Prova Concurso - Arquitetura - UFG-2016-PREFEITURA-DE-CALDAS-NOVAS-GO-ARQUITETO - CS - UFG - 2016

Prova - Arquitetura - UFG-2016-PREFEITURA-DE-CALDAS-NOVAS-GO-ARQUITETO - CS - UFG - 2016

Detalhes

Profissão: Arquitetura
Cargo: UFG-2016-PREFEITURA-DE-CALDAS-NOVAS-GO-ARQUITETO
Órgão: UFG
Banca: CS
Ano: 2016
Nível: Superior

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Gabarito

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS 

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: MECÂNICO DE MÁQUINAS E VEÍCULOS

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGOS: AGENTE DE VIGILÂNCIA, AUXILIAR DE MECÂNICO, AUXILIAR DE

OBRAS E SERVIÇOS, AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS, BORRACHEIRO, COVEIRO,

ENCANADOR, MOTORISTA DE VEÍCULOS LEVES, MOTORISTA DE VEÍCULOS

PESADOS, OFICIAL DE OBRAS E SERVIÇOS, OPERADOR DE MÁQUINAS LEVES,

OPERADOR DE MÁQUINAS PESADAS, OPERADOR DE USINA DE ASFALTO,

PEDREIRO, SERVENTE DE PEDREIRO, PINTOR, PORTEIRO E SOLDADOR. 

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

CARGOS: AGENTE DE OBRAS PÚBLICAS, AGENTE DE TURISMO, AGENTE

FUNERÁRIO, ATENTENDE PROCON, AUXILIAR TÉCNICO EM PLANEJAMENTO,

CERIMÔNIALISTA, FOTOGRÁFO, MESTRE DE CERIMÔNIA, MESTRE DE

MECÂNICO, MESTRE GERAL DE OBRAS, RECEPCIONISTA DE EVENTOS.   

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO

CARGO: AGENTE ADMINISTRATIVO

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO

CARGO: AGENTE MUNICIPAL DE TRÂNSITO

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

CARGO: ASSISTENTE TÉCNICO JURÍDICO 

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: CONCILIADOR PROCON

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: ELETRICISTA DE MOTORES PESADOS

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: ELETRICISTA 

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: ESCREVENTE CARTORÁRIO DO PROCON

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: FISCAL AMBIENTAL 

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: FISCAL DE POSTURAS E EDIFICAÇÕES 

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: FISCAL DE TRIBUTOS

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: FISCAL DO PROCON

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: PROGRAMADOR DE MICROCOMPUTADOR E PERIFÉRICOS

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: PROJETISTA

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO

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Goiânia, 26 de janeiro de 2016.

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: TÉCNICO EM SICONV 

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Goiânia, 26 de janeiro de 2016.

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: TOPÓGRAFO 

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GABARITO ALTERADO

Goiânia, 26 de janeiro de 2016.

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: ARQUITETO

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X QUESTÃO ANULADA

Goiânia, 26 de janeiro de 2016.

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: ASSISTENTE SOCIAL

01

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08

09

10

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Goiânia, 26 de janeiro de 2016.

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: BIÓLOGO 

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GABARITO ALTERADO

X QUESTÃO ANULADA

Goiânia, 26 de janeiro de 2016.

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: ENGENHEIRO AMBIENTAL

01

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GABARITO ALTERADO

X QUESTÃO ANULADA

Goiânia, 26 de janeiro de 2016.

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: ENGENHEIRO CIVIL

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GABARITO ALTERADO

X QUESTÃO ANULADA

Goiânia, 26 de janeiro de 2016.

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: ENGENHEIRO ELETRICISTA

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GABARITO ALTERADO

Goiânia, 26 de janeiro de 2016.

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: ESPECIALISTA EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

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Goiânia, 26 de janeiro de 2016.

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: GEÓGRAFO 

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Goiânia, 26 de janeiro de 2016.

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: GEÓLOGO

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GABARITO ALTERADO

X QUESTÃO ANULADA

Goiânia, 26 de janeiro de 2016.

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: NUTRICIONISTA

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GABARITO ALTERADO

X QUESTÃO ANULADA

Goiânia, 26 de janeiro de 2016.

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PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CENTRO DE SELEÇÃO

GABARITO FINAL

CARGO: TÉCNICO EM ESPORTE

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B

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GABARITO ALTERADO

Goiânia, 26 de janeiro de 2016.

Prova

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1. Quando for permitido abrir o caderno, verifique se ele está completo ou se apresenta

imperfeições  gráficas  que  possam  gerar  dúvidas.  Se  houver  algum  defeito  dessa
natureza, peça ao aplicador de prova para entregar-lhe outro exemplar.

2. Este  caderno  contém  50  questões  objetivas.  Cada  questão  apresenta  quatro

alternativas  de  resposta,  das  quais  apenas  uma  é  a  correta.  Preencha  no  cartão-
resposta a letra correspondente à resposta assinalada na prova.

3. O cartão-resposta é personalizado e não será substituído, em caso de erro, durante o

seu  preenchimento.  Ao  recebê-lo,  verifique  se  seus  dados  estão  impressos
corretamente; se for constatado algum erro, notifique ao aplicador de prova.

4. No cartão-resposta, as respostas devem ser marcadas com caneta esferográfica de

tinta na cor PRETA ou AZUL e fabricada em material transparente, preenchendo-se
integralmente o alvéolo, rigorosamente dentro dos seus limites e sem rasuras.

5. Esta prova tem a duração de quatro horas, incluindo o tempo destinado à coleta de

impressão digital, à leitura das  instruções e à transcrição das respostas para o cartão-
resposta.

6. Você só poderá retirar-se definitivamente da sala e do prédio após terem decorridas

duas horas de prova, e somente será permitido levar o caderno de prova a partir das 11
horas, desde que permaneça na sala até esse horário.

7. Quando apenas três candidatos permanecerem na sala para terminar a prova, estes

deverão  aguardar  até  que  o  último  a  entregue  e  terão  seus  nomes  registrados  em 
Relatório de Sala, no qual aporão suas respectivas assinaturas.

8.  AO TERMINAR, DEVOLVA O CARTÃO-RESPOSTA  AO APLICADOR DE PROVA.

ARQUITETO

SÓ ABRA ESTE CADERNO QUANDO AUTORIZADO

LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES

10/01/201

6

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

PREFEITURA DE CALDAS NOVAS

CENTRO DE SELEÇÃO 

EDITAL nº 001/2015

CONCURSO PÚBLICO 2015

PROVAS

QUESTÕES

Língua Portuguesa

01 a 10

11 a 50

Conhecimentos Específicos

cs-ufg-2016-prefeitura-de-caldas-novas-go-arquiteto-prova.pdf-html.html

UFG/CS                                                                             CONCURSO PÚBLICO                                           PREFEITURA DE CALDAS NOVAS/2015

Leia os textos 1 e 2 para responder às questões de 1 a 10.

Texto 1

1

2

3

4

5

6

7

O que é Responsabilidade Social?

A responsabilidade  social   é quando  empresas,  de

forma   voluntária,   adotam   posturas,   comportamentos   e
ações que promovam o bem-estar dos seus públicos in-
terno e externo. É uma prática voluntária, pois não deve
ser confundida exclusivamente com ações compulsórias
impostas pelo governo ou por quaisquer incentivos exter-
nos (como fiscais, por exemplo). O conceito, nessa visão,
envolve o benefício da coletividade, seja ela relativa ao
público interno (funcionários, acionistas, etc.) ou atores
externos (comunidade, parceiros, meio ambiente, etc.).

Com o passar do tempo, tal concepção originou al-

gumas variantes ou nuances. Assim, conceitos novos –
muitas vezes, complementares, distintos ou redundantes
– são usados para definir responsabilidade social, entre
eles:   Responsabilidade   Social   Corporativa (RSC),   Res-
ponsabilidade Social Empresarial (RSE) e Responsabili-
dade Social Ambiental (RSA).

A chamada RSC é, na maioria dos casos, um con-

ceito   usado   na   literatura   especializada,  sobretudo   para
empresas, principalmente de grande porte, com preocu-
pações sociais voltadas ao seu ambiente de negócios ou
ao seu quadro de funcionários. O conceito de RSE, ainda
que muitos vejam como sinônimo de RSC, tende a envol-
ver um espectro mais amplo de beneficiários (stakehol-
ders
), envolvendo aí a qualidade de vida e bem-estar do
público interno da empresa, mas também a redução de
impactos   negativos   de   sua   atividade   na   comunidade   e
meio ambiente. 

Na maioria das vezes, tais ações são acompanha-

das pela adoção de uma mudança comportamental e de
gestão que envolve maior transparência, ética e valores
na relação com seus parceiros.

Críticas em relação ao papel das empresas na

responsabilidade social

É importante frisar que o conceito não deve ser

confundido com filantropia ou simples assistência social.
Aqui, na lógica do “é melhor ensinar a pescar, do que dar
o   peixe”,   entende-se   responsabilidade   social   como   um
processo contínuo e de melhoria da empresa na sua rela-
ção com seus funcionários, comunidades e parceiros. 

Não   há   viés   assistencialista,   uma   vez   que   há

uma   lógica   embutida   de desenvolvimento   sustentável e
crescimento responsável. 

A maior parte das empresas que adotam postu-

ras   socialmente   responsáveis   aufere   um   crescimento
mais sustentável, ganhos de imagem e visibilidade e são
menos propícias a litígios ou problemas judiciais.

Disponível em: <http://www.responsabilidadesocial.com/o-que-e-responsabilidade-
social/>. Acesso em: 20 set. 2015.

Texto 2 

1

2

3

4

5

Ética na vida social e profissional

Em todas as áreas do conhecimento e mesmo no

cotidiano, encontramos referências sobre Ética. Em admi-
nistração e nos meios empresariais a expressão adquire,
a cada dia, mais importância para a reputação de uma or-
ganização, por possuir valor imensurável. Por exemplo,
na literatura da Administração, com frequência, há um ca-
pítulo especial dedicado exclusivamente à ética. 

Mas, o que é Ética e por que é importante para a

vida social e profissional?

A palavra Ética (do grego ethos/etheia) pode ser

traduzida por “modo de ser” ou “caráter”. Os romanos tra-
duziram-na para o latim mos – plural mores – que signifi-
ca “costume”, vocábulo do qual se origina a palavra Mo-
ral
.   Estes conceitos referem-se a um tipo de comporta-
mento que não é natural, mas adquirido por hábito. Ética
Moral referem-se a uma realidade humana, construída
histórica e socialmente, fundamentadas nas relações co-
letivas dos seres humanos, nas sociedades onde nascem
e vivem, e definem o melhor modo de viver e conviver. A
ética possui caráter crítico e reflexivo, tornando-se refle-
xão crítica sobre a moral.

Difundida nos meios acadêmicos e nas institui-

ções sociais, a ética define as relações que se estabele-
cem entre cidadãos e instituições, em que cada pessoa
deverá saber avaliar, julgar, deliberar, escolher e decidir
da melhor maneira possível, e de acordo com as circuns-
tâncias, o que é melhor ou mais correto para todos os en-
volvidos. Entretanto, com frequência, vemos nos meios
de comunicação notícias sobre importantes gestores que
se envolvem em ações ilícitas ou fraudes dentro de orga-
nizações   renomadas,   tanto   nacionais   como   internacio-
nais,  corrompendo  tradições,  culturas,  valores  e  princí-
pios.
Toda   empresa   ou   instituição   reproduz   a   imagem   e   as
ações de seus gestores e profissionais. No cotidiano pro-
fissional, é comum nos depararmos com problemas práti-
cos e concretos ou situações que nos colocam diante de
impasses   e   dilemas   morais.   Para   efetuar   escolhas,   as
quais   pautam   nossa   conduta,   nossas   ações   e   nosso
comportamento, e para chegarmos à melhor decisão di-
ante de problemas complexos e intrincados é necessário
que saibamos bem avaliar e refletir sobre o que será mais
adequado e pertinente.

Se todas as nossas ações e decisões afetam as

outras pessoas, para chegar a esse ideal ético precisa-
mos de critérios ou regras. Ou seja, na vida social e pro-
fissional devemos criar regras capazes de coordenar e
harmonizar as relações, estabelecer os limites que deve-
mos obedecer e as limitações às quais será preciso sub-
meter-nos. Contudo, não podemos esquecer que Ética é
muito   mais   que   obediência   ou   submissão,   e   devemos
usar esses critérios e regras para medir o alcance das
nossas   possibilidades   e   a  extensão   das   nossas  limita-
ções.  Fazer isso com consciência é o primeiro passo: di-
zer não para o incorreto, denunciar e não cometer atos
antiéticos,   com   toda   certeza,   são   contributos   para   que
num futuro próximo possamos viver em uma sociedade
digna e ética.

Disponível em: <http://blog.aiec.br/etica-na-vida-social-e-profissional/>. Acesso
em: 20 set 2015.

LÍNGUA_ PORTUGUESA

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UFG/CS                                                                             CONCURSO PÚBLICO                                           PREFEITURA DE CALDAS NOVAS/2015

▬ 

QUESTÃO 1

 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Os textos 1 e 2 desenvolvem a mesma temática, centrada
na preocupação com a  

(A) assistência   integral   às   pessoas   menos   favorecidas,

destituídas de bens materiais.

(B) qualificação profissional dos cidadãos de baixa renda,

visando ao controle social. 

(C) relação   saudável  entre   o   mercado   de   produção   de

bens e serviços e a sociedade. 

(D) beneficência à prevenção dos males para evitar faltas

ao trabalho por problemas de saúde. 

 

QUESTÃO 2

 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Responsabilidade social e ética social e profissional estão
em relação de 

(A) implicação mútua.

(B) intersecção polarizada.

(C) consequência legal.

(D) restrição lógica.

▬ 

QUESTÃO 3

 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O alvo comum da responsabilidade e da ética sociais é

(A) a classe menos atendida pelo governo. 

(B) o nível social de pouca instrução escolar.

(C) a camada mais pobre da sociedade.

(D) o bem comum de determinada coletividade.

▬ 

QUESTÃO 4

 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

▬▬▬

A ênfase no fato de que “responsabilidade social” não é as-
sistencialismo, no Texto 1, tem o objetivo de conferir credi-
bilidade aos dizeres do texto. O mesmo objetivo é encon-
trado no Texto 2. A estratégia discursiva do Texto 2 para
conferir credibilidade ao dizer é a

(A) mobilização de vozes de autoridade.

(B) citação da origem etimológica dos conceitos.

(C) enumeração de conhecimentos de base científica.

(D) exemplificação dos fatos com base na estatística.

▬ 

QUESTÃO 5

 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Dos enunciados “Com o passar do tempo, tal concepção
originou algumas variantes ou nuances. Assim, conceitos
novos [...] são usados para definir responsabilidade social”,
no Texto 1, e “Ética  e  Moral  referem-se a uma realidade
humana, construída histórica e socialmente, fundamenta-
das nas relações coletivas dos seres humanos, nas socie-
dades onde nascem e vivem, e definem o melhor modo de
viver e conviver”, no Texto 2, infere-se que

(A) as formulações teóricas são construtos rígidos elabo-

rados por especialistas. 

(B) os pensadores sociais são limitados às suas teorias.  

(C) as concepções de mundo inibem o olhar dos pesqui-

sadores.

(D) os conceitos teóricos estão a serviço da realidade so-

cial na qual se inserem. 

▬ 

QUESTÃO 6

 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Do enunciado “Não há viés assistencialista, uma vez que
há uma lógica embutida de desenvolvimento sustentável e
crescimento responsável”, no Texto 1, pressupõe-se que 

(A) assistencialismo social e crescimento econômico são

incompatíveis. 

(B) assistencialismo social e ações sustentáveis são pro-

gramas de governo.

(C) assistencialismo social e responsabilidade ética são

construídos pelas empresas. 

(D) assistencialismo  social  e  solidariedade humana  são

atrasos sociais.

▬ 

QUESTÃO 7

 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A expressão “Na maioria das vezes”, no trecho “Na maioria
das vezes, tais ações são acompanhadas pela adoção de
uma mudança comportamental e de gestão que envolve
maior transparência, ética e valores na relação com seus
parceiros”, no Texto 2, funciona como um indicador de 

(A) generalização da aplicação da responsabilidade das

empresas.

(B) restrição da atuação da conduta ética dos profissionais. 

(C) seleção   dos   alvos   alcançados   pelas   ações   morais

dos funcionários das empresas.

(D) universalização dos valores humanos e sociais defen-

didos pelos atores sociais.

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▬ 

QUESTÃO 8

 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

No enunciado “Contudo, não podemos esquecer que Ética
é  muito mais que obediência ou submissão, e devemos
usar   esses   critérios   e   regras   para   medir   o   alcance   das
nossas   possibilidades   e   a   extensão   das   nossas   limita-
ções”, o termo “contudo” evidencia que regra social, de for-
ma geral, é entendida como   

(A) acordo, consenso e diálogo. 

(B) norma de comportamento a ser seguida.

(C) opressão, subjugação e resistência.

(D) maneira individual de agir em espaços públicos.
 

Releia os textos 1 e 2 e leia o Texto 3 para responder às
questões 9 e 10.

Texto 3

Disponível   em:  <http://slideplayer.com.br/slide/1252400/>.  Acesso  em:   20
set. 2015.

▬ 

QUESTÃO 9

 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

De acordo com o Texto 3, a população mundial tende a au-
mentar no futuro e, com isso, considerando a renda  per
capita
, haverá aumento  

(A) da poluição mundial.

(B) do investimento cultural.

(C) do índice de violência.

(D) da desigualdade social. 

▬ 

QUESTÃO 10

 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Considerando   as   preocupações   com   responsabilidade   e
ética sociais e profissionais, expressas nos textos 1 e 2,
das estatísticas apresentadas no Texto 3, infere-se que, no
futuro, 

(A) as   empresas   devem   concentrar   seus  investimentos

na promoção das relações humanas.

(B) os setores do mercado de investimento de futuro de-

vem ampliar seus campos de atuação para garantir o
faturamento.

(C) as ações de assistencialismo social serão insuficien-

tes para toda a população mundial. 

(D) os mecanismos de distribuição de renda serão altera-

dos para atender às demandas sociais.

 

▬ RASCUNHO ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

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 QUESTÃO 11

 ▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Analise o texto a seguir.

Projeto em arquitetura é o modo através do qual intenta-
mos transformar em ato a satisfação de um desejo. Espe-
cialmente por isso [...] existe implícito um sentido de dis-
tância entre o desejo e a sua satisfação: a operação pro-
jetual   se   separa   da   atividade   propriamente   construtivo-
produtiva.

GREGOTTI, 2000

Segundo essa concepção,

(A)

a distância entre o desejo e a realidade é compreen-
dida de forma reducionista, sobretudo como expres-
são cultural, além de outras de natureza programáti-
ca, tecnológica, econômica ou de gestão.

(B)

a distância entre o desejo e a realidade é preenchida
pelo   processo   de   projetação,   que,   ao   enfrentar   a
complexidade das exigências programáticas da con-
temporaneidade, elabora-se como projeto.

(C) a distância entre o desejo e a realidade é o desenvol-

vimento de uma arquitetura que  atende às relações
concretas, uma vez que a estrutura da projetação é
de natureza tecnológica.

(D) a distância entre o desejo e a realidade é preenchida

quando   o   projeto   é   assistido   pelo   computador,   tor-
nando-se   uma   exploração   labiríntica   de   possibilida-
des infinitas proporcionadas pela máquina.

 QUESTÃO 12 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Leia o texto e analise a figura a seguir.

Vivemos numa sociedade que tem sua base de funciona-
mento e sobrevivência na mobilidade, na possibilidade de
movimentação, no direito de ir e vir, de enviar e receber.

 

Figura 1. Disponível em: www.escoladebicicletas.com.br. Acesso em 14 
set. 2015

Tanto o texto quanto a figura remetem ao direito de loco-
moção do homem. A figura, em especial, retrata

(A)

uma ciclovia.

(B)

uma via compartilhada.

(C) uma ciclofaixa.

(D) um paraciclo.

 QUESTÃO 13 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Leia o excerto que se segue.

Todo mundo pode desligar o rádio, desertar dos concertos,
aborrecer-se no cinema e no teatro e não ler o livro, mas nin-
guém pode fechar os olhos frente a todas as edificações que
integram a cena da vida cidadã e levam o selo do homem
aos campos e à paisagem.

Zevi,1978

Alguns edifícios tornam-se marcos arquitetônicos da cidade
onde foram construídos. Nesse sentido, observe a imagem.

Figura 2 - Edifício 30 St. Mary Axe

Disponível em: www.skyscrapercity.-

com. Acesso em 15 set. 2015

Este edifício tornou-se ícone da cidade de: 

(A)

Dubai.

(B)

Londres.

(C) Nova York.

(D) Singapura.

ARQUITETO

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 QUESTÃO 14 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O projeto arquitetônico comunica-se pela expressão gráfica e pela sua leitura. Analise as figuras a seguir. 

Figura 3 - Revista Arquitetura &Construção. Editora Abril. Dezembro 1991

Figura 4 - Revista Arquitetura &Construção. Editora Abril. Dezembro 1991

Figura 5 - Revista Arquitetura &Construção. Editora Abril. Dezembro 1991

Figura 6 - Revista Arquitetura &Construção. Editora Abril. Dezembro 1991

Figura 7 - Revista Arquitetura &Construção. Editora Abril. Dezembro 1991

Da análise das figuras, constata-se que a 

(A)

figura 6 representa a fachada frontal da edificação.

(B)

figura 7 representa um corte que passa pela escada, voltado para a garagem.

(C) figura 5 representa um corte que passa pela área social e pelo quarto de solteiro.

(D) figura 4 representa terraços sobre a sala.

ARQUITETO

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 QUESTÃO 15 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A Igreja de Nossa Senhora das Dores, em Caldas Novas,
foi construída em  1850 e apresenta bom estado de con-
servação, com parte do madeiramento original. Observe a
imagem do seu interior, a seguir. 

Figura 8 - Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores em Caldas Novas. 

Dis-

ponível   em:   www.foursquare.com/v/igreja-matriz-nossa-senhora-das-dores.
Acesso em 23 set. 2015.

Para   a   estrutura   da   cobertura,  com   uma   água

 

de   cada

lado, seguindo a mesma inclinação das águas superiores,
foi adotada a

(A)

tesoura simples.

(B)

tesoura paladiana.

(C) tesoura de Santo André.

(D) tesoura de linha suspensa.

 QUESTÃO 16 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Segundo   Fernandes   (2007),   “as   projeções   solares   das
aberturas – os chamados brises – podem ser classificadas
em  três tipos”,  conforme o  sombreamento  e  a região  do
planeta”. No caso da cidade de Goiânia, quando

(A)

o sombreamento for à esquerda ou à direita, utilizam-
se os brises verticais. 

(B)

a abertura a ser protegida estiver na fachada oeste,
opta-se pela utilização dos brises horizontais.

(C) a   abertura   a   ser   protegida   estiver   na   fachada   sul,

opta-se pela utilização do brise em grelha.

(D) a   utilização   for   de   brises   verticais   com   ângulo   de

sombra horizontal à direita, as palas devem estar in-
clinadas à direita, para privilegiar a proteção do sol,
que vem deste lado.

 QUESTÃO 17 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Em 1959, Ernest Cramer projetou o  Poets Garden  e tor-
nou-se o pioneiro da land art. As figuras a seguir mostram
esta obra de Cramer.

Figura 9 - Vista do Poets Garden (FRANCO, 1997)

Figura 10 - Planta Poets Garden (FRANCO, 1997)

Na proposta de Cramer, destaca-se a

(A)

preocupação em obedecer o declive natural do terre-
no.

(B)

qualidade da paisagem expressa na simplicidade do
desenho.

(C) abstração   presente   na   construção   de   pirâmides   de

grama.

(D) utilização da técnica de jardinagem denominada topia-

ria.

ARQUITETO

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 QUESTÃO 18 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Os mecanismos de transporte no interior do concreto são
os principais responsáveis por sua deterioração. Assim, “a
ascensão de um líquido molhante em um canal delgado” é
o mecanismo denominado

(A)

porosidade.

(B)

permeabilidade. 

(C) difusão.

(D) capilaridade.

 QUESTÃO 19 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Nos Estabelecimentos Assistenciais de Saúde (EAS), nas
unidades funcionais de internação, destinadas a lactentes,
deve-se  prever “área de cuidados e higienização desses
pacientes”. A quantificação deste ambiente é de: 

(A)

1 a cada 10 berços.

(B)

1 a cada 12 berços.

(C) 1 a cada 15 berços.

(D) 1 a cada 18 berços.

 QUESTÃO 20 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O Código  de  Edificações  do  Município  de  Caldas Novas
prevê   que   os  projetos,   se   necessário,   serão   apreciados
por outros Órgãos Técnicos Municipais ou Estaduais, prin-
cipalmente o Projeto de Combate a Incêndio, que constitui
uma exigência para obras acima de:

(A)

  750 m²

(B)

  850 m²

(C) 1000 m²

(D) 1200 m²

 QUESTÃO 21 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Leia o texto a seguir.

[...] é o procedimento que delimita o solo municipal em
zonas que devem sujeitar-se às normas de controle de
uso,  ocupação  e densidades   populacionais   compatíveis
com a garantia do meio ambiente ecologicamente equili-
brado, com o bem-estar da população e de acordo com a
função social da propriedade.

Prefeitura Municipal de Caldas Novas.

Segundo a Lei  n. 1826/2011, a definição apresentada  re-
fere-se

(A)

à urbanização.

(B)

ao controle do uso do solo.

(C) à área de expansão urbana.

(D) ao zoneamento.

 

 QUESTÃO 22 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Leia o texto a seguir.

No final do século XIX, ao mesmo tempo em que a situa-
ção caótica das cidades continuava a estimular a imagina-
ção dos “utopistas”, qualificados por CHOAY (1992, p. 18)
como “pré-urbanistas”, começavam a surgir as primeiras teo-
rias do urbanismo moderno, que foram enquadradas em qua-
tro correntes de pensamento antagônicas entre si. 

FRANCO, 2005

Dentre   essas   teorias,   encontra-se   o   Modelo   Culturalista,
segundo o qual 

(A)

a totalidade da cidade deve prevalecer sobre as par-
tes,   e   o   conceito   cultural  de   cidade,   sobre   a   noção
material de cidade.

(B)

o princípio básico deste modelo está na racionalidade
da   ciência   e   da   técnica   como  forma   de   resolver   os
problemas. 

(C) a   arquitetura   deve   subordinar-se   à   natureza,   com

base em uma funcionalidade cultural aplicada à me-
canização.

(D) a arquitetura é concebida com base na cultura e na

busca dos valores progressistas e pré-rafaelitas.

 QUESTÃO 23 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Leia o texto a seguir.

Nos últimos 80 anos as nossas ruas foram destituídas de to-
das as suas funções, exceto o movimento de carros. Agora,
as cidades estão procurando encorajar e reativar estes outros
usos,  [...]  um  desenvolvimento  urbano  focado em todas  as
funções que uma rua deve cumprir como um espaço social e
comercial,   além   de   uma   via   para   o   trânsito   de   bicicletas,
transportes coletivos urbanos e veículos pessoais. 

Blog Soluções. Acesso em 18 set. 2015

Goiânia, a capital de Goiás, compartilha essa iniciativa, com
a criação de áreas contíguas às calçadas, como, por exem-
plo, na Avenida Ricardo Paranhos, conforme a imagem  a
seguir.

Figura 11 – Jornal O Popular

Esses espaços

 são chamados de:

(A)

green walls.

(B)

birdwatches.

(C) parklets.

(D) pocket gardens.

ARQUITETO

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 QUESTÃO 27 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O Código de Proteção contra Incêndio, Explosão e Desas-
tres, no caso de edificações voltadas aos serviços de hos-
pedagem com até 12 m de altura, exige Instalações Pre-
ventivas   de   Proteção   Contra   Incêndio   e   Pânico   (IPCIP).
Uma dessas instalações é o

(A)

compartimento vertical.

(B)

compartimento horizontal.

(C) plano de intervenção de incêndio.

(D) sistema de resfriamento.

 QUESTÃO 28 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O   projeto   Beew   Hostel   Bar   desenvolvido   pelo   arquiteto
Marcus Thomé (Studio Green), na cidade São Paulo, in-
corpora vários conceitos de sustentabilidade, como podem
ser conferidos na imagem a seguir.

Figura   15   –   Vista   do   terraço   do   BeeW   Hostel   Bar.   Disponível   em:
www.eew.com.br. Acesso em 23 set. 2015.

Além dos conceitos visíveis na figura, a edificação é enri-
quecida com outro item de sustentabilidade, que é a

(A)

utilização de lâmpadas incandescentes em todos os
ambientes.

(B)

inclusão de ar-condicionado nos quartos para ameni-
zar as altas temperaturas.

(C) impermeabilização de toda a extensão do piso térreo

do edifício.

(D) reutilização de água de chuva nas descargas sanitá-

rias.

 QUESTÃO 29 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Segundo o Código de Edificações do Município de Caldas 
Novas, são compartimentos de permanência prolongada:

(A)

cozinha e copas.

(B)

refeitórios e restaurantes.

(C) lavanderias domiciliares e áreas de serviço.

(D) cinemas e teatros.

 QUESTÃO 30 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O processo de tecnologia de informação, Building Information
Modelling – BIM, é uma metodologia de trabalho que visa à
maior comunicação entre os diversos agentes de projeto. Tec-
nologias como essa têm demonstrado vantagem, como

(A)

redução do tempo dos treinamentos.

(B)

baixo custo para aquisição dos aplicativos.

(C) possibilidade   de   integração   de   todos   os   envolvidos

desde a concepção até o final da obra.

(D) facilidade para  controle, pela possibilidade de utilizar

versões de aplicativos antigos, como R14, 2000, 2002,
2005.

 RASCUNHO 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

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 QUESTÃO 31 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Analise as imagens a seguir, que mostram o Pavilhão da Dinamarca na Expo Xangai, de 2010, do escritório Bjarke Ingels
Group – BIG.

Figura 16 - Perspectiva do Pavilhão da Dinamarca na Expo Xangai de 2010.
BIG. Disponível em: concursosdeprojeto.org/2010. Acesso em: 19 set. 2015.

Figura 17 - Esquema dos pavimentos do Pavilhão da Dinamarca na Expo Xan-
gai de 2010. BIG. Disponível em: www.concursosdeprojeto.org/2010. Acesso
em:19 set. 2015.

Figura 18 - Fachada do Pavilhão da Dinamarca na Expo Xangai de 2010. BIG.
Disponível em: www. concursosdeprojeto.org/2010. Acesso em: 19 set. 2015.

Figura 19 - Interior do térreo com espelho d’água do Pavilhão da Dinamarca na
Expo Xangai de 2010. BIG. Disponível em: www. concursosdeprojeto.org/2010.
Acesso em: 19 set. 2015.

Figura 20 - Vista superior em perspectiva do Pavilhão da Dinamarca na Expo
Xangai   de   2010.   BIG.   Disponível   em:   www.   concursosdeprojeto.org/2010.
Acesso em: 10 set. 2015

Figura 21 - Pavilhão da Dinamarca na Expo Xangai de 2010. BIG. Acesso em:
10 set. 2015

Figura 22 - Pavilhão da Dinamarca na Expo Xangai de 2010. BIG. Disponível
em: www.concursosdeprojeto.org/2010. Acesso em: 19 set. 2015

Figura 23 - Estrutura do Pavilhão da Dinamarca na Expo Xangai de 2010. BIG.
Disponível em: www.concursosdeprojeto.org/2010. Acesso em: 19 set. 2015

Segundo Niels Lund Petersen, um dos associados do BIG,

O Pavilhão da Dinamarca deveria não apenas exibir as virtudes do país. Por meio da interação, os visitantes deveriam experimen -
tar algumas das principais atrações de Copenhague – a bicicleta, o porto, as áreas de lazer e um picnic em meio à natureza. 

Disponível em www. concursosdeprojeto.org/2010. Acesso em 19 set. 2015

Com base na análise do projeto do pavilhão, pode-se dizer que essas atrações dinamarquesas aparecem na

(A)

promenade funcional, apresentada em quatro pavimentos, cada um com uma função: o bicicletário, o mirante para
picnic, uma pequena reprodução da praia dinamarquesa e na confeitaria existente no terraço.

(B)

promenade funcional, que se apresenta em folha de aço pintada de branco com furos localizados estrategicamente
para produzir no usuário a experiência visual do grande parque arborizado e decorado com topiarias.

(C) promenade arquitetural, em espiral, iniciando-se no espelho d’água que traduz a área portuária de Copenhague, no

caminho e no estacionamento de bicicletas, nos quais o usuário pode fruir o edifício enquanto performa, e no terra-
ço e na galeria, que convidam o usuário à sociabilidade. 

(D)

promenade arquitetural, que se apresenta como uma fita de Moebius, proporcionando ao usuário uma fruição baseada na
experiência do espaço e do tempo, bem como fazendo um convite à sociabilidade dentro de sua estrutura de concreto.

ARQUITETO

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 QUESTÃO 32 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Segundo a lei que regulamenta o exercício profissional do
arquiteto e urbanista, são campos de atuação deste profis-
sional:

(A)

1 - Concepção e execução de projetos de arquitetura
e urbanismo, design de interiores, arquitetura paisa-
gística.   2   -   Elaboração   e   interpretação   de   levanta-
mentos geológicos cadastrais. 3 - Concepção de pro-
jetos de packaging design, entre outros.

(B)

1 - Concepção e execução de projetos de arquitetura
e urbanismo, arquitetura de interiores, arquitetura pai-
sagística. 2 - Elaboração e interpretação de levanta-
mentos topográficos cadastrais. 3 - Conhecimento de
técnicas   referentes   às   condições   climáticas,   acústi-
cas,   lumínicas   e   ergonômicas   para   elaboração   de
projetos, entre outros.

(C) 1 - Concepção e execução de projetos de arquitetura

e urbanismo, arquitetura de interiores, arquitetura pai-
sagística. 2 - Elaboração e interpretação de levanta-
mentos geológicos cadastrais. 3 – Concepção de pro-
jetos de packaging design, entre outros.

(D) 1 - Concepção e execução de projetos de arquitetura

e urbanismo, design de interiores, arquitetura paisa-
gística.   2   -   Elaboração   e   interpretação   de   levanta-
mentos geológicos cadastrais. 3 - Conhecimento de
técnicas   referentes   às   condições   climáticas,   acústi-
cas,   lumínicas   e   ergonômicas   para   elaboração   de
projetos, entre outros.

 RASCUNHO 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

 QUESTÃO 33 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Observe as imagens do Pier Freeway, em São Francisco,
EUA, apresentadas a seguir.

Figura 24 - Pier Freeway, São Francisco, na década de 80.  Disponível em:
www.archdaily.com.br/br. Acesso em 10 set. 2015.

Figura   25-   Pier   Freeway,   São   Francisco,   ano   2000.  Disponível   em:
www.archdaily.com.br/br. Acesso em 19/09/2015.

Para o arquiteto e urbanista Jan Gehl (2010), a ideologia
modernista, com seu planejamento funcional, e o dramáti-
co aumento de automóveis e tráfego nas grandes cidades
contemporâneas diminuíram a qualidade de vida citadina.
Nos   últimos   anos,   o   planejamento   urbano   apresenta,   a
exemplo das reformas efetivadas no Pier Freeway (como
mostram as figuras em dois momentos distintos), a seguin-
te tendência:

(A)

criação de uma malha viária aérea para a abertura de
vias de pedestres e de ciclistas com acesso aos edifí-
cios, garantindo sustentabilidade.

(B)

fechamento dos espaços de transição entre a cidade
e os edifícios, para que a vida no interior das edifica-
ções e no espaço urbano funcionem separadamente.

(C) criação de edifícios e subsolos específicos para esta-

cionamento de automóveis e caminhões, liberando as
calçadas para pedestres e ciclistas.

(D) integração de várias funções para garantir versatilida-

de,   sustentabilidade   social,   além   de   ricas   experiên-
cias na cidade, transformando a paisagem.

ARQUITETO

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 QUESTÃO 34 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Observe a imagem a seguir.

Figura 26 - Posição de trabalho sentado ao computador  Disponível  em:
www.dabus.com.br/. Acesso em 19 set. 2015

As características do mobiliário utilizado no posto de trabalho
e a postura ideal do usuário, quando sentado, devem atender
aos seguintes requisitos mínimos de conforto:

(A)

o encosto da cadeira deve ser ajustável em altura e
em sentido anteroinferior, com forma levemente adap-
tada ao corpo, e a largura do assento deve ser de, no
mínimo, 30 cm, e dos encostos de, no mínimo, 45 cm.

(B)

a altura do tampo da mesa deve estar entre 68 e 80 cm
do piso e o apoio dos braços deve ter altura de 18 a 30
cm a partir do assento.

(C) o espaço sob a superfície de trabalho deve ter profun-

didade livre mínima de 45 cm no nível dos joelhos e de
70 cm do nível dos pés, medidos de sua borda frontal.

(D) o apoio de braços regulável em altura de 18 a 30 cm

a partir do assento e a largura do assento devem ser
de, no mínimo, 30 cm, e dos encostos de, no mínimo,
45 cm.

 QUESTÃO 35 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Observe a imagem a seguir, que representa o corte trans-
versal do projeto classificado em terceiro lugar no concur-
so destinado à escolha do projeto para o SESC de Guaru-
lhos (SP).

Figura 27 - 3º colocado no concurso para o projeto do SESC de Guaru-
lhos (SP), 2009. Autores: Forte, Gimenes & Marcondes Ferraz Disponível
em: www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos. Acesso em 19 set. 2015.

Segundo a representação gráfica do edifício, em corte, den-
tre as propostas que os autores fizeram  para proporcionar
maior conforto ambiental, estão:

(A)

1 – placa solar; 2- telha térmica; 3 – exaustão; 4 – eva-
poração/resfriamento do ar; 5 – ventilação cruzada.

(B)

1   –   placa   solar;   2-   captação   de   água   pluvial;   3   –
exaustão; 4 – evaporação/resfriamento do ar; 5 – ar -
condicionado.

(C) 1   –   brise   soleil;   2-   captação   de   água   pluvial;   3   –

exaustão;   4   –   evaporação/resfriamento   do   ar;   5   –
ventilação cruzada.

(D) 1 – brise soleil; 2- telha térmica; 3 – exaustão; 4 – eva-

poração/resfriamento do ar; 5 – ventilação cruzada.

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 QUESTÃO 36 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Analise   as   imagens   a   seguir,   que   mostram   o   projeto   de
macropaisagismo do Parque da Gleba E, na Barra da Tiju-
ca (RJ), de 1985, de autoria de Fernando Chacel.

Figura 28 - Planta Baixa que mostra a faixa de manguezal à margem da
lagoa, a área de parque e caminhos de acesso à área urbanizada. Dispo-
nível em: www.docomomo.org.br. Acesso em 19 set. 2015.

Figura 29 – Corte. São áreas do projeto: manguezal na cota mais baixa;
restinga, parque de transição paisagística e área urbanizada. Disponível
em: www.docomomo.org.br. Acesso em 19 set. 2015.

No tocante ao conceito de macropaisagismo  contemporâ-
neo, diante do projeto apresentado, depreende-se que exis-
te uma tendência à

(A)

criação   de   novos   conceitos   de   planejamento   paisa-
gístico,   como  a   Ecogênese,  que   relaciona  aspectos
volumétricos   arquitetônicos   e   escolha   da   volumetria
final da flora.

(B)

reconstituição dos aspectos edafoambientais originais
do lugar, por meio da Genética da Paisagem, meto-
dologia oriunda dos campos da Biotecnologia e Arqui-
tetura Paisagística.

(C) criação de projetos que buscam alinhar os conceitos

de Ecogênese e Genética da Paisagem, oriundos do
campo de estudos da Geotopologia e Biotecnologia.

(D) reconstituição dos aspectos edafoambientais originais

do lugar, por meio de trabalho em equipe interdiscipli-
nar que envolve profissionais de diversas áreas liga-
das ao meio ambiente.

 QUESTÃO 37 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A técnica construtiva de estrutura de madeira e painéis in-
dustrializados  (Wood  Frame)  é  largamente   difundida  nos
Estados Unidos há várias décadas, e no Brasil há aproxi-
madamente 14 anos. Este tipo de estrutura é formada por
uma   trama   de   montantes   interligados   por   travessas   que
formam quadros, sobre os quais são fixados painéis de fi-
bra de madeira em ambas as faces. As superfícies, tanto
internas como externas  das  paredes, assim  constituídas,
podem receber o revestimento final. A respeito dessa téc-
nica, analise as imagens a seguir.

Figura 30 - Edificação de estrutura de madeira. Disponível em: www.ma-
deirambiente.com.br/casa-de-madeira-tecnicas/. Acesso em: 19 set. 2015.

Figura 31 - Estrutura das paredes internas e externas da casa. Disponível
em: www.madeirambiente.com.br/casa-de-madeira-tecnicas/. Acesso em 19
set. 2015.

É uma característica da técnica construtiva Wood Frame,
da categoria 

Platform Frame

:

(A)

estrutura   portante   para   a   construção   de   edificações
de até vinte pavimentos.

(B)

adaptação a qualquer tipo de projeto, principalmente
na construção de subsolos.

(C) adequação aos mais diversos climas e altitudes, por-

que é naturalmente bioclimática.

(D) baixa produtividade, se comparada à alvenaria de ti-

jolos.

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 QUESTÃO 38 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Para Vidler (2004, p.4), no planejamento arquitetônico con-
temporâneo, há o interesse em buscar um campo ampliado
como alternativa para superar os dualismos conceituais da
forma x função, abstração x historicismo e utopia x realidade,
que estiveram no centro das discussões da arquitetura du-
rante todo o séc. XX. Os processos criativos encontram no-
vas aspirações formais e programáticas em um vasto conjun-
to de disciplinas e tecnologias. São exemplos dessas novas
formas de planejamento, além dos biomorfs

(A)

planejamento em grids e eixos; ampliação da ideia de
programa para fluxos funcionais.

(B)

noção de paisagem que evidencie a noção de percur-
so e narrativa; ampliação da ideia de programa para
fluxos e flexibilidade.

(C) planejamento   em   eixos;   ampliação   da   ideia   de   pro-

grama de função para performance de pavilhões so-
bre pilotis.

(D) noção de volume que evidencie a noção estética de

programa; ampliação da ideia de forma e função.

 QUESTÃO 39 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Segundo o Regulamento para Estabelecimentos Assisten-
ciais de Saúde da Agência Sanitária, as Salas de Emer-
gências (politraumatismo, parada cardíaca, etc.) devem ter
as seguintes dimensões e características:

(A)

10 m² por leito (2 leitos no mínimo), com distância de
1 m entre eles e as paredes, exceto cabeceira e com
espaço suficiente para manobra da maca junto ao pé
dessa. Pé-direito mínimo = 2,6 m.

(B)

10 m² por leito (2 leitos no mínimo), com distância de
1,2   m   entre   eles   e   as  paredes,   exceto   cabeceira   e
com  espaço suficiente para manobra da maca junto
ao pé dessa. Pé-direito mínimo = 2,6 m.

(C) 12 m² por leito (2 leitos no mínimo), com distância de

1,2   m   entre   eles   e   as  paredes,   exceto   cabeceira   e
com  espaço suficiente para manobra da maca junto
ao pé dessa. Pé-direito mínimo = 2,7 m.

(D) 12 m² por leito (2 leitos no mínimo), com distância de

1 m entre eles e as paredes, exceto cabeceira e com
espaço suficiente para manobra da maca junto ao pé
dessa. Pé-direito mínimo = 2,7 m.

 QUESTÃO 40 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O Código  de  Edificações  do  Município  de  Caldas Novas
define   que,   nos   bairros   da   cidade   onde   houver   ruas   ou
avenidas pavimentadas, os terrenos não edificados e bal-
dios deverão ter, na parte frontal do terreno com o logra-
douro público, fechamento de alvenaria ou mureta de pré-
moldado, com altura mínima de

(A)

0,50 m 

(B)

0,60 m 

(C) 0,80 m 

(D) 1,0 m 

 QUESTÃO 41 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A Lei de Zoneamento do Município de Caldas Novas defi-
ne como Área de Expansão Urbana toda a área anexa ao
perímetro   urbano,   externa   a   este,   e   que   tenha   todas   as
condições de infraestrutura para ser urbanizada. De acor-
do com essa lei, é necessário que os loteamentos aprova-
dos tenham ocupação de

(A)

30%

(B)

40% 

(C) 50% 

(D) 60% 

 RASCUNHO 

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ARQUITETO

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 QUESTÃO 42 

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Observe as imagens a seguir.

Casa Redux (2013), do arquiteto Márcio Kogan Disponível em: www.studiomk27.com.br/p/casa-redux-2/. Acesso em 19 set.2015.

A arquitetura contemporânea brasileira não possui uma linguagem única; cada vertente faz parte de um conjunto que
reinterpreta a arquitetura do passado, seja mediante releitura do significado dos elementos, seja pelas abordagens con-
ceituais. A casa Redux (2013), de Márcio Kogan, é um exemplo de arquitetura contemporânea, que mostra o reapareci-
mento

(A)

da linguagem minimalista e abstrata do início do Movimento Moderno e faz uma clara homenagem à arquitetura de
Mies Van der Rohe.

(B)

de linguagens projetuais fortemente comprometidas com uma retomada do desconstrucionismo, quando são incor-
porados elementos naturais na edificação.

(C) do ecletismo na arquitetura, com elementos construtivos que remetem ao século XIX, como o uso de madeira nas

divisórias.

(D) dos cinco pontos da arquitetura, de autoria de Le Corbusier: pilotis, janelas em fita, terraços-jardins, planta livre, fa-

chada livre e concreto aparente.

ARQUITETO

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 QUESTÃO 47 

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Um dos pontos turísticos mais visitados em Caldas Novas,
o Casarão dos Gonzaga (ver figuras), resistiu ao tempo e
aos interesses imobiliários, até seu tombamento como pa-
trimônio histórico da cidade. 

Figura 40 - Casarão dos Gonzaga - Caldas Novas – GO. Disponível em:
www.portalturismobrasil.com.br/atracao/6642/Casarao-dos-Gonzaga.
Acesso em: 19 set. 2015.

Figura 41 - Casarão dos Gonzaga - Caldas Novas – GO.  Disponível em:
www.caldasnovas.go.gov.br/new/wp. Acesso em: 19 set. 2015.

A  análise   das   imagens   permite   constatar   que   o   casarão
mostra características

(A)

das   construções   brasileiras   de   vertente   neoclássica
introduzida pela Missão Francesa no Brasil, com aca-
bamento do beiral em cimalha.

(B)

da arquitetura vernacular goiana do século XVIII, com
o beiral terminando em beira-seveira.

(C) da   arquitetura   remanescente   colonial,   com   telhado

composto por telhas coloniais e beiral em cachorros.

(D) da arquitetura colonial, com telhado composto por te-

lhas coloniais e beiral de acabamento em madre.

 QUESTÃO 48 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

A arquitetura de natureza irrepetível, como os museus de
arte e centros culturais contemporâneos, reflete um fenô-
meno do planejamento urbano atual: a patrimonialização e
mercadificação da cultura, aliadas ao turismo. De acordo
com   essa   categoria   de   instituição   arquitetônica   cultural,
constata-se que

(A)

o programa arquitetônico do museu de arte ou centro
cultural se estabelece com base no diálogo entre as
necessidades políticas do turismo da região.

(B) a   demanda   pela   visitação   a   grandes   edifícios,   suas

atividades   e   exposições  requerem  a   transformação
estrutural na  instituição   e  torna o  programa  arquite-
tônico mais flexível.

(C) o programa arquitetônico de centros culturais baseia-

se   na   caracterização  do  público   alvo,   aproximando-
se, cada vez mais, de um discurso e público padroni-
zados.

(D) a visitação de edifício  de museus de arte e  centros

culturais populariza-se nas cidades turísticas graças
ao   investimento   crescente   em   pesquisas   etnográfi-
cas.

 QUESTÃO 49 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

Na arquitetura, a tradição racionalista que eclodiu no início
do século XX foi o resultado do avanço do conhecimento
científico   iniciado   no   séc.   XVII   e   desenvolvimento  da   in-
dustrialização a partir do séc. XVIII. São traços do raciona-
lismo modernista na arquitetura:

(A)

composição   determinada   pela   confluência   entre   as
formas   de   abstração   e   o   organicismo   resultante   de
produtos de sensações intuitivas, na busca do parti-
cular.

(B)

decomposição de um sistema de elementos básicos
e   a   utilização   de   unidades   elementares   simples   na
construção   da   complexidade,  alcançando  a   máxima
funcionalidade.

(C) decomposição das regras do sistema clássico, apro-

ximação do anti-humanismo e da atopia e a reinven-
ção do hiperanalítico. 

(D) composição em sintonia com os princípios processu-

ais, performáticos  e composição condizentes com  o
pensamento pós-humanista.

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 QUESTÃO 50 

▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬

O projeto de engenharia hidrossanitário abrange  todas as
soluções para a instalação do sistema de água e esgota-
mento sanitário e sua destinação.  Durante a atividade de
compatibilização de projetos de arquitetura e do hidrossa-
nitário de um banheiro residencial, deve-se observar o se-
guinte:

(A) estudo e levantamento de todas as peças de utiliza-

ção que compõem as baterias sanitárias do projeto e
especificação das características dessas peças.

(B) detalhamento das baterias sanitárias, posicionamento

de grelhas, caixas de gordura, para atender a todas
as peças do banheiro.

(C) dimensionamento da rede secundária e terciária, com

detalhamento de tubos de água pluvial e posiciona-
mento de desconectores apresentados em planta bai-
xa.

(D) detalhamento   das   descidas   sanitárias   e   das   pruma-

das elétricas em mais de uma vista, a fim de comple-
mentar as informações.

ARQUITETO