Prova Concurso - Tecnologia da Informação - UFAL 2006 UFAL ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMACAO - COPEVE - UFAL - 2006

Prova - Tecnologia da Informação - UFAL 2006 UFAL ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMACAO - COPEVE - UFAL - 2006

Detalhes

Profissão: Tecnologia da Informação
Cargo: UFAL 2006 UFAL ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMACAO
Órgão: UFAL
Banca: COPEVE
Ano: 2006
Nível: Superior

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Gabarito

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 
PRÓ-REITORIA DE GESTÃO DE PESSOAS E DO TRABALHO 

CONCURSO PÚBLICO UFAL – 2006 

CAMPUS DE ARAPIRACA 

 

 

ANALISTA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 

 
 

GABARITO FINAL APÓS RECURSOS  

 

QUESTÃO 

LETRA  

QUESTÃO 

LETRA 

B  26 

A  27 

B  28 

D  29 

E  30 

C  31 

A  32 E 

A  33 

D  34 

10 

D  35 

11 

D  36 E 

12 

C  37 

13 

C  38 

14 

B  39 

15 

E  40 

16 

C  41 

17 

C  42 

18 

E  43 

19 

D  44 

20 

D  45 

21 

A  46 

22 

B  47 

23 

E  48 

24 

D  49 

25 

C  50 

 
 

Prova

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CONCURSO PÚBLICO/2006 

 

 

ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

 

 
 

LEIA COM ATENÇÃO 

 
1.  Só abra este caderno após ler todas as instruções e quando for autorizado pelo fiscal da sala. 
 
2.  Preencha os dados pessoais. 
 
3.  Autorizado o início da prova, verifique se este caderno contém 50 (cinqüenta) questões; se 

não estiver completo, exija outro do fiscal da sala. 

 
4.  Todas as questões desta prova são de múltipla escolha, apresentando uma só alternativa 

correta. 

 
5.  Ao receber a folha de respostas, confira o nome da prova, seu nome e número de inscrição. 

Qualquer irregularidade observada, comunique imediatamente ao fiscal. 

 
6.  Assinale a resposta de cada questão no corpo da prova e só depois transfira os resultados para 

a folha de respostas. 

 
7.  Para marcar a folha de respostas, utilize apenas caneta esferográfica azul ou preta e faça as 

marcas de acordo com o modelo: 

 
8.  Só marque uma resposta para cada questão. 
 
9.  Não risque, não amasse, não dobre e não suje a folha de respostas, pois isso poderá 

prejudicá-lo

 
10. O fiscal não está autorizado a emitir opinião nem a prestar esclarecimentos sobre os 

conteúdos das provas. Cabe única e exclusivamente ao candidato interpretar e decidir. 

 
11. Ao terminar a prova, devolva ao Fiscal este Caderno de Provas, juntamente com a sua Folha 

de Respostas e assine a lista de Presença. 

 

 

Nº de Inscrição: 

 
 

 

Assinatura do Candidato: 

 

U F A L 

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS 

CAM

PU

A

R

A

PIRAC

A

 

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PORTUGUÊS 

     

Qualidade ou inovação?     

Cláudio de Moura Castro 

"No Brasil, como não acertamos com os caminhos 
tradicionais, nosso sistema educacional tornou-se 
permeável a toda sorte de inovação"
 

Volta e meia nos comparamos com o Leste Asiático, e as 
conclusões são lúgubres. De fato, nos testes 
internacionais de rendimento escolar, os resultados de 
Cingapura, Coréia e Japão são sempre espetaculares. E a 
China está avançando.  

Quando analisamos mais a fundo, vemos que o sucesso 
desses países resulta do esforço concentrado. Repete-se a 
velha fórmula de estudar até aprender. E dá certo. O lado 
ruim é que os sistemas do Leste Asiático são 
convencionais e promovem um aprendizado muito 
estreito. O Ministério da Educação do Japão se queixa de 
que há poucos desafios à imaginação. O ensino é 
impecável, mas gera pessoas pouco criativas. As 
tentativas de mudança são rechaçadas ferozmente pelos 
pais, temendo que a escola use seus filhos como cobaias 
para testar inovações – o que poderia prejudicar suas 
chances futuras. 

Se não está na Ásia, onde estaria a inovação educativa? 
Estados Unidos e Israel são grandes usinas de inovação e, 
ao mesmo tempo, têm excelência. A América Latina tem 
uma educação que não deu certo. É atrasada 
historicamente e custa muito para alcançar resultados 
apenas sofríveis. Mas o curioso é ser ela um dos grandes 
laboratórios da educação. Parece inverossímil e 
paradoxal sermos um grande pólo de inovação.  

No topo da criatividade estão Brasil e Colômbia, onde a 
educação é péssima. E há também o Chile, introduzindo 
soluções inovadoras na gestão do ensino. Em contraste, 
apesar de terem a Argentina e o Uruguai os melhores 
sistemas educativos, são os países com menos inovações.  

Por que diabos seria assim? Ao que parece, a criatividade 
de alguns países da América Latina é um mecanismo de 
compensação. Como não conseguiram fazer uma escola 
convencional boa, tentam inovar, buscando modelos 
melhores, mais robustos ou apoiados em tecnologia. 
Vejamos alguns exemplos.  

A Colômbia criou a Escuela Nueva, uma fórmula de 
escola rural extraordinariamente bem-sucedida e bastante 
copiada. Tem também ampla experiência com o 
marketing social da educação. A fragilidade institucional 
do país é compensada pela força e pela inovação de suas 
instituições do terceiro setor.  

Os economistas – que tiveram muito poder no Chile – 
criaram mecanismos interessantes para a contratação de 
cursos (privados ou públicos) de formação profissional, 
condicionando a concessão de recursos públicos à 
obtenção de emprego para os alunos. Implantaram 
também um sistema engenhoso de privatização da 
formação profissional e foram pioneiros no uso 
sistemático de testes para monitorar o funcionamento das 
escolas.  

Mas, possivelmente, a maior coleção de inovações 
educativas esteja no Brasil, um pobre coitado em matéria 
de ensino. Paulo Freire é a grande referência 
internacional em programas de alfabetização de adultos. 
O modelo do Senai foi copiado em quase toda a América 
Latina e continua imbatível. O Brasil foi pioneiro no uso 
do rádio para o ensino e, junto com o México, é líder na 
TV educativa. O programa de reforma educativa de 
Minas Gerais aparece em vários livros estrangeiros e 
serve de exemplo de como é possível dar um grande salto 
em pouco tempo. Os programas de aceleração para os 
alunos repetentes mostram resultados excepcionais. O 
Provão foi um programa único no mundo, invejado pelos 
educadores estrangeiros.  

Não chega a ser um paradoxo. Em alguns países que 
tiveram êxito – como os asiáticos e, em menor grau, 
Argentina e Uruguai –, erguem-se barreiras de proteção 
às mudanças. Deu certo, então por que mudar? Contudo, 
podem encontrar menor resistência às inovações certos 
países que estão por baixo e não logram resolver seus 
problemas pelas soluções convencionais. O Brasil está 
nesse time. Horrendamente atrasado em sua educação, 
vale tudo para encontrar uma fórmula salvadora. Como 
não acertamos com os caminhos tradicionais, nosso 
sistema tornou-se permeável a toda sorte de inovação. É 
um consolo, um alento e um potencial. Mas apenas com 
criatividade não chegaremos lá. Nada substitui o esforço 
obstinado e persistente que deu certo na Ásia – e onde 
quer que haja educação de qualidade.  

Cláudio de Moura Castro  é economista 
(

claudiodmc@attglobal.net

)  Texto 

publicado em 1º de março, 2006.  

 

 

               Vamos acabar com as notas 

Stephen Kanitz

 

"Imaginem um sistema geral de auto-
avaliação em que os alunos não mais 

estudariam para as provas, mas 
estudariam para ser úteis na vida."
 
Damos notas a hotéis, a videogames e a 
tipos de café. Mas faz sentido dar notas a 
seres humanos como fazem as escolas e 

nossas universidades? Ninguém dá a 
Beethoven ou à Quinta Sinfonia uma nota 
como 6.8, por exemplo.  
O que significa dar uma "nota" a um ser 
humano? Que naquele momento da prova, 
ele sabia x% de tudo o que os professores 

gostariam que ele soubesse da matéria. Mas 
saber "algo" significa alguma coisa hoje em 
dia? Significa que você criará "algo" no 

futuro? Que você será capaz de resolver os 
inúmeros problemas que terá na vida? Que 

será capaz de resolver os problemas desta 
nação?  
É possível medir a capacidade criativa de um 

aluno? Quantos alunos tiraram nota zero 
justamente porque foram criativos ou 
criativos demais? Por isso, não damos notas 

Texto 2 

Texto 1 

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a Beethoven nem a Picasso, não há como 
medir criatividade.  
Muitos vão argumentar que o problema é 

somente aperfeiçoar e melhorar o sistema de 
notas, que obviamente não é perfeito e as 

suas falhas precisam ser corrigidas.  
Mas e se, em vez disso, abolíssemos o 
conceito de notas? Na vida real, ninguém nos 

dará notas a cada prova ou semestre. Você 
só perceberá que não está sendo promovido, 
que as pessoas não retornam mais seus 

telefonemas ou que você não está mais 
agradando.  
Aliás, saber se você está agradando ou não é 

justamente uma competência que todo 
mundo deveria aprender para poder ter um 

mínimo de desconfiômetro. Ou seja, 
deveríamos ensinar a auto-avaliação. Com os 
alunos se auto-avaliando, dar notas seria 

contraproducente. Não ensinamos a técnica 
de auto-avaliação, tanto é que inúmeros 
profissionais não estão agradando nem um 

pouco como professores e, mesmo assim, se 
acham no direito de dar notas a um aluno.  
O sistema de "dar" notas está tão enraizado 

no nosso sistema educacional que nem 
percebemos mais suas nefastas 

conseqüências. Muitos alunos estudam para 
tirar boas "notas", não para aprender o que é 
importante na vida. Depois de formados, 

entram em depressão pois não entendem por 
que não arrumam um emprego apesar de 
terem tido excelentes "notas" na faculdade. 

Foram enganados e induzidos a pensar que o 
objetivo da educação é passar de ano, tirar 
nota 5 ou 7, o mínimo necessário.  
Ninguém estuda mais pelo amor ao estudo, 
mas pelas cenouras que colocamos na sua 
frente. Ou seja, as "notas" de fim de ano. 

Educamos pelo método da pressão e punição. 
Quando adultos, esses jovens continuarão no 

mesmo padrão. Só trabalharão pelo salário, 
não pela profissão.  
Se o seu filho não quer estudar, não o force. 

Simplesmente corte a mesada e o obrigue a 
trabalhar. Ele logo descobrirá que só sabe ser 
garçom ou porteiro de fábrica. Depois de dois 

anos no batente ele terá uma enorme 
vontade de estudar. Não para obter notas 
boas, mas para ter uma boa profissão.  
Robert M. Pirsig, o autor do livro Zen e a Arte 
da Manutenção de Motocicletas,
 testou essa 

idéia em sala de aula e, para sua surpresa, 
os alunos que mais reclamaram foram os do 
fundão. São os piores alunos que querem 

notas e provas de fim de ano. Os melhores 

alunos já sabem que passaram de ano, 
muitos nem se dão ao trabalho de buscar o 
diploma.  
Sem notas, os piores alunos seriam 
obrigados a estudar, não poderiam mais 

colar nas provas e se auto-enganar. Provas 
não provam nada, o desempenho futuro na 
vida é que é o teste final.  
Imaginem um sistema geral de auto-
avaliação em que os alunos não mais 
estudariam para as provas, mas estudariam 

para ser úteis na vida. Imaginem um sistema 
educacional em que a maioria dos alunos não 
esqueceria tudo o que aprendeu no 1º ano, 

mas, pelo contrário, se lembraria de tudo o 
que é necessário para sempre.  
Criaríamos um sistema educacional em que o 
aluno descobriria que não é o professor que 
tem de dar notas, é o próprio aluno. Todo 

mês, todo dia, todo semestre, pelo resto de 
sua vida.  

Stephen Kanitz 

é 

administrador por Harvard. Texto publicado em 
10/05/2006. 

 

1. A que gênero textual pertencem os dois textos? 
Aponte a alternativa correta. 
 
A. Trata-se de dois ensaios publicados em encartes 

literários de jornal, em edição de domingo. 

B.  Os dois textos pertencem ao gênero textual artigo de 

opiniãogeralmente publicados em jornais e revistas 
semanais. 

C. Trata-se de dois exemplares de gêneros textuais 

acadêmicos, do tipo artigo científico. 

D. Os dois textos são crônicas jornalísticas, pois fazem 

apreciações descomprometidas. 

E. Trata-se apenas de duas exposições didáticas, estudos 

monográficos, ou seja, duas dissertações sobre temas 
especializados. 

 

2. Leia os dois textos e identifique as alternativas que 
dizem o que eles têm em comum. 

 

1.  Ambos se relacionam à área de educação e ensino. 
2.  Ambos são escritos por pessoas que não se 

identificam explicitamente como professores. 

3.  Ambos se dirigem a um público estritamente 

especializado no ramo. 

4.  Ambos buscam a adesão do leitor médio e leigo, ou 

seja, não-especialista no assunto. 

5.  Ambos se baseiam explicitamente em situações reais 

de todos os níveis da educação formal. 

6.  Ambos são escritos por pessoas que falam do ponto 

de vista das instituições oficiais. 

 

A.  Estão corretas as assertivas 1, 2 e 4. 
B.  Estão corretas as assertivas 2, 3 e 6. 
C.  Estão corretas as assertivas 1, 5 e 6. 
D.  Estão corretas as assertivas 2, 3 e 6. 
E.  Estão corretas as assertivas 1, 3 e 4. 

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3. Leia o texto 1 (Cláudio Moura Castro) e assinale a 
alternativa correta em relação a informações 
veiculadas pelo texto.
 
 
A. Não existem exemplos de países que conseguem 

manter um certo equilíbrio entre tradição e inovação 
no ensino. 

B. Há dois exemplos de países desenvolvidos que 

conseguem ser criativos ou inovadores, sem 
sacrificar a boa qualidade no ensino. 

C. Todos os países da América Latina têm sistemas de 

ensino desastrosos. 

D. Todos os países que se aventuraram em inovações 

educacionais são países desenvolvidos. 

E. Nenhuma experiência inovadora na América Latina 

deu resultados satisfatórios. 

4. Leia os dois textos e identifique as alternativas que 
abordam os elementos em que eles se diferenciam. 

 

1.  O autor do texto 1 defende de forma  irrestrita e 

radical inovações no ensino tradicional.  

2.  O autor do texto 2 apresenta uma posição mais 

subjetiva e mais radical do que o autor do texto 1. 

3.  O autor do texto 2 apresenta argumentações 

baseadas em dados da realidade.  

4.  O autor do texto 1 apresenta uma posição mais 

crítica e cautelosa do que o autor do texto 2.  

5.  O autor do texto 1 consegue imprimir uma certa 

racionalidade em direção a um alerta, a um 
aconselhamento. 

6.  O autor do texto 2 assume uma posição mais realista 

e mais responsável do que o autor do texto 1. 
 
Agora, assinale a alternativa que apresenta o 

número das assertivas corretas. 

 

A. Estão corretas as assertivas 1, 2 e 5. 
B. Estão corretas as assertivas 1, 3 e 4. 
C. Estão corretas as assertivas 2, 5 e 6. 
D. Estão corretas as assertivas 2, 4 e 5. 
E. Estão corretas as assertivas 2, 3 e 6. 
 
5. A partir do texto de Stephen Kanitz, qual das 
inferências abaixo pode ser autorizada pela sua 
leitura? Assinale a alternativa correta. 
 
A. Infelizmente, a auto-avaliação é algo que nem todos 

sabem ou podem desenvolver com facilidade; por 
isso, os professores têm que apelar para as notas. 

B. Tanto os alunos bem-sucedidos como os de fraco 

desempenho têm boas condições de se auto-avaliar; 
por isso, não valorizam notas. 

C. Na vida real, não damos nota a nada nem a ninguém; 

portanto, a escola deve abolir o sistema de avaliação 
através de notas. 

D. Conforme sua própria experiência como professor, é 

possível ensinar o sistema de auto-avaliação a todos 
os alunos, segundo pesquisa apontada no texto. 

E. O sistema de avaliação através de notas é 

extremamente desastroso quando se trata de avaliar a 
criatividade dos alunos. 

 

6. Dentre as inferências abaixo, qual (quais) dela(s) 
pode(m) ser autorizada(s) pela leitura do texto 1? 
(Cláudio de Moura Castro).  
 

1.  Os países desenvolvidos deveriam abolir o 

tradicionalismo na educação e procurar 
inovações para dar vez à imaginação, já que o 
sistema convencional é pouco criativo, como já 
se discute no Japão. 

2.  Os países subdesenvolvidos devem garantir o 

bom ensino tradicional, embora precisem 
também apelar para inovações que, muitas 
vezes, se fazem necessárias para enfrentar 
problemas específicos. 

3.  Os países subdesenvolvidos devem parar de 

gastar dinheiro com soluções alternativas 
mesmo criativas, para os seus precários sistemas 
de ensino, devendo preocupar-se apenas com a 
educação convencional. 

4.  Países que apresentam alto grau de inovação no 

sistema educacional, como o Brasil, devem 
continuar insistindo nessa tendência, pois a 
tecnologia, fatalmente, substituirá o ensino 
convencional. 

5.  O Brasil, no plano educacional, apesar de ter 

algumas soluções criativas e internacionalmente 
reconhecidas, ainda não conseguiu garantir um 
ensino básico de boa qualidade para todos e, 
assim, precisa investir mais na educação 
convencional. 

 
Agora, assinale a alternativa que contém a(s) 

inferência(s) autorizada(s) pelo texto. 
 
A. Temos inferência autorizada apenas na assertiva 2. 
B. As assertivas 3 e 4 são inferências autorizadas. 
C. As assertivas 2 e 5 são inferências autorizadas. 
D. Temos inferência autorizada apenas na assertiva 5. 
E. As alternativas 1 e 3 são inferências autorizadas. 
 
7. No texto 1 (Cláudio de Moura Castro), as  frases 

 

1 – “Por que diabos seria assim?” (5º parágrafo)  
2 – “Deu certo, então por que mudar?” (9º 

parágrafo) 
 

A. Funcionam como recursos retóricos, ou seja, maneiras 

de envolver o leitor no raciocínio desenvolvido, 
evidenciando um esforço de persuasão. 

B. Funcionam como uma ruptura num nível referencial 

da linguagem, interferindo negativamente na 
compreensão do texto. 

C. Contrariam a boa norma da condução do discurso 

retórico, pois trazem uma relação de subjetividade 
num ensaio de cunho referencial, objetivo. 

D. São apenas recursos ou traços de oralidade que não 

causam nenhum efeito na linha de raciocínio 
desenvolvida no texto. 

E. São perfeitamente compatíveis com o discurso 

referencial e objetivo do texto, denotando a 
impessoalidade do autor. 

 

copeve-ufal-2006-ufal-analista-de-tecnologia-da-informacao-prova.pdf-html.html

8.  No trecho do texto 2 (Stephen Kanitz): “Ninguém 
estuda mais pelo amor ao estudo, mas pelas cenouras 
que colocamos na sua frente
.”, podemos identificar: 

 

A. um emprego de metáfora. 
B. um uso eufemístico das palavras. 
C. uma relação de paronímia entre as palavras. 
D. um caso exemplar de homonímia. 
E. um emprego de metonímia. 
 
9. Examine as frases abaixo e identifique a alternativa 
que apresenta um termo destoante do registro 
lingüístico padrão, mas que denota uma tentativa do 
autor de identificar-se com um dos elementos 
retratados no seu texto – o aluno. 
 
A.“Se seu filho não quer estudar, não o force”. (Texto 2) 
B.“O que significa dar uma ‘nota’ ao ser humano”.  

(Texto 2) 

C.“O Brasil está nesse time. Horrendamente atrasado...” 

(Texto 1) 

D.“... todo mundo deveria aprender para poder ter um 

mínimo de desconfiômetro.” (Texto 2) 

E.“As tentativas de mudança são rechaçadas ferozmente 

pelos pais, ...” (Texto 1) 

 
10. Leia o fragmento do texto 1 (Cláudio de Moura 
Castro), considerando a expressão em destaque. 

 
“Volta e meia, nos comparamos 
com o Leste Asiático, e as 
conclusões são lúgubres. De fato, 
nos testes internacionais de 
rendimento escolar, os resultados 
de Cingapura, Coréia e Japão são 
sempre espetaculares. E a China 
está avançando.” 

 

Agora, assinale a alternativa que aponta a função 
discursiva da citada expressão. 

 

A. A expressão indica uma conclusão da proposição 

anterior. 

B. A expressão evidencia um contraste em relação à idéia 

anteriormente apresentada. 

C. A expressão denota um recurso lingüístico de caráter 

ornamental. 

D. A expressão está reforçando a idéia anteriormente 

apresentada. 

E. A expressão denota uma relação de causalidade em 

relação à idéia anteriormente apresentada. 

 
11. Aponte a alternativa em que a forma verbal 
denota vaguidade ou vagueza no enunciado, mas que 
está em perfeita consonância com o caráter aberto da 
proposta apresentada no texto 2 
(Stephen Kanitz). 
 
A. “Os melhores alunos já sabem que passaram de ano 

...”  

B. “Depois de formados, entram em depressão...” 
C. “Damos notas a hotéis, a videogames e a tipos de 

café.” 

D. “Com os alunos se auto-avaliando, dar notas seria 

contraproducente.”  

E. “Por isso, não damos notas a Beethoven nem a 

Picasso...” 

 
12. Ao analisarmos o título do texto 1 – Qualidade ou 
Inovação? –,
 e confrontando-o mais acuradamente 
com as idéias do texto, podemos inferir que 

 

1. o autor, ao se utilizar da conjunção ou, no título, 

assume a condição irrestrita de apoio à idéia 
de uma tradição no ensino. 

2. apesar da idéia de exclusão, evidenciada pela 

conjunção, o texto reforça a possibilidade de 
combinação das propostas. 

3. o título, apesar de provocativo, destoa das 

propostas apresentadas no texto, pois fica 
claro que o autor coloca a inovação como algo 
mais atrativo. 

4. o autor utiliza a conjunção ou para evidenciar 

um conflito e não assume, no texto, nenhuma 
posição. 

 

Agora, assinale a alternativa que apresenta a 
assertiva correta. 
 
A. Todas as assertivas estão corretas. 
B. As assertivas 1 e 3 estão corretas. 
C. Apenas a assertiva 2 está correta. 
D. As assertivas 2 e 4 estão corretas. 
E. Apenas a assertiva 3 está correta. 
 
13. O valor semântico do conectivo destacado em 
“Mas e se, em vez disso, abolíssemos o conceito de 
notas?”
 (Texto 2) encontra equivalência semântica em 
qual das frases retiradas do mesmo texto? Assinale a 
alternativa correta. 
 
A. “Aliás, saber se você está agradando ou não é 

justamente uma competência que todo mundo 
deveria aprender para poder ter um  mínimo de 
desconfiômetro”. 

B. “ Com os alunos se auto-avaliando, dar notas seria 

contraproducente”. 

C. “Se o seu filho não quer estudar, não o force.” 
D. “Os melhores alunos já sabem que passaram de ano, 

muitos nem se dão ao trabalho de buscar o diploma”. 

E.) “Sem notas, os piores alunos seriam obrigados a 

estudar, não poderiam mais colar nas provas e se 
auto-enganar”. 

 
14. O uso do travessão, empregado no segundo, 
sétimo e nono parágrafos do Texto 1 
(Cláudio de 
Moura Castro), poderia ser substituído, sem 
prejudicar sua compreensão, por:  

 

A. ponto e vírgula; 
B. vírgula; 
C. dois pontos; 
D. reticências; 
E. aspas. 
 
 

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15. De acordo com as normas de concordância verbal 
da língua portuguesa escrita padrão, o verbo deve 
concordar com o sujeito a que se refere. Assinale a 
alternativa que contém uma frase que não está de 
acordo com essa regra. 

 

A. Defende-se a velha fórmula do ensino tradicional. 
B. Alguns vão pensar que a questão é apenas de 

aperfeiçoamento do sistema de notas. 

C. Uma vez maduros, os alunos repetirão o paradigma. 

Só trabalharão pelo dinheiro, não pela carreira. 

D. Em oposição, embora tendo a Argentina e o Uruguai 

os melhores sistemas educativos, são os países 
menos criativos. 

E. Apresenta-se muitos obstáculos às mudanças 

educacionais. 

CONHECIMENTO ESPECÍFICO 

 

16. Uma solicitação em que o objeto emissor não faz 
uma pausa para aguardar os resultados. O nome do 
conceito descrito é: 
 
A.  metaclasse. 
B.  Assinatura. 
C.  ação assíncrona. 
D.  Associação. 
E.  ação síncrona. 
 
17.   

As CPUs clássicas (ditas convencionais) 

executam as instruções da sua linguagem de máquina 
em uma série de pequenos passos. Essa seqüência de 
passos é conhecida como o ciclo:  
 
A.  “executa-decodifica-busca” 
B.  “decodifica-busca-executa” 
C.  “busca-decodifica-executa” 
D.  “busca-executa-decodifica” 
E.  “executa-busca-decodifica” 
 
18. Um conjunto de informações utilizado ou 
produzido por um processo de desenvolvimento de 
software. Exemplos desse conceito são: documento, 
relatório, executável e diagrama. O nome do conceito 
descrito é: 

 
A.  marco. 
B.  associação. 
C.  método. 
D.  classe concreta. 
E.  artefato. 
 
19. Dadas as assertivas a seguir, referentes a 
barramentos, indique a opção que contenha as 
afirmações verdadeiras. 

 

I.  Na concepção do barramento USB, deve ser 

possível instalar um dispositivo enquanto o 
computador estiver em operação normal. 

II.  O barramento USB é paralelo de forma a torná-lo 

mais eficiente na transferência de dados. 

III.  Num barramento SCSI, pode-se dependurar discos 

rígidos, unidades de fita, etc., em que cada um 
destes dispositivos SCSI deve ter uma 
identificação única. 

IV.  O barramento SCSI é um barramento serial de alto 

desempenho em que se pode dependurar vários 
dispositivos (principalmente discos rígidos), 
tornando-o muito utilizado em servidores de rede. 

 

A.  I e II 
B.  II e III 
C.  III e IV 
D.  I e III 
E.  II e IV 
 
20. Um diagrama que mostra a configuração dos nós 
de processamento em tempo de execução e os 
componentes que nele existe, é descrito como: 
 
A.  diagrama de componentes. 
B.  diagrama de interação. 
C.  diagrama de colaboração. 
D.  diagrama de implantação. 
E.  diagrama de objetos. 
 
21. Na Entrada/Saída dirigida por interrupção, a 
ocorrência de uma interrupção dispara certo número 
de eventos, tanto no hardware quanto no software do 
processador.  No momento em que um dispositivo 
envia um sinal de interrupção para o processador, é 
correto afirmar que: 
 
A.  antes de responder a essa interrupção, o processador 

termina a execução da instrução corrente. 

B.  o processador entra em estado de WAIT  (espera) 

aguardando que o dispositivo envie seu endereço de 
Entrada/Saída. 

C.  aguarda até que o dispositivo requisitante envie um 

sinal de reconhecimento de interrupção. 

D.  o dispositivo requisitante envia um sinal de 

confirmação da requisição de interrupção. 

E.  os drivers de dispositivos são ativados para execução 

de rotinas internas do sistema operacional. 

 
22. Uma condição ou situação durante a vida de um 
objeto, na qual ele satisfaz alguma condição, realiza 
uma atividade ou aguarda algum evento. O nome do 
conceito descrito é: 
 
A.  ação síncrona. 
B.  estado. 
C.  classe.  
D.  atributo. 
E.  mensagem. 
 
 
 
 
 
 
 
 

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23. Dadas as assertivas a seguir, referentes a 
fundamentos de Sistemas Operacionais, indique a 
opção que contenha todas as afirmações verdadeiras. 
 

I.  Na técnica de paginação, o espaço de 

endereçamento virtual e o espaço de endereçamento 
real são divididos em blocos de tamanho variável 
para melhorar o desempenho no acesso à memória. 

II.  O conceito de memória virtual desvincula o 

endereçamento feito pelo programa do usuário dos 
endereços físicos da memória principal. 

III.  Threads distintos em um processo não são tão 

independentes quanto processos distintos. Todos os 
threads de um processo têm exatamente o mesmo 
espaço de endereçamento, o que significa que eles 
também compartilham as mesmas variáveis globais. 

IV.  Cada dispositivo de E/S ligado ao computador 

precisa de algum programa chamado de driver do 
dispositivo. O nível de padronização desses 
dispositivos atingido atualmente permite que um 
único  driver, para cada tipo de dispositivo, som, 
vídeo, rede, teclado, mouse, seja capaz de fazer a 
conexão entre este tipo de dispositivo e o 
computador, independente do sistema operacional 
utilizado. 

 

A.  I e II 
B.  II e IV 
C.  III e IV 
D.  I e III 
E.  II e III 

 

24. O intervalo de tempo entre dois marcos de 
progresso importantes do processo de 
desenvolvimento, durante o qual um conjunto bem 
definido de objetivos é atingido, artefatos são 
concluídos e decisões são tomadas é denominado de: 

 

A.  método. 
B.  metodologia. 
C.  ciclo de desenvolvimento de software.    
D.  fase. 
E.  modelo. 

 

25. Com relação a interfaceamento e dispositivos de 
Entrada/Saída, é FALSO afirmar que: 

 

A.  os  modens, que usualmente são utilizados em 

computadores do tipo PC, convertem os sinais 
digitais saintes em analógicos e os sinais analógicos 
entrantes em sinais digitais.  

B.  placa mãe (motherboard) dita com interface de vídeo 

on board não necessita de uma placa de vídeo 
adicional, porém geralmente compartilha a memória 
principal do computador. 

C.  o disco rígido (HD) é um dispositivo de 

armazenamento secundário, em que as informações 
são lidas/gravadas de uma forma dita seqüencial 
(como uma espiral); são mais eficiente que os cds. 

D.  a interface de rede ethernet (o chamado adaptador de 

rede), na maioria das vezes, implementa o protocolo 
da camada de enlace. 

E.  em computadores do tipo PC, os principais 

dispositivos de entrada/saída requerem, em geral, 

pelo menos: um endereço para uma interface de 
Entrada/Saída e um número de interrupção 
correspondente a essa interface. 

 
26. Um lugar na hierarquia de abstrações, 
abrangendo desde os níveis mais altos de abstração 
(muito abstratos) até os mais baixos (muito concretos) 
é assim descrito: 
 
A.  hierarquia de mensagens. 
B.  diagrama de implantação. 
C.  nível de abstração. 
D.  caso de uso. 
E.  diagrama de objetos. 
 
27. Dadas as assertivas a seguir, referentes a sistemas 
de arquivos, indique a opção que contenha todas as 
afirmações verdadeiras. 
 

I.  Unix e Windows suportam vários tipos de arquivos, 

dentre esses, arquivos regulares, que contêm dados 
do usuário, e diretórios que são arquivos do sistema 
que mantêm a estrutura do sistema de arquivos. 

II.  Uma forma de acessar dispositivos de 

Entrada/Saída é associando esses dispositivos a 
arquivos especiais. Esses arquivos são montados na 
estrutura do sistema de arquivos.  

III.  A maior partição de disco rígido (HD) suportada 

por uma FAT32 é 64 GBytes, uma vez que utiliza 
32 bits  para endereçar as trilhas e setores do disco 
rígido (HD). 

IV.  O NTFS utiliza código ASCII para os nomes de 

arquivos, permitindo o uso de nomes longos nos 
arquivos.  

Indique a opção que contenha todas as afirmações 
verdadeiras. 
 

A.  I e II 
B.  II e IV 
C.  III e IV 
D.  I e III 
E.  II e III 
 
28. No contexto do diagrama de implantação, um 
elemento físico existente em tempo de execução que 
representa um recurso computacional, geralmente 
dispõe de, pelo menos, alguma memória, e na maioria 
das vezes, capacidade de processamento. O conceito 
dado é denominado de: 
 
A.  objeto. 
B.  nó. 
C.  estado. 
D.  caso de uso. 
E.  ator. 
 
 
 
 
 
 
 
 

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29. Dadas as assertivas a seguir, referentes à Internet, 
indique a opção que contenha todas as afirmações 
verdadeiras. 
 

I.  Nos serviços orientados para conexão, os próprios 

sistemas finais e os comutadores de pacotes dentro 
da Internet estão cientes dessa conexão.  

II.  O serviço não orientado para conexão é utilizado 

por inúmeras aplicações, inclusive por aplicações 
multimídia, como telefone por Internet e 
videoconferência. 

III.  O protocolo HTML  está no coração da Web e é 

implementado em dois programas: um programa 
cliente e outro servidor. 

IV.  O compartilhamento de arquivos P2P é um 

paradigma de distribuição atraente, porque todo o 
conteúdo é transferido diretamente entre pares 
comuns, sem passar por servidores de terceiros. 

 

A.  I e II 
B.  II e IV 
C.  III e IV 
D.  I e III 
E.  II e III 
 
30. O processo de software consiste em atividades 
envolvidas no desenvolvimento de produtos de 
software. Essas atividades são representadas por: 
 
A.  especificação e validação. 
B.  validação e evolução de software. 
C.  especificação e evolução de software. 
D.  especificação, desenvolvimento, validação e 

evolução de software. 

E.  desenvolvimento e validação. 
 
31.  Quais são os atributos de um bom software? 
 
A.  Funcionalidade e desempenho requeridos, deve ser 

passível de manutenção, confiável e de fácil uso. 

B.  Implementação orientada a objetos. 
C.  Implementação e documentação, utilizando-se uma 

linguagem de programação funcional. 

D.  Implementação, utilizando-se uma linguagem 

interpretada. 

E.  Implementação, utilizando-se uma linguagem 

compilada. 

 
32.  São testados, de forma independente, os 
elementos ou componentes individuais, para garantir 
que eles operem corretamente. O tipo de teste descrito 
é: 
 
A.  teste de aceitação. 
B.  teste de sistema. 
C.  teste de subsistema. 
D.  teste de módulo. 
E.  teste de unidade. 
 
 
 
 
 

33. Considere as assertivas a seguir, referentes aos 
protocolos Internet. 
 

I.  Atualmente, há vários protocolos populares de 

acesso a correio eletrônico, entre eles POP3, IMAP 
e HTTP. 

II.  O HTTP define-se como uma página Web que deve 

ser  interpretada   por um cliente, isto é, exibida ao 
usuário. 

III.  No correio pela Internet, um documento que 

contenha textos, imagens, etc., os quais não seguem 
o padrão ASCII devem ser codificados em um 
formato ASCII para não confundir o SMTP. 

IV.  O DNS é uma aplicação com a qual o usuário 

interage de modo direto, e possui uma função 
interna na Internet que é a tradução de nomes de 
hospedeiros para seus endereços IP subjacentes. 

 
Indique a opção que contenha todas as afirmações 
verdadeiras. 

 

A.  I e II 
B.  II e IV 
C.  III e IV 
D.  I e III 
E.  II e III 

 

34. Indique a alternativa que apresenta o conceito 
fundamental de Middleware. 
 
A.  Uma camada de software entre a camada de rede e a 

camada física para permitir comunicação entre 
sistemas computacionais distribuídos. 

B.  Uma camada de software que permite ao sistema 

distribuído conseguir uniformidade na presença de 
diferentes plataformas de hardware e software. 

C.  Uma camada de software adicionada à camada de 

rede de forma a criar facilidades na conexão com os 
servidores. 

D.  Uma camada de software adicionada no meio 

(middle)  do sistema operacional, entre o núcleo 
(kernel) e os drivers de dispositivos de comunicação. 

E.  Uma camada de software adicionada a diversas 

camadas da arquitetura TCP/IP, tornando os sistemas 
computacionais mais eficientes para aplicações 
multimídia.   

 

35.  Redes Frame Relay utilizam: 

 

A.  tecnologia de comutação de pacotes que usam 

circuitos virtuais com reconhecimento e sem 
controle de fluxo. 

B.  tecnologia de comutação de pacotes que usam 

circuitos virtuais sem reconhecimento e sem controle 
de fluxo. 

C.  tecnologia de comutação de circuitos que usam 

circuitos virtuais sem reconhecimento e sem controle 
de fluxo. 

D.  tecnologia de comutação de pacotes que usam 

circuitos virtuais sem reconhecimento e com 
controle de fluxo. 

E.  tecnologia de comutação de circuitos que usam 

circuitos virtuais com reconhecimento e com 
controle de fluxo. 

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36.  É o resultado previsto de uma atividade em que 
algum relatório formal de progresso deve ser 
apresentado à gerência. Ocorrem regularmente ao 
longo de um projeto de software. O conceito dado 
denomina-se de: 

 

A.  processo de software. 
B.  diagrama de atividades. 
C.  Risco. 
D.  diagrama de componentes. 
E.  marco de projeto. 
 
37. Analise as assertivas a seguir, referentes a 
Tecnologias para Aplicações na Web. 

 

I.  Para que um programa CGI seja executado com 

sucesso, o browser Web entra em contato com o 
servidor, pedindo permissão  para que o cliente 
possa executá-lo. 

II.  O que o usuário digitou nos campos de um 

formulário são transportados no corpo da 
mensagem HTTP, quando da utilização do método 
GET.  

III.  SOAP é um protocolo projetado para invocar 

aplicações remotas em um ambiente, independente 
de plataforma e linguagem de programação. 

IV.  O uso de Web Services torna-se atrativo pelo fato 

de ser baseado em tecnologias ditas standards, em 
particular XML e HTTP. 

 
Agora, indique a opção que contenha todas as 
afirmações verdadeiras. 

 

A.  I e II 
B.  II e III 
C.  III e IV 
D.  I e III 
E.  II e IV 

 

38. Dadas as assertivas a seguir, referentes a 
dispositivos de interconexão de redes, indique a opção 
que contenha todas as afirmações verdadeiras. 

 

I.  Uma das vantagens do uso de hubs é que evitam as 

colisões que ocorrem nas redes com cabo coaxial, 
uma vez que todo o cabeamento ficará concentrado 
nesses hubs

II.  Em uma rede Ethernet, switches são comutadores 

da camada de enlace, isto é, quando um quadro 
chega a uma interface do switch esse examina o 
endereço de destino do quadro e tenta repassá-lo 
para a interface associada a este destino.  

III.  Switches Ethernet repassam quadros usando o 

endereçamento MAC, enquanto que roteadores 
repassam pacotes usando endereçamento IP. 

IV.  Os dispositivos roteadores da Internet necessitam 

de, no mínimo, das seguintes camadas: transporte, 
rede, enlace e física. 

 

A.  I e II 
B.  II e IV 
C.  III e IV 
D.  I e III 
E.  II e III 

39. O desenvolvimento com base em componentes, 
leva em conta a utilização de: 
 
A.  banco de dados e componentes sem interfaces. 
B.  classes concretas e código fonte disponível e 

componentes sem interface. 

C.  componentes de caixa preta com interfaces. 
D.  componentes sem interface e diagrama de classes. 
E.  componentes sem interface e código fonte 

disponível. 

 
40. Destina-se a mostrar que um programa cumpre 
com sua especificação. O nome do conceito descrito é: 
 
A.  método. 
B.  interface. 
C.  método abstrato. 
D.  marco. 
E.  verificação. 
 
41. Considere as assertivas a seguir, referentes à 
segurança de redes. 

 

I.  A criptografia que mantém a chave livremente 

disponível a todos em que, onde qualquer um pode 
enviar uma mensagem cifrada ao destinatário é a  
criptografia de chave pública, evitando que um 
intruso envie mensagens em nome de outro. 

II.  Na assinatura digital, deve ser possível provar que 

um documento assinado por um indivíduo foi na 
verdade assinado por ele (a assinatura tem de ser 
verificável) e que somente aquele indivíduo poderia 
ter assinado o documento (a assinatura não pode ser 
falsificada, e o signatário não pode mais tarde 
repudiar o documento, nem negar que o assinou). 

III.  Um  Firewall é uma combinação de hardware e 

software que isola a rede interna de uma 
organização, da Internet em geral, permitindo que 
alguns pacotes passem, bloqueando outros. 

IV.  O PGP, utilizado no e-mail seguro, oferece ao 

usuário a opção de criptografar a mensagem para 
que um intruso não possa lê-la, porém não permite 
assinatura digital. 

 
Indique a opção que contenha todas as afirmações 
verdadeiras. 
 

A.  I e II 
B.  II e III 
C.  III e IV 
D.  I e III 
E.  II e IV 
 
42. Coleção de classes que fornece funcionalidades 
úteis, porém, não define o projeto de uma aplicação, 
denomina-se como: 
 
A.  framework. 
B.  padrão de projeto. 
C.  diagrama de casos de uso. 
D.  biblioteca de classes. 
E.  Polimorfismo. 
 

copeve-ufal-2006-ufal-analista-de-tecnologia-da-informacao-prova.pdf-html.html

43. Define o esqueleto de um algoritmo em uma 
operação, postergando a definição de alguns passos 
para subclasses. O nome do padrão de projeto 
correspondente é: 
 
A.  singleton. 
B.  proxy. 
C.  observer. 
D.  façade. 
E.  template method. 
 
44. Analise as assertivas a seguir, referentes à 
arquitetura de gerenciamento da Internet: 
 

I.  A linguagem de definição SMI é necessária para 

assegurar que a sintaxe e a semântica dos dados de 
gerenciamento de rede sejam bem definidas e não 
apresentem ambigüidades. 

II.  O SNMP é um protocolo da camada de rede 

utilizado para gerenciar o tráfego dos pacotes 
(datagramas), cuja informação de tráfego se 
encontra nas MIBs dos equipamentos de rede. 

III.  A MIB pode ser imaginada como um banco virtual 

de informações que guarda objetos gerenciados, 
cujos valores, coletivamente, refletem o “estado” 
atual da rede. 

IV.  A SMI, e a  MIB, ambas, são dependentes do 

protocolo de comunicação SNMP. 

 
Indique a opção que contenha todas as afirmações 
verdadeiras. 
 

A.  I e II 
B.  II e IV 
C.  III e IV 
D.  I e III 
E.  II e III 
 
45. Define uma dependência um-para-muitos entre 
objetos, de modo que, quando um objeto muda de 
estado, todos os seus dependentes são 
automaticamente notificados e atualizados. O nome 
do padrão de projeto correspondente é: 
 
A.  proxy. 
B.  factory method. 
C.  observer. 
D.  façade. 
E.  template method. 
 
46. Pode ser um subconjunto do banco de dados ou 
pode conter dados virtuais que sejam derivados dos 
arquivos do banco de dados, mas que não estejam 
explicitamente armazenados. O nome do conceito 
descrito é: 
 
A.  arquivo. 
B.  armazenamento persistente. 
C.  visão. 
D.  metadado. 
E.  relacionamento. 
 
 

47. Considere as assertivas a seguir, referentes à 
camada de rede e roteamento. 
 

I.  Um Computador que possui o endereço IPv4 

200.57.121.83, com uma máscara 255.255.255.224, 
pertence à sub-rede 200.57.121.80. 

II.  Um sistema autônomo (AS) é um conjunto de 

roteadores que estão sob o mesmo controle 
administrativo e técnico, sendo que todos rodam o 
mesmo protocolo de roteamento.  

III.  O OSPF foi concebido como sucessor do RIP e, 

como tal, tem uma série de características 
avançadas, de forma que, com o OSPF, um 
roteador constrói um mapa topológico completo, 
isto é, um grafo, de todo sistema autônomo. 

IV.  Quando um hospedeiro recebe um datagrama IP 

tendo ICMP como protocolo da camada superior, 
ele demultiplexa o conteúdo deste datagrama de 
uma forma diferente da que usaria para 
demultiplexar o conteúdo de um datagrama para 
TCP ou UDP. 

 
Agora, indique a opção que contenha todas as 
afirmações verdadeiras. 
 

A.  I e II 
B.  II e IV 
C.  III e IV 
D.  I e III 
E.  II e III 
 
48. Analise as assertivas a seguir, referentes a redes 
locais Ethernet. 
 

I.  Um endereço de broadcast MAC, no campo de 

endereço do destinatário do quadro, faz com que 
todos na rede local processem as informações desse 
quadro. 

II.  Mover o hospedeiro (host) de uma rede local para 

outra provoca a alteração do endereço MAC do 
adaptador Ethernet, para entrar em conformidade 
com a rede local para a qual foi movido.  

III.  Repetidores (hubs) não têm a função de 

 

implementar as funcionalidades  do protocolo 
CSMA/CD.  

IV.  Quando um receptor recebe um quadro Ethernet, 

verifica o CRC e, caso essa checagem indique um 
erro no quadro, pede para que o remetente reenvie o 
quadro. 

 
Agora, indique a opção que contenha todas as 
afirmações verdadeiras. 
 

A.  I e II 
B.  II e IV 
C.  III e IV 
D.  I e III 
E.  I e IV 
 
49. Um endereço de rede IPv4 200.120.37.0 foi 
dividido em 8 sub-redes. Quais os possíveis: endereço 
de sub-rede, máscara da sub-rede, e endereço de 
broadcast, respectivamente?  

copeve-ufal-2006-ufal-analista-de-tecnologia-da-informacao-prova.pdf-html.html

 
A.  200.120.37.20, 255.255.255.0, 200.120.37.29 
B.  200.120.37.64, 255.255.255.0, 200.120.37.95 
C.  200.120.37.20, 255.255.255.220, 200.120.37.29 
D.  200.120.37.64, 255.255.255.224, 200.120.37.95 
E.  200.120.37.16, 255.255.255.220, 200.120.37.31 
 
50. Dadas as assertivas a seguir, referentes a redes 
Wi-Fi, indique a opção que contenha todas as 
afirmações verdadeiras. 
 

I.  Devido a taxas relativamente altas de erros de bits 

em canais, usa um esquema de 
reconhecimento/retransmissão. 

II.  Utiliza o protocolo de acesso aleatório 

denominado CSMA/CA, isso é CSMA com 
prevenção de colisão. 

III.  Cada estação sem fio tem um endereço MAC 

distribuído pelo ponto de acesso (AP).  

IV.  A grande diferença entre redes com fio e sem fio 

está na camada de rede, pois os meios físicos em 
que se dá a comunicação possuem características 
diferentes. 

 

A.  I e II 
B.  II e III 
C.  III e IV 
D.  I e III 
E.  II e IV