Prova Concurso - Pedagogia - PEDAGOGO - CEPS - UNIFESSPA - 2018

Prova - Pedagogia - PEDAGOGO - CEPS - UNIFESSPA - 2018

Detalhes

Profissão: Pedagogia
Cargo: PEDAGOGO
Órgão: UNIFESSPA
Banca: CEPS
Ano: 2018
Nível: Superior

Downloads dos Arquivos

prova.pdf
gabarito.pdf

Provas relacionadas

PEDAGOGOUFPA2018
PEDAGOGOUNIFESSPA2018
PEDAGOGOEBSERH2018

Gabarito

ceps-ufpa-2018-unifesspa-pedagogo-gabarito.pdf-html.html

 

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL 

UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ 

 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS  

TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO

 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 
 

NÍVEL E (Nível Superior) 

PEDAGOGO 

 

13 de maio de 2018 

 

GABARITO OFICIAL DEFINITIVO 

 

CONHECIMENTOS BÁSICOS 

LÍNGUA PORTUGUESA 

LEGISLAÇÃO 

11 

16 

12 

17 

13 

18 

14 

19 

10 

15 

20 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 

21 

31 

41 

22 

32 

42 

23 

33 

43 

24 

34 

44 

25 

35 

45 

26 

36 

46 

27 

37 

47 

28 

38 

48 

29 

39 

49 

30 

40 

50 

 

Prova

ceps-ufpa-2018-unifesspa-pedagogo-prova.pdf-html.html

 

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL 

UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL E SUDESTE DO PARÁ 

 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS 

TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO

 

EDITAL Nº 031/2018 - UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 
 

NÍVEL E (Nível Superior) 

PEDAGOGO 

13 de maio de 2018 

 

Nome: ___________________________________ Nº de Inscrição: _________ 

 

BOLETIM DE QUESTÕES 

 

LEIA COM MUITA ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES SEGUINTES. 

 

1  Este BOLETIM DE QUESTÕES contém 50 QUESTÕES OBJETIVAS, sendo Conhec im entos B ás ic os  - 10 de Língua 

Portuguesa e 10 de Legislação, e 30 de Conhecimentos Específicos. Cada questão objetiva apresenta cinco alternativas, 
identificadas com as letras (A)(B)(C)(D) (E), das quais apenas uma é correta. 

 

2  Confira se, além deste BOLETIM DE QUESTÕES, você recebeu o CARTÃO-RESPOSTA. 

 

3  É necessário conferir se a prova está completa e sem falhas, bem como se o seu nome e seu número de inscrição 

conferem com os dados contidos no CARTÃO-RESPOSTA. Caso exista algum problema, comunique-o imediatamente ao 
fiscal de sala. 

 

4  Após a conferência, assine seu nome no espaço próprio do CARTÃO-RESPOSTA. 

 

5  A marcação do CARTÃO-RESPOSTA deve ser feita com caneta esferográfica de tinta preta ou azul. 

 

6  O   CARTÃO-RESPOSTA não pode ser dobrado, amassado, rasurado, manchado ou danificado de qualquer modo. Não é 

permitida a utilização de qualquer espécie de corretivo. O Cartão-Resposta somente será substituído caso contenha falha de 
impressão e/ou se os dados contidos no cartão não corresponderem aos seus. 

 

7  O CARTÃO-RESPOSTA será o único documento considerado para a correção das provas objetivas. 

 

8  O candidato deverá permanecer obrigatoriamente no local de realização da prova por, no mínimo, 2 (duas) horas após o início 

da prova. 

 

9  Quando terminar a prova, devolva ao fiscal de sala todo o material relacionado no item 2 acima e assine a LISTA DE 

PRESENÇA. A assinatura do seu nome deve corresponder àquela que consta no seu documento de identificação. 

 

10  Somente será permitido ao candidato levar o seu Boletim de Questões, ao deixar em definitivo a sala de provas no decurso dos 

últimos 30 (trinta) minutos que antecedem o término da prova. 

 

11  O tempo disponível para a prova é de quatro horascom início às 14h30min e término às 18h30min, observado o horário 

de Belém-PA. O candidato na condição de PcD que solicitou tempo adicional tem direito 1 (uma) hora além do tempo 
determinado para a prova. 

 

12 Reserve os 30 minutos finais para marcar seu CARTÃO-RESPOSTA. Os rascunhos e as marcações assinaladas no 

BOLETIM DE QUESTÕES não serão considerados na avaliação. 

UNIFESSPA 2018 

ceps-ufpa-2018-unifesspa-pedagogo-prova.pdf-html.html

 
 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

 

MARQUE A ÚNICA ALTERNATIVA CORRETA NAS QUESTÕES DE 1 A 50. 

 

LÍNGUA PORTUGUESA (CONHECIMENTOS BÁSICOS) 

 

Reencarnação 

 









10 
11 
12 
13 
14 
15 
16 
17 
18 
19 
20 
21 
22 
23 
24 
25 
26 
27 
28 
29 
30 
31 
32 
33 
34 
35 
36 
37 
38 
39 
40 
41 
42 
43 
44 
45 
46 
47 
48 
49 
50 
51 
52 
53 
54 
55 
56 

Em sua última vida (ao menos das que tivemos notícia), Peter Hulme era um simples funcionário 

de bingo em Birmingham, Inglaterra. No entanto, ele vivia às voltas com um sonho recorrente e dramático: 
nele, soldados que pareciam vindos do passado atacavam um castelo sempre inacessível. Hulme não 
nutria maior interesse por história e jurava não ter ideia da origem de suas visões. Em busca de uma 
resposta, nos anos 90, submeteu-se a sessões de hipnose. O resultado foi inusitado: concluiu que também 
tinha sido John Raphael, soldado escocês servindo a certo capitão Leverett na Escócia do século 17. 

Parecia uma fantasia, mesmo porque inexistiam registros históricos de uma batalha na região e 

nas circunstâncias descritas por Hulme. Investigando por conta própria, ele e seu irmão Bob encontraram 
indícios da existência do castelo e, empolgados, resolveram viajar à Escócia em busca de provas. Contra 
todas as expectativas, recuperaram resquícios de batalha no local apontado por Hulme – e, mergulhando 
em documentos antiquíssimos, acharam documentos que comprovam a existência de um capitão Leverett 
e do próprio John Raphael. Com base nesses indícios, Peter Hulme afirmou até o fim da vida que suas 
memórias eram genuínas e ele era, de fato, a reencarnação de um soldado escocês. O caso de Hulme não 
está acima de dúvidas: historiadores apontam inconsistências e contradições nas memórias do suposto 
reencarnado. Mas o relato ilustra uma situação que ainda intriga a ciência: pessoas que juram recordar 
experiências de vidas passadas, em detalhes às vezes desconcertantes para os cientistas. 

A ideia de uma consciência que sobrevive à morte e reencarna em novos corpos é quase tão antiga 

quanto a fé em divindades e surgiu de forma independente em inúmeras culturas ao redor do planeta. De 
todos os cantos do globo, encontrou na Ásia o terreno mais fértil. A ideia está tão arraigada nas crenças 
hinduístas e budistas que, em lugares como Índia e Sri Lanka, a reencarnação é vista como algo quase 
natural. Não é à toa que surgem de lá muito dos casos considerados mais sólidos pelos pesquisadores do 
tema – como o de Swarnlata Mishra, que desde os 3 anos recordava com riqueza de detalhes a vida de 
outra pessoa, chamada Biya e morta quase uma década antes. 

A naturalidade com que Swarnlata tratava os integrantes de sua “outra” família, ao ponto de 

mencionar apelidos íntimos de gente que não conhecia pessoalmente, fez com que o caso virasse um 
clássico e deixa pesquisadores coçando a cabeça até hoje. Mesmo no mundo ocidental, uma boa parcela 
da população acredita em reencarnações, um interesse que aumentou em alguns países após o surgimento 
do espiritismo na França do século 19. Na Europa Ocidental, dados de 2006 apontam que 22% pensam 
que a reencarnação é uma realidade, enquanto nos EUA pesquisas falam em 20 a 25% de crença em vidas 
passadas. Nas cidades do Ocidente, em especial no Brasil, a doutrina espírita tem grande penetração, e 
manifestações religiosas recentes, como a cientologia, também levam as vidas passadas como parte de 
suas crenças. 

A postura da ciência diante disso tudo é de ceticismo. A maioria dos cientistas trata os relatos de 

vidas passadas como frivolidades, frutos de autoindução ou fraudes. Além disso, não existe nenhum indício 
científico de que a “alma” exista ou de que ela possa sobreviver à morte do corpo (ela existiria de que forma 
entre uma encarnação e outra?). Mas é claro que alguns pesquisadores pensam diferente. Um dos mais 
destacados foi o psiquiatra Ian Stevenson, que dedicou mais de 40 anos ao estudo de quase 3 mil relatos 
de crianças ao redor do mundo. De acordo com Stevenson, a maioria das recordações infantis sobre vidas 
passadas envolve mortes violentas, com relatos iniciando entre 2 a 4 anos e quase sempre desaparecendo 
antes da adolescência. Ele também estudou sinais de nascença e tumores, dizendo que podiam relevar 
ferimentos sofridos em vidas anteriores. Em um estudo de 1992, Stevenson cita 49 casos onde foram 
localizados documentos médicos de pessoas que as crianças diziam ter sido em vidas anteriores. De 
acordo com o pesquisador, a correspondência entre ferimentos mortais e sinais físicos nos supostos 
reencarnados seria no mínimo satisfatória em 43 desses casos, 88% do total. No entanto, o próprio 
Stevenson admitia uma grave lacuna: seus estudos não mostram como seria possível uma consciência 
sobreviver à morte física e ingressar no corpo de outra pessoa. Seus livros são alvos de muitas críticas, 
que vão desde análise tendenciosa dos dados até uso de fontes não confiáveis, que já acreditavam em 
reencarnação antes dos supostos casos na família. Ou seja, não existiria evidência de reencarnação além 
de depoimentos dos próprios reencarnados ou de indícios que, mesmo intrigantes, podem ser meras 
coincidências. 

Mas alguns aspectos de supostas vidas passadas ainda são desconcertantes para a ciência. É o 

caso, por exemplo, da xenoglossia, uma capacidade súbita que algumas pessoas manifestam de falar, com 
diferentes graus de fluência, línguas que deveriam desconhecer. Um dos casos mais marcantes é o de Iris 
Farczády, uma húngara de 16 anos que, no ano de 1933, passou a agir como uma espanhola de 41 anos 
chamada Lucía, morta anos antes. A suposta reencarnada esqueceu o húngaro natal e passou a falar 
espanhol fluente, nunca mais recuperando sua personalidade anterior. O caso está registrado no livro 

ceps-ufpa-2018-unifesspa-pedagogo-prova.pdf-html.html

 
 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

 

57 
58 
59 
60 
61 

Paranormal Experience and Survival of Death (“Experiência paranormal e sobrevivência da morte”, sem 
tradução para o português), de Carl Becker, professor de ética médica da Universidade de Kyoto. Para a 
maioria dos cientistas, a história de Iris (ou Lucía) não passa de mais um caso de almanaque, mas há quem 
acredite que a comprovação científica da xenoglossia seria a prova definitiva de que a reencarnação é uma 
realidade. É viver (uma ou mais vezes) para crer. 

NATUSCHIgor. ReencarnaçãoDossiê Superinteressante - Sobrenatural: o lado oculto da realidade

Edição 383-A, dez. 2017. 

 
 

1 

O texto de Igor Natusch aborda a “reencarnação” sem, contudo, se comprometer com a sua existência. 
Verifica-se esse fato em trechos como 

 

(A)  “Hulme não nutria maior interesse por história e jurava não ter ideia da origem de suas visões.” (linhas 3 e 4) 

(B)  “De todos os cantos do globo, encontrou na Ásia o terreno mais fértil.” (linhas 18 e 19) 

(C)  “Mesmo no mundo ocidental, uma boa parcela da população acredita em reencarnações,...” (linhas 26 e 27) 

(D)  “Nas cidades do Ocidente, em especial no Brasil, a doutrina espírita tem grande penetração,...” (linha 30) 

(E)  “Mas alguns aspectos de supostas vidas passadas ainda são desconcertantes para a ciência.” (linha 51) 
 

2 

Em relação à ciência, infere-se da leitura do texto que 

 

(A)  todos os cientistas duvidam da existência da reencarnação. 

(B)  nenhum cientista se dedica a pesquisar esse assunto. 

(C)  todos os fatos alegados como prova da reencarnação são passíveis de serem refutados pela ciência. 

(D)  os indícios de vidas passadas, como sinais de nascença e tumores, são provas científicas da reencarnação. 

(A)  a xenoglossia é prova definitiva de que a reencarnação é uma  realidade. 
 

3 

De acordo com o texto, a crença em reencarnação 

 

(A)  é recente na história da humanidade. 

(B)  é rejeitada por  hinduístas e budistas. 

(C)  não encontrou espaço no mundo ocidental.  

(D)  é antiga e surgiu de forma independente  em diferentes culturas. 

(E)  apareceu com o surgimento do espiritismo na França do século 19. 
 

4 

A palavra que, no texto, pode ser substituída por enraizado/a (s) sem prejuízo para o significado é 

 

(A)  recorrente (linha 2).  

(B)  fértil (linha 19). 

(C)  arraigada (linha 19). 

(D)  genuínas (linha 13). 

(E)  físicos (linha 43). 
 

5 

O trecho “Contra todas as expectativas, ...” (linhas 9 e 10) leva a compreender que 

 

(A)  as provas encontradas por Hulme frustraram os espectadores. 

(B)  os achados de Hulme foram de encontro ao que  se podia esperar. 

(C)  as provas encontradas por Hulme eram falsas. 

(D)  o resultado da investigação de Hulme foi ao encontro do que era esperado. 

(E)  as descobertas de Hulme estão acima de qualquer suspeita. 
 

6 

No trecho “A postura da ciência diante disso tudo é de ceticismo.” (linha 33), o termo ceticismo significa 

 

(A) crítica. 

(B) indiferença. 

(C) comprometimento. 

(D) certeza. 

(E) dúvida. 
 
 
 

ceps-ufpa-2018-unifesspa-pedagogo-prova.pdf-html.html

 
 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

 

7 

Peter Hulme afirmava ter sido, em vida passada, um/a 

 

(A)  funcionário de bingo. 

(B) soldado 

escocês. 

(C)  húngara de 16 anos. 

(D) capitão 

escocês. 

(E)  espanhola de 41 anos. 
 

8 

Há quem acredite que, para comprovar cientificamente a existência da reencarnação, a ciência precisaria 

 

(A)  refutar a afirmação de que a alma existe e pode sobreviver à morte do corpo. 

(B)  mostrar que as visões de Peter Hulme eram pura fantasia. 

(C)  provar que as recordações de Swarnlata Mishra eram falsas. 

(D)  mostrar que a correspondência entre ferimentos mortais e sinais físicos nos supostos reencarnados é 

insatisfatória. 

(E)  comprovar que os casos de  xenoglossia, como o de Iris Farczády, são verdadeiros. 
 

9 

Em relação ao aumento de interesse pela reencarnação no mundo ocidental, é correto afirmar que 

 

(A)  decorre do desenvolvimento da cientologia. 

(B)  ocorreu após o surgimento do espiritismo na França. 

(C)  foi ocasionado pela implantação do espiritismo no Brasil. 

(D)  se deu em razão do aumento de crenças em vidas passadas nos EUA. 

(E)  ocorreu em todos os países, uma vez que a reencarnação é vista como algo natural. 
 

10 

A expressão idiomática coçando a cabeça, que aparece no trecho “deixa pesquisadores coçando a cabeça 
até hoje
” (linha 26), informa que os cientistas 

 

(A)  continuam duvidando da existência da reencarnação. 

(B)  continuam intrigados com o caso de Swarnlata. 

(C)  consideram impossível comprovar os relatos de Swarnlata. 

(D)  comemoram os resultados das pesquisas sobre reencarnação. 

(E)  ficam surpresos até hoje diante da naturalidade dos relatos de Swarnlata. 
 
 

LEGISLAÇÃO (CONHECIMENTOS BÁSICOS) 

 

11 

De acordo com a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, que dispõem sobre o regime 
jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, a vacância 
do cargo público dar-se-á por 

 

(A)  I – exoneração; II – demissão; III – readaptação; IV – aposentadoria; V – posse em outro cargo inacumulável; 

e VI – falecimento.  

(B)  I – exoneração; II – demissão; III – promoção – IV – readaptação; V – aposentadoria; VI – posse em outro 

cargo inacumulável; e VII – falecimento.  

(C)  I – exoneração; II – demissão; III – promoção – IV – readaptação; V – posse em outro cargo inacumulável; e 

VI – falecimento.  

(D)  I – exoneração; II – demissão; III – promoção – IV – readaptação; V – aposentadoria; e VI – falecimento.  

(E)  I – exoneração; II – demissão; III – promoção – IV – readaptação; V – aposentadoria; e VI – posse em outro 

cargo inacumulável. 

 

12 

Contempla a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, que dispõem sobre o regime jurídico 
dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, que a remoção é o 
deslocamento do servidor, 

 

(A)  a pedido, no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede. 

(B)  de ofício, no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede. 

(C)  a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede. 

(D)  a pedido ou de ofício, não obrigatoriamente no âmbito do mesmo quadro, com ou sem mudança de sede. 

(E)  a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro, com mudança de sede, exclusivamente. 

ceps-ufpa-2018-unifesspa-pedagogo-prova.pdf-html.html

 
 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

 

13 

Em conformidade com a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, que dispõem sobre o 
regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, além 
da licença por motivo de doença em pessoa da família e para tratar de interesse particulares, outras licenças 
também poderão ser concedidas ao servidor: 

 

(A)  I – por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; II – para o serviço militar; III – para atividade 

política; IV – para capacitação; e V – para desempenho de mandato classista.  

(B)  I – por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; II – para atividade política; III – para capacitação; 

e IV – para desempenho de mandato classista.  

(C)  I – por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; II – para o serviço militar; III – para capacitação; 

e IV – para desempenho de mandato classista. 

(D)  I – por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; II – para o serviço militar; III – para atividade 

política; e IV – para desempenho de mandato classista. 

(E)  I – por motivo de afastamento do cônjuge ou companheiro; II – para o serviço militar; III – para atividade 

política; IV – para capacitação. 

 

14 

Além de ausentar-se do serviço durante o expediente, sem prévia autorização do chefe imediato, e retirar, 
sem prévia anuência da autoridade competente, qualquer documento ou objeto da repartição, conforme 
determina a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e suas alterações, que dispõem sobre o regime jurídico 
dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, existem outras 
proibições, tais como: 

 

(A)  I – recusar fé a documentos públicos; II – opor resistência injustificada ao andamento de documento e 

processo ou execução de serviço; III – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da 
repartição; IV – cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de 
atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado; V – coagir ou aliciar subordinados no 
sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindical, ou a partido político; VI – manter sob sua chefia 
imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, companheiro ou parente até o segundo grau civil; VII - 
guardar sigilo sobre assunto da repartição. 

(B)  I – recusar fé a documentos públicos; II – opor resistência injustificada ao andamento de documento e 

processo ou execução de serviço; III – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da 
repartição; IV – cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de 
atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado; V – coagir ou aliciar subordinados no 
sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindical, ou a partido político; VI – cumprir as ordens 
superiores, exceto quando manifestamente ilegais; VII – valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de 
outrem, em detrimento da dignidade da função pública, dentre outros. 

(C)  I – recusar fé a documentos públicos; II – opor resistência injustificada ao andamento de documento e 

processo ou execução de serviço; III – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da 
repartição; IV – cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de 
atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado; V – coagir ou aliciar subordinados no 
sentido de filiarem-se a associação profissional ou sindical, ou a partido político; VI – manter sob sua chefia 
imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, companheiro ou parente até o segundo grau civil; VII – 
valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública, 
dentre outros. 

(D)  I – recusar fé a documentos públicos; II – opor resistência injustificada ao andamento de documento e 

processo ou execução de serviço; III – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da 
repartição; IV – cometer a pessoa estranha à repartição, fora dos casos previstos em lei, o desempenho de 
atribuição que seja de sua responsabilidade ou de seu subordinado; V – representar contra ilegalidade, 
omissão ou abuso de poder; VI – manter sob sua chefia imediata, em cargo ou função de confiança, cônjuge, 
companheiro ou parente até o segundo grau civil; VII – valer-se do cargo para lograr proveito pessoal ou de 
outrem, em detrimento da dignidade da função pública, dentre outros. 

(E)  I – recusar fé a documentos públicos; II – opor resistência injustificada ao andamento de documento e 

processo ou execução de serviço; III – promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da 
repartição; IV – levar as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo ao conhecimento da autoridade 
superior ou, quando houver suspeita de envolvimento desta, ao conhecimento de outra autoridade 
competente para apuração; V – coagir ou aliciar subordinados no sentido de filiarem-se a associação 
profissional ou sindical, ou a partido político; VI – manter sob sua chefia imediata, em cargo ou função de 
confiança, cônjuge, companheiro ou parente até o segundo grau civil; VII – valer-se do cargo para lograr 
proveito pessoal ou de outrem, em detrimento da dignidade da função pública, dentre outros. 

 
 
 

ceps-ufpa-2018-unifesspa-pedagogo-prova.pdf-html.html

 
 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

 

15 

Em conformidade com o Decreto nº 1.171, de 22 de junho de 1994, que aprova o Código de Ética Profissional 
do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, é vedado ao servidor público: 

 

(A)  I – O uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influência, para obter qualquer 

favorecimento, para si ou para outrem; II – prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou 
de cidadãos que deles dependam; III – ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro 
ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de sua profissão; IV – usar de artifícios para 
procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou 
material; deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para 
atendimento do seu mister; V – permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou 
interesse de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com 
colegas hierarquicamente superiores ou inferiores; VI – pleitear, solicitar, provocar, sugerir ou receber 
qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, 
para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro servidor 
para o mesmo fim; VII – alterar ou deturpar o teor de documentos que deva encaminhar para providências; 
VIII – iludir ou tentar iludir qualquer pessoa que necessite do atendimento em serviços públicos; dentre outros. 

(B)  I – O uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influência, para obter qualquer 

favorecimento, para si ou para outrem; II – prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou 
de cidadãos que deles dependam; III – ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro 
ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de sua profissão; IV – usar de artifícios para 
procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou 
material; deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para 
atendimento do seu mister; V – permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou 
interesse de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com 
colegas hierarquicamente superiores ou inferiores; VI – pleitear, solicitar, provocar, sugerir ou receber 
qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, 
para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro servidor 
para o mesmo fim; VII – exercer com estrita moderação as prerrogativas funcionais que lhe sejam atribuídas, 
abstendo-se de fazê-lo contrariamente aos legítimos interesses dos usuários do serviço público e dos 
jurisdicionados administrativos. 

(C)  I – O uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influência, para obter qualquer 

favorecimento, para si ou para outrem; II – prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou 
de cidadãos que deles dependam; III – ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro 
ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de sua profissão; IV – usar de artifícios para 
procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou 
material; deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para 
atendimento do seu mister; V – permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou 
interesse de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com 
colegas hierarquicamente superiores ou inferiores; VI – pleitear, solicitar, provocar, sugerir ou receber 
qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, 
para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro servidor 
para o mesmo fim; VII – abster-se, de forma absoluta, de exercer sua função, poder ou autoridade com 
finalidade estranha ao interesse público, mesmo que observando as formalidades legais e não cometendo 
qualquer violação expressa à lei. 

(D)  I – O uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influência, para obter qualquer 

favorecimento, para si ou para outrem; II – prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou 
de cidadãos que deles dependam; III – ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro 
ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de sua profissão; IV – usar de artifícios para 
procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou 
material; deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para 
atendimento do seu mister; V – permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou 
interesse de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com 
colegas hierarquicamente superiores ou inferiores; VI – pleitear, solicitar, provocar, sugerir ou receber 
qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, 
para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro servidor 
para o mesmo fim; VII – cumprir, de acordo com as normas do serviço e as instruções superiores, as tarefas 
de seu cargo ou função, tanto quanto possível, com critério, segurança e rapidez, mantendo tudo sempre em 
boa ordem. 

(E)  I – O uso do cargo ou função, facilidades, amizades, tempo, posição e influência, para obter qualquer 

favorecimento, para si ou para outrem; II – prejudicar deliberadamente a reputação de outros servidores ou 
de cidadãos que deles dependam; III – ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro 
ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de sua profissão; IV – usar de artifícios para 
procrastinar ou dificultar o exercício regular de direito por qualquer pessoa, causando-lhe dano moral ou 

ceps-ufpa-2018-unifesspa-pedagogo-prova.pdf-html.html

 
 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

 

material; deixar de utilizar os avanços técnicos e científicos ao seu alcance ou do seu conhecimento para 
atendimento do seu mister; V – permitir que perseguições, simpatias, antipatias, caprichos, paixões ou 
interesse de ordem pessoal interfiram no trato com o público, com os jurisdicionados administrativos ou com 
colegas hierarquicamente superiores ou inferiores; VI – pleitear, solicitar, provocar, sugerir ou receber 
qualquer tipo de ajuda financeira, gratificação, prêmio, comissão, doação ou vantagem de qualquer espécie, 
para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da sua missão ou para influenciar outro servidor 
para o mesmo fim; VII – resistir a todas as pressões de superiores hierárquicos, de contratantes, interessados 
e outros que visem obter quaisquer favores, benesses ou vantagens indevidas em decorrência de ações 
imorais, ilegais ou aéticas e denunciá-las. 

 

16 

Além da advertência, suspensão e demissão, de acordo com a Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990 e 
suas alterações, que dispõem sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias 
e das fundações públicas federais, existem outras penalidades disciplinares, como: 

 

(A)  I – cassação de aposentadoria ou disponibilidade; e II – destituição de cargo em comissão.  

(B)  I – destituição de cargo em comissão; e II – destituição de função comissionada.  

(C)  I – cassação de aposentadoria ou disponibilidade; e II – destituição de função comissionada.  

(D)  I – cassação de aposentadoria ou disponibilidade. 

(E)  I – cassação de aposentadoria ou disponibilidade; II – destituição de cargo em comissão; e III – destituição 

de função comissionada.  

 

17 

O Decreto nº 5.707, de 23 de fevereiro de 2006, institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de 
Pessoal da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, e regulamenta dispositivos da Lei 
n

o

 8.112, de 11 de dezembro de 1990. Para fins deste Decreto, são instrumentos da Política Nacional de 

Desenvolvimento de Pessoal: 

 

(A)  I – plano bianual de capacitação; II – relatório de execução do plano anual de capacitação; tão-somente. 

(B)  I – plano trianual de capacitação; II – relatório de execução do plano anual de capacitação; e III – sistema de 

gestão por competência. 

(C)  I – plano semestral de capacitação; II – relatório de execução do plano anual de capacitação; e III – sistema 

de gestão por competência. 

(D)  I – plano anual de capacitação; II – relatório de execução do plano anual de capacitação; e III – sistema de 

gestão por competência. 

(E)  I – plano mensal de capacitação; II – relatório de execução do plano anual de capacitação; e III – sistema de 

gestão por competência. 

 

18 

O Decreto nº 5.825, de 29 de junho de 2006, estabelece as diretrizes para elaboração do Plano de 
Desenvolvimento dos Integrantes do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, 
instituído pela Lei n

o

 11.091, de 12 de janeiro de 2005. Dentre outras finalidades, este Decreto contempla o 

Programa de Capacitação e Aperfeiçoamento, que terá por objetivo: 

 

(A)  I – contribuir para o desenvolvimento do servidor, como profissional e cidadão; e II – capacitar o servidor para 

o desenvolvimento de ações de gestão pública, somente.   

(B)  I – contribuir para o desenvolvimento do servidor, como profissional e cidadão; e II – capacitar o servidor para 

o exercício de atividade de forma articulada com a função social da IFE, somente. 

(C)  I – contribuir para o desenvolvimento do servidor, como profissional e cidadão; II – capacitar o servidor para 

o desenvolvimento de ações de gestão pública; e III – capacitar o servidor para o exercício de atividade de 
forma articulada com a função social da IFE.  

(D)  I – capacitar o servidor para o desenvolvimento de ações de gestão pública; e II – capacitar o servidor para o 

exercício de atividade de forma articulada com a função social da IFE, somente.  

(E)  I – capacitar o servidor para o desenvolvimento de ações de gestão pública; e II – capacitar o servidor técnico-

administrativo, docente, discente e integrantes da comunidade circunvizinha, para o exercício de atividade de 
forma articulada com a função social da IFE.  

 
 
 
 
 
 
 
 
 

ceps-ufpa-2018-unifesspa-pedagogo-prova.pdf-html.html

 
 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

 

19 

De acordo com a Lei nº 11.091, de 12 de janeiro de 2005, que dispõe sobre a estruturação do Plano de 
Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino 
vinculadas ao Ministério da Educação, e dá outras providências, para todos os efeitos desta Lei, aplicam-se 
os seguintes conceitos: 

 

(A)  I – plano de carreira: conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional 

dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de 
gestão do órgão ou entidade; II – nível de classificação: conjunto de cargos de mesma hierarquia, 
classificados a partir do requisito de escolaridade, nível de responsabilidade, conhecimentos, habilidades 
específicas, formação especializada, experiência, risco e esforço físico para o desempenho de suas 
atribuições; III – padrão de vencimento: posição do servidor na escala de vencimento da carreira em função 
do nível de capacitação, cargo e nível de classificação; IV – cargo: conjunto de atribuições e responsabilidades 
previstas na estrutura organizacional que são cometidas a um servidor; V – nível de capacitação: posição do 
servidor na Matriz Hierárquica dos Padrões de Vencimento em decorrência da capacitação profissional para 
o exercício das atividades do cargo ocupado, realizada após o ingresso; e VI – ambiente organizacional: área 
específica de atuação do servidor, integrada por atividades afins ou complementares, organizada a partir das 
necessidades institucionais e que orienta a política de desenvolvimento de pessoal, exclusivamente. 

(B)  I – plano de carreira: conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional 

dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de 
gestão do órgão ou entidade; II – nível de classificação: conjunto de cargos de mesma hierarquia, 
classificados a partir do requisito de escolaridade, nível de responsabilidade, conhecimentos, habilidades 
específicas, formação especializada, experiência, risco e esforço físico para o desempenho de suas 
atribuições; III – padrão de vencimento: posição do servidor na escala de vencimento da carreira em função 
do nível de capacitação, cargo e nível de classificação; IV – cargo: conjunto de atribuições e responsabilidades 
previstas na estrutura organizacional que são cometidas a um servidor; V – nível de capacitação: posição do 
servidor na Matriz Hierárquica dos Padrões de Vencimento em decorrência da capacitação profissional para 
o exercício das atividades do cargo ocupado, realizada após o ingresso; VI – ambiente organizacional: área 
específica de atuação do servidor, integrada por atividades afins ou complementares, organizada a partir das 
necessidades institucionais e que orienta a política de desenvolvimento de pessoal; e VII – usuários: pessoas 
ou coletividades internas ou externas à Instituição Federal de Ensino que usufruem direta ou indiretamente 
dos serviços por ela prestados. 

(C)  I – plano de carreira: conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional 

dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de 
gestão do órgão ou entidade; II – nível de classificação: conjunto de cargos de mesma hierarquia, 
classificados a partir do requisito de escolaridade, nível de responsabilidade, conhecimentos, habilidades 
específicas, formação especializada, experiência, risco e esforço físico para o desempenho de suas 
atribuições; III – padrão de vencimento: posição do servidor na escala de vencimento da carreira em função 
do nível de capacitação, cargo e nível de classificação; IV – cargo: conjunto de atribuições e responsabilidades 
previstas na estrutura organizacional que são cometidas a um servidor; V – nível de capacitação: posição do 
servidor na Matriz Hierárquica dos Padrões de Vencimento em decorrência da capacitação profissional para 
o exercício das atividades do cargo ocupado, realizada após o ingresso; e VI – usuários: pessoas ou 
coletividades internas ou externas à Instituição Federal de Ensino que usufruem direta ou indiretamente dos 
serviços por ela prestados, exclusivamente. 

(D)  I – plano de carreira: conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional 

dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de 
gestão do órgão ou entidade; II – nível de classificação: conjunto de cargos de mesma hierarquia, 
classificados a partir do requisito de escolaridade, nível de responsabilidade, conhecimentos, habilidades 
específicas, formação especializada, experiência, risco e esforço físico para o desempenho de suas 
atribuições; III – cargo: conjunto de atribuições e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que 
são cometidas a um servidor; IV – nível de capacitação: posição do servidor na Matriz Hierárquica dos 
Padrões de Vencimento em decorrência da capacitação profissional para o exercício das atividades do cargo 
ocupado, realizada após o ingresso; V – ambiente organizacional: área específica de atuação do servidor, 
integrada por atividades afins ou complementares, organizada a partir das necessidades institucionais e que 
orienta a política de desenvolvimento de pessoal; e VI – usuários: pessoas ou coletividades internas ou 
externas à Instituição Federal de Ensino que usufruem direta ou indiretamente dos serviços por ela prestados, 
exclusivamente. 

(E)  I – plano de carreira: conjunto de princípios, diretrizes e normas que regulam o desenvolvimento profissional 

dos servidores titulares de cargos que integram determinada carreira, constituindo-se em instrumento de 
gestão do órgão ou entidade; II – padrão de vencimento: posição do servidor na escala de vencimento da 
carreira em função do nível de capacitação, cargo e nível de classificação; III – cargo: conjunto de atribuições 
e responsabilidades previstas na estrutura organizacional que são cometidas a um servidor; IV – nível de 
capacitação: posição do servidor na Matriz Hierárquica dos Padrões de Vencimento em decorrência da 
capacitação profissional para o exercício das atividades do cargo ocupado, realizada após o ingresso; V – 

ceps-ufpa-2018-unifesspa-pedagogo-prova.pdf-html.html

 
 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

 

ambiente organizacional: área específica de atuação do servidor, integrada por atividades afins ou 
complementares, organizada a partir das necessidades institucionais e que orienta a política de 
desenvolvimento de pessoal; e VI – usuários: pessoas ou coletividades internas ou externas à Instituição 
Federal de Ensino que usufruem direta ou indiretamente dos serviços por ela prestados, exclusivamente. 

 

20 

O Decreto nº 9.094, de 17 de julho de 2017, dispõe sobre a simplificação do atendimento prestado aos 
usuários dos serviços públicos, ratifica a dispensa do reconhecimento de firma e da autenticação em 
documentos produzidos no País e institui a Carta de Serviços ao Usuário. No atendimento aos usuários dos 
serviços públicos, os órgãos e as entidades do Poder Executivo federal observarão as seguintes práticas: 

 

(A)  I – gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania, nos termos da Lei nº 9.265, de 12 de fevereiro 

de 1996; II – padronização de procedimentos referentes à utilização de formulários, guias e outros 
documentos congêneres; e III – vedação de recusa de recebimento de requerimentos pelos serviços de 
protocolo, exceto quando o órgão ou a entidade for manifestamente incompetente. 

(B)  I – gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania, nos termos da Lei nº 9.265, de 12 de fevereiro 

de 1996; e II – padronização de procedimentos referentes à utilização de formulários, guias e outros 
documentos, exclusivamente. 

(C)  I – gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania, nos termos da Lei nº 9.265, de 12 de fevereiro 

de 1996; e II – vedação de recusa de recebimento de requerimentos pelos serviços de protocolo, exceto 
quando o órgão ou a entidade for manifestamente incompetente, exclusivamente. 

(D)  I – padronização de procedimentos referentes à utilização de formulários, guias e outros documentos; e II – 

vedação de recusa de recebimento de requerimentos pelos serviços de protocolo, exceto quando o órgão ou 
a entidade for manifestamente incompetente, exclusivamente. 

(E)  I – gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania, nos termos da Lei nº 9.265, de 12 de fevereiro 

de 1996; II – sem a necessidade de padronização de procedimentos referentes à utilização de formulários, 
guias e outros documentos; e III – vedação de recusa de recebimento de requerimentos pelos serviços de 
protocolo, exceto quando o órgão ou a entidade for manifestamente incompetente. 

 
 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 

 

21

 

No que diz respeito ao ano letivo regular na Educação Superior, é correto afirmar: 

 

(A)  Necessariamente em coincidência com o ano civil, deve ter, no mínimo, duzentos dias de trabalho acadêmico 

efetivo, excluído o tempo reservado aos exames finais, quando houver. 

(B)  Independentemente do ano civil, tem, no máximo, duzentos dias de trabalho acadêmico efetivo, excluído o 

tempo reservado aos exames finais, quando houver. 

(C)  Independentemente do ano civil, tem, no mínimo, duzentos dias de trabalho acadêmico efetivo, excluído o 

tempo reservado aos exames finais, quando houver. 

(D)  Necessariamente em coincidência com o ano civil, tem, no mínimo, duzentos dias de trabalho acadêmico 

efetivo, incluído o tempo reservado aos exames finais, quando houver. 

(E)  Necessariamente em coincidência com o ano civil, tem, no mínimo, cento e oitenta dias de trabalho acadêmico 

efetivo, incluído o tempo reservado aos exames finais, quando houver. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

ceps-ufpa-2018-unifesspa-pedagogo-prova.pdf-html.html

 
 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

10 

 

22

 

A educação superior abrangerá os seguintes cursos e programas: 

 

(A)  Cursos sequenciais por itinerário de formação a candidatos que tenham realizado o exame nacional de curso; 

de graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente; de pós-graduação, 
compreendendo programas de mestrado e doutorado, cursos de especialização, aperfeiçoamento e outros, 
abertos a candidatos diplomados em cursos de ensino médio e que atendam às exigências das instituições 
de ensino e de extensão. 

(B)  Cursos sequenciais por campo de saber a candidatos que tenham concluído o ensino fundamental ou 

equivalente; de graduação, abertos a toda comunidade que tenha concluído os cursos sequenciais; de pós-
graduação, compreendendo programas de mestrado e doutorado, cursos de especialização, aperfeiçoamento 
e outros, abertos a candidatos diplomados em cursos de graduação e que atendam às exigências das 
instituições de ensino e de extensão. 

(C)  Cursos sequenciais por campo de saber a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente; 

de graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou o curso sequencial e tenham 
sido classificados em processo seletivo; de pós-graduação, compreendendo exclusivamente programas de 
mestrado e doutorado, abertos a candidatos diplomados em cursos de graduação e que atendam às 
exigências das instituições de ensino e de extensão. 

(D)  Cursos sequenciais por campo de saber a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente; 

de graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e tenham sido 
classificados em processo seletivo; de pós-graduação, compreendendo programas de mestrado e doutorado, 
cursos de especialização, aperfeiçoamento e outros, abertos a candidatos diplomados em cursos de 
graduação e que atendam às exigências das instituições de ensino e de extensão. 

(E)  Cursos sequenciais por campo de saber a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou feito exame 

nacional de curso; de graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente, 
independentemente de classificação prévia em processo seletivo; de pós-graduação, compreendendo 
programas de mestrado e doutorado, cursos de especialização, aperfeiçoamento e outros, abertos a 
candidatos diplomados em cursos de graduação e que atendam às exigências das instituições de ensino e 
de extensão. 

 

23

 

No âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e da regulação dos cursos de 
graduação no País, prevê-se que os cursos sejam avaliados periodicamente. Assim, os cursos de educação 
superior passam por três tipos de avaliação: para autorização, para reconhecimento e para renovação de 
reconhecimento. Sobre a avaliação para renovação de conhecimento, é correto afirmar: 

 

(A)  Quando a primeira turma do curso novo entra na segunda metade do curso, a instituição deve solicitar seu 

reconhecimento. É feita, então, uma segunda avaliação para verificar se foi cumprido o projeto apresentado 
para renovação da autorização, ou reconhecimento. 

(B)  É feita de acordo com o Ciclo do Sinaes, ou seja, a cada dois anos. É calculado o Conceito Preliminar do 

Curso (CPC) e aqueles cursos que tiverem conceito preliminar 3 ou 4 serão avaliados in loco por dois 
avaliadores ao longo de dois dias. 

(C)  Essa avaliação também é feita segundo instrumento próprio, por comissão de dois avaliadores do BASis, por 

dois dias. São avaliados a organização didático-pedagógica, o corpo docente, discente, técnico-administrativo 
e as instalações físicas. 

(D)  É feita de acordo com o Ciclo do Sinaes, ou seja, a cada três anos. É calculado o Conceito Preliminar do 

Curso (CPC) e aqueles cursos que tiverem conceito preliminar 1 ou 2 serão avaliados in loco por dois 
avaliadores ao longo de dois dias. Os cursos que não fazem Enade obrigatoriamente terão visita in loco para 
este ato autorizado. 

(E)  Essa avaliação é feita quando uma instituição pede autorização ao MEC para abrir um curso. Ela é feita por 

dois avaliadores, sorteados entre os cadastrados no Banco Nacional de Avaliadores (BASis). 

 

24

 

Na Avaliação das Instituições de Educação Superior, a Avaliação Institucional é um dos componentes do(da) 

 

(A)  Comissão Própria de Avaliação de cada Instituição de Educação Superior (CPA). 

(B)  Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). 

(C)  Censo de Avaliação da Educação Superior. 

(D) Sistema 

Revalida. 

(E)  Exame Nacional de Cursos. 
 
 
 
 
 

ceps-ufpa-2018-unifesspa-pedagogo-prova.pdf-html.html

 
 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

11 

 

25

  De acordo com a atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação, a União estabelecerá os padrões de 

desempenho esperados para o ensino médio, que serão referência nos processos nacionais de avaliação, 
fundamentados no seguinte documento: 

 

(A)  Parâmetros Curriculares Nacionais. 

(B)  Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica. 

(C)  Pareceres do Conselho Nacional de Educação. 

(D)  Pareceres dos Conselhos Estaduais e Municipais de Educação. 

(E)  Base Nacional Comum Curricular. 
 

26

 

De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação em vigor, conteúdos relativos aos direitos humanos 
e à prevenção de todas as formas de violência contra a criança e o adolescente serão incluídos nos currículos 
escolares como 

 

(A) itinerários 

formativos. 

(B) questão 

norteadora. 

(C) temas 

transversais. 

(D) tema 

interdisciplinar. 

(E) tema 

gerador. 

 

27

 

O ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, constituirá 

 

(A)  componente curricular obrigatório do ensino fundamental. 

(B)  componente curricular obrigatório da educação básica. 

(C)  componente curricular facultativo da educação básica. 

(D)  atividade não formal na rotina da educação básica. 

(E)  área de estudo obrigatória aos alunos da educação infantil e ensino fundamental, e eletiva aos alunos que 

optarem pelas linguagens das ciências humanas no ensino médio. 

 

28

 

A Avaliação Institucional da Educação Superior se divide em duas modalidades: 

 

(A)  SINAES e ANASEN. 

(B)  Avaliação externa e SINAES. 

(C)  Avaliação externa e Avaliação de Cursos. 

(D)  Autoavaliação e REVALIDA. 

(E)  Autoavaliação e Avaliação externa. 
 

29

 

Sobre o acesso à educação básica obrigatória, é correto afirmar: 

 

(A)  Para garantir o cumprimento da obrigatoriedade de ensino, o Poder Público criará formas alternativas de 

acesso aos diferentes níveis de ensino, independentemente da escolarização anterior. 

(B)  O poder público, na esfera de sua competência federativa, deverá recensear anualmente as crianças e 

adolescentes em idade escolar, excluindo os jovens e adultos que não concluíram a educação básica, que 
deverão ser chamados em momento posterior. 

(C)  O acesso à educação básica obrigatória é direito de demanda privada, podendo qualquer cidadão, grupo de 

cidadãos, associação comunitária, organização sindical, entidade de classe ou outra legalmente constituída 
e, ainda, o Conselho Tutelar, acionar o poder judiciário para exigi-lo. 

(D)  Em todas as esferas administrativas, o Poder Público assegurará o acesso ao ensino básico obrigatório, sem 

que a oferta de um nível tenha prioridade sobre o outro nos termos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação. 

(E)  Compete aos Estados e aos Municípios, em regime de colaboração, e com a assistência da União, recensear 

semestralmente a população em idade escolar para a educação infantil e o ensino fundamental, e os jovens 
e adultos que a ele não tiveram acesso. 

 
 
 
 
 
 
 
 

ceps-ufpa-2018-unifesspa-pedagogo-prova.pdf-html.html

 
 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

12 

 

30

 

A educação superior tem, dentre outras, a finalidade de 

 

(A)  definir os currículos obrigatórios da educação básica, tendo por fundamento a Base Nacional Comum 

Curricular, com especial influência nas escolas da rede pública de ensino, definindo inclusive os itinerários 
formativos deste nível de ensino, com o objetivo de preparar os estudantes dessas escolas a ingressarem na 
educação superior. 

(B)  definir os currículos obrigatórios da educação básica, principalmente do ensino médio das instituições de 

ensino da esfera pública, de modo a estimular os alunos desse nível de ensino a ingressarem nas Instituições 
de Educação Superior, a fim de adquirirem empoderamento social. 

(C)  incentivar o trabalho de pesquisa e investigação do senso comum, visando ao desenvolvimento dos saberes 

tradicionais informais, da tecnologia e da reprodução da cultura, e, desse modo, desenvolver o entendimento 
do homem a fim de evitar conflitos geracionais. 

(D)  estimular o conhecimento dos problemas do mundo globalizado presente, em particular os conflitos 

internacionais, prestar serviços especializados à comunidade com baixo custo financeiro e estabelecer com 
esta uma relação de reciprocidade. 

(E)  atuar em favor da universalização e do aprimoramento da educação básica, mediante a formação e a 

capacitação de profissionais, a realização de pesquisas pedagógicas e o desenvolvimento de atividades de 
extensão que aproximem os dois níveis escolares. 

 

31

 

Sobre os fundamentos filosóficos da educação, é correto afirmar: 

 

(A)  A filosofia toma como referência lugares, épocas, povos, sociedades e indivíduos e os modos como foram 

organizadas e desenvolvidas as atividades humanas voltadas à ação de educar. 

(B)  Cabe à filosofia, entre outras coisas, examinar a concepção de homem que orienta a ação pedagógica, para 

que não se eduque a partir da noção abstrata de ‘criança em si’, de ‘homem em si’. 

(C)  Como ciência, tem sua origem vinculada a acontecimentos que marcaram o século XIX, mais especificamente 

a Revolução Industrial, que instaura novas formas de organização da vida social a partir da constituição da 
sociedade capitalista. 

(D)  Contribui para que as problemáticas educacionais sejam analisadas a partir de uma reflexão que se apresenta 

como conjuntural, de modo que sejam buscadas ideias prontas, fixas, determinadas por antecedência. 

(E)  Pode ser pensada como a área da educação que buscam analisar as relações entre escola e sociedade. 
 

32

 

O eixo do trabalho pedagógico desloca-se da compreensão intelectual para a atividade prática, do aspecto 
lógico para o psicológico, dos conteúdos cognitivos para os métodos ou processos de aprendizagem, do 
professor para o aluno, do esforço para o interesse, da disciplina para a espontaneidade, da quantidade para 
a qualidade. Tais princípios configuram uma teoria da educação que estabelece o primado da prática sobre a 
teoria e caracterizam a pedagogia 

 

(A) meritocrática. 

(B) tradicional 

religiosa. 

(C) não 

diretiva. 

(D) diretiva. 

(E) reprodutivista. 
 

33

 

Na perspectiva da avaliação formativa, é correto afirmar que a centralidade da avaliação está no 

 

(A) conteúdo. 

(B) professor. 

(C) ensino. 

(D) aluno. 

(E) desempenho. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

ceps-ufpa-2018-unifesspa-pedagogo-prova.pdf-html.html

 
 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

13 

 

34

 

Sobre a concepção legal da educação como direito e do educar como dever, é correto afirmar que 

 

(A)  o dever do Estado é com a educação escolar pública, já que a oferta educacional na esfera privada é regulada 

por outras instâncias. 

(B)  educar, no âmbito da legislação brasileira, é um processo de responsabilidade da família, prescindindo, 

portanto, da ação do Estado. 

(C)  a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, nº 9.394/1996, disciplina uma tipologia específica de educação, que 

deve ser desenvolvida exclusivamente em instituições de ensino. 

(D)  a educação básica pode ser ofertada por meio da pedagogia da alternância, praticada em espaços escolares 

formais e convencionais, como a escola. 

(E)  educar, no âmbito da legislação brasileira, é um processo de corresponsabilidade entre família, Estado e 

sociedade e passa necessariamente pela educação escolar. 

 

35

 

Lev Vygotsky elaborou significativas teorias psicológicas para a educação. Segundo ele, 

 

(A) 

a aprendizagem é um processo que só tem sentido diante de situações de mudança. Por isso, aprender é, em 
parte, saber se adaptar a estas novidades. Esta teoria explica a dinâmica de adaptação por meio dos processos 
de assimilação e acomodação.

 

(B) 

a estrutura cognitiva é uma estrutura hierárquica de conceitos que são abstrações da experiência do indivíduo. 
A partir dessa premissa, ele elaborou a teoria da aprendizagem significativa e a definiu como o processo 
através do qual uma nova informação relaciona-se com um aspecto relevante da estrutura de conhecimento 
do indivíduo.

 

(C)  o desenvolvimento ocorre em etapas, que totalizam cinco fases: impulsivo-emocional; sensório-motor e 

projetivo; personalismo; categorial; e puberdade e adolescência. Ao longo desse processo, a afetividade e a 
inteligência se alternam. No primeiro ano de vida, a função que predomina é a afetividade. 

(D)  existem três momentos importantes da aprendizagem da criança: a zona de desenvolvimento potencial, que 

é tudo que a criança ainda não domina, mas que se espera que ela seja capaz de realizar; a zona de 
desenvolvimento real, que é tudo que a criança já é capaz de realizar sozinha; a zona de desenvolvimento 
proximal, que é tudo que a criança somente realiza com o apoio de outras pessoas. 

(E)  a aprendizagem tem um enfoque diferente do que normalmente se atribui a esta palavra, pois separa o 

processo cognitivo inteligente em duas palavras: aprendizagem e desenvolvimento. A aprendizagem refere-
se à aquisição de uma resposta particular, aprendida em função da experiência, obtida de forma sistemática 
ou não; enquanto o desenvolvimento seria uma aprendizagem de fato, sendo este o responsável pela 
formação dos conhecimentos. 

 

36

 

Sobre a história da universidade brasileira, é correto afirmar: 

 

(A)  Com a expulsão dos jesuítas e o consequente desmoronamento da sua obra educacional, a ideia de 

universidade reapareceu de maneira transitória nos movimentos da Cabanagem e Sabinada e quando da 
transferência da família real para o Brasil. 

(B)  A primeira Lei de Diretrizes e Bases (nº 4.024/61), ao estabelecer as diretrizes e bases da educação nacional 

e dedicar, dos 120 artigos que a constituíam, somente 20 ao ensino superior, não conseguiu trazer, para esse 
nível de ensino, as aberturas ou inovações que chegaram ao nível primário e secundário. 

(C)  As condições que se foram formando no País, nos anos imediatamente anteriores à I Guerra Mundial, com a 

vinda de cientistas, pesquisadores e professores de outros países para a Universidade de São Paulo, levaram 
à criação de um grupo de jovens cientistas brasileiros que elevaram a pesquisa a um nível de importância até 
então nunca alcançado. 

(D)  A Reforma Universitária, designação que tomou a LDB nº 9.394 de 26/12/96, fez-se como uma tentativa de 

levar a universidade brasileira a uma reformulação e atualização dos seus objetivos, da sua estrutura 
acadêmica, didática e administrativa, numa busca de autênticos padrões de qualidade e funcionamento. 

(E)  A história do ensino superior no Brasil ocorre a partir da Proclamação da República em 1889, com a Escola 

de Direito em Olinda (PE), a de Medicina em Salvador (BA) e a de Engenharia no Rio de Janeiro (RJ). Todas 
essas universidades apresentavam currículos baseados no modelo português. 

 
 
 
 
 
 
 
 
 

ceps-ufpa-2018-unifesspa-pedagogo-prova.pdf-html.html

 
 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

14 

 

37

 

Quanto às universidades, é correto afirmar que 

 

(A)  são instituições pluridisciplinares de formação dos quadros profissionais de nível superior, de pesquisa, de 

extensão e de domínio e cultivo do saber humano. 

(B)  são organizadas por campo do saber, nas quais deverá ser assegurada a existência de atividades de ensino 

e pesquisa em áreas básicas e/ou aplicadas. 

(C)  são instituições pluricurriculares, abrangendo uma ou mais áreas de conhecimento, que devem oferecer 

ensino de excelência, oportunidade de qualificação do corpo docente e condições de trabalho acadêmico. 

(D)  atuam numa área de conhecimento específica ou de formação profissional, visando à formação inicial, 

continuada e complementar para o magistério da educação básica.  Sua criação dar-se-á por transformação 
de instituições de ensino superior já credenciadas e em funcionamento, que satisfaçam às condições 
estabelecidas na legislação pertinente, em ato do ministro de Estado da Educação, do qual constará o prazo 
de validade do credenciamento. 

(E)  são instituições especializadas de educação profissional, públicas ou privadas, com finalidade de qualificar 

profissionais, nos vários níveis e modalidades do ensino, para os diversos setores da economia e realizar 
pesquisa e desenvolvimento tecnológico de novos processos, produtos e serviços, em estreita articulação 
com os setores produtivos e a sociedade. 

 

38

  Entendido(a) como prática acadêmica que interliga a universidade, nas suas atividades de ensino e de 

pesquisa, com as demandas da maioria da população, possibilita essa formação do profissional cidadão e se 
credencia cada vez mais junto à sociedade como espaço privilegiado de produção do conhecimento 
significativo para a superação das desigualdades sociais existentes. Essa definição diz respeito à(ao) 

 

(A) pesquisa 

acadêmica. 

(B) extensão 

universitária. 

(C) ensino. 

(D) metodologia 

científica. 

(E) práxis 

social. 

 

39

 

Sobre os cursos de graduação, é correto afirmar: 

 

(A)  Estão divididos entre especialização, mestrado, doutorado e superior de tecnologia, este último também 

chamado de graduação tecnológica. 

(B)  São cursos não formais e têm regras específicas definidas pelos Conselhos Estaduais de Educação para o 

seu funcionamento dentro das Faculdades e Universidades. 

(C)  São desenvolvidos exclusivamente na modalidade presencial, ou seja, exigem que o aluno se desloque até a 

sala de aula para o cumprimento da carga horária de aula e realização dos exames

.

 

(D)  Oferecidos por instituições de ensino superior, independem de autorização, reconhecimento e renovação de 

reconhecimento pelo Ministério da Educação. 

(E)  É como são denominados os cursos de ensino superior, que correspondem ao primeiro nível da formação 

universitária

.

 

 

40

 

Sobre as Universidades, de acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Lei n° 9.394/1996, é correto 
afirmar: 

 

(A)  Devem possuir dois terços do corpo docente, pelo menos, com titulação acadêmica de mestrado ou 

doutorado. 

(B)  Cinquenta por cento do seu corpo docente devem atuar em regime de tempo integral. 

(C)  É facultada a criação de universidades especializadas por campo do saber. 

(D)  Pelo exercício da autonomia universitária é a elas assegurada a fixação dos currículos dos seus cursos e 

programas, independentemente das diretrizes curriculares gerais. 

(E)  É vedada a criação de universidades especializadas por campo do saber. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

ceps-ufpa-2018-unifesspa-pedagogo-prova.pdf-html.html

 
 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

15 

 

41

 

Sobre o Projeto Pedagógico de Curso, é correto afirmar: 

 

(A)  É um instrumento de gestão sob a forma de planejamento flexível pautado em objetivos e metas para um 

período determinado. Sua elaboração deve ser de caráter coletivo e os referenciais são os resultados da 
avaliação institucional. 

(B)  Sua elaboração deve envolver os técnicos pedagógicos de todos os cursos que tenham afinidade com a área 

temática em questão, para que contemplem os valores da universidade. 

(C)  Constitui importante instrumento teórico-metodológico que define as políticas para a organização 

administrativa e pedagógica das instituições de ensino, norteando as ações voltadas para a consecução de 
sua missão e de seus objetivos. 

(D) 

É um instrumento político, filosófico e teórico-metodológico que norteará as práticas acadêmicas da 
IES, tendo em vista sua trajetória histórica, inserção regional, vocação, missão, visão e objetivos 
gerais e específicos. 

(E) 

Trata-se de uma projeção dos valores originados da identidade da instituição, materializados no seu 
fazer específico, cuja natureza consiste em lidar com o conhecimento, e que deve delinear o 
horizonte de longo prazo, não se limitando, portanto, a um período de gestão. 

 

42

 

Sobre o Currículo, é correto afirmar que 

 

(A) 

é concebido como um espaço de formação plural, dinâmico e multicultural, fundamentado nos 
referenciais socioantropológicos, psicológicos, epistemológicos e pedagógicos em consonância 
com o perfil do egresso. 

(B) 

define a identidade formativa nos âmbitos humano, científico e profissional, as concepções 
pedagógicas e as orientações metodológicas e estratégicas para o ensino e a aprendizagem e sua 
avaliação e a estrutura acadêmica do seu funcionamento. 

(C) 

é o instrumento de gestão que considera a identidade da IES, no que diz respeito à sua filosofia de 
trabalho, à missão a que se propõe, às diretrizes pedagógicas que orientam suas ações, à sua 
estrutura organizacional e às atividades acadêmicas e científicas que desenvolve ou que pretende 
desenvolver. 

(D) 

é um documento de orientação acadêmica no qual devem constar, dentre outros: o histórico do 
curso; sua contextualização na realidade social, o que possibilita articulá-lo às distintas demandas 
da sociedade; a aplicação das políticas institucionais de ensino, de pesquisa, quando for o caso, e 
de extensão, bem como todos os elementos das Diretrizes Curriculares Nacionais, assegurando a 
expressão de sua identidade e inserção local e regional. 

(E)  é um documento público que tem por finalidade apresentar os cursos da Universidade para a comunidade 

acadêmica. Deve ser elaborado de forma participativa e incluir representantes de todos os segmentos 
envolvidos com o curso. 

 

43

 

De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, nas instituições públicas de educação superior, o 
professor ficará obrigado ao 

 

(A)  máximo de oito horas semanais de aula. 

(B)  mínimo de vinte horas semanais de aula. 

(C)  mínimo de oito horas diárias de aula. 

(D)  máximo de quatro horas semanais de aula. 

(E)  mínimo de oito horas semanais de aula. 
 

44

 

O indicador de qualidade que avalia os cursos de graduação, cujo cálculo e divulgação pelo MEC ocorrem no 
ano seguinte ao da realização do ENADE, denomina-se 

 

(A)  Exame Nacional de Desempenho de Egressos (ENADE). 

(B)  Índice Geral de Cursos (IGC). 

(C)  Conceito Preliminar de Curso (CPC). 

(D)  Indicador de Qualidade dos Cursos. (IQC). 

(E)  Indicador de Diferença entre os Desempenhos Observados e Esperados (IDD). 
 
 
 
 

ceps-ufpa-2018-unifesspa-pedagogo-prova.pdf-html.html

 
 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

16 

 

45

  Para que um curso de graduação tenha o seu IDD (Indicador de Diferença entre os Desempenhos 

Observados e Esperados) calculado, é preciso que ele atenda às seguintes condições: 

 

(A)  Possuir no mínimo 2 (dois) estudantes concluintes participantes do Enade com dados recuperados da base 

de dados do Enem no período entre o ano de ingresso no curso avaliado e os 3 (três) anos anteriores e atingir 
20% (vinte por cento) do total de estudantes concluintes participantes do Enade com dados recuperados da 
base de dados do Enem. 

(B)  Possuir no máximo 2 (dois) estudantes concluintes participantes do Enade com dados recuperados da base 

de dados do SAEB no período entre o ano de ingresso no curso avaliado e os 3 (três) anos anteriores e atingir 
20% (vinte por cento) do total de estudantes concluintes participantes do Enade com dados recuperados da 
base de dados do Enem. 

(C)  Possuir no mínimo 100 (cem) estudantes concluintes participantes do Enade com dados recuperados da base 

de dados do Enem no período entre o ano de ingresso no curso avaliado e os 3 (três) anos anteriores e atingir 
50% (cinquenta por cento) do total de estudantes concluintes participantes do Enade com dados recuperados 
da base de dados do Enem. 

(D)  Possuir no mínimo 50 (cinquenta) estudantes concluintes participantes do Enade com dados recuperados da 

base de dados do Enem no período entre o ano de ingresso no curso avaliado e os 4 (quatro) anos de 
formação na graduação e atingir 20% (vinte por cento) do total de estudantes concluintes participantes do 
Enade com dados recuperados da base de dados do SAEB. 

(E)  Avaliar censitariamente os estudantes concluintes participantes do Enade com dados recuperados da base 

de dados do Enem no período entre o ano de ingresso no curso e o ano de conclusão do curso e atingir 20% 
(vinte por cento) do total de estudantes concluintes participantes do Enade com dados recuperados da base 
de dados do Enem. 

 

46  Em sua fundamentação, deve expressar uma visão de mundo contemporâneo e do papel da 

educação superior em face da nova conjuntura globalizada e tecnológica, ao mesmo tempo em que 
deve explicitar, de modo abrangente, o papel da IES e sua contribuição social nos âmbitos local, 
regional e nacional, por meio do ensino, da pesquisa e da extensão como componentes essenciais 
à formação crítica do cidadão e do futuro profissional, na busca da articulação entre o real e o 
desejável. Essa definição refere-se à(ao) 

 

(A)  Projeto Pedagógico de Curso. 

(B)  Plano Nacional de Educação. 

(C) Diretriz 

Curricular 

Nacional. 

(D)  Projeto de Desenvolvimento Institucional. 

(E) Currículo. 
 

47

  É responsabilidade do ________________________, por meio da Diretoria de Avaliação da Educação 

Superior (Daes), conceber, planejar, coordenar, operacionalizar e avaliar as ações voltadas à avaliação da 
educação superior, nas modalidades presencial e a distância, com base no(na) 
________________________. 

 

A alternativa que completa corretamente as lacunas é a 

 

(A)  INEP e Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). 

(B)  Conselho Nacional de Educação e Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior – CONAE

.

 

(C)  INEP e Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior – CONAE. 

(D)  MEC e Plano Nacional de Educação. 

(E)  MEC e Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). 
 

48

 

São considerados cursos de pós-graduação stricto sensu: 

 

(A)  Especialização, mestrado acadêmico, mestrado profissional, doutorado e pós-doutorado. 

(B)  MBA, mestrado acadêmico, mestrado profissional e doutorado. 

(C)  MBA verticalizado, mestrado acadêmico, mestrado profissional e doutorado. 

(D)  Mestrado acadêmico, mestrado profissional, doutorado e pós-doutorado. 

(E)  Mestrado acadêmico, mestrado sequencial, mestrado profissional, MBA, doutorado e pós-doutorado. 
 
 
 
 

ceps-ufpa-2018-unifesspa-pedagogo-prova.pdf-html.html

 
 
 

CONCURSO PÚBLICO PARA CARGOS TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO 

EDITAL Nº 031/2018 – UNIFESSPA, DE 06 DE FEVEREIRO DE 2018 

 

17 

 

49

 

Sobre a educação infantil, de acordo com as Diretrizes gerais da legislação educacional para esse nível de 
ensino, é correto afirmar que 

 

(A)  é a primeira etapa da educação básica e destina-se à criança de zero a seis anos de idade, não sendo 

obrigatória, mas um direito a que o Estado tem obrigação de atender. 

(B)  as instituições que oferecem educação infantil, integrantes dos Sistemas de Ensino, são as creches e pré-

escolas, dividindo-se a clientela entre elas pelo critério exclusivo da faixa etária. 

(C)  é oferecida para, em substituição à família, proporcionar condições adequadas de desenvolvimento físico, 

emocional, cognitivo e social da criança. 

(D)  as crianças com deficiências devem, obrigatoriamente, ser atendidas na rede regular de creches e pré-

escolas. 

(E)  o currículo da educação infantil deve ser direcionado para a aprendizagem da alfabetização formal, no intuito 

de preparar as crianças para o ingresso no ensino fundamental. 

 

50

 

Analisando de maneira global as metas do Plano Nacional de Educação, segundo os documentos oficiais, 
pode-se afirmar que há um primeiro grupo de metas para a garantia do direito à educação básica com 
qualidade, que dizem respeito ao acesso, à universalização da alfabetização e à ampliação da escolaridade 
e das oportunidades educacionais. Referidas metas são denominadas de 

 

(A) estruturantes. 

(B) integradoras. 

(C) acessórias. 

(D) ordinárias. 

(E) extraordinárias.