Prova Concurso - Administração - UFPI-2016-PREFEITURA-DE-BOM-JESUS-PI-ARQUITETO-SECRETARIA-DE-ADMINISTRACAO - COPESE - UFPI - 2016

Prova - Administração - UFPI-2016-PREFEITURA-DE-BOM-JESUS-PI-ARQUITETO-SECRETARIA-DE-ADMINISTRACAO - COPESE - UFPI - 2016

Detalhes

Profissão: Administração
Cargo: UFPI-2016-PREFEITURA-DE-BOM-JESUS-PI-ARQUITETO-SECRETARIA-DE-ADMINISTRACAO
Órgão: UFPI
Banca: COPESE
Ano: 2016
Nível: Superior

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Prova

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CADERNO DE QUESTÕES 

 

 

 
 
 
 
 
 

DATA: 17/01/2016 

 

HORÁRIO: das 08 às 12 horas 

 
 

LEIA AS INSTRUÇÕES E AGUARDE AUTORIZAÇÃO PARA ABRIR O 

CADERNO DE QUESTÕES 

 

 

Verifique se este CADERNO contém um total de 50 (cinquenta) questões do tipo múltipla escolha, com 5 (cinco) 
opções de resposta cada, das quais, apenas uma é correta. Se o caderno não estiver completo, solicite ao fiscal 
de sala um outro caderno. Não serão aceitas reclamações posteriores
 

 

As questões estão assim distribuídas: 
 

LÍNGUA PORTUGUESA: 

 

 

01 A 10 

NOÇÕES DE INFORMÁTICA: 

11 a 20 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS: 

21 a 50 

 

 

O candidato não poderá  entregar o  caderno de questões antes de decorridos  60 (sessenta) minutos do início 
da prova, ressalvados os casos de emergência médica. 
 

 

As respostas devem ser marcadas, obrigatoriamente, no  cartão-resposta, utilizando caneta esferográfica, tinta 
preta 
ou azul escrita grossa

 

  Ao concluir a prova, o candidato terá que devolver o cartão-resposta devidamente ASSINADO e o caderno de 

questões. A não devolução de qualquer um deles implicará na eliminação do candidato. 

 

 

CARGO

 

ARQUITETO 

– SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO 

Realização

PREFEITURA MUNICIPAL DE BOM JESUS-PI 

CONCURSO PÚBLICO 

– EDITAL 01/2015 

 

copese-ufpi-2016-prefeitura-de-bom-jesus-pi-arquiteto-secretaria-de-administracao-prova.pdf-html.html

Prefeitura Municipal de Bom Jesus - Concurso Público 

– Edital 01/2015 – Cargo: Arquiteto – Secretaria de Administração_2

 

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P á g i n a

 

 

 
Leia o texto abaixo e responda às questões de 1 a 10. 

 

A cobertura das tragédias e a consequente indignação seletiva 

 
01 
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Nos  últimos  dias,  diversas  tragédias  assolaram  o  mundo.  Aqueles  que,  como  nós,  não  vivenciaram  os 

acontecimentos  diretamente,  tomaram  conhecimento  deles  a  partir  do  recorte  e  da  construção  midiática  dos 
fatos: dos atentados em Paris, passando pelo crime ambiental em Minas Gerais e a chacina em Fortaleza. 

A  história  se  repete:  um  desastre  em  algum  lugar  do  mundo  gera  manifestações  de  solidariedade, 

hashtags  e  avatares  nas  redes  sociais.  De  imediato,  um  grupo  reage  lembrando  outros  casos  de  atentados, 
mortos e desabrigados em lugares em guerra, famílias vivendo em situações insalubres.  

Casos,  às  vezes,  acontecidos  em  dias  muito  próximos.  ―Indignação  seletiva!‖  —  acusam  de  um  lado. 

―Minha  indignação  não  é  seletiva!‖  —  respondem  de  outro.  ―Somos  todos  (e  todas)  Paris,  Síria,  Mariana, 
Fortaleza‖.  Não,  não  somos.  Somos  diversos,  com  diversas  experiências  e  bagagens  afetivas  e  culturais,  que 
influenciam na forma como reagimos a cada tragédia. Parte significativa dessa bagagem, do conhecimento que 
temos dos lugares, povos e tragédias vem de um lugar comum: os grandes meios de comunicação. 

Não se trata,  aqui, de pesar qual fato é mais  doloroso ou  digno  de cobertura  ou solidariedade. Todas as 

vidas ceifadas, assim como toda destruição e violência, deve nos indignar e atravessar profundamente, inclusive 
aquelas que ganham, quando muito, um mínimo espaço nas páginas policiais.  Mas, para compreender como a 
seleção  dos  acontecimentos,  a  abordagem  e  a  comoção  gerada  por  eles  são  feitas,  precisamos  desnudar  o 
modus operandi dos meios de comunicação. E perceber que não é difícil concluir que a violência já começa na 
invisibilidade imposta aos que não são considerados relevantes. 

A decisão do que é e do que não é notícia, além de que notícia é mais importante que outra, é baseada 

em diversos critérios, sistematizados por diferentes autores, ensinados nas escolas de jornalismo e incorporados 
ao cotidiano das redações. Apenas para usar como exemplo o elenco mais conciso deles, dá-se mais relevância 
aos acontecimentos de acordo com: novidade, proximidade geográfica, proeminência e negativismo. 

Ou seja, o que acontece hoje é uma notícia mais importante do que o que se passou anteontem; um jornal 

do Ceará colocará em destaque notícias da periferia de Fortaleza, não de Paris; porém, caso morra um camelô 
na feira da Central do Brasil, no Rio de Janeiro, ou a apresentadora Angélica sofra um acidente, O Globo dará a 
manchete para ela; uma má notícia ganha mais destaque que um acontecimento positivo. 

Esses  critérios  obviamente  não  são  naturais.  Foram  pensados  a  partir  do  que  toca  mais  o  público,  sim, 

mas  também  estão fortemente ligados  a  valores  econômicos  e culturais.  A  vida  de  um  parisiense  vale mais  do 
que a de um sírio? Pessoalmente podemos achar que não 

— e defendemos que não. Para a imprensa brasileira 

tradicional, no entanto, a resposta é sim. 

Ao  nos  apresentar  o  mundo  que  nem  sempre  conhecemos  de  perto 

—  ou,  mesmo  quando  o  fazemos, 

estamos  já  atravessados  por  todas  as  informações  e  imagens  que  nos  chegaram  de  forma  midiatizada 

—,  a 

mídia  também  colabora  para  que  tenhamos  mais  familiaridade  com  certos  povos  e  lugares.  Cenários  que  já 
vimos tanto no cinema e na televisão. 

Na geografia dos afetos, o Rio de Janeiro é muito mais próximo de Paris do que de Fortaleza. Além disso, 

o  tipo  de  tragédia  que  assolou  Fortaleza  na  última  semana,  com  a  chacina  de  doze  pessoas 

—  em  especial 

jovens  negros 

—, é  a tragédia cotidiana nas periferias, morros e favelas. O critério da novidade aí também se 

esvazia. 

E o que é uma tragédia passa a ser banal, sem merecer qualquer destaque. Até mesmo o lugar social dos 

envolvidos é usado para justificar ou não suas mortes. Ter ou não passagem pela polícia tornou-se, assim, uma 
das  primeiras  perguntas  feitas  e  reportadas  na  apuração  dos  assassinatos.  Afinal,  a  tão  propagada  narrativa 
policialesca tem fixado na sociedade que ―bandido bom é bandido morto‖. Foi assim em Cabula, em Salvador, e 
tem sido assim agora, no Ceará. 

Mas  a  própria  lógica  da  noticiabilidade  é  subvertida  quando  segui-la  prejudica  interesses  políticos  e 

econômicos dos veículos de comunicação. O caso do rompimento da barragem do Rio Doce, obra da Samarco, 
controlada pela Vale, em Mariana/MG, é emblemático. Novidade, proximidade, proeminência, negatividade. São 
dezenas  de  mortos  e  desabrigados,  cidadãs  e  cidadãos  sem  água  potável  e  um  prejuízo  humano  e  ambiental 
cujas consequências afetarão por anos uma extensão territorial significativa de nosso país. 

O crime, no entanto, que tem responsáveis muito claros, vem sendo reportado como desastre ambiental. 

Tampouco  se  discute  a  fundo  a  questão  das  privatizações  e  da  responsabilidade  do  poder  público  no 
acompanhamento das ações das mineradoras. 

A própria presidenta da República só foi à região, sobrevoando a área de helicóptero, uma semana depois 

do  rompimento  da  barragem.  O  fato  de  nossa  autoridade  política  não  ter  dado  a  devida  importância  ao 
acontecimento  em  Minas  sem  dúvida  contribui  para  o  não-destaque  nas  pautas  dos  telejornais  e  veículos 
impressos. Mas chamar a atenção de autoridades e cobrar a responsabilização dos envolvidos também é papel 
da imprensa, por meio da definição do que ganha e do que não ganha as manchetes. 

[...] 
Por isso, em vez de apontarmos o dedo uns aos outros, principalmente nas redes sociais, acusando-nos 

mutuamente de  indignação  seletiva,  cabe  entender  como  é  construída  tal  seleção  no  nosso  próprio  imaginário. 

LÍNGUA PORTUGUESA

 

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Prefeitura Municipal de Bom Jesus - Concurso Público 

– Edital 01/2015 – Cargo: Arquiteto – Secretaria de Administração_2

 

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Qual  o  papel  da  mídia  nesse  processo,  mesmo  entre  quem  busca  coberturas  e  veículos  alternativos  ao 
mainstream. 
Quais  as  consequências  da  grande  concentração  num  setor  que  deveria  ser  regido  pela  pluralidade  e  pela 
diversidade  de  ideias,  como  preza  qualquer  boa  democracia.  E  a  quem  serve  a  fragmentação  da  nossa 
indignação,  que  tem  como  pano  de  fundo,  por  mais  clichê  que  seja  a  afirmação,  um  sistema  mundial  de 
opressões  que  pune  e  invisibiliza  ―minorias‖  sociais  do  Ocidente  ao  Oriente,  nas  grandes  cidades,  periferias, 
morros e favelas; no campo e nas reservas indígenas e ambientais; na esquina da nossa casa. 

 

(MOURÃO, Mônica; MARTINS, Helena. Mariana, Síria, Fortaleza, Paris. A cobertura das tragédias e a consequente indignação seletiva, Intervozes, Carta Capital, 16 

nov. 2015. Com alterações e supressões. Disponível em: <

http://www.cartacapital.com.br/blogs/intervozes/a-cobertura-das-tragedias-e-a-consequente-indignacao-

seletiva-4432.html

>. Acesso em: 04 dez. 2015.) 

 

 
 
 

01. 

Em relação à posição defendida no texto acerca do conceito de ―indignação seletiva‖, é CORRETO afirmar: 

 

(A)  O  texto  se  posiciona  contra  a  indignação  seletiva,  pois  essa  atitude  exclui  acontecimentos  que  envolvem 

minorias. 

(B)  O  texto  defende  que  a  indignação  seletiva  não  deve  ocorrer,  pois  devemos  ser  solidários  a  todas  as 

tragédias, já que somos todos humanos. 

(C)  O texto defende que cada pessoa deve escolher com qual  tragédia vai se indignar, o que vai depender de 

sua proximidade afetiva ou geográfica com o local do acontecimento. 

(D)  O  texto  defende  que  a  nossa  reação  às  tragédias  é  influenciada  pela  nossa  diversidade,  advinda  de 

diferentes experiências e bagagens afetivas e culturais também diferentes. 

(E)  O texto defende que tendemos a nos solidarizar com as tragédias que apresentam maiores proporções em 

número de vítimas e em consequências financeiras.  

 

02.  De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que a cobertura de tragédias é realizada 

 

(A)  apenas de acordo com a relevância dos acontecimentos, atendendo aos critérios de novidade, proximidade 

geográfica, proeminência e negativismo. 

(B)  considerando,  além  dos  critérios  de  noticiabilidade,  os  interesses  políticos  e  econômicos  dos  veículos  de 

comunicação. 

(C)  considerando especificamente a relevância e a negatividade dos fatos para toda a população. 
(D)  a partir da pluralidade e pela diversidade de ideias, visto que os veículos de comunicação são imparciais e 

democráticos. 

(E)  de acordo com a visão pessoal e o estilo idiossincrático do jornalista que está cobrindo o tragédia.  

 

03.  D

e acordo com o texto, a expressão ―geografia dos afetos‖ (linha 34), é utilizada para 

 

(A)  evidenciar  que,  mesmo  que  alguns  países  ou  cidades  estejam  longe  geograficamente,  existe um  conjunto 

de sentimentos que os aproximam afetivamente. 

(B)  criticar  o  fato  de  as  pessoas  darem mais  relevância  às  tragédias  que  acontecem fora  do  Brasil  do  que  às 

que acontecem no país, pois, quanto maior a distância, maior é a afeição. 

(C)  mostrar  que  existe  preconceito  dos  estados  do  Sudeste  em  relação  aos  estados  do  Nordeste  do  Brasil  e, 

por isso, as tragédias no Nordeste não são valorizadas. 

(D)  relatar que uma tragédia que acontece fora do Brasil deve ser considerada mais relevante do que uma que 

acontece no Brasil, considerando que, de certa forma, afeta todas as pessoas do mundo. 

(E)  evidenciar que Paris é mais importante que Minas Gerais e Fortaleza, já que Paris é uma cidade de primeiro 

mundo e, por isso, as tragédias que acontecem lá são mais relevantes. 

 

04. 

As palavras ―doloroso‖ (linha 12) e ―invisibiliza‖ (linha 64) estão grafadas corretamente. Indique a opção em que 
pelo menos uma das palavras dos pares a seguir NÃO esteja grafada segundo as normas ortográficas da Língua 
Portuguesa: 

 

(A)  fabulosa 

— pesquisa 

(B)  horroroso 

— batiza 

(C)  gostoso 

— poetisa 

(D)  dengoso 

— paraliza 

(E)  idosa 

— hipnotiza 

 

05. 

No trecho ―São dezenas de mortos e desabrigados, cidadãs e cidadãos sem água potável e um prejuízo humano 
e ambiental cujas consequências afetarão por anos uma extensão territorial significativa de nosso país‖ (linhas 
45 a 47

), o pronome ―cujas‖ está sendo utilizado adequadamente, o que também acontece na opção: 

 

(A)  Aquele homem, cujo carro é vermelho, não pagou o estacionamento. 
(B)  O time de futebol, cujo o último jogo perdeu, não competirá mais.  

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P á g i n a

 

(C)  A menina cuja sua prova foi rasurada chorou bastante.  
(D)  Não concordo com esse homem cujo as ideias são preconceituosas.  
(E)  O muro, cujo era do prédio, foi pichado. 

 

06. 

A  oração  ―[...]  para  que  tenhamos  mais  familiaridade  com  certos  povos  e  lugares‖  (linha  32)  exerce  a  função 
sintática, na frase em que ocorre, de: 

 

(A)  Oração subordinada substantiva subjetiva 
(B)  Oração subordinada substantiva objetiva direta  
(C)  Oração subordinada substantiva objetiva indireta 
(D)  Oração subordinada substantiva completiva nominal 
(E)  Oração subordinada substantiva predicativa 

 

07. 

A palavra ―desnudar‖ (linha 15) pode ser substituída, de maneira a preservar o sentido da frase em que aparece, 
por 

 

(A) 

―moldar‖. 

(B)  

―revelar‖.   

(C)  

―combater‖.  

(D)  

―obscurecer‖. 

(E)  

―enredar‖. 

 

08.  No  texto,  há  expressões  referenciais  que  sumarizam  porções  de  texto  em  vez  de  retomar  um  referente 

especifico. A única opção que NÃO apresenta uma expressão desse tipo é: 

 

(A) 

―assim‖ (linha 41)  

 

 

 

(D)  

―Esse processo‖ (linha 59) 

(B) 

―Esses critérios‖ (linha 26) 

 

 

(E)  

―O crime‖ (linha 48) 

(C) 

―A história‖ (linha 04) 

 

09. 

O trecho ―Esses critérios obviamente não são naturais. Foram pensados a partir do que toca mais o público, sim, 
mas t

ambém estão fortemente ligados a valores econômicos e culturais‖ (linhas 26 e 27) pode ser reescrito, de 

maneira a manter o sentido, como: 

 

(A) 

―Esses critérios obviamente não são naturais, pois, embora tenham sido pensados a partir do que toca mais 
o público, 

estão também fortemente ligados a valores econômicos e culturais‖. 

(B) 

―Esses critérios obviamente não são naturais, mas sim foram pensados a partir do que toca mais o público, 
além de também estarem fortemente ligados a valores econômicos e culturais‖. 

(C) 

―Esses critérios obviamente não são naturais e foram pensados a partir do que toca mais o público, assim 
como também estão fortemente ligados a valores econômicos e culturais‖. 

(D) 

―Esses  critérios  obviamente  não  são  naturais,  entretanto  foram  pensados  a  partir  do  que  toca  mais  o 
público, pois também estão fortemente ligados a valores econômicos e culturais‖. 

(E) 

―Ainda  que  esses  critérios  obviamente  não  sejam  naturais,  foram  pensados  a  partir  do  que  toca  mais  o 
público, já que também estão fortemente ligados a valores 

econômicos e culturais‖. 

 

10.  Considerando que, na linha 07

, a expressão ―às vezes‖ está recebendo o acento indicativo de crase de maneira 

adequada, indique a opção em que também deveria haver o acento indicativo de crase na mesma expressão:  

 

(A)  O proprietário do bar fez as vezes de garçom. 
(B)  Ele conta nos dedos as vezes que ganhou algo. 
(C)  O músico toca as vezes naquele bar. 
(D)  Ele perdeu todas as vezes que jogou. 
(E)  A menina sonha com as vezes em que foi à praia. 

 

 
 

11.  O contador de instruções ou program counter (PC) contém o endereço da próxima instrução que o processador 

deve  buscar  e  executar.  Toda  vez  que  o  processador  busca  uma  nova  instrução,  o  contador  de  instruções  é 
atualizado com o endereço de memória da instrução  seguinte a ser executada.  O contador de  instruções  é um 
tipo de 

 

(A)  clock.  

 

 

 

 

(D)  registrador. 

(B)  unidade central de processamento. 

 

(E)  barramento. 

(C)  unidade de controle. 

 

12.  O recurso do sistema operacional que consiste em simular a memória de acesso aleatório (RAM) utilizando uma 

parte  do  disco  rígido,  de  modo  que  a  Unidade  Central  de  Processamento  (CPU)  não  pare  de  processar  e  os 
programas possam continuar em execução é o(a) 

 

(A)  memória virtual. 

 

 

 

(D)  memória ROM (Read Only Memory). 

(B)  disco flexível.  

 

 

 

(E)  memória flash. 

(C)  memória cache. 

NOÇÕES DE INFORMÁTICA

 

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13.  O sistema operacional é um software formado por um conjunto de rotinas que: oferece serviços aos usuários e 

às  suas  aplicações;  faz  o  gerenciamento  de  memória  e  faz  o  controle  do  uso  da  Unidade  Central  de 
Processamento pelos vários processos do sistema. Esse conjunto de rotinas é denominado 

 

(A)  aplicativo. 

        (B)  kernel. 

    (C)  utilitário.  

  (D)  tradutor.   

(E)  editor de texto. 

 
14.  O Windows 8.1 possui um antivírus gratuito denominado  

 

(A)  Painel de controle. 

 

 

 

(D)  Aero Antivírus. 

(B)  Gerenciador de tarefas. 

 

 

(E)  Desfragmentador de discos. 

(C)  Windows Defender. 

 

15.  Com  relação  ao  sistema  operacional  Linux,  marque  a  opção  que  corresponde  a  um  exemplo  de  execução  de 

comando em background.  

 

(A)  ./prog  

       (B) ./prog #  

      (C)  ./prog ?  

     (D)  ./prog ~  

(E)   ./prog & 

 

16.  Com  relação  à  segurança  da  informação,  o  evento  decorrente  da  exploração  de  uma  vulnerabilidade  por  uma 

ameaça é um 

 

(A)  impacto. 

 

(B)  risco. 

      (C)  antispyware. 

          (D)  repúdio. 

 

(E)  ataque. 

 

17.  Com relação a malware, analise as afirmações a seguir: 

 

I. Os vírus de computador se propagam automaticamente; 

II. os worms se propagam automaticamente; 

III. os spywares são obtidos por e-mail e se propagam automaticamente. 

 

Está CORRETO o que se afirma em 

 

(A)  I, apenas.  

 

 

 

 

(D)  I, II e III. 

(B)  I e II, apenas.  

 

 

 

(E)  III, apenas. 

(C)  II e III, apenas. 

 

18.  Marque a opção que corresponde somente aos tipos de ataques aos sistemas computacionais: 

 

(A)  Negação de Serviço e Força Bruta.    

(D)  Bot e Firewall. 

(B)  Sniffer e Engenharia Social.   

 

(E)  Engenharia Social e Bot. 

(C)  Ping da Morte e Retrovírus.  

 

19.  O NETFLIX (https://www.netflix.com/br/) é um site que vem se popularizando e oferta serviços de 
 

(A)  antivírus. 

 

 

 

 

(D)  feeds. 

(B)  antispyware.   

 

 

 

(E)  segurança de redes de computadores. 

(C)  streaming de mídia. 

 

20.  Com relação a backups, analise as afirmações a seguir: 

 

I.  O backup normal copia todos os arquivos selecionados; 

II.  O backup diário copia os arquivos modificados ou criados em uma data específica; 

III.  O backup diferencial copia todos os arquivos selecionados e depois não os altera.  

 

Está CORRETO o que se afirma em 

 

(A)  I, apenas.  
(B)  I, II e III. 
(C)  II e III, apenas. 
(D)  I e II, apenas. 
(E)  III, apenas.  

 

 

 

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21.  Atividade técnica que, durante e após a conclusão de obra ou serviço técnico, consiste na revisão dos elementos 

do  projeto  em  conformidade  com  o  que  foi  executado,  objetivando  tanto  sua  regularidade  junto  aos  órgãos 
públicos como sua atualização e manutenção, é: 

  

(A)  Estudo de Viabilidade (EV). 

 

 

(D)  Levantamento (LV). 

(B)  Estudo Preliminar (EP). 

 

 

(E)  As Built (AB). 

(C)  Programa de Necessidade (PN). 

 

22.  Durante o dia, algumas áreas da edificação habitacional devem receber iluminação natural conveniente, oriunda 

diretamente do exterior ou indiretamente, através de recintos adjacentes. De acordo com o disposto na norma de 
desempenho  NBR  15575/2013,  podem-se  ter  dependências  que  não  têm  exigências  mínimas  de  iluminância 
natural. São elas: 

 

(A)  Corredor e escadaria de uso comum; Corredor ou escada interna à unidade; Garagens e Banheiro. 
(B)  Corredor e escadaria de uso comum; Área de serviço; Garagens e Banheiro. 
(C)  Área de Serviço; Corredor ou escada interna à unidade; Garagens e Banheiro. 
(D)  Corredor e escadaria de uso comum; Corredor ou escada interna à unidade; Garagens e Área de Serviço. 
(E)  Corredor e escadaria de uso comum; Corredor ou escada interna à unidade; Área de serviço e Banheiro. 

 

23.  Critérios  projectuais,  tais  como:  o  uso  de  pequenas  aberturas  para  ventilação  que  devem  ser  sombreadas; 

paredes com materiais de alta inércia térmica tanto na vedação externa quanto na cobertura; uso da estratégia 
de  resfriamento  evaporativo  e  massa  térmica  para  resfriamento,  assim  como  ventilação  seletiva,  nos  períodos 
quentes em que a temperatura interna seja superior à externa. São recomendados pela norma de desempenho 
para a zona bioclimática brasileira: 

 

(A)  Zona Bioclimática 5.   

 

 

(D)  Zona Bioclimática 6. 

(B)  Zona Bioclimática 7.   

 

 

(E)  Zona Bioclimática 4. 

(C)  Zona Bioclimática 8. 

 
24.  A  eficiência  energética  de  um  edifício  não  está  apenas  associada  à  eficiência  dos  sistemas  e  aparelhos  e  o 

consumo energético, mas também com a construção da envolvente exterior do edifício, sua configuração e local 
de implantação. Levando-se em consideração a envoltória do edifício, pode-se afirmar que:  

 

(A)  Quanto  mais  a  envoltória  expõe  o  interior  do  edifício,  maior  a  troca  térmica  permitida  entre  o  interior  e  o 

exterior, implicando elevados ganhos de calor em climas mais frios.  

(B)  O peso da envoltória nos componentes de avaliação do consumo energético de uma edificação é de 40%.  
(C)  Para obtenção do nível A de eficiência do consumo de energia na classificação da envoltória, é necessário 

que sejam atendidos todos os pré-requisitos: transmitância térmica da cobertura e paredes exteriores, cores 
e absortância de superfícies e iluminação zenital. 

(D)  Quanto  mais  a  envoltória  expõe  o  interior  do  edifício,  maior  a  troca  térmica  permitida  entre  o  interior  e  o 

exterior, implicando maiores perdas de calor em climas quentes. 

(E)  Para  os  níveis  C  e  D  de  eficiência  do  consumo  de  energia, são  exigidos  os  pré-requisitos:  absortância  de 

superfícies e iluminação zenital. 

 

25.  Para  um  projetar  uma  escada  acessível  em  um  edifício  público  ou  de  uso  coletivo,  um  arquiteto  deve  ter 

conhecimento de algumas regras recomendadas na NBR9050/2015. Em relação ao corrimão, deve-se observar: 

 

(A)  Os corrimãos devem ter largura entre 3,0cm e 4,5cm; possui duas alturas 92cm e 80cm; deve-se prolongar 

pelo  menos  32cm  antes  do  início  e  após  o  término  da  escada,  sem  interferir  com  áreas  de  circulação; 
devem ser instalados em ambos os lados dos degraus. 

(B)  Os  corrimãos  devem  ter  largura  entre  3,0cm  e  4,5cm;  possui  duas  alturas  92cm  e  70cm  do  piso; deve-se 

prolongar  pelo  menos  30cm  antes  do  início  e  após  o  término  da  escada,  sem  interferir  com  áreas  de 
circulação; devem ser instalados em ambos os lados dos degraus. 

(C)  Os corrimãos devem ter largura entre 4,0cm e 4,5cm; possui duas alturas 92cm e 80cm; deve-se prolongar 

pelo  menos  30cm  antes  do  início  e  após  o  término  da  escada,  sem  interferir  com  áreas  de  circulação; 
devem ser instalados em ambos os lados dos degraus. 

(D)  Os corrimãos devem ter largura entre 4,0cm e 4,5cm; possui duas alturas 92cm e 70cm; deve-se prolongar 

pelo  menos  30cm  antes  do  início  e  após  o  término  da  escada,  sem  interferir  com  áreas  de  circulação; 
devem ser instalados em ambos os lados dos degraus. 

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS DO CARGO

 

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(E)  Os corrimãos devem ter largura entre 3,0cm e 4,5cm; possui duas alturas 92cm e 80cm; deve-se prolongar 

pelo  menos  30cm  antes  do  início  e  após  o  término  da  escada,  sem  interferir  com  áreas  de  circulação; 
devem ser instalados em pelo menos um lado dos degraus. 

 

26.  Com a construção de um novo centro cultural, foi necessária a elaboração de  um projeto de arquitetura  de um 

auditório  com  720  lugares.  Para  atender  às  normas  de  acessibilidade.  o  profissional  deverá  destinar  a 
quantidade  de  assentos  para  Pessoas  Obesas  (P.O.),  Pessoas  com  Mobilidade  Reduzidas  (P.M.R.)  e  lugares 
para Pessoas em Cadeiras de Rodas (P.C.R.), respectivamente: 

 

(A)  8 (P.O.); 8 (P.M.R.) e 15 (P.C.R.). 

 

(D)  8 (P.O.); 8 (P.M.R.) e 13 (P.C.R.). 

(B)  7 (P.O.); 8 (P.M.R.) e 14 (P.C.R.). 

 

(E)  8 (P.O.); 8 (P.M.R.) e 14 (P.C.R.). 

(C)  7 (P.O.); 7 (P.M.R.) e 12 (P.C.R.). 

 

27.  Obra  pública  é  considerada  toda  construção,  reforma,  fabricação,  recuperação  ou  ampliação  de  bem  público. 

Quando  a  obra  é  contratada  com  terceiros,  deve-se  fazer  por  meio  de  licitação.  Nesse  caso,  são  autorizados 
diversos regimes de contratação, entre os quais é CORRETO afirmar: 

 

(A)  Empreitada integral: quando se contrata a execução da obra ou do serviço por preço certo e total. 
(B)  Empreitada  por  preço  unitário:  quando  se  contrata,  excepcionalmente,  a  execução  da  obra  ou  do  serviço 

mediante reembolso  de  todas  as  despesas  incorridas  para  a  sua  execução  e  pagamento da  remuneração 
ajustada para os trabalhos administrativos.  

(C)  Tarefa: quando se ajusta mão-de-obra para pequenos trabalhos por preço certo, com ou sem fornecimento 

de materiais.  

(D)  Empreitada  por  preço  global:  quando  se  contrata um  empreendimento em sua  totalidade, compreendendo 

todas as etapas das obras, serviços e instalações necessárias.  

(E)  Administração  contratada:  quando  se  contrata  a  execução  da  obra  ou  do  serviço  por  preço  certo  de 

unidades determinadas. 

 

28.  Conforme  a  lei  nº  6.766/79,  alterada  pela  Lei  nº  9.785/99,  os  parcelamentos  urbanos  precisam  de  uma 

infraestrutura  básica,  assim  como  os  parcelamentos  situados  nas  zonas  habitacionais  declaradas  por  lei  como 
de interesse social (ZHIS), tendo como diferenciação apenas a obrigatoriedade da instalação de: 

 

(A)  Escoamento das águas pluviais.  

 

(D)  Abastecimento de água potável. 

(B)  Iluminação pública. 

 

 

 

(E)  Vias de circulação. 

(C)  Esgotamento sanitário. 

 
29.  O Estatuto da Cidade é a lei que regulamenta as diretrizes gerais para a política urbana no Brasil, determinando 

instrumentos  para  a  gestão  urbana,  dentre  os  quais  o  plano  diretor,  no  qual  se  delimita  a  aplicação  da 
transferência do direito de construir, quando o referido imóvel for considerado necessário para fins de: 

 

I.  ordenamento e direcionamento da expansão urbana; 

II.  implantação de equipamentos urbanos e comunitários; 

III.  criação de unidades de conservação ou proteção de outras áreas de interesse ambiental; 

IV.  preservação,  quando  o  imóvel  for  considerado  de  interesse  histórico,  ambiental,  paisagístico,  social  ou 

cultura; 

V.  servir  a  programas  de  regularização  fundiária,  urbanização  de  áreas  ocupadas  por  população  de  baixa 

renda e habitação de interesse social. 

 

Estão CORRETAS: 
 
(A)  Somente I, II e V. 

 

 

 

(D)  Somente II, III e V. 

(B)  Somente I, II e IV. 

 

 

 

(E)  Somente I, III e IV. 

(C)  Somente II, IV e V. 

 

30.  Segundo  o  Estatuto  da  Cidade  (Lei  n°  10.257/2001),  é  função  do  instrumento  de  gestão  denominado 

outorga onerosa do direito de construir: 

 

(A)  Conceder  edificação  acima  do  limite  estabelecido  pelo  coeficiente  de  aproveitamento  básico,  mediante 

contrapartida financeira a ser prestada pelo beneficiário. 

(B)  Conferir  ao  Poder  Público  municipal  preferência  para  aquisição  de  imóvel  urbano  objeto  de  alienação 

onerosa entre particulares. 

(C)  Conceder ao Poder Público a possibilidade de delimitar área para aplicação de operações consorciadas. 

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(D)  Autorizar o proprietário de imóvel urbano, privado ou público, a exercer em outro local, ou alienar, mediante 

escritura  pública,  o  direito  de  construir  previsto  no  plano  diretor  ou  em  legislação  urbanística  dele 
decorrente. 

(E)  Conceder a outrem o direito de utilizar o solo, o subsolo ou o espaço aéreo relativo ao terreno, por tempo 

determinado ou indeterminado, mediante escritura pública registrada no cartório de registro de imóveis. 

 
31.  Para empreendimentos em que é necessário o licenciamento ambiental, é obrigatória a  obtenção da Licença de 

Operação. Nesse contexto, é CORRETO afirmar:  

 

(A)  Tem por finalidade aprovar a forma proposta de convívio do empreendimento com o meio ambiente, durante 

um tempo indeterminado. 

(B)  É  concedida  após  a  verificação,  pelo  órgão  ambiental,  do  efetivo  cumprimento  das  condicionantes 

estabelecidas na licença prévia. 

(C)  É  tomada  a  decisão  a  respeito  da  viabilidade  ambiental  do  empreendimento,  levando  em  conta  a  sua 

localização e seus prováveis impactos, em confronto com as medidas mitigadoras dos impactos ambientais 
e sociais. 

(D)  Especifica  as  condicionantes  determinadas  para  a  operação  do  empreendimento,  cujo  cumprimento  é 

obrigatório sob pena de suspensão ou cancelamento da operação.  

(E)  O  pedido  da  licença  de  operação  deve  ser  publicado  apenas  no  órgão  oficial  de  publicação  dos  atos 

administrativos, do qual o ente responsável pelo licenciamento se utiliza. 

 
32.  O estudo de viabilidade de uma obra pública é aquele que fará análises e avaliações do ponto de vista técnico, 

legal e econômico e que promove a seleção e a recomendação de alternativas para a concepção dos projetos. 
Devem fazer parte do Estudo de Viabilidade:  

 

(A)  Caracterização  do  Terreno;  Programa  de  Necessidade;  Anteprojeto;  Guia  de  consulta  prévia  aos  órgãos 

ambientais e aos demais órgãos públicos e Estimativas de custo. 

(B)  Caracterização  do  Terreno;  Programa  de  Necessidade;  Guia  de  consulta  prévia  aos  órgãos  ambientais  e 

aos demais órgãos públicos; Estimativas de custo e o Planejamento Orçamentário. 

(C)  Programa de Necessidade; Estudo Preliminar; Guia de consulta prévia aos órgãos ambientais e aos demais 

órgãos públicos; Estimativas de custo e o Planejamento Orçamentário. 

(D)  Caracterização  do  Terreno;  Anteprojeto;  Guia  de  consulta  prévia  aos  órgãos  ambientais  e  aos  demais 

órgãos públicos; Estimativas de custo e o Planejamento Orçamentário. 

(E)  Caracterização do Terreno; Programa de Necessidade; Estudo preliminar; Licenciamento ambiental prévio e 

Estimativas de custo. 

 

33.  O  Estudo  de  Impacto  Ambiental  (EIA)  e  o  Relatório  de  Impacto  Ambiental  (RIMA)  são  elementos  necessários 

para  o  licenciamento  de  empreendimentos  com  significativo  impacto  ambiental.  Sobre  o  EIA  e  o  RIMA,  é 
CORRETO afirmar: 

 

(A)  O  RIMA  tem  como  objeto  o  diagnóstico  das  potencialidades  naturais  e  socioeconômicas,  os  impactos  do 

empreendimento e as medidas destinadas à mitigação, à compensação e ao controle desses impactos. 

(B)  EIA  oferece  informações  essenciais  para  que  a  população  tenha  conhecimento  das  vantagens  e 

desvantagens do projeto e as consequências ambientais de sua implementação. 

(C)  Considerando a extensão, o nível de detalhamento do Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) e fato de ele 

ser redigido em linguagem técnica, o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) é elaborado, em linguagem mais 
acessível,  com  o  objetivo  de  atender  à  demanda  da  sociedade  por  informações  a  respeito  do 
empreendimento e de seus impactos. 

(D)  O EIA e o RIMA são dois documentos similares e complementares, sendo o EIA um resumo do RIMA.  
(E)  O  EIA  deve  conter  diagnóstico  ambiental  da  área  de  influência  do  empreendimento:  deve  descrever  e 

analisar  as  potencialidades  dos  meios  físico,  biológico  e  socioeconômico  da  área  de  influência  do 
empreendimento  e  o  RIMA,  a  síntese  dos  resultados  dos  estudos  de  diagnóstico  ambiental  da  área  de 
influência do projeto. 

 
34.  Dentre  as  etapas  de  elaboração  de  um  projeto  arquitetônico,  o  estudo  preliminar  conforme  a  NBR  6492/1995, 

deve conter como elementos típicos: 

 

I - Locação; 
II - Plantas, cortes e fachadas;  
III - Situação; 
IV - Memorial justificativo;  
V - Documentos para aprovação em órgãos públicos. 

 
 

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A opção CORRETA é: 
 

(A)  Somente I, II e V. 

 

 

 

(D)  Somente II, III  e V. 

(B)  Somente I, II e IV. 

 

 

 

(E)  Somente II, III e IV. 

(C)  Somente II, IV e V. 

 
35.  O Desenho Universal propõe uma arquitetura e um design mais centrados no ser humano e na sua diversidade. 

Dentre de seus sete princípios que devem ser adotados nos projetos arquitetônicos para edifícios públicos, o que 
corresponde  à  ―característica  do  ambiente  ou  elemento  espacial  que  possibilita  que  seu  uso  seja  de  fácil 
compreensão,  dispensando,  para  tal,  experiência,  conhecimento,  habilidades  linguísticas  ou  grande  nível  de 
concentração por parte das pessoas‖, é: 

 

(A)  Informação de fácil percepção. 

 

(D)  Uso equitativo. 

(B)  Uso simples e intuitivo.  

 

 

(E)  Tolerância ao erro. 

(C)  Uso flexível.  

 
36.  O  Plano  Diretor  está  definido  no  Estatuto  das  Cidades  como  instrumento  básico  para  orientar  a  política  de 

desenvolvimento  e  de  ordenamento  da  expansão  urbana  do  município.  Sobre  o  Plano  Diretor,  é  CORRETO 
afirmar: 

 

(A)  É obrigatório para cidades com mais de 20 mil habitantes; Integrantes de regiões metropolitanas; áreas de 

interesse  turísticos  que  possuam  grandes  áreas  de  preservação  ambiental  significativas  para  a  região  ou 
país.  

(B)  O plano diretor deverá ser aplicado no território do Município que contém as áreas urbanizadas, mesmo que 

sejam descontínuas. 

(C)  O  plano  diretor  é  parte  integrante  do  processo  de  planejamento municipal,  devendo  o  plano  plurianual,  as 

diretrizes orçamentárias e o orçamento anual incorporar as diretrizes e as prioridades nele contidas.  

(D)  A lei que instituir o plano diretor deverá ser aprovada na câmara legislativa e ser revista, pelo menos, a cada 

cinco anos. 

(E)  No caso de cidades com mais de cem mil habitantes, deverá ser elaborado um plano de transporte urbano 

integrado, compatível com o plano diretor ou nele inserido. 

 

37.  Considerando-se  o  processo  de  elaboração  do  plano  diretor  urbano,  o  Estatuto  da  Cidade  define  o  conteúdo 

mínimo do Plano Diretor, que devem ser:  

 

I.  A  delimitação  da  área  sujeita  ao  parcelamento,  edificação  ou  ocupação  compulsórias,  fixando-se  prazos, 

como forma de aproveitamento do solo não utilizado ou subutilizado;  

II.  A identificação e as diretrizes para a preservação e a ocupação das áreas verdes  municipais, com vistas à 

redução da impermeabilização das cidades; 

III.  As  disposições  acerca  do  exercício  do  direito  de  preempção,  a  outorga  onerosa  do  direito  de  construir,  a 

transferência do direito de construir e sobre operações urbanas consorciadas; 

IV.  O sistema de acompanhamento e controle;  

V.  A identificação e o mapeamento de áreas de risco e o planejamento de ações de intervenção preventiva. 

 

Estão CORRETAS apenas as condições constantes na opção: 
 
(A)  I e IV.  

 

 

 

(D)  I, III e IV. 

(B)  I, II e IV. 

 

 

 

(E)  II e V. 

(C)  II, III e V.  

 

38.  A  construção  de  um  edifício  escolar,  desde  o  seu  início, deve  levar  em conta os  agentes  produtores  de  ruídos 

que  circundam  o  terreno.  Nas  tomadas  de  decisão  quanto  ao  uso  de  materiais,  devem-se  observar  sempre  as 
características dos mesmos  e o seu papel no  desempenho  acústico  dos  ambientes.  A  boa acústica torna  mais 
eficiente o ensino e a aprendizagem. Assim, é CORRETO afirmar: 

 

(A)  Deve-se evitar reflexões excessivas do som pelo teto, paredes e piso por meio do tratamento acústico das 

superfícies refletoras, revestindo-as com materiais que tenham características de absorventes acústicos.  

(B)  Deve-se  evitar  as  superfícies  convexas  refletoras,  que  concentram  ou  focalizam  energia  sonora  e  causam 

ecos  múltiplos  e  também  as  superfícies  rígidas,  polidas  e  paralelas  que  conduzem  ao  fenômeno  das 
reflexões múltiplas.  

(C)  Principalmente  nas  salas  de  aula,  os  materiais  absorventes  acústicos  podem  causar  exagerada  absorção 

para que não prejudique a audibilidade no interior do ambiente.  

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P á g i n a

 

(D)  Para  se  evitar  o  eco,  é  necessária  a  eliminação  de  qualquer  superfície  lisa  e  rígida,  a  partir  da  distância 

crítica de 15m, em relação à fonte sonora. 

(E)  Nas salas de aula, o tempo de reverberação tem que ser alto, para que a sobreposição dos ruídos internos 

aos externos, aumentando assim a compreensão da mensagem transmitida no interior da sala. 

 
39.  Considerando  o  cenário  mundial  de  escassez  de  recursos  naturais,  a  criação  de  soluções  de  consumo  de 

energia  mais  responsáveis  se  torna  imprescindível.  Visando  a  uma  redução  no  consumo  energético  das 
edificações, o Brasil lançou o Regulamento Técnico da Qualidade do Nível de Eficiência Energética de Edifícios 
Comerciais, de Serviços e Públicos (RTQ-C), que estabelece parâmetros para a definição do nível de eficiência 
de um edifício, analisando-se sua envoltória, iluminação e condicionamento de ar para posterior fornecimento da 
Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE). Em relaç

ão à envoltória, para obtenção do nível ―A‖, as 

Cores e absortância de superfícies, são obrigatórios os seguintes pré-requisitos para as Zonas Bioclimáticas 2 a 
8: 

 

(A)  Utilização  de  materiais  de  revestimento  externo  de  paredes  com  absortância  solar  baixa, 

 

  0,50  do 

espectro solar e sem exigências para as coberturas. 

(B)  Utilização  de  materiais  de  revestimento  externo  de  paredes  com  absortância  solar  baixa, 

 

  0,50  do 

espectro solar e em coberturas, utilização  de cor de  absortância solar média (0,70 > 

  > 0,50 do  espectro 

solar), telhas cerâmicas não esmaltadas, teto jardim ou reservatórios de água. 

(C)  Utilização de materiais de revestimento externo de paredes com absortância solar média, 0,70 > 

 > 0,50 do 

espectro  solar;  em  coberturas,  a  utilização  de  cor  de  absortância  solar  baixa  (

 

  0,50  do  espectro  solar), 

telhas cerâmicas não esmaltadas, teto jardim ou reservatórios de água. 

(D)  Utilização  de  materiais  de  revestimento  externo  de  paredes  com  absortância  solar  baixa, 

 

  0,50  do 

espectro  solar  e  em  coberturas,  utilização  de  cor  de  absortância  solar  baixa  (

 

  0,50  do  espectro  solar), 

telhas cerâmicas não esmaltadas, teto jardim ou reservatórios de água. 

(E)  Utilização de materiais de revestimento externo de paredes com absortância solar média, 0,70 > 

 > 0,50 do 

espectro  solar;  em  coberturas,  utilização  de  cor  de  absortância  solar  média  (0,70  > 

  >  0,50  do  espectro 

solar), telhas cerâmicas esmaltadas, teto jardim ou reservatórios de água. 

 

40.  Com  o  objetivo  de  minimizar  o  consumo  de  energia  na  edificação,  quando  da  escolha  do  terreno  para  a 

construção de edifícios públicos, deve ser observado, entre outros, o seguinte item: 

 

(A)  Uso da escala microclimática para determinar a demanda de energia para a região considerada.  
(B)  Aplicação  da  informação  climática  aos  efeitos  topográficos  e  urbanos,  para  se  obter  uma  estimativa  da 

demanda das potencialidades corretas do entorno para a implantação do edifício. 

(C)  Localização  e  orientação  do  edifício,  no  seu  entorno,  de  maneira  a  minimizar  o  ganho  térmico  natural  e 

minimizar a ventilação cruzada nas regiões sem estação fria.  

(D)  Ação da radiação solar e térmica e, independente, das características isolantes térmicas da envolvente do 

edifício (paredes e coberturas).  

(E)  Conhecimento  da  geometria  do  terreno  em  relação  ao  sistema  viário  e  a  transmitância  térmica  da 

pavimentação do entorno.   

 
41.  A condição climática é um dos principais condicionantes de um projeto arquitetônico. A região sul do Estado do 

Piauí  encontra-se  na  classificação  de  clima  semiárido  e  devem  ser  observadas  algumas  orientações  quanto  à 
ventilação, EXCETO: 

 

(A)  Facilitar a troca, sob controle, do ar interno das construções, evitando-se os ventos. 
(B)  Aberturas de pequenas dimensões, o suficiente para ventilação e iluminação. 
(C)  Preferíveis as aberturas para pátios internos, alpendres ou áreas sombreadas. 
(D)  As edificações devem estar próximas, de formas e tamanhos variados e compactos, com espaços reduzidos 

e  pé-direito  baixo, constituindo  barreiras  efetivas  contra  o  vento,  favorecendo  o  armazenamento térmico  e 
evitando as perdas de calor. 

(E)  Devem-se proteger as edificações dos ventos que sopram rente ao solo, evitando o calor e a poeira. 

 
42.  Todo  projeto  arquitetônico  origina-se  com  a  suposição  de  que  existe  uma  atividade  humana  para  a  qual  um 

espaço  deve  ser  criado.  Para  a  composição  da  criação  desses  espaços,  existem  alguns  métodos  de  geração 
formal,  os  quais  tem  em  comum  o  emprego  de  analogias  visuais  e  estruturais.  Na  relação  entre  analogia  e  o 
projeto arquitetônico, o único método que usa analogia visual com edifícios existentes é o: 

 

(A)  Inovativo. 

 

 

 

 

(D)  Tipológico. 

(B)  Mimético. 

 

 

 

 

(E)  Involutivo. 

(C)  Normativo. 

 

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P á g i n a

 

43.  Ao  idealizar  um  projeto  de  uma  edificação,  o  arquiteto  urbanista  deve  atender  às  funções  relacionadas  às 

atividades  que  a  edificação  abrigará.  Nesse  contexto,  quanto  à  categoria  de  funções  de  um  edifício,  é 
CORRETO afirmar: 

 

(A)  A função sintática está relacionada ao estudo da representatividade do edifício e seus significados. 
(B)  A  função  semântica  é  a  relação  que  a  edificação  desempenha  junto  ao  seu  contexto  imediato,  a  sua 

representatividade na paisagem. 

(C)  A função pragmática estuda a relação da edificação e a atividade por ele desenvolvida, isto é, as relações 

do objeto com seus usos. 

(D)  Diz-

se  que ―a forma segue a função‖ quando a função sintática  prevalece sobre as funções pragmática e 

semântica. 

(E)  A sintaxe espacial está relacionada diretamente com a função pragmática. 

 

44.  Para os efeitos da Norma de Desempenho ABNT NBR 15575-1/2013, apresenta-se uma lista geral de exigências 

dos usuários, que são utilizadas como referência para o estabelecimento dos requisitos e critérios adotados para 
a  construção  de  edificações  habitacionais.  No  que  se  refere  à  durabilidade  e  à  manutencibilidade,  os  projetos 
arquitetônicos  devem  especificar  o  valor  teórico  para  a  Vida  Útil  de  Projeto  (VUP)  para  cada  um  dos  sistemas 
que o compõem, que não devem ser inferiores (em anos):  

 

(A)  Estrutura 

 50; Pisos internos 

 13; Vedação vertical externa 

 40; Vedação vertical interna 

 20; Cobertura 

 20; Hidrossanitário 

 20.  

(B)  Estrutura 

 50; Pisos internos 

 20; Vedação vertical externa 

 40; Vedação vertical interna 

 30; Cobertura 

 20; Hidrossanitário 

 20.  

(C)  Estrutura 

 30; Pisos internos 

 15; Vedação vertical externa 

 40; Vedação vertical interna 

 20; Cobertura 

 30; Hidrossanitário 

 20.  

(D)  Estrutura 

 50; Pisos internos 

 10; Vedação vertical externa 

 30; Vedação vertical interna 

 20; Cobertura 

 20; Hidrossanitário 

 20.  

(E)  Estrutura 

 30; Pisos internos 

 25; Vedação vertical externa 

 40; Vedação vertical interna 

 20; Cobertura 

 30; Hidrossanitário 

 20.  

 

45.  De  acordo  com  Lei  nº  12.378/2010,  para  promover  alterações  em  trabalho  de  autoria  de  arquiteto  e  urbanista, 

tanto em projeto como em obra dele resultante, deve ser observado: 

 

I.  No caso de existência de coautoria, salvo pactuação em contrário, será necessária apenas a concordância 

de primeiro autor;  

II.  Ao arquiteto e urbanista que não participar de alteração em obra ou trabalho de sua autoria é permitido o 

registro de laudo no CAU de seu domicílio, com o objetivo de garantir a autoria e determinar os limites de 
sua responsabilidade; 

III.  Em  caso  de  falecimento  ou  de  incapacidade  civil  do  autor  do  projeto  original,  as  alterações  ou 

modificações  poderão  ser  feitas  pelo  coautor  ou,  em  não  havendo  coautor,  por  outro  profissional 
habilitado, que assumirá a responsabilidade pelo projeto modificado, dependentemente de autorização de 
prepostos do autor do projeto original;  

IV.  Somente  poderão  ser  feitas  mediante  consentimento  por  escrito  da  pessoa  natural  titular  dos  direitos 

autorais, salvo pactuação em contrário; 

V.  Na  hipótese  de  a  alteração  não  ter  sido  concebida  pelo  autor  do  projeto  original,  o  resultado  final  terá 

como  coautores  o  arquiteto  e  urbanista  autor  do  projeto  original  e  o  autor  do  projeto  de  alteração,  salvo 
decisão  expressa  em  contrário  do  primeiro,  caso  em  que  a  autoria  da  obra  passa  a  ser  apenas  do 
profissional que houver efetuado as alterações.  

 

Estão CORRETAS apenas as assertivas constantes na opção: 
 
(A)  I, III e V.  

 

 

 

(D)  I, III e IV. 

(B)  I, II e IV. 

 

 

 

(E)  II, IV e V. 

(C)  II, III e V.  

 
46.  Em  projetos  de  edificações,  existem  critérios  e  normas  de  segurança  contra  incêndio  que  devem  ser  seguidas 

pelos  arquitetos  urbanistas,  principalmente  em  prédios  públicos  e  de  uso  coletivo.  De  acordo  com  a  NBR 
9077/2001, as escadas enclausuradas à prova de fumaça devem: 

 

(A)  ter suas caixas enclausuradas por paredes resistentes a 2h de fogo. 
(B)  ter ingresso por antecâmaras ventiladas, não podendo ser por terraços ou balcões. 
(C)  ser  providas  de  portas  estanques  à  fumaça  e  resistentes  a  50min  de  fogo  em  sua  comunicação  com  a 

antecâmara.  

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P á g i n a

 

(D)  Nas  caixas  de  escadas,  não  podem  existir  aberturas  para  tubulações  de  lixo,  passagens  para  a  rede 

elétrica, centros de distribuição elétrica, armários para medidores de gás e assemelhados. 

(E)  ter  altura  (h)  compreendida  entre  16,0cm  e  18,0cm,  com  tolerância  de  0,05cm;  e  ter  largura  (b) 

dimensionada pela fórmula de Blondel: 64cm ≤ (2h + b) ≤ 65cm. 

 
47.  Para  o  projeto  de  um  edifício  administrativo  com  uma  projeção  de  área  em  planta  menor  que  750m

2

,  com  5 

pavimentos  de  pé-esquerdo  de  3,20m,  para  atender  às  normas  de  segurança  contra  incêndio,  o  arquiteto 
urbanista deve contemplar em relação ao número de saídas, tipo de escada de emergência, respectivamente: 

 

(A)  Número de saída - 2; escada à prova de fumaça. 
(B)  Número de saída - 1; escada enclausurada protegida. 
(C)  Número de saída - 1; escada não enclausurada.  
(D)  Número de saída - 2; escada enclausurada protegida.  
(E)  Número de saída - 1; escada à prova de fumaça. 

 
48.  O  uso  da  informática  na  Arquitetura  e  Urbanismo  gerou  novos  paradigmas  e  metodologias  de  projeto,  como  a 

verificação  de  desempenho,  a  compatibilidade  de  projetos  e  a  fabricação  digital.  Nesse  contexto,  a  diferença 
básica  entre  o  desenvolvimento  de  projetos  na  plataforma  de  Computer  Aided  Design  (CAD)  e  Building 
Information Modeling (BIM) é: 

 

(A)  O CAD executa diferentes desenhos, sobretudo diédricos e o BIM trabalha com desenhos tridimensionais. 
(B)   No sistema CAD, qualquer alteração se processa de forma dinâmica, atualizando todo o modelo gráfico. 
(C)  O sistema BIM abrange geometria, relações espaciais, indicadores geográficos, quantidades e propriedades 

de componentes e produtos empregados na obra. 

(D)  Nos  sistemas  BIM,  as  entidades  gráficas  são  baseadas  em  coordenadas,  sendo  que  qualquer  alteração 

num projeto desenvolvido 

implica diversas modificações ―manuais‖ dos objetos representados. 

(E)  Nos  sistemas  CAD,  a  informação  está  associada  a  um  todo,  a  um  banco  de  informações  inerentes  a  um 

projeto, integrado e modelado em três dimensões,  

 

49.  De acordo com a Lei Federal n° 6766/79, com as alterações (lei nº 9785/99 e 10932/04), sobre a elaboração do 

projeto de loteamento, o memorial descritivo deverá conter, obrigatoriamente, pelo menos:  

 

I.  A  descrição  sucinta  do  loteamento,  com  as  suas  características  e  a  fixação  da  zona  ou  zonas  de  uso 

predominante; 

II.  As faixas sanitárias do terreno necessárias ao escoamento das águas pluviais e as faixas não edificáveis; 

III.  A indicação das áreas públicas que passarão ao domínio do município no ato de registro do loteamento; 

IV.  A enumeração dos equipamentos urbanos, comunitários e dos serviços públicos ou de utilidade pública, já 

existentes no loteamento e adjacências; 

V.  O Cronograma de execução, com as diretrizes aprovadas com  prazo máximo de cinco anos. 

 

Estão CORRETAS as assertivas constantes na opção: 
 

(A)  I, II e V apenas. 

 

 

 

(D)  III e IV apenas. 

(B)  I, III e IV apenas. 

 

 

 

(E)  I e III apenas. 

(C)  IV e V apenas. 

 
50.  Entre os procedimentos para avaliação de imóveis urbanos, com a finalidade de identificar o valor de um bem, de 

seus  frutos  e  direitos,  o  método  que  identifica  o  valor  de  mercado  do  bem,  alicerçado  no  seu  aproveitamento 
eficiente, baseado em modelo de estudo de viabilidade técnico-econômica, mediante hipotético empreendimento 
compatível com as características do bem e com as condições do mercado no qual está inserido, considerando-
se cenários viáveis para execução e comercialização do produto, é o: 

 

(A)  Método comparativo.   

 

 

(D)  Método da capitalização da renda. 

(B)  Método involutivo. 

 

 

 

(E)  Método da quantificação de renda. 

(C)  Método evolutivo.