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19  

Considere a seguinte planilha no MS Excel 2016: 

 

Na planilha supracitada, as células D1, D2, D3, D4, E1, 
E2, E3 e E4 possuem, respectivamente, os  seguintes 
valores: 3, 20, 2, 4, 5, 12, 6 e 1. Ao se executar na célula 
E5 a fórmula =$D1-E2+D2, o MS Excel retornará: 
 
(A) 

1. 

(B) 

29. 

(C) 

0. 

(D) 

32. 

(E) 

11. 

 
 
20  

No  MS  Word  2016,  o  recurso  para  fazer  a 

contagem de parágrafos em um texto digitado é: 
 
(A) 

pincel de formatação. 

(B) 

ortografia e gramática. 

(C) 

contagem de palavras. 

(D) 

estrutura de tópicos. 

(E) 

referência cruzada. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Espaço reserva do para rascunho 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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TÓPICO: Conhecimentos Específicos 

21  

“A Educação, no seu verdadeiro sentido, não se 

faz  sem  autoridade,  pois  o  educando  precisa  do 
referencial  do  educador  a  fim  de  ter  base  para  a 
construção do seu próprio referencial. Muitas vezes, o 
professor  não  consegue  disciplina  porque  não  tem 
autoridade  diante  dos  alunos.  Normalmente,  o 
professor  fica  esperando  que  o  aluno  traga 
‘reconhecimento  natural’  para  com  a  sua  pessoa. 
Atualmente,  esse  tratamento  de  respeito  tem  que  ser 
conquistado pelo professor.” 
(Celso Vasconcellos) 

Para tanto, o professor precisa exercer sua autoridade 
nos domínios: 

(A) 

da intelectualidade, da ética, do profissionalismo 
e das relações humanas. 

(B) 

da afetividade, da legalidade, da espontaneidade 
e da liderança. 

(C) 

da autenticidade,  da ousadia, da honestidade e 
da sabedoria. 

(D) 

da  coragem,  da  sinceridade,  do  amor  próprio  e 
do temperamento. 

(E) 

da moralidade, da lealdade, da espiritualidade e 
da amizade. 
 

22  

Existem,  basicamente,  duas  formas  de  se 

conseguir disciplina na sala de aula. Aparentemente, os 
resultados  são  os  mesmos,  mas  na  realidade  cada 
forma  utilizada  sistematicamente  acaba  deixando 
marcas  profundas  no  sujeito,  e  de  naturezas  bem 
diferentes. São elas: 

(A) 

por coação ou por convicção. 

(B) 

por sedução ou por ameaça. 

(C) 

por conquista ou por medo. 

(D) 

por constrangimento ou por raiva. 

(E) 

por respeito ou por barganha.  

 

23  

Há  necessidade  de  o  professor  perceber  que 

existem  dois  tipos  de  indisciplina.  Aquela  em  que  o 
aluno  faz  bagunça  e  aquela  em  que  o  professor  até 
consegue  o  silêncio,  mas  não  a  interação  com  os 
alunos.  Ter  uma  proposta  adequada  de  trabalho, 
vinculada às reais necessidades dos alunos, colabora 
de  maneira  fundamental  para  o  convívio  saudável  na 
sala de aula. 

Essa proposta deve estar baseada em: 

(A) 

desafios cognitivos e atividades psicomotoras. 

(B) 

interações pessoais e realizações artísticas. 

(C) 

conteúdo significativo e metodologia participativa. 

(D) 

dinâmicas de grupo e estudo dirigido. 

(E) 

projetos esportivos e recreação organizada. 

24  

Com  a  concepção  de  desenvolvimento  voltado 

para  o  bem-estar  do  homem  e  da  vida  social,  a 
Comissão Internacional sobre Educação para o século 
XXI,  organizada  pela  UNESCO,  definiu  os  quatro 
pilares básicos da educação para o atual milênio:  

(A) 

trabalho, empatia, cultura digital e cooperação. 

(B) 

meio ambiente, cultura, identidade e linguagem. 

(C) 

autoconhecimento, solidariedade, conhecimento 
e relações pessoais. 

(D) 

aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender 
a conviver e aprender a ser. 

(E) 

responsabilidade, cidadania, direitos humanos e 
sociedade. 
 

25  

A  batalha  para  aumentar  a  escolaridade  da 

população é antiga. Diversos projetos oficiais surgiram, 
mas foram os movimentos sociais que deram as bases 
para a Educação de Jovens e Adultos que se tem hoje. 
No  início  do  século  passado,  a  pressão  para  acabar 
com o analfabetismo vinha: 

(A) 

do  campo,  com  a  necessidade  de  lidar  com  a 
mecanização. 

(B) 

das cidades, com o desenvolvimento do comércio. 

(C) 

da indústria, carente de mão de obra especializada. 

(D) 

do  governo,  que  precisava  de  funcionários 
qualificados. 

(E) 

do povo, que lutava por melhores condições de vida. 
 

26  

“Mãe,  não  quero  mais  ser  preto,  quero  ser 

branco.”  A  mãe  foi  surpreendida  por  essa  frase,  dita 
pelo filho  de oito anos, na  saída da  escola. O menino 
prontamente  respondeu  que  estava  cansado  de  ser 
sempre o bandido, quando brincava com os colegas na 
hora do recreio. 

Para a Psicóloga Rosely Sayão

, “a escola tem sido um 

ambiente  indiferente  a  essas  questões.  Ela  não 
desenvolve nenhum trabalho sistemático sobre assunto 
e  pratica,  portanto,  a  política  do  avestruz:  enfia  a 
cabeça  no  chão  para  não  ver  os  problemas  à  sua 
frente.  (...)  Lutar  contra  o  preconceito  também  é  uma 
responsabilidade  da  escola,  afinal,  trata-se  de 
educação”. 

Para a autora é preciso honrar uma expressão que toda 
escola sustenta em seu projeto pedagógico que é: 

(A) 

formar para o mercado de trabalho. 

(B) 

desenvolver para o sucesso. 

(C) 

educar para a cidadania. 

(D) 

aprimorar os valores morais. 

(E) 

expandir a inteligência. 

 

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27  

Muitas  escolas  já  fazem  coleta  de  lixo  seletiva. 

Essa  é  uma  estratégia  que  pode  funcionar  como 
estratégia educativa. Para tanto, precisa fazer parte de 
um  projeto  mais  amplo,  com  ações  e  debates 
integrados.  Não  adianta  a  escola  ter  os  recipientes 
coloridos para separar o lixo, se: 

(A) 

os alunos não aprenderem a catar todo o lixo do 
refeitório, depois da merenda, e da sala, após as 
aulas. 

(B) 

os  alunos  não  fizerem  um  rodízio  de 
“limpadores”,  em  que,  a  cada  semana,  uma 
dupla fica responsável pela limpeza da classe. 

(C) 

os alunos não entrevistarem o pessoal que faz a 
limpeza  da  escola  e  um  gari,  na  semana  das 
profissões. 

(D) 

a escola não debater e realizar atividades com os 
alunos  a  respeito  da  produção  de  lixo  e  do 
desperdício de comida na hora do lanche. 

(E) 

os  alunos  não  dramatizarem  situações  que 
envolvam 

temática 

da 

coleta 

do 

reaproveitamento do lixo. 

 

28  

Para  a  Secretaria  de  Educação  Especial  do 

Ministério  da  Educação  e  do  Desporto,  a  Educação 
Especi

al  é:  “Um  processo  que  visa  promover  o 

desenvolvimento  das  potencialidades  de  pessoas 
portadoras  de  deficiência,  condutas  típicas  e  altas 
habilidades, e que abrange os diferentes níveis e graus 
do sistema de ensino. Fundamenta-se em referências 
teóricas  e  práticas  compatíveis  com  as  necessidades 
específicas  de  seu  alunado.  O  processo  deve  ser 
integral,  fluindo  desde  a  estimulação  essencial  até  os 
graus superiores do ensino. Sob o enfoque sistêmico, 
a  Educação  Especial  integra  o  sistema  educacional 
vigente, identificando-se com sua finalidade que é a de 
formar cidadãos conscientes e participativos.” 

A  Educação  Especial  deve  ser  vista  como  parte 
integrante do sistema educacional brasileiro, em todos 
os  níveis  de  ensino,  da  Educação  Infantil  ao  Ensino 
Superior. Essa modalidade de educação é considerada 
um conjunto de recursos educacionais e estratégias de 
apoio  que  estejam  à  disposição  de  todos  os  alunos, 
oferecendo: 

(A) 

professores devidamente capacitados. 

(B) 

encaminhamento às turmas especiais. 

(C) 

diferentes alternativas de atendimento. 

(D) 

cursos de atualização docente. 

(E) 

profissionais de apoio nas salas de aula.

 

 
 
 
 
 

29  

De  acordo  com  a  Lei  nº  9394/96 

–  que 

estabelece  as  Diretrizes  e  Bases  da  Educação 
Nacional,  em  seu  art.  58,  §  3°,  a  oferta  de  Educação 
Especial, dever constitucional do Estado, tem início na 
seguinte faixa etária: 

(A) 

aos  seis  anos,  nos  anos  iniciais  da  Educação 
Fundamental. 

(B) 

de zero aos seis anos, na Educação Infantil. 

(C) 

aos quatro anos, na Educação Infantil. 

(D) 

aos  dez  anos,  nos  anos  finais  da  Educação 
Fundamental. 

(E) 

aos  cinco  anos,  nas  classes  de  alfabetização 
adaptadas. 

 

30  

Nem  sempre  os  alunos  estão  em  condições  de 

atribuir  um  significado  imediato  a  determinados 
conteúdos distantes de seu saber cotidiano. Em alguns 
momentos deixa de haver a prevalência do significado, 
ocorrendo  apenas  uma  associação  entre  estímulo  e 
resposta.  Não  percebendo  significado  algum  no  que 
está sendo passado, o aluno normalmente: 

(A) 

pesquisa para encontrar a resposta. 

(B) 

cola a resposta do colega. 

(C) 

tenta decorar a informação. 

(D) 

acha a informação desnecessária. 

(E) 

pergunta ao professor. 

 

31  

Segundo  a  Base  Nacional  Comum  Curricular 

(BNCC), uma das competências a ser desenvolvida no 
decorrer  de  toda  Educação  Básica  é  a  da  Cultura 
Digital. Atualmente, a falta de acesso e o uso limitado 
das 

tecnologias 

nas 

escolas 

ampliam 

as 

desigualdades.  Afinal,  quem  sabe  usá-las  está  mais 
preparado para viver em sociedade. Por isso, priorizou-
se  a  inclusão  de  uma  competência  geral,  que  aponta 
para 

domínio 

desse 

universo 

aparece 

transversalizada 

em 

habilidades 

de 

todos 

os 

componentes  curriculares.  As  escolas  precisam 
assegurar a infraestrutura. Para os professores, fica a 
tarefa de: 

(A) 

qualificar  o  uso  para  que  os  alunos  façam  o 
melhor proveito desses recursos. 

(B) 

estudar 

os 

sistemas 

operacionais 

mais 

adequados ao ensino. 

(C) 

escolher  sites  e  blogs  confiáveis  que  os  alunos 
possam acessar. 

(D) 

ensinar  a  lógica  da  linguagem  da  programação 
digital. 

(E) 

deixar  que  os  alunos  descubram  os  seus 
próprios percursos na Internet. 

 

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32  

Segundo  a  pesquisadora  espanhola  Rocio 

Garcia-Carrion

, “O que sabemos é que a escola é um 

reflexo  da  sociedade,  e  se  a  aprendizagem  está 
vinculada ao contexto, então, nas localidades que têm 
dificuldades  econômicas  e  sociais,  habitualmente  as 
famílias  são  o  reflexo  do  que  acontece  nessas 
comunidades.  Em  comunidades  cujo  contexto  é  de 
pobreza  ou  desigualdade  econômica,  encontramos 
famílias  em  situação  de  desemprego  e  baixa 
alfabetização.”  

Para  realizar  um  trabalho  produtivo  com  essas 
comunidades, a orientação está em: 

(A) 

criar  feiras  com  atividades  variadas  para  a 
comunidade. 

(B) 

estimular a utilização do espaço escolar nos fins 
de semana. 

(C) 

transformar  as  dificuldades  em  possibilidades 
reais. 

(D) 

realizar  festas  para  a  arrecadação  de  fundos 
para a escola. 

(E) 

fazer  convênios  com  comerciantes  e  empresas 
privadas do local. 

 

33  

“Quando os alunos se encontram em situações 

de luto, é importante que os adultos tenham convicções 
para conversar sobre o assunto sem medo, sem achar 
que mencioná-lo pode aumentar a dor ou a tristeza. A 
escola também precisa estar preparada para trabalhar 
a  perda.  Claro,  tudo  isso  conversado,  respeitando  o 
tempo  de  cada  um.

  O  que  não  pode  acontecer  é  o 

silêncio ou a escola fingir que nada está acontecendo.” 
(Fátima Geovanini).  

Quando  acontece  a  morte  de  algum  aluno,  por 
exemplo, é fundamental:  

(A) 

verificar  se  a  família  permite  ou  não  uma 
homenagem póstuma por parte da escola. 

(B) 

criar  encontros  religiosos,  ecumênicos,  para  o 
conforto espiritual necessário à comunidade. 

(C) 

dar  espaço  para  os  colegas  abordarem  a 
questão, exporem seus sentimentos. 

(D) 

que a escola se faça representar no velório e no 
enterro do aluno, com homenagens apropriadas. 

(E) 

falar  o  menos  possível  no  assunto  para  não 
traumatizar as crianças. 

 

 

 

 

34  

Para  o  educador  português  José  Pacheco, 

“Escolas são pessoas, e pessoas são os seus valores. 
Os valores costumam sustentar-se com princípios, que 
juntando  com  a  Lei  de  Diretrizes  e  Bases  (LDB) 
consolidam a ideia do projeto, da educação. Um projeto 
significa  movimento  coletivo.  Ninguém  muda  uma 
escola  sozinho.  Se  houver  professores,  e  o  mínimo  é 
três,  que  tenham  os  seus  valores  numa  carta  de 
princípios e um projeto, não há qualquer secretário nem 
ministro  que  impeça  os  professores  de  fazer  o  que  é 
preciso.”  

Ao fazer essa afirmação, o educador está baseado na 
LDB, em seu artigo: 

(A) 

1º,  que  diz  que  a  educação  abrange  os 
processos  formativos  que  se  desenvolvem  na 
vida  familiar,  na  convivência  humana,  no 
trabalho, nas instituições  de ensino e pesquisa, 
nos  movimentos  sociais  e  organizações  da 
sociedade civil e nas manifestações culturais. 

(B) 

5º,  que  diz  que  o  acesso  à  educação  básica 
obrigatória  é  direito  público  subjetivo,  podendo 
qualquer 

cidadão, 

grupo 

de 

cidadãos, 

associação  comunitária,  organização  sindical, 
entidade  de  classe  ou  outra  legalmente 
constituída e, ainda, o Ministério Público, acionar 
o poder público para exigi-lo. 

(C) 

7º,  que  diz  que  o  ensino  é  livre  à  iniciativa 
privada,  atendidas  as  seguintes  condições: 
cumprimento  das  normas  gerais  da  educação 
nacional  e  do  respectivo  sistema  de  ensino,  e 
autorização  de  funcionamento  e  avaliação  de 
qualidade pelo Poder Público. 

(D) 

23º,  que  diz  que  a  educação  básica  poderá 
organizar-se  em 

séries 

anuais, 

períodos 

semestrais,  ciclos,  alternância  regular  de 
períodos de estudos, grupos não seriados, com 
base  na  idade,  na  competência  e  em  outros 
critérios,  ou  por  forma  diversa  de  organização, 
sempre  que  o  interesse  do  processo  de 
aprendizagem assim o recomendar. 

(E) 

8º,  que  diz  que  a  União,  os  Estados,  o  Distrito 
Federal e os Municípios organizarão, em regime 
de  colaboração,  os  respectivos  sistemas  de 
ensino  e  que  os  sistemas  de  ensino  terão 
liberdade de organização nos termos desta Lei. 

 

 

 

 

 

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10 

 

35  

Luciana é uma aluna cadeirante de 13 anos. Na 

sua escola, o laboratório de informática fica no segundo 
andar  e  o  acesso  se  dá  unicamente  pela  escada. 
Luciana precisa de ajuda todas as vezes que precisa se 
deslocar para lá. A mãe de Luciana entrou em contato 
com  a  direção,  contando  que  a  aluna  se  sente 
constrangida  por  necessitar  de  ajuda.  A  direção 
ponderou  que  não  havia  possibilidade  de  mudar  o 
laboratório para o andar térreo e que a construção de 
uma rampa de acesso, neste momento, estava fora de 
cogitação. A equipe escolar já havia se comprometido 
a auxiliar Luciana sempre que necessário, e os próprios 
colegas  também  o  fazem.  A  diretora  destacou,  ainda, 
que  Luciana  não  possui  qualquer  comprometimento 
cognitivo, 

atraso 

ou 

dificuldade 

quanto 

à 

aprendizagem, indicando que a questão é relativa à: 

(A) 

motricidade. 

(B) 

acessibilidade.    

(C) 

inteligência. 

(D) 

cidadania. 

(E) 

avaliação. 

 

36  

Lúcia  Moysés  afirma  que

:  “Percebe-se,  sem 

grande  esforço,  que  falta  clareza  nas  representações 
que os professores têm de muitos aspectos básicos da 
Educação.  Normalmente,  ignoram  quais  são  as 
concepções  teóricas  que  subjazem  ao  seu  trabalho. 
Assim,  misturando  concepções,  orientando-se  ora 
pelos  livros  didáticos  e  ‘guias  do  professor’,  ora  pelo 
seu  bom  senso,  eles  o  vão  realizando.  Faltam-lhes, 
sobretudo, coerência. Além dos problemas relativos à 
formação  dos  professores  ou  à  pouca  autonomia  que 
eles têm, há ainda muitos outros que a esses vêm se 
somar, comprometendo a qualidade do ensi

no.” 

Dentre 

os 

problemas 

já 

citados, 

pode(m)-se 

acrescentar: 

(A) 

indisciplina  dos  alunos,  merenda  insuficiente  e 
precisar  ter  disponibilidade  para  participar  de 
festas e torneios nos fins de semana. 

(B) 

falta de quadra esportiva, de pátio de recreação, 
de aulas de artes e de jogos intercolegiais. 

(C) 

que  não  há  intercâmbio  com  outras  escolas  da 
rede e  nem com instituições de ensino superior 
visando a atualização pedagógica. 

(D) 

falta de material didático-pedagógico, condições 
físicas inadequadas e pouco tempo para realizar 
as suas atividades específicas. 

(E) 

baixos salários, alunos com idade defasada em 
relação à série e falta de apoio psicopedagógico. 

 

37  

Segundo  a  BNCC  (Base  Nacional  Comum 

Curricular),  “Considerando  que,  na  Educação  Infantil,  as 
aprendizagens  e  o  desenvolvimento  das  crianças  têm 
como  eixos  estruturantes  as  interações  e  a  brincadeira, 
assegurando-lhes  os  direitos  de  conviver,  brincar, 
participar,  explorar,  expressar-se  e  conhecer-se.  A 
organização curricular da Educação Infantil, na BNCC, está 
estruturada levando-se em consideração: O eu, o outro e o 
nós;  Corpo,  gestos  e movimentos; Traços, sons, cores  e 
formas;  Escuta,  fala,  pensamento  e  imaginação;  e 
Espaços, 

tempos, 

quantidades, 

relações 

transformações”. 

A esses cinco eixos estruturantes, deu-se o nome de: 

(A) 

competências atitudinais. 

(B) 

campos de experiências. 

(C) 

habilidades cognitivas. 

(D) 

temas transversais. 

(E) 

currículo básico. 

 

38  

O atual Ensino Fundamental, com nove anos de 

duração,  é  a  etapa  mais  longa  da  Educação  Básica, 
atendendo estudantes entre: 

(A) 

6 e 14 anos. 

(B) 

5 e 13 anos. 

(C) 

7 e 15 anos. 

(D) 

8 e 16 anos. 

(E) 

4 e 12 anos. 

 

39  

A BNCC do Ensino Fundamental 

– Anos Iniciais, 

ao  valorizar  as  situações  lúdicas  de  aprendizagem, 
aponta  para  a  necessária  articulação  com  as 
experiências  vivenciadas  na  Educação  Infantil.  Tal 
articulação precisa prever para os alunos:  

(A) 

a  maturidade  necessária  para  que  possam 
absorver  os  conteúdos  disciplinares  mais 
abstratos. 

(B) 

o  desenvolvimento  contínuo  das  atividades 
infantis, sendo retiradas gradualmente para que 
não haja bloqueios. 

(C) 

o  processo  de  vivências  naturais,  partindo  dos 
conceitos mais simples para os mais complexos. 

(D) 

progressiva 

sistematização 

dessas 

experiências  e  o  desenvolvimento  de  novas 
formas de relação com o mundo. 

(E) 

a  concepção  de  que  eles,  os  alunos,  se 
encontram  em  níveis  diferentes  e  é  preciso 
homogeneizar as atitudes e conhecimentos. 

 

 

coseac-2018-prefeitura-de-marica-rj-inspetor-escolar-prova.pdf-html.html

11 

 

40  

De acordo com a Resolução nº 4, de 13 de julho 

de  2010,  que  define  as  Diretrizes  Curriculares 
Nacionais  Gerais  para  a  Educação  Básica,  em  seu       
art.  29,  a  Educação  Especial,  como  modalidade 
transversal a todos os níveis, etapas e modalidades de 
ensino, é: 

(A) 

organizada de maneira a atender apenas casos 
de 

deficiências 

físicas 

em 

locais 

de 

acessibilidade comprovada. 

(B) 

prevista  para  as  escolas  públicas  de  Educação 
Fundamental,  desde  que  haja  profissionais 
habilitados para tal. 

(C) 

parte  integrante  da  educação  regular,  devendo 
ser  prevista  no  projeto  político-pedagógico  da 
unidade escolar.  

(D) 

coadjuvante  das  ações  governamentais  no  que 
diz  respeito  aos  projetos  da  Educação  e  da 
Saúde. 

(E) 

de caráter opcional para as Redes de Ensino que 
têm  menos  recursos  como  as  de  pequenos 
municípios. 

 

41  

Leia o texto abaixo. 

No dia  6 de junho, a  escola municipal  Áurea Pires da 
Gama, do quilombo de Santa Rita do Bracuí, em Angra 
dos Reis, foi  depredada.  Segundo  a coordenadora da 
Associação  de  Remanescentes  do  Quilombo  local  os 
ataques  começaram  em  2015,  quando  a  escola  se 
autodeclarou quilombola. No dia 6, os banheiros foram 
pichados com tinta  vermelha. Duas semanas antes,  a 
escola,  que  conta  com  822  estudantes  do  segundo 
ciclo,  já  tinha  sido  invadida.  Em  2017,  algumas  salas 
foram  incendiadas  e  houve  tentativa  de  colocar  fogo 
também na biblioteca. 

 

Fonte: http://www.cartaeducacao.com.br/artigo/educacao-deve-ser-

arma-contra-o-racismo/  

 

A  BNCC  afirma,  de  maneira  explícita,  o  seu 
compromisso  com  a  educação  integral.  Reconhece, 
assim, que a Educação Básica deve visar à formação e 
ao  desenvolvimento  humano  global,  o  que  implica 
compreender  a  complexidade  e  a  não  linearidade 
desse  desenvolvimento,  rompendo  com  visões 
reducionistas que privilegiam ou a dimensão intelectual 
(cognitiva)  ou  a  dimensão  afetiva.  Significa,  ainda, 
assumir uma visão plural, singular e integral da criança, 
do adolescente, do jovem e do adulto 

– considerando-

os como sujeitos de aprendizagem 

– e promover uma 

educação voltada ao seu acolhimento, reconhecimento 
e  desenvolvimento  pleno,  nas  suas  singularidades  e 
diversidades.  Além  disso,  a  escola,  como  espaço  de 
aprendizagem  e  de  democracia  inclusiva,  deve  se 

fortalecer  na  prática  de  não  discriminação,  não 
preconceito e respeito às diferenças e diversidades. 

Baseados  nos  textos  acima,  pode-se  afirmar  que, 
atualmente, considera-se uma educação de qualidade 
aquela que: 

(A) 

interage  com  todos  os  diferentes  movimentos 
sociais e propõe parcerias interinstitucionais. 

(B) 

promove  atos  culturais  assim  como  propõe 
excursões  e  participações  ativas  em  torneios 
esportivos. 

(C) 

está  sintonizada  com  os  novos  tempos  na 
utilização  de  aparatos  digitais  e  no  ensino  da 
linguagem de programação. 

(D) 

se volta para a preparação de alunos tornando-os 
aptos  a  participarem  de  avaliações  externas  e 
concursos públicos. 

(E) 

ensina a ética e o respeito às diferenças, busca a 
construção de uma sociedade sem preconceitos e 
sem violência. 
 
 

42  

Leia o quadro abaixo. 

 
 

 
 
 

Fonte: 

http://porvir.org/igualdade-de-genero-nas-carreiras-demanda-

mudanca-em-casa-na-escola-e-na-universidade/  

Embora  grande  parte  dos  estudantes  brasileiros  não 
apresente um nível de proficiência adequado, os dados 
sugerem  uma  leve  diferença  no  desempenho  por 
gênero entre as áreas. De acordo com dados do Pisa 
2015 (prova internacional para alunos de 15 anos), as 
meninas  do  Brasil  obtêm  melhor  desempenho  em 
leitura  e  resolução  colaborativa  de  problemas, 
enquanto os meninos se saem melhor em matemática 
e ciências. Da educação básica ao ensino superior, não 
há dados de proficiência que justifiquem a discrepância 
na  proporção  de  pessoas  que  chegam  a  patamares 
altos de remuneração no Brasil: 5,37% homens contra 
1,49% das mulheres com 15  ou mais anos de estudo 
que ganham mais de 20 salários mínimos.  

75% das meninas 

leem por prazer 

 

contra 

 

50% dos meninos 

Meninos dedicam 

1h a menos por 

semana em 

deveres de casa  

do que as meninas 

20% dos meninos jogam 

videogame todos os dias, 

ante 2% das meninas 

Aptidão, comportamento e confiança de meninos e meninas

 

*Dado geral que leva em consideração todos os países avaliados. 

4 vezes mais meninos que 

meninas planejam seguir  

uma carreira profissional    

em engenharia ou informática 

6 em cada 10 alunos* que 

não atingiram o nível básico 

de proficiência em português, 

matemática e ciências     

(Pisa 2012) eram meninos 

Fonte: Pisa, OCDE 

coseac-2018-prefeitura-de-marica-rj-inspetor-escolar-prova.pdf-html.html

12 

 

Para  os  estudiosos  da  questão,  esse  resultado,  que 
expressa a imensa desigualdade  de gênero, não está 
baseado  em  nenhuma  evidência  biológica,  mas  em 
uma: 

(A) 

discriminação racial. 

(B) 

construção social. 

(C) 

sociedade em processo. 

(D) 

história da civilização. 

(E) 

crença religiosa. 

 

43  

Há  quase  vinte  anos  dirigindo  o  Programa  de 

Formação de Professores da Universidade de Stanford, 
uma das mais renomadas dos Estados Unidos, e com 
forte trabalho direcionado à diversidade e equidade na 
educação,  Rachel  A.  Lotan  chama  a  atenção  para  o 
desafio  duplo  que  é  ser  um  aluno  imigrante. 

“Eles 

precisam aprender o conteúdo curricular e a língua ao 
mesmo tempo”.
 A professora diz, no entanto, que uma 
solução para essa e outras questões de disparidade na 
escola  é  bastante  simples.  Na  medida  em  que 
interagem  com  seus  colegas,  aprendem  de  forma 
horizontal  sobre  diversas  habilidades  e  assuntos 
escolares.  Nesse  sentido,  pode-se  afirmar  que  a 
maneira  mais  eficaz  de  integrar  os  novos  alunos  que 
chegam às nossas salas de aula é através: 

(A) 

de atividades ativas e lúdicas. 

(B) 

da aprendizagem cooperativa. 

(C) 

de grupos de apoio diversificados. 

(D) 

da integração com os mais velhos. 

(E) 

da interação com a família. 

 
44 
 

Em  razão  da  extrema  dificuldade  do  brasileiro 

médio em continuar a estudar, pela frequente demanda 
da  família  na  sua  contribuição  com  ganhos  salariais 
para  ajuda  no  sustento,  é  importante  destacar  que  é 
proibido qualquer trabalho a menores de quatorze anos 
de idade, salvo na condição de:  

(A) 

filho único. 

(B) 

arrimo de família. 

(C) 

órfão. 

(D) 

filho de presidiário. 

(E) 

aprendiz. 

 
45
  

É dever de todos velar pela dignidade da criança 

e  do  adolescente,  pondo-os  a  salvo  de  qualquer 
tratamento desumano, violento, aterrorizante, vexatório 
ou  constrangedor,  bem  como  toda  criança  ou 
adolescente têm direito a ser criado e educado no seio 
da  sua  família  e,  excepcionalmente,  em  família 
substituta,  assegurada  a  convivência  familiar  e 
comunitária, em ambiente livre da presença de pessoas 
dependentes de substâncias entorpecentes. 

Os  casos  de  suspeita  ou  confirmação  de  maus-tratos 
contra  criança  ou  adolescente  serão  obrigatoriamente 
comunicados: 

(A) 

à delegacia mais próxima. 

(B) 

ao Ministério Público. 

(C) 

à coordenadoria de educação local. 

(D) 

ao Conselho Tutelar. 

(E) 

ao Juizado de Menores. 

 

46 

“Hoje,  há  uma  grande  discussão  a  respeito  do 

grau  de  responsabilidade  da  família  e  da  escola  na 
educação das crianças. Isso gera um frequente jogo de 
empurra, principalmente por parte da escola, que ainda 
não se adaptou aos novos tempos e insiste em que a 
sua  função  é  a  transmissão  do  conhecimento.  Não  é 
mais. 
À família cabe a formação dos filhos para que se tornem 
pessoas de bem. À escola cabe a formação dos alunos 
para  que  se  tornem  cidadãos  ativos,  críticos,  livres, 
capazes  de  buscar  a  justiça,  de  ser  solidários, 
respeitosos  e,  acima  de  tudo,  capazes  de  apreciar  a 
diversidade.”
 (Rosely Sayão) 
 
Para a psicóloga, a educação familiar e a escolar são 
radicalmente  diferentes.  São  formações  diferentes  e 
complementares. Para educar, a família e a escola têm 
por base, respectivamente: 
 
(A) 

a punição e a instrução. 

(B) 

a hereditariedade e a socialização. 

(C) 

as regras e as informações. 

(D) 

os afetos e o conhecimento. 

(E) 

as decisões e a mediação. 

 
47
  

Uma garota de 7 anos foi parar na delegacia por 

causa  de  uma  briga  na  escola  que  começou,  parece, 
por  causa  de  um  doce.  As  notícias  afirmam  que  ela 
agrediu  os  educadores,  e  até  mesmo  os  policiais  que 
foram  chamados  pela  direção,  para  que  ajudassem  a 
resolver a situação. Ao questionar a equipe escolar os 
motivos  de  não  terem  agido  para  conter  a  menina, 
disseram que o Estatuto da Criança e do Adolescente 
(ECA) é o responsável pela omissão dos adultos, diante 
do  comportamento  inadequado  dos  mais  novos.  Foi 
dito,  ainda,  que  não  podem  correr  o  risco  de  serem 
acusados  de  abuso  da  utilização  de  força,  ou  coisa 
equivalente. 

É  uma  situação  em  que  cabe  a  reflexão  sobre  se  a 
instituição escolar está sabendo a diferença entre ação: 

(A) 

firme e ação violenta. 

(B) 

enérgica e ação medrosa. 

(C) 

educativa e ação manipuladora. 

(D) 

real e ação intolerável. 

(E) 

racional e ação suportável. 

 

coseac-2018-prefeitura-de-marica-rj-inspetor-escolar-prova.pdf-html.html

13 

 

48  

Uma das dificuldades de se trabalhar a questão 

do  preconceito racial,  no  âmbito social  e  educacional, 
encontra-se na existência de um senso comum que, de 
uma maneira geral: 

(A) 

diz que não se devem discutir temas polêmicos 
e desnecessários nas escolas. 

(B) 

não  há  materiais  pedagógicos  disponíveis  para 
esse tipo de trabalho. 

(C) 

não reconhece a presença da discriminação e do 
racismo no Brasil. 

(D) 

os alunos não leem a literatura especializada que 
trata desse assunto. 

(E) 

determina  que  deve  haver  autorização  as  SME 
para que o debate ocorra. 

49  

Uma  educação  fundamentada  em  direitos 

humanos  só  é  possível  de  ser  conquistada  se  houver 
um  combate  sistemático  e  incessante  sobre  qualquer 
forma  de  segregação.  O  exercício  da  tolerância  e  do 
acolhimento à diversidade deve ter início o mais cedo 
possível  na  escola/sociedade.  A  dificuldade  de  lidar 
com tal situação reside na complexa combinação de: 

(A) 

tradição e modernidade. 

(B) 

formalidade e informalidade. 

(C) 

público e privado. 

(D) 

classe pobre e classe rica. 

(E) 

preconceito e discriminação. 

 

50  

“Quando entro em uma sala de aula devo estar 

sendo  um  ser  aberto  a  indagações,  à  curiosidade,  às 
perguntas dos alunos, a suas inibições; um ser crítico e 
inquiridor, inquieto em face da tarefa que tenho 

– a de 

ensinar  e  não  a  de  transferir  conhecimento.”  (Paulo 
Freire) 

Numa perspectiva progressista, ensinar é: 

(A) 

criar  as  possibilidades  para  a  sua  própria 
produção ou a sua construção. 

(B) 

repassar 

os 

conhecimentos 

produzidos 

universalmente pela humanidade. 

(C) 

transmitir 

valores 

atitudes 

humanistas 

necessárias à sociedade. 

(D) 

construir 

alternativas 

metodológicas 

para 

adaptar e socializar os alunos. 

(E) 

conhecer  os  alunos  para  poder  encaminhá-los 
ao mercado de trabalho. 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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PROVA DISSERTATIVA 

Após  a  leitura  dos  trechos  que  seguem,  produza  um  texto  dissertativo-argumentativo,  conforme  a 
orientação apresentada. 

 

“A BNCC (Base Curricular Comum Curricular) afirma, de maneira explícita, o seu compromisso com a educação 
integral. Reconhece, assim, que a Educação Básica deve visar à formação e ao desenvolvimento humano global, o 
que  implica  compreender  a  complexidade  e  a  não  linearidade  desse  desenvolvimento,  rompendo  com  visões 
reducionistas que privilegiam ou a dimensão intelectual (cognitiva) ou a dimensão afetiva. Significa, ainda, assumir 
uma  visão  plural,  singular  e  integral  da  criança,  do  adolescente,  do  jovem  e  do  adulto 

–  considerando-os  como 

sujeitos  de  aprendizagem 

–  e  promover  uma  educação  voltada  ao  seu  acolhimento,  reconhecimento  e 

desenvolvimento pleno, nas suas singularidades e diversidades.  

Além  disso,  a  escola,  como  espaço  de  aprendizagem  e  de  democracia  inclusiva,  deve  se  fortalecer  na  prática 
coercitiva de não discriminação, não preconceito e respeito às diferenças e diversidades. Independentemente da 
duração da jornada escolar, o conceito de educação integral com o qual a BNCC está comprometida se refere à 
construção intencional de processos educativos que promovam aprendizagens sintonizadas com as necessidades, 
as possibilidades e os interesses dos estudantes e, também, com os desafios da sociedade contemporânea. Isso 
supõe considerar as diferentes infâncias e juventudes, as diversas culturas juvenis e seu potencial de criar novas 
formas de existir. 

Independentemente  da  duração  da  jornada  escolar,  o  conceito  de  educação  integral  com  o  qual  a  BNCC  está 
comprometida  se  refere  à  construção  intencional  de  processos  educativos  que  promovam  aprendizagens 
sintonizadas com as necessidades, as possibilidades e os interesses dos estudantes e, também, com os desafios 
da  sociedade  contemporânea.  Isso  supõe  considerar  as  diferentes  infâncias  e  juventudes,  as  diversas  culturas 
juvenis e seu potencial de criar novas formas de existir.”
  

(Fonte: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/abase/#introducao#os-fundamentos-pedagogicos-da-bncc) 

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Educadores de Maricá participam de seminário de Educação em Tempo Integral 

Repensar a modalidade do ensino oferecido nas escolas foi uma das propostas do 2º Seminário de Educação em 
Tempo  Integral,  realizado  na  manhã  desta  quinta-feira  (...).  Miguel  Arroyo,  foi  um  dos  palestrantes  do  encontro, 
direcionado  para  diretores,  orientadores  pedagógicos  e  educacionais  das  62  unidades  municipais  de  Maricá.  O 
seminário faz parte do Programa Municipal de Escolas de Tempo Integral (Prometi). 

A Secretária de Educação (...) disse: “Nossa missão é humanizar e pensar para além das grades da escola. Temos 
que nos preocupar com a formação plena dos educandos, sobretudo daqueles que a sociedade trata de maneira 
tão injusta, 

respeitando sempre a individualidade de cada um”, ressaltou a secretária. 

Para o sociólogo Miguel Arroyo, a função da pedagogia e da educação, desde Sócrates, é acompanhar a formação 
do ser humano em sua totalidade e garantir aos alunos o direito à humanid

ade. “Estamos em um momento em que 

a  escola  tem  que  pensar  radicalmente  sobre  que  infância  e  que  adolescência  estão  chegando  a  ela.  Quantas 
crianças  chegam  ameaçadas  de  morte?  Com  problemas  familiares?  Vivendo  no  limite  da  sobrevivência?”.  Para 
Arroyo, edu

cação integral não significa estender o tempo de permanência do aluno na escola. “A educação deve 

ser plena, integral e integrada e tem que garantir os direitos dos alunos enquanto sujeitos. Se queremos construir 
uma educação integral temos que ter como referência a vida integral do aluno como um todo. E isso não se aprende 
em  livros  ou  nas  faculdades  e  sim  no  convívio  direto  com  o  educando.  A  educação  se  faz  na  interação  entre 
professores e professores, alunos e alunos, e professores e estudantes”, destacou o professor. (...) 

A gerente de Educação Integral em Tempo Integral (...) ressaltou que, desde 2009, a prefeitura investe em escola 
de  tempo  integral,  totalizando,  até  o  momento,  em  20  unidades,  com  a  previsão  de  mais  duas  escolas  da  rede 
municipal 

ampliarem o atendimento até o fim desse ano. “Estamos caminhando na questão da educação integral e 

por  isso é fundamental a discussão desse tema. Nossa meta é sempre buscar  a humanização  da escola  e uma 

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A

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O

integração com a comunidade escolar como um todo. Nosso desafio é descobrir como transformar essa escola de 
modo a atender o ser humano e as diretrizes curriculares exigidas pelo Ministério da Educação”, disse.  

(Fonte: https://www.marica.rj.gov.br/2018/06/28/educadores-de-marica-participam-de-seminario-de-educacao-em-tempo-integral/) 

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Para você, Profissional da Educação, quais as relações entre o trecho da BNCC e a iniciativa da Prefeitura 
de Maricá, conforme relata a reportagem?  

Complemente  o  seu  texto  sugerindo  outras  ações  que  a  Prefeitura  de  Maricá  e  a  Secretaria Municipal de 
Educação podem implementar, para a viabilização das propostas do MEC. 

  No desenvolvimento da questão proposta, utilize os conhecimentos adquiridos ao longo de sua formação, 

além de seu conhecimento sobre a BNCC. 

  Seu texto deve ser escrito seguindo os padrões do tipo dissertativo, e redigido na modalidade padrão da 

Língua Portuguesa.  

  O texto deve ter entre 25 e 30 linhas.  
  Seu texto não deve conter fragmentos dos textos motivadores. 

 

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